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sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

LIVROS SOBRE CANGAÇO É COM O PROFESSOR PEREIRA

Por José Mendes Pereira

Se você está interessado a algum livro sobre cangaço é só entrar em contato com o professor Pereira, através deste e-mail: 

franpelima@bol.com.br

A compra é feita na cidade de Cajazeiras, no Estado da Paraíba. Será entregue em sua casa o mais rápido possível.

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O SERTÃO ANÁRQUICO DE LAMPIÃO

 Por Luiz Serra

Sobre o escritor

Licenciado em Letras e Literatura Brasileira pela Universidade de Brasília (UnB), pós-graduado em Linguagem Psicopedagógica na Educação pela Cândido Mendes do Rio de Janeiro, professor do Instituto de Português Aplicado do Distrito Federal e assessor de revisão de textos em órgão da Força Aérea Brasileira (Cenipa), do Ministério da Defesa, Luiz Serra é militar da reserva. Como colaborador, escreveu artigos para o jornal Correio Braziliense.

Serviço – “O Sertão Anárquico de Lampião” de Luiz Serra, Outubro Edições, 385 páginas, Brasil, 2016.

O livro está sendo comercializado em diversos pontos de Brasília, e na Paraíba, com professor Francisco Pereira Lima.

franpelima@bol.com.br

Já os envios para outros Estados, está sendo coordenado por Manoela e Janaína,pelo e-mail: anarquicolampiao@gmail.com.

Coordenação literária: Assessoria de imprensa: Leidiane Silveira – (61) 98212-9563 leidisilveira@gmail.com.

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ALCINO - MENTIRAS E MISTÉRIOS DE ANGICO

 Por Aderbal Nogueira - Cangaço

https://www.youtube.com/watch?v=y7jqB65ikwI&ab_channel=AderbalNogueira-Canga%C3%A7o

Alcino Costa, o Caipira e Poço Redondo. Um homem simples e querido por todos, um homem que conheceu e foi parente de muitos remanescentes do cangaço, aquele a quem todos os pesquisadores procuravam para obter informações preciosas. Aqui em uma palestra polemica, mas o que seria do cangaço sem as polemicas?

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CEEC ENTREVISTA - JOSÉ BEZERRA LIMA IRMÃO

 
https://www.youtube.com/watch?v=ukE1FHeStQs&ab_channel=CEEC-CentrodeEstudosEuclydesdaCunha

CEEC - Centro de Estudos Euclydes da Cunha

José Bezerra Lima Irmão é membro da Academia Gloriense de Letras. Natural de Alagadiço, município de Frei Paulo. Aos cinco anos, sua família se mudou para a Barra das Almas, no município de Glória, e depois para o povoado Piabas. Reside atualmente em Salvador. É pesquisador apaixonado do cangaço e de tudo o que diz respeito à história do Nordeste, envolvendo suas figuras míticas, tais como Padre Cícero, Antônio Conselheiro, José Lourenço, Severino Tavares e Quinzeiro, e os trágicos episódios de Canudos, Caldeirão, Pau-de-Colher, Serra do Rodeador e Pedra Bonita do Reino Encantado ou Pedra do Reino. Fruto de onze anos de pesquisa, publicou um imenso tratado sobre o cangaço "Lampião - A Raposa das Caatingas". A obra, de 736 páginas, sucesso de público e de crítica, em pouco mais de um ano, já se encontra na terceira edição. 

Leia mais: https://www.academiagloriensedeletras... Inscreva-se no canal do CEEC: https://www.youtube.com/channel/UCw6t... 

FACEBOOK: https://www.facebook.com/ceecuneb/ TEL: (71) 3321-5081 Rua do Cabeça, n. 10 – Ed. Marquês de Abrantes, 8º Andar – Sala 812, Salvador-BA, Brasil. CEP:40060-230

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JUAZEIRO EM PAUTA

 Por Aderbal Nogueira - Cangaço

https://www.youtube.com/watch?v=fS5XFq84uOc&ab_channel=AderbalNogueira-Canga%C3%A7o

Divulgando nosso próximo vídeo gravado com o pesquisador Roberto Júnior, do site Cariri das Antigas. Imperdível! https://cariridasantigas.com.br/ https://youtube.com/channel/UCbQbnjn7... https://instagram.com/cariridasantigas/ https://www.facebook.com/cariridasant...

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MORREU O MOTIVO DA TRADIÇÃO

 Clerisvaldo B. Chagas, 8 de janeiro de 2021

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 2.447

Acaba de falecer o motivo do tradicional título do lugar Maracanã no Bairro Camoxinga em Santana do Ipanema. Maracanã é a palavra mais citada diariamente na cidade. É ponto de convergência e divergência do grande bairro, referência em toda a região. Há mais de sete décadas ali foi instalada uma churrascaria que recebeu o nome Churrascaria Maracanã, gerando o nome do lugar. (sua história se encontra no livro “O Boi, A Bota e a Batina; História Completa de Santana do Ipanema”, ainda inédito. Pois bem, após longas tentativas de venda, o prédio da Churrascaria Maracanã (há muito desativada) agora, no dia 4 de janeiro de 2021, foi iniciado como um grande empreendimento, transformado em Centro Médico de Saúde Fácil, com fachada total reformada.

O Centro Médico de Saúde Fácil, é um empreendimento santanense, particular, pertencente aos irmãos médico Pedro Salgueiro e o engenheiro André Salgueiro, família da saudosa professora Iracema Salgueiro. O Centro foi planejado para facilitar consultas médicas e exames laboratoriais a preços moderados, oferecendo várias facilidades para que a população de menor poder aquisitivo possa usar satisfatoriamente a medicina em seu favor. Santana do Ipanema agradece aos filhos da terra que não mediram esforços em investir na Rainha e Capital do Sertão, principalmente numa área tão nobre quanto esta. Quem passar no Largo do Maracanã, agora, sentirá falta da imagem da antiga churrascaria que lhe emprestou definitivamente o nome. Em seu lugar, porém, verá uma bela fachada, atestando o progresso da cidade como mais uma opção médica para o estado de Alagoas.

Faleceu o motivo da tradição do nome do Largo, mas ninguém vai deixar de continuar chamando o ponto de referência do Bairro Camoxinga e da cidade pela mesma denominação construída há mais de meio século. Santana do Ipanema tem se transformado tão rapidamente que se torna impossível o acompanhamento pari passu, como fazíamos sempre. Mesmo assim continuamos descrevendo para os ausentes, o que está acontecendo nas terras abençoadas de Senhora Santana. A priori, a vizinha farmácia Santa Cruz, chamada Farmácia de Jânio, fará parte do empreendimento com o nome Farmácia MedFácil, com descontos de até 80% nos medicamentos, segundo divulgação.

Parabéns mais uma vez aos empreendedores santanenses que dão exemplo de investimentos na terra.

“Nada desaparece, tudo se transforma”.

(em breve publicaremos extra a fachada do Centro Médico)

EXTERTORES DA HISTÓRICA CHURRASCARIA MARACANÃ.

(RARA FOTO: B. CHAGAS).



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O MESTRE GENIVAL LACERDA.

 Por Giovani Gomes

No dia que passei de fã para filho !

Estava em 2013, em São Paulo-SP, voltando para o nordeste , esperava o meu voo no Aeroporto Internacional de Guarulho , tranquilamente quando o Mestre Genival Lacerda sentou ao meu lado, então levantei dirigir a ele , pedi um autrografo , rapidamente ele levantou-se e gritou em voz alto MEU FILHO! . 

As pessoas ao redor olharam sem entender, fiquei com vergonha, mas logo entrei na brincadeira. Ele me deu aquela abraço apertado, pediu para sentar ao seu lado e conversamos por horas. Fez questão de abrir sua maleta e me presentear com seu CD, João Lacerda seu filho ficava olhando as besteiras que conversamos no sagão do Aeroporto. Os seus fãs quando chegavam para lhe pedir um autógrafo, ele dizia: esse é meu filho buchudo. As pessoas começaram a acreditar. Embarcamos para o Recife-PE, depois pegamos outro voo para Petrolina-PE, ele sempre gentil e brincalhão com todos. 

Em 2016, em viagem à Petrolina, estava no Bodromo no Restaurante do Ângelo. Ele já estava lá, nos reencontramos fui logo conversar com ele. Perguntei lembrar de mim. Ele olhou e diz SER BESTA CABRA!, Aonde vou esquecer do meu filho buchudo, e completou "Somos unidos pelo os buchos". Assim nasceu nossa amizade. Hoje o nordeste perdeu um grande artista, icone do forro autêntico.

Imagino alegria de Gonzagão pedindo a São Pedro. Abra a porta Pedim ! Deixe o homem entrar! Gritou Gonzagão, Dominguinho foi logo pegando a sofona, Sivuca também, e Genival Gritou ! hoje vamos virar o céu ao averso. E a Festa começou!

Viva Mestre Genival Lacerda!

VAai deixa saudades em seus fãs e principalmente do seu filho de buchodo.

Foto 01 : No Aeroporto Internacional de Guarulho-PE.

Foto 02: Bodromo, Petrolina-PE.

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O CERCO AO CANGACEIRO CHICO PEREIRA NA FAZENDA PAU FERRADO (CAJAZEIRINHAS - PARAÍBA).

Por Geraldo Júnior 
https://www.youtube.com/watch?v=WprsBsb77ik&fbclid=IwAR2JDGIQYA4MnkEfPD2EsZclaTkxITZ45rNJIfyUqvlcLarMG_7Y-VGGS6c&ab_channel=Canga%C3%A7ologia

Cangaçologia

Um cerco policial formado em torno de uma casa de fazenda. Um cangaceiro completamente cercado e um desfecho inusitado. O resto eu deixo por conta do nosso amigo pesquisador José Tavares de Araújo Neto e Carrinho Farias... lá da terra da Cabocla Maringá. Sem mais delongas. 

Assistam e ao final deixem seus comentários, críticas e sugestões. 

INSCREVAM-SE no canal e ATIVEM O SINO para receber todas as nossas atualizações. 

Forte abraço... Cabroeira! 

Atenciosamente: 

Geraldo Antônio de Souza Júnior - Criador e administrador do canal.

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MANE NETO

Colorido pelo baiano professor, escritor e pesquisador do cangaço Rubens Antonio. 

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DIÁRIO DE NOTÍCIAS

 Do acervo do Adelson Mota

Carta oferecendo,fotos a Roberto Marinho fotos de Lampiao, para furo de reportagem de O Globo, e diz que Maria teria Morrido em 1936 proposta por Edmar Morel/credito.

https://www.facebook.com/photo?fbid=400508164567899&set=gm.1170384953431383

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quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

HOMENAGEM AO PESQUISADOR, ESCRITOR E HISTORIADOR JOSÉ BEZERRA LIMA IRMÃO.

 Por Antonio José de Oliveira

Pesquisadores do cangaço Antonio José de Oliveira, Archimedes Marques e Guilherme Machado.

O Advogado Tributarista Bezerra Lima, embora resida em Salvador, por ser Auditor Fiscal da Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia, é filho das Terras sergipanas, e profundo conhecedor do nosso Nordeste onde viveu dezenas de anos antes de ingressar no trabalho público do nosso Estado. Por muitos anos, uma das suas principais funções no órgão público era elaborar matérias concernentes a tributos, e realizar os devidos julgamentos que se faziam necessário na área de fiscalização.

Escritores e pesquisadoresa do cangaçoJosé Bezerra lima Irmão e João de Sousa Lima

Como perspicaz que sempre fora - paralelo aos escritos das normas tributárias da Fazenda -, passou a pesquisar a saga do cangaço nordestino por nada menos que onze anos, e, em 2014 lançou o livro Lampião, a Raposa das Caatingas, trabalho esse com 736 páginas que é um verdadeiro Tratado da História do Cangaço. Teve tão grande aceitação do público que, em 2015 foi preciso reeditar a terceira edição, e, agora, 2021 já alcançou a quinta edição.

O RAPOSA DAS CAATINGAS, é tão bem elaborado na sua sequência de casos e datas que, recebi do autor a incumbência de fazer a leitura, e uma síntese em seis meses, entretanto, por ser de fácil compreensão, foi possível lê-lo em vinte e um dias, e fazer o resumo em nove: total de trinta dias.

Agora, porém, aposentado e com tempo sobrando, descansando fora da agitação de Salvador, mais uma vez mergulhou de cabeça, e escreveu mais dois extraordinários livros ano passado: HISTÓRIA DO NORDESTE - Fatos que a história oficial não conta, trabalho com 753 páginas, abordando desde Cabral, passando por todo desumano processo de colonização; as revoltas e revoluções ocorridas, e os muitos movimentos nordestinos.

Nesse mesmo 2020, surgiu seu terceiro livro: FATOS ASSOMBROSOS DA RECENTE HISTÓRIA DO NORDESTE. Trabalho este com 332 páginas em que são abordados os diversos confrontos ocorridos neste nosso Nordeste tão conhecido pelo autor.

Assim, o escritor José Bezerra Lima Irmão, completou sua extraordinária trilogia sobre o Nordeste: LAMPIÃO, A RAPOSA DAS CAATINGAS, HISTÓRIA DO NORDESTE - FATO QUE A HISTÓRIA OFICIAL NÃO CONTA, e FATOS ASSOMBROSOS DA RECENTE HISTÓRIA DO NORDESTE.

O primeiro já é bem conhecido dos estudiosos que pesquisam a saga do cangaço; agora foram lançados os dois outros citados. Tenho em mãos os três importantes trabalhos, portanto, com toda segurança dos seus bons conteúdos, posso recomendá-los aos amigos pesquisadores e demais leitores.

Parabéns Dr. Bezerra pelo excelente trabalho das três obras escritas sobre o Nordeste, e, tenho certeza que, pela sua inquietação literária, outros trabalhos surgirão.

Antonio José de Oliveira, janeiro de 2021.

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A PRINCESA DE CORISCO

 Clerisvaldo B. Chagas, 7 de janeiro de 2021

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 2.446

Quando o bando de Corisco passou pela fazenda Lagoa da Pedra, mostrava-se no céu a barra do dia. Os cangaceiros não interromperam a marcha, porém o chefe fez uma observação à Dadá e aos parceiros. Disse Corisco, vendo a minha tia Dorotéia no curral, sentada no banquinho de tirar o leite, saia rodada: “Olhem ali aquela dona, tá parecendo uma princesa!”.

Voltemos aos costumes do Sertão. Nas fazendas de gado, qualquer pessoa pode tirar o leite das vacas. O vaqueiro, o morador comum, o dono da fazenda ou o profissional específico denominado “tirador de leite”. No Sertão nordestino não se diz: ordenha e nem ordenhador. É “tirar o leite”, é “o tirador de leite”. Como foi dito, qualquer pessoa da fazenda pode fazer esse serviço, principalmente quando se trata de uma, duas, cinco vacas. O vaqueiro pode realizar isso, embora sua missão principal seja campear o gado. O vaqueiro pode ser um bom tirador de leite ou não.

Quando a fazenda possui muitas reses, é costume contratar o tirador de leite. Este é um profissional com experiência, habilidade e boa munheca para dá conta de tantas reses. Logo madrugada, em torno das quatro horas, o tirador de leite já está no curral com seu equipamento: um banquinho, uma corda e um balde. No inverno, enfrenta a chuva e o curral enlameado com estrume, situação tremendamente desconfortável. Mas ele é o homem que garante a produção leiteira da fazenda nas fábricas, nas residências... Nas mamadeiras das crianças.

Raríssimas fazendas sertanejas possuem sistema de ordenha moderno, através de máquinas. Assim, o tirador de leite ainda é peça fundamental de imenso valor na pecuária nordestina, muito embora sua remuneração não chegue nunca à altura da sua importância; cabra bom na munheca que o diferencia de todos os moradores empregados. É moda falar sobre o vaqueiro, mas o verdadeiro e específico tirador de leite fica invisível na literatura sertaneja.

E nós da cidade, nem temos a mínima ideia da rotina de uma fazenda sertaneja de criar. É dali que sai o leite, o queijo, o iogurte, a carne, o couro dos sapatos, a diversão das vaquejadas e a moda do chapéu de couro dos forrozeiros.

Estamos mostrando detalhes do Sertão que nem sempre está ornado com a PRINCESA DE CORISCO.

CORISCO (FOTO: DOMÍNIO PÚBLICO).



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NA QUIXABEIRA ONDE O CANGACEIRO JURITI FOI QUEIMADO VIVO

 Por Rangel Alves da Costa


O ano era 1941. O cangaço já havia encontrado seu desfecho na Chacina de Angico de 38. Após as entregas do pós-cangaço, o afamado cangaceiro Juriti (o baiano Manoel Pereira de Azevedo), um dos mais perversos do bando de Lampião, acabou encontrando a morte pelas mãos do cruel e sanguinário Sargento Deluz (Amâncio Ferreira da Silva), terrível caçador de cangaceiros que se negava a dar trégua aos deserdados bandoleiros das caatingas, cuja base de atuação era nos sertões sergipanos de Canindé de São Francisco.

Mas Juriti teve seu destino selado por uma saudade sentida de sua ex-companheira dos tempos cangaceiros: Maria de Juriti. Assim, como a ex-cangaceira havia retornado para o lar familiar na região da Fazenda Pedra D’água (nas proximidades da famosa Fazenda Cuiabá), e após vaguear pelo mundo como ser comum e trabalhando pela sobrevivência, em 1941 resolveu retornar ao sertão sergipano, e certamente com vontade de rever Maria e alguns conhecidos. Contudo, a notícia da chegada do cangaceiro logo chegou aos ouvidos do Sargento Deluz.

Não demorou para que o feroz militar providenciasse o cerco da residência de Rosalvo Marinho, onde Juriti se arranchava. Preso, foi logo amarrado e conduzido em direção a Canindé. Mas na estrada, a solução encontrada foi outra. Deluz mandou que seus soldados preparassem uma fogueira grande, com toco de pau e mato seco, logo abaixo de uma quixabeira, e nas chamas lançou o indefeso cangaceiro. E pelos sertões, os versos ainda ecoam: “A fogueira de Deluz, deu luz de gemido e dor. Entre as chamas da fogueira, Juriti não mais voou. O cangaceiro perverso, pelas mãos da perversidade em cinzas se transformou...”.

Rangel Alves da Costa, pesquisador, poeta e escritor

Conselheiro Cariri Cangaço, Poço Redondo-SE

A DEVOÇÃO NASCIDA DO SANGUE DERRAMADO PELO CANGAÇO: AS SEPULTURAS DE JOÃO DE CLEMENTE E ZÉ BONITINHO

 *Rangel Alves da Costa


Perante a fé e os mistérios das crenças e devoções sertanejas, locais onde foram mortos ou sepultados inocentes, principalmente se vitimados por descomunal violência, vão, ao passar dos anos, sendo vistos como verdadeiros altares para milagres.

Tais locais se tornam centros de preces, de promessas e de busca de contato com as forças sagradas. E também locais de recebimento de ex-votos (objetos pessoais depositados como prova e agradecimento pelas graças alcançadas).

Por isso mesmo que não raro, pelas vastidões sertanejas, debaixo de baraúnas, umbuzeiros e ou mesmo num pé de pau já carcomido de tempo, o encontro com cruzes ladeadas por miniaturas talhadas de mãos, de cabeças, de pernas ou outros membros. São as provas da fé, da promessa e da crença na cura.

Em tais locais, também o sinal de que ali, no passado, ou ocorreu uma tragédia ou sua vítima jaz entre as areias de seu chão. Assim ocorreu, por exemplo, nas Cruzes dos Soldados, na Estrada Histórica Antônio Conselheiro (Estrada de Curralinho), em Poço Redondo, sertão sergipano.

No local onde os inocentes soldados Zé Vicente e Sisi foram tocaiados e mortos pelos subgrupos de Corisco e Mané Moreno, como cega vingança pela morte do cangaceiro Pau Ferro, a qualquer momento podem ser avistadas as cruzes como marcos da tragédia, mas também os ex-votos ao lado deixados. São muitos os locais dessa instigante fé sertões adentro.

Outro exemplo, também em Poço Redondo, pode ser avistado em frente à igrejinha de São Clemente, na localidade quilombola de São Clemente, cuja antiga sede da propriedade (ao lado da capela) foi palco de uma tragédia de terríveis e indescritíveis dimensões.

Neste local foram mortos, pelas sangrentas mãos de bandoleiros liderados pelo impiedoso e perverso cangaceiro Gato, dois sertanejos: João (o pai Clemente e o irmão Doroteu já haviam sido mortos há instantes atrás na Fazenda Pelada) e Zé Bonitinho.

Saliente-se que estas foram as duas últimas vítimas de uma chacina, num só percurso de ódio e maldade levado a efeito pelo citado Gato, bem como seus acompanhantes, os cangaceiros Azulão, Medalha, Cajueiro e Suspeita.

A cangaceirama, após o sumiço de umas selas e uns arreios enterrados nas proximidades da Fazenda Couro (no lado baiano, logo após um riacho que faz divisa com Sergipe), recebeu ordens de Lampião para seguir no encalço dos responsáveis (Temístocles e um amigo) pela entrega dos couros à polícia baiana.

Mas toda perseguição ocorreu no lado sergipano, nas terras de Poço Redondo. Ordens recebidas, Gato e seus sequazes partiram com odiosa cegueira e sangrenta voracidade. O problema foi que a vingança passou a ser perpetrada contra qualquer sertanejo que fosse encontrado sozinho ou em suas casinholas de meio de mato.

Sete sertanejos foram mortos, sendo que dois destes na Fazenda São Clemente, último ponto de sangria da fúria animalesca dos bandoleiros. Os últimos vitimados foram Zé Bonitinho, um doidinho que morava na região, e João de Clemente, trazido à força enquanto seu pai e seu irmão jaziam mortos logo atrás.

Zé Bonitinho, encontrado nos beirais da estrada e forçado a seguir a fúria, teve a cabeça decepada num batente, enquanto João foi morto a tiros e já quando os animalescos cangaceiros haviam se dado “por satisfeitos”. Os dois foram enterrados próximo ao local da tragédia, pois seus corpos sepultados debaixo de um pé de pau defronte à capelinha.

Ainda hoje o visitante encontra o exato local dos sepultamentos, vez que há cumes de terra e pedras espalhadas acima e ao redor. E também ex-votos, figuras antigas de santos, restos de molduras e outras demonstrações de devoção e de promessas feitas perante os inocentes sertanejos ali sepultados. O mês era junho, o ano era 1932.

Oitenta e nove anos depois, nas sepulturas e nos ex-votos as marcas da tragédia e também da devoção aos vitimados pelo impiedoso cangaço. Ao largo dos anos, contudo, a dor familiar foi sendo alentada pelo conterrâneo sertanejo e os mistérios de sua fé. Aqueles mortos, por terem sido vitimados em inocência, foram como que santificados pela crença sertaneja.

Uma fé nascida da dor, transformada em devoção e cativada na certeza da intercessão daqueles que ali repousam para a eternidade. Daí que vela são acesas, promessas são feitas, ex-votos são colocados ao lado das cruzes. E se assim acontece, no sertanejo a certeza de um poder maior além dos túmulos.

 
Escritor
blograngel-sertao.blogspot.com


GENIVAL LACERDA, REI DO DUPLO SENTIDO, MORRE AOS 89 ANOS DE COVID-19 NO RECIFE

https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2021/01/genival-lacerda-rei-do-duplo-sentido-morre-aos-89-anos-de-covid-19-no-recife.shtml 

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MACACOS E CANGACEIROS.

 Por Cabo PMPR-RR Francisco Carlos Jorge de Oliveira


Meus amigos deste grupo.

Quero que prestem atenção.

Não vou ofender ninguém.

Pois não é a minha intenção.

Vamos todos questionar.

Dando exemplos e opinar.

Das façanhas de Lampião.

Vamos travar um debate.

Sendo franco e verdadeiro.

Provando com detalhes.

E mostrando ao companheiro.

Quem eram os mais valentes.

Estúpidos ou inteligentes.

Os Volantes ou Cangaceiros.

Todos sabem que foi no Nordeste brasileiro, a região onde ocorreram os maiores conflitos revolucionários da história do Brasil. Após o crudelíssimo massacre do povo de Antônio Conselheiro na guerra de Canudos pelas tropas federais gaúchas vindas do Sul sob a comando do bravo e audaz Coronel Artur Oscar convocadas pelo presidente Prudente de morais, um dos fenômenos sociais de maior repercussão foi a saga “Cangaço” tendo como precursor Antônio Silvino “rifle de ouro”, depois Sinhô Pereira e por fim o mais cruel e sanguinário bandido de todos os tempos que o país já conheceu que foi Virgulino Ferreira da Silva o famigerado Lampião, abatido pelos valentes policiais da Força Volante Alagoana comandada pelo intrépido Tenente João Bezerra, em um prélio ocorrido na Grota de Angicos na manhã do dia 28 de Julho de 1938 onde foram mortos onze cangaceiros digo; bandidos fora da lei, o resto do bando fugiram apavorados em meio ás caatingas ainda molhada de orvalho, do lado militar houve só uma baixa, o bravo soldado Adrião que tombou no início da refrega, regando o solo árido e rochoso com seu precioso sangue de herói.

Bem como o tema é cangaço, vamos analisar a historia e os fatos ocorridos na época. Os cangaceiros eram homens do interior, caboclos que conheciam palmo a palmo as caatingas, sua geografia, as plantas, frutos, folhas, caule e raízes além da flora, ainda as inúmeras trilhas, veredas, esconderijos, olhos d’água, caldeirões, rios, riachos e cacimbas, a fauna enfim; todos os recursos que o bioma lhes oferecia. Os bandos dos Bandidos eram compostos por vários elementos selváticos que eram índios, vaqueiros, garimpeiros, pescadores, caçadores e demais caboclos que eram nascidos no sertão e entravam no bando de Lampião para não morrer de fome, por vingança, por não ter outra opção ou para não ser preso pela policia por cometer algum tipo de crime.

Para manterem seu bando, deram início a cruel saga sangrenta, cumprindo ordens de interesses de alguns Coronéis fazendeiros, grandes latifundiário e de políticos influentes da região. E foi assim que os cangaceiros começaram a disseminar o terror nas pequenas cidades, vilas, povoados, fazendas e pequenas propriedades rurais, saqueando, assassinando, roubando e cometendo os mais diversos tipos de atrocidades que se possam imaginar, deixando um rastro de sangue e dor por onde passavam.

Como nos dias de hoje, naquele tempo os governantes não davam o devido valor á vida humana, então para resolver o problema cangaço, eles recrutavam nas capitais e grandes cidades para entrar nas fileiras da policia militar qualquer jovem ou cidadão de aparência saudável que se encontrava desempregado, que no átimo agarravam sem pensar essa oportunidade, e sem um treinamento adequado recebiam o fardamento, munição e equipamentos, e vinham nos caminhões para o interior e sem a menor noção do perigo que corriam, sob o comando de um também laico, como gado caminhando para o abatedouro, adentravam nas caatingas a procura dos bandidos onde nas emboscadas eram dizimados pelos bandidos nos longínquos sertões.

Bem diz um ditado farroupilha “De tanto ir ao arroio, um dia o pote volta quebrado”, então depois de inúmeras vitorias do Bandido Lampião em confronto com os inofensivos macacos da cidade, talvez por cobrança das mídias internacionais ou mesmo compaixão e piedade a inteligência Militar o Exercito Brasileiro procurou frustrar e colocar um ponto final na alegria sádica do Capitão Cangaceiro. Começou então a recrutar e treinar sertanejos da região que tinham os mesmos conhecimentos e traquejo dos bandidos ah! Foi aí que a coisa arroxou, então já nos primeiros confrontos começaram a surgir as primeiras baixas no lado dos foras da lei. Daí o combate ficou de igual pra igual, os soldados já não eram mais surpreendidos e não caiam nas emboscadas, porem usavam a mesma estratégia dos bandidos que eram atocaiados e mortos nas ciladas preparadas pelos volantes.

Lampião abateu em luta e na maior parte covardemente muitos praças, graduados e oficiais da Força Volante, mas como todos sabem o final da historia, o celebre meliante foi abatido sem piedade em uma estratégia de guerrilha “ cilada” sem ter chance de reação, como fez com tantos infelizes sob a mira de seu fuzil assassino.

“Tem muita gente que não gosta de “macaco” Policial Militar, eu respeito democraticamente a postura deles, mas defendo minha classe e digo: “POLÍCIA É POLÍCIA e bandido é bandido”, é uma opção, tem gente que gosta de polícia e também quem gosta de bandido. Aliás, só pra clarear a memória dos que gostam de cangaceiro, Lampião e seus comparsas já foram macacos também, eles foram convocados pelo Padre Cícero Romão e recrutados por Floro Bartolomeu para fazerem parte do Batalhão Patriótico para combater a Coluna Prestes, Lampião e seus cabras vestiram fardas e ganharam patentes, também armamento moderno munições e equipamentos sofisticados do governo. Ele só voltou a vida de bandido porque alguns Estados do Nordeste se recusaram a reconhecer e não aceitaram sua patente e autoridade militar, dizendo que se atravessassem as suas fronteiras e adentrassem em suas jurisdições seriam todos recebidos à balas, diante de tal fato o rei do cangaço enfurecido mandou todo mundo pra baixa da égua e se embrenhou em meio às caatingas tomando rumo ignorado. Sem querer ofender ninguém, mas quem nasceu para ser tapete jamais será uma cortina.

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VILLA BELLA, OS PEREIRAS E OUTRAS HISTÓRIAS

 Por Anildomá Willans

Já está disponível no MUSEU DO CANGAÇO, em Serra Talhada, o livro de Luiz Wilson. A primeira edição foi lançada em 1974, e em 2018, o Brasil ganha uma nova edição.

O texto original foi mantido, apenas duas correções, complementos e notas. Vila Bela, sua gente, suas histórias, o cangaço, pedra do Reino, sedição de Exu, suas fazendas e famílias tradicionais: Magalhães, Nogueira, Godoy, Soares, Ferraz, Lopes Diniz, Alves Carvalho, Gomes de Sá, Pereira da Silva, Nunes, Nunes de Barros, Campos, Rodrigues Nascimento, Timóteo, Gonçalves Lima, tudo isso, faz parte da leitura gostosa e leve do contador de história, novamente, o historiador, genealogista, memorialista que foi Luís Wilson de Sá Ferraz, vilabelense (serra-talhadense), pajeuzeiro, de modo que sua obra VILA BELA OS PEREIRAS E OUTRAS HISTÓRIAS, continuará merecedora de muitas citações por todos que escrevem e falam do nosso sertão pernambucano, por suas informações primárias, inclusive, algumas novas contempladas nesta segunda edição. Uma referência na história do sertão e porque não dizer da história de Pernambuco.

Serviço:

MUSEU DO CANGAÇO.

Estação do Forró, antiga Estação Ferroviária.

Serra Talhada/PE.

Tel (87) 3831 3860 e (87) 99916-5897

https://www.facebook.com/josemendespereira.mendes.5/

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FAZENDA DO GRAVATÁ

Poesia de Conrado Matos


Existiu um vaqueiro

Na fazenda dos Torres

Um vaqueiro trigueiro

Respeitado no Gravatá

Vivia o tempo aboiar

Lembro das mangueiras

Das águas escuras de lá

Os cavalos e a porteira

A gamela, o pé de araçá

A goiabeira e bananeira

A casa de telheiro

O cheiro da caatingueira

O queijo de coalho

Coxo, sela e chocalho

Tempos de meninice

Pé de moita, pé de juá

Nunca deixo de lembrar

Daquela grande boiada

Da Fazenda do Gravatá

Entre Poção e Canhoba

Onde vivi a caminhar.


Conrado Matos - Psicanalista,

Poeta, Filósofo e Escritor.

Salvador, 7 de Janeiro de 2021.

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PAPO AMARELO - O PRIMEIRO TIRO

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Camilo Melo

Curta metragem de Anildomá Willans de Souza que conta os eventos iniciais da história de Virgolino Ferreira e seus irmãos que desencadearam sua entrada no cangaço. (Filme completo) (Full Movie) Uma produção da Fundação Cultural Cabras de Lampião. Direção de fotografia:

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quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

DADÁ BATIA EM CORISCO ASSIM DISSE VELOCIDADE AO CORREIO DO SERTÃO

 Por Adelson Mota

Isso não aconteceu. Velocidade II mentiu e o jornal pode ter aproveitado esse depoimento de Velocidade, que Dadá batia em Corisco e o ameaçava se não a obedecesse.



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ALVÍSSSARAS PARA NÓS SERTANEJOS

 Clerisvaldo B. Chagas, 6 de janeiro de 2021

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 2.445


O município de Dois Riachos entrou com o pé direito no Ano Novo. A intensa remodelação nos currais da sua feira de gado, foi uma vitória espetacular para a maior feira do gênero no Nordeste. Esta feira, onde se negocia mais de um milhão de reais, tem sido a principal fonte de renda da localidade que recebe visitas constantes de inúmeros compradores e vendedores de Alagoas, Sergipe, Pernambuco e até mesmo da Bahia. A nova estrutura da feira, além de permitir mais conforto para animais e humanos, tem a capacidade de ampliar significativamente sua capacidade receptiva e financeira, onde novos empreendimentos dentro da agropecuária podem atingir.  A circulação das finanças na cidade e no município assegura um sem número de benefícios de infraestrutura e sociais da Terra da Jogadora Marta.

Outro grandioso presente do governo estadual, é o anúncio do asfaltamento entre a BR-316 e o principal povoado do município, o Pai Mané, ponto turístico onde está implantado o famoso açude construído pelo DNOCS, tão famoso quanto o povoado. Duas ferramentas importantes para que a cidade e o município possam alavancar o progresso, definitivamente.

Santana do Ipanema que também ganhará dois presentes para o seu desenvolvimento, complementar-se-á com Dois Riachos na pecuária, quando for construído o matadouro moderno para Santana e para a região. Como disse o próprio governador, construir um matadouro avançado não é tarefa fácil, sendo caso de alta complexidade, como o Matadouro de Viçosa que está sendo terminado após muito tempo de trabalho.

O convênio entre o estado e o município de Santana do Ipanema, irá fazer com que o matadouro seja regional, onde mais de 8 municípios venham abater seus animais. Terá uma capacidade de abater mais de cem reses/dia e permitirá a circulação de muito dinheiro no comércio, além de outros benefícios como empregos, higiene e preservação do entorno. Ainda não existe data para o início da construção. O outro presente será a prometida estrada asfaltada cidade de Carneiros a Santana do Ipanema que deverá ser ligada de Carneiros à Al-130. Indiretamente, Santana ainda se beneficiará da duplicação de estradas Arapiraca – Delmiro Gouveia. E com os planos do governo de asfaltar os acessos a povoados e zona rural, quem sabe se Pedra d’Água dos Alexandre, São Félix e São Raimundo não estarão dentro desses planos!

CURRAL DO GADO DE DOIS RIACHOS  (FOTO: AGÊNCIA ALAGOAS).



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LAMPIÃO - O HOMEM, O CANGACEIRO, O MITO

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=t4xBzW7lT5g&ab_channel=AderbalNogueira-Canga%C3%A7o

Palestra de Manoel Severo, em 11 de agosto de 2018, no Café Patriota, Fortaleza (CE).

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VIRGULINO NÃO PEDIU PARA SER LAMPIÃO - AS INJUSTIÇAS COM A FAMÍLIA FERREIRA

 Por Histórias do Nordeste

https://www.youtube.com/watch?v=zAjgJOHgVl4&ab_channel=Hist%C3%B3riasDoNordeste

Olá, pessoal! Tudo Bem? Esperamos que sim. Nesse vídeo Seu José fala sobre as injustiças e circunstâncias que levaram Virgulino a virar cangaceiro, passando a se chamar Lampião. Tomara que goste. 

Em breve teremos um site, onde você poderá ler e assistir muito mais conteúdo sobre o cangaço. 

Abraços!

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O ULTIMO IRMÃO DE LAMPIÃO NO CANGAÇO EZEQUIEL O PONTO FINO

Por Na Rota Do Cangaço
 https://www.youtube.com/watch?v=ODy8Errn5JI&ab_channel=NaRotaDoCanga%C3%A7o

Um dos mais ferrenhos combates de Lampião na Bahia aconteceu em Paulo Afonso, no povoado Baixa do Boi. Nesse confronto morreu, a principio, 16 soldados e o irmão mais novo de Lampião, Ezequiel Ferreira o Ponto fino. Imagens ilustrativas, porem são da época do cangaço. Vídeo: Benjamin Abrahão Link para participar do grupo do facebook Na Rota Do Cangaço. http://bit.ly/grupo_Na-Rota-do-Cangaço

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DOMINGUINHOS NO PROGRAMA LERUAITE DO FALCÃO

 Por Velton Rocha

https://www.youtube.com/watch?v=p7C91IylpAI&ab_channel=VeltonRocha

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