*Por Eduardo Marcelo Silva Rocha
Agora é a vez do IPHAN.
*Por Eduardo Marcelo Silva Rocha
Agora é a vez do IPHAN.
Registro de
alguns membros da família Suassuna, na fazenda local da Paraíba.
Numerados
estão: 1 𝑱𝒐𝒂̃𝒐 𝑺𝒖𝒂𝒔𝒔𝒖𝒏𝒂,
2 𝑪𝒉𝒓𝒊𝒔𝒕𝒊𝒂𝒏𝒐
𝑺𝒖𝒂𝒔𝒔𝒖𝒏𝒂
(irmão de João), 3 𝑨𝒏𝒕𝒐̂𝒏𝒊𝒐
𝑺𝒖𝒂𝒔𝒔𝒖𝒏𝒂
(irmão de João).
Os demais,
segundo o registro, são também parentes, porém, não estão identificados.
𝑭𝑶𝑵𝑻𝑬:
𝑪𝒐𝒓𝒓𝒆𝒊𝒐
𝒅𝒂
𝑴𝒂𝒏𝒉𝒂̃,
1930.
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Em 15 de junho
de 2014, faleceu José Alves de Matos, vulgo Vinte e Cinco em Maceió, Alagoas,
aos 97 anos de idade. O ex-cangaceiro foi enterrado no cemitério Porquê das
Flores.
Em seu velório
ao lado do caixão podemos ver (mesmo que de forma embaçada) uma foto do bando
de Lampião.
Foto: ITAWI
ALBUQUERQUE / FUTURA PRESS
AGRADECIMENTOS:
A FAMÍLIA DE VINTE E CINCO
EDIÇÃO ARQUIVO
DIGITAL HELTON ARAÚJO
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Mulher de tez
morena, cabelos ondulados. Em suas pupilas, o negrume das jaboticabas maduras,
olhar fugaz, nariz e boca pequenos, condizentes ao seu rosto.
Tinha nas
veias o sangue dos povos nativos, descendia dos índios Pancararés.
Em avançado
estado de gestação, foi ferida por arma de fogo e capturada em combate travado
entre cangaceiros e a volante de João Bezerra em um memorável 26 de Outubro de
1936, em razão de sua captura, caiu por terra seu companheiro, o cangaceiro
Gato, este, tombara na luta inglória pelo resgate de sua companheira.
Baiana de
Brejo do Burgo, sobreviveu ao cangaço e segundo pesquisadores, teve sua vida
abreviada no ano de 1957 vitimada por doença no colo do útero.
Ela foi Inácia
Maria das Dores, a cangaceira Inacinha ou ainda, Inacinha de Gato.
(Foto do
domínio público, na ocasião de sua captura pela polícia de João Bezerra em
Piranhas Alagoas no ano 1936).
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Foto raríssima
dos seis homens que mataram em 7 de junho de 1936, Zé Baiano ( o chefe ),
Demudado, Chico Peste e Acelino em São Paulo, atual Frei Paulo na região do
Alagadiço em Sergipe.
Os algozes do
temido Zé Baiano apresentaram na capital sergipana objetos que estavam em poder
do perigoso bando. Os itens citados pelo periódico foram os seguintes : 6
contos em dinheiro, um gigantesco punhal do cabo de prata, pistolas, outros
punhais menores, luvas, alforges, preciosas jóias como anéis de ouro, alguns com
pedras preciosas, medalhas, trancelins, relógios de ouro, além de um ferro de
marcar suas vítimas com as iniciais " JB ".
Esse fato se deu no dia 25 de Junho de 1936, dezoito dias após os bravos sertanejos darem cabo dos cangaceiros.
Por : Helton
Araújo
Foto : Jornal
Diário da Manhã
Edição Arquivo
Digital Helton
Araújo
Conheciam a
foto ? Gostaram das informações ?
Quer saber
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Aspirante
Franscisco Ferreira de Melo, o Chico Ferreira, um dos grandes destaques da
emboscada em Angicos.
Foto : Jornal
Diário da Manhã
Edição Arquivo
Digital Helton Araújo
Falem um pouco
sobre Chico Ferreira ?
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Fotografia
rara de alguns dos defensores do povoado de Serrinha/PE. Entre eles, está o
Capitão Miguel Calmon, 1935.
No dia 20 de
julho do mesmo ano, Lampião estava nas regiões de Pernambuco após ser chamado
pelo Coronel Zezé Alíbio, para que fosse cobrado o fazendeiro José Gomes
Bezerra, conhecido como Zé Gomes, o que devia para Alíbio.
Com isso,
Virgulino partiu para a morada de Bezerra, juntamente com os cangaceiros Cabo
Velho, Medalha, Maçarico, Gato, Moita Brava, Maria Bonita, Maria Emma e o
cachorro por nome Dourado.
Ao chegar no
local, Lampião fala o motivo de sua visita e cobra que seja acertado o que
estava devendo; Zé Gomes acaba afrontando o temível bandoleiro, assinando,
assim, sua sentença de morte. A notícia de seu assassinato rodou a região,
alertando todos os povoados, especialmente Serrinha. O inspetor de quarterão,
por nome João Caxeado, e seu auxiliar, Oséias Correia, montam uma resistência
na cidade, afim de expelir o ataque cangaceiro. Lampião iria passar no povoado,
pois ainda tinha um serviço de Zezé Alípio para cumprir: da cabo do Sr.
Chiquito.
Em Serrinha,
Lampião bateu na porta da casa de Chiquito, e acabou sendo recebido a bala,
juntamente com os seus comandados. No tiroteio, Maria Gomes e Maria Emma acabam
sendo acertadas e o cachorro vai a óbito pelos tiros dos cidadãos, expulsando,
assim, o bando.
Acaba indo
para a Serra do Tará, no entanto, foram cercados pelas tropas do Capitão Miguel
Calmon, o Tenente José Joaquim e o Sargento Jorge Peseilio, onde conseguem
fugir. No dia 02 de agosto de 1935, nas regiões de Moxotó e/ou Mata Grande, a
tropa do Tenente Mané Neto desembarcou para confrontar os cangaceiros. Segundo
informações, a polícia acabou prendendo José Salles, sendo acusado de ter
ajudado na morte de José Gomes e também por ter roubado o fazendeiro Luiz de
Barros, de São José.
𝙁𝙊𝙉𝙏𝙀:
𝑫𝒊𝒂́𝒓𝒊𝒐
𝒅𝒂
𝑵𝒐𝒊𝒕𝒆-1935;
𝑪𝒂𝒓𝒊𝒓𝒊
𝑪𝒂𝒏𝒈𝒂𝒄̧𝒐.
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Foi um grande expoente no combate
ao banditismo rural. Em contrapartida, sob seu comando a polícia em ação
totalmente imprudente, executou o senhor José Ferreira, pai de Virgolino
Ferreira da Silva, o afamado Lampião.
Em busca de prender os filhos do
proprietário da casa que eram criminosos, a volante comandada por Zé Lucena,
falhou vergonhosamente, pois dessa ação morreram dois inocentes, o senhor
Fragoso proprietário do local e como supracitado acima, José Ferreira. Nenhum
dos criminosos foi morto ou preso nessa ação descabida.
Obs : Deixamos claro que Lampião
e seus irmãos já viviam no mundo do crime quando seu pai foi morto, porém esse
fato fez com que os irmãos Ferreira mergulhassem de vez no mundo hostil do
cangaço.
Foto : Diário da Manhã
Edição Arquivo Digital Helton
Araújo
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Arquivo do Helton Araújo
Era 06 de
Agosto de 1938, em mais uma matéria de jornal que circulava pelo Brasil e
mundo, é apresentado com mais detalhes os objetos que estavam em posse de
Virgolino Ferreira da Silva, o Lampião, em 28 de Julho de 1938, dia em que o
famigerado cangaceiro foi morto e decapitado na grota do Angico no estado do
Sergipe.
Assim foi
descrito : O chapéu de Lampião adornado de moedas e medalhas de ouro, ao lado
Parabellum do rei do cangaço e do seu enorme sinistro punhal, cujo cabo é, em
parte de marfim, com incrustações de ouro.
Fonte e Foto :
Jornal A Noite
Edição Arquivo
Digital Helton Araújo
Gostaram das
informações ?
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Por Helton Araújo
Mormaço foi fuzilado pela polícia
junto com o cangaceiro Bronzeado no dia 13 de Março de 1928, entre Mossoró e
Assú no sítio Lagoa Serrada.
Foto : Jornal Diário da Manhã
Edição Arquivo Digital Helton
Araújo
Conheciam o cangaceiro Mormaço ?
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Por José Mendes Pereira
Por José Mendes Pereira
Clerisvaldo B. Chagas, 2 de novembro de 2023
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 2.980
Um elevado de terra é chamado de montanha. Várias montanhas juntas formam as serras e, várias serras juntas formam uma cordilheira. Na verdade, o regionalismo popular distorce ou complementa essas afirmações geográficas. No Sertão nordestino um elevado não tão alto assim, é chamado de morro quando é arredondado ou afunilado; serrote quando tem a forma mais horizontal (serrote: pequena serra) e serra quando o elevado é muito alto, isolado, ou muito alto e contínuo horizontalmente. No sertão não se chama montanha; somente as três formações populares citadas. Os serrotes são costumes regionais tão corriqueiros que a atenção só aparece quando o visitante indaga, o que é serrote? O serrote, geralmente isolado e residual, isto é, resto de elevações conjugadas, desgastadas e extintas pelo tempo, tem muita serventia no Sertão.
O serrote é mais úmido, tem mais vegetação de porte, é refrigério para os bovinos, fonte de alimentação para caprinos, receptor e dispersor de ventos, refúgio de animais selvagens e pulmão verde dos arredores; além disso, os serrotes são pontos de referências assim como as lagoas regionais. Esses acidentes geográficos, recebem a denominação do povo, muito mais pelas suas primeiras famílias que ali fizeram moradias. Assim em Santana do Ipanema se destacam os seguintes serrotes: “Serrote”, “Serrotinho”, “Serrote dos Brás”, “Serrote dos Bois”, “Serrote dos França” e “Serrote dos Angicos”, na zona rural. Na zona urbana: “Serrote do Gonçalinho”, “Serrote do Cruzeiro”, “Serrote do Pelado” e a “Serra Aguda”.
E quando falamos na serra Aguda, hoje, quase no limiar do urbano/rural, é uma montanha isolada em forma de sela, localizada próxima à Reserva Ecológica Tocaia. É avistada de imediato pelos que entram em Santana do Ipanema, no sentido Maceió/Santana, a partir das ruas principais do Bairro Monumento. Fica muito perto do Hospital Regional da colina. É ali na parte mais alta da sela, onde será erguida a mais alta imagem religiosa do mundo, a de Senhora Santa Ana, cujos trabalhos de limpeza do terreno, já foram iniciados. A propósito, vista de longe através de aparelho, existe um desgaste entre as duas partes da sela, proveniente das enxurradas que descem de serra abaixo.
Amigas e amigos, abraços do tamanho dos serrotes da minha terra.
SERRA AGUDA (FOTO:B. CHAGAS)
Por Luís Bento
É uma honra
participar desse momento histórico, venha você também compartilhar dessa
história.
Mateus Brandão de Souza
Mulher de
notável beleza, traços delicados, contrastando com a realidade e a crueza do
mundo em que vivera...
Esteve por
entre as feras, ela que com grandeza de detalhes foi o assunto das
confabulações entre um cangaceiro e outro, tinha suavidade na voz, pés
pequenos, mãos macias...
Mesmo com a
política hostil, machista e injusta, teve em si a supremacia peculiar às
mulheres, a deidade consoante às belas.
Ela era Maria
Adelaide de Jesus, Maria Jovina ou ainda (Maria de Pancada, por ser a
companheira do cangaceiro que tinha esta alcunha.) Registro original feito pela
lente de Benjamin Abrahão...
https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste
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Por Helton Araújo
Hoje,
conversando com o amigo Hildegardo
Luna Ferraz Nogueira , tive o prazer de ter acesso a esse riquíssimo
material histórico. Na foto abaixo podemos ver o velório de Odilon Nogueira de
Souza, o afamado nazareno Odilon Flor.
Odilon Flor
sem dúvidas foi um dos maiores perseguidores de Lampião, tendo sofrido terríveis
perdas nos combates com o bando do famigerado cangaceiro ao longo dos anos, mas
em contrapartida foi um dos mais letais adversários de Virgolino, causando
significativos danos aos cangaceiros.
O bravo
nazareno, faleceu na cidade de Itabuna, no estado da Bahia, em 07 de novembro
de 1950, vitimado por um câncer de garganta aos 47 anos de idade.
E esse foi o
fim de um dos maiores expoentes da história do cangaço. ODILON FLOR !
Foto :
Cortesia : Hildegardo Luna Ferraz Nogueira
Agradecimentos
a toda família de Odilon Flor.
Edição Arquivo
Digital Helton Araújo
Obs : Essa
foto apesar de não ser tão divulgada, já foi postada por Geraldo, do canal
Cangaçologia.
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Por Helton Araújo
Livro
sensacional disponível para venda, chegou o primeiro lote para tiragem da segunda
edição, revisada e ampliada dessa incrível obra da temática CANGAÇO, o livro
" MANOEL NETO no rastro de LAMPIÃO.
Interessados
chamar no chat, a princípio o frete está grátis. Lembrando que o mesmo vai ser
autografado pelo escritor e pesquisador Leonardo Ferraz Gominho.
Adquira já o
seu !!!
https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste
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Por Jaozin Jaaozinn
Fotografia do Sr. Manoel Nunes de
Araújo, um senhor de idade que, quando jovem, se aventurou na famosa Guerra do
Paraguai (1864-1870), no ano de 1865. Na legenda, diz:
“𝘔𝘢𝘯𝘰𝘦𝘭
𝘕𝘶𝘯𝘦𝘴
𝘥𝘦
𝘈𝘳𝘢𝘶𝘫𝘰
𝘦́
𝘶𝘮
𝘷𝘦𝘭𝘩𝘰
𝘴𝘰𝘭𝘥𝘢𝘥𝘰
𝘤𝘰𝘮
𝘴𝘦𝘳𝘷𝘪𝘤̧𝘰𝘴
𝘳𝘦𝘭𝘦𝘷𝘢𝘯𝘵𝘦𝘴
𝘯𝘰
𝘤𝘰𝘮𝘣𝘢𝘵𝘦
𝘢𝘰
𝘣𝘢𝘯𝘥𝘪𝘵𝘪𝘴𝘮𝘰.
𝘊𝘰𝘯𝘵𝘢
84 𝘢𝘯𝘯𝘰𝘴
𝘥𝘦
𝘪𝘥𝘢𝘥𝘦
𝘦
𝘦́
𝘯𝘢𝘵𝘶𝘳𝘢𝘭
𝘥𝘦
𝘗𝘦𝘳𝘯𝘢𝘮𝘣𝘶𝘤𝘰,
𝘦𝘮𝘣𝘰𝘳𝘢
𝘩𝘰𝘫𝘦
𝘳𝘦𝘴𝘪𝘥𝘢
𝘦𝘮
𝘑𝘰𝘢𝘻𝘦𝘪𝘳𝘰
𝘥𝘰
𝘊𝘦𝘢𝘳𝘢́.
𝘌𝘴𝘵𝘦𝘷𝘦
𝘯𝘢
𝘨𝘶𝘦𝘳𝘳𝘢
𝘦𝘯𝘵𝘳𝘦
𝘰
𝘉𝘳𝘢𝘴𝘪𝘭
𝘦
𝘰
𝘗𝘢𝘳𝘢𝘨𝘶𝘢𝘺,
𝘲𝘶𝘢𝘯𝘥𝘰
𝘵𝘪𝘯𝘩𝘢
𝘢𝘱𝘦𝘯𝘢𝘴
17 𝘢𝘯𝘯𝘰𝘴,
𝘭𝘶𝘵𝘢𝘯𝘥𝘰
𝘦𝘮
𝘊𝘰𝘳𝘳𝘪𝘦𝘯𝘵𝘦𝘴,
𝘙𝘪𝘢𝘤𝘩𝘶𝘦𝘭𝘰
𝘦
𝘰𝘶𝘵𝘳𝘰𝘴
𝘱𝘰𝘯𝘵𝘰𝘴
𝘥𝘢
𝘤𝘢𝘮𝘱𝘢𝘯𝘩𝘢.
𝘊𝘰𝘯𝘲𝘶𝘪𝘴𝘵𝘰𝘶
𝘶𝘮𝘢
𝘮𝘦𝘥𝘢𝘭𝘩𝘢
𝘲𝘶𝘦,
𝘢𝘪𝘯𝘥𝘢
𝘢𝘨𝘰𝘳𝘢,
𝘦𝘹𝘩𝘪𝘣𝘦,
𝘤𝘰𝘮𝘰
𝘱𝘳𝘦𝘮𝘪𝘰
𝘥𝘰
𝘴𝘦𝘶
𝘩𝘦𝘳𝘰𝘪𝘴𝘮𝘰.
𝘋𝘦𝘱𝘰𝘪𝘴
𝘥𝘪𝘴𝘴𝘰
𝘧𝘰𝘪
𝘲𝘶𝘦
𝘴𝘦
𝘢𝘭𝘪𝘴𝘵𝘰𝘶
𝘯𝘢𝘴
𝘧𝘪𝘭𝘦𝘪𝘳𝘢𝘴
𝘥𝘢
𝘗𝘰𝘭𝘪́𝘤𝘪𝘢
𝘥𝘰
𝘴𝘦𝘶
𝘌𝘴𝘵𝘢𝘥𝘰,
𝘱𝘢𝘳𝘢
𝘱𝘦𝘳𝘴𝘦𝘨𝘶𝘪𝘳
𝘰𝘴
'𝘭𝘢𝘮𝘱𝘦𝘰̃𝘦𝘴',
𝘢𝘰
𝘵𝘦𝘮𝘱𝘰
𝘥𝘢
𝘮𝘰𝘯𝘢𝘳𝘤𝘩𝘪𝘢,
𝘲𝘶𝘦
𝘦𝘳𝘢𝘮
𝘔𝘢𝘯𝘦́
𝘊𝘩𝘪𝘤𝘰
𝘦
𝘘𝘶𝘪𝘯𝘤𝘢𝘴
𝘦
𝘢𝘨𝘪𝘢𝘮
𝘯𝘰
𝘴𝘦𝘳𝘵𝘢̃𝘰
𝘱𝘦𝘳𝘯𝘢𝘮𝘣𝘶𝘤𝘢𝘯𝘰.
𝘏𝘰𝘫𝘦,
𝘔𝘢𝘯𝘰𝘦𝘭
𝘕𝘶𝘯𝘦𝘴
𝘥𝘦
𝘈𝘳𝘢𝘶𝘫𝘰
𝘢𝘴𝘴𝘪𝘴𝘵𝘦,
𝘥𝘦
𝘭𝘰𝘯𝘨𝘦,
𝘢́
𝘭𝘶𝘵𝘢
𝘮𝘰𝘷𝘪𝘥𝘢
𝘤𝘰𝘯𝘵𝘳𝘢
𝘓𝘢𝘮𝘱𝘦𝘢̃𝘰,
𝘤𝘰𝘮
𝘶𝘮𝘢
𝘤𝘦𝘳𝘵𝘢
𝘴𝘢𝘶𝘥𝘢𝘥𝘦
𝘥𝘢𝘲𝘶𝘦𝘭𝘭𝘢
𝘦́𝘱𝘰𝘤𝘢
𝘦𝘮
𝘲𝘶𝘦
𝘦𝘭𝘭𝘦
𝘵𝘢𝘮𝘣𝘦𝘮
𝘱𝘰𝘥𝘪𝘢
𝘱𝘦𝘨𝘢𝘳
𝘯𝘰
'𝘱𝘢̃𝘰
𝘧𝘶𝘳𝘢𝘥𝘰'.”
*𝘙𝘦𝘴𝘱𝘦𝘪𝘵𝘢𝘯𝘥𝘰
𝘢
𝘦𝘴𝘤𝘳𝘪𝘵𝘢
𝘥𝘢
𝘦́𝘱𝘰𝘤𝘢.
𝙁𝙊𝙉𝙏𝙀:
𝘿𝙞𝙖́𝙧𝙞𝙤
𝙙𝙖
𝙉𝙤𝙞𝙩𝙚-1930.
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