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terça-feira, 10 de agosto de 2021

HISTÓRIAS DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

Por Beto Rueda

A história de Gitel Khalil que inspirou uma das mais comoventes cenas do filme "A Lista de Schindler".

Gitel (Jenya) Khalil foi uma menina judia-polonesa nascida em Dobrova Tarnowska, seus pais eram judeus-poloneses, Eva e David Hil. Ela estava presa no gueto de Cracóvia e, para a sua segurança, foi deixada com uma tia que era uma médica do gueto, enquanto seus pais dali escaparam em 13 de março de 1943 durante o esvaziamento deste. A pequena Gitel se escondeu dos nazistas enquanto eram reunidos idosos, doentes e crianças para deportação para os campos de extermínio de Flasov, Auschwitz-Birkenau e Belzitz.

A pena para quem fosse localizado escondido era a morte. Infelizmente isso pode ter acontecido com Gitel, cujos detalhes não se conhecem. Sua mãe também foi assassinada no mesmo dia em circunstâncias desconhecidas. Seu pai foi morto em 1944 ao tentar escapar do Gueto de Tarnov.

Gital tinha 3 ou 4 anos de idade e era conhecida no gueto por usar um casaco vermelho brilhante. Ela inspirou a garota "Red Jenya ′′ ou simplesmente ′′Little Girl in the Red Coat′′ do filme "A lista de Schindler", filmado todo preto e branco, e a única cor que foi levado nele, foi o casaco vermelho da pequena Gitel.

#fotosevideosantigos

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Nota: Ao ver a foto desta criança o meu "EU" entristeceu muito, e minha pressão subiu. Que pena! Como o homem é desumano!Tão cheia de esperança! Esta é a vontade do nosso presidente, que todos sejam enviados para os campos de extermínio. 

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ROTA DO CANGAÇO - FAZENDA MUNDO NOVO, UM COITO DE LAMPIÃO

Por Sálvio Siqueira. O Vídeo do Aderbal Nogueira 

- https://www.youtube.com/watch?v=jtAC0bTyd90&ab_channel=AderbalNogueira-Canga%C3%A7o

Para descansar, reabastecer e fugir da perseguição das volantes, o "rei dos cangaceiros", dentro da sua extensa malha de colaboradores, tinha os 'coroneis' donos das fazendas que lhes davam guarida. Sem esse e outros apoios de comerciantes, políticos e militares, jamais Lampião teria conseguido permanecer vivo e aterrorizando o Sertão nordestino por quase vinte anos.

Nosso amigo, o pesquisador cearense Aderbal Nogueira , na sua incansável busca pelos rastros das personagens históricas nos presenteia com um dos "coitos de Lampião" desconhecido para a maioria dos pesquisadores na fazenda Mundo Novo, no município de Canindé do São Francisco em Sergipe.

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FILHA DE MANÉ FÉLIX COITEIRO DE LAMPIÃO.

 Por Rangel Alves da Costa

AO LADO DE JULIETA DE MANÉ FÉLIX, COITEIRO-MAIOR DO CANGAÇO DE LAMPIÃO. A filha e o retrato do pai. Nesta segunda 09/08, ao lado do pesquisador e visitante Paulo Marinho, passando para um abraço e um dedim de prosa com a amiga Julieta, filha do saudoso poço-redondense Mané Félix. 

A importância das raízes coiteiras ainda tão presentes na vida de Poço Redondo.

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CONFIRMAÇÃO DO EDINHO VIOLEIRO NO PROGRAM RICARDO RIBEIRO.

 Por Ricardo Ribeiro

Visita rápida hoje nos altos estúdios da Caipirona Mogi ... Edinho Violeiro menino de ouro. Confirmando que na sexta feira 13/08 estará aqui no programa Ricardo Ribeiro e VOCÊ das 19hrs as 21hrs ... Ouçam com a gente, CAIPIRONA 100% sertaneja.

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segunda-feira, 9 de agosto de 2021

ANTONINO SALDANHA: DA SÉRIE “INQUILINOS ILUSTRES DA CADEIA VELHA E POMBAL”

 Por José Tavares

Cadeia antiga de Pombal

Fazendeiros do município de Brejo do Cruz, Antonino da Silva Saldanha e seu primo Joaquim (Quinca) da Silva Saldanha, inimigos políticos e pessoais, travavam o mais renhido conflito armado do alto sertão paraibano. Após ter sua Fazenda Palha reduzida a cinzas em consequência de um ataque do inimigo, Antonino decide ir residir no vizinho município de Catolé do Rocha, na Fazenda Santana, distante do seu contendor e próxima as propriedades dos seus amigos e correligionários da família Suassuna. Pouco tempo depois, Antonino junto aos seus asseclas invadem e incendeiam as Fazendas Nova Aldeia, Bom Sucesso e Nova Esperança, propriedades de Quinca Saldanha

Em 27 de maio de 1911, foi a vez de Quinca Saldanha ir à forra, no histórico episódio que ficou mais conhecido como “O Fogo de Santana” ( https://www.liberdadepb.com.br/no-tempo-do-cangaco-quinca-saldanha-x-antonino-saldanha-e-o-fogo-de-santana/). Na manhã daquele fatídico dia, Quinca Saldanha, à frente de um grupo jagunços, invadiu a Fazenda Santana, cercou a casa sede, abrindo intenso fogo, no que respondido pelos ocupantes da casa, que além do próprio Antonino, contava com seis homens de sua extrema confiança. Esta refrega terminou com um saldo de 7 mortos, sendo 2 do lado de Antonino, inclusive um vaqueiro que foi atingido por uma bala perdida, o outro, dizia-se, teria sido morto pelo próprio Antonino que desconfiou de traição do companheiro. Quinca Saldanha saiu com cinco homem a menos, que ficaram estirados sem vida no terreiro do seu velho inimigo.

Quinca Saldanha

Naquela época, as hegemonias política dos vizinhos municípios de Catolé do Rocha e Brejo do Cruz eram disputas por duas forças antagônicas, cujos grupos eram comandados pelo coronel Valdevino Lobo Ferreira Maia e seu primo coronel Francisco Hermenegildo Maia de Vasconcelos (coronel Francisco Maia). Quinca Saldanha e seus irmãos, Benedito e Plinio (Marinheiro), eram ligados politicamente ao grupo do coronel Valdevino Lobo. Antonino Saldanha juntamente com os irmãos Suassuna, liderados pelo influente advogado João Suassuna, que mais tarde vem a ocupar o Presidente do Estado da Paraíba, integravam o grupo do coronel Francisco Maia.

Por conta do “Fogo de Santana”, foram instaurados processos criminais contra Antonino e Quinca Saldanha, sendo que o primeiro foi preso pelo tenente Genuíno Bezerra e, por medida de segurança conduzido para a cadeia de Pombal. Contra Antonino havia ainda outro processo em aberto em Patu, no vizinho Estado do Rio Grande do Norte, por uma tentativa de assassinato naquela comarca, ocorrida em 1908.

O processo contra Antonino Saldanha foi desaforado de Catolé do Rocha para julgamento na comarca de Sousa/PB. A sua defesa foi patrocinada pelos advogados João Suassuna e João Vieira Carneiro O réu foi absolvido por unanimidade, porém, em vez de colocá-lo em liberdade, o juiz determinou que ele fosse transferido para a cadeia de Patu, a fim de responder ao processo que estava em aberto naquela comarca.

Quando Antonino era conduzido para o Rio Grande do Norte, a escolta foi bruscamente surpreendida por um grupo de homens fortemente armados, que resgataram o preso. Esta versão oficial foi contestada de forma veemente pelo coronel Valdevino Lobo. Segundo o coronel, não houve esse ataque. Na verdade, o preso teria sido libertado graças a uma ardilosa tramoia planejada pelos irmãos Pio e Anacleto Suassuna, delegado e subdelegado de Catolé do Rocha, com a conivência do chefe político coronel Maia: “Na ocasião em que Antonino seguia escoltado para o vizinho Estado, em um lugar previamente combinado com a escolta, fugiu tomando um bom cavalo que o aguardava.” 

José Tavares de Araujo Neto

Pelo episódio ocorrido na Fazenda Santana, em 10 de julho de 1914, Quinca Saldanha foi submetido a julgamento na Comarca de Pombal, sendo igualmente absolvido por unanimidade. Atuaram na defesa os advogados Cavalcanti Mello e João Vieira Carneiro, que também havia defendido Antonino Saldanha. João Vieira Carneiro (Joca Carneiro) foi presidente da Câmara dos Vereadores de Pombal. Era pai do ex-prefeito e ex-deputado federal Janduhy Carneiro e do ex-governador da Paraíba e ex-senador Rui Carneiro.

Em fevereiro de 1922, quando os cangaceiros, sob o comando de Sinhô Pereira e Ulisses Liberato de Alencar, vieram assaltar a fazenda Dois Riachos, propriedade do coronel Valdevino Lobo, o bando se dividiu estrategicamente em dois grupos, sendo que um deles pernoitou na fazenda Maniçoba, de Pio Suassuna, e o outro na Fazenda Santana, de Antonino Saldanha, ambas localizadas no atual município de Riacho dos Cavalos, na época pertencente a Catolé do Rocha.

O fazendeiro Janduy Suassuna Saldanha, que por duas vezes foi prefeito da Cidade de Riacho dos Cavalos (PB), representa uma prova inconteste boas relações mantidas entre Antonino Saldanha e a família Suassuna, já que ele era neto de Antonino Saldanha pelo lado materno e neto de Pio Suassuna pelo lado paterno, fruto da união matrimonial entre Francisca da Silva Saldanha e Américo Suassuna.

José Tavares de Araujo Neto, Pesquisador - Pombal PB

 https://cariricangaco.blogspot.com/2021/08/antonino-saldanha-da-serie-inquilinos.html

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CRUZ NA GROTA DO ANGICO

 Por Paulo Britto

Primeira cruz em homenagem aos cangaceiros mortos, Lampião, Maria Bonita e mais 9 companheiros, em 28 de julho de 1938, na Grota do Riacho Angico, na Fazenda Forquilha, hoje, município de Poço Redondo, SE.

Colocada pelo comandante da tropa que deu cabo do "rei dos cangaceiros", João Bezerra da Silva.

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LIVE CABRAS DE LAMPIÃO

Olá pessoal amanhã tem Live Cabras de Lampião com apresentação de Virgilio Souza

Live no perfil oficial da radio vai vai Brasile Italia FM no Instagram com Participações

Pedro Popoff

Conhecido como Pedro do Cordel 15 anos, ator, cantor, palestrante, fundador da primeira cordelteca de Bauru, Diretor Geral da Comissão Jovem IOV (Organização Internacional de Folclore e Artes Populares)

Anildomá Willans De Souza

Pesquisador e escritor do Cangaço, nascido em Serra Talhada, mesma localidade onde nasceu Lampião, no Sertão do Pajeú, Pernambuco.

Autor dos livros.

A. Lampião, o comandante das caatingas.

B. Nas pegadas de Lampião.

C. Lampião. Nem herói nem bandido. A história.

D. Lampião e o sertão do Pajeú.

E. Xaxado, a dança de guerra dos cangaceiros de Lampião.

Não percam

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93 ANOS DEPOIS, CARTA QUE REPRESENTA RESISTÊNCIA DE MOSSORÓ AO BANDO DO CANGACEIRO LAMPIÃO É ENCONTRADA

 Por Igor Jácome, G1 RN

Robério Santos exibe carta que representa resistência de Mossoró ao bando do cangaceiro Lampião — Foto: Cedida

Documento será entregue ao município do Oeste potiguar neste mês, quando é comemorado o aniversário da batalha entre moradores e o grupo comandado pelo rei do cangaço.

Carta original do prefeito de Mossoró para o cangaceiro Lampião, junto com recorte de jorna da época que fala sobre ela. — Foto: Robério Santos/Cedida

Todos os anos, Mossoró, no Oeste potiguar, se enche de festa no mês de junho. Além de comemorar o período de São João, a cidade relembra através do espetáculo "Chuva de Bala", a resistência do seu povo a Virgulino Ferreira da Silva, o temido Lampião - ato que marcou, para alguns historiadores, o início do declínio daquele que ficou conhecido como rei do cangaço. A batalha aconteceu em 1927 e o bando de cangaceiros saiu fugido da região.

Em 2020, a festa não vai ser realizada por causa da pandemia do novo coronavírus. Mas os pesquisadores do tema estão muito mais entusiasmados pelo encontro de uma carta que foi escrita pelo prefeito coronel Rodolpho Fernandes em resposta ao bando de Lampião. Ela estava endereçada ao coronel Antonio Gurgel, que no momento das negociações, era refém do bando e foi escrita, provavelmente, no próprio dia 13 de junho de 1927, data em o ataque ocorreu.

O documento foi encontrado pelo professor, jornalista e escritor sergipano Robério Santos, que é um entusiasta do assunto e tem seis livros publicados sobre o cangaço. O documento chegou a ele em maio, durante sua pesquisa para a publicação da primeira de uma série de cinco obras que pretende escrever também sobre o tema. A carta será entregue por ele à prefeitura, oficialmente, no próximo dia 13. 

Carta escrita a mão pelo prefeito de Mossoró e enviada a refém de Lampião — Foto: Cedida

Não é possível satisfazer-lhe a remessa dos 400000 (quatro centos contos) que pede, pois não tenho e mesmo no commercio é impossivel de arranjar tal quantia. Ignora-se onde está refugiado o gerente do Banco, Snr. Jayme Guedes, Estamos dispostos a recebe-los na altura em que elles desejarem. Nossa situação oferecce absoluta confiança e inteira segurança.

— Rodolpho Fernandes, prefeito de Mossoró em 1927

Ao G1, o pesquisador afirmou que adquiriu alguns recortes de jornais e outros materiais de uma idosa que mora no Rio de Janeiro e que prefere manter sua identidade em sigilo, mas que é ligada à história do cangaço.

"Ela tinha essa carta há muito tempo, mas não conhecia a importância dela, até porque não estava endereçada diretamente a Lampião. Ela tem muito material. Era uma resposta do prefeito a ele, porque o coronel Gurgel era refém e escreveu a outra carta, pedindo o dinheiro, com uma mensagem ditada pelo Lampião", explicou o pesquisador.

Na mensagem, o prefeito recusa o pedido por 400 contos de réis, feitos por Lampião e diz que a cidade está preparada para responder "à altura" ao ataque dos cangaceiros.

Segundo os pesquisadores o gerente do Banco do Brasil, Jayme Guedes, era genro do coronel Gurgel e havia saído da cidade. Apesar de morar em Natal, o comerciante teria sido feito refém durante uma viagem que fez à região justamente para buscar sua esposa e filhos, ao saber do iminente ataque do grupo. Ao errar o caminho, o carro os levou de encontro ao acampamento dos cangaceiros. O motorista do comerciante teria servido de emissário entre as partes.

Assim como a carta enviada pelo coronel Gurgel ao prefeito, e outra escrita a próprio punho pelo Lampião, a carta encontrada já havia sido citada por jornais da época e em livros importantes sobre o assunto, mas o paradeiro dela era desconhecido, até porque o documento ficou com o próprio bando e não com o município.

"Eu fiquei assustado quando comecei a ler, me levantei imediatamente. Retirei do plástico para fazer uma análise, se era impressão ou se era escrito, e a assinatura. Realmente é uma carta escrita a punho, e na comparação com a assinatura e a escrita do prefeito, são iguais", considerou o pesquisador. "Acho que um documento desse não deve estar em posse de um particular, por isso busquei entrar em contato para devolver a carta a Mossoró", conta.

Jornal da época publicou conteúdo de cartas trocadas entre prefeito de Mossoró e Lampião — Foto: Cedida

Conforme Asclépius Saraiva Cordeiro, diretor do Museu Lauro da Escóssia - nome do jornalista que presenciou e noticiou o ataque do bando de cangaceiros a Mossoró - ao tomar conhecimento da carta por meio de pesquisadores do tema que tiveram contato com Robério, a prefeitura resolveu pagar uma passagem para a ida do pesquisador ao município, quando será realizada a entrega da carta.

"A carta deverá ficar exposta no salão dos grandes atos, no Palácio da Resistência, que era a casa do prefeito e hoje é a sede da prefeitura municipal. Infelizmente não teremos o espetáculo Chuva de Bala neste ano, mas temos um motivo de soltar fogos", considerou.

De acordo com o pesquisador e escritor Geraldo Maia, que é sócio correspondente do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte (IHGRN) e da Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço - SBEC, a carta encontrada seria uma das quatro trocadas entre o grupo que estava com Lampião e o prefeito, ditada pelo cangaceiro e escrita pelo refém coronel Gurgel. Outra missiva foi escrita e assinada pelo próprio Lampião, também respondida pelo prefeito. Ninguém sabe o paradeiro da carta original de Lampião - apesar de haver cópias da original - nem o paradeiro da última resposta. 

Lampião (terceiro da esq. para a dir.) e seu grupo de cangaceiros — Foto: Divulgação/GESP/BBC

Invasão e resistência

Mossoró era uma cidade com pouco mais de 20 mil pessoas - uma cidade grande para a época, que tinha até uma agência do Banco do Brasil - a número 036. De acordo com os pesquisadores, bandos de cangaceiros geralmente não invadiam cidades deste porte. "Era uma coisa inimaginável", afirma Geraldo.

De acordo com os pesquisadores, um fazendeiro que acoitava cangaceiros em suas terras no Ceará, próximo à divisa com Mossoró, ordenou um ataque de Massilon, um cangaceiro que tinha um grupo pequeno, contra inimigos em Apodi, no interior do Rio Grande do Norte. O sucesso no saque à cidade teria despertado a cobiça por Mossoró. Dessa forma, os cangaceiros partiram para convencer Lampião, que não conhecia muito as terras do Rio Grande do Norte, a fazer um ataque conjunto também com o bando de Jararaca.

Ao todo, o grupo de cangaceiros tinha cerca de 80 pessoas. Ao saber das notícias que corriam pelo sertão, o prefeito começou a se preparar para defender o município. "A cidade tinha pouco policiamento, cerca de 10 soldados, então o prefeito se juntou aos comerciantes para fazer uma cota e mandar comprar armas e munições em Fortaleza. Elas ficaram armazenadas na prefeitura para o possível ataque", conta Geraldo.

Uma semana antes do ataque, o grupo com dezenas de cangaceiros entrou no Rio Grande do Norte pela região de Luis Gomes, no Alto Oeste, e arrasou oito municípios por onde passou, até chegar, no dia 12 de junho, a São Sebastião, onde hoje é a cidade de Governador Dix-Sept Rosado. Ainda de acordo com os historiadores, o telégrafo ainda conseguiu enviar uma mensagem a Mossoró, avisando do ataque.

Ao longo do dia, a cidade foi sendo esvaziada, com famílias pegando trem para deixar Mossoró e um grupo de resistência com mais de uma centena de homens começou a se preparar para o ataque. Segundo os estudiosos, era final da tarde do dia 13 quando o bando começou a percorrer as ruas vazias e começou uma trocou tiros durante cerca de duas horas com os moradores resistentes.

O bando acabou fugindo, deixando para trás homens feridos, como o cangaceiro Jararaca, que foi preso, morreu e foi sepultado em Mossoró. O prefeito, que tinha a saúde fragilizada, morreu meses após o ataque.

https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2020/06/02/93-anos-depois-carta-que-representa-resistencia-de-mossoro-ao-bando-do-cangaceiro-lampiao-e-encontrada.ghtml

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CANGAÇO - MANTENDO A HISTÓRIA VIVA

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=b5lp_R1Wrl8&ab_channel=AderbalNogueira-Canga%C3%A7o

Nesse vídeo Jadilson Ferraz, Luiz Emanuel, Marrael Siqueira e Francisco Hiones discorrem sobre o futuro turístico e artístico de Nazaré do Pico e de todas as outras regiões que foram palco das histórias do cangaço. 

Canal - Nazaré, Terra de Valentes https://www.youtube.com/channel/UCQrs... 

Link desse vídeo: https://youtu.be/b5lp_R1Wrl8

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INDICAÇÃO BIBLIOGRÁFICA.

 Por Francisco Pereira Lima

Novo livro na praça.

RAIZES DO CANGAÇO, de Humberto Mesquita. 362 páginas.

Quem desejar adquirir entrar em contato com Professor Pereira Whatsapp 83 9 9911 8286 e ou franpelima@bol.con.br

https://www.facebook.com/photo/?fbid=2945757549026462&set=a.1929416523993908

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MASSILON BENEVIDES LEITE E O ÓDIO DE DÉCIO HOLANDA CONTRA CHICO PINTO

(*) José Romero Araújo Cardoso

Décio Holanda era genro de Tylon Gurgel, homem respeitado na região do Apodi, cujos domínios se efetivavam principalmente em Pedra da Abelha, hoje município de Felipe Guerra (RN).

Cearense de Pereiro, Décio Holanda possuía hábitos e valores nada louváveis, como cultivar ódio em grau exponencial, não conseguindo perdoar desafetos ou pessoas que o desagradassem. Era vingativo ao extremo, movido por verdadeira sede de revanche.

Amigo de ex-comboieiro de nome Massilon Benevides Leite, Décio Holanda foi um dos mentores que fomentaram o aliciamento de séquito de bandidos objetivando atacar Mossoró.

Aurora, no Ceará, um dos redutos dominados pelo poderoso “Coronel” Isaías Arruda, foi outro ponto estratégico de apoio à empreitada que resultou na tentativa audaciosa de ataque à segunda cidade potiguar, em 13 de junho de 1927.

A investida bandoleira contra Mossoró estava prevista para ser realizada no mês de maio, mas quando do início da marcha do bando de Lampião em direção ao Rio Grande do Norte, houve combate em Belém do Rio do Peixe, hoje Uiraúna (PB), resultando em sério revés para o grupo cangaceiro, quando perderam dois importantes membros, pois a torre da igreja havia sido empiquetada. Nesse ínterim, Lampião descobriu ter sido ludibriado. A munição adquirida estava imprestável para uso.

Acatando as ordens do chefe, o bando deu meia-volta e retornou ao Ceará para se refazer do combate desastrosos em Belém do Rio do Peixe, em fazenda do “Coronel” Isaías Arruda, um dos maiores coiteiros de cangaceiros.

A junção de forças, de Lampião e dos demais grupos de cangaceiros que cerraram fileiras com o “rei do cangaço”, com o bando de Massilon estava prevista para acontecer nos primeiros dias do mês de maio, mas devido ao revés ocorrido na Paraíba, ficou absolutamente impossibilitado de acontecer o encontro dos famanazes bandoleiros das caatingas.

Seguindo instruções de Décio Holanda, Massilon e seu bando atacaram Apodi no dia cinco de Maio de 1927. O objetivo era concretizar o ódio devotado pelo irascível genro de Tylon Gurgel contra o chefe político de Apodi.

O “Coronel” Francisco Pinto era um homem que havia colecionado um rosário de inimizades, estando Décio Holanda entre os desafetos mais perigosos. Massilon e seu pequeno bando dominaram facilmente a localidade, exigindo usual tributo e aprisionando sem mais delongas o alvo principal dos atacantes.

Humilhado e conduzido como animal pelas ruas de Apodi, Chico Pinto viu a morte de perto na forma de impressionante punhal arrastado por Massilon para sangrá-lo ali mesmo, na frente de todos, talvez, agindo assim, serviria como aviso para que todos respeitassem Décio Holanda. 

A intervenção oportuna do pároco local foi providencial para evitar o martírio do chefe político apodiense. Era conhecido o respeito que os cangaceiros devotavam aos padres. Naquele dia, Padre Benedito tornou-se o grande herói do Apodi, pois os cangaceiros atenderam ao pedido e deixaram Chico Pinto vivo, não obstante no ano de 1935 ter sido assassinado por questões políticas.

O ataque do bando de Massilon a Apodi, junto com o aviso dado por Joaquim da Silveira Borges e com a carta enviada por Argemiro Liberato de Alencar, de Pombal (PB), destinada ao compadre Rodolfo Fernandes em Mossoró (RN), serviram de aviso para que a inquietude reinasse no peito do bravo chefe político mossoroense de que a iminência de uma invasão cangaceira estava prestes a acontecer a qualquer momento, fato concretizado no mês seguinte quando a audácia de Lampião e seus seguidores chegaram às portas da capital do oeste potiguar exigindo a exorbitante quantia de quatrocentos contos de réis para poupar a cidade de uma invasão violenta. O resultado todos nós sabemos qual foi.

(*) José Romero Araújo Cardoso. Geógrafo. Professor-adjunto da UERN. Mestre em Desenvolvimento e Meio Ambiente. 

http://sertaoinformado.com.br/conteudo.php?id=19519&sec=2&cat=Jos%E9%20Romero

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ROTA DO CANGAÇO - CHEGADA DE LAMPIÃO A MOSSORÓ

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=25NOxKH2HLs&ab_channel=AderbalNogueira-Canga%C3%A7o

Nesse segundo vídeo o pesquisador Geraldo Maia e o historiador Lemuel Rodrigues narram a chegada de Lampião a Mossoró numa brilhante aula de campo. 

Agradecimento especial ao pesquisador e poeta Crispiniano Neto pela música "Bala vai, bala vem", com arranjos de Cláudio Henrique (sanfoneiro) e cantada por Concriz e Ribamar. 

Link desse vídeo: https://youtu.be/25NOxKH2HLs

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UM ATO DE PIEDADE DE CORISCO EM PLENA GUERRA DO CANGAÇO

 Por Na Rota do Cangaço

https://www.youtube.com/watch?v=nIyYeDcivpI&ab_channel=NaRotaDoCanga%C3%A7o

Os presos eram como sonâmbulos daquele pesadelo, sem o direito sequer de escolher o lugar para morrer. Ali estava Joãozinho, o menino rapaz, com dezoito anos, e o coronel Martinho Ferreira um símbolo da resistência de uma geração envelhecida no sofrimento, a todos, descansavam, menos Virgulino Ferreira, à fera indomável dos sertões. Aparta-se do grupo e é acompanhado por Corisco discutem, gesticulam, resolvem, cochicham. Posteriormente liberta os dois prisioneiros.

Fotos ilustrativas de domínio público. Filme de Benjamim Abrahão Botto. Narração Sizinho Junior. Narrativa extraída do livro. LAMPIÃO, O último cangaceiro. De Joaquim Góes.

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CANGAÇO - EU VI CORISCO BALEADO

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=hKLtixgTLOg&t=13s&ab_channel=AderbalNogueira-Canga%C3%A7o

Vídeo onde falo um pouco sobre o cerco a Corisco e Dadá, por Zé Rufino. Depoimento de Dona Isabel Ferreira, que era amiga de Zefinha e foi testemunha dos acontecimentos naquela ocasião. 

Link com Sérgio Dantas, sobre vida e morte de Corisco_parte 1 

https://www.youtube.com/watch?v=dCQnN... 

Link com Liandro Sousa, em Barra do Mendes 

https://www.youtube.com/watch?v=39Y7A...

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domingo, 8 de agosto de 2021

LIVRO DO RUBENS ANTONIO

  Por Edinaldo Marques

https://www.facebook.com/photo/?fbid=5400397820000468&set=a.5228106547229597

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NOVO LIVRO NA PRAÇA SOBRE CANGAÇO

  Por José Mendes Pereira

 

Recentemente o escritor e pesquisador do cangaço Guilherme Machado lançou o seu trabalho sobre o mundo dos cangaceiros com o título "LAMPIÃO E SEUS PRINCIPAIS ALIADOS". 

O livro está recheado com mais de 50 biografias de cangaceiros que atuaram juntamente com o capitão Lampião. 

Eu já recebi o meu e não só recebi, como já o li. Além das biografias, tem fotos de cangaceiros que eu nem imaginava que existiam. São 150 páginas. Excelente narração. Conheça a boa narração que fez o autor. 

Pesquisador Geraldo Júnior

Prefaciado pelo pesquisador do cangaço Geraldo Antônio de Souza Júnior. Tem também a participação do pesquisador Robério Santos escritor e jornalista. Duas feras no que diz respeito aos estudos cangaceiros.

Jornalista Robério Santos

Não deixa de adquiri-lo. Faça o seu pedido com urgência, porque, você sabe muito bem, livros escritos sobre cangaços, são arrebatados pelos leitores e pelos colecionadores. Então cuida logo de adquirir o seu! 

Pesquisador Guilherme Machado

Adquira-o através deste e-mail: 

guilhermemachado60@hotmail.com

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PEÇA LOGO ESTES TRÊS LIVROS PARA VOCÊ NÃO FICAR SEM ELES. LIVROS SOBRE CANGAÇO SÃO ARREBATADOS PELOS COLECIONADORES.

     Por José Mendes Pereira 

A primeira obra é "LAMPIÃO A RAPOSA DAS CAATINGAS" que já está na 5ª. edição, e aborda o fenômeno do cangaço e a vida do maior guerrilheiro das Américas. Um homem que não temeu às autoridades policiais  e muito menos aqueles que lutavam contra a sua pessoa, na intenção de desmoralizá-lo nas suas empreitadas vingativas, e eliminá-lo do solo nordestino. Realmente foi feito o extermínio do homem mais corajoso e mais admirado do Nordeste do Brasil, na madrugada de 28 de julho de 1938, na Grota do Angico, no Estado de Sergipe, mas não em combate, e sim, através de uma emboscada muito bem organizada pelo alagoano tenente João Bezerra da Silva. 


O Segundo livro da trilogia do escritor e pesquisador do cangaço é: "FATOS ASSOMBROSOS DA RECENTE HISTÓRIA DO NORDESTE" com 332 páginas, e um grande acervo de fotos relacionado ao assunto. E para aqueles que gosta de ler e ver fotos em uma leitura irá se sentir realizado com todas as fotos.


O terceiro livro da trilogia também do escritor José Bezerra Lima Irmão é: "CAPÍTULOS DA HISTÓRIA DO NORDESTE" resgata fatos sobre os quais a história oficial silencia ou lhes dá uma versão edulcorada ou distorcida: o "desenvolvimento" do Brasil, o desumano progresso de colonização feito a ferro e fogo, Guerra dos Marcates, Cabanada, Balaiada, Revolução Praieira, Ronco da Abelha, Revolta dos Quebra-Quilos, Sabinada, Revolta de Princesa, as barbáries da Serra do Rodeador e da Pedra do Reino, Guerras de Canudos, Caldeirão e Pau-de-Colher, dando ênfase especial à saga de Zumbi dos Palmares, Invasões Holandesas, Revolução Pernambucana de 1817, Confederação do Equador e Guerras da Independência, incluindo o 2 de Julho, quando o Brasil se tornou de fato independente... São assuntos que dão gostos a gente lê-los.  

Adquira-os com o professor Pereira através deste e-mail: 

franpelima@bol.com.br

ou com o autor através deste g-mail: 

josebezerralima369@gmail.com

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PROGRAMA NAÇÃO NORDESTINA

 Por Conrado Matos

O Programa NAÇÃO NORDESTINA homenageia hoje o Dia dos Pais, dedicando repertórios musicais que marcam a memória dos nossos pais.

FIQUEM LIGADOS MEUS AMIGOS. Neste domingo, 08 de agosto, 08 horas, temos o Programa NAÇÃO NORDESTINA, pela Rádio Aperipê FM 106.1, do Estado de Sergipe. Acordem para assistir. O Programa será todo dedicado ao Dia dos Pais. Aqui nós temos FORRÓ DE VERDADE e entrevistas maravilhosas. Vamos colocar o nosso conhecimento em dia. O Programa é apresentado pelo radialista, Jornalista e pesquisador de cultura nordestina, Paulo Corrêa e a Produtora Cultural Kalina Elisabete. Vocês podem, inicialmente, ouvirem o programa pelo aplicativo Radiosnet, sintonizando Rádio Aperipê FM 106.1. Em seguida, por volta, das 08h20, assistam o programa pela live através do Facebook de Paulo Corrêa.

Conrado Matos - Sócio Honorário do Programa NAÇÃO NORDESTINA, Rádio Aperipê FM 106.1, do Estado de Sergipe. Psicanalista, Poeta e Escritor sergipano, radicado em Salvador.

https://www.facebook.com/josemendespereira.mendes.5?comment_id=client%3A21a96b81-483a-496d-8e97-1ef1fa7b0d85

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REGISTRO DO CANGAÇO

Por Getúlio Moura

A casa e o pé de umbuzeiro são elementos e ou imagens que compõem parte do cenário do episódio denominado: Fogo de Ipueira dos Xavier. Este ocorrido em 02 de fevereiro de 1927. Quando Lampião em combate com a família do Cel. Pedro Xavier, e debaixo desse umbuzeiro ficou em retaguarda e um pouco antes havia sido assassinado, Pedro Vieira, por um dos seus homens por nome de João Balão.

E mais adentro da serra, também mataram Modesto - este que veio avisar da chegada do bando em Ipueira -, e, Lampião sentindo a desvantagem no combate decidiu pela retirada, quando ainda perdeu um dos seus cangaceiros, Tempero, abatido por Dezinho, filho do Cel. Pedro Xavier.

PS. A casa ainda hoje preserva os buracos de balas. Esta fica ao lado da residência onde morou o Cel. Pedro Xavier.

CANGAÇO EM FOCO

Pesquisador: Getúlio Moura.

Contribuição: Francisco Souza (Tiquim)

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CABEÇA DO FUNDADOR DO MUSEU DO SERTÃO DE MOSSORÓ.

 Por José Mendes Pereira


Segundo o professor, escritor e pesquisador do cangaço Benedito Vasconcelos Mendes, me falou certo dia em minha casinhola,  que ela veio para Mossoró transportada em uma carreta. Também pudera! (em Inglês - could also!) só o número de toneladas é de se admirar.

Eu acredito que o meu município de Mossoró ainda não tinha recebido um monumento tão pesado quanto esta cabeça, representando o criador e fundador do Museu do Sertão professor Benedito Vasconcelos Mendes. 

Conheça abaixo o seu escultor e outras informações sobre o monumento. 



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ANGICO

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=kKi3It4_Mys&ab_channel=AderbalNogueira-Canga%C3%A7o

Live transmitida em 18/07/2019

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CIVILIZAÇÃO DA SECA-RELIGIOSIDADE-12. BEATO ZÉ LOURENÇO 1.

 Por Benedito Vasconcelos Mendes

https://www.youtube.com/watch?v=RWhMuIgk68I&ab_channel=BeneditoVasconcelosMendes

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CIVILIZAÇÃO DA SECA-RELIGIOSIDADE-13. BEATO ZÉ LOURENÇO 2.

 Por Benedito Vasconcelos Mendes

https://www.youtube.com/watch?v=99RzsIE99pY&ab_channel=BeneditoVasconcelosMendes

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PEDRO NÉL PEREIRA

 Por José Mendes Pereira

Meu pai foi ex-combatente da guerra de 44.

Pedro Néo Pereira era meu pai nasceu no dia 1º de abril de 1922, e se criou na Fazenda Duarte, propriedade de Francisco Duarte (Chico Duarte) pai do senador Duarte Filho, tendo sido educado por dona Chiquinha Duarte, esposa do fazendeiro. Era filho de Manoel Francisco Pèreira e de Antônia Mendes Pereira. Após o seu casamento continuou sendo morador do fazendeiro, só saindo de lá, quando conseguiu comprar uma pequena propriedade aos herdeiros do fazendeiro. 

Pedro Nél Pereira foi agricultor, suplente de vereador de Mossoró, membro efetivo de dois Conselhos Comunitários de Mossoró, membro efetivo do Sindicado dos Trabalhadores na Lavoura de Mossoró, durante 40 anos, fundador da Capela de São Francisco de Assis em seu Sitio São Francisco, ex-soldado do exército brasileiro em Natal e  ex-combatente da guerra de 1944. Estaria com 103 anos.

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