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sábado, 16 de setembro de 2017

FATOS FORJADOS NA HISTÓRIA DE MOSSORÓ

Por Marcos Pinto

Tenho encontrado, não raros fatos, descritos por alguns historiadores e pesquisadores desta “Província” (Mossoró) completamente divorciados da realidade geradora da história. Em uns percebe-se a intenção deliberada de ocultar algum libelo ou vício que recai sobre um protagonista, em outros a evidência em proteger algum parente ou amigo, arrolados pela prática de não heroico nunca praticado.

Cito como exemplo a versão criada pelo clã Rosado e remuneradamente adotada por Câmara Cascudo, Edgar Barbosa e Raimundo Nonato da Silva, de que a viagem em que perecera Dix-sept Rosado tinha como objetivo ultimar empréstimo de trinta milhões de cruzeiros com os quais ampliaria os serviços de abastecimento d`água de Natal, Mossoró e Caicó.

O renomado João Maria Furtado, em sua inexpugnável obra intitulada “Vertentes”, publicada no Rio de Janeiro em 1976, pela gráfica Olímpica, contesta esta deslavada versão com argumentos eivados de rasgos de veracidade, cuja tese contestatória consta no livro “A(Re)Invenção do Lugar – Os Rosados e o País de Mossoró” do Prof. Dr. José Lacerda Alves Felipe, com o seguinte teor:

Governador Dix-sept Rosado

“Outras vozes davam objetivo diferente e menos mitológico à referida viagem, pois seu sentido real, estava relacionado à resolução de problemas criados com a partilha dos cargos estaduais entre lideranças e os partidos que elegeram Dix-Sept e que compuseram, portanto, a “Aliança Democrática” na qual Café Filho, julgando-se Presidente da República, nomeara apenas seus correligionários para os cargos federais do Estado”.

Em que pese os relevantes serviços prestados à cultura, pelo prof. Vingt-un Rosado, observa-se a intenção deste em fixar o falecido irmão Dix-Sept como herói cívico, como mártir que se sacrificou pela resolução do problema de água em Mossoró e no RN, afirmando que a “água era a própria história dos Rosados a começar do velho patriarca” (vide livro de sua autoria “O protocolo de Mossoró; …Coleção Mossoroense – 1998) ”.

Quando Vingt Rosado foi eleito prefeito de Mossoró em 1952 teve como uma das primeiras metas adotadas, a contratação dos historiadores Câmara Cascudo e Edgar Barbosa para, sob o “incentivo” de larga remuneração, utilizarem seus conhecidos naipes literários para traçarem uma espécie de culto à personalidade, atribuindo conotações heroico/históricas às pessoas de Jerônimo Rosado, Dix-sept Rosado e Ana Floriano, respectivamente pai e irmão de Vingt, e bisavó paterna da esposa de Vingt.

Assiste razão a Juarez Távora quando afirma que “O memorialista conta o que quer, o historiador deve contar o que sabe”.

A história deve ser contada a partir de documentos oficiais, e estes sepultam definitivamente a versão de que Ana Floriano comandou o famoso Motim das Mulheres. Senão vejamos. Em oficio datado de 4 de setembro de 1875, o então Juiz de Direito de Mossoró, Bel. José Antônio Rodrigues, comunica ao Presidente da Província do RN, dentre outros itens:

- “Presenciaria esta cidade a farsa mais ridícula de um grupo de 50 a 100 mulheres mal-aconselhadas por seus maridos e parentes, e capitaneadas por D. Maria Filgueira, mulher de Antônio Filgueira Secundes, D. Joaquina de Tal, mulher do camarista Silvério Ciriaco de Souza e D. Ana de Tal, mãe de Jeremias da Rocha Nogueira… (Vide livro “Escócia – 2ª Edição pag. 130:133 – Coleção Mossoroense – Vol. 989). D. Maria Filgueira era a mãe do Major Romão Filgueira.

O pesquisador historiador Lauro da Escócia fez, ainda os seguintes insertos históricos inexplicáveis:

- “Que o Motim das Mulheres” era composto por cerca de 300 mulheres, que Ana Floriano se armara com um espeto de ferro e postara-se na Agencia Consular Portuguesa em Mossoró, em uma escada defendendo o filho Jeremias José Damião e Ricardo Vieira do Couto, no atentado praticado por Rafael Arcanjo da Fonseca e outros, no dia 1º de janeiro de 1875. Que Ana teria dito: “quem subir a escada morre na ponta deste espeto”.

Vejamos o que diz o sobrinho-neto de Lauro, o jornalista Cid Augusto, em seu livro acima citado – pag. 153: “Contrariando a versão mencionada anteriormente, Jeremias presta, em seu texto, solidariedade a José Damião e ao Agente Consular Frederico Antônio Carvalho, o que pode significar que ele e Ricardo Vieira do Couto não estavam presentes no local do acontecimento, a Agência Consular Portuguesa. Em momento algum, Jeremias se refere a Ana Floriano”.

Jeremias faleceu em 1881.

Há que ressaltar que o próprio Cid Augusto, homem de reconhecido talento literário, procura, de forma incontida e insubsistente, infundir a ideia  de que Jeremias da Rocha Nogueira (seu ascendente) encarnaria a ideia abolicionista.

Todos os documentos são unânimes na configuração de que Mossoró teve desencadeado o movimento libertário somente em janeiro de 1883, culminando em 30 de setembro do mesmo ano. O resto é coisa para ser contada no “arco da velha” ou na “Povoa do Varzim”.

Inté!

Marcos Pinto é advogado e escritor

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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PAULO AFONSO VIVEU UM MOMENTO MÁGICO COM A POSSE DA DIRETORIA DA ACADEMIA DE LETRAS DO MUNICÍPIO

Por João de Sousa Lima

Era uma quinta-feira, 19 horas do dia 14 de Setembro de 2017 quando o Memorial Chesf de Paulo Afonso começou a receber o grande público que logo lotou as instalações do seu auditório de 156 lugares. Muitos, dezenas de outros, ficaram em pé, somando cerca de 200 pessoas para assistirem a dois eventos em um só: a posse da nova diretoria da Academia de Letras de Paulo Afonso e o lançamento do livro Paulo Afonso e a Vila Poty, histórias não contadas, do acadêmico João de Sousa Lima.


Estavam presentes o prefeito de Paulo Afonso, Luiz Barbosa de Deus, o vice-prefeito Flávio Henrique Magalhães Lima, o Diretor de Cultura, José Renato, o ex-prefeito Anilton Bastos, a Presidente da OAB, Dra. Socorro Rolin, Professor Luiz José, Coordenador do Curso de Letras da FASETE, Professora Doutora Cleonice Vergne da UNEB e do CAAPA, o representantes militares, vereadores, empresários, estudantes.

O evento foi prestigiado também por dois ilustres defensores da cultura no Nordeste.

Do Recife veio o pauloafonsino Edson Mendes, Secretário Geral da União Brasileira de Escritores - UBE, trazendo uma mensagem desta instituição que comemora em 2018, sessenta anos de vida intensa na defesa da cultura nordestina.


Da vizinha cidade de Santa Brígida, mas representando a Academia de Letras do Amplo Sertão de Sergipe – ALAS - o acadêmico, também pauloafonsino, Marcos Antônio Silva.

Na nova diretoria da ALPA foi empossado no cargo de presidente o acadêmico Antônio Galdino da Silva, professor, escritor, titular da cadeira Nº 14, recebendo o diploma das mãos do antigo presidente o professor, escritor Francisco Araújo Filho.

Antônio Galdino da Silva deu posse à sua diretoria que ficou assim formada:

Presidente – Antônio Galdino da Silva
Vice- Presidente – João de Sousa Lima
Secretária Geral – Maria do Socorro Araújo Nascimento
2ª Secretária – Jovelina Maria Ramalho da Silva
Tesoureiro – Sandro José Gomes
2º Tesoureiro – Francisco Araújo Filho.

A solenidade de posse da nova diretoria da ALPA teve grandes momentos musicais com a participação do violonista Rafael di Oliveira executando clássicos da música brasileira, jovens estudantes de uma escola pública, o Colégio Estadual Carlina Barbosa de Deus, formando uma orquestra que abriu a sua apresentação tocando as Bachianas e o Coral Chesf de Paulo Afonso que encerrou a sua apresentação e o eventgo contando a Oração de São Francisco, com o auditório todo de pé.

De fato, foi dia mágico, embalado pela música da melhor qualidade e prestigiado por pauloafonsinos e visitantes amantes da leitura e da cultura.

VEJA MAIS NO SITE www.folhasertaneja.com.br

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LUTO NA RADIOFONIA MOSSOROENSE!!!


É com imenso pesar e tristeza na alma que venho comunicar o desencanto dessa vida terrena do meu amigo Everton de Medeiros Leite, vítima de infarto, seu velório ocorrerá na Capela de São Pedro, bairro Planalto Treze de Maio e será sepultado no Cemitério São Sebastião, nesta cidade.

Ele nasceu no dia 16 de março de 1961, em Mossoró-RN; filho de Aldemar Duarte Leite e Ilda de Medeiros Leite. Ele é casado com Daize Maria Fernandes de Andrade, desde 1988 e desse enlace nasceu os filhos: Luanna Paula Fernandes de Andrade Leite e Everton de Medeiros Leite. 

Ele iniciou seus estudos na Escola Estadual Moreira Dias, em 1968. Depois passou a estudar na Escola Estadual Jerônimo Rosado, no período de 1971 a 1978. Posteriormente foi estudar no Centro de Educação Integrada Elizeu Viana, entre os anos de 1979 a 1982 (curso profissionalizante de auxiliar de escritório). 

Logo depois, passou no vestibular para o Curso de História e, concluiu em 1988. Em junho de 2013 ele concluiu o curso científico de Pós-Graduação em Gestão Ambiental (Faculdade integrada de Patos-FIP).

Sua vida profissional foi iniciada aos 14 anos, quando auxiliava o cunhado Cezimar entregando bolacha. Seu primeiro emprego foi aos 17 anos de idade, no dia 13 de novembro de 1977 em F. Souto Indústria, Comércio e Navegação s/a, onde iniciou como recepcionista e saiu em 1986 com supervisor de vendas. 

Mais tarde foi empregado do AFIM – Abatedouro Frigorífico Industrial de Mossoró, onde começou em 1986 como gerente comercial e, só saiu em 1992 como gerente comercial e produção. Depois foi trabalhar para DIA – Distribuidora Internacional de Alimentos, no setor de vendas, onde permaneceu até o ano de 1993. 

Logo depois recebeu o convite para gerenciar o Leite Nobre, onde trabalhou até 1999. Neste mesmo ano assumiu um cargo de sub-coodenador na agricultura - Governo do Estado do Rio Grande do Norte, até 2001. 

Ainda neste ano fez consultoria de mercado para Motoeste, no município de Pau dos Ferros e TCM – TV a Cabo Mossoró, com a duração de um ano; depois resolveu voltar para o sal e, posteriormente, em 2004 precisamente, no dia 02 de fevereiro começaria com o primeiro programa, mas somente o programa Difusora no Campo.

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1320131878112614&set=a.183548778437602.38072.100003474425444&type=3&theater


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LAGOA DO MEL POR JOÃO DE SOUSA LIMA


https://www.youtube.com/watch?v=U2W9z7ZLDfE

Gravado por Aderbal Nogueira proprietário da Lazervideo

O pesquisador e escritor João de Sousa Lima fala sobre o combate na Lagoa do Mel onde a história conta que morreu Ezequiel, irmão de Lampião.

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DOCUMENTÁRIO SOBRE MARIA BONITA

https://www.youtube.com/watch?v=0zipcuoB_GI

Carlos Romero - Santa Rita do Sapucaí. Documentário sobre Maria Bonita.

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ONDE NASCEU LAMPIÃO POVOADO PEDRINHAS SERRA TALHADA

https://www.youtube.com/watch?v=yoxDJkvd_Kk

ONDE NASCEU LAMPIÃO POVOADO PEDRINHAS SERRA TALHADA

Publicado em 9 de maio de 2017

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MÚSICA MINHA AMADA NAZARÉ

ttps://www.youtube.com/watch?v=pyKjvBI6m8g

NAZARÉ DO PICO, PERNAMBUCO - NOSSA RAIZ, NOSSA HISTÓRIA, NOSSA GENTE.

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ADQUIRA-O E LEIA!!!


Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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O NORDESTE BRASILEIRO...


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sexta-feira, 15 de setembro de 2017

LIVRO “O SERTÃO ANÁRQUICO DE LAMPIÃO”, DE LUIZ SERRA


Sobre o escritor

Licenciado em Letras e Literatura Brasileira pela Universidade de Brasília (UnB), pós-graduado em Linguagem Psicopedagógica na Educação pela Cândido Mendes do Rio de Janeiro, professor do Instituto de Português Aplicado do Distrito Federal e assessor de revisão de textos em órgão da Força Aérea Brasileira (Cenipa), do Ministério da Defesa, Luiz Serra é militar da reserva. Como colaborador, escreveu artigos para o jornal Correio Braziliense.

Serviço – “O Sertão Anárquico de Lampião” de Luiz Serra, Outubro Edições, 385 páginas, Brasil, 2016.

O livro está sendo comercializado em diversos pontos de Brasília, e na Paraíba, com professor Francisco Pereira Lima.
franpeloma@bol.com.br

Já os envios para outros Estados, está sendo coordenado por Manoela e Janaína,pelo e-mail: anarquicolampiao@gmail.com.

Coordenação literária: Assessoria de imprensa: Leidiane Silveira – (61) 98212-9563 leidisilveira@gmail.com.

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A PEDRA DO PADRE CÍCERO

Clerisvaldo B. Chagas, 15 de setembro de 2017 - Escritor Símbolo do Sertão Alagoano - Crônica 1738

Em todos os recantos nordestinos estão às marcas indeléveis do Padre Cícero Romão Batista. Em Alagoas entre manifestações ao sacerdote – falecido em 20 de julho de 1934 – estão as procissões, associações, novenários e romarias. São milhares e milhares de devotos que ainda procuram o Juazeiro do Norte em busca de curas para os seus males, baseados na fé ao amiguinho Padre Cícero. Templos, praças e devoções ganharam espaço nesta nação nordestino dos litorais aos sertões honrando à memória daquele que tanto fez pelo seu povo. Nem queremos aqui entrar em discussões e acusações estéreis como ainda hoje acontece com o próprio Jesus, o Cristo.

PEDRA DO PADRE CÍCERO. Foto: (Ailton Cruz).

Entre todos os movimentos em prol do padre do Juazeiro, um deles chama atenção e encontra-se localizado no município sertanejo de Dois Riachos. Tudo teve início quando o agricultor José Antônio Lima alcançou uma graça de promessa feita ao padre Cícero, em 1956. Agradecido, aproveitou um Boulder (bloco rochoso) que havia às margens da BR-316, para erguer um oratório em homenagem àquele que concedera a sua graça. Segundo a viúva do sertanejo, Maria, o seu esposo nunca revelou qual foi a graça alcançada. Com o passar do tempo e o aumento crescente de visitas ao local, o oratório foi reformado e a escada de madeira que leva ao topo, foi substituída por uma rampa de concreto. E os padres, por não conseguirem celebrar missas no cimo da escadaria, fizeram surgir uma igreja perto da rocha.

Anualmente acontece a celebração de morte do padre Cícero, todo dia 20 de julho. Já são milhares de romeiros que chegam à festa do dia 20. Eles vêm a pé, a cavalo, em automóvel, vans e ônibus que preenchem os terrenos vizinhos como se estivessem na própria Juazeiro. Além de gente de todas as regiões alagoanas, são inúmeros os devotos de Sergipe e Pernambuco. Do centro de Dois Riachos à Pedra do Padre Cícero, não deve dar mais de 2 km.

Dois Riachos, em Alagoas, é uma cidade pequena e ficou conhecida nacionalmente por ser a terra da jogadora Marta. Possui a maior feira de gado do Nordeste; é banhada pelo riacho Dois Riachos – afluente do rio Ipanema – tem famosa vaquejada anual e mostra o gigantesco açude no povoado Pai Mané. Seu acesso é fácil estando em qualquer lugar em solo alagoano..


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4º FESTIVAL DE VIOLEIROS FELIPE GUERRA-RN


Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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TEXTO PARA REFLEXÃO - A SUSTENTABILIDADE HUMANA

Por Ivone Boechat
http://jornalgospelnews.com.br/colunistas/ivone-boechat-2/

O homem busca, em desespero, mas antes tarde do que nunca, a preservação do que sobrou neste Planeta. Não é impossível, até porque atitudes simples têm o poder de mudar o rumo de coisas importantes. Mas eis o impasse: por que não se começa a educar para o equilíbrio da ecologia humana? Quanto custa o esforço por um abraço, um sorriso, pela manifestação de afeto, pela demonstração do perdão?

A Escola gasta quase todo o tempo destinado a ela resolvendo equações de primeiro e segundo graus e a criança vive refém de deveres de casa. Professores desesperados ensinam anos e anos a encontrar o valor de X e o jovem sai, na maioria das vezes, sem encontrar o valor dele mesmo. Dirão muitos que a concorrência exige tudo isso na preparação para a corrida desenfreada ao mercado de trabalho: passar nos concursos, nos vestibulares e arranjar emprego, porque geralmente só passa quem sabe mais equação e rebinboca da parafuseta.

A educação tem os recursos pedagógicos para orientar a humanidade, ajudando a transformar conceitos. É possível mudar comportamentos. Quem falhou? Ao invés de ensinar só teorias, conteúdos, doutrinas, por que não se ensinam valores? Fé, amor, paz, união, misericórdia, fraternidade, solidariedade, preservação? Ensinar ao homem a ser bom é também um grande desafio à educação. Todas as guerras do Planeta têm origem nas doutrinas.

Quando o homem reflorestar as ideias, podar os galhos secos da ira, regar suas raízes no manancial da fé, vai colher os frutos de um mundo oxigenado de amor. O homem equilibrado vai equilibrar o Planeta!

Enviado pela autora Ivone Boachat

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DAS ILUSÕES (PORQUE TUDO É ILUSÃO)

*Rangel Alves da Costa

Neste mundo tão real, vívido e pulsante, sua contradição: tudo é ilusão. Nada há, absolutamente nada, que não seja ilusão.
Em tudo a ilusão e em tudo e por todo lugar o ser iludido consigo mesmo, com a sua vida, com a realidade, com o seu mundo.  
A ilusão do nascer para a alegria, para o contentamento, para a felicidade. É tudo como se os desejos dos pais e familiares não fossem atravessados pelo futuro.
A ilusão da infância, do brincar, do traquinar, do sequer pensar que mais adiante existe uma realidade diferente. Então o arco-íris muda de cor e a bola some pelo ar.
A ilusão da mocidade, dos sonhos amorosos, dos desejos tantos, das promessas e compromissos. E depois saber que tudo não passou mesmo de ilusão.
A ilusão do adulto perante o seu mundo e sua realidade. Ainda sonha, ainda busca a felicidade, mas quanto mais caminha mais percebe que a estrada é longa demais.
A ilusão da velhice e sua costumeira expectativa de ainda conseguir fazer o que não conseguiu no passado. E deixando assim de viver o tempo próprio de sua idade.
A ilusão de um mundo que faz do amanhã uma esperança de dias melhores, quando, desde o seu início, não buscou fazer o melhor a cada passo e a cada segundo de sua estrada.
A ilusão de um povo que vota acreditando que exista político honesto, que algum dia um surgirá que diga não à mala endinheirada, que não se enlameie entre a imundície de porcos.
A ilusão de um povo que sai às ruas - e quando sai - achando que sua voz, seu grito ou seu berro, surtirá algum efeito perante os encastelados na cegueira do poder.
A ilusão de um povo que só reclama, reclama e mais reclama, mas depois se ajoelha perante a urna para santificar o candidato corrupto, o ladrão e o salafrário.
A ilusão de um mundo de paz. Quanta ilusão na ilusão de um mundo de paz. Quando haverá paz num mundo que se compraz com a guerra, com o genocídio, com o terrorismo?
A ilusão da pomba da paz. Quanta ilusão na pomba da paz. O mesmo homem que elegeu o pombo como símbolo da paz é aquele que o tange das praças e ruas sob a alegação de que é imundo e causa doenças.
A ilusão do “eu te amo”. Muito fácil dizer e daí toda a ilusão. E mais ilusão ainda em acreditar na palavra dita sobre o amor, quando o a palavra silenciosa do coração sequer é ouvida.
A ilusão da amizade. Quantos amigos a pessoa tem, há de se perguntar. Amigos apenas alguns, poucos. No restante a falsidade, a traição, a aleivosia, o desejo de ter o outro exatamente no oposto daquilo que falseia pela palavra.
A ilusão do namoro, do noivado, do casamento. Haverá formalismo, anel ou igreja, que sustente a vida a dois? Ama mais ou ama menos aqueles que apenas escolhem o convívio respeitoso e compromissado na fé e no coração?
A ilusão do pecado. O pecado não passa de uma ilusão. Como as pessoas não são iguais, os sentimentos também não o são. O que é transgressão a alguns, a outros se afeiçoa de forma diferente. E não é a religião que possa dizer o que está certo ou está errado.
A ilusão da certeza. Quanta incerteza na certeza. O que está certo está também errado. Dependendo do ponto de vista ou da concepção de cada um, jamais haverá consenso sobre qualquer situação ou fato da vida.
A ilusão da ilusão. Ora, se tudo é ilusão, também a ilusão é ilusão. Quando a névoa se dissipa, a bruma perde sua força ou a poeira amaina, o que se imaginou de uma forma poderá ter outra. Como um oásis inexistente no deserto, apenas imagina-se.

Escritor
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MAIS UM LIVRO DE CANGAÇO NA PRAÇA..!


"Pereiras do Pajeú e Feitosas dos Inhamuns", livro histórico genealógico composto de 570 páginas, com mais de dez mil nomes, trata da genealogia de duas importantes famílias do sertão nordestino.

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MAIS UM LANÇAMENTO DE LIVRO SOBRE O CANGAÇO..!


Mais uma vez compartilho com vocês o lançamento do meu 17º livro: LAMPEÃO EM 1926 é o 11º do tema cangaço.


O lançamento será na próxima edição do já consagrado evento Cariri Cangaço, em Floresta PE, na comemoração do Centenário de Nazaré do Pico.


Saudações cangaceiras,


Obs: O livro já está a venda e, pode ser adquirido diretamente com o autor, através deste e-mail: 


luiz.ruben54@gmail.com

O valor é R$ 60,00 incluindo o frete.

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RECORDANDO...

Por Geraldo Júnior

À começar da esquerda em primeiro plano vemos Zé Sereno (José Ribeiro Filho), antigo Cabra de Lampião, Ubiratan "Bira" filho de Tercilia Teco de Sousa e Ivo Ribeiro de Souza filho do casal cangaceiro Sila e Zé Sereno, e o senhor Fernando pai da amiga Tercília T. de Souza.

Fotografia gentilmente cedida por Tercília T. de Souza.
Geraldo Antônio de Souza Júnior

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=828692763961288&set=a.703792683117964.1073741835.100004617153542&type=3&theater

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FOTOGRAFIAS DO X FESTIVAL DE MÚSICAS GONZAGUEANAS (X FESMUZA) - PARQUE CULTURAL "O REI DO BAIÃO" - ZONA RURAL DO MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO DO RIO DO PEIXE/PB - DIA 20 DE AGOSTO DE 2017

Lançamento do livro “Gonzaga Vive” Autor: Francisco Alves Cardoso
Entrega de troféus: X FESMUZA (Festival de Músicas Gonzagueanas)
Francisco Alves Cardoso, idealizador, curador e mantenedor do Parque Cultural "O Rei do Baião"

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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CORONEL DELMIRO GOUVEIA (GERALDO SARNO, 1979)

https://www.youtube.com/watch?v=ZMsyOSwK3zc

Em fins do século passado, Delmiro Gouveia, rico comerciante e exportador do Recife, capital do Estado de Pernambuco, Brasil, sofre perseguições políticas. Seu estilo arrojado e aventureiro lança contra ele muitos inimigos, inclusive o Governador do Estado que manda incendiar o grande mercado Derby, recém - construído por Delmiro Gouveia. Falido e perseguido pela polícia do Governador, Delmiro refugia-se no sertão, sob a proteção do Coronel Ulisses, levando consigo uma enteada do Governador. No sertão, ele recomeça sua atividade de exportador de couros e monta uma fábrica de linhas de costura, aproveitando a energia elétrica de uma usina que constrói na cachoeira de Paulo Afonso e o algodão herbáceo nativo da região. A Grande Guerra de 1914, impedindo a chegada dos produtos ingleses à América do Sul, garante a Delmiro a conquista desse mercado, sobretudo brasileiro. Os ingleses da Machine Cottons, ex-senhores absolutos do mercado, enviam emissários para negociar a situação assim criada. Delmiro nega-se a vender ou associar-se. É assassinado em 10 de outubro de 1917. Alguns anos mais tarde, 1929, a fábrica é adquirida pelos ingleses, destruída e lançada nas águas da Cahoeira Paulo Afonso. (Press-release) Prêmios Melhor Roteiro e Melhor Trilha Sonora no Festival de Brasília, 11, 1978, Brasília - DF.. Grande Prêmio Coral no Festival de Havana, 1979 - CU.. Prêmio São Saruê - Federação de Cineclubes do Estado do Rio de Janeiro, 1979. Melhor Diretor - Troféu Golfinho de Ouro, 1979 - Governo do Estado do Rio de Janeiro Elenco: Falco, Rubens de (Coronel Delmiro Gouveia) Parente, Nildo (Lionello Lona) Soares, Jofre (Coronel Ulisses Luna) Berdichevsky, Sura (Eulina) Dumont, José (Zé Pó) Graça, Magalhães (Gal. Dantas Barreto) Sena, Conceição (Mulher de Zé Pó) Freire, Álvaro (Tenente Isidoro) Déda, Harildo (Coronel Zé Rodrigues) Adélia, Maria (Dona Augusta) Bourke, Denis (Mister Hallam) Alves, Maria (Jove) Almeida, Henrique (Oswaldo) Gama, João (Chefe da estação) Wilson, Carlos Ribeiro, Sue Guerra, Hélio (Sertanejo) Ficha completa da Cinemateca Brasileira: 


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CONVITE: CENTENÁRIO DE PEDRA REDONDA – SÃO JOÃO DO RIO DO PEIXE (PB)


PROGRAMAÇÃO – CENTENÁRIO DA PEDRA REDONDA

16 de setembro
16h30min
– abertura com o Grupo de Oração;
– Fala do prefeito e demais autoridades;
19h30min
– Apresentação de cultura popular com violeiros
21h00
– Bingo
22h00
Festa social com Geó Santos o Tornado do Forró, Frank Alencar, Alex Voz e Violão e Chico Amaro;
17 de setembro
07h00
– Início da Cavalgada em comemoração aos 100 anos da Pedra Redonda; saída do Sítio Jerimum homenageando Severino Pereira;
– Parada na Mata dos Galdinos, homenageando o vaqueiro Esmerindo;
– Chegada em Pedra Redonda, vaqueiro Salomão;
– Bênção;
– Homenagem ao fundados José Maria dos Santos;
– Almoço comunitário no grupo escolar;
16h00
– Partida de futebol;
– Missa com os Padres Isaías e Damião.
Apoio: Secretaria de Educação; Secretaria de Assistência Social e Secretaria de Cultura de São João do Rio do Peixe (PB).



Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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O CANGACEIRO JURITI

Por Juarez Chaves
Lampião e Juriti

O cangaceiro baiano Manoel Pereira de Azevedo, oriundo do lugarejo Salgado do Melão, chegou ao bando de Lampião, com o nome de guerra JURITI, mas LAMPIÃO, de imediato, quer trocá-lo por Maçarico, mas o recém chegado cangaceiro rejeita o novo nome por considerá-lo afeminado e impõe a sua vontade de permanecer sendo chamado de JURITI. O capitão, que sempre admirou homens de personalidade e temperamento fortes, não colocou obstáculo ao preito de seu novo comandado e a partir daquele momento passaria para o esquecimento o nome Manoel Pereira de Azevedo para surgir, com todo fulgor, o perverso JURITI.

Era um rapaz de corpo atlético, esguio, louro, cabelos finos, gestos elegantes, boas maneiras, apesar de genioso e perverso ao extremo. A conta criminosa e maldita do cangaceiro de Salgado do Melão foi vasta e adubada com muito sangue e muitas dores. Tempos depois, já famoso e comentado, JURITI leva para a sua companhia a jovem Maria, uma filha de Manoel Jerônimo, vaqueiro da fazenda Picos. Vamos encontrar JURITI e sua companheira Maria no coito de Angico, junto com Virgulino Ferreira, no fatídico 28 de julho de 1938. Naquele dantesco acontecimento muitos bandidos, atônitos e sem saber o que estava acontecendo, só pensavam em fugir daquele inferno. 

Milagrosamente muitos conseguiram sair daquele inesperado abismo que se abateu sobre o grupo bandoleiro. Milagre que não foi possível para onze companheiros, incluindo o maioral, o grande chefe, LAMPIÃO. Do contingente que conseguiu se salvar alguns foram baleados. A luta para transportar os enfermos foi titânica. Os que tinham condições de carregar os feridos não pouparam esforço, mostraram que faziam parte de uma família verdadeiramente unida. Foi com admirável boa vontade e coragem que transportaram seus doentes para locais seguros, onde os mesmos pudessem ser tratados. 

Juarez Chaves
xiquexiquense.blogspot.com

Acesse estes excelentes blogs:

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AGRADECIMENTO EM FORMA DE POESIA!

Por Kydelmir Dantas

Recebi pacote vário
Rico, alegre e lendário,
Que caiu como um chapéu.
Nos olhos caiu um véu,
De alegria e bondade
Que chegou pela vontade
Do amigo com certeza
Que mandou de Fortaleza
Lembranças do seu Troféu.

(Kydelmir Dantas – Nova Floresta - 14-09-2017)

Pedro Sampaio é poeta, escritor, jornalista e radialista.

Fonte da foto: 

http://sofatima.net/blog/2014/08/20/poeta-escritor-jornalista-e-radialista-pedro-sampaio-visitara-o-ceat-dia-22-de-agosto/

Fonte da poesia: facebook
Página do poeta: Kydelmir Dantas

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=475775329455184&set=a.110106342688753.1073741828.100010681625071&type=3&theater

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[CANGAÇO NA BAHIA] VOLTA-SECCA - UMA ASSINATURA RESGATADA

Por Rubens Antonio

A partir dos fotogramas de um filme, foi possível o resgate da assinatura do cangaceiro Volta-Secca.


Assinando o documento, em 1954


Documento assinado


Assinatura ampliada
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Assinatura otimizada

Enviado pelo professor, escritor e pesquisador do cangaço o baiano Rubens Antonio.

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