Por Cangaço Eterno
Conheça um pouco da história do cangaceiro Marreca, cabra não tão conhecido mas que teve uma passagem marcante pelo mundo hostil do cangaço.
Por Cangaço Eterno
Conheça um pouco da história do cangaceiro Marreca, cabra não tão conhecido mas que teve uma passagem marcante pelo mundo hostil do cangaço.
Por Investigação Criminal.
Por André Luiz Dias Gonçalves
O dia 17 de dezembro de 1961 ficou marcado pela tragédia do Gran Circo Norte Americano, um dos piores incêndios da história do Brasil. O desastre em Niterói (RJ) terminou com 503 pessoas mortas, a maioria crianças, e mais de 800 feridos.
Apresentado como o "maior circo da América Latina", à época, o Gran Circo estreou no município dois dias antes do evento fatal, atraindo a população com diversas atrações, incluindo mais de 100 animais. O empreendimento liderado por Danilo Stevanovich recebeu, naquela tarde, 3 mil pessoas.
Embora o espaço estivesse lotado, a sessão ocorria sem problemas, até que uma das trapezistas notou as primeiras chamas, enquanto preparava a sua apresentação. O fogo teria começado perto da entrada principal e não demorou a chegar até a lona, revestida de parafina, o que facilitou a sua queima.
(Fonte: Wikimedia Commons)
Com os pedaços de lona pegando fogo e caindo sobre a multidão, que tentava escapar dali de qualquer jeito, o cenário infernal estava formado. De acordo com os jornais da época, o Gran Circo foi completamente destruído em 20 minutos.
Em meio à dificuldade para a retirada de milhares de pessoas do incêndio no circo, a elefanta Semba, que iria se apresentar no picadeiro, se assustou com o fogo e o barulho. Com medo, ela partiu em debandada, fazendo um enorme buraco na lona, por meio do qual muitos escaparam.
Apesar de salvar vários espectadores, com a saída de emergência improvisada, a atitude do paquiderme de 4 toneladas também foi fatal para outros tantos. É que durante a fuga, o animal gigante passou por cima de quem estava à sua frente.
(Fonte: GettyImages)
Os feridos, muitos deles com grande parte do corpo queimada, foram levados para os hospitais da região, mas uma greve dos médicos quase pôs tudo a perder. Com a enorme quantidade de pacientes, vários precisaram ir para o Rio de Janeiro, que recebeu profissionais de todo o Brasil e até do exterior para auxiliar nos tratamentos.
Diante do alto número de mortos, as agências funerárias apresentaram dificuldade para atender à demanda, sendo preciso contratar carpinteiros que usaram o estádio Caio Martins como oficina provisória para a fabricação de caixões. A abertura de túmulos extras também foi necessária, trabalho que contou com a participação de presidiários.
A versão mais aceita sobre a causa do incêndio do Gran Circo em Niterói é a de que ele teria sido iniciado por um trabalhador que ajudou na montagem da estrutura. Conhecido como “Dequinha”, o homem foi demitido e barrado ao tentar entrar sem pagar no espetáculo.
Para se vingar, ele decidiu colocar fogo no circo, com a ajuda de dois amigos. Os três foram presos alguns dias depois e condenados à prisão, mas Dequinha escapou do presídio, em 1973, sendo encontrado morto com 13 tiros, posteriormente.
ADENDO:
Eu cheguei a assistir os seus espetáculos nos anos 70, quando uma minúscula parte deste veio à Mossoró, e se instalou ao lado da Cadeia Pública, atualmente, Museu. - "José Mendes Pereira".
https://www.megacurioso.com.br/artes-cultura/124875-incendio-no-gran-circo-uma-das-maiores-tragedias-do-brasil.htm
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ESTE LIVRO CONTINUA FAZENDO SUCESSO EM TODO BRASIL.
Autor Sérgio Augusto de S. Dantas
Por Ivanildo Alves da Silveira
O fenômeno do cangaço vivenciado por Lampião e seus grupos de cangaceiros, deixou marcas profundas, em todos os recantos nordestinos percorridos, bem como, o sertanejo, vítima de crimes bárbaros. Some-se a isso, também as violências praticadas por alguns policiais das forças volantes.
Foi frequente, o saque de casas comerciais, fazendas incendiadas, corte de orelhas, sequestro, extorsão, castração, violação de mulheres, surra á palmatória e chicote, mulheres ferradas como animais, no púbis, nas coxas, nos rostos, além de corpos "pipinados" a punhal etc.Por O Cangaço na Literatura
Caparam Pedro Batatinha | O Cangaço na Literatura #189
• Caparam Pedro Batatinha | O Cangaço na Lit...
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Por O Cangaço na literatura
Este é Pedro Batatinha, foi
capado em Dores-SE. Em breve iremos ao local em que ele foi Mutilado. Quer mais
histórias? Clique neste link https://youtu.be/fBRq0BTb8ZY
https://www.facebook.com/OCangacoNaLiteratura/photos/este-%C3%A9-pedro-batatinha-foi-capado-em-dores-se-em-breve-iremos-ao-local-em-que-el/1026855414132275/?locale=pt_BR
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Por Comunicação
Foi em 13 de junho de 1927. A
data que o mossoroense não esquece. Isso porque foi nesse dia que Mossoró
resistiu a invasão do cangaceiro mais temido do Brasil. Era a primeira vez que
Lampião saía escorraçado de uma luta.
De acordo com a história, foi no
dia 12 de junho que o prefeito Rodolfo Fernandes recebeu a primeira comunicação
informando sobre a chegada do bando de Virgolino Ferreira da Silva. Mesmo sendo alertado
sobre o risco, o coronel Rodolfo Fernandes de Oliveira Martins encaminhou bilhete endereçado ao próprio
Lampião afirmando que os mossoroenses iam resistir. E resistiram.
Foi às 17h30 do dia 13 de junho
que a cidade parou pra ouvir a chuva de balas que teria durado quase duas
horas. Os cangaceiros encontraram uma trincheira montada em frente à Igreja de
São Vicente, localizada no Centro de Mossoró. Eram pouco mais de 80
cangaceiros contra cerca de 200 mossoroenses.
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Igreja-S%C3%A3o-Vicente-Mossor%C3%B3.jpg
Um dos mais cruéis do bando,
Jararaca, saiu ferido. Informações da época relatam que ele foi enterrado vivo
no cemitério local. Lampião e seu bando fugiram.
https://www.youtube.com/watch?v=GLevSYuWk2w
A primeira cidade a resistir ao
rei do cangaço possui uma representação emblemática. O fim do ataque é o começo
de uma história que iria se espalhar por todo o Nordeste e marcar o início da
queda do rei do cangaço.
https://prefeiturademossoro.com.br/noticias/90-anos-da-resistencia-ao-bando-de-lampiao/3628
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Autor José Di Rosa Maria