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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Participar de algum Evento da SBEC era um sonho antigo

Por: Reclus de Pla
Reclus de Plá e Santana

Caro Manoel Severo, envio-lhe esta mensagem com o objetivo de expressar, de maneira formal, o meu agradecimento pela excepcional oportunidade proporcionada a mim e à minha espôsa Agrael Ana Giordano de Plá e Santana de participarmos da III Edição do Evento CARIRI CANGAÇO (20 a 25/09/11 - Crato/CE), que é o maior e mais importante dentre os que são realizados com o apoio da Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço (SBEC).
 
Participar de algum Evento da SBEC era um sonho antigo que eu não imaginava que algum dia pudesse se realizar. Durante o Evento tive a felicidade de até conversar com escritores que muito admiro mas só os conhecia através das suas magníficas obras, sem nunca haver me ocorrido sequer a idéia da possibilidade de um dia dizer-lhes pessoalmente o quanto os admiro. Tive também a felicidade de travar conhecimento com outras pessôas maravilhosas que embora não sendo escritores fazem parte do universo dos que de alguma forma se dedicam ao tema alusivo ao Fenômeno Social Cangaço.
 
Deixo de emitir elogio ao evento em si, em razão de julgar que isso já foi feito exaustivamente por esfera superior e competente. Não posso no entanto deixar de registrar que a espectativa que eu tinha em relação ao evento se confirmou, especialmente no que se refere ao maravilhoso ambiente criado pelo clima de cordialidade e respeito mútuo entre os seus ilustres participantes. Jamais esquecerei o seu ato de generosidade que me proporcionou essa felicidade. Ao lhe manifestar êsse sentimento de eterna gratidão, o faço também em nome da minha espôsa.

Peço que aceite o meu cordial abraço.


Reclus de Plá e Santana
Duque de Caxias, RJ
 
 

A musicalidade de Múcio no Cariri Cangaço 2011


Múcio Procópio, Conferencista do último dia de Cariri Cangaço

A última Conferência do terceiro Cariri Cangaço, acabou fechando com chave de ouro a mais festejada de todas as edições de nosso seminário. Tendo como auxiliares na Mesa de Apresentação; o talento e a sensibilidade de Kiko Monteiro e Carlos Elydio, o sensacional Múcio Procópio nos presenteou com uma verdadeira viagem através do tempo e do espaço, nos trazendo a história da música brasileira e sobretudo nordestina, da gema, nossa, só nossa!


Por mais de duas horas a platéia atenta e privilegiada que teve o prazer de estar no auditorio nobre do Hotel Pasargada em Crato, na manhã do domingo, dia 25 de setembro, último dia de Cariri Cangaço 2011; pode acompanhar a trajetória dos ritmos, do sentimento e da alma daqueles que fizeram de sonhos...música e de música...sonhos.

Chamego, coco, frevo, marcha e forró... Samba-canção, xaxato, xote e baião... Toada, arrasta-pé, batuque e rojão... Era o talento de um Múcio renovado, remoçado pelo entusiasmo de uma paixão, uma de suas paixões: A Música genoinamente do Brasil, não do Brasil comercial, mas do Brasil dos rincões, das grotas e dos quintais, dos de bom coração, música boa de se ouvir, música boa de cantar e acima de tudo, música boa para se amar.

Luiz Lua Gonzaga
Jackson do Pandeiro
Orlando Dias

Augusto Calheiros, Orlando Dias, Flávio José e o grande Jackson do Pandeiro... Luiz Vieira, Trio Nordestino, João Pernambuco e o grande e maravilhoso Luiz Lua Gonzaga... Raul Seixas, Anísio Silva, Patativa do Assaré e a doce Amelinha... E muito mais, muito mais. Era um Múcio diferente, mais apaixonado ainda por estar ao lado de tão precioso tesouro, uma das razões de sua vida: A música de nosso Brasil, de nosso nordeste e de nossa gente.

Sousa Neto, Ivanildo Silveira e Antônio Amaury
Luiz Zanotti
José Peixoto Júnior

Ao final, depois de uma das maiores participações e intervenções do Cariri Cangaço, os aplausos para uma estupenda apresentação, cheia de detalhes ricos e muitas vezes desconhecidos da história da verdadeira música de nosso nordeste, trazidos com competencia e talento, firmeza e clareza, doçura e leveza, que só seriam possíveis com o quilate de um Múcio Procópio, último conferencista do Cariri Cangaço 2011... E que venha 2012, 2013, 2014.......

Manoel Severo



terça-feira, 25 de outubro de 2011

Alcino Alves Costa; Toda Saúde do Mundo para o Decano de Poço Redondo

Por: João de Sousa Lima



Existe uma unanimidade dentro do mundo que estuda o cangaço e ela chama-se Alcino Alves Costa "O Matuto de Poço Redondo",  "Decano da Historiografia do Cangaço".
Alcino é querido por todos por sua gentileza, por sua amizade, pelo reconhecimento ao seu trabalho de pesquisa.
Alcino passará por uma cirurgia dia 26 e precisamos colocá-lo em nossas orações para que ocorra tudo bem e que ele possa retornar o mais breve possível para  nosso convívio.
Desejo muita saúde ao Decano de Poço Redondo.


João Lima, Alcino Costa e Vilelea.


O abraço carinhoso de Alcino  em nossa irmãzinha Nely.


O deputado Inácio Loiola, Alcino e João De Sousa Lima.


Alcino sempre presente anos eventos históricos.


Sempre distribuindo seus carinhosos abraços.


Alcino é uma companhia que sempre deixa saudades.

Extraído do blog do escritor e pesquisador do cangaço
João de Sousa Lima

Atenção amigos!

Por: Manoel Severo



Unidos em uma corrente de Fé

Nosso confrade, irmão, amigo e também Conselheiro Cariri Cangaço,

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgoFjOMPyuw6SVbBQ68WJh9bI7rk_ByEupLaXaJ3Y0JSeuVxRWTIRcJSu4EKTYPzWjPs3dxkIhRTXKr9NfmLSgSUcMoe5enehPzBuOsjNCfsp4LdyoAsCbzYOEqEQIOKM08nQdCBaR04ac/s400/DSC01189.JPG

Alcino Alves Costa, já há algum tempo passa por um delicado tratamento de saúde; depois de vários exames e cirurgia, novamente nosso amado Decano e Caipira de Poço Redondo se submeterá amanhã, Quarta-feira, 26, à tarde, no hospital Primavera em Aracaju, a mais uma delicada intervenção cirúrgica. 

Dessa forma, venho humildemente diante de nossos Conselheiros fazer o presente comunicado e solicitar a harmonia e força em nossas orações.

Muito obrigado e vamos nos unir em oração.

Manoel Severo
Presidente do Cariri Cangaço


Kiko Monteiro com os amigos Alcino e Rangel na ocasião  do lançamento de "Lampião em Sergipe" na última Quarta-feira 19/10.

ADENDO
José Mendes Pereira



Juliana Ischiara e Alcindo Alves da Costa



Kidelmir Dantas e Alcindo Alves da Costa



Ana Lúcia e Alcindo Alves da Costa



Aderbal Nogueira e Alcindo Alves da Costa



Antonio Amaury e Alcindo Alves da Costa



João de Sousa Lima, Alcindo Alves e João



Jairo e Alcindo Alves da Costa



João de Sousa Lima, Alcindo e Antonio Vilela



Juliana, Alcindo e Paulo Medeiros Gastão



Danielle Esmeraldo e Alcindo Alves da Costa



Dr. Ivanildo Alves, João de S. Lima e Alcindo Alves



Cap. Bonessi, Ângelo Osmiro, Alcindo e Tomaz Cisne



Alcindo Alves e Inácio Loiola


Casal Archimedes Marques e Alcino Costa


Rostand, João de Sousa Lima, Nely, Ivanildo Alves,
Alcindo Costa e Juliana Ischiara


Manoel Severo e Alcindo Alves

 

Alcino Costa, Pedro Luiz e Dra. Francisquinha


Chagas Nascimento, Alcino Costa, Manoel Severo e 
João de Sousa Lima


Família de Alcindo Costa e ao lado Manoel Severo


Amaury, Lívio, Manoel Severo, Sousa Neto e Alcino Costa


Professor Pereira, Manoel Severo, e Alcindo Alves Costa


Antonio Vilela, Alcindo Alves Costa e Rubinho Lima


José Cícero, Alcindo e Bosco André


Jack,...Alcindo...

Esclarecimento:

Os demais cangaceirólogos não foram inseridos nesta página, por eu não ter encontrado suas fotos com Alcindo Alves da Costa, e alguns foram repetidos, devido ter que colocar outros que ainda não haviam sido inseridos. Muitos que não participaram desta página, não foi por omissão, pois eu muito gostaria de ter colocado todos que participam do “Tema Cangaço”.

Uma corrente de oração em prol da saúde do escritor
Alcindo Alves da Costa

Relatório sobre a morte de Amy Winehouse



pode ter sido enviado para destinatário errado

Um relatório sobre a morte de Amy Winehouse pode ter sido enviado para o endereço errado, segundo a Scotland Yard. O arquivo, que relata as circunstâncias da morte da cantora em julho, foi enviado para a família de Amy, mas eles ainda não o receberam.

“A polícia foi informada que o material relativo a um inquérito recente pode ter sido entregue em um endereço incorreto”, diz um porta-voz da Scotland Yard. “Consultas estão sendo feitas para estabelecer as circunstâncias do acontecimento”. Um inquérito formal sobre a morte da cantora será realizado esta semana.

ROLLINGSTONE.COM.BR



Michael Jackson teria pedido remédios para dormir, diz site



Cantor teria solicitado a Allan Metzger, seu médico no passado, para lhe receitar um anestésico para dormir.

Nesta segunda-feira, 24, foi a vez da defesa do médico Conrad Murray iniciar sua apresentação no caso da morte de Michael Jackson. De acordo com o site da revista “People”, o cantor sofria de uma forte insônia - principalmente após suas performances – que não era curada por nenhum medicamento de uso oral. Por este motivo, Michael teria pedido a Allan Metzger, seu médico no passado, para lhe receitar um anestésico para dormir.

Dr. Allan Metzger durante julgamento de Conrad Murray (Foto: Agência/Reuters)
Allan Metzger durante julgamento de Conrad Murray

Em depoimento que teve início na última quinta-feira, 20, Metzger testemunhou em defesa de Conrad Murray e contou que, em visita a Michael Jackson - dois meses antes de sua morte – negou ao cantor o anestésico para dormir, por ser muito perigosa sua manipulação fora de um hospital.
"Ele me perguntou sobre medicamentos ultravenosos para dormir. Ele usou a palavra ‘suco’. Eu acho que ele não mencionou o nome de uma medicação específica para dormir. Jackson acreditava que nenhum medicamento de uso oral seria útil contra sua insônia”, disse Allan Metzger - que tratou Jackson por aproximadamente duas décadas e chegou até a excursionar com o cantor.
Os advogados de defesa estão tentando mostrar que Michael Jackson era viciado remédios e que se medicava sem que Conrad Murray soubesse. No entanto, segundo o Ministério Público, Murray era um médico negligente, que ganhava 150 mil dólares por mês para fornecer a Michael todo tipo de medicamento, incluindo o propofol IV.
No interrogatório, o vice-procurador distrital David Walgren Metzger perguntou a Allan Metzger se havia "qualquer quantidade de dinheiro que o convencesse de dar propofol IV a Michael Jackson. "Absolutamente não", respondeu Metzger.


segunda-feira, 24 de outubro de 2011

OS DOIS BANDIDOS

Por: Archimedes Marques

O que há a destruir é o motivo permanente do símbolo, depois da vida transitória do homem. O símbolo é antigo. Chamou-se por longo tempo Lampião, chamara-se antes Antônio Silvino, poderá vir a ter qualquer outro nome.

FOLHA DA MANHÃ
09/08/38
OS DOIS BANDIDOS
Costa Rego


O bandido Lampião não foi mais forte que sua lenda. Tratava-se de um simples miserável, que era, entretanto, um símbolo.
O que há a destruir é o motivo permanente do símbolo, depois da vida transitória do homem.
O símbolo é antigo. Chamou-se por longo tempo


Lampião,


chamara-se antes Antônio Silvino, poderá vir a ter qualquer outro nome.
O motivo do símbolo está dentro da vida sertaneja, que é feita de sacrifícios e de reações violentas reações, antes de tudo, contra a hostilidade da própria terra.
O homem do litoral é expansivo, porque tem o mar, a quem entrega o seu destino, e a existência lhe sorri todas as manhãs na vela branca de uma jangada que lhe dá abundância. A natureza o acolhe com os meios fáceis do mar, esse renovador de impressões e de recursos.
Da vida que dedilha o praieiro tira endechas românticas, onde o homem figura como o herói que venceu uma tempestade ou seduziu uma bela. Os problemas prosaicos de sua vida resolvem-se na praia, com um pouco de farinha de mandioca, um xeréu, uma panela de caranguejos, uma tarrafa, dez ou vinte camarões. O coqueiral cerrado fornece-lhe o resto, inclusive a poesia das tardes, com um sol que se deitara no meio de reflexos vivos e o sino de uma capela batendo a hora melancólica do Ângelus. O praieiro estende-se, para dormir. A natureza assegura-lhe o dia seguinte; a natureza povoa de cuidados femininos sua existência suave e privilegiada.
Em contraste, o sertanejo salta de sua enxerga para lutar. O sol comburente mata-lhe a plantação, mata-lhe o gado, mata-lhe a árvore que dá sombra e mantém os veios que dessedentam.
Este homem vive em perpétua luta e não recebe, conquista vida. Suas canções são guerreiras, pontilhadas dos sucessos de Mané Francisco, Chico Dunga, Zé Vicente e essa gente tão valente do sertão de Jatobá...
Os próprios amores resolvem-se a ponta de faca. As donas e donzelas são objetos de turras famosas. No vermelho do chitão de seus vestidos é raro que não haja o do sangue de algum menestrel sacrificado.
Uma carga de algodão, ondulando pelas estradas poeirentas sobre o dorso de animais, e um poema de trabalho arrancado à hostilidade do meio. O estalido seco do chicote, estimulando o passo das bestas, e o perene deságio do almocreve afrontando as forças contrárias do sertão.
Não há no sertão populações alegres, como na praias; há povoados retraídos, de mulheres masculinizadas pelo infortúnio e pela necessidade de coragem, de homens prontos a desagravar qualquer coisa, em rixa com qualquer um.
Deste meio complexo saem homens empreendedores, como

Ficheiro:6090Delmiro.png

Delmiro de Gouveia, que fez o milagre de instalar uma indústria dentro da caatinga; saem ainda salteadores, como Lampião.
O primeiro é o paradigma do homem que confia e realiza; o segundo, do homem que desespera e se transvia.
O problema do sertão aparece em linhas nítidas nestes dois tipos. É um problema econômico.
Em poucas palavras esse problema é um único: excluir o tipo Lampião pela propagação intensa do tipo Delmiro de Gouveia. O sertão reclama governos, para deixar de reclamar expedições.
*Nota do estudante e apaixonado pelos assuntos ligados ao cangaço, Archimedes Marques, gerente do site www.cangacoemfoco.com.br (17 de junho de 2011):
- O texto assinado pelo jornalista Costa Rêgo em 09/08/38, para a FOLHA DA MANHÃ (jornal extinto há muito tempo) fora capturado com a autorização do escritor sergipano, Antonio Corrêa Sobrinho, autor do livro "O fim de Virgulino Lampião " O que disseram os JORNAIS SERGIPANOS", que rompeu meses de trabalho de pesquisa debruçado nos velhos arquivos da nossa Aracaju e além fronteiras para trazer ao público as pertinentes matérias jornalísticas de Sergipe, no período pós-morte de LAMPIÃO, em trabalho exaustivo que por certo servirá de parâmetro e ajuda em novos livros, de novos ou velhos autores, sobre esse tema que canta e encanta e que é sem sombras de dúvidas, de inesgotáveis fontes, jamais saturado, sempre em busca da verdade absoluta dos fatos que marcaram para sempre a história nordestina.
Não só recomendo a leitura do livro, como entendo ser necessário colecionar a referida obra na sua biblioteca, como sendo de excelente fonte de pesquisa e aprendizado, para tanto, sugiro a sua aquisição através contato via endereço de e-mail com o autor Antonio Corrêa Sobrinho: tonisobrinho@uol.com.br

Atenciosamente
Archimedes Marques "


Archimedes-marques@bol.com.br
  Autor:    Costa Rego
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