Por Cangaçologia
https://www.youtube.com/watch?v=n5WC6JwGub0http://blogdomendesemendes.blogspot.com
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Clerisvaldo B, Chagas, 19/20 de dezembro de 2021
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 2.631
Ficamos entusiasmados ao vermos a Feira das Panela de Barro, em Palmeira dos índios. Parecidas, com as antigas peças vendidas na feira de Santana. Verdade, porém, que o artesanato tem nuances em cada região, suas marcas registradas. São semelhantes no geral, mas não nos detalhes. O artesanato de barro do interior está muito mais para uso como utensílio do que como peça de adorno. E quando falamos em feira das panelas, vem a panela propriamente dita, a frigideira, o pote, a jarra, a quartinha e assim por diante. É bom saber que muitos lugares do agreste e Sertão ainda conservam seus produtores e feirantes de vasilhames rudes para cozinhar e armazenar água. E o melhor: encontrados nas feiras livres a preços acessíveis.
Certa feita houve uma feijoada beneficente no Tênis Clube de Santana do Ipanema. Mestres famosos foram convidados como o saudoso Filemon e outros mais. Só não lembramos se as panelas de barro foram colocadas em fogo de lenha, mas a feijoada foi servida em pratinhos de barro vendidos na feira. Um sucesso! Feijão preto com charque, linguiça defumada e partes do porco que só os mestres sabem fazer. A comida típica de muito sucesso à época, atraiu centenas de pessoas que ocuparam até a calçada do clube, onde valia, inclusive, uma cachacinha na hora de apreciar o prato. Fazer feijoada foi caindo de moda tendo como causa principal o preço campeão do charque que sem ele, não existe a feijoada verdadeira.
Mas os pratos e panelas ainda são encontrados em inúmeras feiras do interior para uma comida sadia, segundo os entendidos. Como dissemos antes, cada região tem suas características próprias de artesanato. Algumas possuem melhor acabamento e até são pintadas, caprichosamente. Não é possível encontrar cerâmica marajoara em todos os lugares, mas o capricho local assegura uma feijoada de primeira qualidade, desde que haja mestres e mestras nessa arte da gastronomia nordestina.
Se o amigo concorda ou não, fique à vontade, mas agora mesmo passou por aqui uma vontade enorme de procurar o Restaurante Panela de Barro.
Linguiça defumada, charque e feijão vargem rocha...
Hum !!!...
PANELAS DE BARRO (CRÉDITO: ELISANA TENÓRIO).
Clerisvaldo B. Chagas. 18 de dezembro de 2021
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 2.630
A Praça Coronel Manoel Rodrigues da Rocha (Praça da Matriz de Senhora Santana) encontra-se completamente ornamentada para este Natal. Outros lugares também chamam atenção de visitantes e nativos como a entrada da cidade, Avenida Dr. Arsênio Moreira e Praça do Monumento (Adelson Isaac de Miranda). A Praça da Matriz fez lembrar os antigos tempos de lapinhas ou presépios uma tradição santanense desde os tempos de vila. Havia um homem que não saía de casa, mas sempre fabricava a lapinha em todos os Natais. Assim o Centro de Santana do Ipanema volta a ser a grande atração de final de ano, também com lojas de pinturas renovadas e ornamentos prestigiando a festa do Cristo. O Centro da cidade merece a atenção especial.
O coronel Manoel Rodrigues foi a figura mais importante de Santana do Ipanema no primeiro quartel do Século XX. Sapateiro originário de Águas Belas, enriqueceu no ramo de couros no Baixo São Francisco, casou com uma sergipana e se transferiu para Santana do Ipanema, investindo muito neste município. Coronel da Guarda Nacional, comerciante, industrial, amigo de todos e amado em Santana. Em sua residência recebia governadores e outras altas autoridades, assim com Delmiro Gouveia. Seu sobrado (ainda existente) estava sempre de portas abertas para os blocos carnavalescos e outras manifestações culturais do povo. A Praça da Matriz o homenageia diante do casarão onde fixou residência. Os três sobrados construídos por ele, fazem parte do patrimônio arquitetônico de Santana do Ipanema.
Bem vindos os forasteiros que vêm progredir e fazer progredir. Assum foi o maestro Manoel Queirós também de Águas Belas que fundou a primeira banda musical de Santana, a Filarmônica Santa Cecília e teatro de amadores. Ainda de Águas Belas veio a primeira professora de Santana, Maria Joaquina, casada com o primeiro professor santanense Enéas Araújo. O tempo vai passando e as praças do Centro Comercial vão se adaptando às novas exigências, mas seus heróis permanecem lembrados pelos logradouros públicos, pelos escritores da terra e a memória dos que ainda não desistiram do seu torrão.
FELIZ NATAL A TODOS OS NOSSOS SEGUIDORES E SEGUIDORAS. NATAL SEMPRE NA VIDA DE CADA QUAL.
Parcial da Praça da Matriz com ornamentos natalinos. (Foto: B. Chagas).

O CEHM comunicou nessa segunda-feira 11 de outubro a publicação do já esperado livro de seu associado Valdir Nogueira, cujo título: ENTRE REZAS E BACAMARTES, possui prefácio do historiador e membro da Academia Pernambucana de Letras Frederico Pernambucano de Mello, e integra a Coleção Tempo Municipal do referido Centro de Estudos de História Municipal – CEHM/Agência Condepe/Fidem.
A obra traz um recorte sobre a atuação do Monsenhor Afonso Pequeno e a tradicional desavença entre as famílias Pereira e Carvalho sob a ótica da alternância de poder na lendária região do Pajeú do sertão pernambucano. Numa terra em que imperava a lei do punhal e do bacamarte, essas duas famílias espargiram sangue em ódios feudais, numa luta que esbarrou num famigerado banditismo.

Sobre o livro de Valdir Nogueira comentou o professor Yony Sampaio, professor da Universidade Federal de Pernambuco e Consultor do Banco Mundial:
“Muitos livros tem tratado da lendária briga entre os Pereira e os Carvalho. De modo geral exploram os confrontos armados, as sucessivas emboscadas e ataques, culminando com o período de Sebastião Pereira e Luís Padre. Este fantástico relato de Valdir Nogueira, Entre Rezas e Bacamartes, no entanto, é o primeiro a analisar em detalhe as intrigas politicas, a alternância de poder local, que vem a se constituir no cenário onde a questão se desenvolve.
Geograficamente, amplia o centro da questão para os municípios de Belmonte e Vila Bela, de onde se irradia pelo Pajeú e pelo sul do Ceará, relacionando movimentos do Cariri a incidentes no Pajeú. Indo aos fundamentos da questão, antepõe o Monsenhor Afonso Pequeno ao coronel Antônio Andrelino Pereira da Silva, filho do Barão do Pajeú.

De um lado, um padre guerreiro, politico, mas defensor da religião, a exemplo de muitos, como o Monsenhor Arruda Câmara, na revolução de trinta. De outro, um coronel tentando manter a estatura e autoridade do pai, porém sem possuir as mesmas qualidades de sobriedade e equilíbrio. Os novos perfis que traça, revelam faces escondidas da questão. Para iluminar tantas questões, Valdir divulga correspondências inéditas, comunicações em jornais da época, e corrige interpretações equivocadas. O livro de Valdir já nasce um clássico, essencial para melhor entendimento da história e da formação social daquele sertão.

O autor nasceu e foi criado em Belmonte e já nos brindou com um belo livro sobre São José do Belmonte. Conhece quase cada palmo de terra, discorre sobre as fazendas, locais de emboscada e convive com descendentes das famílias envolvidas, hoje bastante entrelaçadas, como sempre ocorre na sociedade sertaneja. Assim, possui a autoridade necessária para tal empreitada. Simples, de fala mansa, em outras épocas poderia ter tomado o bacamarte e entrado catinga adentro. Porém tem sido mais afeito aos estudos e ao conhecimento e preservação do passado da região. Excelente pesquisador, minucioso, reverencia nosso passado e tem sido o esteio da hoje famosa cavalhada do Belmonte que homenageia e relembra os incidentes da Pedra Bonita, então Serra Talhada e hoje Belmonte, que incendiou a imaginação de Ariano Suassuna no Romance da Pedra do Reino.
Ao leitor, tenho certeza que embarca em aventura prazerosa e educativa. Do autor, espero que continue a perscrutar nosso passado e revelar aspectos pouco conhecidos da nossa formação histórica e social”.

Clerisvaldo B. Chagas, 17 de dezembro de 2021
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 2.628
Natal chegando, tempo de manga e caju em nosso Sertão. Manga nos terrenos mais férteis, caju por todos os lugares, nas planuras e nos elevados do relevo. Vem logo à mente os cajus doces e famosos do povoado Areias Brancas, de Santana do Ipanema, mas as suas variedades amarela e vermelha estão presentes em todos os municípios sertanejos. A manga é encontrada mais nas serras úmidas e conhecidas como Gugi e Poço. As margens do Velho Chico produzem um tipo de manga natural de muita fama, chamada “manga maria”, muito apreciada na região e no estado de Sergipe. Atualmente chega até nós a manga da indústria que sai da irrigação com aquele fim. As marcas que aparecem vão mudando os antigos conceitos sobre o saboroso fruto.
Sobre o caju, ainda encontramos o sistema de assar castanha nas fazendas e periferias. Aquele sistema em colocar o produto numa lata velha, usar fogo de trempe e ficar mexendo com uma vara comprida por causa do respingo do azeite. Mas agora, amigo e amiga, depois que a medicina manda você incluir castanhas na dieta, o preço do litro na feira tornou-se estratosférico. Ê Brasil perdido! Caju se perde pelas fazendas e são fuçados pelos bovinos. Desperdício total. Mas a castanha é exportada a preço de ouro. Nas visitas aos parentes, aquele presentinho que se levava, não se inclui mais a castanha que virou relíquia. Se é castanha do Pará, um real por unidade. Se é de caju, 25, 30 reais o litro. Imaginem agora no Natal por quanto não está a castanha!
Quando os escravos negros chegavam da África, seus donos os obrigavam à quarentena contra o escorbuto sob os cajueiros do litoral. O caju é riquíssimo em vitamina C e dele se faz várias espécies de doces, inclusive doce seco, desidratado. Uma delícia de Maceió. Caju amarelo ou vermelho é uma fruta em que o diabético pode chupar com segurança. Havia um grande plantio de cajueiros no município de Olho d’Água do Casado, coisa rara. O conjunto inteiro tem propriedades medicinais, inclusive a rapa do tronco ou dos galhos dessa árvore de folha grande que ornamenta o solo ao cair e secar.
Sertão, Natal, manga, caju e castanha, quanta riqueza na terra!
Louvando nossos frutos tropicais.
CAJUS (LOJAS PLANTEI).
Por Cangaço na Literatura
https://www.youtube.com/watch?v=uOxGiZgU8iYa Morte de Zé Rufino https://www.youtube.com/watch?v=bGbVa...
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Por Robério Santos
https://www.youtube.com/watch?v=lMpF5zyQy9MEm 2017 eu, Robério Santos, me encontrava perdido com uma doença chata chamada Síndrome do Pânico. Foram anos e anos de tentativas para sair e nada. Com o nascimento do canal, consegui sair sem medo, receber uma ligação sem tremer e até mesmo consegui pensar em ter um novo relacionamento. Manter um canal como este é uma grande responsabilidade, portanto espero que curtam nosso programa especial. Assim como no cangaço, muitas dúvidas surgem, este programa mostra o processo de busca, cruzamento de informações e resolução. Erro e acerto faz parte da vida de todos nós. Tenho medo de voltar ao quarto escuro, tenho medo! Abraço a todos e feliz aniversário Pra mim. Este programa é uma grande dica...
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ASCRIM/PRESIDENCIA – CONFIRMAÇÃO E RETRANSMISSÃO AO CONVITE DA SOCIEDADE AMIGOS DA PINACOTECA POTIGUAR E ISAURA AMÉLIA “LANÇAMENTO DO LIVRO ISAURA AMÉLIA COLEÇÃO DE ARTE” - OFÍCIO. Nº 061/2021.
MOSSORÓ-RN, 12 de DEZEMBRO de 2021.
‘RECEBES ESTE EXPEDIENTE PORQUE A ASCRIM O(A)VALORIZA E RESPEITA, PELO ALTO NÍVEL DE QUEM TEM O PRESTÍGIO DE SER ASSIM CONSIDERADO(a).’
AOS QUE NÃO INTERESSAR POSSAM RECEBER NOTÍCIAS DESTA SIMILITUDE, GENTILEZA ENCAMINHAR-NOS SOLICITAÇÃO, ESPECÍFICA, PARA QUE SEUS ENDEREÇOS ELETRÕNICOS(EMAIL) SEJAM EXCLUÍDOS DEFINITIVAMENTE DO NOSSO AGENDÁRIO DE CONTATOS.
AGRADECENDO A ILUSTRÍSSIMA ARTISTA PLÁSTICA ISAURA AMÉLIA, M.D. PINTORA, INTEGRANTE DA SOCIEDADE AMIGOS DA PINACOTECA POTIGUAR, PELO CONVITE, RESERVA-NOS ATRIBUIR MESMO VALOR DE PARTILHA, DIZENDO QUE É UMA GRANDE HONRA PRESTIGIAR E ANUNCIAR O
““LANÇAMENTO DO LIVRO ISAURA AMÉLIA COLEÇÃO DE ARTE”,
DE AUTORIA DE ISAURA AMÉLIA, ANTONIO MARQUES E MARCIO DE LIMA DANTAS, CATÁLOGO EM POLICROMIA COM OBRAS DE ARTISTAS POTIGUARES.
LOCAL DO EVENTO: CASA GUAXINIM
RUA DR. ALMIR DE ALMEIDA CASTRO, 600,
CENTRO MOSSORÓ
TERÇA-14.12.2021
19HS.
-Cerimonialista Assessor: Sérgio Chaves-
HONRA-NOS CONFIRMAR PRESENÇA, FAZENDO-NOS REPRESENTAR PELA VICE-PRESIDENTA EXECUTIVA INTERINA DA ASCRIM, MARIA GORETTI ALVES DE ARAÚJO.
PORTANTO, REPASSO A TÍTULO DE LEMBRETE O ASSUNTO DO ALVO CONVITE(ANEXO) DE IGUAL MODO, POR CÓPIA, AS EXCELENTÍSSIMAS AUTORIDADES GOVERNAMENTAIS, ACADÊMICOS DA ASCRIM E POTENCIAIS CANDIDATOS A ACADEMICOS DA ASCRIM, ILUSTRES PRESIDENTES DE ENTIDADES CULTURAIS E DIRIGENTES DE INSTITUIÇÕES RELIGIOSAS, GOVERNAMENTAIS, PÚBLICAS, PRIVADAS E MAÇÔNICAS, JORNALISTAS E COMUNICADORES, POR SER DO INTERESSE, CLARO, DOS MESMOS, TOMAREM CONHECIMENTO E DIGNAREM-SE, DO SEU MISTER, CONFIRMAR SUAS PRESENÇAS, JUNTAMENTE COM AS EXCELENTÍSSIMAS FAMÍLIAS CONSORTES.
DESTA FORMA, É DA PRAXE DESTA PRESIDENCIA, QUANDO OFICIALMENTE CONVIDADO, DIGNAR-SE RESPONDER AOS ECLÉTICOS CONVITES DE ENTUSIASTAS DA CULTURA, EXEMPLO QUE NOTABILIZA O VIÉS DE UM PRESIDENTE CORRESPONDER A ESSE ECLETISMO, PORQUE SABE A DIFERENÇA ENTRE O LIAME DA PARTILHA E DO PRESTÍGIO QUE ASCENDE E CRESCE NO INTERCÂMBIO ENTRE OS QUE PRESTIGIAM OS ABNEGADOS DEFENSORES DA CULTURA MOSSOROENSE.
NESTA SINTONIA, UM CONVITE PARA PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS CULTURAIS E A CONFIRMAÇÃO, INTERCAMBIADOS ENTRE PARTICIPANTES E ENTIDADES SINGULARES, MERECE E FUNCIONA COMO UM “FEEDER”, EVIDENTE, REPASSADO A TODOS OS ACADÊMICOS E INTEGRANTES DE SEUS CORPOS ADMINISTRATIVOS/SOCIAIS, PELO SEU PRÓPRIO DIRIGENTE, CUJO ESSE FEEDBACK ALIMENTA, NATURALMENTE O FERVOR E A CONSIDERAÇÃO EM QUE SINGRAM OS INTELECTUAIS E SERVIDORES DESSAS PLÊIADES.
CONVOCANDO OS ACADÊMICOS DA ASCRIM E ACADEM PARA ESSE MAGNO EVENTO, COMUNICO, AOS QUE COMPARECEREM E SE IDENTIFICAREM ACADÊMICOS DA ASCRIM NO EVENTO SUPRAMENCIONADO, PODEM UTILIZAR O COLAR/MEDALHÃO OFICIAL, MÍNIMO ATRIBUTO DIGNITÁRIO DO DECORO INTELECTUAL E ORGULHO DA MORAL QUE ASSIM OS IDENTIFICA, ENTRE OS PARES, EM ATIVIDADES CULTURAIS DESSA GRANDEZA.
SAUDAÇÕES ASCRIMIANAS,
FRANCISCO JOSÉ DA SILVA NETO
-PRESIDENTE EXECUTIVO DA ASCRIM ACADEM-
MARIA GORETTI ALVES DE ARAÚJO
-PRESIDENTA EXECUTIVA INTERINA DA ASCRIM-
P.S.: 1. AOS QUE NÃO INTERESSAR POSSAM RECEBER NOTÍCIAS DESTA SIMILITUDE, GENTILEZA ENCAMINHAR-NOS SOLICITAÇÃO PARA QUE SEUS ENDEREÇOS ELETRÕNICOS(EMAIL) SEJAM EXCLUÍDOS DEFINITIVAMENTE DO NOSSO AGENDÁRIO DE CONTATOS.
P.S.: 2. CONSIDERANDO A ESSÊNCIA DA HUMANIDADE INTELECTUAL, INSERIDA NA REPRESENTATIVIDADE DE TODOS SEGMENTOS SOCIAIS ABAIXO RELACIONADOS, ENCAMINHA-SE ESTA CÓPIA ORIGINAL, EM CARÁTER PESSOAL DIRETO AOS INSIGNES DIGNITÁRIOS:
---
EXCELENTÍSSIMO(A)S PRESIDENTES, DIRIGENTES E AUTORIDADES DE ENTIDADES GOVERNAMENTAIS, JURÍDICAS, MAÇONICAS E MILITARES.
REVERENDÍSSIMO(A)S PRESIDENTES, DIRIGENTES E AUTORIDADES DE ENTIDADES RELIGIOSAS.
MAGNÍFICOS REITORES E AUTORIDADES DE UNIVERSIDADES.
EXCELENTÍSSIMO(A)S PRESIDENTES DE ENTIDADES E INSTITUIÇÕES PÚBLICAS E PRIVADAS.
EXCELENTÍSSIMO(A)S PRESIDENTES DE ENTIDADES CULTURAIS E INSTITUIÇÕES CONGENERES.
ILUSTRÍSSIMO(A)S DIRIGENTES DE INSTITUIÇÕES FILANTRÓPICAS, EDUCACIONAIS E DE CIDADANIA.
ILUSTRÍSSIMO(A)S JORNALISTAS E COMUNICADORES.
ACADÊMICO(A)S DA ASCRIM.
POTENCIAIS CANDIDATO(A)S A ACADÊMICO(A)S DA ASCRIM.
ASCRIM/PRESIDENCIA – AGRADECIMENTO E COMENTÁRIO AO: “LANÇAMENTO DA REVISTA DA ACADEMIA FEMININA DE LETRAS E ARTES MOSSOROENSE-AFLAM - OFÍCIO. Nº 060/2021.
MOSSORÓ-RN, 12 de DEZEMBRO de 2021.
‘RECEBES ESTE EXPEDIENTE PORQUE A ASCRIM O(A)VALORIZA E RESPEITA, PELO ALTO NÍVEL DE QUEM TEM O PRESTÍGIO DE SER ASSIM CONSIDERADO(a).’
AGRADECENDO A EXCELENTÍSSIMA DRA. TANIAMÁ VIEIRA DA SILVA BARRETO, M.D. PRESIDENTA DA ACADEMIA FEMININA DE LETRAS E ARTES DE MOSSORÓ-AFLAM, PELO CONVITE, POR MOTIVOS DE ORDEM IMPERIOSA DA SAÚDE, LAMENTO NÃO TER COMPARECIDO AO BRILHANTE
““LANÇAMENTO DA REVISTA DA ACADEMIA FEMININA DE LETRAS E ARTES MOSSOROENSE”” NO DIA 07(TERÇA-FEIRA) DE DEZEMBRO DE 2021, AS 15H, NO AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL NEY PONTES DUARTE.
FIZ-ME REPRESENTAR HONRADAMENTE PELA VICE-PRESIDENTA EXECUTIVA INTERINA DA ASCRIM, ACADÊMICA E DIRETORA DA AFLAM MARIA GORETTI ALVES DE ARAÚJO, POIS EVENTO DESSE GABARITO É DE NÍVEL ALTÍSSIMO MERECE SER CORRESPONDIDO À ALTURA ! NÃO É TODO DIA QUE SE PUBLICA UMA REVISTA DO NAIPE DA EDITADA PELA AFLAM !
TENHO CERTEZA, NO MEU HUMILDE PERICIAL, QUE O SUCESSO LITERÁRIO DA REVISTA ALCANÇOU ÍNDICE DE PÓDIO, NÃO SÓ PELO MERITÓRIO CULTURAL, MAS TAMBÉM PELA CIENTIFICIDADE DO CONTEÚDO INTELECTUAL, SOMATÓRIO QUE ME PERMITIU ABSORVER O VALOR MÍTICO E REAL DE CADA UMA E DE TODAS AS TALENTOSAS EXPRESSÕES ARTÍSTICAS DAS ACADÊMICAS AFLAMIANAS! PARABENS PELA 5ª EDIÇÃO !
SAUDAÇÕES ASCRIMIANAS,
FRANCISCO JOSÉ DA SILVA NETO
-PRESIDENTE EXECUTIVO DA ASCRIM ACADEM-
P.S.: 1. CONSIDERANDO A ESSÊNCIA DA HUMANIDADE INTELECTUAL, INSERIDA NA REPRESENTATIVIDADE DE TODOS SEGMENTOS SOCIAIS ABAIXO RELACIONADOS, ENCAMINHA-SE ESTA CÓPIA ORIGINAL, EM CARÁTER PESSOAL DIRETO AOS INSIGNES DIGNITÁRIOS:
P.S.: ESTA É UMA CÓPIA ORIGINAL, ENCAMINHADA EM CARÁTER PESSOAL DIRETO PARA O(A)S:
EXCELENTÍSSIMO(A)S PRESIDENTES, DIRIGENTES E AUTORIDADES DE ENTIDADES GOVERNAMENTAIS, JURÍDICAS, MAÇONICAS E MILITARES.
REVERENDÍSSIMO(A)S PRESIDENTES, DIRIGENTES E AUTORIDADES DE ENTIDADES RELIGIOSAS.
MAGNÍFICOS REITORES E AUTORIDADES DE UNIVERSIDADES.
EXCELENTÍSSIMO(A)S PRESIDENTES DE ENTIDADES E INSTITUIÇÕES PÚBLICAS E PRIVADAS.
EXCELENTÍSSIMO(A)S PRESIDENTES DE ENTIDADES CULTURAIS E INSTITUIÇÕES CONGENERES.
ILUSTRÍSSIMO(A)S DIRIGENTES DE INSTITUIÇÕES FILANTRÓPICAS, EDUCACIONAIS E DE CIDADANIA.
ILUSTRÍSSIMO(A)S JORNALISTAS E COMUNICADORES.
ACADÊMICO(A)S DA ASCRIM.
POTENCIAIS CANDIDATO(A)S A ACADÊMICO(A)S DA ASCRIM.
Enviado pela ASCRIM
Por Aderbal Nogueira
Quer ajudar nosso canal? Nossa chave Pix é o e-mail:
narotadocangaco@gmail.com O vaqueiro Zé da Lavra fala ao pesquisador João de
Sousa Lima sobre o encontro com os cangaceiros do bando de Lampião e de como
escapou da surra do cangaceiro Ângelo Roque, o Labareda. Link desse vídeo: https://youtu.be/trNeJb0hjwI
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Clerisvaldo B. Chagas, 15/16 de dezembro de 2021
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 2.627
O quebra-queixo sempre foi vendido pelas ruas e feiras de
Santana do Ipanema. Quem não lembra do melhor quebra-queixo do mundo que se
apresentava no Largo da Feira. Um mundo de doce divino repleto de castanha e
amendoim, tentação à gula de meninos e adultos. Esse foi o melhor que já
degustamos. Certo dia surgiu na cidade – parece-me vindo do Poço das
Trincheiras – um tipo de doce muito duro também vendido em tabuleiro, chamado
“morozilha”. No início ainda saiu tapeando a criançada, mas dava um trabalho
danado para cortar aquela massa dura, doce e colorida, mastigar cansando os queixos
e ligando nos dentes. O homem gritava o produto pelas ruas e daí ficou
conhecido com o nome do doce que vendia. Isso não durou muito tempo e a moda
desapareceu.
Logo o doceiro do antigo quebra-queixo, não mais surgiu na
feira e foi substituído por outro doceiro que não usava amendoim e nem
castanha. Não tinha muita graça, mas havia bastante coco. Surgiu então um cabra
novo aparecendo no mundo dos doces. Era oriundo da margem direita do rio
Ipanema, agradável e de voz poderosa no grito. Berrava nas ruas de garganta
limpa, sem nenhum tipo de aparelho de som. “Quebra”! Olhe o quebra! Vitamina
“B” e mel de abelha!” “Quebra”! Olhe o “quebra”. E o danado do rapaz vendia quebra-queixo
como água. Você o encontrava a pé com seu tabuleiro por todas as ruas de
Santana. Seu nome? ninguém sabia, era somente O Quebra. Uma ocasião encontramos
com o Quebra na ponte do riacho Salgadinho entre o Bairro Domingos e Acácio e
Floresta.
Quebra, ainda novo, falou que estava aposentado e que
sustentara a família inteira vendendo doce, 40 anos na lida. Deus lhe dera a
força da garganta e a coragem para sustentar o batente. Morava algumas casas
após a citada ponte onde contemplava o Poço do Juá, mais as corridas que dava
quando das grandes enchentes do Panema. Homem de bem e trabalhador, pobre e
humilde, nunca se ouviu falar de nenhum mal feito que o
desabonasse. É nessa hora que na porta passa o carrinho dos churros
usando aparelho chamativo e música que veio à lembrança do doce de tabuleiro.
Parece que estamos ouvindo o grito forte do rapaz doceiro, ecoar no espaço:
- Quebra! Olhe o quebra! Vitamina B e mel de abelha,
quebra! Filhotinhos na escola e pai adoçando a nossa vida!
Vai de quebra?
VENDEDOR DE QUEBRA-QUEIXO (Crédito: Campo Grande News)
http://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2021/12/oquebra-clerisvaldob.html
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