Por Aderbal Nogueira
Vídeo..!
Combate com o cruel cangaceiro GATO e, a prisão de sua companheira Inacinha..
Mais um belo vídeo, com o selo e qualidade, Aderbal Nogueira ...
Por Aderbal Nogueira
Vídeo..!
Combate com o cruel cangaceiro GATO e, a prisão de sua companheira Inacinha..
Mais um belo vídeo, com o selo e qualidade, Aderbal Nogueira ...
Por Raquel Negreiros
NA SEGUNDA EDIÇÃO DO MEU LIVRO TERÁ MAIS:
1- Fotos.
2- Um capítulo dedicado às Mulheres Ferradas.
3- Um capítulo chamado Zé Baiano Castigado pelo Racismo.
4- Falarei também sobre o preconceito com relação ás Mulheres de Cabelo curto no Brasil e do penteado Chamado Coco a La Garçone ou A Lá Home no qual eu falarei um pouquinho sobre uma das pioneiras do Feminismo no Brasil: Anayde Beriz Paraibana, contemporânea do Cangaço e envolvida na Revolução de 1930.
5- Falarei um pouco sobre o Romance de Afrânio Peixoto chamado também de Maria Bonita.
6- Falarei também sobre o Umbuzeiro da Bandida.
O que vocês acham? Deixem a opinião de vocês.
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Por Pedro da Rocha
VÍDEO..!
A HISTÓRIA DE SÍLVIO BULHÕES...!
POR QUE AS CINZAS DO CANGACEIRO CORISCO, SEU PAI, FORAM JOGADAS AO MAR ?....etc..etc...
Filho do casal de cangaceiros Corisco e Dadá, o menino Sílvio assusta-se ao confrontar suas verdadeiras origens; o rapaz Sílvio parte em busca da mãe biológica; e o homem Sílvio inicia uma jornada para dar aos restos do pai um mínimo de dignidade.
FONTE: Pedro da Rocha/ YOUTUBE
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Por Valdir Nogueira
“O tenente Arlindo Rocha, anteontem chamado ao Recife, pelo senhor chefe de polícia, é atualmente o comandante das forças pernambucanas no sertão. Vimo-lo ontem a noite na Chefatura, conferenciando demoradamente com o Dr. Eurico de Souza Leão.
As indicações que prestava, no mapa todo assinalado da Repartição Central da Polícia, e o justo renome que usufrui aquele oficial em todo sertão nordestino, levaram-nos a procurá-lo no intuito de conseguirmos um testemunho seguro da situação do cangaceirismo, afora o prazer natural de ouvir um homem que, anos a fio, dia e noite, tem batido cerrados e caatingas numa luta de vida ou morte contra os mais ferozes bandoleiros.
O tenente Arlindo Rocha é um homem moreno, alto e magro, muito tímido e que não fala nunca; tem que ser provocado para responder então. Na face esquerda ostenta um gilvaz profundo: uma bala de rifle em pleno rosto, às duas e meia da tarde, no dia 26 de novembro de 1926, no combate de Serra Grande.
- Onde foi esse combate? Perguntamos logo com nossa curiosidade despertada!
- Serra Grande fica perto de Custódia. Comandava as forças o bravo tenente Hygino José Bellarmino.
Foi o início da campanha do atual governo estando no poder o saudoso Dr. Júlio de Mello contra Lampião. Este tinha, ao tempo, sob seu comando 125 homens. Estavam todos entrincheirados no alto da serra. A brigada começou às 8 e meia da manhã e terminou as 6 horas da tarde. Nós tínhamos duas metralhadoras, que Antônio Ferreira, irmão de Lampião, procurou cercar três vezes pela retaguarda. E gritava: - Hoje tomo uma costureira dessas.
- E tomou?
- Não. Parece que tomou foi uma bala, pois parece que morreu três dias depois do tiroteio. Os bandidos fugiram e desde então começou a debandada. O grupo fragmentou-se em quadrilhas que operavam em zonas diferentes. Ferido nessa luta, acrescentou o tenente Arlindo só escapei devido a meu irmão que me amparou. Os cangaceiros me alvejaram a poucos passos de distância, no momento em que eu chamava por Manoel Netto, ocupado em botar uma retaguarda.”
Esse é uma parte do depoimento que prestou o tenente Arlindo Rocha ao “Jornal Pequeno” (PE) e que foi publicado na edição de n.241 de 20/10/1928, p.1
De acordo com o inquérito procedido foram mortos os seguintes policiais da Força Pública durante o Combate da Serra Grande em 26 de novembro de 1926:
Luiz Torres Barros
Severino Pereira da Silva
Pedro Aureliano da Silva
Targino Ferreira Primo
Octávio de Sá Araújo
João Terto
José dias dos Santos
Ângelo Inácio da Silva
José Arcôncio dos Santos e
Antônio Braz de Lima.
Da mesma Força Pública, policiais que saíram feridos:
Arlindo da Rocha
Sargento José Olinda de Siqueira Ramos
Manoel de Souza Netto (cabo)
Vicente Ferreira da Silva
Eduardo Pinheiro de Souza
Cícero Aistides Pereira
José Francisco Bezerra
José Caetano de Souza
Antônio Basílio de Souza
João Antônio de Souza
Luiz José de Souza
Antônio Alves de Lima.
CANGACEIROS QUE PARTICIPARAM DO COMBATE:
Virgulino Ferreira da Silva (Lampião chefe do grupo)
Antônio Ferreira da Silva (irmão de Lampião)
Vicente Feliciano
Antônio José da Silva (Beija-Flor)
Antônio Frazão (Pai Velho)
Luiz Pedro
Hermínio Xavier da Silva (Chumbinho)
José de Souza (Tenente)
João Soares (Juriti)
João Mariano (Andorinha)
Joaquim Mariano
Manoel Mariano
Severino da Silva (Nevoeiro)
Sabino Gomes
Isaias Vieira
Manoel Nogueira
Manoel Marcelino (Bom de Vera)
Ignácio de Medeiros (Jurema)
Felix Preto
Caetano da Silva (Moreno)
João Donato (Gavião)
Pedro Gomes
João Henrique
Antônio Rosa
José Lopes da Silva (Mormaço)
João Cesário (Coqueiro)
Manoel Antônio
Francisco Antônio
José Marinheiro
André Marinheiro
Antônio Marinheiro
Antônio Caboclo (Sabiá)
José Benedicto
José Angélica
José Generosa
Josias Vieira (Gato)
José Luiz (José Procópio)
José Preto
Cipriano da Pedra
Antônio Coelho
José Pedro da Silva (Barba Dura)
José dos Santos (Seu Chico)
Jorge Salu (Maçarico)
Raimundo da Silva (Aragão)
Antônio Francisco
João José da Silva Nunes
Marcelino Antônio dos Santos (Cobra Verde)
Antônio da Silva (Noite Braba)
Antônio Mancinho (Curise)
Marcelino Nunes da Cruz
Luiz Pedro do Retiro
José dos Santos (Três Pancadas)
Nunes Magalhães (Pensamento)
João de Brito
Euclides Bezerra (Criança)
Manoel Vieira da Silva (Coça Bomba)
Antônio Maneca
João Felix (Gasolina)
Urbano Pinto
Antônio de Tal (Antônio Romeiro)
Justo de Tal (Lua Branca)
Genésio de Tal (Genésio Vaqueiro)
Vicente de Tal (Vicente Preto)
Antônio de Tal (Antônio Caboclo)
Pedro de Tal (Pedro de Quelé)
José de Tal (José Vaqueiro).
O Combate da Serra Grande travado no dia 26 de novembro de 1926, no município de Calumbi, bem próximo a Vila Bela deixou sua marca dolorosa gravada nos anais da guerra cangaceira, oportunidade em que as forças comandadas por nada menos que seis experientes comandantes, os temidos Gino, Mané Neto, Arlindo Rocha, Zé Olinda, Domingos e Euclides Flor foram espetacularmente derrotados pelo terrível cangaceiro Lampião.
Para assinalar os 95 anos do ocorrido na última sexta-feira (26), um grupo de amigos liderados pelos historiadores Luiz Ferraz Filho (Serra Talhada) e Lourinaldo Teles (Louro Teles) de Calumbi, visitou o local do respectivo combate
Além destes dois historiadores o evento contou também com a participação dos pesquisadores Clênio Novaes (São José do Belmonte), Marrael Siqueira (Nazaré do Pico, em Floresta), Criscélio e Cristiano Carvalho (Tupanaci, em Mirandiba), Valdir Nogueira (São José do Belmonte), Wilton Santana (Jati-CE), Luiz Emanuel Nogueira (Nazaré do Pico, em Floresta), Amélia Araújo (Floresta), entre outros que colaboraram na visita.
Uma cruz foi afixada para demarcar o local de sepultamento dos soldados mortos no triste combate, em seguida foi rezada uma oração em sufrágio de suas almas.
Valdir José Nogueira de Moura
https://lampiaoaceso.blogspot.com/2021/12/a-maior-das-batalhas.html?fbclid=IwAR0iDpUfJzIwMoLxQUTKI1_ZDR2yvVD1vFxU6-11q5u9DvD1dpj76shQgWE
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Por Isabela Santos, jornalista e repórter da agência Saiba Mais
O ex-prefeito e ex-vereador de Natal Ney Lopes Júnior (PDT) foi encontrado sem vida em casa pela noiva, Eli Oliveira, nesta terça-feira (30), aos 47 anos de idade. A causa da morte não foi divulgada.
Advogado e jornalista, ele foi eleito vereador em 2008 pela primeira vez, com 5.820 votos. Nessa legislatura foi vice-presidente da Câmara Municipal e temporariamente, por oito dias em dezembro de 2012, foi prefeito da capital potiguar.
Assumiu o cargo após o aastamento da prefeita Micarla de Sousa e a renúncia ao cargo do vice Paulinho Freire e do presidente da CMN, Edivan Martins. Dias depois, a Justiça determinou que Edivan teria que assumir o cargo ou renunciar ao de vereador e Presidente da Câmara. Ney Lopes prontamente respeitou a decisão.
Candidato em 2012, não conseguiu a reeleição, voltando à Câmara Municipal de Natal nas eleições de 2016 após receber 3.197 votos, ficando até o fim do mandato em 2021.
“Neste momento de dor, o presidente da Câmara Municipal de Natal, Paulinho Freire, em nome dos vereadores e vereadoras, bem como dos servidores da Casa, dirige seus pensamentos e orações aos familiares e admiradores de Ney Lopes Júnior.”, destacou nota de pesar da Câmara Municipal de Natal.
Ney Lopes Júnior é filho do ex-deputado federal, procurador federal e professor de direito constitucional da UFRN Ney Lopes de Souza (deputado federal por 06 mandatos) e da professora Abigail de Andrade Souza.
Desde jovem demonstrou interesse em ingressar na vida pública. Começou na política estudantil. Foi o fundador da juventude do DEM, como Secretário Geral Nacional e Presidente no Rio Grande do Norte.
Apresentou o programa de rádio “Conversando com Ney Lopes Jr.”, por 8 anos, o “Procure seus Direitos”, na TV Tropical, por 6 anos, e o programa “De Olho na Cidade”, na Band Natal. O foco da atividade jornalística sempre foi prestação de serviços à comunidade, informações e esclarecimentos jurídicos. Foi também diretor do Procon Natal.
https://www.saibamais.jor.br/ex-prefeito-de-natal-ney-lopes-junior-morre-aos-47-anos/
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O pesquisador Sandro Lee no Povoado da Cerquinha, entrevistando o senhor José Guilherme de Sena. Filho do senhor Guilherme Ladislau de Sena. Ele relatou, o cangaceiro ( GATO), obrigou o meu pai assistir, ele mesmo matar os seus comparsas.
https://www.facebook.com/photo/?fbid=906641096892499&set=a.123148121908471
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Por Lindomarcos Faustino
O Relembrando Mossoró vem comunicar o falecimento do radialista J. Jota Belmont, que ocorreu hoje pela manhã, nossos sentimentos aos familiares e amigos.
José Janildo Belmont nasceu no dia 17 de dezembro de 1944, no município de São José Campestre-RN. Filho de Severino da Costa Belmont e Maria da Conceição do Nascimento. Ele era casado com a médica Jarda Jacinta e dessa união nasceu duas filhas: Helena Jacinta Belmont e Eloah Jacinta Belmont.
Seu estudo primário foi cursado em sua cidade natal, no Grupo Escolar Padre Tomaz de Aquino – Ginasial; no Ginásio Diocesano Seridoense, em Caicó e o Clássico no Atheneu Norte Rio-grandense, em Natal. Iniciou o 2º Grau no Instituto Padre Miguelino, em Natal-RN.
Os primeiros trabalhos de J. Belmont foi de vendedor da Loja Big Lar, em Natal, uma loja de eletro doméstico. Depois ingressou no rádio em 1964, quando passou a trabalhar na Rádio Trairi, em Natal; em seguida trabalhou na Rádio Cabugi, em 1967, onde permaneceu até 1974. Chegou à Mossoró em 1975 e logo ingressou na Rádio Difusora. Este radialista trabalhou na Rádio Trairi, atualmente Tropical, Nordeste e Cabugi, todas de Natal; mais tarde ingressou na Rádio Libertadora e Tapuyo de Mossoró. Ao longo de sua carreira já apresentou diversos Programas: “Show J Belmont”, “A Discoteca do Belmont”, “Cidade Aflita” e muitos outros. Atualmente desde 2001, ele apresenta o Programa “J. Belmont nas Tardes da Difusora”. Estes programas foram apresentados nos anos 70, 80, 90.
Em 1976 se elegeu vereador em Mossoró, pelo MPB, tendo recebido 3000 votos para ocupar uma cadeira na Câmara Municipal, onde foi o segundo secretário daquele período. Em 1978 concorreu uma vaga de Deputado Federal, onde conseguiu 12 mil votos, mas ficou na suplência. Em 1982 foi eleito deputado estadual, quando obteve 21 mil votos, quando renunciou no dia 12 de março de 1984. J. Belmont possui o Título de Cidadão Mossoroense, Baraunense e Apodiense. Foi ainda Deputado Estadual de 1982 a 1986. Ele permaneceu na Rádio Difusora de Mossoró até o dia 28 de dezembro de 2018.
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Acervo do Guilherme Velame Wenzinger
Recorte do "O Jornal", periódico carioca, em 16 de Março de 1934. Essa foto de Lampião foi tirada 5 anos antes na Fazenda Jaramataia em 27 de Novembro de 1929, mais precisamente no município de Gararu(SE).
https://www.facebook.com/photo/?fbid=5023990414356218&set=gm.1784126308462972
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Maria Bonita, companheira de Lampião, e, mais 09 cangaceiros morreram no combate de Angico, em 28 de julho de 1938. Após a morte, as cabeças foram cortadas e, exibidas como troféus.
O funeral das cabeças seguiu no seu cortejo macabro, passando em várias cidades alagoanas, até fazer pousada na cidade de Maceió, onde foram examinadas pelo legista, o Dr. Lages Filho.
Na imagem, abaixo, FOTO DA CABEÇA DE MARIA, sendo fotografada em Pedra de Delmiro-AL.
Fonte: Jornal A Noite, edição de 09-08-1938
https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste
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Por Geraldo Maia do Nascimento
Viveu intensamente sua vida, sem medo de ser feliz. Teve vitórias e fracassos, alegrias e tristezas, emoções e decepções, mas nunca perdeu a alegria de viver. Era assim Nilson Gurgel. As vicissitudes da vida, tal qual o bambu dos ensinamentos chinês, o dobraram, mas nunca o quebraram. Não foi perfeito (ninguém o é): errou muito, magoou pessoas que o amavam, mas também foi muito magoado por pessoas que amava. Perdoava a todos, não guardava mágoas no coração. Ajudou a muitos que necessitavam, não se apegou a bens materiais.
Conheci-o logo que cheguei a Mossoró em 1998 e tornamo-nos irmãos. Frequentava minha casa como se fosse a sua. Eu sempre lhe dei essa liberdade. Sempre que estava em Mossoró, nos finais de semana, bebíamos e comíamos como se fosse uma eterna festa. Dava cambalhota na piscina como se fosse um menino. Adorava exibir as suas habilidades físicas. Gostava de boas músicas e dividíamos sempre esse prazer. Um dia me presenteou com um CD de músicas que tinha gravado, em cujo rótulo, cuidadosamente preparado, estava escrito: “Recordar é viver duas vezes. Como quero ser lembrado daqui a cem anos quando morrer, se morrer. Nilson, Asuncion-PY – 08/2009”.
Enquanto escrevia essas linhas, ouvia as músicas com as quais ele gostaria de ser lembrado. Foi a maneira que encontrei para senti-lo novamente ao meu lado.
Amava os cavalos. Cavalgar era terapia para ele. Fazia grandes percursos em companhia de outros aficionados, em dias maravilhosos de relaxamento e prazer. Esses dias eram realmente inesquecíveis, motivo de resenhas para muito tempo.
Tão intensamente viveu que foi preciso uma série de males simultâneos para pôr fim a sua vida. Apegou-se a vida enquanto pode. Mas um dia foi vencido e a fortaleza, que era o seu corpo físico, definhou. Já não lembrava mais o Nilson Gurgel que todos conheciam. Magro, sem cabelos e sem força para se deslocar, sequelas da quimioterapia, sofria mais pela imobilidade do que pelos males que o consumia. Até que um dia entregou sua alma a Deus. O seu corpo foi sepultado no solo de Mossoró, terra que tanto amou.
Como diz a frase latina que encabeça esse texto, “que Deus te dê descanso eterno”, meu amigo. Descanse em paz!
https://www.blogdogemaia.com/detalhes.php?not=994
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Manifestamos o mais profundo pesar pelo falecimento do Sr. Clóvis Pereira da Silva, mais conhecido como Cocó.
Durante a sua trajetória terrena, foi um grande exemplo de pai, amigo e cidadão Tibauense. Cocó foi vereador do nosso município, eleito para a legislatura de 2005 a 2008 pelo PSL. Prestou relevantes serviços à nossa cidade e a sua partida, sem dúvidas, é uma grande perda para a nossa geografia humana.
Nesse momento de dor e profunda tristeza, nos solidarizamos com toda a família e amigos. Que Deus conforte o coração de todos que se encontram acometidos pela dor da perda, dando-lhes forças para superar esse momento difícil e conviver com tamanha saudade.
Nossos mais sinceros sentimentos a todos!
Lidiane Marques da Costa
Prefeita Municipal
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Clerisvaldo B. Chagas, 29 de novembro de 2021
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 2.621
Palmeira dos Índios, situada no Agreste alagoano, está de parabéns em resgatar parte da história do nosso estado. A lembrança de exaltar a luta quilombola pela liberdade foi oportuna nesses momentos em que se discute o racismo no Brasil com o dia da Consciência Negra. Não só o prefeito está de parabéns, mas o escultor Ranilson Viana e todo o povo palmeirense pelo exemplo em exibir publicamente os nossos valores numa luta universal, local e sem tréguas. Os quilombolas da comunidade Tabacaria representam muito bem tantas comunidades quilombolas de Agreste e Sertão do nosso território. O monumento negro à Liberdade não será apenas um monumento para Palmeira dos Índios, porém fonte de inspiração, pesquisa, estudo e turismo que preenchem a cabeça dos verdadeiros heróis e apologistas à liberdade branca, negra, indígena do nosso País.
A obra com quatro metros de altura representa também uma vitória profissional para o seu autor, notadamente quando sua arte vai aonde o povo está. A “Princesa do Agreste”, também já possui uma tradição de preservar a sua história como alguns monumentos à personagens indígenas – origens das suas raízes – e o trio de museus espalhados pela cidade. Estivemos aí em dia chuvoso fotografando na Praça do Museu Xucurus a máquina do trem para o nosso trabalho “Repensando a Geografia de Alagoas”. Diversos outros lugares foram por nós fotografado como a serra das Pias, a antiga estação ferroviária e o açude do Goiti na sua melhor forma.
Palmeira dos Índios, para quem não a conhece, é passagem obrigatória dos que trafegam Sertão – Maceió e vice-versa pela BR-316 e de quem se desloca de Arapiraca para Bom Conselho, Garanhuns via Igaci. Município de terras férteis também é conhecido como “Terra da Pinha” que no Sudeste é chamada de fruta de conde. Sua posição geográfica facilita bastante o seu desenvolvimento: Agreste, fronteira com Pernambuco e limiar do Sertão, significam está perto de tudo e possui bom intercâmbio com a Capital Sertaneja Santana do Ipanema. Mas nem só da pinha doce vive Palmeira dos índios, a cidade respira cultura por todos os recantos onde a sombra do Mestre Graça continua muito maior do que os quatro cantos das suas fronteiras.
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Por Passeador Carioca
Verdadeira relíquia em estado praticamente bruto, a Igreja de Bom Jesus da Coluna é um tesouro meio escondido do Rio de Janeiro, A começar, por sua localização: fica numa pontinha da Ilha do Fundão, em área pertencente ao Exército brasileiro – aliás, constitui-se no único Santuário Militar do Brasil. Ela começou a ser erguida em 1705, quando a então Ilha de Bom Jesus (conectada ao Fundão por um aterro, nos anos 1950) foi doada aos frades franciscanos, que aqui viviam desde 1699, por Inês de Andrade de Araújo, viúva do capitão Francisco Telles de Menezes. Eles eram membros de uma das famílias mais tradicionais do Brasil-Colônia e cujo nome é ligado, por exemplo, a outras preciosidades cariocas, como a Fazenda da Taquara e o Arco do Telles. Não pairam dúvidas sobre a data da construção, já que a mesma aparece gravada na portada do corredor claustral que levava ao antigo convento anexo, demolido tempos depois.
Concluído em 1710, o templo permite um vislumbre de detalhes da arquitetura religiosa colonial brasileira. Quase tudo na fachada é original, como as três portas em arco que formam um galilé, espécie de alpendre avarandado que só mais duas igrejas no Rio, a da Lapa dos Mercadores e a do Mosteiro de São Bento, possuem. O frontão triangular, típico da época, é ladeado pela torre sineira que domina a paisagem que se vê da Ponte Rio-Niterói. Cercada pelas águas da Baía de Guanabara, a igreja era frequentada, apenas, por moradores da região, em sua maioria pescadores e agricultores.
Tudo começou a mudar com a chegada da Corte portuguesa, em 1808. A Família Real, bastante devota de São Francisco, costumava assistir missas aqui, tornando o lugar badalado. D.João VI mandou fazer uma festança na ilha, em 1819, para celebrar o nascimento da primeira neta, Maria da Glória, filha dos príncipes Pedro e Leopoldina. Mais tarde, ela se tornaria D.Maria II, rainha de Portugal entre 1834 e 1853. Sua sobrinha, a princesa Isabel, era outra integrante da Casa de Bragança que adorava vir rezar aqui. Ela até solicitou a construção de um ancoradouro para sua galeota, que ainda pode ser visitado e leva o nome da Redentora.
Como toda igreja antiga, a de Bom Jesus da Coluna também tem lá seus mistérios. Os sete degraus da entrada, por exemplo, fariam referência aos sacramentos da Igreja Católica. Já os mais supersticiosos fazem menção às nove noviças que aqui morreram em meados do século 19, quando a Congregação das Irmãs do Imaculado Coração da Maria cuidava do local. Vítimas da febre amarela, seus cânticos angelicais seriam ouvidos, vez por outra, do alto da torre – fenômeno que os mais céticos atribuem ao som da contínua brisa marinha. No corredor central, vê-se a lápide de alguns membros da família Telles de Menezes, cujos restos mortais se encontram no subsolo do templo. Da cripta, uma passagem subterrânea secreta dava na parte de trás da ilha. Naqueles anos bravios, quando o Rio foi invadido duas vezes por corsários franceses, os frades, que não eram bobos nem nada, trataram de criar um jeito de poder escapulir daqui sem serem notados, se o bicho pegasse.
Texto e foto do Passeador Carioca.
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Por Antônio Corrêa Sobrinho
Não vejo, dentre os que mais corajosa e afanosamente combateram o cangaceiro Lampião, quem tenha sobrepujado Manuel Neto, o militar pernambucano da família Ferraz, de Nazaré dos Picos, também conhecido por Mané Neto, este que, só por causa do destino, que não permitiu, deixou de dar cabo de Lampião e nem por ele foi abatido.
Da mesma forma que não vejo, no grupo destes destemidos comandantes militares, caçadores vorazes e contumazes de cangaceiros, quem mais se expôs ao perigo, arriscou-se mais e, agora quem se arrisca sou eu, feriu-se mais nas medonhas refregas com o chefe Lampião e seus comparsas, do que este mesmíssimo Manuel Ferraz Neto.
Manuel Neto que, nos dias do cangaço, tanto se arriscou e, segundo alguns, pouco caso fez de sua própria integridade física durante os tiroteios, vivenciou o mais grave dos seus ferimentos, o qual quase o levou à morte, ironicamente bem longe dos campos de batalha nas caatingas, que se deu nos dias iniciais do mês de junho de 1945, quando, dentro da cadeia da cidade de Sertânia (antiga Alagoa de Baixo), município onde exercia o cargo de delegado regional, leva um tiro na barriga, conforme leio no jornal “O Diário de Pernambuco”, de 09 deste mês e ano.
Segundo a notícia, o destemido Manuel Neto prendera pessoalmente e levara à prisão um conhecido e perigoso ladrão de animais (nome não revelado), quando, num breve descuido da parte deste militar, o ladrão sacou de um revólver e, à queima-roupa, desferiu um tiro certeiro no abdome do capitão, prostrando-o. E que, diante da gravidade do ferimento, ele foi conduzido para o município de Pesqueira, em cujo hospital foi operado, onde se encontra em estado grave de saúde, mas apresentando melhoras, conclusão do informe. Recuperou-se, com certeza, o mais afamado dos caçadores de Lampião, temido e respeitado por este cangaceiro.
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Por Mundo Polarizado | Olimpio Araujo Junior
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Por Trechos do Planeta Podcast [OFICIAL]
Curtiu esse trecho do bate papo? Assiste na íntegra no Planeta Podcast: https://www.youtube.com/watch?v=1EG8s...
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Por Kiko Monteiro
PM mais antigo de Pernambuco, o 2º Sargento RRPM Andrelino Pereira Filho, morreu na sexta-feira (27), aos 107 anos.
De acordo com informações da Polícia Militar, ele faleceu em casa, no bairro Cohab VI, em Petrolina, no Sertão, após testar positivo para Covid-19, na terça-feira (23).
Segundo a PM, por causa da idade avançada, o Sargento Andrelino estava recebendo atendimento domiciliar. Em 2010, o militar reformado teve uma perna amputada, após um acidente. Em 2020, perdeu a visão, por problemas oftalmológicos. Apesar dos problemas de saúde e da idade avançada, ele mantinha a lucidez.
O Sargento Andrelino nasceu em Cabrobó, no dia 18 de março de 1914. Ainda jovem, em junho 1936, ingressou na Polícia Militar. Atuou em cidades como o Recife, Águas Belas, Pesqueira, São José do Egito, Serra Talhada e Arcoverde.
Entre os feitos do Sargento Andrelino na Polícia Militar está a participação das “volantes”, como eram conhecidos os grupamentos que combatiam o cangaço no Sertão nordestino. O ex-policial se aposentou em 1966.
Em 2018, o Sargento Andrelino foi homenageado pela PM de Pernambuco. Ele ganhou uma placa alusiva a passagem de seus 104 anos de vida e agradecimento pelos serviços prestados à corporação e a sociedade pernambucana.
O corpo de Andrelino Pereira Filho foi sepultado na sexta-feira, em Petrolina. A Fundação de Apoio ao Centro de Assistência Social da PMPE informou que fez uma visita à família disponibilizando apoio para o sepultamento.
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Por Pesquisa Escola do Nordeste.
https://www.youtube.com/watch?v=nXJoDQaFkv4&ab_channel=PESQUISAESCOLARDONORDESTENeste vídeo, o segundo da série sobre o fenômeno do cangaço no sertão nordestino, abordamos as motivações pelas quais alguns cangaceiros, a exemplo de Virgulino Ferreira Lampião, explicam a sua entrada para o mundo do cangaço. Dentro e fora do circuito acadêmico há diferentes abordagens sobre este assunto, como a tese do "Escudo Ético", do historiador pernambucano Frederico Pernambucano de Mello, uma das maiores autoridades no estudo deste assunto.
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Por Volta Seca
Ex-cangaceira Dadá com sua perna direita amputada, mas estampa em seu rosto, a alegria de ver o neto.
Foto:
Fonte...Google
https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste
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