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quinta-feira, 23 de julho de 2015

ZÉ SERENO - DEPOIMENTOS E RELATOS DE UM EX CANGACEIRO DO BANDO DE LAMPIÃO - PARTE I

Por Geraldo Júnior

Amigos (as) conforme anunciado e prometido, apresento-lhes esse histórico e inédito (Redes Sociais) documentário, onde todos (as) vocês terão a oportunidade de ouvir o depoimento de uma testemunha ocular dos acontecimentos do cangaço e do desfecho final da vida do maior de todos os cangaceiros.

Durante o depoimento o ex-cangaceiro Zé Sereno aborda diversos assuntos relacionados ao tempo em que esteve integrado às hostes cangaceiras de Virgulino Ferreira "Lampião", entre os assuntos comentados estão alguns combates que foram travados contra Forças Policiais Volantes, emboscadas, personagens importantes, a rotina do grupo, as últimas horas de vida de Lampião, o ataque da Volante Alagoana e como não poderia faltar... a questão do veneno (Envenenamento).

Esses e outros assuntos vocês ouvirão no documentário a seguir.

ASSISTAM!!!!!

Fonte: facebook
Página: Geraldo Antônio de Souza Júnior (Administrador)

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VISITA AO LOCAL DA PRISÃO DO CANGACEIRO ANTÔNIO SILVINO.


Publicado em 17 de setembro de 2014

Neste documentário você irá conhecer a antiga fazenda do Senhor Joaquim Pedro localizada no sítio Lagoa da Laje (no município de Frei Miguelinho, antes pertencente a Taquaritinga do Norte, no Agreste pernambucano), onde há cerca de 100 anos atrás ocorrera neste local a prisão do famoso cangaceiro Manoel Batista de Morais o famoso 

cabaceiraspb.weebly.com

"Antônio Silvino" o "Rifle de Ouro", em 28 de novembro de 1914, pelo alferes da polícia de Pernambuco Teófanes Torres.

Categoria: Animais
Licença: Licença padrão do YouTube

Vídeo adquirido no Youtube

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A MULHER NO CANGAÇO, 1976

https://www.youtube.com/watch?v=g6n2ia1Bb04&feature=share

Publicado em 7 de fevereiro de 2014

"Documentário (com cenas reconstituídas) sobre algumas das mais de 50 mulheres que estiveram no cangaço. 

Dadá e seu companheiro Corisco

Destaque para Dadá (Sérgia Ribeiro, mulher do cangaceiro Corisco), e ela relembra o dia em que foi raptada pelo cangaceiro Corisco.

Última fila Sila à esquerda ao lado de Zé Sereno, Adília ao lado de Canário

Sila (mulher de Zé Sereno) e ela conta que teve que doar o filho, cujo parto foi feito por Maria Bonita, pois não dava para criar um bebê devido a peregrinação do bando pelas caatingas e sertões. 

Adília (mulher de Canário) conta que encontrou na companhia do marido, Canário, a liberdade que o pai lhe negava."

João de Sousa Lima e a ex-cangaceira Maria de Juriti

Maria do cangaceiro Juriti se recusou a participar do filme. 

No local, há dias que o rei do cangaço e seu respeitado bando estavam com acampamentos armados, e infelizmente não tiveram sorte, as volantes os cercaram e chacinaram 11 dos 34 cangaceiros que lá se encontravam.

Documentário exibido em 1976 no Globo Repórter da TV Globo, com cenas gravadas no povoado de Sítios Novos, do município de Poço Redondo, no Estado de Sergipe terras onde Lampião, Maria Bonita e mais nove cangaceiros perderam as vidas.

Dados técnicos do documentário: 

Categoria: Educação:
Licença: Licença padrão do YouTube


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JUNIOR ALMEIDA: A VOLTA DO REI DO CANGAÇO NO FESTIVAL DE INVERNO DE GARANHUNS


Eu fui presenteado com esta obra pelo autor Júnior Almeida, e já iniciei a leitura. Nela, são revelados fatos que aconteceram no "Instituto Nina Rodrigues", e que são fatos gravíssimos. 

Não deixe de adquiri-la, para você saber o que aconteceu com o material genético dos cangaceiros mortos na madrugada de 28 de julho de 1938, lá na Grota de Angico, no Estado de Sergipe, e mais outros assuntos do seu interesse. 

Não deixe para depois, vez que livros escritos sobre "Cangaço" são arrebatados por leitores, escritores e pesquisadores, principalmente pelos colecionadores, e você poderá ficar sem ele.

O livro custa 45,00 Reais, e basta clicar no link abaixo e pedir o seu.

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MAIS PONTOS DE VENDA EM CAPOEIRAS

Amigos, nosso trabalho, A VOLTA DO REI DO CANGAÇO, além vendido direto por mim, no MERCADO ALMEIDA JUNIOR E também pode ser encontrado na PAPELARIA AQUARELA, ao lado do Correio, também na PANIFICADORA MODELO, com Ariselmo e Alessilda e no MERCADO POPULAR, de Daniel Claudino Daniel Claudino e Gicele Santos.

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LAMPIÃO DE MOCINHO A BANDIDO


NOVO LIVRO CONTA A SAGA DA VALENTE SERRINHA DO CATIMBAU

O professor e historiador Antônio Vilela está lançando seu novo livro sobre o cangaço: "Lampião De Mocinho a Bandido - A saga de Serrinha do Catimbau contra o Cangaço".  

O autor está comercializando seu livro em vários pontos da cidade durante o Festival de Inverno de Garanhuns, depois fará uma série de lançamentos na região, até em cidades do Rio Grande do Norte, Alagoas e Paraíba.

No lançamento do livro do amigo Vilela, Lampião de Mocinho a Bandido, na Praça da Palavra em Garanhuns, PE

O novo livro de Vilela foi produzido na Editora Bagaço, em Recife, e tem orelhas escritas por Jairo Luiz, sócio da SBEC - Sociedade Brasileira para o Estudo do Cangaço.

O novo Lampião, é um exemplar obrigatório para quem quer saber mais sobre as histórias dos cangaceiros.

Sinceramente, o melhor trabalho de Antônio Vilela, em todos os sentidos, pesquisa, escrita e edição.

Adquira logo o seu, antes que os colecionadores venham invadir a estante do autor. 

Peça-o através 
deste e-mail: incrivelmundo@hotmail.com

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LAMPIÃO, CONHAQUE E CARNE-DE-SOL (IV)

Por Clerisvaldo B. Chagas, 23 de julho de 2015 - Crônica Nº 1.456

23.07.1938. (Sábado).

O leitor viu que Lampião acampou na grota, cedinho, do dia 21. Mandou chamar o futuro coiteiro Durval, no dia 22 e com ele conversou. Você viu também que Virgolino atravessara o rio com 18 pessoas acomodadas em três canoas. Quando acampou foi com quarenta pessoas, supondo-se que outros subgrupos aguardavam nas imediações.


Naquele sábado, porém, dia 23 de julho de 1938, faltando apenas cinco dias para o seu fim, o chefe do bando aguarda a volta de Durval no esconderijo daquela grota na fazenda Angicos.

“Durval mata os bois e nada diz ao irmão Zezé e nem a ninguém. Após a matança, à tardinha, Durval volta ao coito, como Lampião pedira. Lampião pergunta por notícias dos macacos. Ele diz que não tinha ido falar de nada. Lampião indaga se conhece o tenente Bezerra. Responde que conhece muito.

─ Você conhece um homem chamado Pedro de Cândido?

─ É meu irmão.

─ Seu irmão?

─ É meu irmão.

─ Ah, tá certo!

Lampião diz que abateu uma cabra para comer. Mostra o couro e diz que tudo que utilizar na fazenda será pago. Encomenda a Durval boa manta de carne-de-sol, 01 cantil e 06 litros de conhaque marca ‘Cavalinho’.

Durval teve medo de olheiros e recusou o pedido das compras fora à carne. Lampião mandou que ele procurasse o coiteiro Erasmo Félix, irmão de outros coiteiros: Manoel e João Félix”.

O jogo ativo da espionagem é grande por parte de todos: cangaceiros, coiteiros e volantes. Os coiteiros não podiam vacilar em nenhum momento, pois poderiam ser trucidados por cangaceiros ou pelas volantes de olho no rio.

·         Narrativa baseada no livro: CHAGAS, Clerisvaldo B. & FAUSTO, Marcello. Lampião em Alagoas. Maceió, Grafmarques, 2012.

Continua amanhã.


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O CABELEIRA de Franklin Távora


Publicado pela Editora Três em 1973

Capa de boa qualidade - Preço 11,00 Reais
Peça o seu! Eu tenho esta obra e a adquiri no lançamento em 1973.

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quarta-feira, 22 de julho de 2015

ESTOU VOLTANDO PRA CASA

Por Benedito Vasconcelos Mendes
22/07/15 22:37:50

Prezados amigos e amigas, 

hoje iniciei o tratamento de manutenção para desinflamar a Hipófise, portanto já estou de alta. Viajarei na próxima sexta-feira à Mossoró. 

Hoje completou 32 dias que estou em Fortaleza, mas graças a Deus estou praticamente curado. Posso fazer tudo, dirigir, trabalhar, viajar, mas de 15 em 15 dias tenho que fazer acompanhamento laboratorial em Fortaleza. 

Muito obrigado pelas orações, embora eu saiba que o pagamento será feito por Deus. 

Um fraternal abraço. 
Benedito Vasconcelos Mendes.

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A MORTE DE EZEQUIEL FERREIRA (PONTO FINO) IRMÃO DE LAMPIÃO


Por: Ângelo Osmiro (Fortaleza-CE)

Ezequiel Ferreira era exímio atirador, daí o apelido de " Ponto Fino". Irmão mais novo de Lampião, seria o último a entrar no cangaço, isso por volta de 1927, com menos de 18 anos de idade, permanecendo, até por volta de 1931.

A volante comandada pelo tenente ARSÊNIO, tendo obtido informações de que os cangaceiros estariam numa fazenda próxima à sede do município de Jeremoabo/BA, segue para as imediações com cerca de 15 homens. Chegando lá, entram em contato com um morador da região conhecido por Manoel Preto, esse após longa conversa, diz que os cangaceiros estão por perto.

O tenente em virtude do cansaço da viagem, da sede e da fome da tropa, resolve, ali mesmo, perto de uma cacimba, matar a fome e a sede que os estão desfalecendo.

Alguns soldados desarreiam e ficam despreocupados, aguardando para pegar os inimigos de surpresa. Escutam o tilintar característico de CHOCALHOS, mas nada desconfiam, pois pensam tratar-se de alguns animais aproximando-se para beber água, na verdade, ERA MAIS UM DOS ARDILOSOS PLANOS DE LAMPIÃO, aproximando-se dos inimigos com chocalhos, FAZENDO-OS CRER QUE UM REBANHO ESTAVA CHEGANDO PARA BEBER ÁGUA.

Pegando a volante (policiais) de surpresa, a fuzilaria foi geral, caindo mortalmente feridos vários soldados. O tenente ARSÊNIO que na ocasião portava uma metralhadora hot kiss, foi rápido na reação, evitando um desastre ainda maior, conseguindo atirar e, devido à rapidez dos tiros, assustam-se os cangaceiros, mas a metralhadora enguiçou, e o tenente, é obrigado a correr, mesmo assim tira o engate da arma, deixando-a sem utilidade.

Na rajada de metralhadora disparada pelo Ten. Arsênio, foi ferido mortalmente EZEQUIEL, o irmão de Lampião, sendo varado várias vezes pelas balas da volante, fato esse presenciado pelo cangaceiro ANGELO ROQUE, o mesmo Labareda, tendo dito:

- " Eu garanto que vi o oio bom de Lampião chorando. Nisso, cumpadre Lampião falou:

- "Perdi o gosto de ser cangaceiro. Mataram meu irmão " - Disse Lampião.

Os valores que EZEQUIEL carregava (dinheiro, joias etc...) Foram doados por Lampião a uma namorada do morto, que segundo informações estava grávida do mesmo, naquela ocasião.

Mas aí não termina a história. No ano de 1984, surgiu em Serra Talhada, um senhor de idade avançada, hospedado na casa do Sr. Genésio Ferreira, primo de Lampião, dizendo ser EZEQUIEL, e que teria ficado no grupo até julho de 1938, quando Lampião fez uma reunião, para comunicar aos companheiros que abandonaria o cangaço, e com ele, fugiram disfarçados: o próprio Ezequiel; Luiz Pedro e mais Félix da Mata Redonda, tendo Ezequiel permanecido no Estado do Piauí, enquanto Luiz Pedro e Lampião tomaram o destino de Goiás, onde esse teria morrido no ano de 1981.

Segundo o Sr. Luiz de Cazuza, com quem tivemos a oportunidade de conversar algumas vezes, em sua casa, na Fazenda São Miguel/Serra Talhada, ele estava com EZEQUIEL na casa de Genésio Ferreira. Em uma dessas conversas com ele, achava mesmo que se tratava do irmão de Lampião, pois respondeu algumas coisas que lembrava com precisão, embora a respeito de outras, não lembrasse, o que o deixou em dúvida. Mas, o Sr. Luiz de Cazuza contou-nos fatos que somente eles presenciaram e foram lembrados pelo velho com riqueza de detalhes, deixando-o ainda mais intrigado. Seria Ezequiel?

O escritor e pesquisador Hilário Lucetti também esteve com o suposto EZEQUIEL, e disse não ter dúvidas de que se TRATAVA DE UM IMPOSTOR.

Essa é mais uma polêmica que divide os pesquisadores do cangaço.
Particularmente, acredito que EZEQUIEL morreu no combate travado com o Ten. Arsênio no interior da Bahia.

Por: Ângelo Angelo Osmiro Barreto (Fortaleza-CE)

Adendo: Ivanildo Silveira (Natal-RN)
COMPAREM AS FOTOGRAFIAS E DEIXEM SUAS OPINIÕES.

Fonte: facebook


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LAMPIÃO A RAPOSA DAS CAATINGAS


A 2ª edição continua sendo vendida através dos endereços abaixo:

josebezerra@terra.com.br
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Mastrângelo (Mazinho), baseado em Aracaju:
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LAMPIÃO O MATA SETE OU LAMPIÃO CONTRA O MATA SETE?


Ah, mas eu gostaria de ver o autor desse tal de 'Lampião, O Mata Sete' dizer isso para o próprio Capitão Virgulino ou para algum de seus cabras pessoalmente, e mais, com o parabelo engatilhado nas fuças, prontinho pra disparar na cara dele... Até onde eu conheça a história, de gay, o Capitão não tinha nada!

Dizem o que bem pensam de mim, só porque eu não estou mais aí!

Para os homens e mulheres que estudam o cangaço com seriedade e imparcialidade, salientando que não se trata aqui de homofobia ou qualquer outro tipo de preconceito, no cangaço não existiu casos de homossexualismo, nenhum estudo em todos os aspectos do fenômeno apontou essa prática.

O melhor é procurar saber o que as suas mulheres andam fazendo por aí. Eu, Maria Bonita fui honesta até morrer.

Sobre Maria Bonita ser adúltera já ouvimos vários absurdos principalmente um suposto caso dela com o homem de confiança de Lampião, o cangaceiro Luiz Pedro, tudo fruto da imaginação de pessoas que tentam macular a figura dessa sertaneja sem ter argumentos nenhum que comprovem tais traições e os casos de traições no cangaço conhecemos todos e os resultados que foram gerados por tais atitudes.


Só porque eu não transei com as suas mulheres, ficam escandalizando a mulher do compadre Lampião.

Sobre Lampião um enrustido gay escreveu certa vez essa mesma história que ora se repete e que gerou problemas, uma confusão generalizada e até quase apanhando de uma das netas do cangaceiro, reflexo um estudo equivocado de um desajustado que por falta de coragem em assumir sua opção de vida tentou caluniar outra pessoa.

Eis que agora chega com esse absurdo um JUIZ, um Homem da Lei, acostumado julgar casos e sentenciar.

Baseado em que depoimento histórico ele escreveu esse absurdo? Que referências ele pesquisou para citar como reais essas informações? Abalizado em que fundamentação lógica ele se apoiou?

Digo com certeza que o senhor Pedro Morais fundamentou suas pesquisas na arte da criação fictícia, fruto único do seu pensamento, fugindo à principal regra do verdadeiro pesquisador e historiador que é levantar fatos, analisá-los e confrontá-los.

O livro foi feito apenas com o pensamento de causar polêmica e ganhar dinheiro, eu mesmo faço questão de não tê-lo em minha biblioteca.

Como Juiz o senhor Pedro Morais deve ter usado suas sentenças baseadas no aprendizado de tantos anos de estudos, na imparcialidade de sua função e nas leis que julgam o certo e o errado, assim como na visão da efígie representativa da balança que é segurada por uma pessoa cega, onde os pratos da justiça não pendem para nenhum dos lados.

Como escritor ele se perdeu na mediocridade da arte e desconhece o princípio básico dos verdadeiros homens que investigam a história.

Como pesquisador ele é a própria estátua que representa a Lei: CEGA

Agora virou num tal de tentar tirar todo mundo do armário na marra....Alexandre, o Grande, Maria Quitéria, Castro Alves, Alexandre, O Grande, Zumbi dos Palmares, Negro Cosme, Ayrton Senna, Machados de Assis, Adolf Hitler, Besouro Cordão de Ouro, Átila, o Huno, Ricardo, o Coração de Leão, o pistoleiro Billy The Kid e até mesmo nosso eterno Gonzagão já foram contados no número dos famosos que, segundo esse povo, era enrustidos.


Este livro sim, fala a verdade. E para adquiri-lo basta entrar em contato com o escritor e pesquisador do cangaço Archimedes Marques, através deste e-mail: 
archimedes-marques@bol.com.br

Fonte: facebook
Página: Wander Florencio

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LAMPIÃO MANDA CHAMAR DURVAL (III)

Por Clerisvaldo B. Chagas, 22 de julho de 2015 - Crônica Nº 1.455

22.07.1938. (Sexta-feira).

“Lampião mandou chamar Durval Rodrigues Rosa, irmão dos coiteiros Pedro Rodrigues Rosa (Pedro de Cândido) e Ozéas, na propriedade Forquilha, ali perto, na casa da mãe deles, viúva, do outro lado do morro das Perdidas, perto da foz do riacho Forquilha com o São Francisco.


Durval Rosa (Durval Rodrigues Rosa) e seu irmão Pedro de Cândido, filhos do falecido Cândido Rodrigues Rosa e Guilhermina, eram proprietários da fazenda Angicos, onde Lampião se acoitara e foi morto. 

Segundo o escritor João de Sousa Lima o Pedro de Cândido é o da esquerda

Durval era muito novo ainda, com dezesseis anos e ajudava os irmãos: Pedro, na padaria e seu José (Zezé) nos negócios e na matança de boi que ele vendia na feira”.

Durval Rosa irmão do coiteiro Pedro de Cândido

O rapaz tangia uns bois do seu tio, para matar e vender na feira semanal de Pão de Açúcar. Foi cercado por um grupo de cangaceiros chefiado por Zé Sereno. Levado à presença de Lampião, ficou impressionado com o ouro que brilhava do chapéu e dos cordões do bandido. Lampião indagou:

O cangaceiro Zé Sereno

─ Sabe com quem tá falando?

─ Não senhor.

─ Já ouviu falar em Lampião?

─ É o capitão Lampião?

O rapaz diz que é marchante, vai matar uns bois para vender...

Lampião indaga se sabe a regra do bom viver. Durval diz que não sabe e Lampião diz que: ouvir, vê, calar é a regra do bom viver porque em boca fechada não entra mosca. Indagou mais e disse:

Tá certo. Olhe aqui, se eu souber que você chamou uma volante para botar em cima de mim, você morre! Da sua raça não fica nem pinto que eu não deixo. Se você sair daqui e a volante lhe pegar, não sofra não, diga onde nós tá, porque cangaceiro é pra morrer no mato, nasceu para isso. Só não vá chamar. Se tiver tempo de me avisar, lhe agradeço muito! E amanhã volte de novo.

“Durval garantiu que assim o faria. Foi embora e entregou os bois em Entremontes, ao irmão Zezé”.

* Baseado no livro: CHAGAS, Clerisvaldo B. & FAUSTO, Marcello. Lampião em Alagoas.Maceió,Grafmarques, 2012.

Continua amanhã.


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MAIS UM LIVRO QUE SERÁ LANÇADO NO CARIRI CANGAÇO PIRANHAS 2015


Tenho uma visão particular sobre as minhas ações...os meus escritos...e o meu caminhar! Se uma boa ideia surge em minha mente fica difícil alguém tirá-la. Lógico que o resultado não poderia ser diferente. Mais um livro! Este brotou do incentivo da grande família Cangaceiros Cariri representada pela escritora Ana Lucia Souza

Professora Ana Lúcia de Souza Granja

Obrigado a todos que colaboraram para o sucesso desta edição.

Cariri Cangaço Piranhas 2015!
Simplesmente imperdível...
Edvaldo Feitosa e o grande lançamento....

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INSTITUTO HISTÓRICO DA BAHIA


Vem aí, a pedido do público, a segunda edição do Curso sobre o Cangaço na Bahia, que será coordenado pelo historiador Rubens Antonio. O encontro acontece de 28 a 31 de julho, das 14h às 17h, no auditório do IGHB. A inscrição, GRATUITA, e com vagas limitadas, pode ser feita no site www.ighb.org.br.

"O Cangaço foi um movimento que agitou o Nordeste, com reflexos que se estenderam desde então. Estes se afeiçoaram a elementos que ainda se erguem como partes da própria identidade nordestina. Muito daquilo que é verdadeiro, que é fato, está, atualmente, deturpado, obscurecido, por camadas e camadas de recontares, lendas, especulações, facciosidades. O conhecimento dos principais eventos a ele relacionados, porém, é ainda muito limitado. Daí este curso, revisando e ampliando o anterior, buscar não só esclarecer como apontar elementos que referenciem o estado de arte do conhecimento. Assim, será retrabalhado o sabido e documentado de eventos como combates, abrangências, disposições várias que constituem, muitas vezes, pontos-de-partida para o verdadeiro entendimento enquanto fenômeno histórico", esclarece o professor Rubens Antonio.

Veja a programação:

28 de julho - 1924 a 1929 - Cangaço em ascensão - Alvorada lampiônica - As primeiras notícias - O crescendo do temor - Reações pomposas e inúteis - A chegada efetiva à Bahia- As primeiras sagas e tragédias - Perplexidades.

29 de julho - 1929 a 1932 - Cangaço tonitruante - O apogeu do Cangaço na Bahia - A melhor percepção - Menos perdas - Subgrupos e domínios - Início do contra-ataque - Violência de lado a lado.

30 de julho - 1932 a 1938 - Derrocada do Cangaço - Perdas crescentes dos cangaceiros - Marcando passo nos coitos - As portas do fim - Lá, apaga-se o Lampeão.

31 de julho - 1938 a 1940 e posteridade - Cangaceiros resistentes - Cá, apaga-se o Corisco – Policiais resistentes - Descangaceirização – Punições – ex-cangaceiros – De bandidos a heróis: A Mitificação, quando olhando para frente – O Todo, quando olhando para trás.

Inscrição: www.ighb.org.br
71 3329 4463
Avenida Joana Angélica, 43 - Piedade
Salvador - BA
Fonte: facebook
Página: Instituto Histórico da Bahia

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O MAIS NOVO LIVRO DO ESCRITOR GILMAR TEIXEIRA - "PIRANHAS NO TEMPO DO CANGAÇO"


Dia 27 de julho de 2015, acontecerá na cidade de Piranhas, no Estado de Alagoas, no "CARIRI CANGAÇO PIRANHAS 2015", o lançamento do mais novo livro do escritor e pesquisador do cangaço Gilmar Teixeira, com o título: "PIRANHAS NO TEMPO DO CANGAÇO". Nós que administramos este evento Cariri Cangaço Piranhas 2015, aguardamos a sua presença. 

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terça-feira, 21 de julho de 2015

SOLDADO DUZENTOS.

 Por José Figueiredo de Brito Filho

O Soldado Duzentos - eu não sabia por quais artimanhas - era conhecido por ter botado para correr, sozinho o temível, Lampião e seus numerosos bandoleiros.

Somente anos depois vim saber a verdade, narrada pelo próprio ex-policial. O nome do personagem era João Paulo da Silva, natural da cidade paraibana de Sapé, casado com a brejo santense dona Vitoria. 

O soldado Duzentos, sem o auxílio de outros praças, botou o quadrilheiro e seus asseclas pra correr. Antes de atacar a cidade, Virgolino, cautelosamente, despachou um de seus capangas como olheiro para estudar e avaliar o terreno. Regressando o espião, perguntou-lhe o famoso chefe cangaceiro: 

- E então cabra... quantos macacos estão acampados?!

E ele trocando as bolas na pressa da informação, ao invés de dizer: Só vi o soldado "Duzentos", foi enfático:

- Eu só vi "Duzentos" soldados.
Nem é preciso dizer que o destemido Capitão Virgolino Ferreira, prudentemente, mas que depressa, pegou o caminho da mata, seguido por sua cabroeira, deixando assim o sortudo povoado em paz. E, para a sorte do próprio soldado Duzentos. 

http://blogdosanharol.blogspot.com.br/2015/07/soldado-duzentos-por-jose-figueiredo-de.html

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