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quinta-feira, 4 de setembro de 2025

IMAGEM LINDA.

 


A adquiri no blog do escritor e pesquisador do cangaço Clerisvaldo B. Chagas.

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UMA TENTATIVA DE SUICÍDIO ENGRAÇADA.

 Por José Mendes Pereira

A história que segue é uma das muitas que aconteceram em Mossoró, e que esta, jamais foi escrita. Os personagens da história eu não usarei os seus verdadeiros nomes, dando-lhes nomes criados.

Cristino Souto era um homem ainda novo, e residiu por muitos anos em frente à linha de trem, no Alto da Conceição. Possuía um barracão, como era chamado nos velhos tempos, sendo este, localizado entre a casa de uma irmã, a Cacilda, e do outro lado, morava o viúvo Fragoso, o seu honrado pai.

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Cristino só comprava mercadorias com datas marcadas para pagar, mas não vendia fiado nem ao seu próprio pai. Quem compra fiado e vende a dinheiro, com certeza, acumulará riquezas. E assim o Cristino tornou-se um dos maiores comerciantes de cereais do bairro.

Mas o Cristino a tempo que vinha notando que alguém estava lhe roubado. A única pessoa que lhe dava uma mãozinha era o Geraldo, filho da irmã, a Cacilda, um jovem de vinte e poucos anos. Desconfiado, resolveu acusá-lo pelos desaparecimentos de algumas mercadorias, inclusive maços de cigarros: “Eldorado”, “Continental”, etc.

https://www.levyleiloeiro.com.br/peca.asp?ID=526726

Antes, já havia participado ao pai, que o Geraldo estava carregando algumas de suas mercadorias. O pai que toda a vizinhança o tinha como honestíssimo, achava que o Cristino não deveria acusar o seu neto, para não enodoar a sua generosa família, aconselhando-o que o deixasse lá, e não participasse a ninguém que isto estava se passando em seu barracão, principalmente, tendo como acusado, o seu próprio sobrinho. Mas o Cristino não obedeceu ao pai, e dias depois, levou o assunto aos fofoqueiros e ao próprio Geraldo sobre a sua desonestidade.

Assim que falou sobre a sua desonestidade o Geraldo caiu em pranto, dizendo-lhe que jamais havia tirado algo do seu comércio. Mas Cristino manteve firme a acusação. Se não entrava outra pessoa em seu barracão, a não serem eles dois, e ele como dono, não iria roubar a si mesmo, então o Geraldo andava furtando as suas mercadorias.

Sabendo que toda vizinhança já era conhecedora desta acusação, Geraldo resolveu arquitetar um suicídio, na tentativa de pressionar o seu tio a voltar atrás, e com isso, ele, talvez, iria informar aos seus vizinhos e fregueses que, o que dissera contra ele, tinha sido uma simples brincadeira.

Em sua casa, Geraldo guardava uma porção de pesos, que antes era usada em uma balança "romana" pelo tio. Mas com o lançamento de balanças modernas, Cristino adquiriu uma Filizola, e resolveu aposentar a "romana", guardando-a juntamente com os pesos na casa do Geraldo.

Nesse dia, Geraldo esperou que a mãe saísse para o trabalho, e assim que ela se dirigiu à Fitema (fábrica de tecelagem onde a Cacilda trabalhava em Mossoró), ele deu início ao seu plano. Juntou de dez a doze pesos de cinco quilos, inquiriu uns aos outros com arame, formando um total de cinquenta ou sessenta quilos.

https://www.magarte.com.br/peca.asp?ID=6809891

Em sua casa, um brabo, ou um gato, como é conhecido pelos construtores (linha que sustenta a mão, a qual recebe a terça de uma casa), Geraldo, com todo esforço, através de um carretel, suspendeu o grupo de pesos, agasalhando-o sobre o gato, sendo que este estava amarrado por uma corda, e a outra ponta seria a que iria laçar o seu pescoço. Empurrado os pesos, claro que eles desceriam, e era nesse momento que Geraldo subiria com a corda laçada ao pescoço, e com cuidado, assim que o grupo de pesos descesse, ele seguraria no brabo, evitando um suicídio de verdade.

E pôs-se a organizar o suicídio. Mas no momento em que o suicida arrumava a corda, ele bateu no grupo de pesos, despencando de uma só vez. O pior, foi que o Geraldo estava sobre uma cadeira, sustentando com um dos pés o laço que seria colocado ao pescoço, e no momento da inesperada descida dos pesos, a corda laçou um dos pés, arremessando-o para cima, deixando-o de cabeça para baixo.

Como ele não havia calculado o tamanho da corda que seria necessário para a armadilha, com o impulso dos pesos, levou a sua perna de vez, montando-a sobre o gato, partindo o osso ao meio, deixando-a em forma de cabo de estilingue, repuxada pelo seu próprio peso, e do outro lado do gato, os pesos da balança. Sentindo terríveis dores, o suicida iniciou desesperados gritos, para que a turma dos piedosos fossem salvá-lo. Mas no momento, o único que se encontrava no barracão, era o difamador, e ouvindo a gritaria de alguém, que ele não sabia quem lá estava, com muito esforço, quebrou a porta da frente para socorrer o homem que gritava.

Assim que ele entrou e viu o Geraldo dependurado por uma das pernas, em vez de tentar logo resolver aquele problema, ficou zombando do miserável, dizendo-lhe que nunca tinha visto um sujeito que queria se suicidar, amarrando a corda na perna, em vez de colocá-la no pescoço. Geraldo gritava, pedindo-lhe que cortasse logo a corda, pois havia quebrado a sua perna.

Depois de tanto zombar do sobrinho, Cristino olhou para cima e viu as pontas de ossos da perna do Geraldo, e o sangue banhando todo o seu corpo. Vendo-os, aperreou-se, e arrastou pela faca que estava na cintura, e com uma mão, segurava a corda do lado do acidentado, e com a outra, cortava a corda. Mas como ele não teve força para segurar o peso do miserável, assim que a corda se rompeu, Geraldo desceu, batendo a cabeça ao chão, e o corpo despencou sobre a cabeça, deixando-o desacordado.

https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&id=444499 - Este hospital pertencia ao Dr. Duarte Filho.

Foi Geraldo conduzido ao Hospital de Caridade. Dias depois, Geraldo chegou em casa, faltando lhe uma das penas. O médico que o assistiu, foi o Dr. Duarte Filho, não teve como preservá-la, pois os nervos, carnes e veias ficaram expostas e irreparáveis.

Médico mossoroense e senador da República brasileira.

O mais interessante! Para reforçar a suspeita do Cristino, assim que o Geraldo foi demitido, os roubos no seu barracão deixaram de acontecer.

Mas meses depois, sem a presença de Geraldo no barracão, Cristino sentiu que continuava sendo roubado. Sem comentar a ninguém, procurou dois policiais, e os levou para permanecerem algumas noites no barracão, até que prendessem o larápio. Já faziam cinco dias que os policiais dormiam dentro do barracão, mas ninguém sabia que lá dentro dois policiais se escondiam.

Nessa noite, lá pela madrugada, sentiram que alguém estava destelhando a casa. Silenciosamente, os policiais esperaram pelo suposto larápio. E lentamente, o ladrão foi retirando as telhas, e em seguida veio descendo, começando pelas pernas, depois o corpo, e logo desceu, caindo cuidadosamente. Encheu um saco de mercadorias, amarrou a corda que já estava prontinha no caibro para este fim, pôs-se a subi-lo. Impaciente, os soldados partiram para cima, e logo o algemaram com as mãos para trás, deitando-o ao chão com as costas para cima. Confiante que haviam pegado o ladrão, um foi até a casa do Cristino e comunicou-lhe que o esperto já estava algemado.

Cristino, ansioso para ver a cara do esperto, foi às presas para conduzi-lo até a Delegacia de Furtos e Roubos. Quando o levaram para fora do barracão, diante das luzes das ruas, Cristino ficou passado de vergonha. O ladrão era o seu próprio pai, que morando parede com parede, vez por outra, roubava o filho entrando por cima do teto.

O filho ao ver o pai naquele erro familiar, exclamou:

- Que vergonha, papai! Que vergonha! Tenho ouvido falar que geralmente filho rouba pai, chegando até quebrá-lo, mas pai roubar filho, eu nunca ouvi falar.

Com o passar dos tempos, Geraldo inconformado com a injusta acusação do tio, responsabilizando-o pelos furtos que aconteceram no seu barracão, e também arrependido pelo que havia arquitetado, a tentativa de suicídio, perdendo uma das pernas, pouco se alimentava, e lentamente foi atrofiando, atrofiando, chegando a falecer em sua própria residência.

O Fragoso, pai do Cristino e avô do Geraldo, desconfiado no meio da vizinhança, resolveu desaparecer do bairro, e não levou muitos meses para ser encontrado morto, já nas terras da cidade de Areia Branca. Segundo autópsia, a causa da morte, fora suicídio.

O Cristino Souto ficou todo desnorteado com a decepção que passara pelo pai. Envergonhado, dedicou-se ao álcool. Vivia bêbado dentro do seu barracão. Não cumpria mais com os seus compromissos, e o barracão foi fracassando, fracassando, chegando fechar as suas portas.

Cristino Souto morreu de cirrose hepática, de tanto beber, causada pelo desgosto.

Minha Fantásticas Histórias

Se você não gostou da minha historinha não diga a ninguém, deixa-me pegar outro.

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SERVIDÃO COMUM - JOSÉ DI ROSA MARIA.

Por José Di Rosa Maria 

https://www.youtube.com/watch?v=tpDbSA1_krU&ab_channel=Jos%C3%A9DiRosaMaria

Descrição: Autor & Intérprete: José Di Rosa Maria
Arranjos & Acompanhamento: Bonedis Eduardo
Apoio: Evandro Cunha

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ANDRÉ DA MATA - UM SAMBISTA NORTE RIOGRANDENSE.

 Por José Mendes Pereira

https://www.youtube.com/watch?v=cRxVmBblL_k

Natalense, mas radicado em Mossoró.

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TALISMÃ (CLÁSSICOS SERTANEJOS) GENÊ DI PAULA CANTA " LEANDRO E LEONARDO".

 Por Genê Di Paual Oficial

https://www.youtube.com/watch?v=GLvBFzeIdCk&ab_channel=Gen%C3%AADiPaulaoficial

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HÁ 29 ANOS MOSSORÓ PERDIA DIX-HUIT ROSADO, O VELHO ALCAIDE.

  • Por César Santoas / JORNALL DE FATO 
  • Jerônimo Dix-huit Rosado Maia - O velho alcaide.

29 anos sem Jerônimo Dix-huit Rosado Maia, completados hoje. Faz falta, faz muita falta. Por sua obra, por sua luta, por sua dedicação, por seu amor por Mossoró. O 18º filho do velho Jerônimo Rosado partiu nesta data, em 1996, quando cumpria o décimo mês do último ano de sua terceira gestão à frente da Prefeitura de Mossoró, aos 84 anos.

Poderia ter vivido mais, merecia ter vivido mais, mas quis a vida que ele saísse dela em pleno exercício do mandato, no cargo de prefeito, a que ele se entregou de corpo e alma para fazer o melhor por sua terra. E fez. Não há exagero, guardadas ou não todas as proporções, em afirmar que Dix-huit Rosado foi o maior prefeito que esta cidade já teve.

Tive a oportunidade de dividir um pouquinho do seu tempo na reta final de sua vida. Conversas breves, mas suficientes para entender o amor que ele tanto falava ter por Mossoró. Certa vez, perguntei por que ele foi deputado estadual, deputado federal, senador da República, presidente do Inda, para só depois ser prefeito de sua terra, e ouvi dele que primeiro saiu no mundo, foi se preparar, ganhar conhecimento, experiência, para voltar pronto para servir a Mossoró.
Não havia nenhum exagero quando Dix-huit repetia a frase: “quem não faz um pouco mais por sua terra, não fará nada pela terra de ninguém”. Era assim que ele pensava, era assim que ele agia. E foi assim que a sua obra se espalhou por todos os cantos e recantos de Mossoró, sendo decisiva para o desenvolvimento e para o que a cidade é hoje.

Basta observar, como recorte de exemplo, a sua luta, quando exercia a presidência do Inda (Instituto Nacional de Desenvolvimento Agrário, em 1966), pela construção, instalação e federalização da Escola Superior de Agronomia de Mossoró (ESAM). Hoje, Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), não existiria não fosse o Velho Alcaide, como gostava de ser chamado.

De fato, Dix-huit saiu para voltar forte. Filiado à União Democrática Nacional (UDN), elegeu-se, no pleito de janeiro de 1947, deputado à Assembleia Constituinte do RN na legenda da coligação constituída pela UDN e o Partido Social Progressista (PSP). Em 1950, desligando-se da UDN, elegeu-se deputado federal pela legenda da Aliança Democrática, formada pelo Partido Social Democrático (PSD) e o Partido Republicano (PR). Ele participou da Conferência Internacional do Trabalho, realizada em Genebra, na Suíça. Foi reeleito em outubro de 1954, dessa vez na legenda do PSD.

Em 1958, elegeu-se senador pela coligação UDN/PR. Desligando-se da UDN, permaneceu certo tempo sem legenda, passando, em 1963, a integrar a representação do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) no Senado. Após o movimento político-militar de 31 de março de 1964, com a extinção dos partidos políticos pelo Ato Institucional nº 2 (27/10/1965) e a posterior instauração do bipartidarismo, filiou-se à Aliança Renovadora Nacional (Arena), partido de apoio ao regime militar. Em dezembro de 1966, deixou o Senado para assumir, em janeiro do ano seguinte, a presidência do Instituto Nacional de Desenvolvimento Agrário.

Em 1972, elegeu-se prefeito de Mossoró pela Arena. Foi eleito para o segundo mandato de prefeito em 1982. Ingressou no Partido Democrático Trabalhista (PDT) e em outubro de 1992 elegeu-se pela terceira vez prefeito de Mossoró. A sua obra político-administrativa estava consolidada.

A sua memória está eternizada no Teatro Municipal de Mossoró, mas, Dix-huit Rosado é merecedor de todos os aplausos, de todas as plateias, de todos os dias.

https://blogdodrlima.blogspot.com/

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"O IMPARCIAL" - BA, EM 22 DE MAIO DE 1935 LIBERDADE PARA ALECRIM E BANANEIRA.

Transcrito por: Urano Andrade

É o que menos se poderia acreditar, mas aconteceu. Quatro ex-cangaceiros que assolavam o sertão, espalhando o terror por toda parte foram soltos e enviados para Ilhéus e Itabuna, para trabalharem (honestamente, já se vê) nos campos do Sul...

Manoel Raymundo Correia, Sebastião Valentim dos Reis, Pedro Vieira da Silva (Alecrim), e Horácio Teixeira Junior (Bananeira)  chegaram já a Ilhéus. Os dois primeiros eram bandoleiros de um Virgilino, bandido de Ituassu, e os dois últimos do celebérrimo Virgolino Ferreira, o Lampião, condenado a morrer de velho...

Dois desses bandoleiros foram enviados a Itabuna, ficando os outros em Ilhéus sob a vigilância da polícia...

Ora, essa “bôa gente” estava aqui na Penitenciária há cerca de um anno, tendo agora essa liberdade “devido ao bol procedimento que tiveram naquele presidio, e atendendo a outras circinstancias que militam em seu favor...”

Quaes serão estas circunstancias favoráveis aos presos, e como teria sido essa rápida regeneração que durou só um anno, depois de ninguém sabe quantos crimes?

Pedro Vieira da Silva o "Alecrim"

Um criminoso comum pode, por um só crime, levar 30 annos na Penitenciaria; uns bandoleiros que foram o terror do sertão, de cujos crimes, ninguém sabe o numero certo se arrependem assim depressa, no espaço de um anno, e são postos em liberdade, embora vigiada!

Bandoleiros habituados a correr no matto denso trabalhando “vigiados” nas mattas do Sul!...

É curioso, mas parece também perigoso... E ninguém é capaz de atinar com a razão dessa concessão aos bandoleiros.

https://lampiaoaceso.blogspot.com/search/label/Alecrim

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quarta-feira, 3 de setembro de 2025

GENÊ DI PAULA BIJUTERIA.

 Por Genê Di Paula

https://www.youtube.com/watch?v=XxNE-Ker-3E&ab_channel=Gen%C3%AADiPaulaoficial

Cantor Genê Di Paula , Canta BIJUTERIA ( Cover) . #genecantoofc #genedipaulaoficial #genedipaula #pobresofredor #quintaceverja #bombeiroapaixonado #pensãotransitoria #músicanova #Lançamento #baladasertaneja #Sertanejouniversitário #Sertanejoraiz #Modãoraiz #Músicasertaneja2025 #asmelhoresdosertanejo2025 #Showssertanejos #Sertanejouniversitário #Spotify #Letrassertanejasromânticas #DVDaovivosertanejo #Festassertanejas #Lançamentossertanejos . ( Local da Gravação ) Show no Mossoró Cidade Junina Gravado no Polo Cidadela - 02 Data: 13 / 06 / 2024 Cidade: Mossoró -RN . ( Créditos ) Grande Sucesso: do Bruno & Marrone Música: BIJUTERIA Composição: Carlos Colla / Chico Roque. . ( Siga nossas Redes Socias ) Instagram:   / genecantor.ofc   Facebook:   / gene.sertanejo   Tik Tok: https://www.tiktok.com/@genedipaula?l...

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terça-feira, 2 de setembro de 2025

GENÊ DI PAULA - PENSÃO TRANSITÓRIA - Lançamento Inédito 2024

 Por Genê Di Paula Oficial

https://www.youtube.com/watch?v=WylfYCk2u7k&ab_channel=Gen%C3%AADiPaulaoficial

Genê Di Paula / PENSÃO TRANSITÓRIA - Lançamento 2024 Pensão Transitória é uma Música Inédita que tive a satisfação de grava esse ano, e que em breve vai esta em todas as Plataformas Digitais! Música dos Compositores: Robson Estivam / Gilly Gomes / Bruno de Castro / Abby Rocha . . ( Local da Gravação ) Show no Mossoró Cidade Junina Gravado no Polo Cidadela - 02 Data: 13 / 06 / 2024 Cidade: Mossoró -RN Ficha Técnica Produtor Artístico: Robson Estivam Produção de Palco: Odílio Moura Técnico de Áudio: Ronaldo Sales . Músicos Direção Musical/Guitarra/Violões: Pekão Teclados/sample/Mixagem: Adeirton Amorim. Baixo: Tobias. Bateria: Eri Bateira . ( Créditos ) Grande Sucesso: Genê Di Paula Música: PENSÃO TRANSITÓRIA Composição: Robson Estivam / Gilly Gomes / Bruno de Castro / Abby Rocha . ( Siga nossas Redes Socias ) Instagram:   / genecantor.ofc   Facebook:   / gene.sertanejo   Tik Tok: https://www.tiktok.com/@genedipaula?l... You Tube :    / @genedipaulaoficial   .

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O RAPOSA DAS CAATINGAS CONTINUA FAZENDO SUCESSO.

Por José Mendes Pereira

Depois de onze anos de pesquisas e mais de trinta viagens por sete Estados do Nordeste, entrego afinal aos meus amigos e estudiosos do fenômeno do cangaço o resultado desta árdua porém prazerosa tarefa: Lampião – a Raposa das Caatingas.

Lamento que meu dileto amigo Alcino Costa não se encontre mais entre nós para ver e avaliar este livro, ele que foi meu maior incentivador, meu companheiro de inesquecíveis e aventurosas andanças pelas caatingas de Poço Redondo e Canindé.

O autor José Bezerra Lima Irmão

Este livro – 740 páginas – tem como fio condutor a vida do cangaceiro Lampião, o maior guerrilheiro das Américas.

Analisa as causas históricas, políticas, sociais e econômicas do cangaceirismo no Nordeste brasileiro, numa época em que cangaceiro era a profissão da moda.

Os fatos são narrados na sequência natural do tempo, muitas vezes dia a dia, semana a semana, mês a mês.

Destaca os principais precursores de Lampião.
Conta a infância e juventude de um típico garoto do sertão chamado Virgulino, filho de almocreve, que as circunstâncias do tempo e do meio empurraram para o cangaço.

Lampião iniciou sua vida de cangaceiro por motivos de vingança, mas com o tempo se tornou um cangaceiro profissional – raposa matreira que durante quase vinte anos, por méritos próprios ou por incompetência dos governos, percorreu as veredas poeirentas das caatingas do Nordeste, ludibriando caçadores de sete Estados.
O autor aceita e agradece suas críticas, correções, comentários e sugestões:

(71)9240-6736 - 9938-7760 - 8603-6799 

Pedidos via internet:
Mastrângelo (Mazinho), baseado em Aracaju:

Tel.:  (79)9878-5445 - (79)8814-8345

Clique no link abaixo para você acompanhar tantas outras informações sobre o livro.
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ou ainda pode adquirir com o professor Pereira através deste endereço eletrônico:

franpelima@bol.com

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segunda-feira, 1 de setembro de 2025

OS RESTOS MORTAIS DA BEATA MARIA DE ARAUJO..!

Por: Colô Do Arneiroz

Aos 22 de outubro de 1930, o monsenhor José Alves de Lima promove a violação do sepulcro da Beata Maria de Araújo, logo Pe. Cícero é informado, ao chegar na capela com Geraldo da Cruz e um fotógrafo para documentar a violação. 

O reverendo já o encontra aberto recebendo a informação que nada havia no túmulo, restando apenas tecidos, pedaços de caixão e uma parte de crânio com cabelos. Os demais restos mortais está ignoto até os dias atuais. Há especulação que Ela esteja sepultada numa capelinha da zona rural de Aurora.

Página do Voltaseca Volta no grupo Lampião, Cangaço e nordeste

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N0VA ENTREVISTA.

 Clerisvaldo B. Chagas, 1 de setembro de 2025

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3.282

Foi na última sexta-feira que concedi mais uma entrevista a um grupo de alunos sobre matéria geográfica do riacho Camoxinga, o mais famoso do município por cortar à cidade e pelas suas temidas cheias   em ocasiões que represa com o rio Ipanema, seu coletor. Falamos sobre a importância da pesquisa para a juventude, a falta de pesquisadores e o acomodamento dos professores. E como a turma era do Cepinha – Escola Estadual Prof. Aloísio Ernande Brandão, onde encerrei minha carreira profissional, aproveitei para ministrar uma aula completa sobre o Cepinha que os próprios alunos não conheciam e não sabiam sequer sua data de aniversário. Além disso, falamos sobre a região onde assenta o Colégio e os efeitos do riacho Camoxinga que somente minhas pesquisas poderiam revelar.

Falamos sobre nascentes, leito, foz, pontes, serventias, poluição que deveriam ter sido repassadas por professores de Geografia acomodados. Entretanto, acho que a parte central da minha entrevista, deve ter sido o estímulo á pesquisa, ao conhecimento do lugar onde se vive, onde se estuda, o município inteiro e seus acidentes geográficos, sua história. Sei não, muitas vezes nos sentimos sozinhos nessa luta de estímulo à juventude, pois não encontramos nenhum Cirineu para ajudar com a cruz do conhecimento.

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Estaremos em reunião, segunda-feira, para aperfeiçoarmos a programação de lançamento do livro:  PADRE CÍCERO – 100 MILAGES NORDESTINOS (INÉDITOS), que será lançado no dia 20 de novembro, na igrejinha que era do padre Cícero, do Lajeiro Grande no Bairro de nome igual e que se formou graças a um dos seus milhões de milagres. A reunião será composta de dois vereadores, uma romeira, Diretora e Coordenador da Cultura em nossa cidade, e mais esse autor, na Casa da Cultura. A propósito, serão distribuídos os 100 livros, gratuitamente, aos depoentes dos milagres alcançados, ou a seus familiares. Não haverá venda de livros, pois a edição já se encontra esgotada, mas nada impede que qualquer outro devoto ou não, compareça ao nosso encontro.

Será feita uma lista de pedidos para um segundo lançamento e venda comprometida. Haverá fogos, discursos, zabumba, filmagem missa e entrega de certificado à Ministra dos Romeiros. Encomende seu livro através do Zap do autor: 57 88 9.99254534.

IGREJINHA DO PADRE CÍCERO, NO LAJEIRO GRANDE, ONDE SERÁ LANÇADO O LIVRO. (IMAGEM: B. CHAGAS).

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