Por No Rastro do Cangaço
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sexta-feira, 5 de agosto de 2022
LAMPIÃO JUNTAMENTE COM UMA FORÇA VOLANTE MATAM O INOCENTE ZÉ DOIDO
DADÁ E SEU ÚLTIMO ESPOSO BARTOLOMEU.
Por Indaiá Santos
CANGAÇO - O ENVENENAMENTO DE PÓ CORANTE E A PRISÃO DA CANGACEIRA ANA.
A TRILHA QUE AS VOLANTES FIZERAM ATÉ A GROTA
Por Aderbal Nogueira
A ENTREVISTA DE SILA PARA JÔ SOARES
Por Fatos na História - Cangaço e Nordeste
MORRE JÔ SOARES AOS 84 ANOS EM SÃO PAULO
Por Bruna Nastas, Laysa Zanetti e Robson Santos
Do UOL, em São Paulo
Morre Jô Soares aos 84 anos em São Paulo Bruna Nastas, Laysa Zanetti e Robson Santos Do UOL, em São Paulo 05/08/2022 05h56Atualizada em 05/08/2022 10h11 Morreu na madrugada de hoje aos 84 anos Jô Soares. Ele estava internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, desde o dia 28 de julho. A informação foi confirmada por sua ex-mulher Flávia Pedras nas redes sociais. A causa da morte de José Eugênio Soares ainda não foi divulgada. O velório não será aberto ao público.... -
Veja mais em https://www.uol.com.br/splash/noticias/2022/08/05/morre-jo-soares-aos-84-anos-em-sao-paulo.htm?utm_campaign=resumo-do-dia&utm_content=hyperlink-texto&utm_medium=email&utm_source=newsletter&cmpid=copiaecola
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quinta-feira, 4 de agosto de 2022
CRÔNICAS POÉTICA DO CANGAÇO - A TRISTE HISTÓRIA DAS ONZE CABEÇAS
Na
noite do dia 27 de julho, do ano de 1938... estavam ali na grota de Angico
todos eles reunidos...
O
motivo para aquela assembléia jamais saberemos ou faremos ideia.
Tudo
dito a respeito é apenas suposição.
Uns
dizem que o capitão agora queria outro destino... abandonaria o cangaço,
fugiria para Minas.
Outros
afirmam que, Lampião esperava ajuda do seu então amigo...
Eronildes
Ferreira de Caravalho, na época governador de Sergipe, para se entregar, pois
estava doente, com uma possível tuberculose, e precisava se tratar.
Outros
supõem que ele queria combinar com seus cabras e o bando de Corisco para assim
dar cabo em Zé Rufino.
Esse
vinha querendo passar de" pato" para "ganso" segundo
Virgulino.
Era
tudo tão estranho.
Seria
esse o motivo para tantos cabras ali reunidos?
Será
para sempre mistério o verdadeiro motivo.
Lá
fora das caatingas a morte conspirava contra todos aqueles que ali estavam.
Subindo
rio acima...
vinha
a triste sina.
A
morte se aproximava remando nas serenas águas do São Francisco.
Enquanto
no coito... tudo parecia muito tranquilo.
Naquela
noite todos se divertiram. Contaram causos e beberam.
Dançaram
ao som do rialecho.
As
mulheres tiveram longos diálogos.
Ao
subirem nas pedras....
um
pequeno facho luz que acendia e apagava notaram, mas nada suspeitaram...
pensaram ser vaga-lumes que na escuridão da noite voavam.
Dias
antes...Capitão recebera no esconderijo, Pedro de Cândido o seu coiteiro e
vigia.
Trouxera
comida, farinha, mel de engenho, rapadura, queijos e alcatrão.
Conversou
por horas com o capitão.
E
seria o mesmo que mais tarde aos algozes indicaria o seu esconderijo.
Não
se sabe o porquê da delação...
se
foi por covardia, medo ou traição.
Ao
findar da madrugada, já no dia 28 de julho.
Capitão
havia acabado de comandar a reza.
Estava
em pé com seu enorme punhal de prata atravessado na cartucheira.
O
famoso mosquetão encostado numa pedra...
Pendurado
num arbusto... seu chapéu enfeitado com três estrelas.
Porém,
entre o nevoeiro do amanhecer e o silêncio do romper da aurora, um estampido
ecoou na grota... era chegada a fatal hora.
Todos
atordoados corriam.
Gritavam
pela intercessão de todos os santos, até santos que não existiam.
Lampião
leva um tiro próximo a virilha... tenta se manter de pé, ainda faz menção de
reação; mas se curva ao segundo tiro letal na cabeça... tombou no chão, talvez
o primeiro a ser atingido.
Maria
do capitão ferida correu em sua direção.
Gritando
por misericórdia de Deus e de Nossa Senhora!
Fora
ferida na perna... e saiu pelo chão se rastejando... dizem que Santo então, o
mesmo que no passado, de Lampião já tinha sido aliado... havia porém se
tornando inimigo, o mais frio e desalmado.
Puxada
pelos cabelos, a cabeça daquela mulher, logo seria decaptada ainda viva, por
mais que implorasse por sua vida.
Morria
Maria do Capitão, naquele momento; nascia o mito Maria Bonita.
E
assim veio a sequência... a decaptação sangrenta das outras cabeças.
A
grota de Angico agora se tornara banhada de sangue.
Dali
em diante começaria um macabro espetáculo jamais visto antes.
O
Rio São Francisco fora testemunha de atos horripilantes.
Onze
cabeças humanas... duas mulheres e nove homens.
E
assim seguiu o cortejo.
Por
cidades e vilarejos.
Até
chegar em Piranhas e como em uma gôndola de supermercados todas foram expostas
lado a lado.
Nas
escadarias da prefeitura foram colocadas.
Onze
" troféus".. no relento.... ao léu.
A
multidão na praça já aguardava.
Todos
curiosos para assistirem a cena macabra...
Os
corpos lá na grota ficaram expostos.
Dos
abutres sendo o alimento.
Das
almas ali desencarnadas talvez o terrível tormento.
Assim
terminara a triste sina de toda aquela gente... homens que lutaram em seu lugar
tenente... uns por revolta e sede de justiça, outros fugindo da seca e da
famigerada fome.
De
forma trágica, morreram mulheres e homens.
Só
em 1969 as cabeças seriam entregues aos seus familiares... quem sabe só assim
os espíritos desencarnados descansaram em paz?
Foi
na traição que apagaram o Lampião.
Porém
ele deixou escrito com sangue no chão de terra seca e batida das caatingas a
sua biografia, essa ninguém jamais apagaria.
Hoje
é o segundo homem mais biografado da América Latina.
Foi
na grota do Angico... lá ficou gravado os sons dos estampidos... e de Lampião o
último suspiro.
E
assim estava escrito.... em 28 de Julho do ano 38; morria o homem, nascia o
mito.
Edna
Araújo.
28/07/2022
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CASA DO PADRE CÍCERO E BENJAMIN ABRAHÃO EM JUAZEIRO DO NORTE/CE
Por Cangaço em Foco
Registro da residência onde morou o Padre Cícero, Benjamin Abrahão e Floro Bartolomeu em Juazeiro do Norte. Documentário ALMANAQUE Globonews. Por Francisco José. CANGAÇO EM FOCO Pesquisador: Getúlio Moura
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ADÍLIA E CANÁRIO
Por Helton Araújo
Adília e
Canário, uma história de amor que virou um drama cheio de sofrimentos para essa
jovem cangaceira.
Foto :
Benjamin Abrahão / Aba Film
Colorização:
Sérgio Roberto
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SAINDO DO FORNO!
Novidades literárias que estarão na ´latada´ do "Cariri Cangaço Piranhas - 2022"
"Lampião e Benjamim Abraão - Uma das mais importantes reportagens fotográficas dos últimos tempos" ; de Angelo Osmiro Barreto.
O historiador, pesquisador e escritor Angelo Osmiro Barreto, nos brinda a todos com mais um importante trabalho literário saído da sua talentosa lavra.
Publicação com o prestigioso selo da Editora Sebo Vermelho, de Natal, RN. Adquira entrando em contato com o autor: (85) 99987-1646
Ângelo Osmiro, entre inúmeras outras atribuições, é presidente do insigne Grupo de Estudos do Cangaço do Ceará - GECC.
"Manoel Neto no rastro de Lampião"; de Leonardo Ferraz Gominho.
Interessado? Pode enviar mensagem via zap (82) 99949 - 9831. R$ 60,00 (incluso correio), pagamento por PIX ou depósito em conta corrente Banco do Brasil ou Caixa Econômica.
“Lampião e a aliança de Gonzaga”; Novo livro de Valdir Nogueira
No alvorecer do dia 20 de outubro de 1922 a pacata cidade de São José do Belmonte teve a sua paz abalada ante a invasão e um massacre impiedoso, impetrado por um bando de cangaceiros que tinha como objetivo específico dar um fim a vida do industrial e bem sucedido coronel Luiz Gonzaga Gomes Ferraz. Envolvendo as duas tradicionais famílias do lugar, Pereira e Carvalho, esse triste episódio por muito tempo permaneceu velado na cidade, deixou cicatrizes profundas. Até hoje, há quem se emocione ou evite falar sobre o fato que espalhou sangue e dor pelo município.
Assim como outros pesquisadores, desvendando mistérios, Valdir Nogueira, tenta elucidar, através dessa sua nova obra literária, a grande trama que foi o cruel assassinato, daquele que tentou desenvolver São José do Belmonte: Luiz Gonzaga Gomes Ferraz, empresário ousado e empreendedor, um homem que ascendeu socialmente por esforço próprio, e que, infelizmente, teve a sua vida ceifada pelas balas assassinas do famigerado banditismo.
Sobre o novo livro de Valdir comentou o historiador e escritor Sérgio Augusto de Souza Dantas, prefaciador da referida obra:
“O presente trabalho chega em excelente hora. Pretende o autor – e o consegue com êxito – analisar devidamente um dos icônicos eventos protagonizados por Lampião, quando ainda incipiente chefe de grupo de cangaceiros e recém egresso da confraria capitaneada pelo célebre Sebastião Pereira, o “Sinhô”. Sem dúvida, cuida o presente trabalho do mais ousado episódio do início da carreira do hoje famoso cangaceiro pernambucano. Evento importante, mas que tem sido repetidamente desconsiderado pelos estudiosos do controvertido personagem. O assalto a Belmonte e o consequente assassinato de importante figura política do lugar – não nos custa destacar – são marcos em sua turbulenta vida de crimes. Será através destas duas ações que o apelido “Lampião” se consolidará em definitivo pelos sertões”.
A apresentação é do artista plástico Manuel Dantas Vilar Suassuna, e Orelha do historiador e escritor Igor Cardoso, ora editado sob a chancela do Centro De Estudos De História Municipal - CEHM, que promete trazer luz a um dos mais polêmicos episódios do cangaço, que no dia 20 de outubro do corrente ano completará 100 anos.
Para adquirir entre em contato com o autor pelo (87) 99652-9650
"Lampião: a construção de um mito" ; de Maria Otilia Souza.
Nesta obra, da professora e escritora capelense Maria Otília Cabral Souza, que tem apresentação do ilustre Dr. Manoel Severo, curador do Cariri Cangaço; a autora aborda a criação da imagem de Lampião como elemento simbólico do Nordeste, e por esse viés semiótico mostra os elementos que influenciaram esse processo, a exemplo da fotografia e seu caráter simbólico na construção e perpetuação do mito Lampião, a literatura de cordel como gênero épico na construção do herói popular, a visão midiática que o cinema propõe e sua postura crítica, a visão romanceada do herói bandido no romance e na música e por último, o papel da cultura de massa na descaracterização de Lampião.
Segundo a autora, "O desejo de transformar pessoas complexas e lendárias como Lampião em imagem símbolo torna-se cada dia mais forte, e na fronteira entre o passado e o presente quando impera o desconhecimento predomina a necessidade de reinventa-lo. Não importa ser, importa parecer. É nesse momento que o passado histórico doloroso se perde ancorado em novas interpretações. Destroem-se os valores históricos e se refaz uma nova imagem de Lampião. Ele se transforma em um produto de consumo exótico, extravagante e deixa para trás sua história, sua verdade.
Nesta obra a autora dá relevante destaque a dois importantes episódios de Lampião em Capela. História que há mais de 90 anos encontrava -se esquecida.
Após árdua tarefa de compilar informações, dirimir dúvidas, filtrar narrativas passadas, na incessante busca da verdade comparada, procurou narrar com extrema fidelidade fatos já conhecidos e vários outros inéditos com riqueza de detalhes e registros fotográficos desses dois episódios: Uma entrada inesperada em 1929 e uma tentativa frustrada em 1930 graças a coragem dos capelenses que lutaram com heroísmo em defesa da cidade.
A obra está à venda ao preço de R$ 50,00 + R$ 13,00 = 63,00 para qualquer parte do Brasil. Pix (79) 9 9909-6309.
"Quem Matou Delmiro Gouveia?", de Gilmar Teixeira.
A obra que está em sua segunda edição, traz um dos mais polêmicos episódios do começo do século passado, quando o um dos mais ousados empreendedores da história do nordeste, o cearense de Ipu, Delmiro Gouveia é alvejado a bala na varanda de seu chalé, no final da tarde, na localidade de Pedra, atual Delmiro Gouveia.
O livro é uma verdadeira odisseia na busca da elucidação dos fatos, confrontando depoimentos e notícias da época, rastreando fatos que passaram despercebidos quando ainda no calor dos acontecimentos. Vale a boa leitura e o conhecimento dos registros. Agora é esperar o lançamento do livro de Gilmar Teixeira e colocar mais lenha na fogueira das "mentiras e mistérios" das histórias do nordeste.
Para adquirir entre em contato com o autor pelo (75) 99199-1601
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LIVRO - LAMPIÃO NO DIÁRIO OFICIAL
Por Gildeci de Oliveira Leite [*]
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| Gravuras da capa e contracapa é de Leonardo Alencar. |
Virgulino Ferreira da Silva continua a dividir opiniões. Para alguns, Lampião continua sendo nosso Capitão, representante do povo nordestino, contestador de agruras impostas aos sertanejos desta parte de cá. Outros, investem na afirmação de que seria Lampião o assassino sanguinário a promover desordem por onde passou. Diversas narrativas tratam de enaltecer e/ou demonizar a imagem do esposo de Maria Bonita e de seu bando. Por onde o bando de Lampião passava, fazia a terra e homens tremerem, alguns sorriam!
Entendo ser necessária uma abordagem menos tendenciosa, mais despossuída de amores e desamores. Afirmar que Lampião e seu bando eram uns santos aureolados é tão duvidoso, questionável, risível quanto afirmar que, por exemplo, os coronéis e seus bandos possuíam as áureas dos anjos em todas as suas ações. O que quero chamar atenção é para o tendencioso construir de algumas histórias. Ao mesmo tempo em que se criminaliza Lampião, por suas ações bélicas, diz-se que coronéis são heróis por iniciativas do mesmo gênero, recheados ou não de maior potencial sanguinolento, conforme o contar dos próprios julgadores ou chefes de torcidas.
Fico a imaginar, que talvez queiram afirmar serem as lâminas e as armas de fogo de Lampião emprestadas pelo diabo, já as de alguns coronéis seriam abençoadas, representantes de cruzadas sertanejas, ungidas por Cristo. Prefiro olhar o Capitão Virgulino como alguém, que resolveu seguir o caminho das armas, quase como um Robin Hood, ora a enfrentar o estado, ora a cumprir missões desse próprio poder estatal contra desafetos políticos. É razoável o questionamento sobre os porquês da criminalização de Virgulino, esquecendo de adotar ao menos critérios parecidos para interpretar ações coronelísticas? Com isso, não afirmo que este ou aquele coronel é ou foi um criminoso, só peço mais reflexões! Entretanto, resguardo-me e não me arrisco a emitir mais opiniões por ainda não ter adentrado o suficiente na vasta bibliografia sobre estes líderes do sertão.
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| O jornalista e escritor GILFRANCISCO |
Agora, surge mais uma oportunidade para leituras a respeito de Virgulino Ferreira. O livro “Lampião no Diário Oficial” foi construído graças à teimosia do baiano-sergipano GILFRANCISCO. Desobediente, o pesquisador adentrava o arquivo da imprensa oficial de Sergipe, ao invés de ficar quieto, esperando as horas passarem, conforme orientações de seu chefe. O livro seria publicado desde 2010, quando recebeu do artista plástico Leonardo Alencar a gravura para a capa e contracapa.
Vindas do Diário Oficial de Sergipe ou de qualquer outro estado, as notícias sobre o cangaceiro são oficiais, nem sempre mentirosas e/ou verdadeiras.
Vamos às leituras miradas aos diversos lugares de fala. Viva o sertão!
Para adquirir:gilfrancisco.santos@gmail.com ou (79) 99115-1758 / 998812-7542
[*] É escritor, sócio do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia e professor da UNEB.
Pesquei em Evidencie-se
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LIVRO
Por José Mendes Pereira
Você leitor, e eu, vamos participar do casamento de José Ferreira da Silva (Santos) com a dona Maria Sulena da Purificação (Maria Lopes) pais dos irmãos Virgolino Ferreira da Silva, Antonio Ferreira da Silva, Levino Ferreira da Silva e Ezequiel Ferreira Silva.
Vamos chegar devagarinho! Pés às alturas, como se nós estivéssemos flutuando em um picadeiro de circo, silêncio total, sem pigarrearmos em momento algum, para vermos o que irá acontecer durante esta união familiar. Não se preocupe, os irmãos Ferreiras não estão aqui entre nós, eles ainda irão nascer, primeiro Antonio Ferreira, depois Levino Ferreira, depois Virgolino Ferreira e por último (dos homens) Ezequiel Ferreira da Silva.
O casamento destes famosos e futuros pais de 4 cangaceiros você irá adquirir toda história no livro: "Lampião a Raposa das Caatingas", do escritor e pesquisador do cangaço José Bezerra Lima Irmão - a partir da página 70.
Esta maravilhosa obra você irá encontrá-la através deste e-mail: franpelima@bol.com.br, com Francisco Pereira Lima, o professor Pereira, lá de Cajazeiras no Estado da Paraíba.
A maior obra já escrita até hoje sobre cangaço, e sobre a família Ferreira, do afamado Lampião.
http://blogdomendesemendes.blogspot.com.br/.../lampiao...
Fotos:
1 - Livro: "Lampião a Raposa das Caatingas";
2 - José Ferreira da Silva e Maria Sulena da Purificação os pais de Lampião;
3 - O autor do livro José Bezerra Lima Irmão.
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LIVRO
Por José Mendes Pereira
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