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sábado, 28 de novembro de 2015

PORTUGUÊS CABRA DE LAMPIÃO


Francelino José Nunes era o cangaceiro apelidado de Português, acompanhante do bando de Corisco, tinha consigo força física e perversidade. 


Chegou a comandar um sub grupo, foi traído por sua companheira de nome Cristina a qual depois foi friamente assassinada pelo fato. 

Português e sua linda Quitéria

"Adendo - http://blogdomendesemendes.blogspot.com

Quando Francelino José Nunes o cangaceiro Português perdeu a Cristina, levou para sua companhia a exuberante Quitéria para viver ao seu lado, e esta era muito mais bonita do que a Cristina".

Português após a morte de Lampião se entrega as autoridades passado tempo é morto na cadeia.

Fonte: facebook
Página: ‎Pedro R. Melo‎ CANGACEIROS

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O CANGACEIRO CANDEEIRO


O CANGACEIRO CANDEEIRO EM FOTO HISTÓRICA, POIS DEPOIS QUE TINHA DEIXADO O CANGAÇO, NUNCA MAIS TINHA SE VESTIDO, ASSIM, OU USADO ARMAS...

Fonte: facebook

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sexta-feira, 27 de novembro de 2015

A DISPENSA DE CÍCERO BEZERRA

Por Norman Lopes Araújo
Coronel José Pereira e seu estado maior

A Travessia – Zona Rural de Manaíra, distante 12 quilômetros da Sede – ainda tem rastros e marcas dos cangaceiros. Conta-se que Lampião e seu bando costumavam passar por essas bandas, o caminho mais próximo até chegar à antiga Misericórdia, hoje, cidade de Itaporanga, nas cercanias do Vale do Rio Piancó.

Com o fim da Guerra de Princesa, Lampião se aboletara próximo ao Povoado de Patos de Irerê e resolveu tirar algum proveito do pouco que restara do maior conflito armado do século, a chamada Revolta de Princesa.

Cícero Bezerra da Travessia, considerado homem forte do grupo de Zé Pereira, recebeu a mando de Lampião um bilhete no mínimo desaforado: diga a Cícero que mande alimentos, armas e dinheiro. Cícero abandonou o prato de leite e cuscuz e convidou o emissário a acompanhá-lo:

– Estás vendo essa dispensa cheia de alimentos, e esse montão de dinheiro e armas? Tudo é meu e dou a quem eu quero. Agora volte e diga ao capitão que só os entrego a ele, pessoalmente. 

A notícia se espalhou nos arredores e algumas horas depois, 250 homens amigos de Cícero e remanescentes das trincheiras “perrepistas” vieram ao aguardo do Rei do Cangaço. Cícero morreu muitos anos depois sem ver a cara do malfeitor.

Norman Lopes Araujo
Princesa Isabel - Pb

OBS: (Contada por Odom Bezerra, filho de Cícero à reportagem Folha de Princesa) sob minha editoria de notícias.

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A VIDA DE JESUS (FILHO DE TOTONHA E BASTIÃO)

Por Rangel Alves da Costa*

Jesus dos Santos, eis o seu singelo nome de batismo. Era para ser maior, mas no cartório o pai do menino ouviu que tanto fazia filho de pobre ter nome completo ou não, com a junção do sobrenome do pai e da mãe, vez que a pobreza não precisa de muita pronúncia nem de muita escrita em documento. Jesus já estava bom demais para ser conhecido e chamado, e acrescentaria dos Santos apenas para que os pais tivessem a ilusão completa, foi o que afirmou o de gravatinha borboleta.

Era para ser Jesus da Cruz Santos, mas ficou apenas Jesus dos Santos por força das conveniências cartoriais e das explicações dadas pelo de cabelo passado à brilhantina. Assim o menino foi registrado. E talvez o destino, através daquelas linhas tortas que tanto se fala, acabaria colocando o Jesus numa estrada de sofrimento que sempre fazia lembrar os desertos percorridos, as incompreensões e as tentações na solidão sofridas por outro cristão de mesmo nome.

Jesus veio mundo em meio a mais absoluta pobreza. Seus pais, Sebastião e Antônia, devidamente apelidados de Bastião e Totonha, mesmo ainda jovens, pareciam dois velhos e alquebrados pelas desditas do tempo. Ela, mulher de tudo e nada fazer, pois não se negando a nenhum ofício que lhe chegasse como trabalho de ganha-pão. Mas sem nenhuma trouxa de roupa pra lavar nem um punhado de barro pra fazer panela, ou mesmo qualquer outra coisa pra debulhar ou limpar, seus dias se resumiam no desalento e desesperança. E numa tristeza danada pela sina do marido.

Aquela sina não era somente do marido Bastião, mas de todo homem que vivesse naquela região. Com mais de ano sem chuva, sem cair um pingo d’água sequer que desce esperança de molhação a terra, tudo se transformava num sofrimento sem fim. E sem chuva não havia nada que sustentasse a vida, que permitisse um tiquinho de qualquer coisa no prato de cada dia. Sem chuva não havia trabalho nem contação de moeda para o dia da feira. E, para piorar, a falta de água pra beber, o bicho de caça sumindo, a planta pendendo por cima da terra seca, aquele mundão de vida definhando sem ninguém poder fazer qualquer coisa. Somente a flor de mandacaru se exibia imponente, mas ninguém come flor de mandacaru. Dizem que ela se transforma espinho na boca de quem ousar mastigá-la.


Assim era a vida Bastião, de Alfredino, de Leocádio, de Biribeira e tantos outros que possuíam casebres de cipó, barro e ripa pelos arredores. Um monte de gente na desvalia de tudo, desde o acordar ao anoitecer olhando a cor da barra e fingindo a esperança para não chorar. Pastagens já com queimor na feição de deserto, ossada de bicho por todo lugar, tanques e barreiros com lama rachada, petrificada, uma tristeza danada tomando conta de tudo. Craibeira sem florescer, catingueira esmorecendo, xiquexique afinando. Sem pássaro para cantar, o pio agourento reinava nas noites negras.

E foi num cenário assim que nasceu Jesus. E Totonha, a mãe, ainda se recorda como se deu: no meio da noite, com o gás do candeeiro acabando, então a dor de parir assustou. Gemeu, sufocou o primeiro grito. Chega, chega homem de Deus, chega que já vai nascer. Quando o marido se embrenhou pelas veredas atrás da velha parteira era tarde demais, pois Jesus já havia nascido na cama de capim. Ai meu Jesus amado, meu menino nasceu. E assim o nome foi logo escolhido. E o destino também.

A infância de Jesus foi totalmente diferente daquela vivenciada por outros meninos da região. Ao invés de brincar, sempre preferia subir numa pedra grande de onde ficava mirando a secura do mundo ao redor. Não se sabe o que lhe vinha à mente, mas certamente muito além dos devaneios da criancice. Desde essa idade que a visão de seu mundo começou a lhe pinicar por dentro. Tudo lhe doía. Aquele sofrimento do povo, aquele suor de escravo, aquela vida de miséria sem fim, aquela mesmice de fome, sede e abandono, tudo lhe corroía por dentro. Mesmo sem escola ou professora debaixo de pé de pau, aprendeu na escrita do mundo a compreensão sobre tudo. E já rapaz feito tomou uma decisão.

E a decisão tomada foi se despedir da família e rumar mundo afora. Não tencionava se distanciar muito não, mas apenas seguir pelas estradas pregando contra as injustiças, o abandono a que todos estavam relegados, a contínua submissão aos poderes e aos governantes, sem que nada fosse feito para afastar aquela situação de contínua miséria. Não temia ser chamado de louco ou de profeta do desvario, não se importava acaso não fosse ouvido. Mas tinha dentro de si esse compromisso tido como sagrado.

Foi nessas andanças que subiu no alto da pedra mais alta para pronunciar um sermão que mais tarde ficaria conhecido como O Sermão do Mandacaru, e que a cada passagem sempre começava assim: “Bem-aventurados os que do mandacaru possuem a flor como esperança e os espinhos como força de luta...”. E prosseguia com sentenças assim: “Por que quem padece debaixo do sol, se sacrifica para sobreviver, possui um motivo maior para viver que não somente esperar que a esmola lhe chegue como submissão...”.

Até que o seu sermão chegou aos ouvidos do Coronel Benizário Aroeira. E foi o fim de Jesus. Ou o começo de uma crença maior. Passou-se a reverenciar sua memória como verdadeira santidade.

Poeta e cronista
blograngel-sertao.blogspot.com

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FALECEU EM MOSSORÓ O RADIALISTA JÚLIO JOSÉ


A cidade de Mossoró no Rio Grande do Norte amanheceu mais triste, hoje, 27 de novembro de 2015, faleceu o radialista Júlio José, vítima de um infarto. Lamentável para a radiofonia mossoroense. 


O seu corpo está sendo velado no Centro de Velório "Sempre", em frente ao Tiro de Guerra. O sepultamento será amanhã, 28, às 9h, no Cemitério Novo. Júlio José apresentava diariamente o programa "Momento Esportivo", de 12h às 13h.


A Rádio Rural de Mossoró expressa sentimento de solidariedade à família enlutada e pede as orações de todos pelo descanso eterno de Júlio José.


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DIPLOMA DE HONRA AO MÉRITO

Professor Benedito Vasconcelos Mendes

Diploma de Honra ao Mérito, recebido pelo Prof. Benedito Vasconcelos Mendes da Academia Mossoroense de Letras-AMOL, na Sessão Solene realizada no Auditório da OAB, Em comemoração aos 27 anos de sua fundação. (Mossoró, 26-11-2015).

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LIVROS DO ESCRITOR GILMAR TEIXEIRA


Dia 27 de julho de 2015, na cidade de Piranhas, no Estado de Alagoas, no "CARIRI CANGAÇO PIRANHAS 2015", aconteceu o lançamento do mais novo livro do escritor e pesquisador do cangaço Gilmar Teixeira, com o título: "PIRANHAS NO TEMPO DO CANGAÇO". 

Para adquiri-lo entre em contato com o autor através deste e-mail: 

gilmar.ts@hotmail.com


SERVIÇO – Livro: Quem Matou Delmiro Gouveia?
Autor: Gilmar Teixeira
Edição do autor
152 págs.
Contato para aquisição

gilmar.ts@hotmail.com
Valor: R$ 30,00 + R$ 5,00 (Frete simples)
Total R$ 35,00

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GRUPO DE LAMPIÃO, FILMAGENS DE BENJAMIM ABRAÃO, 1936.


1 - Marreca
2 - Vila Nova
3 - Cacheado
4 - Juriti
5 - Sabonete
6 - Ponto Fino 2
7 - Lampião

Fonte: facebook
Página: Pedro R. Melo

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quinta-feira, 26 de novembro de 2015

O LIVRO LAMPIÃO A RAPOSA DAS CAATINGAS CONTINUA FAZENDO SUCESSO!


Se você ainda não comprou este fantástico trabalho do escritor José Bezerra Lima Irmão, adquira logo. Seja mais um conhecedor das histórias sobre cangaço, para ter firmeza nas reuniões se  o assunto for "cangaço". 

São 736 páginas.
29 centímetros de tamanho. 
19,5 de largura. 
4 centímetros de altura.
Foram 11 anos de pesquisas feitas pelo autor 

É o maior livro escrito até hoje sobre "Cangaço". Fala desde a juventude  e namoro dos pais de Lampião. Quem comprou, sabe muito bem a razão do "Sucesso a nível nacional do Raposa das Caatingas". 

O autor aceita e agradece suas críticas, correções, comentários e sugestões:

(71)9240-6736 - 9938-7760 - 8603-6799 

Pedidos via internet:
Mastrângelo (Mazinho), baseado em Aracaju:

Tel.:  (79)9878-5445 - (79)8814-8345

Clique no link abaixo para você acompanhar tantas outras informações sobre o livro.
http://araposadascaatingas.blogspot.com.br

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A PRISÃO DO CANGACEIRO ANTONIO SILVINO

Esta foto de Manuel Baptista de Morais, o cangaceiro rifle de ouro Antonio Silvino, pertence ao acervo do escritor e pesquisador do cangaço Honório de Medeiros. -  http://honoriodemedeiros.blogspot.com.br/2013/11/o-misterio-acerca-da-amante-do.html

Leia algo sobre ele: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B4nio_Silvino

Antônio Silvino (ou Manoel Baptista de Morais, Ingazeira, 2 de novembro de 1875 — Campina Grande30 de julho de1944) foi um cangaceiro, filho de Francisco Batista de Morais e Balbina Pereira de Morais. Faleceu em Campina Grande, em casa de uma prima, no dia 30 de julho de 1944.

Apelidado de Batistinha ou Nezinho, inicia-se no cangaço em 1896, juntamente com o irmão Zeferino, após a morte do pai, o bandoleiro "Batistão do Pajeú".

Adota o nome de guerra de Antônio Silvino em homenagem a um tio, Silvino Aires Cavalcanti de Albuquerque, também bandoleiro. Por outros, é apelidado de o "Rifle de Ouro". Conforme a pesquisadora da Fundaj, Semira Adler Vainsencher, ele representou, um pouco antes de Lampião, o mais famoso chefe de cangaço, substituindo cangaceiros célebres tais como Jesuíno Brilhante, Adolfo Meia-Noite, Preto, Moita Brava, o tio - Silvino Aires - e o próprio pai.

Entre suas façanhas, arrancou trilhos, prendeu funcionários, e sequestrou engenheiros da Great Western, que implantava o sistema ferroviário na Paraíba.

Nesse estado, um dos seus maiores perseguidores, nos primeiros anos do Séc. XX, foi o alferes Joaquim Henriques de Araújo, que mais tarde viria a ser Comandante da Polícia Militar paraibana. Em Pernambuco, uma década depois, foi perseguido pelo alferes Teófanes Ferraz Torres, delegado do município de Taquaritinga, que finalmente o prendeu em 1914, no governo do general Dantas Barreto.

Tornando-se o prisioneiro número 1122, da cela 35, do Raio Leste da antiga Casa de Detenção do Recife, teve comportamento exemplar.

Em 1937, é libertado através de um indulto do presidente Getúlio Vargas.

http://meumundojosemendespereira.blogspot.com

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SARGENTO ZÉ SATURNINO


Naquele tempo, já com a ‘pendenga’ entre Zé Saturnino e seus ‘cabras’ contra os Ferreira em estado bastante avançado, acirrado mesmo, Saturnino deixa a fazenda Pedreira e vai refugiar-se em outras terras. 

Depois de ter passado grandes apertos na fazenda Pedreira, com os ataques de Virgolino, e perdido vários ‘cabras’, após a última investida do “Rei”, Zé toma a decisão de ir para a fazenda Jatobá, propriedade de um parente, Francisco Alves da Fonseca Barros, conhecido naquelas ribeiras por Chico Alves do Exu.


Os dias passam e nada do seu ‘problema’, Lampião, ser resolvido. No caso ser preso ou morto.

Ao contrário, as façanhas do cangaceiro tomam grandes rumos, aumentando, mais ainda, sua fama.

Saturnino precisa de um local e homens para proteção da sua vida, pois fora ‘jurado’ pelos Ferreira, e a ‘coisa tava apertando’.

Decide então sentar Praça na Briosa pernambucana, já que tinha amigos e família prestando serviços, ou seja, servindo a mesma entidade.

Chamando seus ‘cabras’, que desde muito faziam seus ‘mandados’, Zé Cipriano, Zé Guedes, Zé Gato e Zé Caboclo, entrando todos como soldados, isso ocorre no ano de 1926.


O comandante Theófanes Torres, nesse mesmo dia, promove Saturnino a Sargento. O modo, maneira, como se deu a promoção chama muito atenção, pois em questão de minutos, um soldado passa a cabo e, o de cabo a sargento...

Vejamos como se deu o acontecido:

“O major Teófanes mandou Zé Saturnino sentar-se atrás de uma mesa na sala do quartel de Vila Bela e dispôs os novos ‘soldados’ em sua frente, em duas filas. Quando tudo estava pronto, Teófanes ordenou:

- Levanta-te, soldado José Saturnino!

Zé Saturnino levantou-se e ficou em posição de sentido. Aí o major ordenou:

-Senta-te, cabo José Saturnino!

Zé Saturnino sentou-se, e os soldados lhe prestaram continência. Nova ordem do major:

- Levanta-te, sargento José Saturnino!

Zé Saturnino levantou-se, pondo-se de novo em posição de sentido. Os soldados prestaram continência. O major Teófanes deu um passo atrás e bradou:

- Descansar!...”

É... meus amigos... Em segundos, o paisana Zé Saturnino passa a ser sargento da PMPE, nas quebradas do Sertão...

Fonte “LAMPIÃO – A Raposa das Caatingas”. IRMÃO, José Bezerra Lima. 2ª edição, JM Gráfica & Editora LTDA. pg 216. Salvador – BA, 2014.
“LAMPIÃO – MEMÓRIAS DE UM SOLDADO DE VOLANTE”. LIRA, João Gomes. Pgs 335 a 337.
“LAMPIÃO E ZÉ SATURNINO”. SOBRINHO, José Alves. Pg 82 a 87.



Fonte: facebook
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O II CARIRI CANGAÇO (2010) REPETIU, COM MAIS ALGUNS CRÉDITOS, O SUCESSO E O BRILHANTISMO DO I CARIRI (2009)

Por Manoel Severo
Narciso Dias, Alcino Alves Costa, Juliana Pereira e Neli Conceição

O II Cariri Cangaço (2010) repetiu, com mais alguns créditos, o sucesso e o brilhantismo do I Cariri (2009) . Claro, não poderia deixar de ser, aconteceram alguns contratempos que não estavam dentro de seu sentimento, de seu desejo e de sua vontade, porém de importância tão mínima que nem de longe chegou a empanar a magnitude deste tão grandioso evento que teve em você o majestoso pé de juazeiro que em sua sombra amparou, protegeu e encheu de felicidade todos os que participaram deste instante de gala da cultura sertaneja, nordestina e brasileira.

Nós os vaqueiros da história estamos plenos de felicidade. Na sombra amiga deste juazeiro, ouvindo a asa branca cantar, nos reunimos, conversamos, brincamos, trocamos ideias e contamos casos e causos da vida sertaneja e do caminhar do homem das caatingas pelas terras do cariri e vários sertões de nosso imenso Brasil.

Tudo isto foi um privilégio e um presente que chegou até às nossas mãos à vontade e pela sensibilidade de Manoel Severo, você meu querido e estimado amigo, o meu abraço e o meu sincero agradecimento por tudo que você tem feito pela nossa fonte cultural. Jesus lhe abençoe! Beijos em você , o ouro do cariri." Recado do bom Caipira de Poço Redondo, Alcino Alves Costa em Setembro de 2010, saudades !!!

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MORTO LAMPIÃO - JORNAL A NOITE - 28 DE JULHO DE 1938

Por Geziel Moura‎ 



Fonte: facebook

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CORONEL ÂNGELO GOMES DE LIMA.

Coronel Ângelo Gomes de Lima

Coronel Ângelo Gomes de Lima. O Anjo da Gia. Um dos maiores protetores de Lampião no sertão Pernambucano. 

Antonio Ferreira da Silva irmão de Lampião

Antônio Ferreira da Silva, irmão do rei do cangaço, morreu de um disparo acidental da arma de Luiz Pedro na Fazenda Poço do Ferro, pertencente ao fazendeiro.

Fonte: facebook

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quarta-feira, 25 de novembro de 2015

APETRECHOS DE PEDIR SOCORRO NAS FAZENDAS DE ANTIGAMENTE

Por Benedito Vasconcelos Mendes

O isolamento em que viviam os habitantes das fazendas de criar gado de antigamente, em virtude delas possuírem grandes áreas (latifúndios) e de suas  sedes ficarem distanciadas umas das outras, obrigava seus habitantes, em momento de perigo, como em incêndio, inundação ou em outro  tipo de tragédia, tentar pedir socorro aos vizinhos por meio de rústicos e pouco eficientes apetrechos de comunicação, 


como buzina de chifre de boi (tipo de berrante de um só chifre), búzio marinho, de tamanho grande, com um furo no ápice (centro), chocalho grande de dois badalos, cachorra (peça triangular de aço ou ferro, em que um dos lados do triângulo era mais curto, não encostando na base) e da eficiente ronqueira, que nada mais era que um pequeno canhão rústico que operava na posição vertical (pedaço de  cano de aço ou ferro,  de paredes grossas, de fundo fechado com chapa de ferro soldada, com cerca de 30 centímetros de altura, no qual se colocava  pólvora socada com bucha (palha picada de carnaúba, algodão em pluma, papel, fibra de tucum ou de agave), para dar tiro de festim. 


A pólvora e a bucha eram socadas com um ferro grosso, de diâmetro menor do que o do cano. Primeiramente, colocava-se uma camada de pólvora, para ficar em contato com o exterior, através do orifício da parede do artefato, pois a ronqueira tinha um orifício na parede junto à base, onde se ateava fogo para detonar o tiro. O estampido do tiro de festim era ouvido a quilômetros de distância. Este era o instrumento de comunicação mais importante em momentos de aflição ou de pânico, para pedir socorro aos vizinhos. 


Durante a operação, a ronqueira ficava presa, na posição vertical, a uma base de madeira grossa, para não se deslocar. O chocalho de dois badalos, costumeiramente, ficava dependurado no portão de entrada da casa grande e servia para o visitante, ao chegar, chamar as pessoas da casa. Nas fazendas e vilas, a cachorra era também usada nas rústicas agroindústrias (casa de farinha, engenho de rapadura, alambique de cachaça, usina de esmagamento de frutos de oiticicas e outras), para chamar os trabalhadores para o almoço.

Informação do http://blogdomendesemendes.blogspot.com:

O Museu do Sertão na "Fazenda Rancho Verde" em Mossoró não pertence a nenhum órgão público, é de propriedade do seu criador professor Benedito Vasconcelos Mendes.

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CANGAÇO ECOS NA LITERATURA E CINEMA NORDESTINOS


Como adquirir esta obra:

Entre em contato com o professor Pereira lá de Cajazeiras, no Estado da Paraíba, através deste e-mail:

franpelima@bol.com.br

Não fique sem ele! Peça logo o seu!

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MINICURSO: GEO-HISTÓRIA E CULTURA NORDESTINA: A IMPORTÂNCIA DO ESTUDO DAS MÚSICAS DE LUIZ GONZAGA EM SALA DE AULA


Governo do Estado do Rio Grande do Norte
Secretaria de Estado da Educação e da Cultura - SEEC
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE - UERN
Pró-Reitoria de Ensino de Graduação – PROEG
Home Page: http://www.uern.br      E-mail: proeg@uern.br
FACULDADE DE FILOSFIA E CIÊNCIAS SOCIAIS - FAFIC
DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA – DGE

PROPOSTA DE MINICURSO PARA O SIMPÓSIO DE GEOGRAFIA DA UERN


Proponente: Prof. Ms. José Romero Araújo Cardoso – UERN/FAFIC/DGE

Data de realização: 17 e 18 de dezembro de 2015 – Carga horária: 08 hs.

Público-alvo: Docentes e discentes dos cursos de Licenciatura em Geografia, História e áreas afins

Número de vagas: 15

Título: Geo-história e Cultura Nordestina: a importância do estudo das músicas de Luiz Gonzaga em sala de aula

Introdução/Justificativa:

Foi através das músicas de Luiz Gonzaga (Exu (PE), 13 de dezembro de 1912 — Recife (PE), 2 de agosto de 1989) que o Nordeste Brasileiro passou a ser efetivamente reconhecido no que tange à cultura e tradições, as quais enfocam ainda aspectos pertinentes à geo-história e à ecologia, pois as bases da evolução histórica do povo nordestino, a fauna, a flora, as secas, coisas do cotidiano nordestino, enfim, uma gama variada de assuntos foi abordada na arte gonzagueana, marcando de tal forma o imaginário popular e a concretude das realizações que o sanfoneiro do riacho da Brígida equipara-se em importância a renomados cordelistas nordestinos, a exemplo de Leandro Gomes de Barros  (Pombal (PB), 19 de novembro de 1865 — Recife (PE), 4 de março de 1918).

Dessa forma, trabalhar com as músicas de Luiz Gonzaga em sala de aula constitui-se em reconhecer-se enquanto integrante da região nordeste, destacando a identidade que marca as canções compostas e/ou interpretadas pelo eterno “rei do baião”.  

Objetivos:

Analisar músicas do repertório gonzagueano que retratem a geo-história nordestina
Estudar como a arte de Luiz Gonzaga enfoca a cultura nordestina
Contribuir para a ênfase ao estudo da música em sala de aula
Relacionar geo-história, identidade, pertencimento e cultura nordestina com a arte gonzagueana

Conteúdo Programático:

– Luiz “Lua” Gonzaga: Breve relato biográfico

 - O Nordeste Brasileiro nas músicas de Luiz Gonzaga

– Análise de algumas músicas do repertório gonzagueano:

– Asa Branca (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira) - 1947: A seca que tange o homem do seu torrão natal

– A Volta da Asa Branca (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira) - 1950: A esperança de chuva para felicidade do homem sertanejo

– Parahyba (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira) - 1950: A bravura paraibana em 1930

– Assum Preto (Luiz Gonzaga – Humberto Teixeira) - 1950: Grito de protesto contra as atrocidades cometida à natureza

-  Vozes da Seca (Luiz Gonzaga – Zé Dantas) - 1963: Brado contra o descaso do poder constituído para com os nordestinos

– Paulo Afonso (Luiz Gonzaga – Zé Dantas - 1955: A concretização do sonho da energia elétrica no nordeste

– Feira de Caruaru (Onildo Almeida) - 1957: Onde tudo se vende da cultura popular nordestina

– A Triste Partida (Patativa do Assaré) - 1964: Seca e migração campo-cidade através da genialidade poética de Patativa do Assaré

– Lampião, era besta não (Solange Veras – Luiz Gonzaga) - 1983: A resistência de Mossoró presente na arte gonzagueana

Metodologia:

Explanação livre
Leitura e interpretação de texto
Exibição iconográfica
Utilização de aparelho sonoro visando interpretar melhor as músicas do repertório gonzagueano
Exibição de documentário sobre Luiz Gonzaga

Bibliografia:

CARDOSO, José Romero Araújo. Luiz “Lua” Gonzaga. In: CARDOSO, José Romero Araújo. Notas para a História do Nordeste. João Pessoa/PB: Editora Ideia, 2015. P. 110-111.

PINHEIRO, Ellen Afonso; MENDONÇA, BrunoAlvim, DA SILVA, Giovani José, GONÇALVES, Oseias de Oliveira; CHAVES, Telma Souza. O Nordeste Brasileiro nas Músicas de Luiz Gonzaga. Caderno de Geografia, Belo Horizonte, v. 14, no 23, p. 103-111, 2º semestre, 2004.

SÁ, Sinval. O Sanfoneiro do Riacho da Brígida: Vida e andanças de Luiz Gonzaga. Brasília/DF: Ed. Thesaurus, 1978.

VIANA, Adelson; FEITOSA, Ana Thais; NETO, Crispiniano; AZEVEDO, Lucinda. O Nordeste nas Canções de Luiz Gonzaga. 2 ed. Fortaleza/CE: Editora Imeph, 2013.

Internet:
Luiz Gonzaga. Disponível em <. https://pt.wikipedia.org/wiki/Luiz_Gonzaga>. Acesso em 25 de novembro de 2015.

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