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terça-feira, 11 de agosto de 2015

LIVROS DO GERALDO MAIA DO NASCIMENTO


ATENÇÃO: Novo livro do cangaço publicado: 

AMANTES GUERREIRAS: A Presença da Mulher no Cangaço, de Geraldo Maia do Nascimento, Natal-RN: Editora do Sebo Vermelho, 2015, 132 páginas. O pesquisador do cangaço, Geraldo Maia do Nascimento, também conhecido por GMaia, nascido em Natal e radicado em Mossoró, relança o Livro: AMANTES GUERREIRAS:..., agora em 2ª Edição, com o conteúdo ampliado, ou seja, com 132 páginas. O Autor faz uma compilação de quase 100 nomes de cangaceiras. O livro pode ser adquirido com o Professor Francisco Pereira Lima, em Cajazeiras-PB ou no Sebo Vermelho, em Natal-RN. - Carlos Alberto

No dia 17 de Agosto o professor Pereira estará  com esse excelente livro à disposição dos amigos, ao preço de R$ 35,00 
com frete incluso. 
Pedido: franpelima@bol.com.br


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MOSSORÓ NA TRILHA DA HISTÓRIA

ANOTAÇÕES


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Cariri Cangaço Piranhas 2015 Balanço geral do evento.

Por Rostand Medeiros

Até recentemente talvez muitos não imaginassem que um tema como o fenômeno de banditismo do Cangaço, sempre tão controverso, tão espinhoso, que produz tantas discussões apaixonadas, que mexe com tantas emoções (muitas delas terrivelmente dolorosas), conseguisse reunir pessoas em um evento onde ocorressem interessantes debates e instrutivas visitas aos locais onde aconteceram os fatos.

Mas este evento existe, já acontece há seis anos e é um grande sucesso. Estou comentando sobre o Cariri Cangaço, que recentemente encerrou mais uma edição em Piranhas, Alagoas. E eu estive lá!

Noite de Abertura do Cariri Cangaço Piranhas 2015. Aqui apoiando a homenagem criada pelo amigo Ivanildo Silveira (vestido a caráter) na entrega de Placas de Honra ao Mérito pelos relevantes serviços prestados a cultura nordestina a várias personalidades do universo da pesquisa e estudo do cangaço. Receberam a honraria: Manoel Severo (na foto, de paletó), curador do Cariri Cangaço; os pesquisadores; de Barro (CE), Sousa Neto; de Paulo Afonso (BA), Luiz Ruben; de Cajazeiras (PB), Professor Francisco Pereira e de Nazaré do Pico (PE), Netinho Flor.

O Cariri Cangaço teve sua primeira edição realizada em 2009, no Ceará, sendo uma ação do Instituto Cariri do Brasil. A frente desta luta pela nossa história está Manoel Severo, que com sua força, energia e seus sonhos, consegue com sucesso realizar este evento em várias cidades nordestinas.

Mesmo sendo o Cangaço um fenômeno que existiu exclusivamente no Nordeste do país, durante os dias 25 e 28 de julho eu tive a grata oportunidade de me reunir com pessoas vindas de 16 estados do Brasil. Eram pesquisadores, escritores, professores, estudantes universitários, artistas, documentaristas, cineastas e curiosos.

Junto com os amigos Ivanildo Silveira (RN) e Kiko Monteiro (SE)

Durante os quatro dias do evento aconteceram palestras com os temas “Piranhas e suas histórias”, “Um Estudo Multidisciplinar sobre o Cangaceirismo”, “Uma Viagem Fotográfica pelo Cangaço”, “A Vingança de Corisco no Palco dos Inocentes”, “Arqueologia do Cangaço”, entre outros.

A maioria das palestras ocorreu em Piranhas, principalmente no moderno Centro Cultural Miguel Arcanjo. No local também ocorreram apresentações do Grupo Musical Armorial e do Teatro do Cordel da Rabeca, este último com o espetáculo “O Amor de Filipe e Maria e a Peleja de Zerramo e Lampião”.

Com Sousa Neto (CE) e Kiko Monteiro (SE)

Em relação à bela cidade alagoana de Piranhas, conhecida como “Lapinha do Sertão”, é indiscutível que ela recebeu a todos de braços abertos e com extrema atenção. Uma parte da organização esteve sob a competente batuta do empresário Celso Rodrigues e de Patrícia Brasil, sua distinta esposa e secretária de cultura e turismo do município de Piranhas. Além deles inúmeras pessoas da região trabalharam arduamente para que os debates e as apresentações sobre a história dos cangaceiros e de suas vítimas fossem democratizados de maneira ímpar.

Com o Dr. Lamartine (BA) e sua esposa

Já sobre as visitas é inegável que todas foram extremamente interessantes. Mas, pessoalmente, adorei a visita realizada no local do Combate de Maranduba. E a razão foi está ao lado do Dr. Lamartine de Andrade Lima.

Aí vou ter que fazer uma paradinha para comentar que este tranquilo alagoano de nascimento, que mora em Salvador a muitos anos, possui entre seus títulos e realizações o fato de ser um orgulhoso Oficial Superior Médico da Marinha do Brasil, ter realizado o Curso Superior da Escola de Guerra Naval, ser detentor da Medalha do Mérito Almirante Tamandaré, da Medalha Militar de Prata, da Medalha de Ouro do Memorial da Medicina Brasileira, ser Professor Honorário da Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia, Professor-Assistente de Medicina Legal da Escola Baiana de Medicina e Saúde Pública, Assistente Voluntário de Medicina Legal da Universidade Federal da Bahia, Perito Médico-Legal do Instituto “Nina Rodrigues”, além de ser um dos mais respeitados estudiosos do cangaço no Brasil. Ligado intelectualmente ao mestre Estácio Luiz Valente de Lima – criador do Museu do Cangaço e cientista que escreveu o “Mundo estranho dos Cangaceiros” – livro clássico sobre o tema, o Dr. Lamartine também realizou criteriosos estudos sobre o assunto, baseados em persistente pesquisa e na convivência que teve com inúmeros cangaceiros, presos em Salvador, e acompanhados pelo Dr. Estácio.

Dr. Lamartine reconhecendo as velhas munições

Apesar de todo o seu vasto currículo e de toda sua sabedoria, pessoalmente a mais importante situação que percebo no contato com o Dr. Lamartine é a sua extrema simplicidade e sua inegável vontade de dividir o conhecimento.

Após a realização da visita ao local onde existe uma cruz que marca o ponto principal do Combate de Maranduba, eu e o amigo Kiko Monteiro seguimos para a Capela de Santa Luzia, padroeira da comunidade, com a intenção de esperar o amigo Ivanildo Silveira e seguirmos viagem. Mas ali encontramos o Dr. Lamartine em animada palestra com dois agricultores da região. Debatiam sobre um local denominado “Fogo dos Homens”, onde presumivelmente ocorreu um desdobramento do Combate de Maranduba.


O tempo estava chuvoso, do jeito que os agricultores nordestinos gostam, mas isso não impediu que o Dr. Lamartine convidasse os agricultores, o amigo Kiko e eu, para visitarmos o dito local que ficava a cerca de dois quilômetros de distância. Seguimos no seu carro e logo desabou o maior toró, mas mesmo assim o Mestre nem se importou.

Esperamos um tempo a chuva aplacar, enquanto o Dr. Lamartine dava uma verdadeira aula sobre os caminhos naturais das chuvas no sertão, analisando empiricamente a direção das gotas, a velocidade do vento e outras condicionantes.



Pouco tempo depois a chuva diminuiu e podemos chegar ao local do “Fogo dos Homens”. E aí eu tive a grata oportunidade de ter uma aula com alguém que sabe ensinar e sabe o que está falando!

O Dr. Lamartine seguiu pelo campo protegido por uma sombrinha e escutava com paciência e interesse os relatos dos agricultores. Eles informaram que ao longo dos anos, quando aravam a terra neste local, sempre encontravam cápsulas deflagradas. Ele questionou os locais onde mais eles encontravam estes restos de munições de fuzis, os pontos onde existiram árvores mais antigas e resistentes que serviram para a defesa dos cangaceiros, ou policiais. Seguia visitando os marcos indicados por aqueles homens simples, sempre ouvindo mais que perguntando.

Junto ao Mestre Lamartine e seus informantes. Uma grande aula!

Ao final, na parte mais elevada do local, a partir das informações recebidas daqueles simples nordestinos, o Dr. Lamartine fez uma memorização muito acurada do que foi publicado sobre o Combate de Maranduba, realizou sucinta análise do uso militar do terreno em que nós encontrávamos, dos pontos existentes para uma defesa satisfatória, dos possíveis pontos de disparos, dos locais favoráveis a emboscadas, rotas de fuga e etc.

Foto Kiko Monteiro

Em mais de uma hora naquele local eu tive uma intensa e profunda aula sobre táticas de combate e a arte da guerra como jamais tive em toda minha vida.

Aprendendo mais com dois Mestres – Antônio Amaury Corrêa de Araújo ( de SP, sentado á minha direita) e o Dr. Lamartine (a minha esquerda) 

Como diz meu amigo Sousa Neto, “Uma coisa é ler sobre um combate, a outra é está no local onde tudo ocorreu e assim conseguir um melhor entendimento dos fatos”. E eu complemento – E muito melhor é está em um local desses ao lado de um Mestre como o Dr. Lamartine de Andrade Lima.


Voltando a Semana Cariri Cangaço 2015. Este evento também contou com a participação do estado de Sergipe, através da inauguração do Memorial Alcino Alves Costa, no município de Poço Redondo. O sergipano Alcino Costa (já falecido) foi um escritor, pesquisador e memorialista que conviveu com inúmeros cangaceiros e vítimas deste fenômeno, a quem tive o privilégio e a honra de conhecer em 2010.


Não podemos olvidar que este encontro foi realizado em parceria com a SBEC – Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço, do Grupo de Estudos do Cangaço do Ceará e o Grupo Paraibano de Estudos do Cangaço.

Com o amigo Raul Meneleu Mascarenhas (SE)

Paralelo a Semana Cariri Cangaço 2015 ocorreu mais uma edição da Missa do Cangaço, na Grota do Angico, local da morte de Lampião e Maria Bonita em 1938. A Grota do Angico fica localizada na divisa dos municípios de Poço Redondo e Canindé do São Francisco, já a missa tem o objetivo de homenagear o aniversário de morte de Lampião, Maria Bonita e nove outros membros do seu bando, bem como também de preservar e manter viva a história do Cangaço. 

Junto com Vera Ferreira (SE), neta de Lampião e Maria Bonita

Este evento foi promovido pela jornalista Vera Ferreira, neta deste famoso casal de cangaceiros. Pessoalmente foi um momento muito positivo me reencontrar com Vera Ferreira, a quem não via já fazia um bom tempo e a quem tanto eu admiro!

Como está descrito no blog do Cariri Cangaço ( http://cariricangaco.blogspot.com.br/ ) – “A cada edição o numero de expectadores e convidados especiais só aumenta, em cada sede, em cada cidade, mais do que um evento, mais que uma reunião de escritores e pesquisadores, mais que um responsável conjunto de palestras, painéis debate histórico, mais do qualquer coisa, traduzimos nosso Cariri Cangaço como um espetacular encontro de amigos”.

Pescado no Site do autor

http://lampiaoaceso.blogspot.com
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segunda-feira, 10 de agosto de 2015

RELAÇÃO DE LIVROS À VENDA (PROFESSOR PEREIRA - CAJAZEIRAS/PB).

atodeler.net

O MAIOR ACERVO DE LIVROS À VENDA SOBRE OS TEMAS NORDESTE E CANGAÇO. GARANTIA DE QUALIDADE E ENTREGA DO MATERIAL.

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EXTRA - SÓ PARA REGISTRAR QUE AINDA EXISTE AMOR ENTRE FILHO E PAI


Amor familiar é o maior de todos, certo? Pois uma postagem no Face book emocionou muitas pessoas e provou que amor de filho e pai supera qualquer coisa. Nela, Jaqueline Alves, moradora de Carapicuíba, em São Paulo, declarou todo seu amor por seu pai.

O detalhe que chama a atenção na postagem é que Jaqueline faz referência à profissão do pai para declarar todo seu amor. Isso porque ele é carroceiro e, segundo ela mesma diz, não usa as melhores roupas e nem tem todo o dinheiro do mundo. Nada que mude o amor fraterno.

“Eu jamais terei vergonha do senhor. Só pelo senhor andar desarrumado ou sujo. Tenho orgulho pelo pai que eu tenho. Sempre foi um pai presente, e que eu amo muito…Independente do jeito que o senhor anda ou usa. Te amo, te amo, te amo... Meu orgulho, meu homem, meu rei, meu tudo (sic)”, escreveu ela.

A atitude da menina chamou a atenção dos internautas. Em tempos de ostentação e valorização absurda dos bens materiais, Jaqueline deu uma prova de que o amor supera qualquer barreira. Não à toa, sua declaração já foi compartilhada por 150 mil pessoas.

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CANGACEIROS ORIUNDOS DA TRIBO INDÍGENA PANKARARÉ, SITUADA NO RASO DA CATARINA - BA...!


Essa tribo indígena contribuiu com alguns de seus integrantes a vida cangaceira. Os mais famosos foram: GATO; INACINHA, ANTÔNIA (1ª companheira de Gato); MOURÃO, MORMAÇO, CATARINA, AÇÚCAR, BALÃO, ANA, JULINHA, LICA E JOANA. 

Não se tem notícias na história do cangaço de outro homem que tenha sido tão sanguinário, cruel e frio, como o cangaceiro GATO. Além desse último, duas irmãs dele seguiram os subgrupos do cangaço, sejam elas: JULINHA, amante de Mané Revoltoso e Rosalina, que acompanhou Mourão.

Fonte: facebook

Nota: Não tenho plena certeza, mas me parece que esta informação é do acervo do escritor e pesquisador do cangaço João de Sousa Lima

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Livro "Lampião a Raposa das Caatingas"


A 2ª edição continua sendo vendida através dos endereços abaixo:

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(71)9240-6736 - 9938-7760 - 8603-6799 
Pedidos via internet:
Mastrângelo (Mazinho), baseado em Aracaju:
Tel.:  (79)9878-5445 - (79)8814-8345
E-mail:   lampiaoaraposadascaatingas@gmail.com 

Clique no link abaixo para você acompanhar tantas outras informações sobre o livro.

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A VOLTA DO REI DO CANGAÇO


O livro custa 45,00 Reais, e basta clicar no link abaixo e pedir o seu.

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MAIS PONTOS DE VENDA EM CAPOEIRAS

Amigos, nosso trabalho, A VOLTA DO REI DO CANGAÇO, além vendido direto por mim, no MERCADO ALMEIDA JUNIOR, também pode ser encontrado na PAPELARIA AQUARELA, ao lado do Correio, também na PANIFICADORA MODELO, com Ariselmo e Alessilda e no MERCADO POPULAR, de Daniel Claudino Daniel Claudino e Gicele Santos.

Também pode ser encontrado com o Francisco Pereira Lima, especialista em livros sobre cangaço.

franpelima@bol.com.br


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BILHETE COM PEDIDO DE EXTORSÃO ENVIADO AO MAJOR NEGRINHO, PELO CANGACEIRO ANTÔNIO SILVINO, EM 26 DE OUTUBRO DE 1905.


Bilhete escrito por uma professora a mando de Antônio Silvino, "solicitando" dinheiro ao Major Aragão "Major Negrinho" da cidade de Santa Cruz de Taquaritinga, atual Santa Cruz do Capibaribe/PE.


Enviado por: Laudeni Ramos
Fonte: facebook

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O TEMIDO CANGACEIRO CORISCO


Se vivo estivesse Corisco, faria hoje 108 anos. 


Acima em uma das ruas da cidade de Delmiro Gouveia, ficava uma padaria, onde o mesmo exercia o ofício de auxiliar de padeiro.


Em outra foto, vemos parente seu, um sobrinho neto de Corisco, morador dessa cidade!

Felipe Ferreira pediu mais esclarecimentos sobre Corisco em Delmiro Gouveia:


Sou de Delmiro Gouveia, moro em Delmiro, gostaria de saber mais sobre a história do Corisco por Delmiro Gouveia ... Sou formando em Geografia, não tinha conhecimento da passagem dele por Delmiro Gouveia.

Adauto Silva respondeu:

Amigo, o cangaceiro Corisco, tinha uma forte ligação com esta cidade, sua mãe e ele próprio foram funcionários da fábrica, ainda existem várias parentes nesta localidade... Procure adquiri o livro Corisco, do escritor Sérgio Dantas, é o melhor que conta a história deste cangaceiro.

Fonte: facebook
Página: Adauto Silva 

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ENTREGA DA CANGACEIRA DE ALCUNHA "MOÇA".


ENTREGA DA CANGACEIRA DE ALCUNHA " MOÇA ".

Fonte: Jornal de Alagoas...21/nov/1936

Esta imagem pertence ao acervo de Francimary Oliveira

"Eu nunca tinha visto informação de Moça diferente dessa que já conhecemos".

Fonte: facebook

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CANGAÇO - ECOS NA LITERATURA E CINEMA NORDESTINO

Autora Vera Figueiredo Rocha

Para adquirir este livro entre em contato com o professor Pereira lá de Cajazeiras, no Estado da Paraíba, através deste e-mail:
 
franpelima@bol.com.br, 
ou o via telefone (83) 9911 - 8286. 

Valor: 40,00 Reais já com o frete incluso.

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FIM DO CANGAÇO: AS ENTREGAS

Autor Luiz Ruben F. de A. Bonfim

Não deixe de adquirir esta obra. 
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Lembre-se que se você demorar solicitá-la, poderá ficar sem ela em sua estante. 
Livros que falam sobre "Cangaço" a demanda é grande, e principalmente, os colecionadores que compram até de dezenas ou mais para suas estantes. 

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ANTÔNIO SILVINO - O RIFLE DE OURO


A fama do cangaceiro era incontestável... Antônio Silvino foi o precursor de Lampião no cangaço nordestino.

Silvino era uma espécie de cangaceiro romântico que mantinha uma certa "ética" em relação ao seu modo de agir.

Antônio Silvino (ou Manoel Baptista de Morais, Ingazeira, PE, 02 de novembro de 1875 — Campina Grande, PB, 30 de julho de 1944) foi um cangaceiro, filho de Francisco Batista de Morais e Balbina Pereira de Morais.

Faleceu em Campina Grande, em casa de uma prima, no dia 30 de julho de 1944.

Silvino e seu bando arrancaram trilhos, prenderam funcionários, e sequestraram engenheiros da Great Western, que implantava o sistema ferroviário no estado da Paraíba.

Nesse estado, um dos seus maiores perseguidores, nos primeiros anos do Séc. XX, foi o alferes Joaquim Henriques de Araújo, que mais tarde viria a ser Comandante da Polícia Militar paraibana. Em Pernambuco, uma década depois, foi perseguido pelo alferes Teófanes Ferraz Torres, delegado do município de Taquaritinga, que finalmente o prendeu em 1914, no governo do general Dantas Barreto.

Tornando-se o prisioneiro número 1122, da cela 35, do Raio Leste da antiga Casa de Detenção do Recife, teve comportamento exemplar. Em 1937, é libertado através de um indulto do presidente Getúlio Vargas.

Obs: Na imagem abaixo Getúlio Vargas (Presidente da República) e Antônio Silvino em um encontro ocorrido após ter obtido sua liberdade através do perdão presidencial e voltando como um homem livre e recuperado para a sociedade.

ADENDOS

Maria Quiteria Moraes neta de Antonio Silvino disse:

Antonio Silvino deixou de ser o presidiário nº 1.122 e passou a ser o cidadão Manuel Baptista de Moraes. Ao sair da Detenção pediu ao filho (Meu Pai, Severino Baptista de Moraes) para ver o mar, o que logo foi atendido. Silvino foi levado para Olinda e pode experimentar sensação de receber a brisa no rosto, coisa que não tinha sentido ainda.

Ele quis também retornar ao sertão e visitar amigos e parentes, porém antes deu longa entrevista na sede do Jornal Pequeno e depois circulou pelas ruas do Recife, em especial pelos cafés da Rua Nova, que na época era considerada a rua ponto de encontro de intelectuais, boêmios e pessoas nobres. A reportagem publicada no Jornal Pequeno do dia 03 de abril de 1937 e conta a experiência que no tempo de Silvino na cadeia.

Quero fazer uma correção quanto ao nome do pai de Antonio Silvino, complementando a informação de Geraldo Júnior, em vez de Francisco, o nome correto era: Pedro Bapista de Moraes, "O Batistão", Antonio Silvino era o filho caçula e tinha o apelido entre os familiares de "Nezinho".

Francisco Pereira Lima comentou o seguinte:

Quem não conhece bem a história de Jesuíno Brilhante e desejar se aprofundar no tema, é só ler: Jesuíno Brilhante: O Cangaceiro Romântico, de Raimundo Nonato; Cangaceiro e Herói: Jesuíno Brilhante, de José Gregório; A Saga dos Limões: Negritude no enfrentamento ao Cangaço de Jesuíno Brilhante, de Dr. Epitácio Andrade; Nas Veredas da Terra do Sol, de José Romero Cardoso e Solos de Avena, de Alício Barreto.

Bibliografia básica sobre Antônio: "Antônio Silvino, o Rifle de Ouro", de Severino Barbosa; "Antônio Silvino: Capitão de Trabuco", de Mário Souto Maior; "Antônio Silvino, o Cangaceiro, o Homem, o Mito" de Dr. Sérgio Dantas; "Antônio Silvino no RN", de Raul Fernandes; "Antônio Silvino: De Governador dos Sertões a Governador da Detenção(1875-1944)"; além dos cordéis de Francisco das Chagas Batista e Leandro Gomes de Barros. 

Sálvio Siqueira fez também o seu comentário:

Nesse encontro foi quando o 'rifle de ouro' pediu um emprego ao Presidente Getúlio Vargas, ganhou emprego no DER. "Ele" disse, “Em vez de ir aos santos fui logo a Deus e consegui o que pedi. Sou um homem perfeitamente feliz”. Grande Antônio Silvino da Serra da Colônia, Afogados da Ingazeira- PE, há 55 km de onde moro. Morreu no mesmo dia de lampião 28 de julho. Muita coincidência!

Vejam só o que ele aprontou em Jardins das Piranhas- RN, ANTONIO SILVINO, O FAMOSO CHEFE DE BANDOLEIROS, EM VÉSPERAS DE REAVER A LIBERDADE, FALA A “A NOITE” NA PENITENCIÁRIA DE RECIFE,"(...) As casas da povoação não tinham reboco e o lixo vivia espalhado pelas ruas. Só eram rebocadas as casas dos comerciantes.Fiz o delegado intimar a virem à minha presença os proprietários, e exigi que rebocassem as casas. A princípio houve protesto. Então, para que não fosse desmoralizado, fiz o delegado intimar a virem à minha presença os proprietários, exigi e estabeleci uma multa de 100$000 a 10:000$000 para aqueles que no prazo de 10 meses não houvessem cumprido as minhas ordens. No fim do prazo, quando voltei, não conheci o povoado. Ficou uma beleza! Apenas três casas ainda estavam como dantes; sendo duas à falta de braços e outra de uma viúva que possuía apenas 100$000. Ela, porém, me declarou que era parente dos comerciantes da terra. Mandei-os chamar e fiz uma arrumação para que a casa fosse rebocada.

O prefeito Juvenal mandou agradecer o benefício. Até o governador, o Dr. Alberto Maranhão, eu sei que gostou muito. Achou muito boa a minha ideia!(...).

Dele, foi esse depoimento: "Nunca tive medo de morrer em pé, quando campeava pelo Nordeste, mas, agora, deitado, não quero morrer, se bem que não tenha medo do inferno, pois se para lá for, disputarei um lugar de chefe, um posto de comando qualquer. Pro céu é que eu não quero ir, pois, ao que me consta, lá não há campo pra luta, nem lugar para Capitão de mato como sempre fui. Quero viver mais um pouco, mesmo com esta agonia que estou sentindo, com esta falta de ar, com esta falta de conforto.

A justiça dos homens me condenou. A justiça da Revolução de 30 me absolveu, dando-me liberdade. A doença agora me prende e eu tenho que aguardar o pronunciamento da justiça de Deus. É ela maior de que todas as justiças da terra." FONTES CONSULTADAS:

BARBOSA, Severino. Antônio Silvino o rifle de ouro: vida, combates, prisão e morte do mais famoso cangaceiro do sertão. Recife: CEPE, 1997.
FERNANDES, Raul. Antônio Silvino no RN. Natal: CLIMA, 1990.
MELO, Frederico Pernambucano de. Quem foi Lampião. Recife/Zurich: Stahli, 1993.
MOURA, Severino Rodrigues de. Antônio Silvino. Revista de História Municipal, Recife, n. 7, p.139-142, ago. 1997.

Silvino Aires Cavalcanti de Albuquerque, tio de 'Batistinha'( Antônio Silvino), vivia fugindo do cerco da polícia, mas foi preso enquanto dormia, pelo Capitão Abílio Novais, perto de Samambaia, distrito de Custódia, em Pernambuco. Com a prisão do tio e bandoleiro, Batistinha assumiu o comando do cangaço, mudou o seu primeiro nome para Antônio (não se sabe, até hoje, o motivo) e, o segundo, para Silvino, em homenagem ao familiar e ex-chefe que tanto admirava.
A partir daí, passou a ser conhecido com o nome de guerra de Antônio Silvino e apelido de "Rifle de Ouro". Um pouco antes de Lampião, ele representou o mais famoso chefe de cangaço, substituindo cangaceiros célebres tais como Jesuíno Brilhante, Adolfo Meia-Noite, Preto, Moita Brava, o tio - Silvino Aires - e o próprio pai - Francisco Batista de Morais (conhecido como Batistão).

Fonte: Wikipédia

Fonte: facebook

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O POÇO DO TAMANDUÁ NA GROTA DO ANGICO


O POÇO DO TAMANDUÁ na Grota do Angico, no Estado de Sergipe (Local da morte de Lampião).

Foi nesse poço que dista aproximadamente em torno de uns 60-70 metros do local onde Lampião foi assassinado, que o cangaceiro "AMOROSO" foi buscar água para fazer o café, por ordem de seu chefe, e RECEBEU O PRIMEIRO TIRO DISPARADO NO COMBATE DE ANGICO.

Na foto acima se vê O POÇO seco, em face da ausência de chuvas por ocasião em que foi feita a foto.

Fonte: facebook

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A MESA...!


Muitas pessoas que passam pela Grota do Angico no Estado de Sergipe (Local onde morreu Lampião), muitas vezes, pela falta de um bom guia, ou de alguém que conheça a história, não observam, próximo à Grota, apenas a umas dezenas de metros, UMA FORMAÇÃO ROCHOSA, COM UMA SUPERFÍCIE MAIS OU MENOS PLANA, EM FORMA DE "MESA", que foi muito utilizada pelos cangaceiros (segundo depoimentos), não só, para fazer refeição, como também, para guardar alguma coisa em sua superfície...

Fonte: facebook

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