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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Morte de Mariano - Por José Mendes Pereira



Diz o escritor e pesquisador do cangaço Ivanildo Alves da Silveira, que o cangaceiro Mariano Laurindo Granja nasceu em 1898, em Afogados da Ingazeira, no Estado de Pernambuco, e faleceu no dia 10 de outubro de 1936, entre os municípios de Porto da Folha e Garuru, sendo esta região conhecida como Cangaleixo.

Mariano Laurindo Granja

                Era genro do vaqueiro Lé Soares, sendo ele companheiro de Rosinha, irmã da cangaceira Adelaide. E segundo a pesquisadora do cangaço Juliana Pereira Ischiara, a companheira de Mariano, a Rosinha  foi morta a mando de Lampião. 
               Mariano era um facínora que não gostava de praticar morte quando não achava necessária. Tinha um respeito enorme com o seu chefe Lampião. Tinha habilidade para tocar gaita e dono de uma simpatia. Estava sempre com gestos risonhos.
Diz ainda o escritor Ivanildo Silveira que Mariano teve um fim doloroso, onde foi baleado e apunhalado várias vezes pelo soldado Severiano, vulgo, Bem-Te-Vi, que segundo ele estava  vingando  a morte do pai feita por Mariano.
Assim que o capturou,  apoderou-se do punhal e a mão subia e descia furando as carnes do assecla. Apunhalava-o com tanta ira, que quem assistiu ouviu o ranger da ponta do punhal atravessando as carnes e os nervos da vítima, saindo do outro lado do corpo, fincando-se na terra seca.
Jamais um homem matou com tanta ira um bandido. Os dedos do assecla tentavam afastar dos olhos a pasta de sangue que cobria a sua visão. A cabeleira derramava um líquido formado de suor e sangue. O seu corpo todo era um vermelhão só. O corpo estava totalmente aberto, pelos profundos golpes aplicados pelo o policial. Era a vingança do Bem-Te-Vi. Zé Rufino apenas assistia a violência de seu comandado, sem dizer uma única palavra. Passado alguns minutos, Zé Rufino disse-lhe: “- Tenha cuidado com a cabeça que eu preciso dela”.

Da esquerda para à direita: Bem-Te-Vi e Zé Rufino

Os dois tinham certeza de que o assecla já havia morrido. Enganaram-se totalmente! Mariano continuava vivo.  E num momento, o assecla tentou se levantar do chão, todo coberto por um enorme manto de sangue vivo e escarlate. Era horroroso de se ver o seu estado.
O vingador quando viu o cangaceiro tentando apoiar-se para se levantar, mesmo com o corpo todo aberto pelas punhaladas aplicadas por ele, engatilhou a arma e encostando-a no peito do assassino do seu pai, preparou-se para dar o último tiro de misericórdia.
Foram dados tiros à queima-roupa, perfurando o corpo do bandoleiro, que já era uma verdadeira peneira de britador.  Agora sim, o bandido, finalmente chegou ao fim. Sem mais tentativa, findou a vida do chefe de subgrupo de Lampião. Mariano fez muita falta ao bando, pois todos os companheiros gostavam bastante dele. Em fim, foi-se a vida de um querido aliado dos justiceiros injustos.
Até mesmo alguns que não eram cangaceiros, falavam bem do Mariano. Os remanescentes de Lampião disseram que Mariano era um dos que tinha mais humanidade. Afirmaram até que ele era incapaz de uma crueldade desnecessária contra seres humanos.
No meu entender, com tanta humanidade assim, Mariano estava no cangaço, por um respeito a Lampião, já que eram bastantes amigos. Teria sido ele mesmo o autor da morte do pai de Bem-Te-Vi?
Segundo disseram os companheiros aos repórteres: “-Mariano Laurindo Granja foi injustiçado”.

Fonte de Pesquisa:

A terrível morte do cangaceiro Mariano - Ivanildo Alves da Silveira.
Lampião Além da Versão - Mentiras e Mistérios de Angicos -  Alcindo Alves da Costa.






 
 

O cangaço na vida de Poço Redondo - Por Alcindo Alves da Costa

Extraido do Blog Lampião Aceso - Kiko Monteiro


 
              
                  "Ao contrário dos que garantem e afirmam ser o cangaço um flagelo que teve seu início por volta de 1870, pode-se afirmar com segurança que ele surgiu nos campos do sertão nordestino desde os idos do Brasil Colonial.
                 O cangaço e as secas foram os grandes flagelos dos povos sertanejos. Todo o nordeste se rendeu aos horrores daquela tenebrosa sociedade do crime. A seca dizimava os campos e a vida pastoril. O cangaço fazia nascer e florescer brutais criminosos, mestres do bacamarte e do clavinote. Alguns desses sanguinários matadores se tornaram célebres personagens da história sertaneja. Estão nos livros as aventuras de Inocêncio Vermelho, João Calango, Jesuíno Brilhante, Né Dadu, Sinhô Pereira, Luiz Padre e aquele que foi a sua maior e mais luminosa estrela: Virgulino Ferreira da Silva – Lampião.
                Em se estudando o cangaço não se pode desconhecer uma verdade pura e cristalina que é aquela de se verificar que essa epopéia nordestina legou o seu povo a um terrível sofrimento, uma provação sem precedente e que varou anos e mais anos, só vindo ter fim na histórica chacina de Angico, no Riacho do Tamanduá, conhecido famosamente como Riacho do Angico, em Poço Redondo, local onde morreram Lampião, Maria Bonita, e ainda, nove de seus companheiros.
                Pode-se atestar, com toda convicção, que o cangaço, através da sanha perversa e homicida do cangaceiro, e até das volantes do governo, eram pestes que só traziam dores e sofrimentos para os povos catingueiros.
Nada neste mundo se compara ao sofrimento e agonia que viveu a nossa indefesa gente cabocla, vivendo, por tão longos anos, a mercê daquela turba sanguinolenta que sentia especial prazer em judiar, esfolar e matar as pobres, desvalidas e desafortunadas famílias caipiras.
              Cangaceiro e soldado achavam-se os senhores da vida e da morte dos que habitavam as terras dos cafundós dos sertões.
               Positivamente, cangaço e volante foram desgraças que enlutaram o povo sertanejo. Que os digam as 83 mortes acontecidas no Estado de Sergipe, sendo 69 delas acontecidas no Sertão do São Francisco. Infelizmente, o nosso sofrido e heróico Poço Redondo teve a desventura de ver suas terras empapadas pelo sangue de 55 pessoas assassinadas pelas armas bandoleiras e pelos soldados de volante.
              Os tempos de Lampião causaram estragos irreparáveis na vida do homem do campo. O flagelo do cangaço foi o responsável pela perda total da tranqüilidade e paz do simplório campônio que viu estupefato e indefeso o seu mundo sertanejo preso, dominado, oprimido e torturado pelos senhores do crime e pelos senhores da lei, tão ferozes como aqueles.
             O sangue sertanejo embebeu a terra cabocla de Poço Redondo. Desesperada e indefesa, a população do lugarzinho de China deixou suas casas e se jogou pelo mundo, não ficando uma só família, um só morador naquela abandonada e triste povoação. O êxodo foi total. Por duas vezes – 1932 e 1937 – essa diáspora do povo de Poço Redondo aconteceu. As ruas e praças ficaram abandonadas, nelas não se via um ser humano. As taperinhas com suas portas e janelas abertas e os animais silvestres descansando em seus telheiros, sem nenhum receio de serem atacados pelos caçadores. Os pebas e tatus faziam suas moradias nas salas, varandas, quartos e cozinhas das casas desertas. Quem visse Poço Redondo estava vendo um cenário de dor e infinita tristeza.
             Fugindo da maldição daqueles terríveis tempos, os tempos do cangaceiro e das volantes, os habitantes de Poço Redondo deixaram o seu mundo amado e foram viver em outros lugares, principalmente Canhoba, Telha, Propriá e a então Serra Negra do tenente João Maria de Carvalho.
             Essa comovente aventura conhecida como “As carreiras” é um marco glorioso na história de Poço Redondo que após a morte de Lampião viu seu povo retornar e refazer o seu lugarzinho tornando-o com o andejar dos anos um lugar de respeito e destaque em todo Sertão do São Francisco.
            Filho do sofrimento e da pobreza, mesmo assim, a coragem e a fé dos filhos e habitantes de Poço Redondo fizeram-no um grande e considerado município que é um dos fortes pilares do Sertão do São Francisco e de Sergipe".
             Como já salientado, Poço Redondo foi a povoação que mais teve jovens seguindo os passos do capitão das caatingas. Se por um lado muitas famílias corriam bastando ouvir que o bando estava nas redondezas, por outro lado os jovens ficavam encantados com aquilo tudo, com a vida perigosa, com o destino errante dos não têm sonhos ou sonham demais.
           Muitos dos seguidores decidiram entrar no cangaço pelo fascínio e mística que transmitia Lampião; outros buscando sair da dura vida no sertão desolado pelas estiagens; ainda outros achando que se fortaleceriam em meio aos embates e depois voltariam para resolver rixas guardadas. Com as mulheres foi diferente, pois quase sempre seguiram a vida cangaceira porque atreladas ao coração de um cangaceiro, de um namorado que havia decido adentrar nos sertões sangrentos.
            Colhendo ainda nas pesquisas de Alcino Alves Costa, temos os seguintes filhos de Poço Redondo que seguiram Lampião e seu bando, segundo seus apelidos e nomes:
Homens: Sabiá (João Preto), Canário (Rocha), Diferente (Nascimento), Zabelê (Manoel Marques da Silva), Delicado (João Mulatinho), Demudado (Zé Neco), Coidado (Augusto), Cajazeira (João Francisco do Nascimento – Zé de Julião), Novo Tempo (Du), Mergulhão (Gumercindo), Marinheiro (Antonio), Elétrico, Penedinho (Teodomiro), Bom de Vera (Luis Caibreiro), Beija Flor (Alfredo Quirino), Moeda (João), Alecrim (Zé Rosa), Sabonete (Manoel), Borboleta (João Rosa), Quina-Quina (Jonas), Ponto Fino (José da Guia), Zumbi (Angelino), Cravo Roxo (Serapião), Cajarana (Francisco Inácio dos Santos – Chico Inácio) e Azulão (Luis Maurício da Silva). Um total de 25 cangaceiros.
             Mulheres: Sila (mulher de Zé Sereno e irmã de Novo Tempo, Mergulhão e Marinheiro), Adília (mulher de Canário e irmã de Delicado), Enedina (mulher de Cajazeira, o Zé de Julião), Dinda (mulher de Delicado), Rosinha (mulher de Mariano), Áurea (mulher de Mané Moreno) e Adelaide (mulher de Criança, irmã de Rosinha e prima de Áurea). Um total de 7 mulheres.

             Poeta e cronista
             e-mail: rangel_adv1@hotmail.com
             www.blograngel-sertao.blogspot.com












Dominguinhos se recupera de infarto

   Transcrito do Blog BOOM do amigo André Vasconcelos 
       
                Depois de sofrer um início de infarto no último sábado, o músico Dominguinhos, de 69 anos, passa bem e deve receber alta ainda hoje. ´Graças a Deus, ele está muito bem. Tem gravação no final desta semana e o médico disse que ele podia ir, desde que não se cansasse muito`, afirmou o amigo de longa data, Luiz Ceará. Dominguinhos está internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. O músico passou mal na manhã do sábado passado e foi até a casa da filha, Liv Moraes, que o levou para o hospital, onde se queixou de fortes dores no peito. Dominguinhos foi então internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), onde permaneceu até domingo.
 
               A pedido da família, o hospital não emitiu nenhum boletim médicos sobre o estado de saúde do sanfoneiro. De acordo com amigos, ele passou por um uma angioplastia com a colocação de três stents, procedimento para desobstruir as artérias.
 
              Nascido em Garanhuns, Dominguinhos é considerado o principal herdeiro de Luiz Gonzaga, tendo lançado mais de 40 álbuns em quase 50 anos de carreira. No ano passado ele recebeu o prêmio Shell de Música, um dos mais importantes do Brasil.
              Fonte: Diário de Pernambuco

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

A retrospectiva do poeta Ademar Rafael


Extraído do Blog CULTURA E COISA E TAL
do amigo Alexandre Morais
Resumo do que vi em 2010

Vi o Inter ganhar libertadores,
A Espanha vencer o mundial
Tiririca recordista nacional
Ser testado na aula dos “doutores”
Vera Fischer no rol dos escritores,
Sílvio Santos perder mais de um bilhão
Ficha Limpa limpar da eleição
Os políticos que fizeram falcatruas
E o Exército com tanques pelas ruas
Do Cruzeiro, da Penha e Alemão.

Vi a Dilma ganhar pra presidente,
Apesar do aborto e de Marina,
De Zé Serra e da Luta Campesina.
Vi São Paulo com Alckmin novamente.
Vi Nardoni dizer que é inocente
Quanto à morte da filha Isabella
Vi o Tropa Dois trazer para tela
Nascimento, o Bope e a família
Vi quando Zé Arruda em Brasília
Foi levado de casa para cela.

Vi Eduardo vingar
A surra do avô Arraes
Vi a Juliana Paes
Do esposo engravidar
Vi o Lula viajar
Pelos cinco continentes
Os países emergentes
Em Davos ser respeitados
No Brasil vários Estados
Sofrerem com as enchentes.

Vi um time de Salgueiro
Derrotar o Paissandu
Chegou o quarto baú
Do grande Dedé Monteiro
Bruno, do Mengo goleiro
Se envolveu em assassinato
Não renovaram mandato
Tasso, Artur e Maciel
Vi um saudável Fidel
E um Maradona mais chato.

Ademar Rafael - Marabá-PA.

Extraído da página
http://www.afogadosdaingazeira.com/

domingo, 30 de janeiro de 2011

Após ser operado, Tiririca pode receber alta na manhã de hoje



          Redação CORREIO - Copiado do Blog Correio

             A partir da semana que vem, o comediante toma posse na Câmara como deputado federal

                  
          O deputado federal eleito Francisco Everardo Oliveira (PR-SP), o Tiririca, pode receber  alta hoje  pela manhã. Tiririca está internado desde a última sexta-feira no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde passou por uma operação para a retirada de pedras na vesícula.
                  
            O problema havia sido dectado por ele há um mês, quando Tiririca sofreu uma forte indisposição e precisou ser    internado em um hospital de Fortaleza.  
     
            De acordo com a assessoria do deputado, a sua operação teve a  duração de uma hora e transcorreu bem. Apesar de  Tiririca ter tido uma  boa evolução durante ontem, os médicos decidiram mantê-lo no hospital até a manhã de  hoje, visto que o tratamento é baseado em antibióticos.
                   
             A partir da semana que vem, Tiririca toma posse na Câmara como deputado federal, mas já garantiu que vai manter em paralelo as suas atividades artísticas e  parlamentares. Segundo ele, seu eleitorado formado por 1,3 milhão de pessoas não vai ter do que reclamar. Tirirca foi diplomado deputado no dia 17 deste mês. Dois dias antes, havia visitado a Câmara dos Deputados, em Brasília, pela primeira vez, após a polêmica em torno da suspeita de que ele seria analfabeto - acusação da qual foi absolvido.

Localizado primeiro corpo de vítima de desabamento em Belém


                Por  Lucy Silva
      Direto de Belém - Copiado do Blog Terra
                A Defesa Civil localizou, na madrugada deste domingo (30), o primeiro corpo de vítima do desabamento do prédio Real Class, que estava em construção e cedeu na tarde de ontem em Belém, capital do Pará. A vítima morava na casa vizinha ao local do desmoronamento.
                O corpo de Maria Raimunda Fonseca Santos, 67 anos, foi encontrado sob os escombros por volta das 4h10 da manhã, segundo informou a Defesa Civil Estadual. De acordo com as informações dos familiares, Maria Raimundo estava ao lado do pedreiro Raimundo Nonato Porto Rodrigues quando aconteceu o desmoronamento. "A vítima correu para a frente da casa, onde o escombro do prédio caiu", informou o major Augusto Lima, da Defesa Civil Estadual. Raimundo Nonato conseguiu se salvar porque correu para o quintal. Ele recebeu os primeiros socorros no Pronto Socorro Municipal Mário Pinotti e já foi liberado.
              Pelo menos cinco operários que trabalhavam na obra na hora do desabamento podem estar sob os escombros. As buscas continuam nesta manhã. Ao todo, mais de 200 homens entre oficiais do Corpo de Bombeiros, Defesa Civil e forças armadas, além de agentes de saúde e voluntários da Cruz Vermelha, trabalham na operação de resgate e atendimento das vítimas.
               Major Lima explica que o trabalho das buscas é delicado e segue uma metodologia específica. "Primeiro entramos com os bombeiros, que fazem uma análise detalhada do local para verificar se não há indícios de corpos, para depois entrar com as máquinas. Assim garantimos a segurança das possíveis vítimas", disse.
Vistoria
              Também está prevista para esta manhã uma vistoria técnica no edifício Blumenau, localizado ao lado do prédio que desabou. O desmoronamento abalou as estruturas do prédio e os moradores foram retirados do local. "O Blumenau foi o único prédio em que não deixamos os moradores retornarem para apanhar seus objetos pessoais. Eles foram para casa de parentes", disse o oficial.
               Ainda segundo Lima, todo o quarteirão foi isolado, mas ainda não há um levantamento de quantas pessoas foram atingidas pela tragédia, seja desalojados ou desabrigados. O único dado oficial é que três famílias, totalizando 15 pessoas, ficaram desalojadas e tiveram que sair de suas casas. "Essas são pessoas que não tinham para onde ir e foram encaminhadas a hotéis", informou o major.

Sinhô Pereira - Por José Mendes Pereira

Foto do cangaceiro Sinhô Pereira - Acervo do Cariri Cangaço

Sebastião Pereira da Silva nasceu em Vila Bela, no Estado de Pernambuco, no dia 20 de janeiro de 1896 e faleceu em 1972.

Devido guerras contra a família Carvalho, ele foi obrigado a se tornar cangaceiro e chefe de cangaceiros. Em 1922, Lampião recebeu das  suas mãos o bando de fa´cinoras,  pois o Sinhô Pereira foi embora para Goiás, juntamente com o primo, o Luiz Padre, e só retornou a sua terra natal, que era Pajeú, em junho do ano de 1971, quando foi visitar a família lá em Serra Talhada, também no Estado no Estado de Pernambuco.

Foi o primeiro e único patrão de Lampião. Algumas vezes Lampião se juntava a outros cangaceiros, mas depois das invasões os bandos se separavam.

Em alguns textos que você já os leu, é provável que tenha encontrado Lampião agregado a outros bandos. Mas ele se aliava somente para fazer assaltos.

Apesar dos dois bandoleiros não serem parentes, jamais se desentenderam durante o período de cangaço.

O Sinhô Pereira quando deixou a vida de bandoleiro, mudou-se para outro lugar, pois tinha problemas reumáticos, e, nos últimos meses, estava sofrendo fortes dores. Não só as dores que vinha sentindo, e outros motivos contribuíram para a desistência da vida cangaceira, tais como: pressões de parentes, amigos, e até mesmo o Padre Cícero, o qual lhe deu uma carta de apresentação, encaminhada ao Vigário de uma cidadezinha do Sul do Piauí. E com essa carta, viajaram Sinhô Pereira e seu primo Luis Padre.




Ninguém sabia se a polícia já tinha conhecimento da partida deles para o Piauí. Mas o certo foi que ao entrarem no Estado do Piauí foram atacados pela polícia, que os obrigou a voltarem para Pernambuco. No mesmo ano fizeram outra tentativa, e conseguiram. O primo caminhou por uma região do Estado e o Sinhô Pereira por outra, levando consigo dois cangaceiros amigos, os quais iriam os escoltando para se encontrarem com Luís Padre que já se achava em um povoado de Goiás.

Lampião juntamente com o seu bando de cangaceiros e os remanescentes do bando de Sinhô Pereira, passou a chefiar o grupo, e se tornar um dos principais bandidos do Sertão.

Sinhô Pereira morreu rodeado de tristeza, pois queria passar o seu tempo ao lado dos seus familiares, e construído uma bela família, onde o acobertasse de felicidades.


                                              

                                              

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Para ser Juiz de Direito


Copiado do Blog do amigo Idivanio Leite
Notícias e Direito em geral
Na íntegra.
 
Damásio de Jesus
Julho/98
 

              Nos tempos de Faculdade, queria ser Juiz de Direito. Tanto que na porta interna do guarda-roupa do quarto 31 do antigo Hotel Tapajós, hoje Terra Branca, em Bauru, onde morei por alguns anos, escrevi um pensamento sobre o meu ideal de ser juiz, que esperava um dia transformar-se em realidade. Esse guarda-roupa ainda existe e foi adquirido, juntamente com todas as velhas mobílias do quarto (até a pia), pela minha filha Rosângela: pretende, no Complexo Jurídico Damásio de Jesus, montar uma sala de recordações. Apagada pelo tempo, lá ainda está a velha mensagem do meu sonho de estudante: "Serei Juiz".
             Em Bauru, morei em outros lugares: Pensão Excelsior, casa de aluguel, residência do Tiburcio de Matos etc. Sempre estudei muito. Não havia diferença entre sábados, domingos e feriados. Quem passasse pelo hotel, de sábado para domingo, às 2 horas da madrugada, veria uma luz de quarto acesa. Era eu estudando as Instituições de Direito Penal, de Basileu Garcia (não havia ainda escrito meu manual). Os colegas, que chegavam de madrugada de suas aventuras, diziam que eu estava desperdiçando a vida: só um louco, de sábado para domingo, fica estudando preso no quarto. Mas eu sabia que para tornar-me alguém na vida era preciso, naquelas madrugadas, ser um humilde e desconhecido estudante.
             Há muitas histórias e lendas a respeito, algumas verdadeiras; outras, não. Contou-me um colega do Ministério Público mais estas: que, na pensão, eu ia ao banheiro com a Revista dos Tribunais; trabalhando de dia e estudando à noite, nas madrugadas de frio, para não dormir, punha os pés numa bacia de água gelada. Consta que peguei algumas pneumonias…
             No segundo ano da faculdade, meu pai me comprou parte da coleção da Revista dos Tribunais. No começo, não entendia nada. Com o estudo, pouco a pouco fui entendendo a parte processual e de mérito dos acórdãos. No quinto ano, já entendia tudo. Morava em Marília, para onde ia nas férias da faculdade. Lá, conheci um grande advogado, Dr. Carlos Mastrofrancisco. Emprestou-me livros e revistas, que eu devorava com avidez. Sou-lhe grato.
            Estudava mais as matérias importantes no Concurso da Magistratura. Pela ordem: Processo Civil, Civil, Processo Penal, Penal, Constitucional e Administrativo. As outras, estudava para passar. Com média 7, passava-se de ano sem exames finais. Por isso, cuidava de obter 7 em todas as matérias. Não fazendo exames finais (última prova e orais), sobrava-me mais tempo para estudar as matérias de relevância.
             Um dia, passando pelo Foto Cabreúva, conheci uma morena muito bonita chamada Neuza. Ela, disfarçando arrumar coisas no ateliê – eu soube depois –, gostou daquele estudante de Direito que era a favor do casamento e discutia a respeito de divórcio e desquite. Eu a vi como a morena mais bonita que já tinha encontrado em minha vida. Marcamos um encontro para a mesma noite. Foi o começo de uma longa história, calcada nas sólidas bases morais da bela família que construímos.
            Formei-me e fiquei aguardando o edital do concurso no Diário Oficial. Ia todos os dias, religiosamente, ao Cartório do Sílvio Telles Nunes. Mas, eis que tive uma surpresa: a Lei do Interstício, exigindo, para concurso de juiz, dois anos de exercício como advogado. Não os tinha. Procurei o Dr. Sílvio Marques Júnior, Promotor de Justiça e meu Professor de Introdução à Ciência do Direito, narrando-lhe meu infortúnio. Aconselhou-me a ingressar no Ministério Público, que não exigia o biênio, e, passados dois anos, tentar o meu sonho: a Magistratura. Eu, que sabia mais Civil e Processo Civil, tive que estudar a fundo Penal e Processo Penal. Disseram-me, então, que havia uma obra nova com matérias que os autores clássicos, como Nélson Hungria, Magalhães Noronha e Basileu Garcia, não tratavam: Curso de Direito Penal, de José Frederico Marques. Estudei, pela primeira vez, tipicidade e tipo, especialmente a classificação dos elementos do tipo: objetivos, normativos e subjetivos. Enfrentei os elementos subjetivos do injusto. No Processo Penal, emprestei uma revista de um advogado, a Revista de Processo, que trazia um artigo sobre a correlação entre a acusação e a sentença criminal.
            Editais do concurso do Ministério Público: vinte vagas. Havia dez interinos. Sobravam dez. Inscrevi-me e fui à luta. Prova escrita. Dissertação: "Da correlação entre a acusação e a sentença"! Uma das perguntas de Direito Penal: "Conceito de elementos subjetivos e normativos do tipo"! Nem era preciso fazer a prova. Já era Promotor de Justiça! Vontade de me levantar e perguntar ao fiscal da prova: "Qual é a minha comarca?".
           Fui aprovado e gostei do Ministério Público, onde fiquei por 26 anos: Itu, Igarapava, Lençóis Paulista, Bariri, Pirajuí, Bauru e São Paulo. Havia sido seduzido pela Magistratura e acabei me casando com a Promotoria. Quando estava em Lençóis Paulista, fui convidado para ser assistente de Direito Penal de José Frederico Marques. Um grande orgulho para os meus 27 anos de idade. Aprofundei-me no Direito Penal. Um motivo a mais para ficar no Ministério Público. Não realizei meu antigo sonho de ser juiz, mas tenho participado do ingresso de muitos candidatos na Magistratura.
              Quer ser aprovado no concurso? Quer ser Juiz de Direito? Então faça neste instante uma opção de vida. A partir de agora, não há mais diferença entre dias comuns, sábados, domingos, feriados, Semana Santa, Carnaval, Semana da Pátria, Natal, 1.º de Ano, festinhas de sextas-feiras à noite, praia etc. Reduza o tempo de namoro, noivado, esporte, visitas, passeios etc. Em Bauru, nos meus tempos de estudo, noivo da Neuza, nosso namoro de sábado à noite era das 19h às 21h00. Terminado o tempo regulamentar, era "beijinho, beijinho, tchau, tchau". E lá ia o Damásio, da Av. Rodrigues Alves, n. 5-29, até o quarto 31 do Hotel Tapajós estudar o Basileu Garcia.
              Estabeleça dois planos, de vida e de estudo, conjugados num só. Planifique seus dias, semanas e meses. Coloque no papel as matérias que já estudou e as que ainda falta estudar. Não perca tempo. Dê maior carga horária de estudo às matérias que sabe menos. Estude mais Processo Civil, Civil, Processo Penal, Penal, Constitucional e Administrativo. Não descure das demais disciplinas. O plano de estudo depende de sua disponibilidade: estabeleça-o de acordo com as suas condições de tempo, trabalho etc. Se você só estuda, o plano é um; se trabalha e estuda, é outro. O seu plano pode ser para seis meses, um ano, dois anos... depende. Atente para o Português. O que mais reprova não é Processo Civil ou Civil. É o Português. Quantos bons alunos já tive que não superavam o escrito, tendo eu descoberto que era por causa da redação. No Ministério Público, quantas vezes examinadores já me disseram: "Damásio, tecnicamente a prova dele é excelente. Mas veja a redação. Como podemos mandar esse rapaz para uma comarca? Já imaginou como serão suas denúncias, petições e alegações?". Seja organizado. Arrume a sala ou quarto onde estuda: a mesa, a cadeira, a direção da luz, o lápis e a caneta, o livro, os códigos e a régua. Tudo é importante. A cadeira, por exemplo. Se não for confortável, meses de estudo o levarão a ter problemas na coluna vertebral. Não fume. Perde-se muito tempo tomando conta da "bituca". Avise a família e os amigos: "Estou mudando o ritmo de minha vida. Quero que me compreendam e me ajudem". Se não avisar e alterar repentinamente o seu modo de vida, vão dizer que ficou louco. Seja humilde. Vou lhe contar duas pequenas histórias. Há algum tempo, da fila para conseguir vaga em um curso preparatório saiu um advogado e procurou o coordenador: "Esta fila é humilhante. Sou advogado conhecido em São Paulo e não vou me sujeitar a ficar nela. Ou me arranja uma vaga ou vou embora". Ele foi embora. Naquela época, ficar na fila era o primeiro ato de humildade dos vitoriosos. Um aluno me contou o seguinte fato: "Professor, um dia, procurei alguém e lhe pedi conselho e orientação. 'Que devo fazer para ser Promotor de Justiça?' E aquela pessoa me respondeu: 'Vá para casa. Você está condenado à cadeirinha, com muita humildade, por dois anos'. Pedi-lhe explicação. 'Condenado à cadeirinha? Que é isso?' E veio a resposta: 'Você não estuda num quarto ou numa sala? Não tem uma cadeira? Se quer ser Promotor, vá já para casa e, com muita humildade, estude. Daqui a dois anos será Promotor'". E o aluno prosseguiu: "Aquela pessoa era o Senhor, Prof. Damásio, e o fato ocorreu há dois anos e meio. Cumpri a 'condenação'. Na próxima semana sairá o resultado do concurso do Ministério Público de São Paulo. Eis o meu nome", disse-me ele, entregando-me um papel com seu nome. "Estarei na lista dos aprovados". E estava. Estudar é "andar de caranguejo". Não é só para frente. É para frente e para trás: estudar matérias novas e recordar as já estudadas. Faça um mapa das matérias que já viu e das que falta ver. Se você estuda "posse" hoje, daqui a seis meses já esqueceu tudo. É necessário recordação constante.
              Estudar quantas horas por dia? Certa vez, perguntei a um velho professor dos meus tempos de faculdade: "Que devo dizer aos meus alunos para que sejam aprovados nos concursos?". "O que nós dois fizemos, Damásio, estudar, pelo menos durante seis meses, 24 horas por dia", respondeu-me. "vinte e quatro horas de estudo por dia" é maneira de dizer. Ele pretendia sugerir: durante pelo menos seis meses "dê tudo de si", "estude o máximo que puder". Como estudar? Prefiro perguntas e respostas. Use régua e caneta ou lápis. Leia e sublinhe só o mais importante. Alguns autores colocam a questão e passam páginas e páginas demonstrando a sua posição quanto à resposta. Leia tudo isso apenas uma vez, meditando e guardando na memória. Depois, anote um número ao lado da questão. No rodapé da página, coloque o mesmo número e faça a pergunta. Quando for recordar a matéria, não será preciso ler o livro inteiro. Procure responder às perguntas numeradas. Não sabendo alguma, veja a resposta no número superior respectivo. Em que livros estudar? Aqui, você precisa de auxílio: alguém que conheça os concursos e saiba quais os autores preferidos. Em cada disciplina, há um autor (ou dois) que geralmente é o preferido de todas as comissões examinadoras. Certa vez, um aluno me consultou sobre uma coleção que havia comprado para estudar. Naquela altura, a coleção já tinha 55 volumes. Eu lhe disse: "Ninguém faz pergunta abrindo esses livros. Com eles, você poderá estudar 20 anos sem passar nos concursos". Não se espante com a quantidade de pontos que são publicados nos editais dos concursos. Daquilo, só caem 30%. Quer dizer que não é preciso estudar páginas e páginas da relação de matéria? Isso mesmo, só 30%. Mas como saber quais são os 30%? Em primeiro lugar, estude os temas que estão em evidência em determinado momento. Em cada época, sempre existem matérias que estão sendo mais discutidas: divórcio, união estável, reforma do Código de Processo Civil, Código de Trânsito etc. Esses temas são de preferência do examinador, especialmente no oral. Depois, pesquise a própria "preferência do examinador". Procure saber se leciona, qual a matéria, do que ele mais gosta, se indica livro, se tem apostilas. Converse com os alunos dele: prefere a teoria clássica ou a finalista? É Barros Monteiro ou Sílvio Rodrigues? Certa vez, o examinador de Direito Civil do concurso da Magistratura de São Paulo, ilustre Desembargador, lecionava em Sorocaba. Mandei alguém investigá-lo na Faculdade. Descobrimos que tinha preferência por certos temas, inclusive divórcio e concubinato. Pedi ao meu professor que, disfarçadamente, três dias antes da prova escrita, revisasse esses temas. Domingo, dia da prova, dissertação: Do concubinato. Veja como a preferência funciona. Leciono Direito Penal. Há alguns temas de minha preferência: tipicidade, erro de tipo e de proibição, dolo, elementos normativos do tipo, prescrição etc. E há pontos que não motivam as aulas, embora importantes: medidas de segurança, reabilitação, efeitos da condenação etc. Suponha que eu fosse examinador: pediria medidas de segurança na dissertação? Claro que não. Se houvesse 300 candidatos, teria de corrigir 300 provas sobre medidas de segurança! Se você fosse candidato e eu examinador, deveria estudar erro de tipo, prescrição etc.
             Não faça o primeiro concurso que aparecer. Alguns dizem que sabem que não vão ser aprovados; querem fazer o exame "só para ver como é". Não aconselho. Não acredito que alguém goste de colecionar derrotas. É possível que objetivamente esteja dizendo "não faz mal, eu sabia que não ia passar" e seu subconsciente anote a derrota. Recomendo aos meus alunos que aguardem o seu "momento histórico": dia em que, abrindo a prova, você encontre a dissertação que estudou, a pergunta que viu, o tema que o professor deu em aula… É quando surge aquela vontade de perguntar para o fiscal da prova: "Qual é a minha comarca?". Não já. Agora você precisa estudar para o concurso. Mas, quando ingressar na carreira, não se esqueça de duas coisas: Inglês e Informática. São imprescindíveis para quem quer crescer. E, podendo, faça pós-graduação.
             Nunca desista. Quem bate à porta da Magistratura e ela não se abre, e continua batendo, "quer ser Juiz". Quem bate uma vez, ela não se abre, e desiste: nunca quis ser Juiz. Nos concursos, "não há antecedentes". A circunstância de prestar vários concursos não pesa contra o candidato. Ao contrário, revela seu ideal. Às vezes, a vitória está próxima, e o candidato não sabe. Vou lhe contar duas outras histórias. Um aluno de Rondônia, há alguns anos, no final de novembro, veio despedir-se de mim. "Fiz dois concursos este ano, Professor, e não passei. Estou voltando para casa. Vou desistir". "Quero vê-lo novamente aqui em fevereiro do próximo ano. É uma ordem", disse. Voltou. No final de novembro, novamente: "Professor, não deu. Fiz provas em três concursos e não passei. Estou desistindo". "Não senhor. Prossiga. Quero vê-lo no próximo ano, em fevereiro, no começo das aulas", insisti. Em outubro, procurou-me. "Professor, sou Juiz de Direito em Rondônia! Se não fosse a sua insistência, teria desistido no primeiro fracasso." Certa vez, um nadador se pôs a atravessar o Canal da Mancha. Saindo de Calais, na França, na direção de Dover, na Inglaterra, faltavam-lhe apenas algumas centenas de metros para chegar à praia quando, sentindo-se cansado, voltou para a França… nadando. Não desista. É possível que lhe estejam faltando apenas algumas poucas centenas de metros para alcançar a sua aprovação.

              Como citar este artigo:

JESUS, Damásio de, Para ser Juiz de Direito, in www.damasio.com.br, jul.1998

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Jesus, o Salvador - Por José Mendes Pereira


                 Jesus é a principal figura  do cristianismo. Para a maioria dos cristãos ele é Cristo,  a encarnação de Deus e o "Filho de Deus", que teria sido enviado à terra para salvar a humanidade.
               Jesus foi crucificado, morto e sepultado, e depois desceu à mansão dos mortos e no terceiro dia ressuscitou.
                Para os adeptos do islamismo, Jesus é conhecido no idioma árabe como Isa, transl. Īsā), Ibn Maryam "Jesus, filho de Maria".
               Os muçulmanos tratam-no como um grande profeta e aguardam seu retorno antes do Juízo Final.
              Alguns segmentos do judaísmo o consideram um profeta, outros um apóstata.   
              A Bíblia é a principal fonte de informação sobre ele. Jesus pregou  em regiões próximas de onde nasceu, a província romana da Judéia, sua influência difundiu-se enormemente ao longo dos séculos após a sua morte e ressureição. Ele pode ser considerado como uma das figuras centrais da cultura ocidental.

Deus existe ou não? 

                  Muitas pessoas acreditam na sua existência, mas outros, não.  Acreditamos que mandou o seu filho para terra e este, foi   um homem que viveu 33 anos nela, lá em Israel, há quase 2000 anos. 
                 Quase todas as grandes religiões ensinam ao seu povo que Jesus foi um grande profeta, um bom mestre e além do mais piedoso. Mas a bíblia revela que Jesus foi infinitamente mais do que um profeta, bom mestre ou homem piedoso.

Será Jesus o próprio Deus?

                Deus é Deus e Jesus é Jesus, mas Jesus substitue Deus.  Sua morte não teria sido suficiente para pagar a pena pelos pecados do mundo inteiro (I João 2:2). Somente Deus poderia pagar tamanho preço (Romanos 5:8; II Coríntios 5:21).
               Jesus tinha que ser Deus para que pudesse pagar nossa dívida. Jesus tinha que ser homem para que pudesse morrer.
               A Salvação está disponível somente através da fé em Jesus Cristo!
              A natureza divina de Jesus é o motivo pelo qual Ele é o único caminho para salvação.
              A divindade de Jesus é o porquê de ter proclamado:
             “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim” (João 14:6).