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segunda-feira, 2 de agosto de 2021

TIRO EM MARIA BONITA

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=h7nUD8UUqdc&t=307s&ab_channel=AderbalNogueira-Canga%C3%A7o

Cangaço - Tiro em Maria Bonita Depoimentos gravados em 2005, na cidade de Paranatama (PE), sobre o ataque de Lampião à Serrinha do Catimbau no ano de 1935, onde Maria foi baleada. 

Link desse vídeo: https://youtu.be/h7nUD8UUqdc

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FAZENDA PACHECO - BARRA DO MENDES - BA

Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=39Y7AqOWXhc&ab_channel=AderbalNogueira-Canga%C3%A7o

Fazenda Pacheco, Barra do Mendes - Bahia. O historiador Liandro Antiques narra o que aconteceu nessas terras em 1940, quando Zé Rufino fez o cerco a Corisco e Dadá. 

Dona Isabel Ferreira, neta de Seu Pacheco e testemunha ocular dos fatos, também comenta sobre suas lembranças e sua amizade com Zefinha, a menina que acompanhava o casal de cangaceiros.

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LAMPIÃO. MORTES E DESTRUIÇÕES NA FAZENDA SERRA VERMELHA DOS NOGUEIRAS.

 Por Cangaçologia

https://www.youtube.com/watch?v=JR7lAKoa3Yg&ab_channel=Canga%C3%A7ologia

João Nogueira Neto, filho de Luiz Alves Nogueira e sobrinho de Raimundo Alves Nogueira, filhos de José Alves Nogueira, conta com riqueza de detalhes a história a respeito de um dos ataques do bando cangaceiro à Fazenda Serra Vermelha, onde seu pai Luiz Nogueira, seu tio Raimundo Nogueira e amigos da família foram encurralados e atacados pelo bando de Lampião, tendo a frente o temível e sanguinário Antônio Ferreira, que buscava a todo custo eliminar os filhos de José Nogueira e aliados. 

A fazenda Serra Vermelha que fica situada no município pernambucano de Serra Talhada, foi no passado, palco de fatos marcantes e sangrentos envolvendo Lampião e a família Nogueira. Uma história sangrenta que tem sido passada de geração em geração e que ainda hoje se mantém preservada na memória das pessoas daquela região. Uma história que ao longo dos anos tem despertado e aguçado a curiosidade de curiosos e estudiosos do tema cangaço e servido como fonte de estudos e aprendizado para dessa forma entendermos melhor o passado e seus acontecimentos. Assistam e ao final deixem seus comentários, críticas e sugestões. 

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Forte abraço... Cabroeira! 

Atenciosamente: Geraldo Antônio de Souza Júnior - Criador e administrador do canal.

https://www.youtube.com/watch?v=JR7lAKoa3Yg&ab_channel=Canga%C3%A7ologia

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CATOLÉ DO ROCHA - Casa Grande da Fazenda Dois Riachos atacada e saqueada pelo bando de Sinhô Pereira.

 Por Geraldo Júnior

https://www.youtube.com/watch?v=gQCIg4LvK30&t=199s&ab_channel=Canga%C3%A7ologia

Nesse vídeo conheceremos a casa-grande da Fazenda Dois Riachos que pertenceu ao coronel Valdevino Lobo Ferreira Maia (Catolé do Rocha/PB), que foi atacada e saqueada pelo bando de Sinhô Pereira em fevereiro de 1922. Assalto que teve a participação de Lampião e irmãos, além de outros cangaceiros de renome na história cangaceira. Um dos mais vultosos saques praticados por Sinhô Pereira em toda a sua trajetória. 

Assistam e ao final deixem seus comentários, críticas e sugestões. 

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OS MISTÉRIOS DA TRAMA E MORTE DE DELMIRO GOUVEIA

 Olho no Olho...

Por Gilmar Teixeira.

Pesquisador Gilmar Teixeira

No ano de 2008 iniciei um projeto para realizar um documentário sobre a Usina Hidroelétrica do Angiquinho, encomendado pela Fundação Delmiro Gouveia, que administra o sítio histórico. Durante a organização do acervo histórico enviado de várias partes do Brasil e do mundo, como objetos, jornais, cartas, livros, vídeos e fotografias, tive acesso a algumas informações sobre o assassinato do empresário Delmiro Gouveia, que ocorreu em 1917.

Como historiador e pesquisador do cangaço deparei-me com algumas informações até então desconhecida de todos as literaturas que havia tido acesso. Não que os historiadores do cangaço e biógrafos de Delmiro Gouveia tenham se omitido aos fatos, mas diga-se que os mesmos não tiveram em seu tempo a reunião destas informações como foi a mim oportunizado. E foi destas revelações, obscurecidas pela pouca preocupação no nosso país em preservar a história, que resolvi escrever este livro, fruto da pesquisa e do amor pela cultura e memória do sertanejo.

Pois bem. Ao ler uma matéria do jornal carioca Última Hora que fez a cobertura da saída da prisão do principal acusado e sentenciado pelo assassinato de Delmiro, o pistoleiro Róseo, que concedeu entrevista ao impresso. Na entrevista destacou que quando foi a Água Branca-AL fazer o acerto para assassinar Delmiro, já estavam lá os cangaceiros Luiz Pedro e Sebastião Pereira na casa da baronesa Dona Joana Vieira Sandes de Siqueira Torres, prontos para matar o empresário da Pedra. Porém, antes do serviço os mesmos são mandados para Sergipe para fazer um serviço para o Coronel Neco de Propriá, mas chegando lá o serviço é suspenso e ficam por lá trabalhando na usina do coronel.

Como pesquisador do cangaço imediatamente liguei os nomes dos dois cangaceiros citados por Róseo, e através de uma foto tirada na cidade da Pedra, datada de 1917 (ano da morte de Delmiro)...


eram eles Sinhô Pereira e seu primo Luiz Padre; Sinhô foi o chefe de Lampião. A foto em questão foi a única foto destes dois cangaceiros que se tem registro.

Continuando a pesquisa, descubro que os dois cangaceiros são primos do Capitão Firmino, e estiveram hospedados em sua fazenda na Pedra-AL, que havia sido vendida a Delmiro. Não por coincidências os dois cangaceiros saem em fuga para o Estado de Goiás na companhia de Zé Gomes, cunhado de Firmino, logo após o assassinato. O compadre de Delmiro Cap. Firmino é então acusado de ser o mandante do assassinato do amigo, visto a relação com Gomes e sua fuga, e foi preso. A sua prisão e soltura rápida com a influência de Lionelo Iona, sócio de Delmiro, e membros da família Torres, revelou um grande complô, que esse livro, através de documentos, reportagens e fotos da época busca retratar quase um século depois, as motivações, encenações e tramas para o assassinato de Delmiro Gouveia.


Os fatos documentados apontam que membros da família Torres e Lionelo Iona orquestram uma trama espetacular, fazendo com que vários desafetos de Delmiro Gouveia se interessassem após uma reunião, por assassiná-lo, criando diversos álibis para os interesses escusos envolvidos neste crime. Partindo do princípio de que, realmente os assassinos foram os cangaceiros Luiz Pedro e Sebastião Pereira, a sequência dos fatos a seguir permitirão ao leitor identificar em meio aos fatos, o desenrolar deste mistério secular, tornando cada um dos leitores investigadores e, certamente, novos elementos serão revelados a cada leitura. Nesta investigação histórica deve ser observado pelos leitores as seguintes condições:

1.Lionelo Iona, sócio e administrador das empresas de Delmiro, que antes de sua morte deixa testamento, onde Iona seria o tutor da herança deixada para os filhos de Delmiro até completar a maioridade, além de um seguro onde eras beneficiários. Essa fortuna seria administrada por ele. Veja que os filhos de Delmiro eram crianças na época, então imagine quanto tempo o mesmo teria até passar o controle aos herdeiros. Quando finalmente os filhos assumem os bens, depois de anos, Iona volta rico para Itália.

2.A família Torres tem seu poder político na região ameaçado pela presença forte de Delmiro que detém grande poder econômico e influência política. Os Torres participam e influem no julgamento dos acusados, o Juiz era membro da família e facilita para os interessados a condenação dos réus.

3.O Capitão Firmino, amigo e compadre de Delmiro tem sua filha difamada na cidade por conta da sedução de sua filha por Delmiro, e fica responsável pela contratação dos cangaceiros já famosos no Pajéu, Sinhô Pereira que vem a ser chefe de Lampião depois dessa morte junto com seu primo Luiz Padre (pai do deputado federal Hagaus de Tocantins). Seu futuro genro falava para todo mundo que só voltava para casar com sua filha, se ele matasse Delmiro, após a morte ele retorna e se casa. O Cap. Firmino estava na hora do crime com Delmiro e usava uma camisa escura, pois Delmiro só usava branco isso facilitou o alvo, só Firmino viu os três assassinos. Por que três? Era a quantidade que interessava, mas foram cinco, pois dois davam cobertura aos executores.



4.Herculano Soares (fazendeiro) apanhou de Delmiro no meio da rua e prometeu vingança, foi ele juntamente com seu cunhado Luiz dos Anjos que deram cobertura aos criminosos a mando do Cap. Firmino, pois eram amigos e o capitão já havia morado por muitos anos em Água Branca, terra de Herculano.

5.Zé Gomes (cunhado do Cap. Firmino), além de adversário político de Delmiro, tinha uma grande rixa com o empresário que apoiava em Jatobá (hoje Petrolândia) seu inimigo político Lero, que veio a derrotá-lo em eleição para prefeito. Após o crime foge para Goiás na mesma data que os cangaceiros e, passa a morar na mesma cidade.

A partir dos fatos aqui relatados, onde muitas coincidências se tornam suspeitas, toda a relação entre estas famílias e a acusação recaindo sobre Rósea é possível perceber que caso esta história revelada hoje, houvesse sido na época do assassinato muitos interesses políticos econômicos, que perduram até hoje, teriam os rumos alterados. Outros nomes ainda podem ser incorporados a trama, mas ao fim se revela que Rósea não foi o único executor, nem tão pouco o Cap. Firmino o único interessado nessa morte.

Gilmar Teixeira
Pesquisador, escritor e documentarista
Feira de Santana - Bahia


NOTA CARIRI CANGAÇO: Essas e outras revelações polêmicas a cerca do assassinato do grande coronel do sertão, um dos maiores empreendedores do inicio do século XX, Delmiro Gouveia, na edição 2011 do Cariri Cangaço com o pesquisador e documentarista de Feira de Santana, Gilmar Teixeira.

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GRANDES ENCONTROS.

 Por Manoel Severo

Ontem tivemos estréia do Cariri Cangaço OPINIÃO, num formato diferente, mais dinâmico e interativo, com tema instigante e polêmico: Existia Amor no Cangaço ? com a participação de Wilma Ferreira Leita, Sulamita Buriti e Valquiria Becker; vale a pena conferir, vem com a gente: https://www.youtube.com/watch?v=b1ef8WYh7HM

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O RELACIONAMENTO DE "MUTTI" COM ANTÔNIA IRMÃ DE MARIA BONITA.

 Por Geraldo Júnior

https://www.youtube.com/watch?v=5nb7K97ugGU&t=230s&ab_channel=Canga%C3%A7ologia

SEGUNDA PARTE... ... do documentário: MEMÓRIAS DE UM EX-COMANDANTE DE VOLANTES. 

Nessa segunda parte do documentário o antigo comandante de Forças Volantes baianas, José Mutti de Almeida "Mutti", que teve papel de extrema importância no combate e repressão ao banditismo e cangaceirismo, narra suas histórias e fala a respeito do relacionamento que manteve com Antônia Maria de Oliveira conhecida como "Deusinha", irmã de Maria Bonita. Nascendo um filho dessa relação. 

Um trabalho produzido para quem gosta de ouvir as histórias cangaceiras sendo contadas por aqueles que participaram diretamente dos fatos e que estiveram no calor dos acontecimentos. 

Geraldo Antônio de Souza Júnior - Criador e administrador do canal.

ADENDO - http://blogdomendesemendes.blogspot.com

Eu não sei se este rapaz que aparece no vídeo é o ex-genro de José Felipe, pai de Maria Bonita, o José Mutti de Almeida

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BARRO - SINHÔ PEREIRA. CANGAÇO E CORONELISMO NA REGIÃO DE BARRO - CEARÁ.

 Por Geraldo Júnior

https://www.youtube.com/watch?v=UgjXvb6rmyw&ab_channel=Canga%C3%A7ologia

A saga dos cangaceiros Sinhô Pereira e Luiz Padre em busca de vingança. A trajetória e o poderio do major Zé Inácio do Barro. Os grandes conflitos entre os coronéis da região e o cangaço nas imediações do município cearense de Barro, são alguns dos assuntos abordados nesse documentário. 

Assistam e ao final deixem seus comentários, críticas e sugestões. 

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CANGAÇO E EU - JOÃO DE SOUSA LIMA

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=uVe26e_saKg&ab_channel=AderbalNogueira-Canga%C3%A7o

Cangaço e eu - João de Sousa Lima. O pesquisador João de Sousa Lima fala um pouco de sua vida no mundo do cangaço. 

Contatos de João de Sousa Lima Telefone/Whatsapp: (75) 98807-4138 e-mail: joaoarquivo44@bol.com.br 

Blog: www.joaodesousalima.blogspot.com 

Link desse vídeo: https://youtu.be/uVe26e_saKg


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LUIZ GONZAGA E LAMPIÃO

 Por Edinaldosidrim#gentedecente

https://www.youtube.com/watch?v=T7D_hvX5MDI&ab_channel=EDINALDOSIDRIM%23GENTEDECENTE

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domingo, 1 de agosto de 2021

PEÇA LOGO ESTES TRÊS LIVROS PARA VOCÊ NÃO FICAR SEM ELES. LIVROS SOBRE CANGAÇO SÃO ARREBATADOS PELOS COLECIONADORES.

    Por José Mendes Pereira 

A primeira obra é "LAMPIÃO A RAPOSA DAS CAATINGAS" que já está na 5ª. edição, e aborda o fenômeno do cangaço e a vida do maior guerrilheiro das Américas. Um homem que não temeu às autoridades policiais  e muito menos aqueles que lutavam contra a sua pessoa, na intenção de desmoralizá-lo nas suas empreitadas vingativas, e eliminá-lo do solo nordestino. Realmente foi feito o extermínio do homem mais corajoso e mais admirado do Nordeste do Brasil, na madrugada de 28 de julho de 1938, na Grota do Angico, no Estado de Sergipe, mas não em combate, e sim, através de uma emboscada muito bem organizada pelo alagoano tenente João Bezerra da Silva. 


O Segundo livro da trilogia do escritor e pesquisador do cangaço é: "FATOS ASSOMBROSOS DA RECENTE HISTÓRIA DO NORDESTE" com 332 páginas, e um grande acervo de fotos relacionado ao assunto. E para aqueles que gosta de ler e ver fotos em uma leitura irá se sentir realizado com todas as fotos.


O terceiro livro da trilogia também do escritor José Bezerra Lima Irmão é: "CAPÍTULOS DA HISTÓRIA DO NORDESTE" resgata fatos sobre os quais a história oficial silencia ou lhes dá uma versão edulcorada ou distorcida: o "desenvolvimento" do Brasil, o desumano progresso de colonização feito a ferro e fogo, Guerra dos Marcates, Cabanada, Balaiada, Revolução Praieira, Ronco da Abelha, Revolta dos Quebra-Quilos, Sabinada, Revolta de Princesa, as barbáries da Serra do Rodeador e da Pedra do Reino, Guerras de Canudos, Caldeirão e Pau-de-Colher, dando ênfase especial à saga de Zumbi dos Palmares, Invasões Holandesas, Revolução Pernambucana de 1817, Confederação do Equador e Guerras da Independência, incluindo o 2 de Julho, quando o Brasil se tornou de fato independente... São assuntos que dão gostos a gente lê-los.  

Adquira-os com o professor Pereira através deste e-mail: 

franpelima@bol.com.br

ou com o autor através deste g-mail: 

josebezerralima369@gmail.com

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NOVO LIVRO NA PRAÇA SOBRE CANGAÇO

 Por José Mendes Pereira

 

Recentemente o escritor e pesquisador do cangaço Guilherme Machado lançou o seu trabalho sobre o mundo dos cangaceiros com o título "LAMPIÃO E SEUS PRINCIPAIS ALIADOS". 

O livro está recheado com mais de 50 biografias de cangaceiros que atuaram juntamente com o capitão Lampião. 

Eu já recebi o meu e não só recebi, como já o li. Além das biografias, tem fotos de cangaceiros que eu nem imaginava que existiam. São 150 páginas. Excelente narração. Conheça a boa narração que fez o autor. 

Pesquisador Geraldo Júnior

Prefaciado pelo pesquisador do cangaço Geraldo Antônio de Souza Júnior. Tem também a participação do pesquisador Robério Santos escritor e jornalista. Duas feras no que diz respeito aos estudos cangaceiros.

Jornalista Robério Santos

Não deixa de adquiri-lo. Faça o seu pedido com urgência, porque, você sabe muito bem, livros escritos sobre cangaços, são arrebatados pelos leitores e pelos colecionadores. Então cuida logo de adquirir o seu! 

Pesquisador Guilherme Machado

Adquira-o através deste e-mail: 

guilhermemachado60@hotmail.com

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VAMOS RELEMBRAR O SAUDOSO PESQUISADOR DO CANGAÇO SABINO BASSETTI - PESQUISADOR CONTA DETALHES EXCLUSIVOS SOBRE TRAJETÓRIA DE LAMPIÃO EM PALESTRA NA ASLE

Por Eloy de Oliveira

Sabino Bassetti

Com uma memória privilegiada e domínio destacado sobre a história do cangaço no Brasil, o pesquisador e escritor José Sabino Bassetti, de 76 anos, encantou, na manhã deste sábado (6), membros da Academia Saltense de Letras (ASLe) e convidados com palestra sobre o tema.

Intitulada “Lampião e o Fenômeno do Cangaço no Brasil”, a exposição trouxe detalhes exclusivos sobre a trajetória de Virgulino Ferreira da Silva, conhecido popularmente pelo apelido de Lampião, que foi o principal e mais conhecido cangaceiro brasileiro.

É o caso, por exemplo, do fato de que Lampião nunca trabalhou na vida, embora tenha sido artesão até os 20 anos. Ao contrário da maioria dos cangaceiros também, ele era alfabetizado. “Lampião pode ter sido tudo nesta vida, mas burro ele não era”, disse o pesquisador.

Dispensando o microfone por ter voz forte, Bassetti falou por quase duas horas como se conversasse com amigos na varanda de casa e essa intimidade deu aos presentes a impressão de que tivessem presenciado as cenas, afirmou João Milioni, escritor responsável pela organização.

A palestra estava programada havia seis meses e foi proposta pelo escritor por ele ser um apaixonado pela vida de Lampião e o cangaço. “Eu sabia que Bassetti tem tantos conhecimentos a respeito que achei que seria interessante dividir isto com os colegas da ASLe”.

José Sabino Bassetti é um estudioso sobre o cangaço desde os anos 60 e é autor de “Lampião – O cangaço e seus segredos” (Nova Consciência, 2015) e “Lampião, sua morte passada a limpo” (Nova Consciência, 2011), esta última com Carlos Cesar de Miranda Mengale.

Testemunha ocular

“Tive oportunidade de conhecer pessoas envolvidas com o cangaço, parentes de quem esteve lá também e outros que estiveram próximos das principais cenas desse movimento, além de ter ido aos locais de batalhas, principalmente onde Lampião morreu”, disse Bassetti.

Só na Grota do Angico, fazenda em Porto da Folha, sertão de Sergipe, palco da última batalha entre Lampião e as chamadas Volantes (grupos de policiais), que culminou com a morte do líder e da sua conhecida companheira Maria Bonita, em 1938, ele visitou nove vezes.

“Fui para lá com um dos policiais que participaram da emboscada ao bando e medi com uma trena a distância entre os locais onde membros do grupo estavam para definir detalhes que comporiam os meus livros sobre o tema e ouvi do policial tudo como aconteceu”, afirmou.

Em 27 de julho de 1938, Lampião e vários cangaceiros foram surpreendidos pela volante do tenente João Bezerra, auxiliada pelos militares aspirante Francisco Ferreira de Melo e o sargento Aniceto Rodrigues, e nove deles morreram com Lampião e Maria Bonita.

O pesquisador disse que não houve resistência à emboscada. “O que se pode chamar de resistência foi que os 23 que escaparam fugiram atirando, mas era correr, olhar trás e dar tiro só”. Curiosamente, após o episódio, nenhum dos que escaparam cometeram mais crimes.

Bassetti afirmou que vários deles ajudaram a polícia a desvendar detalhes sobre o bando em uma espécie de delação premiada. “No sertão, o ódio não tem pressa. Muitos deles se vingaram de desafetos dentro do próprio bando com as suas delações”, afirmou.

Os 11 mortos –além de Lampião e Maria Bonita, morreram Quinta-Feira, Luís Pedro, Mergulhão, Manoel Miguel (Elétrico), Caixa de Fósforo, Enedina, Cajarana, Moeda e Mangueira- tiveram as cabeças arrancadas e levadas para Alagoas como troféus.

Mitos desfeitos

“As cabeças foram conservadas em latas de querosene com sal, cal e aguardente”, disse o pesquisador. Para muita gente, Maria Bonita estaria viva quando fora decepada. “Mas isso não é verdade. É mito. Ela levou um tiro na barriga. Depois outro nas costas. Ninguém sobrevive”.

Outro mito que Bassetti desfez foi que Lampião teria escapado da emboscada e acabado morto depois, porque sua cabeça estava muito deformada. Na verdade, ela ficou assim após um dos policiais bater com a coronha do fuzil com força e com muita raiva.

Ele desfez o mito ainda de que os cangaceiros tivessem sido envenenados antes de morrer. “Não foram não. Os policiais colocaram creolina nos corpos para evitar disseminação de doenças”. A atitude levou alguns urubus a morrer intoxicados depois de comer a carne.

Uma das mais conhecidas lendas sobre Lampião, segundo Bassetti, é a que diz que seus companheiros de cangaço deram esse apelido a ele, porque atirava tão rápido (como se fosse uma metralhadora) que a ponta de seu fuzil ficava vermelha, parecendo um lampião.

Mas o pesquisador e escritor fez uma revelação que responde à questão que sempre vem à tona quando se fala de Lampião: ele foi herói ou bandido? Para Bassetti, é difícil dizer quem mais prejudicou o nordeste, se Lampião, padre Cícero ou Antônio Conselheiro.

A afirmação reflete uma vida dedicada a pesquisas sobre a trajetória e toda a repercussão dos atos de Lampião, passando pelos desses líderes, sobre a população sofrida do nordeste e sobre as esperanças e sonhos de um povo que não foi aquinhoado com muitas chances.

Legendas: Na foto 1, José Sabino Bassetti empolga-se na descrição das ações de Lampião. Na foto 2, responde a perguntas da plateia. Na foto 3, concede entrevista para a TV Taperá.

https://www.asle.net.br/pesquisador-conta-detalhes-exclusivos-sobre-trajetoria-de-lampiao-em-palestra-na-asle/

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O LEGADO DAS MENTIRAS E MISTÉRIOS ...

 Por Manoel Severo


"Lampião, você é realmente um bravo, um herói invulgar. O homem brasileiro tem a obrigação de se curvar perante a sua sabedoria e aceitar que você, lá do Além, não se canse de gargalhar desdenhosamente da quase nenhuma inteligência de todos nós, pobres pecadores que não temos forças para enfrentarmos um mito de sua grandeza. Como se fosse um bruxo – e bruxo ele era – Lampião fez com que todos os que viveram a agonia de Angico ficassem envoltos em intermináveis contradições. Cada um, seguindo ditames diferentes e misteriosos, querendo contar os fatos conforme as suas próprias vontades, e assim, deixando aqueles que precisavam registrar o grandioso épico na mais completa desilusão." Trecho de um dos mais espetaculares artigos de Alcino Alves Costa para o Cariri Cangaço.... 

Alcino Alves Costa, Patrono do Conselho Cariri Cangaço

"A complexidade da operação de Angico, que mesmo os comandantes da missão desconheciam certos pormenores, teve em Alcino Alves Costa um dos mais apurados investigadores. Seus livros são referências temáticas." Comenta Luiz Serra de Brasília, DF...

"A história do cangaço, quase toda ela, é baseada em conjecturas. Desconheço algum trabalho científico, feito no local da chacina. Portanto continuaremos com estas eternas dúvidas. Eu da minha parte, até hoje, não entendi o que se passou naquela madrugada fria de 28.07.1938;para ser sincero, as vezes tenho minhas dúvidas sobre os depoimentos dos cangaceiros sobreviventes. Primeiro: porque a maioria foram personagens coadjuvantes na história do cangaço. Segundo: Lampião falava sempre a estes homens e mulheres, só o que era conveniente para ele. Acho muito difícil, um homem com a personalidade que ele tinha, está desabafando ou comentando o que se passava no íntimo da sua alma." Revela Chagas Nascimento, pesquisador de Mossoró, RN


Jose Bezerra Lima Irmão nos fala:"Alcino Alves Costa, caros amigos do Cariri Cangaço, foi o maior crítico da versão dos fatos relacionados ao episódio da Grota do Angico. Ele dizia que a Grota do Angico devia se chamar Grota da Mentira. Ao contrário de muitos "pesquisadores" que se comportam como papagaios, repetindo o que ouvem ou leem sem fazer uma análise interpretativa, Alcino agia como um analista criterioso das várias versões dos autores e depoentes, cotejando uma com outra, em busca da verdade. Alcino, por intuição, era dotado de um senso de investrigação típico de quem cursou e se especializou na ciência da Hermenêutica. Claro que ele não fez curso de Hermenêutica. Mas na investigação e interpretação dos fatos relacionados à morte de Lampião ninguém chegou perto dele. 

Alcino comparou os relatos dos policiais com os relatos dos coiteiros e com os relatos dos canoeiros que levaram a tropa de Piranhas até o Remanso e dali até a Forquilha. Os policiais se contradizem. Os canoeiros desmentem os policiais. O coiteiro Durval Rosa contava as coisas de modo diverso. Aquela história da tempestade, dos trovões e relâmpagos - tudo invenção, para criar clima de suspense. Quem já viu trovão em julho? Trovões ocorrem é entre novembro e março, época das "trovoadas". Parabéns, querido Manoel Severo Barbosa, por reproduzir este trecho do grande e inesquecível Alcino, o Vaqueiro da História."

O Legado de Alcino...
Cariri Cangaço

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FAZENDA XIQUE-XIQUE - SERRA TALHADA - PERNAMBUCO.

 Por Geraldo Júnior

Em companhia do amigo pesquisador e historiador Luiz Ferraz Filho durante visita à Fazenda Xique-Xique que em cujas terras, no dia 14 de novembro de 1925, travou-se feroz combate envolvendo o bando de Lampião e a Força Policial Volante de Nazaré.

Nesse combate foi morto o jovem Nazareno Ildefonso de Sousa Ferraz "Ildefonso Flor". A morte de Ildefonso Flor foi o "combustível" que acirrou ainda mais o ódio e a sede de vingança dos Nazarenos contra Lampião e seu bando.

Nas fotografias acima estão: Sr. Dóca, importante conhecedor da história local e sua esposa dona Raimunda Vieira da Silva Santos, sobrinha e afilhada do primeiro cangaceiro Zabelê (Isaias Vieira da Silva). Ambos residentes na Fazenda Xique-Xique em Serra Talhada - Pernambuco.

Atenciosamente:

Geraldo Antônio De Souza Júnior

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DEPOIMENTO DE MADALENA ALVES - ÚLTIMA FILHA VIVA DO PRIMEIRO CANGACEIRO MORENO.

 Por Geraldo Júnior

https://www.youtube.com/watch?v=cXAq0Brvdws&ab_channel=Canga%C3%A7ologia

Achar uma preciosidade como essa nos dias atuais está sendo cada dia mais difícil e coletar um depoimento como o que está contido nesse documentário é algo quase impossível. Podem acreditar. Dona Madalena Maria Alves é a última filha viva dos sete filhos do casal Luíza Alves Batista e Joaquim Laurindo de Souza conhecido como Moreno (Primeiro). 

Primeiro cangaceiro a fazer uso da alcunha (Moreno). Cearense de Missão Velha, Moreno veio ainda jovem para o estado da Paraíba, onde no Sítio Saco dos Caçulas (Patos de Princesa) na época pertencente ao município paraibano de Princesa se estabeleceu e constituiu família. 

Durante o período em que Lampião esteve sob proteção do fazendeiro Marcolino Pereira Diniz (1922 - 1924), Moreno I participou de algumas incursões juntamente com o bando cangaceiro, porém tempos depois abandonou o cangaço e passou a fazer parte do "exército particular" do coronel José Pereira Lima (Princesa/PB), algo que não foi visto com bons olhos por Lampião e como se isso não bastasse ainda participou do ataque ao cangaceiro Meia-Noite I (Antônio Augusto Feitosa), antigo aliado de Lampião, quando este e sua companheira encontravam-se homiziados em uma casa de farinha no Sítio Tataíra (Princesa/PB), além de conduzir a companheira do cangaceiro até a cadeia pública de Princesa, após a mesma ter se entregado à polícia. Fato que ocorreu no segundo semestre do ano de 1924. 

Os anos se passaram e após a derrota do coronel José Pereira na chamada Guerra de Princesa (1930), Moreno I, juntamente com sua família, decidiu se mudar para o estado de Alagoas, onde na cidade de Água Branca se estabeleceu e recomeçou nova vida, porém dessa vez longe das armas. 

A vida pacata de Moreno e sua família teve fim no dia 13 de fevereiro de 1936, quando ao anoitecer teve sua casa cercada por Lampião e seus homens e em seguida após breve conversa foi assassinado pelos cangaceiros na frente de sua esposa e filhos menores. Começa a partir de então uma nova saga na vida de dona Luíza e seus sete filhos. 

Vou parar por aqui! Uma história de dor, sofrimento e superação é o que vocês conhecerão ao assistirem esse formidável e histórico documentário, que cuja narração é feita por dona Madalena Maria Alves, filha de Moreno e a última testemunha dos acontecimentos que culminaram no assassinato de seu pai. Assistam e ao final deixem seus comentários, críticas e sugestões. 

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Forte abraço... Cabroeira! 

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ESTOU COM UM DILEMA E GOSTARIA QUE VOCÊS ME AJUDASSEM A RESOLVER.

 Por Geraldo Júnior

Estive no dia de ontem (31/07/2021) visitando dona Quitéria Maria da Conceição e seus familiares na cidade paraibana de Princesa Isabel e desde então estou em dúvida se publico ou não a gravação que realizei com ela, devido aos lapsos de memória e a dificuldade de articular as palavras que ela possui, mesmo obtendo a autorização e total apoio da família, que estão vendo nesse trabalho uma forma de homenageá-la e manter sua imagem salva para que seus descendentes e demais interessados futuramente possam conhecer um pouco da sua história através de suas próprias palavras.

Dona Quitéria Maria da Conceição foi testemunha ocular de importantes episódios envolvendo os fatos da chamada Guerra de Princesa e conheceu importantes personagens envolvidos e como se não bastasse esteve em determinados momentos frente a frente com Lampião de quem seu pai (Pai Velho) dizia ser primo.

Enfim... deixo que vocês decidam se devemos ou não publicar a entrevista. A vontade da maioria prevalecerá.

Desde já agradeço àqueles que colaborarem.

Forte abraço!

Geraldo Antônio De Souza Júnior

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FOTO DO ACERVO DO ADERBAL NOGUEIRA

 Por Aderbal Nogueira

Essa foto pertence a família do amigo Ivan Gondim . Instantâneo do início dos anos 30 onde seus familiares estavam nesse caminhão embarcando para uma viagem pelo sertão... E tem gente que dúvida do caminhão que uma parte da volante de João Bezerra usou em 1938.

https://www.facebook.com/groups/545584095605711/?multi_permalinks=1989849997845773%2C1989058387924934%2C1989240054573434%2C1989137397917033%2C1989089087921864&notif_id=1627732917454100&notif_t=group_activity&ref=notif

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ENTRE 1920 E 1930, LAMPIÃO FOI ALVEJADO EM ALGUNS COMBATES, CONFORME O REGISTRO.

Por Getúlio Moura 

CANGAÇO EM FOCO

Pesquisador: Getúlio Moura.

https://www.facebook.com/groups/508711929732768/?multi_permalinks=878179846119306&notif_id=1627500884469947&notif_t=feedback_reaction_generic&ref=notif

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A ARTE E O TALENTO DE FREDERICO JAYME NO CARIRI CANGAÇO PERSONALIDADE

"Arte é a expressão de um ideal estético; ou seja, de um ideal de beleza; através de uma atividade criadora. É uma manifestação humana universal existente em todas as culturas e que produz coisas reconhecidas como belas pela sociedade. Uma obra de arte transmite uma ideia, um sentimento, uma crença ou uma emoção." Iniciamos nosso artigo com essa reflexão sobre o conceito do que venha a ser arte, porque o Cariri Cangaço Personalidade desta segunda-feira traz um dos mais destacados expoentes da Arte Culinária do Brasil: Chef Frederico Jayme.

"Comida boa é qualquer comida feita com amor e energia boa" ressalta o Chef Frederico Jayme...

Frederico Jayme Personalidade Cariri Cangaço desta segunda, nasceu na cidade de Rio Verde, no estado de Goiás, onde viveu sua infância para mudar-se com sua família para o estado do Tocantins, dali mudando mais uma vez, desta feita para a cidade que escolheu como sua: Fortaleza; chegando a capital cearense aos 14 anos de idade.

De tradicional familia gastronômica pois os pais sempre foram ligados a arte de encantar olhares e estômagos, Frederico Jayme desde pequeno foi muito conectado ao universo gastronômico por uma questão cultural e comercial, justamente por este ser o negócio dos seus pais. Dessa forma ainda bem jovem aos 19 anos assumiu o desafio de aprimorar a arte que herdou de seus antepassados: partiu para uma formação como chef em Londres, onde chegou a trabalhar com limpeza para bancar os estudos quando ainda nem mesmo dominava o idioma inglês.

Chef Frederico Jayme

Depois de três anos de escola técnica na Hammersmith College; passaporte para o bacharelado na universidade de West London e após experiências preciosas em vários restaurantes renomados com estrelas do guia Michelin além de estágios em restaurantes de fama mundial, como; o Noma, na Dinamarca, e o The Fat Duck, no interior da Inglaterra e experiências em viagens por mais de 40 países, "sempre deixando a gastronomia guiar", com o tempo passado no Reino Unido permitiu adquirir a dupla cidadania (Brasileira e Britânica) Retornando à terra da luz, Fortaleza, dedica seu talento para encantar a todos os paladares, com uma experiência ousada e inovadora: 

Um restaurante Online, com uma proposta de um Menu Degustação; semanal; onde traz variados sabores combinados entre si, servidos com ordem, fazendo com que a junção de sabores possam impactar no resultado final, os pratos são enumerados e devem ser consumidos conforme a indicação.

“Eu quis criar um serviço de um restaurante em casa, onde os clientes poderiam se sentir mais próximo a um restaurante físico, mas no conforto de sua casa. Eu percebi que as pessoa precisavam de algo a mais do que uma entrega de comida, elas precisam ter um cuidado maior com um serviço especial”, afirma o Chef Frederico Jayme. O Chef além de viajar por mais de 40 países atrás de experiências gastronômicas, sabores e conversar com pessoas reais, que sempre foi sua paixão, ele também fez vários cursos de culinária local ao redor do mundo, em países que incluem: Peru, Índia, Singapura, Tailândia, Japão, Vietnã, Líbano, Síria, México, entre outros; experiências essas, hoje presentes em seu empreendimento gastronômico na capital do Ceará.

Para nos contar sua história, suas experiências e tudo o que os apaixonados pela arte culinária podem esperar, Manoel Severo; curador do Cariri Cangaço; recebe nesta segunda, dia 02 de agosto de 2021, o Chef Frederico Jayme, para um bate papo AO VIVO, na plataforma Instagram, a partir das 20 horas. 

Segue lá: @cariricangaço

https://cariricangaco.blogspot.com/2021/08/a-arte-e-o-talento-de-frederico-jayme.html

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