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quarta-feira, 29 de outubro de 2025

CORISCO E VELOCIDADE II - 1939

Por LH O Restaurador

Foto restaurada

Nesta rara fotografia de 1939, aparecem Corisco, o temido Diabo Loiro, e Velocidade II, ao lado de um homem ainda não identificado.


A cena foi registrada no sertão da Bahia ou Sergipe, pouco tempo depois da morte de Lampião, quando o cangaço já se despedia de suas últimas forças.
Corisco, agora fugitivo, carregava no olhar o peso da vingança e o fim iminente de uma era.
🜚 O retrato de um tempo em que a poeira, a coragem e a morte caminhavam lado a lado no sertão.


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ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, não deixa ele te pedir desculpas, desculpa-o antes, porque faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional, você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo em um caixão.
 
Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância.

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OUTUBRO SANGRENTO

Por Valdir José Nogueira de Moura

No dia 15 de outubro de 1907 foi assassinado de emboscada o coronel Manoel Pereira da Silva Jacobina (Padre Pereira), vítima de torpe vingança dos Carvalhos. O crime aconteceu quando ele, de sua fazenda Poço da Cerca, a cavalo, encaminhava-se para a feira do vilarejo São Francisco. Três tiros de carabina, disparados de um serrote próximo, fizeram-no tombar da montaria e rolar pelo chão. No momento da fatal emboscada, sua esposa, dona Chiquinha, Francisca Pereira da Silva (filha do Barão do Pajeú), ouviu o estampido dos tiros, mesmo com o aviso feito por Joaquim Anselmo Maranhão. Ela então correu em direção ao local do crime, alcançando o seu marido ainda com vida, porém, sem conseguir mais dizer nenhuma palavra. Naquele instante dona Chiquinha dirigiu-se para José Ildefonso e pediu para chamar os seus filhos e familiares.


O Padre Pereira tombou ferido com três balas e trinta caroços de chumbo. As balas pegaram duas no braço e uma abaixo do peito direito, saindo duas na região renal e atingindo um caroço de chumbo o olho direito. No local do crime, foram identificadas pegadas e rastros de três pessoas diferentes, sendo uma descalça e duas de alpercatas.

A este assassinato seguiu-se no dia 18 de outubro de 1907, o assassinato de Joaquim Barbosa Nogueira (irmão de João Nogueira) na sua fazenda Barra, município de Vila Bela bem como o ataque a João Barbosa Nogueira e seu filho José Alves Nogueira em suas respectivas fazendas Serra Vermelha e Mata do Pato, onde grupos armados incendiaram cercas, casas, além de outros estragos bem mais violentos.

Ao assassinato de Joaquim Nogueira e danos causados nas propriedades Serra Vermelha e Mata do Pato, seguiu-se em 21 de outubro do mesmo ano, o assassinato de Eustáquio Gomes de Sá Carvalho em sua fazenda Catolé no município de Belmonte. Este senhor era cunhado de David Bernardino e tio de Marôta, esposa de Antônio Quelé. Pelas nove horas da manhã, Eustáquio estava numa cacimba dando água aos bodes quando foi surpreendido por um grupo composto de doze homens dentre os quais Pedro de Dona, Pedro Valões, Pedro Santa Fé, João Pereira da Silva e Francisco. Eustáquio Carvalho levou o primeiro tiro do cabra Pedro de Santa Fé, recebendo depois mais um tiro e seis punhaladas. Em seguida o cadáver daquele senhor foi envolto em uma rede e levado para a Vila de Belmonte para exame cadavérico e ser sepultado. Às nove da noite o cortejo fúnebre passou no terreiro da casa do velho Joaquim Lucas de Barros na fazenda Serrote seguindo também este senhor com os demais para Belmonte. Sob um clima tenso e inseguro o defunto foi velado na casa do velho Mané Cabeludo (Manoel Nunes de Barros), onde hoje é a casa de Edvirgens Gomes de Marins, tabeliã do 2º ofícios de Notas da Comarca de São José Belmonte.

O exame cadavérico da vítima foi procedido pelo senhor Antônio Luiz de Sena Cavalcanti, delegado de Polícia de Belmonte, com os peritos Augusto Nunes da Silva e Manoel Sobreira de Moura.

Aos 56 anos de idade, Eustáquio Gomes de Sá Carvalho foi então sepultado no cemitério de Belmonte na tarde do dia 22 de outubro de 1907.

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Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, não deixa ele te pedir desculpas, desculpa-o antes, porque faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional, você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo em um caixão.
 
Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância.

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ANTÔNIO FERREIRA, IRMÃO DE LAMPIÃO...

 Por Josimar Laurentino



Foto restaurada. cangaceiro Antônio Ferreira, popular "Esperança ".

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terça-feira, 28 de outubro de 2025

BERNARDINO SALVADOR – O RETRATISTA DOS CANGACEIROS.

Por Robério Santos

Nascido em 09 de junho de 1909, em Jeremoabo, Bahia, Bernardino Salvador entrou para a história como “o retratista dos cangaceiros”, autor das célebres fotografias em Jeremoabo-BA que registraram as entregas dos cangaceiros, no dia 19 de outubro de 1938, na Fazenda Nova, a cerca de 22 léguas de Jeremoabo.
Suas imagens eternizaram figuras marcantes do cangaço, como José Sereno, Criança, Balão, Juriti, Marinheiro, Borboleta, Novo Tempo, Cuidado, Azulão, Pernambuco, Candieiro, Laranjeira, Ponto-Fino II, Quina-Quina e Dulce (mulher de Criança) — os sobreviventes que se renderam após a morte de Lampião.
Homem simples, de alma generosa e coração aberto, Bernardino — o querido “Tio Dodô” — era conhecido pela solidariedade e acolhimento. Mesmo sem grandes recursos, chegou a abrigar vinte e uma pessoas em sua casa, ajudando todos que o procuravam.
Depois dos acontecimentos de Jeremoabo, mudou-se para Salvador, onde abriu um pequeno bar na Praça Cayru, nº 5, ao lado da entrada do Elevador Lacerda. O local se tornou um ponto de encontro de ex-cangaceiros que se tornaram amigos depois de 38, entre eles Saracura, Labareda e Juriti, com quem manteve amizade e longas conversas sobre o passado no sertão.
Bernardino Salvador faleceu em Salvador-BA em 06 de fevereiro de 1996, deixando como legado suas preciosas fotografias e a lembrança de um homem cuja lente — e coração — ajudaram a preservar uma das passagens mais emblemáticas da história do cangaço.

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O BOI, A BOTA E A BATINA HISTÓRIA COMPLETA DE SANTANA DO IPANEMA

 Clerisvaldo B. Chagas, 24 de outubro de 2025

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3.301

 

O livro de título acima, é um clássico de mais de 400 páginas. O maior documentário já produzido em Santana do Ipanema e, talvez no sertão e todo o interior. Fala da história de Santana e praticamente de todo o Médio Sertão, desde os tempos dos indígenas até o ano de 2006. Fala da todas as bandas de músicas, todos os teatros, todas as igrejas todos os padres, todos os prefeitos, todas as escolas... É dividida em Unidades, estas em capítulos com o máximo que a didática pode alcançar. E recheada de 20 boxes de memória viva e 20 boxes de a história em si.  Futebol, símbolos civis, cabarés e capítulo especial de como a cidade se formou, os blocos que surgiram e a evolução de cada bloco. Enfim. Há duas Santana do Ipanema, :antes do BOI E A BOTA e depois do BOI E A BOTA.

Acontece, amigos e amigas, que as gráficas estão cobrando fortunas pelas impressões de livros. É preciso muito malabarismo dos autores para publicarem alguma coisa. A autoridade pública que deveria patrocinar obras relevantes, ai, ai, nem é bom falar. De modo que ao invés de o autor publicar 1000 livros, publica 10. Então, quantas pessoas não ficam desinformadas? Além disso, o preço vai lá para cima. O Autor não pode vender a obra muito barata porque não paga a gráfica. Mas o leitor tem que compreender que a obra desejada custa caro, mas é uma grande fonte de alimentação para a mente e para a alma, um tesouro para presentear a esposa, o filho, o neto, a irmã, e até ao governador. O nosso livro LAMPIÃO EM ALAGOAS, edição esgotada, está sendo procurado e oferecido até 200,00 no mercado livreiro.

O BOI, A BOTA E A BATINA, HISTÓRIA COMPLETA DE SANTANA DO IPANEMA, está nas bibliotecas de todas as escolas municipais da cidade como fonte segura de consultas. Ora, só poderemos editar agora uma terceira edição se você seriamente, encomendar a obra para poder assegurar o pagamento da gráfica. Ainda restam 6 exemplares da segunda edição ao preço de 140,00, caso queira adquirir a obra contactar com Ivan Caju. (ABAIXO).

A gráfica já avisou aumento para a terceira edição, que deverá ficar para a venda ao público em torno de 150,00/160,00. Pare de pensar e entre em contato com Ivan Caju.


https://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2025/10/o-boi-bota-e-batina-historia-completa.html


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RESTOS MORTAIS DE LAMPIÃO E MARIA BONITA.

 Por José Mendes Pereira

Crânios são estudados pela USP em SP — Foto: Carlos Henrique Dias/TV Globo

O que estou apresentando aos leitores do nosso blog, que os senhores irão tomar conhecimento sobre as cabeças dos verdadeiros reis do cangaço Lampião e Maria Bonita, não foi publicado em site que não tem bom  merecimento, mas sim, site da TV Globo, o que foi feito com os seus fragmentos.

Lampião e Maria Bonita - Esta foto foi colorizada pelo saudoso baiano professor, escritor e pesquisador do cangaço Rubens Antônio.

Aqui eu apresento o site que conta toda história sobre os fragmentos dos reis do cangaço. Se ele não abrir, leve-o ao google:

https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2025/08/13/como-a-familia-de-lampiao-e-maria-bonita-guardou-em-casa-por-20-anos-os-cranios-dos-reis-do-cangaco.ghtml

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