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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2024

LAMPIÃO NAS ÁREAS DA CHAPADA DO ARARIPE - CANAL CANGAÇO EM FOCO

 Por Cangaço em Foco

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𝑫𝑬 𝑷𝑬𝑹𝑵𝑨𝑴𝑩𝑼𝑪𝑶 𝑷𝑨𝑹𝑨 𝑶 𝑹𝑰𝑶 𝑫𝑬 𝑱𝑨𝑵𝑬𝑰𝑹𝑶

 Acervo do Jaozin Jaaozinn

Registro do ex-volante Andrelino Marcolino Nogueira, para o jornal “Manchete/RJ” em 1981.

Andrelino Marcolino Nogueira, era pernambucano da região de Serra Talhada/PE, nasceu no dia 30 de setembro de 1909, sendo filho de Camilo Marcolino Nogueira e Possidônia Nogueira da Silva. Andrelino tinha nove irmãos. Ele e sua família tiveram contato com Virgulino e os demais Ferreiras. Era vizinho da casa de Manoel Pedro Lopes e Jacoza da Soledade (avós de Virgulino e pais do Sr. José Ferreira), e apenas o riacho São Domingos o separavam um pouquinho, entretanto, se criaram juntos.

Segundo o mesmo para o Jornal Manchete, disse que Lampião era almocreve e artesão no sertão do Pajeú. Em uma cajazeira que tinha na casa da irmã do volante, a Dona Águeda Possidônia Nogueira, o jovem Virgulino passava horas mexendo com os artigos de couro. Porém, a mesma mandou cortar a árvore por desgosto.

Foi testemunha desde a juventude dos irmãos Ferreira até às desavenças que se iniciaram em meados dos anos de 1916. Cita que ainda lembra de Virgulino, Antônio e Livino quando eram trabalhadores, cuidando do gado e dos bodes da propriedade. Complementa também que foram almocreves, transportando mercadorias para as regiões de Arco-Verde, Garanhuns, Águas Belas, Triunfo, Piranhas, entre outros locais. Dá detalhes certeiros sobre a evasão dos Ferreiras e das mortes de seus pais.

Entrou na força volante entre os anos de 1931/1932, fugindo do seu pai (não se sabe por qual motivo). Relata que pagavam 95 mil réis por mês, utilizavam roupa cáqui ou mescla e a indumentária era extremamente semelhante com a dos cangaceiros. E por causa da estética ser muito parecida, além dos encontros de outras volantes onde, ocorriam um fogo amigo por se pensar em ser os bandoleiros, um comandante ordenou que as tropas utilizassem chapéu de massa fina.

Andrelino relata que andavam 45 volantes em um comando, em outro já eram 30, e quando se juntavam, chegavam à numeração de 100 militares, a cavalo, a pé, de todo jeito. E quando sabiam da notícia de cangaceiro na região, tomavam animais de quem tivesse para a melhor locomoção.

Atuou nas regiões da Bahia por oito meses, perambulando pelas regiões do Juazeiro, Bonfim, Barro Vermelho, Canudos, Raso da Catarina, Chorrochó e Uauá. Diz que, nas horas de se alimentarem, matavam as criações dos sertanejos.

Possivelmente participou até o fim da campanha contra o cangaceirismo (ou até os anos de 1933/1934). Se casou com Maria Anália de Moura, com quem teve cerca de onze filhos. Não tenho as informações da data de falecimento de ambos, porém, viveram sua velhice nas regiões de Pernambuco.

𝑭𝑶𝑵𝑻𝑬𝑺: 𝑱𝒐𝒓𝒏𝒂𝒍 𝑴𝒂𝒏𝒄𝒉𝒆𝒕𝒆/𝑹𝑱 - 1981; 𝑮𝒆𝒏𝒆𝒂𝒍𝒐𝒈𝒊𝒂 𝑷𝒆𝒓𝒏𝒂𝒎𝒃𝒖𝒄𝒂𝒏𝒂.

.𝐂𝐀𝐍𝐆𝐀𝐂̧𝐎 𝐁𝐑𝐀𝐒𝐈𝐋𝐄𝐈𝐑𝐎.

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LUIZ GONZAGA...

Acervo do pesquisador e historiador do cangaço Guilherme Machado

 Seu Luiz com o Padre Jesus e João Caiçara na paróquia de nossa senhora da Penha em Serra Talhada, missa em sufrágio da alma do Poeta Zé Marcolino.

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PALAVRAS DO AMIGO ANTÔNIO JOSÉ. LÍDER ATIVISTA APOSENTADO DA COMUNIDADE DA BOA VISTA SERRINHA BAHIA.

Por Guilherme Machado

GUILHERME MACHADO E A PUBLICAÇÃO DOS SEUS DOIS LIVROS

Pela exiguidade de tempo associada ao peso dos anos que aos poucos "rouba" a nossa inspiração na interpretação dos fatos, sintetizo apenas seu mais recente trabalho LUIZ GONZAGA E A BAHIA.

Começo registrando parte da história do autor: Guilherme Machado nasceu na cidade de Muritiba-Bahia em 1960. Mais tarde passou a residir em Salvador, onde estudou no Colégio de Artes e Ofício. Constituiu família, e, há trinta e cinco anos trabalha como representante comercial de uma grande empresa de móveis. É um atuante pesquisador de campo e bibliográfico da saga do cangaço e demais fatos dos nossos sertões nordestinos.

Em 2020 escreveu e publicou o livro LAMPIÃO E SEUS PRINCIPAIS ALIADOS. Agora, em 2023 publicou seu segundo trabalho, LUIZ GONZAGA E A BAHIA.

Quando li o título, achei que o autor não teria muito o que escrever sobre GONZAGA apenas em nosso estado, mas quando passei a lê-lo amplamente, cheguei à conclusão que muitas foram as visitas e os shows do Rei do Baião em nossa Bahia.

Feira de Santana em 1973 nos salões do renomado clube Euterpe Feirense local de um dos seus brilhantes shows e desfilou ao lado de José Fróes da Motta e de muitas jovens da Cidade Princesa, onde em outra ocasião receberia o título de Cidadão Feirense. Em 1977, mais uma vez Gonzaga visitava a cidade.

Em 1952/53 Seu Luiz fazia turnê em cidades da Bahia: Itabuna, Santo Antonio de Jesus, e outras.

Em 1968 estava Seu Luiz fazendo um show em Riachão do Jacuípe. Passando mais uma vez por Feira de Santana recebeu o título antes citado, e realizou show no Clube Campo Cajueiro.

Na Cidade de Cachoeira, o Rei do Baião esteve em três períodos1967, 1969, 1971.

Em novembro de 1961 em viagem de férias, Seu Luiz estava ali no Grande Hotel de Cipó, construído pelo Presidente Getúlio Dorneles Vargas.

Em 1979, estava Gonzaga na festa de fundação do Parque Manoelito Argolo na cidade de Entre Rios, retornando outras vezes, chegando a batizar João Luiz Argolo, filho do fazendeiro. Lá na fazenda Rancho Alegre foi criado um museu e erguido um busto em homenagem ao Rei do Baião.

Em 1974, passava Gonzaga pela cidade de Euclides da Cunha onde fizera boas amizades, e, por outras ocasiões voltava a visitá-la para o bate-papo com os amigos.

Em 1988, a convite do prefeito de Heliópolis, Zé do Sertão, chegava naquela cidade o Rei do Baião já com a saúde abalada para animar o a festividade do São Pedro.

Em 1968 foi a vez das cidades de Ibicuí, Itabuna e Ilhéus receberem Seu Luiz.

Em 1967 quem recebeu Luiz Gonzaga foi a jovem cidade de Ichu na gestão do Prefeito Renato Cedráz, numa festa religiosa em que o Padre Lucas de Nuzza juntamente às famílias ichuenses e autoridades locais realizaram uma festa de grande importância para o município. Seu Luiz tocou e cantou no palanque do Circo Palácio do Riso de propriedade do palhaço Supapo.

Em 1976 Gonzaga fez show em Vitória da Conquista . Naquele mesmo ano esteve em Itaberaba na campanha das Bicicletas Monark. Patrocinado pela Monark do Brasil, Gonzaga esteve em várias cidades da Bahia.

Gonzaga esteve também em Juazeiro onde recebeu o título de Cidadão Juazeirense em 1986.

Na cidade de Monte Santo, Seu Luiz visitou diversas vezes, assim como Morro do Chapéu. Nesta última foi em 1976 onde se hospedou na residência do Coronel Jubilino Conegundes.

Esteve também nas cidades de Paulo Afonso, Cruz das Almas, Tanquinho, Santa Luz, Tucano, Ribeira do Pombal, Queimadas, Cansanção, Itiúba, Senhor do Bonfim.

Em 1968 Seu Luiz esteve fazendo a festa do São João em Ruy Barbosa.

Em 1985, Gonzaga tocava no São João da cidade de Jaguarari.

Em 1968 foi a vez do seu show no Parque de Vaquejada do pecuarista Valdete Carneiro na cidade de Serrinha.

Foram muitos amigos que o Rei do Baião fizera no Estado da Bahia durante sua relativa longa vida abraçado ao acordeon.

RESSALTO a admiração do pesquisador e escritor Guilherme Machado pela vida e obra do Rei do Baião Luiz Gonzaga. Em 1981 Guilherme esteve com Seu Luiz e, num proveitoso diálogo chegou a receber de presente do cantor, um LP. Ali foi o primeiro contato do radialista com o Rei do Baião. Em 30 de março de 1985 Guilherme teve mais um encontro com Seu Luiz e recebeu do mesmo, um autógrafo com caligrafia esgarranchada por já está com a saúde debilitada. Mesmo assim dialogou com o pesquisador que mais tarde criou o Museu Gonzagão em Serrinha, cidade essa que o recebera como filho.

Quem ler o livro LUIZ GONZAGA NA BAHIA vai com certeza parabenizar o pesquisador e escritor GUILHERME MACHADO pela sua maneira coerente no esclarecimento dos fatos, e pela comprovação mostrada nas dezenas de nítidas fotos conseguidas no decorrer da sua ampla pesquisa. SÓ POSSO DIZER : PARABÉNS CONTERRÂNEO GUILHERME MACHADO PELO SEU PROFÍCUO TRABALHO.

Serrinha, 15 de dezembro de 2023.
Antonio José de Oliveira

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ENTREVISTA COM FILHO DO EX-CANGACEIRO BALÃO (GUILHERME ALVES) DO BANDO DE LAMPIÃO. PARTE II.

 Por Cangaçologia

https://www.youtube.com/watch?v=2tzjJzqZpP8&ab_channel=Canga%C3%A7ologia

Segunda parte da entrevista com um dos filhos do ex-cangaceiro Balão (Guilherme Alves) que fez parte do bando de Lampião e que foi um dos cangaceiros sobreviventes de Angico que mais contribuiu com informações que contribuíram para a construção da história cangaceira no formato que hoje conhecemos. Nesse vídeo Juscelino Alves, filho de Balão, fala sobre a vida durante e pós-cangaço de seu pai e sobre toda a sua luta para a sobrevivência do antigo comandado de Lampião na cidade grande. Um depoimento sensacional que nos permite um melhor entendimento sobre fatos que envolveram a trajetória desse polêmico e interessante personagem histórico. Assistam e ao final deixem seus comentários, críticas e sugestões. Colaborem com o crescimento e com as melhorias do canal. Seja membro deste canal e ganhe benefícios:    / @cangacologia   INSCREVAM-SE no canal e ATIVEM O SINO para receber todas as nossas atualizações e publicações. Forte abraço! Atenciosamente:
Geraldo Antônio de S. Júnior - Criador e administrador dos canais Cangaçologia, Cangaceirismo e cultura nordestina e Arquivo Nordeste.

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SILA REZANDO NA GROTA DO ANGICO.

Por Antonio Ferreira

 SILA REZANDO NA GROTA DO ANGICOS . primeira veis q vi essa foto.

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CANGACEIRO MENINO DE OURO "OLIVEIRA" - RELATO BIOGRÁFICO.

 Por Cangaçologia

https://www.youtube.com/watch?v=7GpbAGXLLCE&si=ZFw9CVLIrsTwotLo&fbclid=IwAR1ChtsRALhrgJgO1YStCsbG4khpL0dyB1ShijrLor4ZyxN-8v2JmvreEjo

A vida pós-cangaço do ex-cangaceiro Menino de Ouro, também conhecido na história do cangaço como Oliveira ou Alagoano, que fez parte do bando de Lampião, contada de forma clara e direta pelo historiador Luiz Bento de Souza que conheceu pessoalmente o antigo Cabra que fez parte do bando de Lampião na década de 1920.

 Menino de Ouro foi um ex-angaceiro que contribuiu imensamente para o resgate e o entendimento histórico através dos depoimentos que prestou no decorrer de sua vida.

 Conheçam a história. Assistam e ao final deixem seus comentários, críticas e sugestões. Colaborem com o crescimento e com as melhorias do canal. Seja membro deste canal e ganhe benefícios:   

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ESTA SEQUOIA É A MAIOR ÁRVORE EM VOLUME NO MUNDO.

 

Esta árvore está no Giant Forest of Sequoia National Park no condado de Tulare, na Califórnia, EUA.

Ela foi nomeada como General Sherman, e apesar de não ser a mais alta, é a mais volumosa do mundo.

Ela tem 275 pés (83 m) de altura e mais de 36 pés (11 m) de diâmetro na base. Os troncos de sequoia permanecem largos no alto. Sessenta pés acima da base, a Sherman Tree tem 17,5 pés (5,3 m) de diâmetro. Estima-se que tenha cerca de 2.300 a 2.700 anos.

As sequoias são árvores gigantes que estão inseridas no grupo das gimnospermas. Elas são extremamente altas e apresentam uma grande quantidade de madeira. As folhas das sequoias são semelhantes às dos pinheiros e suas sementes são nuas, ou seja, não possuem frutos envolvendo-as.

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quinta-feira, 15 de fevereiro de 2024

O CALANGO E O DOCE

 Clerisvaldo B. Chagas, 15 de fevereiro de 2024

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3.015

Criativas e sem sentidos eram muitas as modinhas inventadas no mundo rural do Sertão:

“Calango matou um boi

Retaiou botou na teia

Lagartixa foi bulir

Calango largou-lhe a peia

Lagartixa foi dar parte

Calango foi pra cadeia.

Quando a moça ia casar-se vinha do sítio rural para a igreja, na cidade. Além da comitiva a cavalo, vinha por último um cidadão escanchado numa égua conduzindo o baú de roupas da noiva. Era chamado de “calango”. Ao passar o calango pela praça defronte à igreja, era alvo de engraxates e desocupados que gritavam: Calango! Calango! E calango respondia às investidas, erguendo o braço e estalando bananas e mais bananas para a turba. (Fonte: Alberto Nepomuceno Agra).

Quando a comitiva retornava à casa da noiva, havia muito exibimento dos cavaleiros com seus animais baixeiros em corridas pelas estradas poeirentas. Ao chegar perto da casa da noiva, os mais afoitos corriam à frente, pegavam doce de coco na casa da noiva e traziam para ela ainda no caminho. A noiva e o noivo, felizes da vida, comiam o doce ali mesmo, cavalgando e metendo os dedos cheio de poeira nas taças abarrotadas. Era uma tradição. (Fonte: Escritor Oscar Silva).

 A pressa dos cavaleiros que iam buscar o doce, esquecia das colheres. Mesmo sem colher, o doce era doce. A figura do calango desapareceu, mas o doce de coco ainda é encontrado aqui ou ali sem a frequência do passado. Gostoso é. O “enjoativo” fica por conta de quem quer almoçar doce. E assim, os registros vão sendo feitos em livros esporádicos e ganham vida na boca dos mais velhos. Que bom, ouvir as narrativas da vovó, do vovô... E o Sertão velho de meu Deus, vai moendo, nos mitos, nas lendas, nas verdades, enriquecendo conhecimentos orais e literaturas curiosas que graças a elas seguramos a lupa preciosa de quem quer aprender. Envelheça, se puder e, conte seu mudo aos que virão.


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NATUREZA E SUAS MARAVILHAS.

Olga Wagner Locatelli


Este edifício ! O bosque vertical na Itália * boa TARDINHA - LINDO GRUPO !

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FOTOGRAFIA RARA (PELA POSIÇÃO DOS CANGACEIROS) DO BANDO DE LAMPIÃO EM JUAZEIRO DO NORTE/CE, DO ANO DE 1926.

 Acervo do Jaozin Jaaozinn

𝙄𝘿𝙀𝙉𝙏𝙄𝙁𝙄𝘾𝘼𝘾̧𝘼̃𝙊.

Em uma das matérias do Jornal Diário da Manhã, de Recife, 1938, sobre a morte de Lampião, Maria e os demais, encontra-se o famoso registro do grupo em Juazeiro do Norte-CE, 1926. Na legenda da foto tem-se a possível identificação de cada bandoleiro que fez presença no momento, além de Luiz Pedro, um dos mortos em Angico - SE.

𝐏𝐑𝐈𝐌𝐄𝐈𝐑𝐀 𝐅𝐈𝐋𝐄𝐈𝐑𝐀

Vamos começar com a primeira fileira, onde se encontra, agachados, (da esquerda para a direita) Luiz Pedro, Aragão, Jurema, Criança e Lasca Bomba.

𝐒𝐄𝐆𝐔𝐍𝐃𝐀 𝐅𝐈𝐋𝐄𝐈𝐑𝐀

Em pé estão (da esquerda para direita) Lampião, Antônio Ferreira, Juriti (ou Pontaria), Pica-Pau (atrás de Antônio e Juriti), Bom-de-Veras, Moreno, Mormaço, Tenente, Cabra e Beija Flor.

𝐓𝐄𝐑𝐂𝐄𝐈𝐑𝐀 𝐅𝐈𝐋𝐄𝐈𝐑𝐀

E, por último, vamos a de cima (da esquerda para a direita) Pinga-Fogo, Nevoeiro, Laranjeira, Coqueiro, Boi, Frei Quincas e Bem-Te-Vi.

𝑭𝑶𝑵𝑻𝑬: 𝐽𝑜𝑟𝑛𝑎𝑙 𝐷𝑖𝑎́𝑟𝑖𝑜 𝑑𝑎 𝑀𝑎𝑛𝒉𝑎̃/𝑃𝐸 - 1938.

𝘼𝙏𝙀𝙉𝘾̧𝘼̃𝙊

Vale ressaltar que esta identificação não vem de minha parte e sim através das informações presentes no Jornal. Não podem estar certos os apelidos dos cangaceiros apontados, já que, em diversos jornais, sempre se têm as contradições e erros de identificações, principalmente em registros iguais a este. De fato, se for certificado que sim, são os mesmos, será um fato histórico.

É claro que, nas hostes do cangaço, vários bandoleiros passaram a utilizar inúmeros vulgos, por isso pode dar um ar de estranheza ver vários utilizando nomes famosos, como Juriti, Bom-de-Veras, Bem-Te-Vi, entre outros.

.𝑪𝑨𝑵𝑮𝑨𝑪̧𝑶 𝑩𝑹𝑨𝑺𝑰𝑳𝑬𝑰𝑹𝑶.

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DIA DE CELEBRAR MAIS UM ANO DE VIDA DO NOSSO AMIGO ADERBAL NOGUEIRA, O BENJAMIM ABRAHÃO MODERNO.

 Por Júnior Almeida

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𝑶 𝑯𝑬𝑹𝑶́𝑰 𝑫𝑬 𝑽𝑰𝑵𝑻𝑬 𝑬 𝑺𝑬𝑻𝑬

Por 𝐉𝐨𝐫𝐧𝐚𝐥 𝑶 𝑷𝑶𝑻𝑰/𝑹𝑵 - 1977.

Registro pouco conhecido do ex-motorista Francisco Agripino, o famoso Gatinho, que iria conduzir o Sr. Antônio Gurgel para Brejo do Apodi/RN, quando foram capturados pelo bando de Lampião no caminho, no dia 12 de junho de 1927.

 Francisco Agripino, o famoso Gatinho

Gatinho fora feito por Virgulino como carteiro, o enviando novamente para Mossoró com o objetivo de entregar a famosa carta dos 20 contos para José Guedes, genro de Gurgel e gerente do Banco do Brasil. Como sabemos, Francisco não cumpriu com o que o temível Ferreira lhe disse, de não abrir a boca por aí avisando de sua presença na região, e acabou explanando, no meio do caminho, a temível informação.

Para o repórter Nilo Santos, Gatinho fala que chegou na Vila de São Sebastião e falou sobre seu encontro com Lampião e suas intenções, porém, não lhe deram muita atenção, sendo esta, logo em seguida, saqueada tranquilamente pelos bandoleiros. Avisou para Guedes e o prefeito Rodolfo sobre o grupo de cangaceiros que se encontravam perto de Santana; o chefe do executivo não acreditou em Agripino (pois essas "conversas" sempre ocorriam, iam e voltavam na boca do povo), e só veio em concordar com ele quando Gatinho mostrou as marcas das nove balas no Chevrolet, disparadas pelo cangaceiro Coqueiro.

No dia da tentativa de invasão do bando, o ex-motorista estava em Fortaleza, para a sua segurança, já que contou para os demais sobre a intenção do temível pernambucano, junto com a família do médico Eliseu Holanda, onde ficou por alguns dias. Disse para o jornalista que não se lembra de muita coisa de seus capturadores, mas sim de suas feições:

“𝑂 𝑐𝑎𝑝𝑖𝑡𝑎̃𝑜 𝑝𝑎𝑟𝑒𝑐𝑖𝑎 𝑢𝑚 ‘𝑠𝑢𝑗𝑒𝑖𝑡𝑜 𝑒𝑑𝑢𝑐𝑎𝑑𝑜, 𝑝𝑒𝑙𝑜 𝑚𝑒𝑛𝑜𝑠 𝑛𝑒𝑠𝑠𝑒 𝑑𝑖𝑎, 𝑒𝑙𝑒 𝑛𝑎̃𝑜 𝑒𝑠𝑡𝑎𝑣𝑎 𝑓𝑢𝑟𝑖𝑜𝑠𝑜’. (...) 𝑠𝑜𝑏𝑟𝑒 𝐶𝑜𝑞𝑢𝑒𝑖𝑟𝑜, 𝑎𝑓𝑖𝑟𝑚𝑜𝑢 𝑠𝑒𝑟 𝑢𝑚 𝑐𝑎𝑟𝑎 𝑚𝑢𝑖𝑡𝑜 𝑎𝑙𝑡𝑜 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑗𝑢𝑠𝑡𝑖𝑓𝑖𝑐𝑎𝑟 𝑜 𝑎𝑝𝑒𝑙𝑖𝑑𝑜. (...) 𝑀𝑎𝑠𝑠𝑖𝑙𝑜𝑛 𝑒𝑟𝑎 𝑓𝑒𝑖𝑜, 𝑐𝑎𝑟𝑟𝑎𝑛𝑐𝑢𝑑𝑜 𝑒 ‘𝑞𝑢𝑒 𝑑𝑎𝑣𝑎 𝑎𝑡𝑒́ 𝑚𝑒𝑑𝑜 𝑎 𝑔𝑒𝑛𝑡𝑒 𝑜𝑙𝒉𝑎𝑟 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑒𝑙𝑒.”

Sem o temível aviso de Gatinho, certamente os cangaceiros levariam a boa, depredando, assaltando, matando e abusando dos moradores locais. Pelo seu feito de coragem e honra, o Sr. Francisco Agripino é considerado como um Herói Mossoroense, o Herói de Vinte e Sete.

𝐅𝐎𝐍𝐓𝐄: 𝐉𝐨𝐫𝐧𝐚𝐥 𝑶 𝑷𝑶𝑻𝑰/𝑹𝑵 - 1977.

.𝑪𝑨𝑵𝑮𝑨𝑪̧𝑶 𝑩𝑹𝑨𝑺𝑰𝑳𝑬𝑰𝑹𝑶.

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ANNA CONCEIÇÃO CANGACEIRA E COMPANHEIRA DO CANGACEIRO FERRUGEM.

Por Rubens Antonio

Anna Conceição, cangaceira, companheira do cangaceiro Ferrugem. Baleada e capturada, em 1932, foi apresentada e encarcerada, em Salvador.

A partir da imagem à esquerda, publicada, em jornal, recuperei sua aparência original. Total de horas trabalhadas: 6 . Total de programas utilizados: 4 .

https://www.facebook.com/groups/893614680982844/?multi_permalinks=2141578412853125%2C2141274772883489%2C2140842656260034%2C2140612276283072%2C2139649123046054%2C2139830406361259%2C2139818779695755%2C2139744329703200%2C2139730033037963%2C2139024386441861&notif_id=1707471202728600&notif_t=group_highlights&ref=notif

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quarta-feira, 14 de fevereiro de 2024

O QUANTO PODE UMA TROVOADA

Clerisvaldo B. Chagas, 14 de fevereiro de 2024

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3.014

A última chuvada em Santana do Ipanema, na tardinha do domingo passado, foi rápida, muito forte, acompanhada de ventos, relâmpagos e trovões. Na verdade, uma bela trovoada de natureza mansa. Apenas muitos benefícios para este Sertão encantado, de meu Deus. Diz o homem rural: enche a palma, revigora o pasto, nivela barreiros e açudes, reverdece o mundo, traz fartura para o campo e dinheiro para o bolso. Mesmo assim, o tempo de verão vai se disfarçando de outono quase todos os dias, quando o sertanejo diz olhando para os céus manchados de cinzas fechadas: “tá bonito pra chover”. Diferente do cinza que engana: “não é nada, é só carregação”.

Nos cercados, corre o cavalo saudando o tempo, escaramuça a novilha, o boi cava o chão, o mandacaru, o alastrado, o xiquexique escurecem o verde e botam flor. As montanhas largam o marrom e se veste de bandeira nacional. A favela estica o galho de espinhos esbranquiçados, o teiú estira-se no lajeiro e vai à caça de serpentes. Centenas e centenas de sapinhos deixam os rios secos e formam exércitos a percorrerem a periferia, Nos ares, gaviões, carcarás, sacodem as penas, procuram as folhagens, espreitam animais ariscos. Batido na cancela, passa a morena faceira, o vaqueiro assoviador, o dono gordo da fazenda.

É novembro, dezembro, janeiro, fevereiro... Caatinga fechando, alegria na terra, fluir de vaquejadas, pega-de-boi no-mato. Prova de macheza exposta, famas de bois ligeiros, cavalos encouraçados, gibões anônimos nas quebradas silenciosas. Ouça o hino da seriema, da fogo-pagou, da juriti... É a hora do café encorpado, do cuscuz fumegante, do queijo da hora, dos afagos macios da cabocla com perfume de mato.

Como posso deixar

O meu Sertão

Pra morrer no concreto da cidade?

MOMENTO DO TEMPO NO SERTÃO (Foto: B. Chagas)

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GRÁVIDA AOS 15, MARIA SULENA DA PURIFICAÇÃO – A MÃE DO CANGAÇO

 Por João Sousa Costa

Os conflitos da família Ferreira no final (início) do século 19 abalaram Vila-Bela, o Sertão do Pajeú; sacudiram sete Estados do Nordeste, tornando-se o capítulo mais apaixonante na história das famílias rurais brasileiras, algo como uma tragédia Shakespeariana com “luz e sombra”; muita sombra sobre as origens e alguma luz nos relatos de historiadores. Tem um início novelesco e de paixão proibida.

Eis que uma jovem cabocla, Maria Sulena da Purificação, aos 15 anos, surge grávida de uma relação com um jovem de uma família economicamente poderosa, Venâncio Barbosa Nogueira, de 18 anos, cujas diferenças sociais no meio rural daquele século (1895), torna o casamento inviável.

Mas a garota também não era de família de “pés-rapados”, (para usar uma expressão preconceituosa tão recorrente no Sertão) para ser escorraçada ou deserdada.

A gravidez indesejada de Maria Sulena exigia uma solução, e esta foi sugerida por um velho negro, descendente de escravos, conhecido como “Brucutu” segundo narra José Alves Sobrinho, no seu livro “Lampião, Antônio Ferreira e Livino,”.

Maria Sulena era da família Lopes, não tão rica como a família Nogueira, mas de linhagem respeitada. De tal modo que “Brucutu” tem uma solução capaz de “abafar” tudo.

- “Arranja-se um rapaz que queira casar com a moça, que é bonita e ainda receber um bônus em dinheiro,” propôs Brucutu às famílias Nogueira e Lopes.

Proposta aceita. E ele mesmo, Brucutu, deixou a Serra Vermelha, em Serra Talhada, “vasculhou toda a área da região do Navio à Mata Grande no Estado de Alagoas, fazenda por fazenda em busca de um rapaz com o perfil desejado. Fracassou.

Mudou de roteiro. Voltou para Pernambuco garimpando um rapaz até achar devido a urgência do caso: a barriga da moça crescia. “Brucutu” foi até Triunfo. Novo Fracasso.

O tempo passando e a gravidez de Maria Sulena em segredo. Em Triunfo, Brucutu toma conhecimento de festa de apartação em Conceição do Piancó, já na Paraíba. Ao chegar em Conceição, dia domingo e de feira, não teve dificuldade em aproximar-se de jovens que bebiam numa confraternização de amigos e lançar seu desafio.

Todos ali naquela farra de fim de feira, com Brucutu já familiarizado, um dos rapazes indaga:

-“E o coroa para onde vai?

- “Eu estou procurando um rapaz que queira se casar com uma moça bonita. Alguém se candidata?”, respondeu.

- Que idade tem a moça? Indagou um dos rapazes.

Este moço era José Ferreira. Ali mesmo naquela confraternização e diante do “sim, eu caso” do rapaz, Brucutu, tomou providências, comprou e pagou por cavalo e sela e os dois deixaram Conceição rumando no sentido de Serra Talhada.

Os dois cavalos foram levados à exaustão; o tropel dos animais era grande, mas a causa era urgente: a barriga de Maria Sulena já estava saliente.

Já na fazenda dos Nogueiras, em Serra Vermelha, o rapaz foi apresentado; familiarizou-se com o drama familiar dos Nogueira, conheceu a família Lopes e se entendeu com a jovem; casou e, em vez de dinheiro vivo prometido, optou por receber de comum acordo com a jovem, uma faixa de terra desmembrada da fazenda, que viria a tornar-se Sítio Passagem das Pedras.

Meses depois, nascia Antônio Ferreira, o primeiro de mais 8 irmãos da família Ferreira.

Essa novela shakespeariana, está na raiz dos conflitos entre os Irmãos Ferreira e Zé Saturnino, o primeiro inimigo de Lampião. E quem disse isso foi o próprio Zé Saturnino, em 1970, num depoimento ao historiador Frederico Pernambucano de Melo.

- “Quem arrastou isso pra riba de mim foram os Nogueira. Quando a pessoa cai num abismo, como eu caí mode ou outros, e eles fizeram o que fizeram comigo depois, muito encrenqueiros, a vontade que dá é de meter a espingarda pra riba e matar gente do nosso lado, se não fosse dar gosto ao inimigo”, relatou Zé Saturnino.

Briga por causa de chocalhos roubados foi apenas a gota d’água que detonou a guerra épica que arrastou os irmãos Ferreira para o Cangaço.

Saturnino diz que a aurora do conflito sempre foi entre os Ferreira e os Nogueira, a quem ele deposita culpa por ter se envolvido na disputa.

- “Findou por cair no meu colo, por ter casado na família”, lamentou Saturnino .

O maior desafio dos escritores é entender como os irmãos Ferreira “administravam” a realidade de ter um irmão (Antônio) com sangue Nogueira, ou como Maria Sulena tocou a vida com José, se o primogênito era um Nogueira.

Zé Saturnino deu uma das pistas. O ódio dos irmãos Ferreira aos Nogueira ocorreu em solidariedade ao tio de Virgulino, chamado Manoel Lopes, irmão de Maria Sulena que, envolvido num crime, fora espancado quando preso e sob custódia dos Nogueira. Mas aqui já é outra história, outro capítulo shakespeariano da história familiar de Lampião.

João Costa. Acesse: blogdojoaocosta.com.br e @joaosousacosta

Fonte: “Lampião, Antônio Ferreira e Levino,” de José Alves Sobrinho; Editora Babecco

“Apagando Lampião”, de Frederico Pernambucano de Melo.

Fotos: 1. Vigulino Antônio Ferreira. F2. Zé Saturnino.

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terça-feira, 13 de fevereiro de 2024

A HISTÓRIA DOS IRMÃOS, HERMES COHIM MOREIRA E ABELARDO COHIM MOREIRA, OCORRIDO EM, OUTUBRO DE 1933, NA VILA DE MONTE ALEGRE, HOJE MAIRI

 Por Adelson Mota


Em outubro de 1933 o bando de cangaceiros de, Azulão, compostos por Azulão, Zabelê, Canjica, Arvoredo, Calais, e Maria Dórea, e outra Maria, 


quando se aproximaram de Monte Alegre, hoje Mairi, o temor tornou conta, da pequena Vila de Monte Alegre, a época o prefeito, Tomou as providências para proteger seu povo, era ele o Sr. Hermes Cohim Moreira, filho do Cel. Alexandre Ferreira Moreira, ex Intendente municipal, e também seu irmão, Abelardo Cohim Moreira, Tabelião da Vila de Monte Alegre, os Cangaceiros, não se aproximou da VILA e seguiram, fugindo, para a região dos Morrinhos, onde Mataram o Sr, Zezé Almeida e o filho.

Antes deste fato Passaram na fazenda, Carrancuda ou Carancudo, do Sr. João da Carancuda, e na fazenda, Bom Sucesso, deram Palmatória, em Dona Joana Ferreira da Silva, fizeram algumas maldades, se retiraram pra região, seguindo o curso do, Rio Jacuípe, e sitiaram - se na Fazenda Lagoa do Lino, Maracujá Serrolândia, de Dona Cyrila Moreira e Sr. Raimundo Moreira, Maracujá Serrolândia, onde foram abatidos pela Volante de José Fernandes Vieira, de Mundo Novo, José Osório de Farias, o Zé Rufino, de Jeremoabo, 


créditos da foto de, Hermes Cohim Moreira, Thayse Mendes Borges Santos Reis, cedidas ao Professor e Historiador, Rubens Antonio, Livro Cangaço na Bahia, Cavalos do Cão e Canção Agalopada, foto, de Abelardo Cohim Moreira, credito Joselita Borges, Abelardo Cohim Moreira, também foi prefeito, 1948... Adelson Mota, historiadora Amador contador de histórias do Cangaço, na Bahia e na nossa região

Veja todas as fotos clicando no link.

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O JOVEM MANOEL OLIVEIRA FIGUEIREDO, QUE LEVOU O BILHETES DE, LAMPIÃO PARA O CORONEL ANTÔNIO DE SOUZA BENTA, CORONEL BENTA,

 Por Adelson Mota

O jovem Manoel Oliveira Figueiredo, que levou o bilhete de Lampião para o Coronel Antônio de Souza Benta, Cel Benta, fato ocorrido na fazenda Cercado, do Capitão, Abilino Reis da Silva, em 06/07/1929 em Morro do Chapéu, Bahia.




A passagem do bando de cangaceiros de Lampião por, Morro do Chapéu, em 06/07/1929, Lampião depois de praticar a chacina do Brejão da Caatinga, em 04/07/1929, segue para o portal de entrada da Chapada Diamantina, e chega a dezenove quilômetros de Morro do Chapéu, e da fazenda Cercado do Capitão Abilino Reis da Silva envia um bilhete ao Coronel e responsável pela segurança, Antônio de Souza Benta, sendo portador o menino, Manoel de Oliveira Figueiredo, Manoel Berô que leva o bilhete este já conhecido nos meios dos grupos do Cangaço, certa vez indagaram ao Cel, Benta se ele teria feito um acordo com, Lampião para ele não invadir Morro do Chapéu, a resposta foi categórica respondeu o Cel, Morreu alguém em, Morro do Chapéu.

Crédito da foto, Octaviano Oliveira.

Adelson Mota, Historiador Amador contador de história do Cangaço na Bahia e na nossa região.

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FOTO DA CANGACEIRA BAIANA MARIQUINHA

Por Rubens Antonio

Ninguém havia descoberto, ainda, uma foto da cangaceira baiana Mariquinha. Foi encontrada uma por Sandro Lee, que a passou Robério Santos, que sugeriu que eu a recuperasse. Aqui, a original e o resultado de 8 horas de trabalho meu, usando 3 programas.

A cangaceira baiana Mariquinha.

Restaurada por Rubens Antoniio




As restaurações, retificações e variações foram assinadas por mim.

Adendo: 

Amigo leitor, caso você queira usar esta foto em seus trabalhos ponha o nome do pesquisador Sandro Lee, que é o verdadeiro dono da imagem. Gentilmente ele repassou para o jornalista e pesquisador do cangaço Robério Santos. Ponha também o nome do restaurador da foto, como sendo o pesquisador do cangaço Rubens Antonio. É um direito destas pessoas, já que ninguém tinha esta foto.

Agradecendo -  José Mendes Pereira.

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