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sábado, 26 de novembro de 2022

A VIDA APÓS O CANGAÇO JOÃO MARIA E ZÉ RUFINO?

  Por Moisés Reis

Em carta escrita pelo padre Renato Galvão no dia 4 de outubro de 1954 endereçada ao deputado João da Costa Pinto Dantas, encontramos o curioso dia em que João Maria de Oliveira, adversário político do padre naquela ocasião, quase precisou se entender com o famoso matador de cangaceiros, o tenente José Osório de Farias, conhecido com Zé Rufino.

 

 Zé Rufino, em imagem de Thomas Farkas

Coronel João Maria de Carvalho
 

Para entender o contexto, é preciso lembrar que naquele ano (1954) o cangaço já havia acabado e Zé Rufino gozava de enorme prestígio pelos seus feitos durante os tempos do combate ao banditismo. Naquela data, acontecia a eleição para prefeito de Cícero Dantas, pleito vencido por João Batista de Andrade Souza, da UDN com 1374 votos, e a seção eleitoral de Fátima, que funcionava no atual Colégio Estadual N. S de Fátima, era famosa pelas confusões entre os grupos políticos rivais.

Sabendo disso, o Padre Renato buscou se precaver e solicitou junto às autoridades a presença de ninguém menos que Zé Rufino, a fim de garantir que os trabalhos corressem dentro da normalidade.

Acontece que o famoso oficial, por alguma razão, não atendeu ao chamado do Padre e a problemática seção eleitoral ficou sem a autoridade policial desejada pelo vigário.

 


O que se segue, de acordo com o relato do religioso na dita carta é um caos promovido pelo então soldado João Maria e um certo subdelegado João Neves. Ainda de acordo com o relato da carta, Dona Ludi era a presidente da mesa e João Maria teria usado isso em seu favor, coagindo eleitores adversários e espalhando boatos de pânico provocado o retorno antecipado de eleitores que não votaram. 

Eram 600 votantes naquela seção que, devido aos contratempos provocados por João Maria e o Subdelegado, tiveram apenas três horas para concluírem a votação em cédula da época o que, naturalmente, provocou alta abstenção em uma seção que tinha muito mais votos para o candidato do Padre. Diante disso, O vigário finaliza a carta pedindo a intervenção do deputado no sentido de anular a votação e realizar novo pleito.

O fato a ser registrado aqui é um quase encontro entre a mais famosa liderança política de Fátima e um personagem importante da história do cangaço. Encontro que só não aconteceu (ao menos não dessa vez) pela ausência de Zé Rufino.

Obviamente esse texto não visa atacar a imagem de nenhum dos personagens envolvidos nessa história, o que busco, tão somente, é trazer o relato aos leitores do blog e deixar o registro de mais um episódio da nossa história. 

Pescado em Blog História de Fátima

http://lampiaoaceso.blogspot.com/2022/11/a-vida-apos-o-cangaco.html


NOVO LIVRO DO ESCRITOR E PESQUISADOR DO CANGAÇO JOSÉ BEZERRA LIMA IRMÃO.

Por José Irari

Prezados confrades estudiosos e pesquisadores do tema nordeste e cangaço!! Novo livro do renomado escritor José Bezerra Lima Irmão!! Desta vez sobre Maria Bonita, recomendo sem medo de decepcionar... escritor de pesquisas honestas e fundamentais para estudos do tema. Adquirir meu exemplar via professor Francisco Pereira Lima. Desde já, parabéns nobre amigo José Bezerra Lima Irmão. 

Que venham outros trabalhos!

https://www.facebook.com/photo?fbid=1840307199637948&set=a.210423149293036

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FEIRA-LIVRE DA IARA, . O ETERNO RETORNO DE UMA TRADIÇÃO

Por José Cícero

Nesta manhã de sábado (19) ao lado do ex-vereador Chico Henrique fomos visitar a feira-livre do bucólico distrito de IARA município de Barro-CE, depois de décadas inativa.

Por iniciativa do filho ilustre da comunidade, o amigo memorialista Wilson Leal o retorno da feira da Iara hoje vai muito além de uma simples simbologia cultural, vez que resgada um acontecimento econômico e social dos mais marcantes e importantes que assinalou a vida e a própria história, tanto da vila quanto de toda a região.

Além de movimentar não apenas a economia local com o cotidiano do povoado, a feira mantém ainda o seu aspecto sertanejo e tradicional no que diz respeito aos modos e os tipos de produtos comercializados. Itens que vão desde as sandálias de couro, panelas e potes de barro das nossas louceiras, como ainda: cereais, vestimentas e carne fresca, frutas, rapaduras, batidas, até guloseimas, comidas típicas, bebidas e muitas iguarias da culinária nordestina como artesanatos em geral.

A feira da Iara remonta o ano de 1870 quando foi levantada a primeira 'latada" para abrigar os vendeiros do povoado, do Cariri e PB, quando em 1949 por esforços do deputado Walter Sá Cavalcante fora edificado no mesmo local o chamado "galpão do mercado da feira" existente até hoje.

Cangaty, Boa Esperança e Iara, eis alguns dos topônimos do distrito que até o início dos anos 50 pertenceu ao território de Aurora.

A feira da Iara é, por fim, uma viagem no tempo e no espaço. Um resgate histórico de um tempo distante que marcou a vida de muita gente. Um afago literal da memória contra o esquecimento. Vida longa e sucesso à feira-livre da Boa Esperança batizada um dia pelo pioneiro sacerdote dos sertões o padre Ibiapina. Parabéns!

Prof. José Cícero

Aurora -CE.

https://www.facebook.com/josemendespereira.mendes.5/posts/pfbid0gftqcLHaCgoT29HmtACmRQ1YvdoanUBZbCYuiWTqd3RvZRcmtcCr8uNtsPTRL7Rsl?comment_id=810056346755946&notif_id=1669465808597313&notif_t=feed_comment&ref=notif

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O NOSSO BLOG HOMENAGEIA HOJE A CANTORA ALDENORA SANTIAGO

 Por José Mendes Pereira

Aldenora Santiago de Aquino era natalense, e nasceu no dia 05 de junho de 1944. Seus pais Manoel Lourenço de Aquino e Francisca Santiago de Aquino. Em companhia dos pais veio morar em Mossoró quando tinha sete anos de idade e, aos 18 anos, se apresentou como caloura no programa da Rádio Rural de Mossoró, na companhia do Conjunto Totõezinho, de quem recebeu uma proposta para se integrar ao grupo. Esta cantora encantou a sociedade mossoroense nas décadas de 60 e 70.

Conheci muito esta cantora, não de conversar, de ter amizade, de contatos diários, mas pelo talento que tinha, e que eu assistia sempre as suas apresentações no Cine Caiçara, da sociedade que eu trabalhava. Com a morte do Totõezinho, a banda passou para ser regida pelo músico Batista.

Da esquerda para a direita: Aldenora Santiago, Marlene, Doutor, Nelito, Paulinho, Toinho, Raimundo Baterista, Osvaldo, Maestro Batista, Totõezinho, Chicão - 1965 - www.azougue.org

Aldenora Santiago era uma senhora morena, bem parecida, mas infelizmente, devido gostar de beber alguns goles a mais, a cantora foi impossibilitada de chegar à fama artística. 

Carlos Augusto Rosado - esposo da governadora do RN e José Genildo de Miranda, já falecido. - Foto: http://telescope.blog.uol.com.br

O seu aparecimento como futura artista, foi nos programas de auditório da Rádio Difusora de Mossoró, apresentado por José Genildo de Miranda, no Programa “Vesperal das Moças”.

Dom Gentil Diniz Barreto -  bispo de Mossoró, Alcides Belo ex-prefeito de Mossoró e o radialista José Maria Madrid - aparece de bigode - todos já falecidos. Foto: http://telescope.blog.uol.com.br

Quando o radialista Zé Maria Madrid criou um programa de auditório no cine Caiçara de Mossoró, aos domingos, às 9:00 horas da manhã, com o nome "Zy & 20", ela participava, sendo aplaudida pelos seus fãs, que tinham uma grande admiração pela futura cantora. Ela sempre foi bem recebida pelos mossoroenses, mas infelizmente, não passou disso, porque vivia um pouco ébria. Ela é um patrimônio da história de Mossoró.

Além destes programas já citados, também cantava na Rádio Difusora, na ACDP, nos cabarés de Copacabana, Casa Blanca e outros lugares. 

Aldenora foi convidada para fazer gravações no Rio de Janeiro, mas infelizmente a nossa cantora não aceitou o convite.

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sexta-feira, 25 de novembro de 2022

SÓ COMO ARQUIVO EM NOSSO BLOG - BERNARD COYNE: 2M48CM DE ALTURA

Por Jornal Informal

Nascido no dia 27 de julho de 1897 em Iowa, nos Estados Unidos, ele é um dos homens mais altos já identificados. Seu registro preliminar para o exército durante a Primeira Guerra Mundial em 29 de agosto de 1918 o registrou com uma altura de 8 pés. Alguns acreditam que até o momento de sua morte, em 1921, ele chegou a medir 8 pés e 4 polegadas. Porém o seu tamanho em vida foi dado como 8 pés e 2 polegadas. Cerca de 2,48 metros.

https://www.facebook.com/photo/?fbid=560719479397072&set=a.484913766977644

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O FASCÍNIO PELO TEMA CANGAÇO! – 2 – JOÃO DE SOUSA LIMA NAS TRILHAS DO CANGAÇO.

Como vimos no texto de abertura dessa série sobre o fascínio que cangaço exerce sobre tantas pessoas a ponto de serem encontradas muitos milhões de itens de pesquisas sobre tema na internet, o cangaço tem contribuído para a produção de uma variada gama de produtos que vão de milhares de livros, a centenas de filmes, séries de televisão, telenovelas, artigos de artesanato, peças de teatro, musicais.

Sobre a produção de filmes e série/novela da TV, falamos no primeiro capítulo desse tema, assim como destacamos a homenagem e a bibliografia de Luiz Rubem Bonfim que já escreveu 16 títulos sobre esse tema, fundamentando a sua pesquisa em jornais e publicações da época, o que nos remete quase instantaneamente para os cenários do tempo e lugar em que os fatos aconteceram.

Nessa sequência, falaremos de João de Sousa Lima, pernambucano de São José do Egito que, como milhares de outros, chegou a Paulo Afonso, menino ainda, acompanhando os pais que chegavam para buscar emprego nas obras da Chesf. E, foi ficando por essas terras sertanejas.

Como dissemos no artigo anterior, embora alguns outros escritores pauloafonsinos tenham escrito alguma coisa sobre a temática CNAGAÇO, como Rubinho Lima, Edson Barreto, Gilmar Teixeira e até esse autor em um capítulo de um livro resultado do Seminário do Centenário de Maria Bonita realizado em Paulo Afonso pelo Departamento Municipal de Turismo que eu dirigia e sob a coordenação de João de Sousa Lima, dois escritores de Paulo Afonso, ambos membros da Academia de Letras do município, têm se dedicado com afinco na produção de literatura sobre esse tema: Luiz Ruben e João de Sousa Lima.

Como vimos, Luiz Ruben já escreveu 16 livros sobre esse tema. João de Sousa tem dez livros de sua autoria, sozinho e outros tantos em parceria com outros autores.

Os dois autores, embora escrevam sobre o mesmo assunto, têm caminhos diferentes para trazes essas informações aos milhares de leitores interessados. Luiz Ruben pesquisa nas produções da época do cangaço, jornais, livros, outras publicações. João de Sousa Lima decidiu conhecer a história indo aos lugares onde ela aconteceu e conversando com pessoas que a vivenciaram.

João de Sousa Lima nas trilhas do cangaço

Em seu primeiro livro chamado Lampião em Paulo Afonso, publicado em 2003, há 20 anos atrás e que teve a sua apresentação assinada por Antônio Amaury Correia de Araújo, João diz como tudo isso começou:

“Em abril de 2000, fui convidado por Glória Lira, Coordenadora Municipal de Cultura (em Paulo Afonso/BA), para participar de uma pesquisa sobre o tema CANGAÇO, com a finalidade de enriquecer o acervo de leituras da biblioteca do Espaço Cultural Raso da Catarina, em Paulo Afonso, Bahia. Criamos a Expedição Angico. A expedição teve como componentes João de Sousa Lima, Glória Lira, os professores Edson Barreto e Gorete Guedes, Carlos Césa, o cinegrafista Alisson e o grupo folclórico Os Cangaceiros. Chegamos à Grota do Angico (em Poço Redondo/SE). Nossa primeira entrevista foi com a ex-cangaceira Adília, companheira de Canário e depois com uma das últimas pessoas que conversou com Lampião, o coiteiro Manoel Félix”.

“A partir daí, tomei gosto pela história do cangaço e apesar do grupo ter sido desfeito, eu não parei mais, segui em frente, devorei livros, conversei com pessoas mais velhas e sempre ficava sabendo algo sobre Lampião, fatos ocorridos nas fazendas e povoados de Paulo Afonso. Coloquei o é na estrada e percorri todos os povoados de Paulo Afonso por diversas vezes”. (in Lampião em Paulo Afonso, pág. 15 - Graf Tech-Paulo Afonso-BA, 2003).

Nas viagens de João pelos sertões de Paulo Afonso, ele acabou com uma moto na qual rodou mais de 10 mil quilômetros e registou informações preciosas como a descoberta de 46 pessoas que participaram do grupo de cangaceiros de Lampião, quase o dobro do registrado em Poço Redondo/SE.

De Paulo Afonso para o mundo

As pesquisas de João de Sousa Lima sempre se firmaram na fidelidade dos acontecimentos o que lhe valou adquirir grande credibilidade sobre o assunto.

João de Sousa Lima com Aristéia - Povoado Jardim Cordeiro/Delmiro Gouveia-AL 

João de Sousa Lima com Durvinha - Belo Horizonte/MG

João de Sousa Lima com Aristéia, Moeno e Durvinha em Fortaleza/CE

Isso o fez aproximar-se de muitos homens e mulheres e ex-cangaceiros como a ex-cangaceira Dulce, que aparece no seu livro Terra de Brava Gente e Aristéia que morou durante muitos anos no Povoado Cordeiro, de Delmiro Gouveia, no lado alagoano do cânion do rio São Francisco, logo após a ponte metálica D. Pedro II que une os Estados da Bahia (Paulo Afonso) e Alagoas (Delmiro Gouveia). Com Aristéia, João viajou para Fortaleza onde ela foi homenageada. Esteve também com muitas outras pessoas ligadas diretamente ao cangaço.

E Paulo Afonso deixou de ser o limite do espaço para João de Sousa Lima. Aonde sabia que tinha alguma coisa nova, ele ia atrás.

O livro e o filme

Uma de suas grandes descobertas foi a história de Moreno e Durvinha que ele soube que estavam, anônimos, em terras de Minas Gerais, em Belo Horizonte e ele foi lá e conseguiu conversar bastante com os dois velhos e últimos cangaceiros. Estas muitas conversas lhe renderam o livro Moreno e Durvinha – Sangue, amor e fuga no cangaço que levou o cineasta Wolney Oliveira a produzir o filme Os Últimos Cangaceiros.

Hoje João de Sousa Lima é membro de muitas instituições que estudam o cangaço e os seus livros são muito procurados por pesquisadores e estudiosos desse tema. Também, pela sua vasta produção literária sobre o assunto, João, como Luiz Ruben, foi homenageado pela Câmara Municipal de Paulo Afonso com o título de Cidadão de Paulo Afonso e desde 2005 é membro fundador da Academia de Letras de Paulo Afonso.

Perguntado pelo articulista como explicava esse fascínio pelo tema cangaço, ele disse: "eu atribuo a duas coisas fortes colhidas como depoimentos. Primeiro pelas aventuras, as vidas errantes, uma forma de enfrentar a sociedade constituída como se fosse uma voz que se fez ouvir, as bravuras em constantes movimentos e aí os cordelistas e repentistas divulgando isso nas feiras do Nordeste como se fosses histórias quase referenciais aos super-heróis. A segunda análise que faço a essa mitificação vem como uma forma de justiça de um povo tão injustiçado durante toda sua história. Até hoje é difícil para o Nordeste a saúde, a educação, as políticas públicas...”

João de Sousa Lima nasceu em São José do Egito, Pernambuco, no dia 20 de dezembro de 1964. Chegou a Paulo Afonso em janeiro de 1970, com poucos anos de nascido e tornou-se filho adotivo das doces e amáveis terras baianas. É filho de Raimundo José de Lima e Rosália de Sousa Lima. Tem três irmãos: José de Sousa Lima, Manuel José de Lima e Maria Bernadete Lima Santos. Pai de duas princesas: Stéfany da Silva Sousa Lima e Letícia da Silva Sousa Lima. Serviu ao Exército Brasileiro em 1983, na 1ª Cia. de Infantaria, em Paulo Afonso, Soldado “Sousa Lima”, nº 145, do 2º Pelotão de Fuzileiros. Em 2016 foi agraciado com o Título de Amigo da 1ª Companhia de Infantaria pelo Major Barroso Magno e com o Diploma de Amigo da 6ª Região Militar, pelo General Joarez Alves. Em 2016 foi agraciado por unanimidade pela Câmara de Vereadores com o Título de Cidadão de Paulo Afonso. Em 2019 recebeu o Título de Cidadão Honorário de Piranhas, pelo Decreto Legislativo 002/2019. Licenciado em História e Escritor, hoje autor de 20 livros.

Contato: 75-98807-4138 (do http://joaodesousalima.blogspot.com)

Bibliografia de João de Sousa Lima sobre o tema cangaço:

- Lampião em Paulo Afonso, 1ª edição - Graf Tech-Paulo Afonso-BA, 2003.

- A trajetória guerreira de Maria Bonita, a Rainha do cangaço – Ed. Fonte Viva-Paulo Afonso-BA – 2005.

- Moreno e Durvinha – Sangue, amor e fuga no cangaço - Ed. Fonte Viva-Paulo Afonso-BA, 2007

- Memorial Casa de Maria Bonita (para vídeo-documentário sobre a restauração da Casa de Maria Bonita) s/data.

- Lampião em Paulo Afonso, 2ª edição - Ed. Fonte Viva-Paulo Afonso-BA, 2013

- Lampião, O Cangaceiro - Ed. Fonte Viva-Paulo Afonso-BA, 2015

- Mulheres Cangaceiras - - Ed. Fonte Viva-Paulo Afonso-BA, 2017

- Terra de Brava Gente – Resquícios de histórias cangaceiras-Editora Oxente/Paulo Afonso-BA, 2020

- Maria Bonita – A Rainha do Cangaço – Sua biografia – Editora Oxente/Paulo Afonso-BA, 2022.

Além de organizar o livro Maria Bonita - diferentes contextos que envolvem a vida da Rainha do cangaço, que teve a participação de Edson Barreto, Juracy Marques e Antônio Galdino, João de Sousa Lima teve participação importante nos livros Ecologia do São Francisco, Ecologia de Homens e Mulheres do Semiárido e As Caatingas, todos do escritor Juracy Marques e nos quais João de Sousa fala da presença de membros de tribos indígenas da região de Paulo Afonso no cangaço e no Raso da Catarina.


Além dessa produção temática sobre o cangaço, João de Sousa Lima tem também livros sobre a história de Paulo Afonso artigos nas revistas anuais da ALPA sobre esse e outros temas regionais.

https://www.folhasertaneja.com.br/noticias/colunistas/665518/1?fbclid=IwAR1nEp5bnae5PQNqtXXbnNl37mVS6wM6QPb18rcaKk0-M7LkmKJ1afbdWWM

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SOLDADO DO FIME CANUDOS.

 Por Guilherme Machado Historiador Historiador

Soldado do filme Guerra de Canudos... Diretor Sérgio Resende. Ano 1996. Local povoado Salitre município Juazeiro Bahia Figurante número 1580. Nome: Guilherme Machado. Figurante 1582. Daniel Alves, hoje Jogador da Seleção Brasileira.


https://www.facebook.com/

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PAISAGENS NORDESTINAS!

 Por Caatinga está em Sergipe

A vida segue, tudo no seu lugar…
@ancelmobless

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O MOMENTO DA EMA

 Clerisvaldo B. Chagas, 25 de novembro de 2022

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 2.804

EMA (IMAGEM DE AUTOR NÃO IDENTIFICADO).

Não existe mais emas por aqui. Mas, bem que essa ave enorme e que não voa já povoou soberana os nossos sertões. A Rhea americana das canelas grande possui asas somente para equilibrar suas carreiras, quando vítima de predadores. Foi extinta, mas deixou dois lugares como lembranças: Várzea da Ema e Alto da Ema, sítios rurais do nosso município. Sertanejo não gostava muito de comer essa ave, dizendo que “sua carne fazia crescer a bunda”. Antigamente as casas eram caiadas (pintadas) de branco com a cal e um pincel bruto comprido, uma espécie de bucha dura e que era chamado “canela de ema”. O senhor Pedro Baia, ingênuo e folclórico, era um caiador de casas. Quando encerrava sua pintura, deixava sua marca registrada, o desenho de uma ema.

Todos gostavam de Pedro Baia. Mas, não sabemos porque aquele galego que andava com um lenço vermelho no pescoço e uma espingarda 12 a tiracolo, não gostava quando lhes perguntavam pela ema. Sabendo disso, alguns gaiatos indagavam de propósito e, Pedro ia se agastando e perdendo a paciência. Nessa época, como para incentivar uma tragédia, surgiu na praça um pagina musical:

A ema gemeu

No tronco do juremá

Será que é nosso amor, moreninha

Que vai se acabar...

Pedro Baia já havia apanhado algumas vezes por aí. Os gaiatos, então aproveitaram uma estrofe da música e a parodiavam com o nome de Pedro, para aperreá-lo ainda mais:

A ema quando canta

Pedro Baia se levanta

Com medo de apanhar...

Vem morena, vem beijar...

Pedro Baia já não estava aguentando e falou assim: “De hoje em diante, quem mexer comigo, eu mato!”. E o primeiro que mexeu com ele, o pintor cumpriu a promessa. Foi para a cadeia, pagou pelo seu crime e quando todos já estavam esquecidos do caso, surgiu Pedro Baia na cidade após cumprir sentença. Demorou pouco e foi morar em Águas Belas. Nunca mais se ouviu falar em Pedro Baia.

Quando o santanense, ainda hoje, ouve a música da ema, de Jacson do Pandeiro, não tem como não a complementar com Pedro Baia da minha terra.



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quinta-feira, 24 de novembro de 2022

LIVRO

   Por Luma Hollanda

Gratidão a Deus e a todos que compareceram ao lançamento do meu 3⁰ livro, na Livraria do Luiz. "Lugares de Memória" do Cangaço, reuniu familiares e amigos que estavam tão distantes! Um beijo no coração de cada um.



https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste/?multi_permalinks=2047160255492908&notif_id=1667657649112606&notif_t=feedback_reaction_generic&ref=notif

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LIVRO

  Por João de Sousa Lima

Saiu a 2ª tiragem do livro Terra de Brava Gente..... A história da Cangaceira Dulce....para adquirir: direto como autor - 75-988074138 ou supermercado Suprave e hotéis San Marino e Bellavista.

https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste

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LIVRO

  Por José Mendes Pereira


Recentemente o escritor e pesquisador do cangaço Guilherme Machado lançou o seu trabalho sobre o mundo dos cangaceiros com o título "LAMPIÃO E SEUS PRINCIPAIS ALIADOS". 

O livro está recheado com mais de 50 biografias de cangaceiros que atuaram juntamente com o capitão Lampião. 

Eu já recebi o meu e não só recebi, como já o li. Além das biografias, tem fotos de cangaceiros que eu nem imaginava que existiam. São 150 páginas. Excelente narração. Conheça a boa narração que fez o autor. 

Pesquisador Geraldo Júnior

Prefaciado pelo pesquisador do cangaço Geraldo Antônio de Souza Júnior. Tem também a participação do pesquisador Robério Santos escritor e jornalista. Duas feras no que diz respeito aos estudos cangaceiros.

Jornalista Robério Santos

Não deixa de adquiri-lo. Faça o seu pedido com urgência, porque, você sabe muito bem, livros escritos sobre cangaços, são arrebatados pelos leitores e pelos colecionadores. Então cuida logo de adquirir o seu! 

Pesquisador Guilherme Machado

Adquira-o através deste e-mail: 

guilhermemachado60@hotmail.com
Ou dê um pulinho lá em Cajazeiras:

franpelima@bol.com.br

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LIVRO DO DR. ARCHIMEDES MARQUES

 

Fotos inéditas também estão apostas neste volume, que acredito será bem aceito pelos pesquisadores do cangaço. A excelente obra pode ser adquirida diretamente com o autor, através do email: archimedes-marques@bol.com.br

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LIVRO

  Por José Mendes Pereira

Você leitor, e eu, vamos participar do casamento de José Ferreira da Silva (Santos) com a dona Maria Sulena da Purificação (Maria Lopes) pais dos irmãos Virgolino Ferreira da Silva, Antonio Ferreira da Silva, Levino Ferreira da Silva e Ezequiel Ferreira Silva.

Vamos chegar devagarinho! Pés às alturas, como se nós estivéssemos flutuando em um picadeiro de circo, silêncio total, sem pigarrearmos em momento algum, para vermos o que irá acontecer durante esta união familiar. Não se preocupe, os irmãos Ferreiras não estão aqui entre nós, eles ainda irão nascer, primeiro Antonio Ferreira, depois Levino Ferreira, depois Virgolino Ferreira e por último (dos homens) Ezequiel Ferreira da Silva.

O casamento destes famosos e futuros pais de 4 cangaceiros você irá adquirir toda história no livro: "Lampião a Raposa das Caatingas", do escritor e pesquisador do cangaço José Bezerra Lima Irmão - a partir da página 70.

Esta maravilhosa obra você irá encontrá-la através deste e-mail: franpelima@bol.com.br, com Francisco Pereira Lima, o professor Pereira, lá de Cajazeiras no Estado da Paraíba.

A maior obra já escrita até hoje sobre cangaço, e sobre a família Ferreira, do afamado Lampião.

http://blogdomendesemendes.blogspot.com.br/.../lampiao...

Fotos:

1 - Livro: "Lampião a Raposa das Caatingas";

2 - José Ferreira da Silva e Maria Sulena da Purificação os pais de Lampião;

3 - O autor do livro José Bezerra Lima Irmão.

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LIVRO

Um livro escrito com muito amor!



Se você quiser adquiri-lo dê um pulinho até Cajazeiras no Estado da Paraíba através deste e-mail: 

franpelima@bol.com.br. 

Se ele não tem mais em sua livraria,  com certeza indicará quem ainda o tem para atender os pedidos pedidos.

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PADRE AMÉRICO LEITE DE SÁ NETO É NOMEADO NOVO PÁROCO DA PARÓQUIA SÃO JOSÉ DO BELMONTE

Por Valdir José Nogueira de Moura

No dia 24 de abril de 2023 a Paróquia São José, do Belmonte, irá completar o sesquicentenário de sua criação. Para compreender melhor é preciso voltar no tempo. Em 24 de abril de 1873, a Lei Provincial nº 1085 transformou o Distrito de Paz de Belmonte – como era então identificada a localidade – em freguesia, cujo território foi desmembrado da freguesia de Nossa Senha da Penha de Vila Bela, e constituindo uma nova freguesia sob a invocação de São José de Belmonte. O Artigo 2º da dita lei transformou a Igreja de São José da povoação do Belmonte em matriz da nova freguesia.

Em seguida, foi nomeado o primeiro pároco da freguesia de Belmonte o Padre Manoel Thomás Pereira de Lima.

Nesse tempo, a Igreja Católica era a religião oficial do Império. As freguesias (nomes como eram identificadas originalmente as paróquias), embora tivessem caráter religioso, eram criadas pelo governo imperial. Assim, os povoados se tornavam fregueses da Igreja e trabalhadores do estado.

Ora, é oportuno lembrar, como foi visto antes, que a Paróquia São José de Belmonte foi criada desmembrada da Paróquia de Nossa Senhora da Penha da atual Serra Talhada. E prestes a completar seu sesquicentenário de fundação no próximo ano, a Paróquia São José acolherá também no próximo ano, como seu novo pároco, o padre Américo Leite de Sá Neto procedente da Paróquia de Nossa Senhora da Penha de Serra Talhada, nomeado pelo Bispo Diocesano Dom Egídio Bisol. Padre Américo substituirá o padre Claudivan Siqueira Santos que irá assumir o serviço missionário na Diocese de Roraima, na periferia da cidade de Boa Vista.

Que São José abençoe padre Américo, o nosso novo pároco. Que ele faça uma uma história salvífica, à luz da história da Salvação, que nos impulsiona e aproxima cada vez mais de nosso Deus.
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