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sábado, 2 de dezembro de 2023

LAMPIÃO O CANGACEIRO JERIMUM E A MERETRIZ CRIMINOSA

 Por Histórias da Vida Real

https://www.youtube.com/watch?v=zf_NK9YAIcs&ab_channel=Hist%C3%B3riasdaVidaReal

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LAMPIÃO E O TERRÍVEL ZÉ BAIANO | O CARRASCO FERRADOR EM CANINDÉ

 Por Sertão Cangaço

https://www.youtube.com/watch?v=10iW8qGJ5gk&ab_channel=SERT%C3%83OCANGA%C3%87O

Após os contratempos ocorridos no Sítio Tará, onde houve sérios desentendimentos com Corisco, o Diabo Loiro, Lampião retornou à Malhada da Caiçara e buscou abrigo na Fazenda Maranduba, situada em Sergipe. A visita a Maranduba tinha dois objetivos. Primeiramente, visava reabastecer o grupo, uma vez que o ataque surpresa na Várzea da Ema resultou na perda quase total da munição. Além disso, nas matas de Maranduba, uma parte significativa da munição obtida em Pernambuco foi escondida. Em segundo lugar, buscava fornecer um local seguro para acomodação de mulheres, pois tinha assuntos importantes a tratar em Canindé e não poderia levá-las consigo.

#Lampião #históriadocangaço #ocangaço Inscreva-se no Canal, um forte abraço a todos. Texto Baseado: livro Lampião a raposa das caatingas do escritor José Bezerra Lima Irmão. 👇    • Lampião- ACABA- COM  -A  -FAMÍLIA  SA...      • Lampião -e a Morte do  Cangaceiro- [P...      • [O -RECONHECIMENTO - DA-  CABEÇA] -  ...      • [LAMPIÃO  ENFURECIDO ]-  ACABA  CASAM...      • TENENTE  JOSÉ  LUCENA   MATA  O   PAI...  

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LAMPIÃO E A CARNIFICINA DE QUEIMADAS |O MASSACRE

 Por Sertão Cangaço

https://www.youtube.com/watch?v=S7dHZbA3rrM&ab_channel=SERT%C3%83OCANGA%C3%87O

Queimadas fica à margem direita do Rio Itapicuru, Era então um lugarzinnho acanhado, tendo como únicos sinais de progresso o telégrafo e a estrada de ferro que ia de Salvador a Juazeiro. Antes os episódios mais espetaculares contado pelo os mais velho diziam respeito à movimentação das tropas do gonverno republicano que ali desembarcavam do trem e eram despachadas para Canudos a fim de exterminar os infelizes seguidores do beato Antônio Conselheiro. #Lampião #históriadocangaço #ocangaço Inscreva-se no Canal, um forte abraço a todos. Fonte do Texto: livro Lampião a raposa das caatingas do escritor José Bezerra Lima Irmão. 👇    • Lampião- ACABA- COM  -A  -FAMÍLIA  SA...      • Lampião -e a Morte do  Cangaceiro- [P...      • [O -RECONHECIMENTO - DA-  CABEÇA] -  ...      • [LAMPIÃO  ENFURECIDO ]-  ACABA  CASAM...      • TENENTE  JOSÉ  LUCENA   MATA  O   PAI...  

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MASSACRE DE ANGICO. A MORTE DE LAMPIÃO - ESPETÁCULO COMPLETO 2023

 Por Cabras de Lampião

https://www.youtube.com/watch?v=CIoNQZar6Ik&ab_channel=CabrasdeLampi%C3%A3o

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LIVRO:

Por Beto Klöckner Rueda

CONRADO, Juarez. A última semana de Lampião(reportagens). Aracaju: Unigráfica, 1980.

Veja se o professor Pereira o tem, através deste endereço eletrônico: 

franpelima@bol.com.br

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O DESTINO TRÁGICO DE JORGE HORÁCIO VILAR

Por Beto Rueda

Nas terras do sítio Ipueira, próximo a Mata Grande, Alagoas, era o abrigo do pacato lavrador e famoso vaqueiro Jorge Horácio e sua família.

O filho do vaqueiro João Horácio, menino alegre de nove anos, brincando pelos matos do sítio com um bodoque nas mãos para caçar passarinhos, encontrou-se de repente com um grupo de homens estranhos e com trajes diferentes dos que habitualmente via. Era Lampião e seus cabras.

O cangaceiro trazia amarrado um bode e perguntou ao menino se ele conhecia alguém que sabia matar e cozinhar o bode depressa. O menino respondeu que sabia, e que era o seu pai.

Foram até a casa do sítio e o chefe dos cangaceiros chamou Jorge Horário, falou o que queria e retirou-se para o mato afim de ficar esperando a encomenda.

O vaqueiro já tinha morto e picado o caprino quando chegou uma comadre sua, Ana Rosa, que tinha fama de ser muito faladeira.

Ela ajudou a assar os pedaços e no prazo determinado por Lampião, dois cangaceiros foram buscar a comida, Ana Rosa curiosa, ficou observando os visitantes com olhos espantados e de segundas intenções...

Jorge Horácio que conhecia bem a fama de fofoqueira da mulher e com medo de ser denunciado como coiteiro, com cuidado, deixou a residência e foi até onde os cangaceiros comiam e contou a sua preocupação para o comandante.

Este escreveu um bilhete para a mulher dizendo que se ela contasse o que viu, teria os olhos arrancados. Não falasse a ninguém sobre a parada do grupo no sítio Ipueira.

Pouco tempo depois Ana Rosa não conteve os seus instintos, despediu-se do pessoal da casa e foi direto a polícia de Mata Grande e contou tudo.

Ali, na casa do sítio, as volantes às vezes acampavam até por uma semana. Ficavam descansando, comendo a tripa forra, aproveitavam bem e não pagavam um tostão sequer.

Jorge Horário ainda muito cismado com o acontecido e prevendo o pior, resolveu esconder-se num serrote próximo dali, da Mina Grande. Antes passou na casa do irmão José e contou tudo o que acontecera, combinou com o irmão para levar-lhe comida e dar notícias do que ocorresse.

Já fazia três meses que Jorge Horácio estava escondido no serrote da Mina Grande, longe da mulher Bela Tiete e dos filhos; o irmão levando os alimentos e contando as novidades.

Foi então que uma volante policial de Inhapi veio até a casa de José Horácio, seu irmão. O comandante disse ao dono da casa com maus modos, que tinha que dar conta do lugar onde estava Jorge, senão sua esposa e a filharada iriam sofrer tudo o que estava reservado ao fugitivo.

José negou ao comandante que soubesse onde ele se encontrava. Subiu o serrote e contou ao irmão que a volante estava na sua casa e tinha o ameaçado, bem como toda a sua família.

O vaqueiro Jorge Horácio homem honesto, sabia da desgraça que podia acontecer a cunhada, aos sobrinhos, e ao próprio irmão. Resolveu entregar-se ao comandante.

Ao chegar em casa com José, qual não foi a sua surpresa: os policiais volantes em tom de ironia o cumprimentaram, e o comandante disse que ele apenas iria prestar esclarecimentos às autoridades.

Todos montaram e dirigiram-se para a sede da força em Inhapi, cinco léguas de distância.

No meio do caminho o cruel comandante mandou alguns soldados cortarem uns paus de catingueira e baterem nas pernas do preso. Deram pra valer, sem dó nem piedade.

Quando chegaram na cidade mandaram buscar o filho, o menino, aquele que estava caçando quando encontrou os cangaceiros com o bode.

O filho chegou ao quartel e os soldados começaram a espancá-lo.

Batiam, o menino chorava e gritava tanto que as famílias vizinhas ao local começaram a fechar as janelas e as portas das casas para não ouvirem.

Soltaram o garoto todo arrebentado e começaram a bater no pai. Batiam no corpo, chutavam a cabeça, pulavam em cima da barriga e Jorge Horácio pedia para que o matassem, mas que não judiassem assim.

Os soldados respondiam que não queriam matar, que era só para machucar, que coiteiro precisava era disso, e outras frases de ameaças.

Ao ser solto, Jorge Horácio, depois de muito apanhar, montou no animal e foi direto para a casa do irmão.

Não teve forças nem para desmontar, tiveram que tirá-lo de cima e carregá-lo para a cama.

Sua mulher Bela Tiete foi avisada e foi visitar o marido semi morto. Pensaram que não escaparia pelo castigo sofrido.

Ficou em tratamento por quase quatro meses, só pensando nas humilhações que sofreu.

Um dia qualquer, uma fita de luz começava a clarear o horizonte, não aguentando as lembranças do acontecido, confessou a esposa que iria partir e unir-se ao bando dos cangaceiros para vingar-se dos soldados.

Foi juntar-se ao grupo de Corisco numa quinta feira de 1934. Por esse motivo passou a ser conhecido por essa alcunha. Acabou, posteriormente, ficando sob as ordens de Lampião.

O destino trágico do lavrador pacato, vaqueiro destemido e cangaceiro valente Quinta Feira, teve fim no dia 28 de julho de 1938, por estranha coincidência uma quinta feira, no coito de Angico, Sergipe.

REFERÊNCIAS:

ARAÚJO, Antônio Amaury Corrêa de. Assim morreu Lampião. 2. ed. Rio de Janeiro: Brasília, 1976.

ARAÚJO, Antônio Amaury Corrêa de. Lampião: as mulheres e o cangaço. 2. ed. São Paulo: Traço, 2012.

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sexta-feira, 1 de dezembro de 2023

DESCAROÇANDO A VIDA

Autor: José Di Rosa Maria

Das decepções fiz pedras
Pra alicerçar o templo
Dos futuros regozijos
Que veriam como exemplo...
De superações benignas,
De admirações dignas,
De avais benevolentes,
Por meus naturais talentos;
Como reconhecimentos,
De seres inteligentes.
***
Tropeços, quedas, desânimos,
Desfiguraram meus sonhos;
Deixando meus lábios simples,
De aspectos mal risonhos,
Sentindo a dor da repulsa,
Como quem sente que pulsa
Seu coração recusado;
No antro da solidão,
Como se meu coração,
Fosse o único a ter pecado.
***
Mas do fundo do meu âmago
Ergueu-se um eco de voz
Dizendo uma nova chance,
Existe pra todos nós!
Aí, eu me reergui,
Toda poeira bati,
Das quedas por mim, sofridas,
E encarei as porfias,
Buscando meus áureos dias,
Desfrutados noutras vidas.
***
Então, Deus aproximou-se
E me fez correr atrás
De espaço na TV,
Nos rádios e nos jornais;
Nas famosas faculdades
E nas universidades
Grandes e condecoradas;
Que me escancaram as portas,
E das tentativas mortas,
Não há lembranças guardadas.
***
Presenteei minha alma
Com fé e perseverança,
Ciente de que quem tem
Esperança, um dia alcança...
O que almeja na vida,
Não tendo a fé abatida
Por desvios ignotos,
O ser que confia em Deus,
Nos tristes momentos seus,
Deus faz valerem seus votos!
***
Mesmo sem fama e sem ouro,
Hoje me vejo bem-visto;
Por matrimoniar letras,
Sem nada ganhar por isto;
Alegre feito uma ave,
Que goza o clima suave,
Das manhãs do mês de maio,
Provando pra quem duvida,
Que pra celebrar a vida,
Não preciso de ensaio!


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DEZEMBRO ESTÁ COMEÇANDO...

Por José G. Diniz

Dezembro está começando
Espero que venha bons dias
Vinte e três está nos deixando
Mas nos deu muitas alegrias
Vinte e cinco uma data especial
Comemoramos o dia de Natal
A vinda do tão esperado Messias.

https://www.facebook.com/josegomesd

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INDICAÇÃO BIBLIOFRÁFICA...

 Por Professor Pereira

Indicação bibliográfica. Cangaço, cangaceiros, Cangaceirismo, Sertão, Nina Rodrigues, Césare Lombrodo, Estácio de Lima, Lampião, entre outros. Livro indispensável.

Professor Pereira 83 9 9911 8286.

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NOTA DE PESAR!

Por Relembrando Mossoró

O Relembrando Mossoró vem comunicar o falecimento de dona Albertina, nossos sentimentos aos familiares e amigos.

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FAZENDA SERRA VERMELHA:

Acervo Paulo Dias Pereira

OS MEMBROS DA COLUNA PRESTES, PEGARAM JOSE NOGUEIRA, CUNHADO DE ZÊ SATURNINO, NA FAZENDA SERRA VERMELHA, LEVARAM-NO POR CERTA DISTANCIA, LIBERANDO EM SEGUIDA E TOMANDO SUA ARMA. COMO ZÊ NOGUEIRA ERA INIMIGO DE LAMPIÃO, AO VOLTAR PRA CASA, DECIDIU PERMANECER ESCONDIDO NO CERCADO DOS BODES, ATE CHEGAR UM PESSOAL QUE GARANTISSE O RETORNO AO SEU LAR. LAMPIÃO CHEGOU EM SUA CASA, PERCEBENDO A AUSÊNCIA DE ZE NOGUEIRA, MANDOU A MORADORA IR CHAMA-LO, COM O SEGUINTE RECADO:

"diga a Zê Nogueira que a força de Nazaré está aqui e precisa urgentemente falar com ele".

A CONFIANTE MULHER DESCONHECENDO SER AQUELE O GRUPO DE LAMPIÃO, FOI ATRÁS DE ZÊ NOGUEIRA NO CERCADO E DEU O RECADO, E FOI PRONTAMENTE ATENDIDA POR ZÊ NOGUEIRA, QUE IMAGINOU SER GENTE AMIGA. AO ENTRAR PELA PORTA DA COZINHA E CHEGANDO NA SALA, SE DEPAROU COM AQUELA GENTE, PERCEBENDO SER CANGACEIROS.

LAMPIÃO MUITO SATISFEITO EM VER AQUELE INIMIGO NA SUA FRENTE, DISSE:

"e agora, hem, Zê Nogueira?"

 NOGUEIRA ESPANTANDO VENDO EM QUE SITUAÇÕES E ENCONTRAVA, RESPONDE TREMULO:

"agora só mesmo nossa senhora".

TODOS OS CANGACEIROS DERAM GARGALHADAS...

ZÉ NOGUEIRA ESTAVA COM SINTOMAS FORTES DE ASMA, MAL RESPIRAVA, LAMPIÃO VENDO A SITUAÇÃO DO INIMIGO, RESOLVE DEIXA-LO, MAI FOI IMPEDIDO POR ANTONIO FERREIRA QUE DISSE:

"voçe ta doido Lampião, deixar vivo esse homem?".

LAMPIÃO AO SE RETIRAR DA SALA, SENDO SEGUIDO POR ZÉ NOGUEIRA, ANTONIO FERREIRA VINHA LOGO ATRAS E SEM DÓ, ATIRA NA NUCA DE ZÉ FERREIRA QUE CAÍ MORTALMENTE. LAMPIÃO NÃO DISSE NADA COM DO GESTO DO IRMÃO, ANTONIO TIRA AS ALPERCATAS NOVAS DE ZÉ NOGUEIRA E COLOCA NOS PÉS, JOGANDO FORA A SUA ALPERCATA JÁ VELHA:

O FATO REDUNDOU UM PROCESSO-CRIME CONTRA LAMPIÃO E OS MAIS DESTACADOS DO SEU BANDO. O PROCESSO ESTÁ NO 1º CARTÓRIO DE SERRA TALHADA-PE:

TEXTO COLHIDO NO LIVRO "GUERREIROS DO SOL", pag. 123 e 124. FREDERICO PERNAMBUCANO:

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quinta-feira, 30 de novembro de 2023

OS VERDADEIROS CONTRATADORES

Acervo do Adelsonmota Mota

Os verdadeiros contratadores, José Fernandes Oliveira e Francisca da Silva (Chica da Silva) do Tijuco onde hoje é a Cidade de Diamantina, MG Vale do Jequitinhonha, quem lembra da novela, Chica da Silva, com Thaís Araújo e o Contratador, Victor Wagner, credito Getúlio Brito CHICA DA SILVA

Foi uma escrava brasileira alforriada que ficou famosa pelo poder que exerceu no arraial do Tijuco, hoje a cidade mineira de Diamantina. Manteve uma relação de concubinato com o contratador de diamantes João Fernandes de Oliveira.

Francisca da Silva nasceu no Arraial do Tijuco, atual cidade de Diamantina, Minas Gerais, na época em que o Brasil tornou-se grande produtor de diamantes.

Filha do português, capitão das ordenanças, Antônio Caetano de Sá e da africana Maria da Costa, foi escrava de um proprietário de lavras, o sargento-mor Manoel Pires Sardinha, com quem teve um filho chamado Simão Pires Sardinha, alforriado pelo pai, recebeu seus bens em testamento.

Alforria e Luxo

Com 22 anos, Chica da Silva foi comprada pelo rico desembargador João Fernandes de Oliveira, contratador de diamantes, que chegou ao Arraial do Tijuco, em 1753.

Depois de alforriada, passou a viver com o contratador, mesmo sem matrimônio oficial. Chica da Silva passou a ser chamada oficialmente Francisca da Silva de Oliveira. O casal teve 13 filhos e todos receberam o sobrenome do pai e boa educação.

Chica da Silva, mulata, frívola, prepotente, impôs-se de tal forma, que o rico português atendia a todos os seus caprichos. O maior deles, como não conhecia o mar, pediu ao marido para construir um açude, onde lançou um navio com velas, mastros, igual às grandes embarcações.

Chica da Silva vivia em uma magnífica casa, construída nas encostas da serra de São Francisco, onde promovia bailes e representações.

Era dona de vários escravos que cuidavam das tarefas domésticas de sua casa. Só ia à Igreja ricamente vestida e coberta de joias, seguida por doze acompanhantes. Consta que muitas pessoas se curvavam à sua passagem e lhe beijavam as mãos.

Fim da União

João Fernandes de Oliveira foi acusado de contrabandear diamantes, chegou a ser preso e perdeu parte de seus bens. Mesmo assim, possuía uma das maiores fortunas do Império Português.

A união do casal que durava 15 anos, foi interrompida em 1770, quando João Fernandes retornou a Portugal, depois da morte de seu pai a fim de resolver questões de herança familiar, levando com ele os quatro filhos homens que teve com Chica da Silva. Lá, adquiriram educação superior e alcançaram cargos importantes na administração do reino.

Chica da Silva ficou no Brasil com as filhas e a posse das propriedades do marido, o que lhe permitiu continuar vivendo no luxo. Suas filhas estudaram prendas domésticas e música.

Mesmo sem viver com João Fernandes pelo resto de sua vida, Chica da Silva conseguiu distinção social e respeito na sociedade elitista de Minas Gerais, no século XVIII.

Chica da Silva convivia com a elite branca local. Em seu testamento, doou parte de seus bens às irmandades religiosas do Carmo e de São Francisco, que eram exclusivas de brancos, e às das Mercês, exclusivas dos mestiços e a do Rosário dos Pretos, que eram reservadas aos negros.

Chica da Silva faleceu em Serro Frio, Minas Gerais, no dia 15 de fevereiro de 1796. Foi sepultada na irmandade religiosa de São Francisco de Assis, exclusiva dos brancos.

(O texto não é da minha autoria, geralmente, copio e abrevio para não cansar);

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RAÍZES

Por Rangel Alves da Costa

RAÍZES. Teotônio Alves China, o China do Poço, meu avô materno, gostava de terra, de padre e de cangaceiro. Marieta, minha avó materna, gostava de terços, de rezas e calçadas. Seu Ermerindo, meu avô paterno, gostava de terra, de política e de repentistas. Emeliana, minha avó paterna, gostava de santos e oratórios, de romarias e do Padim Ciço. Meu pai Alcino gostava do sertão, de política e de cangaço. Minha mãe Dona Peta gostava de bordar, de cantar, de fazer bolos e doces. E eu gosto de tudo isso. Mas como tudo isso me faz tanta falta...

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𝟏𝟎𝟗 𝐀𝐍𝐎𝐒 𝐃𝐀 𝐏𝐑𝐈𝐒𝐀̃𝐎 𝐃𝐎 𝐑𝐈𝐅𝐋𝐄 𝐃𝐄 𝐎𝐔𝐑𝐎, 𝐩𝐚𝐫𝐭𝐞 𝟓.

Guilherme Velame Wenzinger

Foto da força que prendeu Antônio Silvino, muito difundida por aí erroneamente como se fosse o próprio bando do cangaceiro. Nas duas extremidades os comandantes, na esquerda o Alferes Teófanes Torres e na direita o Sargento José Alvino de Queiroz.

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quarta-feira, 29 de novembro de 2023

𝟏𝟎𝟗 𝐀𝐍𝐎𝐒 𝐃𝐀 𝐏𝐑𝐈𝐒𝐀̃𝐎 𝐃𝐎 𝐑𝐈𝐅𝐋𝐄 𝐃𝐄 𝐎𝐔𝐑𝐎, 𝐩𝐚𝐫𝐭𝐞 𝟒.

Guilherme Velame Wenzinger

O Rifle de Ouro também era chamado de "O pesadelo do Norte". Foram 18 anos praticando toda sorte de crimes no Nordeste. Foi o chefe cangaceiro de maior longevidade com o comando de um bando, Lampião comandaria por 16 anos.
Recorte: A Rua(RJ), 1914.
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RECEPCIONADO SINHÔ PEREIRA.

 Guilherme Velame Wenzinger

Parentes de Sinhô Pereira recepcionando-o em Serra Talhada(PE) cinco décadas após o mesmo ter abandonado o cangaço.

Livro: O Patriarca. Venício Feitosa Neves.

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