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sábado, 13 de junho de 2015

LIVRO "LAMPIÃO A RAPOSA DAS CAATINGAS"


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FILHO DO VAQUEIRO RAIMUNDO JACÓ


Com a informação através do blog de Exu Notícias que o filho do vaqueiro Raimundo está vivendo miseravelmente em sua cidade, Vereador de Serrita-PE quer debater a situação de miséria do filho de Raimundo Jacó primo de Luiz Gonzaga... 

Maria Jose Araujo Lopes disse: o seguinte:

Parabéns Guilherme Machado Historiador, em trazer pro mundo algo de grande relevância..., como esse, pois tive o privilégio de participar por vários anos com meu eterno amor... o inesquecível vaqueiro ERNESTO FERREIRA, juntamente com o Padre vaqueiro JOÃO CÂNCIO, um dos organizadores do evento e o também saudoso LUIZ GONZAGA... Hoje acredito fazem festa e derrubam boi lá no céu.

A MISSÃO celebrada pelo Padre JOÃO CÂNCIO, no meio da mata local onde o vaqueiro RAIMUNDO JACO havia sido assassinado, ficando assim escolhido para realização do evento arma-se uma tenda para linda celebração da MISSA, o momento mais marcante era na hora do ofertório, quando os vaqueiros todos encorados faziam ao pé do altar a entrega de todos os apetrechos que o vaqueiro RAIMUNDO JACÓ fazia uso na sua labuta diária na caatinga ao som do berrante. Em 1977 fomos participar por mais uma vez, e lá encontrava-se acampados mais de 11 países para o evento e participação na corrida de vaquejada que também acontecia no local... ERNESTO FERREIRA correu a festa e obteve a premiação de CAMPEÃO DOS CAMPÕES, troféu que guardo com muito carinho, pois a todos que visitava nossa humilde residência ele fazia questão de mostrar e contar essa história.

Ao mesmo tempo triste em saber que um cidadão, que infelizmente teve um fim triste, porem sua história de vida e morte faz parte de todos os nordestinos, do Brasil e que também foi projetada pro mundo...esteja vivendo em estado de estrema pobreza e abandono...COM A PALAVRAS AS AUTORIDADES DA JUSTIÇA SOCIAL E DOS DIREITOS HUMANOS!!!

As informações são do blog Exu Notícias
Domingo, 07 de junho de 2015 - Postado por Elismar Rodrigues

http://www.ouricuriemfoco.com.br/2015/06/filho-do-famoso-vaqueiro-raimundo-jaco.html

Fonte: facebook
Página: Guilherme Machado

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ANTÔNIO CONSELHEIRO NA MIRA DA IMPRENSA

Por José Gonçalves do Nascimento*

Inteiramente alinhada com os interesses das classes dominantes, a imprensa assumiu papel assaz significativo no processo de disseminação do discurso anti-conselheirista, responsável pela estigmatização, perante a sociedade brasileira, da imagem de Antônio Vicente Mendes Maciel, conhecido pela alcunha de Antônio Conselheiro.

Conselheiro foi líder e fundador do arraial de Canudos, uma das mais belas experiências de vida comunitária de que se tem conhecimento. Situada às margens do rio Vazabarris, no semiárido baiano, a povoação reuniu milhares de sertanejos, provenientes dos mais diferentes rincões do nordeste. Em apenas quatro anos (1893-1897), Canudos tornar-se-ia um dos maiores aglomerados populacionais do estado da Bahia, adquirindo, inclusive, sua autonomia econômica.

Poucos personagens da história do Brasil foram tão hostilizados pelos órgãos de imprensa quanto Antônio Conselheiro. Tudo começou quando o jornal "O rabudo", da cidade de Estância, na edição de 22 de novembro de 1874, publicou uma reportagem sobre a presença do peregrino de origem cearense em terras de Sergipe.

Após classificar o Conselheiro como “misterioso personagem”, “aventureiro santarrão”, operador de “mentirosos milagres” e possível criminoso, o informativo sergipano solicitava a intervenção das autoridades, no sentido de que fosse tal “homem capturado e levado à presença do governo imperial, a fim de prevenir os males que ainda não foram postos em prática pela palavra do frei Santo Antônio dos Mares moderno.”

Daquele momento em diante, seria essa a tônica adotada por praticamente todos os jornais que trataram da temática do Conselheiro – antes e depois da fundação do arraial de Canudos. 

Caso típico é o da crônica do jornal "Correio da Bahia", publicada no dia 7 de julho de 1876, dois anos após a notícia saída na folha estanciana: “este indivíduo apareceu em diversos lugares desta província, pregando doutrinas errôneas e desmoralizando as autoridades e até os vigários. Contra esse escândalo reclamou o vigário capitular, que, tendo as mais fundadas suspeitas de ser o indivíduo em questão um dos célebres criminosos do terrível morticínio que se deu no Ceará, em 1872, mandou buscar [Antônio Conselheiro] a esta capital”. 

Anos mais tarde, já estabelecido o peregrino na comunidade de Canudos, repetir-se-ia o mesmo diapasão. Em matéria veiculada no dia 31 de maio de 1893, o "Diário de Notícias", de Salvador, ao tempo em que chamava atenção para “o célebre fanático, conhecido por Conselheiro”, “indivíduo perigoso” e “elemento de desordem” – tendo se tornado “o terror das autoridades” – reclamava por providências enérgicas “a fim de se evitarem cenas de maior gravidade.” 

A campanha persecutória da imprensa contra o movimento liderado por Antônio Conselheiro culminou com a guerra fratricida de 1896/1897. Naquele reduzido, mas conturbado espaço de tempo, quiçá o mais crítico da história do Brasil, cerca de uma dúzia de jornais de todo o país, a maioria deles a serviço dos interesses governamentais, viria a tomar parte na questão de Canudos. Vários jornais, especialmente de Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro, enviaram correspondentes especiais para o teatro da luta, a fim de seguirem de perto o desenrolar dos acontecimentos.

Para facilitar a comunicação, uma linha telegráfica foi construída entre Monte Santo e Queimadas, as duas principais bases de operação militar. Era a primeira vez, no Brasil, que se utilizavam os serviços telegráficos para noticiar um conflito armado. Outros eventos ocorridos poucos anos antes, como a Revolta da Armada e a Revolução Federalista, não dispuseram da mesma cobertura.

Do teatro da guerra, as notícias eram despachadas para Monte Santo e dali expedidas via telégrafo para outras cidades do país, onde eram publicadas pelos órgãos de imprensa. Dentre os principais jornais que se ocuparam do caso, destaca-se "O Estado de São Paulo", o qual teve como enviado especial o escritor Euclides da Cunha, autor do clássico "Os Sertões", uma das principais fontes sobre o abominável confronto.

No plano internacional, diversos periódicos se ocuparam da cobertura dos acontecimentos, cabendo destacar o "Vossische Zeitung", de Berlim, o "The Times", de Londres, o "Le Temps", de Paris, o "New York Herald", de Nova York, e o "La Nación', de Bueno Aires. Isso faria da guerra de Canudos um tema midiático, não só no Brasil, mas também no exterior, afirma um especialista no assunto, o professor Berthold Zilly. 

Tamanha cobertura jornalística foi, toda ela, operada em oposição ao Conselheiro e seu movimento libertário, concorrendo para o deslanche do conflito armado que matou milhares de brasileiros, entre sertanejos e homens de armas. Para tal fim, contribuiu não apenas a artilharia militar, mas também o bombardeio ideológico da imprensa brasileira e mundial.

*Poeta e cronista
jotagoncalves_66@yahoo.com.br.


Enviado pelo professor, escritor e pesquisador do cangaço José Romero Araújo Cardoso

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ALPERCATAS ALADAS...

Por Rubens Antonio

Um desenho interessante da antiga mobilidade dos cangaceiros pode ser obtida, com base nos jornais contemporâneos aos eventos. Confiando nos reportes, aparentemente, mais consistentes, estes foram, aproximadamente, os primeiros passos dos cangaceiros, na Bahia, em 1928.

21 de agosto a 13 de setembro de 1928:

13 de setembro a 22 de dezembro de 1928:

Integrando, de 21 de agosto a 22 de dezembro de 1928:

Enviado pelo professor e pesquisador do cangaço Rubens Antonio

http://cangaconabahia.blogspot.com

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sexta-feira, 12 de junho de 2015

Extra - Morre José Messias, ex-jurado do programa Raul Gil, aos 86 anos


Cantor, compositor e radialista estava internado há cerca de dez dias em um hospital da Zona Norte do Rio.

José Messias, ex-jurado do programa Raul Gil, morreu na noite desta sexta-feira, 12, aos 86 anos, no Rio. O cantor, compositor e radialista estava internado há cerca de dez dias no Hospital Italiano, no Grajaú, Zona Norte do Rio. As informações são da rádio CBN.

Segundo nota de pesar do SBT, José Messias teve falência múltipla de órgãos em decorrência de uma complicação renal. "Seu enterro acontecerá  em Saquarema, Rio de Janeiro, às 16 horas, no cemitério Nossa Senhora de Nazaré", informou a emissora, que lamentou a morte do cantor.

José Messias era mineiro de Bom Jardim de Minas e tinha um vasto currículo na TV e no rádio. Foi o criador do famoso quadro "Para quem você tira o chapéu".

De acordo com o Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira, Messias nasceu de uma família de músicos. Ele era sobrinho de um trombonista e seu avô era regente de bandas. Com 13 anos começou a participar da banda de música da sua cidade natal e a compor músicas para o carnaval. Ainda jovem mudou para Barra Mansa e depois para outras cidades do interior atuando em pequenos circos. Em 1945, mudou para o Rio de Janeiro, onde estudou no Liceu de Artes e Ofícios.
  
Em 1945, começou a atuar no programa "Papel carbono" apresentado por Renato Murce na Rádio Nacional. Trabalhou como secretário de Herivelto Martins. Em 1952, teve sua primeira música gravada, "A dança do coça coça", lançada por Heleninha Costa. Por essa época, escreveu para jornais e revistas. Em 1955, estreou na Rádio Mayrink Veiga apresentando seu próprio programa. Atuou depois nas rádios Mundial, Carioca, Metropolitana, Tupi, Guanabara e Nacional. Ainda em 1955, teve o samba "A mão que afaga", com Raul Sampaio, gravado na Continental pelos Vocalistas Tropicais. Em 1956, estreou em discos pela gravadora pernambucana Mocambo, registrando de sua autoria e Carlos Brandão a batucada "Macumbô" e o samba "Deus e a natureza".

Em 1957, gravou na Copacabana os sambas "Ai, ai, meu Deus", de Amorim Roxo e Nelinho e "Vou beber", de sua autoria e Carlos Brandão.
Em 1963, gravou na RGE o "Twist do pau de arara", de Raul Sampaio e Francisco Anísio e o "Cha cha cha do Carequinha", de sua autoria. Ainda nesse ano, gravou na Odeon as marchas "Deus tem mais pra dar", de Valfrido Silva, Gadé e Humberto de Carvalho e "Marcha do pica-pau", de Valfrido Silva e Humberto de Carvalho. Também no mesmo ano, teve a música "Aconteça o que acontecer" gravada pelo Trio Esperança.

Em 1969, gravou a música "Terreiro de outro rei", de sua autoria no LP "O fino da roça", de Jackson do Pandeiro. Atuou também nas TVs Tupi, Continental, Rio e Excelsior. Na TV Tupi participou dos programas "Flávio Cavalcanti" e "A Grande chance". No SBT, de São Paulo, participou desde o ano 2000 do Programa Raul Gil, bem como teve atuação muito permanente nas mais diversas emissoras da radiofonia carioca, especialmente a Rádio Nacional do Rio de Janeiro.

Em 2000, teve a música "Travesseiro" relançada na voz de José Ricardo no CD "José Ricardo - Serenata Suburbana", do selo Revivendo. Em 2002, produziu o CD "Seleção Nota 10 De José Messias" pela Warner. (*Fonte: Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira)

http://ego.globo.com/famosos/noticia/2015/06/jose-messias-ex-jurado-do-programa-raul-gil-morre-aos-86-anos.html

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FILHO DO FAMOSO VAQUEIRO RAIMUNDO JACÓ VIVE EM SITUAÇÃO DE MISÉRIA.

(Foto: Exu Notícias)

Raimundo Jacó, famoso por ser primo de Luiz Gonzaga e ter sido cantado em suas composições, também ficou conhecido nacionalmente por ser homenageado todos os anos na missa do vaqueiro na cidade de Serrita-PE.

O que poucos sabem é que um dos seus filhos; Francisco Pereira Jacó, vive esquecido em situação de miséria, numa casa de taipa no sítio Olho D'água, município de Bodocó a 640 km da capital Recife.

O Senhor Francisco é viúvo e vive na companhia de um filho que tem problemas de saúde. Dorme em uma rede de balanço por não possuir cama, além disso, corre risco constante de adquirir doença de chagas, pois o inseto barbeiro habita nas brechas das paredes de sua casa.

O filho de Raimundo Jacó revelou para nossa equipe que se alimenta dignamente quando as pessoas que moram próximo levam comida e que para ir às festividades em homenagem a seu pai na cidade de Serrita, ele precisa pedir ajuda aos amigos para passagem e despesas extras.

Com o olhar tristonho, o senhor Francisco se despediu da nossa equipe, pedindo que lembrássemos dele e levasse ao conhecimento da população e principalmente das autoridades, sua situação, para que o mesmo obtivesse alguma ajuda, pelo menos para a construção de uma moradia digna.

As informações são do blog Exu Notícias
Domingo, 07 de junho de 2015 - Postado por Elismar Rodrigues

http://www.ouricuriemfoco.com.br/2015/06/filho-do-famoso-vaqueiro-raimundo-jaco.html

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CARIRI CANGAÇO 2011_parte 1: Cariricaturas


Fonte: facebook
Página: Aderbal Nogueira

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O MAIS NOVO LIVRO SOBRE O CANGACEIRO JARARACA

Por Marcílio Lima Falcão

Sinopse - Jararaca - Memória e esquecimento nas narrativas sobre um cangaceiro de Lampião em Mossoró - Marcílio Lima Falcão.

Jararaca: Memória e esquecimento nas narrativas sobre um cangaceiro de Lampião em Mossoró historicista a construção das memórias sobre a santificação do cangaceiro Jararaca, morto na noite de 19 de junho de 1927, no cemitério São Sebastião, em Mossoró, pela força policial que o escoltava para Natal, capital do Rio Grande do Norte. A interpretação é realizada por meio da análise da documentação dos jornais O Mossoroense, O Nordeste e O Correio do Povo, da análise de obras com narrativas a respeito da morte de Jararaca, da importância dos lugares de memória como espaços de conflito e das falas dos devotos que visitavam o túmulo de Jararaca no dia de finados. Procura-se compreender as formas de circulação, apreensão e ressignificação das memórias sobre a santificação de Jararaca.

Jararaca - Memória e esquecimento nas narrativas sobre um cangaceiro de Lampião em Mossoró - Marcílio Lima Falcão.

Autor: Marcílio Lima Falcão
Adquira logo este através deste e-mail:
limafalcao34@gmail.com
Valor: R$ 35,00 (incluso a postagem)
Banco do Brasil
Agência: 3966-7
CC – 5929-3
Marcílio Lima Falcão

Marcílio Lima Falcão é professor da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), mestre em História Social pela Universidade Federal do Ceará (UFC) e atualmente faz doutorado em História Social na Universidade de São Paulo (USP). Suas principais áreas de pesquisa são a História Social da Memória, Religiosidade e Movimentos Sociais no Brasil Republicano.

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REVISTA O CRUZEIRO DE 25 JULHO DE 1964

Por Angélica Bulhões

Segue mais uma matéria sobre os coronéis nordestinos, publicada na revista O Cruzeiro de 25 julho de 1964. Aproveito para conclamar os amigos, a postarem as suas também, o conhecimento só acontece se houver circulação dele, mesmo que seja uma por semana, está valendo, mas tem que cumprir!





Fonte: facebook


Para quem não sabe Angélica Bulhões é neta de Sílvio Bulhões e bisneta dos cangaceiros Corisco e Dadá.



"JB" JOÃO BAPTISTA OU ZÉ BAIANO?

Por Rubens Antonio

"JB".. Ah... A obviedade quase tediosa do extremamente óbvio... e a tolice de quem contesta... Óbvio? Tolice?
.
Parece sacramentado, a nível de ululante, que "JB" queimado, na face, era coisa do "satãzinho" do Zé Bahiano. Eta-eta, cão de calçolão da gota!

Porém, vamos lá... Em minhas leituras.. vocês sabem, de coisas velhinhas... a coisa não se eleva tão simples.

Acontece que, no final dos anos 1920 e início dos 1930, quando começaram a aparecer estas marcas, não existia somente Zé Bahiano que poderia evocar o famigerado "JB"...

Um cangaceiro, costumeiramente, se apresentava a todos como João Baptista... Inclusive, os primeiros "JB" mencionados, na Imprensa baiana, foram a ele creditados.

Quem? Um cidadão chamado Christino Gomes da Silva Cleto...

Fonte: facebook

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PEDRO MOTA E RAUL SÁ FUTUROS PESQUISADORES DA NOSSA HISTÓRIA

Por Antonio José de Oliveira

Nobre Pesquisador Mendes: 

As minhas saudações.

Na minha modesta opinião, o trabalho de pesquisa, seja em qual área for, é de essencial importância. Sem a pesquisa a história não sofre evolução; entra em estagnação. Note você que, ultimamente a Saga do Cangaço vem se tornando mais e mais conhecida devido a intensificação e aprofundamento das pesquisas através dos grandes pesquisadores deste nosso Nordeste e de outras regiões. Note também que, nos nossos dias surgem até mesmo crianças interessadas na fascinante História do Cangaço. 

https://www.youtube.com/watch?v=bQjsYdNovCk&feature=youtu.be

Veja que o MENINO PEDRO MOTTA é filho das Terras Paulistas, mas tem grande interesse no movimento das coisas do Nordeste e, mormente no que diz respeito ao CANGAÇO. Interesse esse, comprovado em seus vídeos. Podemos entender o quanto o cangaço fascina o imaginário e a realidade humana ao observarmos as inquietações de um MENINO de oito anos que aspira conhecer um tema tão complexo. 

A pesquisadora Juliana Pereira e Raul Sá

Assim como o RAUL SÁ, das Terras da Lavra da Mangabeira, que apenas com onze anos dava início à elaboração de uma obra sobre o cangaço, conforme pude observar num encontro do CARIRI CANGAÇO, o PEDRO MOTTA tem esse desejo intenso na manutenção de uma História que não gostaríamos que existisse, mas que, a realidade não nos deixar fugir. O cangaço existiu e faz parte da História.

Só posso dizer: PARABÉNS AO PEDRO MOTTA, ao RAUL SÁ e DEMAIS PESQUISADORES DEDICADOS À SAGA DO CANGAÇO.

Atenciosamente,

Antonio Oliveira - Serrinha - Bahia.

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QUE FIM LEVOU OS CORPOS DO REI E DA PRIMEIRA-DAMA DO CANGAÇO?

 O Jornal "A NOITE" em sua edição nº 9.514 de 08 de Agosto de 1938... trás a resposta para essa pergunta. Qual a sua opinião?



Quando estive em Angico, Geraldo, observei a dureza do terreno, muito pedregoso, e que para se abrir ali uma vala para sepultamento é muito trabalhoso. Eu pergunto, foi feito alguma investigação de solo no local e nas cercanias de Angicos?

Fonte: facebook
Página: Geraldo Júnior

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O TIROTEIO NO POVOADO DE ABÓBORA - JUAZEIRO-BA


No dia 07 de Janeiro de 1929, no tiroteio do Povoado de Abóboras, município de Juazeiro-Ba, Corisco se destacou com fama nos jornais da Bahia, no tiroteio os policiais disseram que nunca iam esquecer o ataque daquele homem alto, sarará, com os cabelos amarelos, embaixo de um grande chapéu. 


O jornal o chamou na matéria de "O diabo Loiro". A polícia e o próprio jornal, nunca imaginaram que corisco estava totalmente bêbado.

Fonte: facebook

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JOÃO CALAIS

Por Rubens Antonio

Tenho pesquisado há muito tempo... Opus-me, tacitamente, a chamarem Calais pelo nome "João", porque jamais encontrara qualquer referência ao seu nome em material da época.

Mesmo tendo eu contatado com gente da sua região, que conhece sua história e conheceu seu filho com Delmira, ninguém, absolutamente ninguém, soube qual seu nome efetivamente.

Hoje, pela primeira vez, encontrei um jornal da década de 1930, do interior da Bahia, da região em que viveu, chamando-o, terminantemente: JOÃO CALAIS.

A partir de hoje, considero que há, pelo menos, UM BOM INDÍCIO de que seu nome foi, efetivamente, JOÃO.

Fonte: facebook

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quinta-feira, 11 de junho de 2015

A SAGA DE VIRGULINO LAMPIÃO

Por Sarah Brasil

Fascinada pelas histórias de cangaceiros que revolucionaram o Nordeste Brasileiro, a cantora e compositora Sarah Brasil decidiu falar, em forma de música, sobre os casos mais conhecidos envolvendo o famoso cangaceiro Lampião, seu bando e seu grande amor 'Maria Bonita'. 


Durante cerca de 10 anos de pesquisa, a cantora Sarah Brasil ouviu conhecidos de Lampião e Maria Bonita, leu alguns livros conceituados, além de visitar museus e cidades históricas, como Piranhas, onde, de acordo com historiadores, as cabeças do cangaceiro e integrantes do bando foram expostas em praça pública.

O saldo dessa pesquisa: O Cd “SAGA DE VIRGULINO FERREIRA O LAMPIÃO”. São 14 músicas com riqueza de detalhes sobre a época, enfocando a entrada de Virgulino Ferreira no cangaço, passando por suas pelejas, os dialetos, costumes, romances, momentos festivos e por fim sua morte na Grota de Angico.

O rei do baião Luiz Gonzaga

No CD, há a participação de vários artistas, entre eles, o músico Chambinho do Acordeom, que foi o protagonista do filme "Gonzaga, de pai para filho", na música FORRÓ NO CANGAÇO É FUÁ retratando os momentos de descontração e festa dos cangaceiros.

Sarah Brasil neste CD cultural rima com fidelidade em verso e prosa, a vida e morte de Virgulino Ferreira, Lampião, e seu bando, que reinou no cangaço por vinte anos, tornando-se o maior cangaceiro de todos os tempos. Inspirando até os dias atuais, artesãos, repentistas, cordelistas, poetas, compositores, romancistas, cineastas e etc... Na viagem da história do Rei do Cangaço Sarah Brasil relata a participação da mulher e sua influência, as cangaceiras mais famosas, Cila, Dadá, Enedina, Inacinha e por fim Maria Bonita. 

Sila cangaceira

A cangaceira Dadá com blusão preto

Cangaceira Enedina companheira de Zé de Julião

Inacinha do cangaceiro gato

A Saga de Virgulino Ferreira o Lampião por Sarah Brasil visa transformar essa história do cangaço num musical didático e de entretenimento cultural: “SAGA DE VIRGULINO FERREIRA O LAMPIÃO” Um cordel cantado.

Contatos:
(81) 8354-4237 /  9673-7021 / 3039-5361
Email: sarah_donabrasil@hotmail.com

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PEDRO - UM GAROTO COM IMAGINAÇÃO SEM LIMITES.


Conheça a história do garoto Pedro (8 anos). Mora no Sul, mas adora a cultura nordestina, sobretudo, o cangaço…Confira...!

Pedro é um menino do interior de São Paulo que gosta de cordel, Luiz Gonzaga, sua coleção de discos de vinil, baião, repentes, sanfona, xaxado, rock. Conheça neste vídeo mais de seus gostos, improvisos, brincadeiras, estórias, sorrisos e talento. Pedro, um garoto com imaginação sem limites e muita.

Fonte: facebook
Página: Voltaseca Volta

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O FOTÓGRAFO JOSÉ RODRIGUES TAMBÉM É UM DOS GRANDES COOPERATIVISTAS DE MOSSORÓ

Por José Mendes Pereira

Muitos mossoroenses sabem quem é José Rodrigues da Costa, mas que o conhecem apenas pelos seus trabalhos fotográficos, sendo o mais antigo nesta profissão, 52 anos que atua como fotógrafo. Mas são poucos que sabem que ele não só colabora no desenvolvimento de Mossoró com fotografias, e sim, há mais de 40 anos que é cooperativista com bastante serviços prestados ao cooperativismo de Mossoró e da região, tendo fundado a Cooperativa dos Fotógrafos; colaborou com a constituição de COOPTAX de Natal; fundador da COOPTUR e criador do Informativo COOPTUR, o único instrumento de divulgação do Cooperativismo e do Turismo do Rio Grande do Norte.

José Rodrigues da Costa também colaborou com a implantação da travessia Grossos/Areia Branca, tendo contado com a participação do empresário Ari Coubo. Colaborou com a interligação Tibau/Grossos pela orla, tendo contado com a boa vontade da Governadora Vilma de Farias, da mesma maneira contou com a governadora para construir a estrada interligando Areia Branca à Ponta do Mel, e Ponta do Mel a Porto do Mangue. O objetivo de José Rodrigues da Costa é mudar as condições de vida das pessoas através do cooperativismo. 

Você que é mossoroense e que mora aqui na cidade, saiba que o fotógrafo José Rodrigues está passando por sérios problemas de saúde. Quando a pessoa adoece, tudo fica difícil para vencer todos os problemas que aparecem, e que terão de vir no decorrer da paralisação das suas atividades.  

Todos os medicamentos são caríssimos, e para isso, é preciso que se tenha dinheiro, e é a partir daí, que o enfermo não poderá mais custear os seus medicamentos, ou até mesmo o sustento da família, porque as suas economias já estão de resto a fim. 

Você que o conhece de longos anos, o fotógrafo que completou 52 anos de lutas, em prol da fotografia em Mossoró, faça-lhe uma visitinha (reside ao lado da COHAB do Alto de São Manoel, casa pegada com o depósito de botijões de gás da família Porcino), ajude-o de qualquer forma para a compra dos seus medicamentos. E se você não pode ajudá-lo financeiramente, visite-o para dar um abraço amigo, um abraço forte, e abra um sorriso franco, um sorriso de esperança, um sorriso confiante na restauração de sua saúde, um sorriso amigo, falando em Deus, em Jesus Cristo, e com certeza, ele irá muito te agradecer. É nesta hora que ele precisa do apoio do amigo, dos amigos. Visite-o! Não deixe para amanhã. Visite-o ainda hoje, amigo!

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SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL por 9 votos a zero, DELIBEROU, HOJE, QUE, NO CASO DE PUBLICAÇÃO DE " BIOGRAFIA “


SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL por 9 votos a zero, DELIBEROU, HOJE, QUE, NO CASO DE PUBLICAÇÃO DE " BIOGRAFIA “, não há necessidade de autorização prévia do biografado ou de seus descendentes. O STF deliberou também, que em caso de calúnia, difamação e injúria contra o biografado, cabe indenização por danos e representação criminal. Decisão importantíssima, e que servirá de parâmetros para os outros Tribunais e Juízes.


Essa decisão atinge, diretamente, quem escreve sobre os personagens do cangaço (coronéis, cangaceiros, volantes... etc.). Foi, baseado nesses princípios, que foi liberado o livro "LAMPIÃO O MATA SETE "...só que, no caso desse livro, a família do biografado, sentiu-se atingida por calúnia, difamação e entrou, também, com AÇÃO INDENIZATÓRIA, que está correndo nos Tribunais. É por ai. 

Adquira o livro "LAMPIÃO CONTRA O MATA SETE" do Dr. Archimedes Marques.

Fonte: facebook
Página: Voltaseca Volta

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“CORISCO – A SOMBRA DE LAMPIÃO”


A venda está sendo feita com exclusividade pela Livraria do "professor Francisco Pereira Lima", da cidade paraibana de Cajazeiras, pelo valor de R$ 50,00 (com frete incluso). Os pedidos poderão ser feitos através do email: 
ou o telefone 83 – 9911 8286.


Solicite o preço deste ao professor Pereira através deste e-mail:

ou o telefone 83 – 9911 8286.

Não deixe para depois. 
Livros sobre cangaço a demanda é muito grande, e você poderá ficar sem o seu.

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LAMPIÃO A RAPOSA DAS CAATINGAS


A 2ª edição continua sendo vendida através dos endereços abaixo: 
josebezerra@terra.com.br
(71)9240-6736 - 9938-7760 - 8603-6799
Pedidos via internet:
Mastrângelo (Mazinho), baseado em Aracaju:
Tel.:  (79)9878-5445 - (79)8814-8345
E-mail:   
lampiaoaraposadascaatingas@gmail.com

Clique no link abaixo para você acompanhar tantas outras informações sobre o livro.

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