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sábado, 1 de maio de 2021
ZULMIRA LANTYER, A PRIMEIRA VEREADORA.
Zulmira Lantyer de Araújo Cajahyba nasceu no dia 08 de de maio de 1901, durante a chamada República Velha, cujo Presidente do Brasil era o advogado Manuel Ferraz de Campos Sales (1898/1902), e no âmbito municipal, o intendente era o Sr. José Martins Leitão (1899/1904), aproximadamente quatro anos após a Guerra de Canudos (1897), período em que Queimadas serviu de base logística e militar para as tropas federais que desembarcavam na estação ferroviária.
Filha do casal: Francisco Lantyer de Araújo Cajahyba e Joaquina Nonato Borges Cajahyba, Zulmira Lantyer atravessou períodos importantes da história mundial (As duas Grandes Guerras, os períodos do pós-guerra, a Guerra Fria, etc.), da história do Brasil (A transição da República Velha para a Era Vargas "Estado Novo", a Redemocratização, a Ditadura Militar, os movimentos pelas Diretas Já e a Constituição de 1988), e da história municipal (as duas Grandes Enchentes 1910/1911, as passagens de Ruy Barbosa e de Lampião por Queimadas, etc).
D. Joaquina Lantyer, mãe de Zulmira, deu à luz nove filhos: Dejanira, João, Celso, Solon, Zulmira, Osvaldo, Valdemar, Cajahybinha e Adalgisa. Os dois últimos faleceram ainda crianças.
Zulmira Lantyer cursou o ensino primário em Queimadas, antes chamado de Ensino Elementar.
Aos dezessete anos, Zulmira foi eleita a senhorita mais bonita de Queimadas, com 287 votos, segundo a publicação no jornal da época, "A Nuvem" de 28 de dezembro de 1918.
Durante a passagem de Lampião e seu bando por Queimadas, Zulmira Lantyer que ensaiava uma peça teatral, reconheceu os cangaceiros e tentou avisar aos moradores, porém sua tentativa foi em vão.
Zulmira Lantyer era uma mulher bastante atuante, como relata a sua filha, Marly Lantyer:
" Ela atuou como atriz no drama "Ninho de Amor" em 1929, ano da passagem de Lampião por Queimadas. Realizou dois cordões carnavalescos, como eram chamados na época, intitulados "Cordão das Havaianas", na década de 40, e o outro, "Falenas Douradas", onde contratou a orquestra de Jazz, Apolo, da cidade de Juazeiro, Bahia. Este último cordão teve um concorrente: "As Princesas", organizado por um senhor cujo apelido era Mindú."
Zulmira foi a introdutora da Festa de São Marçal em Queimadas, na década de 30, na casa do Sr. Pedro Gonçalves Primo, na Praça da Bandeira, conhecida na época como Rua de Cima, e atualmente Everaldo Procópio.
Ela também foi membro da diretoria do Elite Clube, onde organizou a Festa da Primavera, com a contratação da orquestra Turunas da cidade de Alagoinhas, Bahia."
Zulmira Lantyer exerceu a função de voluntária, catalogando os prontuários dos pacientes do Hospital Terezinha Salles, situado no Alto da Jacobina, e que tinha como diretor, o Dr. Reinaldo Vicente de Sales, médico e político de grande destaque. Em uma das gestões de Dr. Reinaldo, como prefeito municipal, Zulmira Lantyer colaborou com a distribuição da merenda escolar entre as famílias carentes.
Nas Trezenas de Santo Antônio, Zulmira era convidada pelos ferroviários para ornamentar o altar na noite em homenagem a eles.
No dia 20 de janeiro de 1933, Zulmira Lantyer casou-se com Júlio de Oliveira Rêgo, passando a se chamar Zulmira Lantyer de Araújo Rêgo. Desse matrimônio nasceram dois filhos: Airton Luiz Lantyer Rêgo e Marly Lantyer Rêgo, hoje Marly Lantyer Azevedo.
No dia 05 de fevereiro de 1955, ela mudou-se para Alagoinhas para que a sua filha, Marly Lantyer, completasse os estudos iniciados nas Sacramentinas em Senhor do Bonfim.
Zulmira Lantyer também foi bastante atuante na política, uma mulher à frente de sua época.
Ela participou ativamente das ações da UDN (União Democrática Nacional).
Com a elaboração do primeiro Código Eleitoral do Brasil, em 24 de fevereiro de 1932, houve a criação da Justiça Eleitoral, de eleições padronizadas e voto obrigatório, secreto, universal, incluindo as mulheres, todavia esse direito era concedido apenas a mulheres casadas, com autorização dos maridos, e para viúvas com renda própria. Essas limitações deixaram de existir apenas em 1934, quando o voto feminino passou a ser previsto na Constituição Federal.
Com o direito assegurado, Zulmira Lantyer se candidatou ao cargo de vereadora pelo partido "Tudo por Queimadas", sendo a primeira mulher eleita e a ocupar uma cadeira no Legislativo Municipal.
A participação de Zulmira Lantyer na política, consta numa tese de Doutorado apresentada na UFBA (Universidade Federal da Bahia), com o título "Imagens reveladas, diferenças veladas" de Cláudia Andrade Vieira. Na tese, Zulmira Lantyer é destacada como liderança feminina e também como uma das quinze vereadoras eleitas no interior da Bahia nas eleições de 1934.
Em nota de rodapé, da mencionada tese, a pesquisa baseou-se em dados obtidos do Livro de Atas das reuniões ordinárias, extraordinárias e solenes da Federação Bahiana pelo Progresso Feminino (FBPF), 1931-1948. p. 12 e 13.
A senhora Zulmira Lantyer faleceu no dia 25 de junho de 1989, com 88 anos de idade, 08 meses depois da promulgação da Constituição Federal de 1988.
Zulmira Lantyer foi uma mulher empoderada, ativa e com importante participação social, cultural e política na história de Queimadas. Ela partiu deixando um importante e rico legado!
Zulmira Lantyer faz parte de nossa história. Da história de Santo Antônio das Queimadas.
Texto: Murilo Varjão
Colaboração: Marly Lantyer
Editado em 11/10/2020
INÍCIO DA ‘VIDA’ DE ANTÔNIO SILVINO NO CÁRCERE
Por Sálvio Siqueira
“O Governo é bandido, porque mata a gente de fome. No sertão mata-se à faca, ou com bacamarte, mas não de fome. Isso é perversidade. Aqui, os presos passam dias sem comer e, quando soltos, são obrigados a furtar. Cadeia é a escola do crime.”
Relato referente a parte da entrevista publicada no jornal “O Estado de São Paulo” cedida ao corresponde Mário Melo pelo afamado chefe cangaceiro quando o mesmo já encontrava-se preso na Casa de Detenção do Recife, na Capital pernambucana.
Nas primeiras horas do dia 02 de dezembro de 1914 o famoso chefe cangaceiro de alcunha Antônio Silvino, escoltado, adentra pelos corredores da Casa de Detenção do Recife contendo um ferimento na altura do tórax, resultado de sua última troca de tiros com a Força Pública pernambucana comandada pelo Alferes Teófanes Torres, necessitando de cuidados médicos.
Segundo o jornal “Diário de Pernambuco” em sua edição do dia 02 de dezembro de 1914, Silvino fora atendido, na enfermaria da Casa de Detenção, pelos médicos Dr. Vieira da Cunha Filho, Dr. Tomé Dias e Dr. Odilon Gaspar. Relatos destes ao vespertino citado discorre que o paciente estava irrequieto, com dores e apresentando espasmos intermitentes. Que a leitura de seus batimentos cardíacos, pulsação, estava, naquele momento, com a contagem de 112 pulsações por minuto. O escritor Sérgio Dantas, em seu livro “Antônio Silvino – O Cangaceiro, O Homem, O Mito”, relata que o procedimento médico iniciou-se com aplicações de seis ventosas secas. Sendo que quatro destas foram colocadas na parte anterior, frente, do tórax e as demais na extremidade posterior, costas do paciente. O autor ainda refere que fora feito uma medicação a base de antibiótico a fim de conter a inflamação provocada pela infecção do ferimento. Dantas ainda nos diz que a noite o ex-cangaceiro era acometido por uma febre alta e intensa, levando-o ao delírio, tendo seus médicos que administrarem morfina e hidrolato de canela injetáveis.
No dia 04 de dezembro daquele ano, um dos médicos responsáveis pelo paciente, Dr. Vieira da Cunha publica o seguinte Boletim Médico, o qual é publicado pelo jornal “A República”:
“O estado de Antônio Silvino não é desesperador, mas ainda é grave. Provavelmente só daqui a vinte dias, pelo menos, poderá suportar interrogatórios. Não se pode confirmar a possibilidade de infecção tetânica. As contrações espasmódicas de Antônio Silvino são atribuídas ao seu temperamento desesperadamente nervoso”.
Apesar do que ‘reza’ o BM, o quadro clínico do paciente se agrava nos dias seguintes. Tanto que o próprio solicita a presença de um padre para que lhe dê a Extrema Unção. O Capelão do Presídio, a época, era o Frei Norberto Tolle, que atendeu a solicitação do prisioneiro. Dantas nos relata que “o preso estava visivelmente afetado pelas sucessivas infecções. Recebeu, porém, os Sacramentos e rogou ao Reverendo que o perdoasse pelos crimes que cometeu.”
Se um doente precisa de médico para aliviar suas dores, o pecador, o criminoso, precisa, necessita, de orações, de um pedido de perdão e a presença de um sacerdote para aliviar sua consciência.
Os dias passam e, aos poucos, o risco de morte não mais existia sobre as perspectivas médicas quanto ao paciente de número 1.112, de ficha-prontuário 959. No dia 04 de janeiro de 1915 recebe “alta médica”. A partir daquele momento, o cangaceiro Antônio Silvino deixa de existir e retorna a tona o homem sertanejo registrado com o nome de Manoel Baptista de Mores,, com residência fixa na pequena cela de número 35, sito ao “Raio-Leste” da Casa de Detenção do Recife.
Fonte: Obras e jornais citados.
Foto: Cariri Cangaço, O Malho, Tok de História
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sexta-feira, 30 de abril de 2021
LIVRO CORISCO A SOMBRA DE LAMPIÃO
FLORESTA - RELATOS SOBRE HORÁCIO NOVAES - O CABRA QUE ENGANOU LAMPIÃO.
Por Geraldo Júnior
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Um relato a respeito da trajetória de Horácio Novaes ou Horácio Grande, como também era conhecido, inimigo pessoal da família Gilo da Fazenda Tapera no município de Floresta no estado de Pernambuco, que foi o principal responsável pelo ataque de Lampião que culminou na morte de vários membros e pessoas próximas da família Gilo. Fato que ocorreu no dia 28 de agosto de 1926. Assistam e ao final deixem seus comentários, críticas e sugestões. INSCREVAM-SE no canal e ATIVEM O SINO para receber todas as nossas atualizações.
Forte abraço... Cabroeira! Atenciosamente:
Geraldo Antônio de Souza Júnior - Criador e administrador dos canais Cangaçologia e Arquivo Nordeste.
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PRIMEIRO CRIME COMETIDO POR LINO DE ZEZÉ O FUTURO CANGACEIRO PANCADA.
Por Geraldo Júnior
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O CARISMA DESPRECONCEITUOSO DE LAMPIÃO - CONTOS DO CANGAÇO - CANGACEIRO LAMPIÃO
Por Contos do Cangaço
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CABEÇA GIGANTE
Por José Mendes Pereira
"BENEDITO VASCONCELOS MENDES Formação & Titulação Engenheiro-agrônomo pela Universidade Federal do Ceará (CE), graduado em 1969. Mestrado: Universidade Federal de Viçosa (MG) - Dissertação: Histopatologia de raízes do cafeeiro parasitadas por Meloidogyne exigua. Ano de Obtenção: 1975.
Doutorado: ESALQ/USP-Piracicaba (SP) – Tese: Histologia de galhas da coroa de chuchu (Sechium edule) induzidas por Agrobacterium tumefaciens e infestadas por Meloidogyne incognita e desenvolvimento de dois sistemas de cultivo in vitro para Meloidogyne javanica. Ano de Obtenção: 1980.
Vínculos institucionais & Atuação profissional 1) Docente (Prof. Titular) e Diretor da Universidade Federal Rural do Semi-Árido, antiga ESAM/Escola Superior de Agricultura de Mossoró, RN (1970-1994).
2) Pesquisador/Dirigente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – CPA do Meio Norte (1997-1999).
3) Docente (Prof. Adjunto IV) da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte – Mossoró, RN (1999- ). Endereço: Universidade do Estado do Rio Grande do Norte Centro de Estudos e Pesquisas do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável Departamento de Geografia Fafic Caixa Postal 70 59600-970 - Mossoró, RN - Brasil Telefone: (84) 3152 2197 Ramal: 197 Fax: (84) 3152 2197 E-mail: beneditovasconcelos@uern.br
Posições ocupadas na SBN Presidente (1980-1983) e Vice-Presidente (1977-1978 e 1985-1986), organizando as 3ª e 10ª Reunião Brasileira de Nematologia, ambas em Mossoró (RN), em 1978 e 1986. Acesso ao Currículo Lattes http://lattes.cnpq.br/1770891942535885".
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FILHOS DO CANGAÇO - SÉRIE DE DEPOIMENTOS.
Entrevista com Martha L. Anastácio Menezes, filha da ex-cangaceira Dulce Menezes dos Santos a última cangaceira pertencente ao bando de Lampião, ainda viva. Sua mãe, Dulce Menezes, é uma das sobreviventes de Angico, local da morte de Lampião, Maria Bonita, nove cangaceiros e um soldado e a última testemunha ocular dos acontecimentos que antecederam e sucederam a morte do mais famoso cangaceiro de todos os tempos. Nesse documentário iremos conhecer algumas histórias e particularidades envolvendo a personagem histórica em questão, através de quem cresceu ouvindo revelações e histórias dentro do ambiente familiar.
Imperdível. Deixem suas críticas e opiniões.
Geraldo Antônio de Souza Júnior
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" TIRO DE MISERICÓRDIA ".
Por Luis Bento
O Cangaceiro Sabino das Abóboras, alvejado em março do ano de 1928 na fazenda Piçarra de Antônio Teixeira Leite seu Tonho da Piçarra.
Arrastado pelos comparsas dentro do mato, no escuro, escalando cercas, percorrendo veredas, subindo altos, descendo grotas, atravessando riacho. Naquela noite, o Cangaceiro pagou tudo que devia pelas suas numerosas vítimas. Implorava ao seu chefe Cangaceiro ( Lampião ), que acabasse de vez com seu sofrimento. Lampião, pergunta quem do grupo teria coragem de fazer serviço e aliviar o sofrimento do companheiro.
Cangaceiro Mergulhão
Foi aí que Antônio Juvenal da Silva o Cangaceiro "Mergulho " entrou em sena, se prontificando a eliminar o sofrimento do companheiro. Com um lenço vedou os olhos de Sabino, disparando um tiro a queimar-roupa, aliviou seu sofrimento dessa vida.
" Mergulho. Foi o primeiro Cangaceiro do bando de Lampião a ser morto em terras Baianas, em 7 de janeiro de 1929.
Natural do Pajeú, foi um dos 5 Cangaceiros que cruzou o Rio São Francisco para Bahia, fonte: José Bezerra Lima irmão ".
LUÍS BENTO
JATI 30/04/21/.
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LAMPIÃO É NOSSO SANGUE
O DRAMA DE LAMPIÃO ANALISADO POR UM ÂNGULO DIFERENTE.
"LAMPIÃO É NOSSO SANGUE"
PELA PRIMEIRA VEZ A FAMÍLIA DO "CAPITÃO" VIRGULINO DEFENDE DE PÚBLICO A SUA MEMÓRIA
quinta-feira, 29 de abril de 2021
SANTANA – ÁGUAS BELAS
Clerisvaldo B. Chagas, 28 de abril de 2021
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 2.522
Quando o interventor Pedro Gaia, vindo de Palmeira dos Índios, assumiu a prefeitura de Santana do Ipanema, aconteceu no mesmo dia a morte de Lampião e Maria Bonita. A gestão de Pedro Gaia foi curta, mas profícua. Entre outras coisas reformou a prédio da prefeitura e que só foi reformada novamente no governo Isnaldo Bulhões, década de 80. Porém, importante mesmo foi a abertura de uma estrada que ligou Santana à cidade pernambucana e fronteiriça de Águas Belas. Um verdadeiro marco econômico, turístico e fraterno entre esses dois núcleos que sempre se respeitaram e se confraternizaram desde os primórdios. Normalmente para se chegar a Águas Belas, o santanense vai pela BR-316, até o entroncamento Carié, município de Canapi e dali continuará seguindo direto a Pernambuco. Arrodeio enorme.
Santana – Água Belas pelo atalho de Pedro Gaia – ainda estrada de terra – é apenas um pulo. A pavimentação asfáltica teria duas opções em Alagoas, uma diretamente pelo povoado São Félix e sítios com Baixio, Imburana do Bicho, Camonga, Gravatá, Poço d’’Anta e vários outros antes e depois de São Félix. A segunda opção teria no roteiro, os sítios Barroso, Água Fria, Salgado, Camoxinga dos Teodósio, Pinhãozeiro e Malembá, puxando um ramal para o povoado São Félix. Esta opção pega boa parte da região serrana de Santana do Ipanema.
O integração em asfalto, já foi cogitada antes, ficou, porém, no campo das ideias. Naturalmente precisaria interesse dos dois prefeitos em questão, além do apoio dos governadores dos estados envolvidos. Um novo leque de progresso se estenderia na região beneficiando os dois municípios em todas as áreas: Economia, turismos, saúde, educação, Comércio e prestação de serviços em geral. O movimento de Águas Belas é para a distante Garanhuns e que poderia reparti-lo com a praça de Santana do Ipanema. O futebol entre os dois núcleos, deixou as portas escancaradas para mais esse futuro intercâmbio que se não acontecer hoje será amanhã. A propósito, ambas às cidades são banhadas pelo rio Ipanema e sempre se ouviu dizer no passado: “Águas Belas e Santana são irmãs”.
Talvez esteja faltando apenas um cacique do lado de cá e um pajé do lado de lá com a boa-vontade no meio.
PREFEITURA DE SANTANA, REFORMADA EM 1986 (FOTO: B. CHAGAS/LIVRO 230).
http://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2021/04/santana-aguas-belas-clerisvaldo-b.html






























