Vamos fechando o circuito de todas as cidades sertanejas alagoanas apresentadas. Estava faltando somente Santana do Ipanema.
Cidade sertaneja servida pela BR-316 e pela AL-130, fundada em 1787. Fica entre as cidades de Dois Riachos e Poço das Trincheiras. Seus munícipes são chamados de santanenses e tem como padroeira Nossa Senhora Santana. Possui duas paróquias: a de Senhora Santana e a de são Cristóvão, cujos festejos dos seus respectivos padroeiros acontecem no mês de julho e no mês de outubro. Sua vegetação pertence ao bioma caatinga e seu clima é o semiárido. A cidade apresenta-se ladeirosa e repleta de patamares onde estão localizadas ruas e avenidas importantes.
Já foi chamada “Terra dos Carros de Boi”, “Terra do Feijão”, mas continua com o título de “Rainha do Sertão”. É a cidade sertaneja de Alagoas mias importante de todas. Sua distância para a capital, Maceió, gira em torno de 220 km. Atualmente é Centro Educacional de peso e conta com a presença das representações da UFAL – Universidade Federal de Alagoas; UNEAL – Universidade de Alagoas; e IFAL - Instituto Federal de Alagoas. Sua economia se baseia na agropecuária, comércio e serviços, conta com três bancos federais e um movimento diário de trânsito muito forte com veículos diários de cerca de 30 cidades da região, bem como o atendimento do Hospital regional Dr. Clodolfo Rodrigues que atende mais ou menos ao mesmo número de cidade acima.
A cidade é circundada por serras e serrotes que permitem o turismo paisagístico natural. Santana tem como principal acidente geográfico o rio Ipanema que banha a cidade e que antigamente era abastecida de água por ele. A cidade pode ser desvendada na sua história, arquitetura e na geografia. Sua culinária representa o resumo apaixonante das comidas típica de toda a região. Brevemente será lançado o maior documentário jamais produzido em Santana do Ipanema: o livro: “O boi, a bota e a batina, história completa de Santana do Ipanema”. Covardias à parte, aguardemos o primeiro trimestre de 2024.
Silvio Santos baixa proibição em meio a dança das cadeiras no SBT e ninguém pode tirar essas duas estrelas do ar
Esta semana uma notícia sobre uma proibição de Silvio Santos em meio a dança das cadeiras no SBT veio à tona. Isso porque, o apresentador exigiu que ninguém poderá tirar duas de suas maiores estrelas do ar.
De acordo com informações de Flávio Ricco, do portal R7, Silvio Santos proibiu que as mudanças cheguem em Carlos Alberto e Raul Gil. Nos últimos meses, o SBT está realizando uma grande reformulação em sua programação para o ano que vem.
Porém, Silvio Santos não deixará que ocorram mudanças nos programas de Carlos Alberto e Raul Gil. A determinação, segundo Flávio Ricco, é que os apresentadores só saíam da grade horária quando quiserem.
Desse modo, o programa A Praça É Nossa e o Programa Raul Gil estão garantidos na grade de 2024 e nem Daniela Beyruti, vice-presidente do SBT, poderá mudar isso.
Depois de
forte perseguição por parte da polícia, Lampião teve que fugir atravessando Rio
São Francisco em direção a terras baianas em busca de se manter vivo e reerguer
seu império no cangaço, lá, claro diante sua experiência e inteligência fora da
curva, ele se recompôs e voltou a dominar as ações. Mas você já imaginou se ele
não tivesse pedido nomes como de Antônio Ferreira, Meia Noite e Sabino das
Abóboras, como seria seu bando reforçado por essas feras ?
No vídeo de
hoje fiz uma análise com 10 nomes de cangaceiros que Lampião perdeu antes de
atravessar o São Francisco que lhe fizeram muita falta.
O link do
vídeo está logo abaixo, para assistir basta clicar no mesmo.
Hoje, neste dia 4 de dezembro, celebra-se mais um aniversário do Frei Enoque, o missionário do Evangelho e das sandálias da simplicidade. O Francisco do Sertão.
Quantos anos vividos neste sertão! Quantos gritos! Quantas vezes a sua voz foi e continua sendo a voz dos mais sofridos do campo e da cidade deste sertão.
Hoje comemoramos o seu aniversário de vida. São 81 anos completados. E os seus 51 anos de missão neste sertão e na Diocese de Propriá.
Caroá, croatá,
crauá ou Croá, “É uma planta terrestre da família das bromeliáceas, nativa do
Nordeste do Brasil. A planta é uma bromélia nativa do estrato baixo da caatinga
brasileira, apresenta folhas lineares, acuminadas e listradas e flores
protegidas por brácteas com coloração viva e frutos em bagas suculentas. Já
teve muita importância na caatinga, antes do advento do plástico. Dela se fazia
cordas, cordões, redes, sacos, tecidos e roupas. Proporcionou emprego e renda em
vários lugares do Sertão nordestino, gerou indústrias e até originou cidades
como Senador Rui Palmeira no alto Sertão alagoano, cuja origem foi uma “usina”
de fazer barbantes de caroá. A grande riqueza de outrora do Nordeste, o
algodão, era ensacado com destino as bolandeiras ou vapores (máquinas de
beneficiamento do algodão) com enormes sacos de caroá, que tinham aparência de
tarrafas nos seus trançados espaçosos e transportados, geralmente por carros de
boi.
CAROÁ (AUTOR NÃO IDENTIFICADO).
O caroá fez
ótima circulação de dinheiro no Sertão e Agreste entre extrativistas rurais,
empresários, fábricas, comércio e usuários. O agave, planta espinhenta da qual
se fabricava cordas e outros produtos semelhantes ao caroá, tinha mais nobreza,
pois em muitos lugares do semiárido, era plantado com vigor. O caroá, apenas
era extraído da caatinga. Em várias regiões apresentava-se abundante e em
locais privilegiados, crescia até dois metros de altura. Como o nome
da planta varia muito em cada região, é possível que ela também seja chamada
gravatá (sítio e poderoso riacho de Santana do Ipanema).
As riquezas
antigas dos nossos sertões são pouco divulgadas e temos certeza de que
pouquíssimas pessoas têm esse conhecimento. O uso da lã de barriguda, a
utilidade dos juncos nas fabriquetas de colchões, representam segredos do
Sertão antigo (não tão antigo assim) e que deslumbram por certo, pesquisadores
e fontes dos mais velhos que assim conviveram. Infelizmente, o advento do
plástico, muito útil, prático, leve e barato substituiu nossos produtos
inocentes e passou a poluir o mundo. É pena porque nem todo nosso passado foi
registrado e dão trabalho aos pesquisadores, mais do que os temas sobre animais
pré-históricos.
Depois do
fatídico 28 de julho de 1938, muitos bandoleiros começaram a se entregar para
as forças policiais pela Anistia que o governo estava oferecendo para aqueles
que saíssem da vida de arruaceiros. Outros, como o grupo de Labareda,
permaneceram, ainda fraco, por alguns anos, entregando-se somente no ano de
1940. Ângelo Roque, o famoso Labareda, fora um dos cangaceiros mais velhos que
seguiu Lampião (1928-1940), e, também, o segundo bandoleiro a trazer uma
companheira para o grupo. Mariquinha, prima de Maria Bonita e irmã do famoso Zé
de Neném, foi a primeira companheira do cangaceiro, seguindo-o até os seus
últimos dias de vida.
15 de abril de
1939, a força do Tenente Odilon Flor, composta por 15 volantes, agia na região
da Bahia em busca dos últimos grupos que atuavam por lá, dentre eles, o de
Ângelo. Acabaram encontrando um coiteiro no caminho, fazendo um interrogatório
com o mesmo e obrigando para que delatasse o bando. O coiteiro era de Labareda,
indicou o local onde estavam, fazendo com que o Tenente e a força seguissem em
disparada.
Chegaram no
local por nome Serrote, pertencente ao Município do Quinto/BA, às 23hrs,
avistando o grupo com 8 cangaceiros e suas companheiras, jogando baralho,
lubrificando o fuzil.
Odilon e sua
força abriram fogo, em confronto noturno, conseguindo abater três integrantes,
tendo baixa em um soldado e deixando o comandante da tropa ferido nas nádegas.
Os cangaceiros mortos eram Pé de Peba, Xofreu e a companheira do chefe,
Mariquinha. Após o confronto, cortaram suas cabeças e levaram em um carro de
boi (ou no lombo de uma burra), expondo-as na cidade de Paripiranga-BA.
Após isso,
Labareda acaba matando quatro inocentes, Olegário, Antônio, Constâncio e Jovina
(prima do bandoleiro Saracura), em forma de se vingar dos seus cangaceiros e de
sua companheira.
Recordo muito
que adentrando pelo Morro, o mundo parecia infindo. Porque eram frescos, verdes
e bonitos os caminhos.
Sem nenhum
pingo de medo a gente ia seguindo, quando menino. E o primeiro engenho de cana
que eu me lembro desse caminho era o de dr. Hugo perto do Jerimum e Fostino na
sequência o de seu Adalberto do sítio Coqueiro.
O povo andava
muito a pé como a seguir os rastros das tropas de burros do saudoso tropeiro
Vicente Valdevino.
Depois, o
segundo logo após a residência de Déda e Zé Alvino havia o engenho de Pedro
Saraiva antecedendo o mais antigo da ruinha da Missão Nova que um dia pertenceu
a Antônio Argeu, dona Marqueza, Antonio Leite e Moacir Olegário. Onde bringuei
na bagaceira e nas águas do riacho descendo da serra margeando a capela de
Santo Antônio. "Levada de água" passando ao lado do engenho mais
pequeno de seu Osvaldo Esmeraldo.
E se acaso
passássemos para o 'Outro Lado' após atravessarmos o corredor do canavial e o
rio, íamos nos deliciar de garapa, mel e alvinim no bom engenho de seu Joaca
Rolim. Local aprazível onde moravam seu Edir, Joana Sena, Citonha, Celeste,
Antônio Batista, Juvenal, Zezé Novais, Antonio das Dores, dona Toinha, Damanel,
Nazinha e Pedro Esmeraldo. E se fôssemos da Capelinha da vila após o baixio
onde moravam minha vó Zefinha, Damião Bento e mestre Pedim seguindo em linha
reta, depois do cemitério íamos dá de cara com o engenho de Pedro da Cruz, o de
seu Aparício e Filipim já pras bandas do Espalhador.
Quando guri eu
também me lembro que pras bandas de riba ainda tinham o de Manoel Novaes e o de
Lacy. Era assim. Foi assim.
Como nunca
mais se viu, mas eu recordo bem com muita alegria em toda esta saudade que não
tem fim.
Já se passaram alguns anos que eu não vejo o meu amigo de adolescência e juventude Aníbal Fernandes Porto, hoje, um empresário bem sucedido e que, progrediu na sua jornada com a famosa e renomada empresa "Anibaltec", e que através dela, hoje é proprietário de mais duas lojas: "Balanças e
Complementos". na Av. Alberto
Maranhão, 1369 - em Mossoró, além de outra em Natal
A nosso adolescência e juventude, foi por ali, entre as ruas José de Alencar com a Tiradentes, esquinando com a Lopes Trovão, localizadas no bairro Paraíba. Ele residia com os seus país Eliseu Posto e dona Nazaré, e eu, residia na Casa de Menores Mário Negócio, onde vivi por alguns anos na minha adolescência, mais um pouco na juventude.
Eu sempre frequentava a sua casa, porque, nós éramos amigo de longas datas, além do meu convívio com o saudoso Nilson Fernandes Posto e o Eliseu Júnior, ambos, eram seus irmãos.
Lamentavelmente, nos dias de hoje, o Aníbal é cadeirante. Mas Deus estará sempre presente em sua vida, confortando a sua vida.
Grande Aníbel, qualquer dia eu chegarei aí para te visitar!
Nesse vídeo imagens aéreas de vários locais que foram palco da história do cangaço.
Para participar da Expedição Rota do Cangaço entre em contato pelo e-mail: narotadocangaco@gmail.com
Seja membro deste canal e ganhe benefícios:
/ @aderbalnogueiracangaco
Parcerias:
narotadocangaco@gmail.com
#lampiao#cangaço#maria bonita
#cangaceiros
Eclipse solar é um fenômeno astronômico que ocorre quando a Lua se posiciona entre o planeta Terra e o Sol, bloqueando, momentaneamente, a luz solar de forma total ou parcial.
Um eclipse solar acontece quando a Lua se alinha com o planeta Terra e o Sol, bloqueando total ou parcialmente a luz solar.
Eclipse solar é um fenômeno astronômico que acontece quando a Lua está posicionada entre o Sol e o planeta Terra e há o alinhamento entre os três astros. Os eclipses solares ocorrem cerca de duas vezes ao ano e são registrados durante a fase nova da Lua. A depender da posição dos astros ou do observador, em alguns casos, o eclipse solar pode ser classificado em quatro diferentes tipos:
total;
parcial;
anular (ou anelar);
híbrido.
Apesar da beleza desse fenômeno, é preciso tomar muito cuidado para observá-lo. Nunca olhe diretamente para o eclipse solar e utilize sempre um filtro especial de proteção, próprio para essa atividade, e jamais instrumentos como óculos escuros ou negativos antigos de filme, por exemplo.
Eclipse solar é um fenômeno astronômico que acontece quando a Lua se posiciona entre o Sol e a Terra, projetando sua sombra no planeta.
Tem duração variável entre alguns segundos e 7,5 minutos.
É registrado durante a fase da Lua nova e acontece, em média, duas vezes no ano.
Existem quatro tipos de eclipse solar:
Total: a Lua bloqueia totalmente a luz solar, e somente a coroa do Sol é visível.
Parcial: o bloqueio acontece parcialmente, e deixa uma parcela do Sol visível.
Anular: a Lua se posiciona à frente do Sol e aparece como um disco escuro sobre outro disco maior e mais brilhante, formando um contorno.
Híbrido: eclipse pode ser visto de forma total ou parcial em diferentes regiões do planeta, o que varia devido à curvatura da Terra.
A observação de um eclipse solar deve ser feita, obrigatoriamente, com o uso de um filtro especial nos olhos. Não utilize instrumentos como óculos escuros, chapas de raio-x ou negativos de filme.
O próximo eclipse solar visível no Brasil acontecerá em 14 de outubro de 2023.
Como ocorre o eclipse solar?
O eclipse solar é um fenômeno astronômico que acontece a partir do alinhamento das órbitas do Sol, da Lua e da Terra. Nesse alinhamento, a Lua se posiciona entre o Sol e o planeta Terra, o que faz com que o satélite projete a sua sombra sobre a superfície terrestre. Isto é, a passagem da Lua bloqueia momentaneamente os raios solares em algumas regiões do planeta, o que causa o eclipse solar. A sua duração é curta e varia entre 10 segundos e 7,5 minutos.
Representação de um eclipse solar, quando a Lua está localizada entre o Sol e a Terra.
Os eclipses solares acontecem duas vezes ao ano, com um intervalo de aproximadamente seis meses entre eles, coincidindo com o alinhamento das órbitas solar, lunar e terrestre. O período em que esse fenômeno acontece é conhecido como temporada de eclipse e tem duração de 35 dias, segundo a Nasa.
Destaca-se que os eclipses solares acontecem durante a fase nova da Lua, que é quando a face iluminada do satélite está totalmente voltada para o Sol. No entanto, é importante frisar que não é em todo período de Lua nova que há a ocorrência desse fenômeno astronômico. A órbita lunar é inclinada em 5,2° com relação à órbita terrestre, e é somente quando há a intersecção entre os planos orbitais da Lua e da Terra que há a formação de um eclipse.
Tipos de eclipse solar
A maneira como a sombra da Lua é projetada sobre o planeta Terra cria as regiões denominadas umbra e penumbra, que caracterizam diferentes tipos de eclipse solar, que conheceremos na sequência.
→ Eclipse solar total
Eclipse solar total, quando somente a coroa do Sol é visível.
Eclipse solar total ocorre quando o alinhamento entre os astros bloqueia totalmente os raios solares. Durante um eclipse solar total, somente a coroa do Sol (camada externa da atmosfera solar) é visível a partir da superfície terrestre. Para que seja possível a identificação desse eclipse, é necessário que o observador esteja na zona de umbra criada pela Lua, que corresponde à região que não recebe nenhuma luz.
→ Eclipse solar parcial
Eclipse solar parcial, caracterizado pelo bloqueio parcial dos raios solares.
O eclipse solar parcial acontece quando a Lua cobre somente uma parte do Sol, deixando outra parcela do astro visível. Pode ser observado por aquelas pessoas que estão inseridas na zona de penumbra criada no alinhamento dos astros, que é a região que recebe menos luminosidade do que o habitual.
→ Eclipse solar anular (ou anelar)
Eclipse solar anular (ou anelar), que aparece como um disco escuro sobre outro maior e brilhante.
O eclipse solar anular (ou anelar) acontece quando a Lua está no seu ponto mais distante da Terra ou se aproximando dele e passa entre o planeta e o Sol. Em função disso, e por ser muito menor do que essa estrela do Sistema Solar, a Lua não bloqueia totalmente a luz solar e aparece como um disco escuro com uma circunferência brilhante ao seu redor, que corresponde à superfície solar.
→ Eclipse solar híbrido
O eclipse solar híbrido é visto a partir de diferentes perspectivas devido à curvatura da Terra.
No eclipse solar híbrido, a maneira como o eclipse solar é observado se altera entre o total, o parcial e o anular em função da curvatura do planeta Terra. O eclipse híbrido, como é chamado, é uma ocorrência mais rara que foi registrada em 2013 e em 2023, no período recente. O próximo eclipse híbrido está previsto para acontecer somente em novembro de 2031.
Eclipse solar no Brasil
Os eclipses solares nem sempre são parcial ou totalmente visíveis no território brasileiro. Os principais fatores que interferem nessa observação são o tempo atmosférico no momento da ocorrência e, sobretudo, a posição da Lua, do Sol e do próprio planeta Terra.
Entre 2021 e 2022, não foi possível observar nenhum dos eclipses solares que aconteceram, e em 2023, somente o eclipse anular de 14 de outubro será visível em algumas áreas das regiões Norte e Nordeste do país. Nas demais regiões, será possível identificar um eclipse parcial. Já em 2024, mais uma vez, somente o eclipse de outubro será observável no Brasil.
Lista dos próximos eclipses
Confira, a seguir, uma tabela com os próximos eclipses solares que acontecerão entre os anos de 2023 e 2030. Todas as informações são da Nasa.
Futuros eclipses solares
Tipo de eclipse
Data da ocorrência
Locais de maior visibilidade
Anular
14 de outubro de 2023
América
Total
08 de abril de 2024
América do Norte
Anelar
02 de outubro de 2024
América do Sul
Parcial
29 de março de 2025
Américas do Norte e do Sul, Europa, Ásia, oceanos Atlântico e Ártico
Parcial
21 de setembro de 2025
Austrália, Antártida e oceanos Atlântico e Pacífico
Anular
17 de fevereiro de 2026
Argentina, Chile, Sul da África e Antártida
Total
12 de agosto de 2026
América do Norte, Oeste da África e Europa
Anular
06 de fevereiro de 2027
América do Sul, Antártida, Sul e Oeste da África
Total
02 de agosto de 2027
África, Europa, Ásia
Anular
26 de janeiro de 2028
América, Oeste da Europa e Noroeste da África
Total
22 de julho de 2028
Sudeste da Ásia, Austrália, Nova Zelândia
Parcial
14 de janeiro de 2029
Américas do Norte e Central
Parcial
12 de junho de 2029
Ártico, Escandinávia, Alasca, Canadá e Norte da Ásia
Parcial
11 de julho de 2029
Sul do Chile e da Argentina
Parcial
05 de dezembro de 2029
Sul do Chile e da Argentina, Antártida
Anular
1º de junho de 2030
Europa, África, Ásia, Alasca e Ártico
Total
25 de novembro de 2030
Sul da África, oceano Índico, Austrália, Antártida
Diferenças entre eclipse solar e eclipse lunar
Eclipse solar e eclipse lunar, respectivamente.
Os eclipses solares e lunares acontecem pelas mesmas razões, e durante um ano, registra-se a ocorrência de ambos. Diferentemente do eclipse solar, entretanto, durante um eclipse lunar é o planeta Terra que se encontra posicionado entre o seu satélite natural, a Lua, e o Sol, bloqueando momentaneamente a chegada de luz à superfície lunar. Os eclipses lunares ocorrem durante a fase cheia da Lua, e a sua observação pode ser feita de maneira direta, ao contrário dos eclipses solares. Para saber mais sobre os dois tipos de eclipses, clique aqui.
Como podemos ver os eclipses?
Os eclipses solares apresentam uma beleza ímpar e sempre despertam a curiosidade de milhares de pessoas que desejam testemunhar esse fenômeno astronômico com seus próprios olhos. Entretanto, essa é uma atividade que demanda uma série de cuidados de maneira a não oferecer nenhum tipo de risco permanente à visão. Olhar diretamente para o Sol, por si só, é perigoso aos olhos humanos em função dos raios infravermelhos (IV) e ultravioletas (UV), que podem causar problemas na retina.
A observação de um eclipse solar deve ser feita com uso de uma proteção, como filtros de polímero preto. [1]
A observação dos eclipses solares deve ser feita com a utilização de filtros especializados, como, por exemplo, o filtro de polímero preto ou ainda com equipamentos de segurança, como óculos de soldador. Binóculos, câmeras fotográficas e telescópios também são instrumentos que podem auxiliar nessa atividade, mas sempre com o emprego dos filtros próprios para a observação da superfície solar na extremidade.
Importante:Não se deve, em hipótese alguma, utilizar instrumentos como óculos escuros comuns, negativos antigos de filmes ou chapas de raio-x para a visualização de um eclipse solar.
Escrito por : Paloma GuitarraraLicenciada e bacharel em Geografia pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e mestre em Geografia na área de Análise Ambiental e Dinâmica Territorial também pela UNICAMP. Atuo como professora de Geografia e Atualidades e redatora de textos didáticos. https://brasilescola.uol.com.br/geografia/eclipse-solar.htm http://blogodmendesemendes.blogspot.com