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terça-feira, 25 de agosto de 2015

A Festa do Cariri Cangaço Piranhas 2015

 Por Rostand Medeiros

Até recentemente talvez muitos não imaginassem que um tema como o fenômeno de banditismo do Cangaço, sempre tão controverso, tão espinhoso, que produz tantas discussões apaixonadas, que mexe com tantas emoções (muitas delas terrivelmente dolorosas), conseguisse reunir pessoas em um evento onde ocorressem interessantes debates e instrutivas visitas aos locais onde aconteceram os fatos.

Mas este evento existe, já acontece há seis anos e é um grande sucesso. Estou comentando sobre o Cariri Cangaço, que recentemente encerrou mais uma edição em Piranhas, Alagoas. E eu estive lá!


Noite de Abertura do Cariri Cangaço Piranhas 2015. Aqui apoiando a homenagem criada pelo amigo Ivanildo Silveira (vestido a caráter) na entrega de Placas de Honra ao Mérito pelos relevantes serviços prestados a cultura nordestina a várias personalidades do universo da pesquisa e estudo do cangaço. Receberam a honraria: Manoel Severo (na foto, de paletó), curador do Cariri Cangaço; os pesquisadores; de Barro (CE), Sousa Neto; de Paulo Afonso (BA), Luiz Ruben; de Cajazeiras (PB), Professor Francisco Pereira e de Nazaré do Pico (PE), Netinho Flor.

O Cariri Cangaço teve sua primeira edição realizada em 2009, no Ceará, sendo uma ação do Instituto Cariri do Brasil. A frente desta luta pela nossa história está Manoel Severo, que com sua força, energia e seus sonhos, consegue com sucesso realizar este evento em várias cidades nordestinas.

Mesmo sendo o Cangaço um fenômeno que existiu exclusivamente no Nordeste do país, durante os dias 25 e 28 de julho eu tive a grata oportunidade de me reunir com pessoas vindas de 16 estados do Brasil. Eram pesquisadores, escritores, professores, estudantes universitários, artistas, documentaristas, cineastas e curiosos.

Junto com os amigos Ivanildo Silveira (RN) e Kiko Monteiro (SE)

Durante os quatro dias do evento aconteceram palestras com os temas “Piranhas e suas histórias”, “Um Estudo Multidisciplinar sobre o Cangaceirismo”, “Uma Viagem Fotográfica pelo Cangaço”, “A Vingança de Corisco no Palco dos Inocentes”, “Arqueologia do Cangaço”, entre outros.
A maioria das palestras ocorreu em Piranhas, principalmente no moderno Centro Cultural Miguel Arcanjo. No local também ocorreram apresentações do Grupo Musical Armorial e do Teatro do Cordel da Rabeca, este último com o espetáculo “O Amor de Filipe e Maria e a Peleja de Zerramo e Lampião”.

Com Sousa Neto (CE) e Kiko Monteiro (SE)

Em relação à bela cidade alagoana de Piranhas, conhecida como “Lapinha do Sertão”, é indiscutível que ela recebeu a todos de braços abertos e com extrema atenção. Uma parte da organização esteve sob a competente batuta do empresário Celso Rodrigues e de Patrícia Brasil, sua distinta esposa e secretária de cultura e turismo do município de Piranhas. Além deles inúmeras pessoas da região trabalharam arduamente para que os debates e as apresentações sobre a história dos cangaceiros e de suas vítimas fossem democratizados de maneira ímpar.

Com o Dr. Lamartine (BA) e sua esposa

Já sobre as visitas é inegável que todas foram extremamente interessantes. Mas, pessoalmente, adorei a visita realizada no local do Combate de Maranduba. E a razão foi está ao lado do Dr. Lamartine de Andrade Lima.

Aí vou ter que fazer uma paradinha para comentar que este tranquilo alagoano de nascimento, que mora em Salvador a muitos anos, possui entre seus títulos e realizações o fato de ser um orgulhoso Oficial Superior Médico da Marinha do Brasil, ter realizado o Curso Superior da Escola de Guerra Naval, ser detentor da Medalha do Mérito Almirante Tamandaré, da Medalha Militar de Prata, da Medalha de Ouro do Memorial da Medicina Brasileira, ser Professor Honorário da Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia, Professor-Assistente de Medicina Legal da Escola Baiana de Medicina e Saúde Pública, Assistente Voluntário de Medicina Legal da Universidade Federal da Bahia, Perito Médico-Legal do Instituto “Nina Rodrigues”, além de ser um dos mais respeitados estudiosos do cangaço no Brasil. Ligado intelectualmente ao mestre Estácio Luiz Valente de Lima – criador do Museu do Cangaço e cientista que escreveu o “Mundo estranho dos Cangaceiros” – livro clássico sobre o tema, o Dr. Lamartine também realizou criteriosos estudos sobre o assunto, baseados em persistente pesquisa e na convivência que teve com inúmeros cangaceiros, presos em Salvador, e acompanhados pelo Dr. Estácio.

Dr. Lamartine reconhecendo as velhas munições

Apesar de todo o seu vasto currículo e de toda sua sabedoria, pessoalmente a mais importante situação que percebo no contato com o Dr. Lamartine é a sua extrema simplicidade e sua inegável vontade de dividir o conhecimento.

Após a realização da visita ao local onde existe uma cruz que marca o ponto principal do Combate de Maranduba, eu e o amigo Kiko Monteiro seguimos para a Capela de Santa Luzia, padroeira da comunidade, com a intenção de esperar o amigo Ivanildo Silveira e seguirmos viagem. Mas ali encontramos o Dr. Lamartine em animada palestra com dois agricultores da região. Debatiam sobre um local denominado “Fogo dos Homens”, onde presumivelmente ocorreu um desdobramento do Combate de Maranduba.


O tempo estava chuvoso, do jeito que os agricultores nordestinos gostam, mas isso não impediu que o Dr. Lamartine convidasse os agricultores, o amigo Kiko e eu, para visitarmos o dito local que ficava a cerca de dois quilômetros de distância. Seguimos no seu carro e logo desabou o maior toró, mas mesmo assim o Mestre nem se importou. Esperamos um tempo a chuva aplacar, enquanto o Dr. Lamartine dava uma verdadeira aula sobre os caminhos naturais das chuvas no sertão, analisando empiricamente a direção das gotas, a velocidade do vento e outras condicionantes.  


Pouco tempo depois a chuva diminuiu e podemos chegar ao local do “Fogo dos Homens”. E aí eu tive a grata oportunidade de ter uma aula com alguém que sabe ensinar e sabe o que está falando!

O Dr. Lamartine seguiu pelo campo protegido por uma sombrinha e escutava com paciência e interesse os relatos dos agricultores. Eles informaram que ao longo dos anos, quando aravam a terra neste local, sempre encontravam cápsulas deflagradas. Ele questionou os locais onde mais eles encontravam estes restos de munições de fuzis, os pontos onde existiram árvores mais antigas e resistentes que serviram para a defesa dos cangaceiros, ou policiais. Seguia visitando os marcos indicados por aqueles homens simples, sempre ouvindo mais que perguntando.

Junto ao Mestre Lamartine e seus informantes. Uma grande aula!

Ao final, na parte mais elevada do local, a partir das informações recebidas daqueles simples nordestinos, o Dr. Lamartine fez uma memorização muito acurada do que foi publicado sobre o Combate de Maranduba, realizou sucinta análise do uso militar do terreno em que nos encontrávamos, dos pontos existentes para uma defesa satisfatória, dos possíveis pontos de disparos, dos locais favoráveis a emboscadas, rotas de fuga e etc.

Foto Kiko Monteiro

Em mais de uma hora naquele local eu tive uma intensa e profunda aula sobre táticas de combate e a arte da guerra como jamais tive em toda minha vida.
Aprendendo mais com dois Mestres, Antônio Amaury Corrêa de Araújo e o Dr. Lamartine 

Como diz meu amigo Sousa Neto, “Uma coisa é ler sobre um combate, a outra é está no local onde tudo ocorreu e assim conseguir um melhor entendimento dos fatos”. E eu complemento – E muito melhor é estar em um local desses ao lado de um Mestre como o Dr. Lamartine de Andrade Lima.


Voltando a Semana Cariri Cangaço 2015. Este evento também contou com a participação do estado de Sergipe, através da inauguração do Memorial Alcino Alves Costa, no município de Poço Redondo. O sergipano Alcino Costa (já falecido) foi um escritor, pesquisador e memorialista que conviveu com inúmeros cangaceiros e vítimas deste fenômeno, a quem tive o privilégio e a honra de conhecer em 2010.


Não podemos olvidar que este encontro foi realizado em parceria com a SBEC – Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço, do Grupo de Estudos do Cangaço do Ceará e o Grupo Paraibano de Estudos do Cangaço.

Com o amigo Raul Meneleu Mascarenhas (SE)

Paralelo a Semana Cariri Cangaço 2015 ocorreu mais uma edição da Missa do Cangaço, na Grota do Angico, local da morte de Lampião e Maria Bonita em 1938. A Grota do Angico fica localizada na divisa dos municípios de Poço Redondo e Canindé do São Francisco, já a missa tem o objetivo de homenagear o aniversário de morte de Lampião, Maria Bonita e nove outros membros do seu bando, bem como também de preservar e manter viva a história do Cangaço. 

Junto com Vera Ferreira (SE), neta de Lampião e Maria Bonita

Este evento foi promovido pela jornalista Vera Ferreira, neta deste famoso casal de cangaceiros. Pessoalmente foi um momento muito positivo me reencontrar com Vera Ferreira, a quem não via já fazia um bom tempo e a quem tanto eu admiro!

Como está descrito no blog do Cariri Cangaço ( http://cariricangaco.blogspot.com.br/ ) – “A cada edição o número de expectadores e convidados especiais só aumenta, em cada sede, em cada cidade, mais do que um evento, mais que uma reunião de escritores e pesquisadores, mais que um responsável conjunto de palestras, painéis debate histórico, mais do qualquer coisa, traduzimos nosso Cariri Cangaço como um espetacular encontro de amigos”.

Rostand Medeiros 

Publicado no http://tokdehistoria.com.br do historiógrafo e pesquisador do cangaço Rostand Medeiros

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LAMPIÃO - SUA MORTE PASSADA A LIMPO


RESTAM APENAS "SEIS" UNIDADES DO LIVRO "LAMPIÃO - SUA MORTE PASSADA A LIMPO" DE AUTORIA DOS ESCRITORES CARLOS MEGALE E JOSÉ SABINO BASSETTI.

Para adquirir entrem em contato diretamente com o escritor José Sabino Bassetti através do e-mail sabinobassetti@hotmail.com pelo valor de R$ 45,00 com frete incluso e entrega em todo o território nacional.

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ESTE FINANCIOU O CANGAÇO EM SERGIPE... CONHEÇA SUA HISTÓRIA!


Quer uma leitura agradável? Adquira já esta obra que não pode faltar na sua coleção! Promoção de aniversário de Itabaiana como Cidade: R$ 20,00! Promoção até dia 28!



Fonte: facebook
Página: Robério Santos

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LAMPIÃO E SEUS COMANDADOS


"Se, para muitos, Lampião foi um bandido sanguinário, para muitos outros foi um herói e continua a ser uma fascinante e lendária figura.” É desta forma que o rei do cangaço é descrito em reportagem publicada na revista O Cruzeiro, em 6 de junho de 1959, intitulada Justiça para Lampião. O fascínio que despertam a história do cangaço e a imagem das cabeças decepadas dos cangaceiros expostas segue intacto 75 anos após a morte de Lampião e Maria Bonita, em 28 de julho de 1938.

Este é o cangaceiro Zumbi
Este é o cangaceiro Sofreu
Este é o cangaceiro Santa Cruz
Este é o cangaceiro Quina Quina
Este é o cangaceiro Penedinho
Esta é a cangaceira Moça
Este é o cangaceiro Marreca
Este é Livino segundo a fonte e quem poderia recuperar esta foto?
Este é o cangaceiro Gitirana um dos amores de Cristina
Antonio Rosa

Fonte: facebook

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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

FOTOS ENCONTRADAS NOS BORNAIS DE LAMPIÃO, APÓS A SUA MORTE NA GROTA DO ANGICO.


FOTOS ENCONTRADAS NOS BORNAIS DE LAMPIÃO, APÓS A SUA MORTE NA GROTA DO ANGICO.

Vê-se na película, dentre outras, uma FOTO de 03 pessoas, junto a um caminhão... e, um bilhete... 

Quem seria esse dono do caminhão de alcunha J. F...?

Quem seria, também, essa criança e, o policial, que estão ao lado? 

Mais alguns mistérios para os C.S.I do cangaço...

Fonte: A NOITE...06--08--1938

Obs: As fotos originais dessa matéria estão no Inst. Hist. e Geográfico de Al...


Fonte: facebook
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PARA NÃO PERDER O COSTUME... VAMOS PUBLICAR UMA FOTOGRAFIA INÉDITA.


SILA - ILDA RIBEIRO DE SOUZA COMPANHEIRA DO CANGACEIRO ZÉ SERENO.

Fotografia registrada provavelmente na década de 1990 na cidade de São Paulo/SP, onde a ex cangaceira residia antes de falecer.

A imagem de uma brava mulher que superou todos os obstáculos de sua vida... uma pessoa que sofreu, lutou e sobreviveu em um "terreno" onde poucos tiveram esse privilégio. Uma sobrevivente de Angico que foi uma importante fonte de informações sobre a história do cangaço e dos momentos finais da vida do maior de todos os cangaceiros.

A HISTÓRIA NÃO PODE SER ESQUECIDA... JAMAIS!

Meus agradecimentos especiais à minha amiga Gilaene "Gila por me conceder essa e outras preciosidades, para que eu possa levar essas imagens ao conhecimento de todos (as).

Fonte: facebook
Página: Geraldo Antônio de Souza Júnior (Administrador)

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LAMPIÃO A RAPOSA DAS CAATINHAS


A 2ª edição continua sendo vendida através dos endereços abaixo:

josebezerra@terra.com.br
(71)9240-6736 - 9938-7760 - 8603-6799 
Pedidos via internet:
Mastrângelo (Mazinho), baseado em Aracaju:
Tel.:  (79)9878-5445 - (79)8814-8345
E-mail:   lampiaoaraposadascaatingas@gmail.com 

Clique no link abaixo para você acompanhar tantas outras informações sobre o livro.

http://araposadascaatingas.blogspot.com.br

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O VENENO...! LAMPIÃO E OS OFICIAIS ALEMÃES NA 2ª GUERRA...!


A exemplo dos oficiais alemãs, que possuíam uma cápsulas do VENENO CIANURETO, para tomar (suicídio), em caso de serem pegos com vida, LAMPIÃO, também, a exemplo desses, possuía um vidrinho, com um potente veneno para tomar, caso fosse apanhado, vivo... 


Examinado no Rio de Janeiro o tal veneno pelo cientista Epitácio Timbaúba, ficou constatado em cobaias, a sua letalidade, embora não se tenha detectado, o nome desse ..

Fonte: A Noite...06-08-1938

2ª fonte: facebook

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PEDRO BENGO ERA BARQUEIRO NOS ANOS 30


O homem da foto acima é o barqueiro Pedro Bengo que em julho de 1938, transportou os soldados das volantes do tenente João Bezerra da Silva, Aniceto e Ferreira de Melo para o coito de Lampião em Angico, nas terras de Poço Redondo, Estado de Sergipe, local onde houve o combate e a morte de Lampião e mais 10 dos seus comandados.

Foi dele a ideia de juntar e amarrar as canoas, para que, assim, coubessem todos os soldados e não se separassem.

www.youtube.com/watch?v=8URaA8ypQAQ - O Último Dia De Lampião 1975 - Rede Globo

Adendo - Sálvio Siqueira

Pedro Bengo, que na verdade era Pedro Leandro dos Santos, era o pai de Francisco José Leandro da Silva, mais conhecido como Zé Bengo. Possuía, Pedro Bengo, as 'chatas', canoas a vela, Mariana, Baliza, Sergipana e Rusticana. Essas canoas foram escolhidas pelo sargento Aniceto, o qual fecha o negócio 'dos carneiros' com Pedro Bengo, pai de Zé Bengo. Segundo a reportagem, Zé Bengo, apesar de muito novo, foi um dos canoeiros, que na verdade foram vários. Além de Pedro e Zé Bengo foram chamados para pilotagem os Senhores Cícero Martins, João Bengo, tio de Zé Bengo, Pixôxa, Gaspar e Bem-te-vi.

Fonte: facebook
Página: Voltaseca Volta

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MARCENA RASPA O TACHO EM CARPINA


Depois do sucesso em Recife, Adriano Marcena começa a fase de lançamentos do seu novo livro Raspando o Tacho – Comida e Cangaço. O primeiro município a receber o escritor será Carpina, na mata norte de Pernambuco.


Em Raspando o Tacho – Comida e Cangaço, o historiador mergulha no universo nômade do cangaço para discutir as principais características da ‘munição de boca’ usada pelos cangaceiros. O nomadismo cangaceiro se dava dentro de uma sociedade sedentária (sertão nordestino) em meio à complexa rede de interesses socioeconômicos que envolviam os atores sociais. Como os cangaceiros se relacionavam com a comida e a bebida em suas andanças?

Raspando o Tacho – Comida e Cangaço tem incentivo do Funcultura, Fundarpe, Secretaria de Cultura e Governo de Pernambuco.

O lançamento acontecerá no evento de apresentação da COMISSÃO ARTICULADORA DO SISTEMA MUNICIPAL DE CULTURA, na Escola Técnica de Carpina, domingo, 30 de agosto, às 14h.
  
Texto enviado pela assessoria de impressa do projeto.

Enviado pelo autor Adriano Marcena

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“O FIM DE VIRGULINO LAMPIÃO” O que disseram os JORNAIS SERGIPANOS

Autor Antonio Corrêa Sobrinho

O livro “O FIM DE VIRGULINO LAMPIÃO” O que disseram os JORNAIS SERGIPANOS custa:
30,00 reais, com frete incluso.
Como adquiri-lo:
Antonio Corrêa Sobrinho
Agência: 4775-9
Conta corrente do Banco do Brasil:
N°. 13.780-4

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http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

Biografia dos cangaceiros: Sabino das Aboboras


Sabino Gomes de Gois nascido na fazendo Aboboras, em Serra Talhada-PE. Era filho bastardo do coronel Marcolino Diniz, de São Jose de Princesa-Pe. Foi cabra de confiança do meio-irmão Marçal Diniz.

entrou para o cangaço no bando de Lampião em 1923 sendo ele um de seus fiéis aliados e seu subtenente. Foi baleado em março de 1928, pelo nazareno Hercílio Nogueira, na Fazenda Piçarra, em Jati-CE. Dias depois, Sabino foi morto a pedido de um dos seus companheiros.

Fonte: facebook


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... MAIS UMA VERSÃO DO DIA "D"

Por Sálvio Siqueira

Como em outras versões, que vimos e tanto debatemos, essa é mais uma que vem adicionar-se ao fatídico dia 28 de julho de 1938.

No dia 05 de janeiro de 1997, os repórteres do Jornal do Commercio, da cidade de Recife, capital do estado de Pernambuco, Vladimir Calheiros e Roberto Gonçalves, fazem uma entrevista com o Sr. Francisco José Leandro da Silva, mais conhecido como Zé Bengo. A mesma é lançada pelo citado jornal em um dia de Domingo, 19 de janeiro de 1997. Reportagem inédita para muitos daqueles que vaquejam os 'rastos' das veredas da história do Fenômeno Cangaço.

Mais uma vez devemos filtrar as informações cedidas pelo canoeiro, como já filtramos de volantes, cangaceiros e coiteiros.


A reportagem trás o título "Bengo diz como volante matou Lampião", ei-la:










Material cedido gentilmente pelo nosso amigo Geraldo Júlio ( Geraldinho de Geraldo do Campo)

OFÍCIO DAS ESPINGARDAS MEMORIAL CANGAÇO

http://oficiodasespingardas.blogspot.com.br/

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A VOLTA DO REI DO CANGAÇO


O livro custa 45,00 Reais, e basta clicar no link abaixo e pedir o seu.

http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-638907377-a-volta-do-rei-do-cangaco-_JM

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