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segunda-feira, 28 de novembro de 2016

EU SONHEI COM POMBAL

Por Zé Ronaldo

SE OUTRA VEZ EU NASCESSE
NO LEITO DE UM HOSPITAL
E MINHA MÃE OFERECESSE
O SEU PEITO MATERNAL
E EU ME ABORRECESSE
DA PAPINHA E DO MINGAU.

PEDIA PARA ELA ME DAR
DAS ÁGUAS DO RIO PIRANHAS
DA TERRA DE MARINGÁ
DAQUELA QUE AGENTE BANHA
TENDO MANGA PRA CHUPAR
POIS QUEM MORA AQUI GANHA
MUITA HISTÓRIA PRA CONTAR.

QUERIA EM POMBAL DE NOVO
SER MOLEQUE DOS PEREIROS
ME MISTURAR COM O POVO
PACATO LINDO E ORDEIRO
NAS TRAQUINAGENS TER GOZO
LER A LUZ DE UM CANDIEIRO.

MESMO SENDO UM POTIGUAR
LÁ DO RIO GRANDE DO NORTE
VIM NOS BRAÇOS AINDA MORAR
VIVER E LANÇAR A MINHA SORTE
NA TERRA DE MARINGÁ
QUE ME FEZ UM HOMEM FORTE.

A MINHA MÃE EU PEDIRIA
NUM CHORINHO DE CRIANÇA
QUE ATENDESSE A MINHA ALEGRIA
DESSE A MIM A ESPERANÇA
EM POMBAL EU CRESCERIA
COM AMOR E SEGURANÇA.

LEVANTEI PELA AMANHÃ
DESTE SONHO EU DESPERTEI
E OLHANDO PELA JANELA
ABRI OS BRAÇOS E SOLTEI
" POMBAL MINHA CIDADE BELA
COM VOCÊ ME SINTO UM REI."

Pombal - Paraíba
Pombal - Paraíba
Pombal - Paraíba

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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INTELECTUAIS BAIANOS APROFUNDAM SIGNIFICADO HISTÓRICO DE LAMPIÃO E O CANGAÇO

*Por Jadson Oliveira

De Salvador-Bahia – Como entender hoje, numa realidade social marcada pelo capitalismo neoliberal e globalizado – em crise -, o fenômeno do cangaço que dominou vastas áreas do ainda feudal Nordeste brasileiro de quase 100 anos atrás?

Esta questão deve estar rondando a cabeça de intelectuais baianos que vão discutir na manhã do próximo sábado, dia 26, em Salvador, o significado da ação dos cangaceiros, em particular do grupo mais famoso chefiado pelo temido “capitão” Virgulino Ferreira, o Lampião, conhecido como o Rei do Cangaço e considerado por uns como um reles bandido e por outros como o maior guerrilheiro das Américas.

O debate – no auditório 2 (Mastaba) da Faculdade de Arquitetura da UFBa (bairro da Federação), das 8:30 às 13:30 horas – será feito a partir do livro LAMPIÃO, A RAPOSA DAS CAATINGAS, cujo autor, o sergipano residente na capital baiana José Bezerra Lima Irmão, fará a exposição inicial. 

Trata-se dum “alentado livro que deveria ser do conhecimento do público em geral, pelo que traz, nas suas 740 páginas de pesquisa séria, metódica e permeada de ilações de um seguro teor teórico e senso crítico, a par de um estilo literário simples, escorreito e sem as afetações dos escritos acadêmicos, que muito  proveito decerto traria para leitores de todas as idades, etnias e credos políticos e religiosos”.

Tal avaliação é do professor Edmilson Carvalho, que compõe, junto com Jorge Oliver, a Comissão de Organização do evento. Ele diz ainda que o encontro do sábado é uma grande oportunidade “para um velho sonho, sonhado por quantos se dedicam à pesquisa historiográfica do tema do cangaço, por uma ótica renovada, a saber, inserida num contexto de uma sociedade em crise, na qual os mais diversos segmentos da sociedade jogam suas propostas sobre a mesa para o debate”.

Devem participar da discussão reconhecidos representantes da intelectualidade baiana, alguns deles com vasta bagagem em pesquisas e obras relacionadas com o assunto – e correlatas como é o caso da Guerra de Canudos. Dentre eles, Valdélio Silva, Sérgio Guerra, Oleone Coelho Fontes e José Guilherme da Cunha.

Ao apresentar seu livro no blog araposadascaatingas.blogspot.com.br, o autor diz, em texto datado de abril de 2014, que ele é fruto de 11 anos de pesquisas e mais de 30 viagens por sete Estados do Nordeste. Explica que “analisa as causas históricas, políticas, sociais e econômicas do cangaceirismo no Nordeste brasileiro, numa época em que cangaceiro era a profissão da moda”.

E arremata: “Lampião iniciou sua vida de cangaceiro por motivos de vingança, mas com o tempo se tornou um cangaceiro profissional – raposa matreira que durante quase 20 anos, por méritos próprios ou por incompetência dos governos, percorreu as veredas poeirentas das caatingas do Nordeste, ludibriando caçadores de sete Estados”.

Faz 78 anos que Lampião (teria então 40 anos de idade), sua mulher de apelido Maria Bonita e componentes do seu bando foram mortos. Embora haja controvérsias, a história oficial registra que foram vítimas duma emboscada comandada pelo tenente João Bezerra, da polícia de Alagoas, no local denominado Angicos,  sertão de Sergipe, ao amanhecer do dia 28 de julho de 1938.

*Jadson Oliveira é jornalista

http://midialampiao.com.br/2016/11/23/intelectuais-baianos-aprofundam-significado-historico-de-lampiao-e-o-cangaco/

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O MESTRE E O INIMIGO Nº 1 DE LAMPIÃO


O MESTRE e o INIMIGO Nº 1 de LAMPIÃO!

Após as desavenças e brigas com o vizinho de propriedade "ZÉ SATURNINO", o jovem "VIRGULINO" e seus irmãoS Antonio Ferreira da Silva e Livino Ferreira da Silva, entraram para o bando de "SINHÔ PEREIRA" e, com esse, aprenderam muitas das táticas do cangaço. 

“Não sou cangaceiro por maldade minha, mas pela maldade dos outros” - Disse Lampião quando foi entrevistado pelo jornalista José Alves Feitosa do Jornal “A NOITE”, de Recife-PE. Essa entrevista foi publicada pelo Jornal Cearense “O POVO”, no dia 04 de junho de 1928.

Após a saída de Sinhô Pereira para o centro Sul do país, o jovem Virgolino Ferreira da Silva assume o comando do grupo e, transforma-se no "LAMPIÃO" que castigou 7 Estados do Nordeste Brasileiro.

Fonte: facebook
Página: Sálvio Siqueira
Grupo: Lampião, Cangaço e Nordeste
Ilustrado por José Mendes Pereira

https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste/?fref=ts

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EM CANINDÉ DO SÃO FRANCISCO - SERGIPE - DIA 26 DE JULHO DE 2015

Por José Romero de Araújo Cardoso





Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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O PAJEÚ FOI BERÇO DO CANGAÇO PARA RENOMADOS CHEFES DE BANDOS CANGACEIROS

Por Sálvio Siqueira

O Pajeú em si, foi berço do cangaço para renomados chefes de bandos cangaceiros, tais como Antônio Silvino, Cassimiro Honório, Sinhô Pereira, Lampião dentre outros, e como tal, tem, ainda, uma rica história para ser descoberta, encontrada, investigada, comentada e contada para futuras gerações.


Dois pesquisadores florestanos, Manoel e Rubelvan Lira, calçaram as alpercatas e colocaram os pés no caminho. Foram visitar e fazerem um estudo de pesquisa de campo na fazenda "baixas", localizada no município de Serra Talhada, local onde ocorreu um acirrado combate entre volantes e cangaceiros do bando de Lampião, promovendo baixas para ambos os lados.


Parabéns senhores, pela iniciativa, além da pesquisa, ter a gentiliza de dividir a mesma, junto as capturas, com a gente.


Por Manoel Serafim

"Eu e Rubelvan Lira estivemos nas Baixas onde ocorreu um terrível combate entre os Nazarenos (11 homens) e o grupo de Lampião (22 homens). Nesse tiroteio tombaram os volantes Inocêncio de Souza Nogueira e Olímpio Jurubeba, além do cangaceiro Manuel de Margarida.

Nas Baixas nós conversamos com o Manoel Isidoro que nos mostrou os escombros das casas e nos relatou a história desse combate."

Olímpio Gomes Jurubeba, morto nesse combate na fazenda "Baixas", é parente de um dos pesquisadores, Rubelvan Lira, filho do inesquecível João Gomes de Lira, de Nazaré do Pico, distrito de Floresta.

https://www.facebook.com/groups/545584095605711/

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domingo, 27 de novembro de 2016

DIÁRIO DA AGONIA

*Rangel Alves da Costa

Não se sabe ao certo por qual mão ou em qual ocasião, mas lá estava escrito, entre rasuras, rabiscos, inconstâncias, deslizes de linha a outra, tremulando como se agonizante na folha.

10h00min da noite. Sabe que vai sofrer. Ou mais uma vez sofrer, pois sempre assim. É a partir dessa hora que a visitante sai dos arredores e começa a bater à porta, a janela, a vida inteira. Ela sempre chega: a saudade!

10h05min. Não será dessa vez que irá se prostrar à saudade, é o que decide. Diz a si mesmo que não vai mais recordar nada que lhe traga sofrer, que não relembrar qualquer coisa que atormente ainda mais o seu viver. Mas dificilmente demais é domar a saudade.

10h10min. Decide que não abre mão de ter paz nessa noite. Mas a saudade é traiçoeira, fria, perigosa demais. E para alcançar seus objetivos agonizantes é que se reveste de aparências inimagináveis. Por isso mesmo que chega como canção ao vento, como um retrato que surge à mente, como a sutileza de uma voz que surge do nada.

10h30min. Sentia-se forte. Já passado das dez e ainda não tinha sentido nenhuma saudade. Preparou-se para esvaziar o cálice e depois disso deitar ali mesmo no tapete para dormir mil horas seguidas. Precisava dessa paz depois de tanto sofrer. Não deveria ser assim, mas amor provoca terríveis sofrimentos.

10h31min. De repente sentiu como se o cortinado estivesse sendo arrancado da janela pela força da ventania. Em seguida, apenas um vento leve entrando pela sala tomada de escuridão. Vento manso mas com sopro suficiente para apagar a vela. E então começou a ouvir uma velha canção. A mesma canção que sempre acompanhava a saudade mais voraz.

10h33min. A canção chegava cada vez mais forte, mais intensa, mais devastadora. Por que uma bela canção pode causar tanta dor, tanta aflição, tanta agonia? Precisamente aquela canção mais apreciada nas noites vividas a dois. Precisamente aquela doce música que embalava beijos, afagos, carinhos, carícias, buscas e encontros.


10h40min. Mais vinho no cálice. Outro cigarro. A sala pequena demais para tantos passos de canto a outro. A cortina afastada de vez, a janela escancarada, toda a música e todo sopro de vento tendo seu caminho aberto. Mas não pode ser, eu não suporto mais isso, não quero mais sofrer, dizia quase gritando.

10h50min. Gavetas reviradas, baús abertos, papéis e retratos espalhados por todo lugar. Poesias, bilhetes, cartas, fotografias de sorrisos e lágrimas, tudo espalhado pelo tapete. Uma flor murcha, um pedaço de lua guardado pela paixão. Um pingente dourado devolvido antes de a porta ser fechada. Todo o amor assim, agora em pedaços, retalhos, restos espalhados.

10h51min. A voz, a feição, a presença. Sim, pois a saudade não se compraz em fazer apenas recordar e traz a presença de toda dor. Dói demais ouvir a voz, sentir como se o antigo amor estivesse ali, querer olhar no olhar, tocar, sentir. Dói demais não poder se libertar dessa presença impossível de ser novamente amada. Agora somente saudade.

Depois das 11h00min. Ninguém ouve o soluço que mortalmente sufoca. Ninguém avista a correnteza de lágrimas que corre e escorre pelo rosto e corpo. Ninguém avista o lenço molhado jogado ao chão. Ninguém avista a feição agonizante, de olhos perdidos em mar, que tremula entre meia-luz do breu e da lua que entra pela janela.

Em meio à escuridão, a poesia que surge como o punhal mais afiado: Sozinho eu abri a porta. Não caminhei sozinho por que você chegou. E juntos caminhamos pela vida. E juntos nos amamos pela vida. Mas por que agora estou sozinho na estrada? Mas já não consigo seguir sem olhar para o que ficou pela estrada...

E depois, depois que a madrugada ouviu o último soluço, restou somente garrafas vazias, cálices quebrados, cinzas caídas ao chão, restos revirados. A janela ainda aberta, a mesma canção. Mas ninguém ali. Mas ouve-se, ao longe, um doloroso uivo de lobo solitário.
Será?

Escritor
blograngel-sertao.blogspot.com

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NOVO LIVRO DO ESCRITOR SABINO BASSETTI - LAMPIÃO O CANGAÇO E SEUS SEGREDOS


Através deste e-mail sabinobassetti@hotmail.com você irá adquirir o  mais recente trabalho do escritor e pesquisador do cangaço José Sabino Bassetti intitulado "Lampião - O Cangaço e seus Segredos".

O Livro custa apenas R$ 40,00 (Quarenta reais) com frente já incluído, e será enviado devidamente autografado pelo autor, para qualquer lugar do país.

Não perca tempo e não deixe para depois, pois saiba que livros sobre "Cangaço" são arrebatados pelos colecionadores, e você poderá ficar sem este. Adquira já o seu.

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O NATAL QUE TE DESEJO

Por. Zé Ronaldo


O NATAL QUE EU TE DESEJO,
NÃO SE COMPRA E NÃO SE VENDE
SAÚDE E PAZ TE ALMEJO 
NÃO TEM LUZES QUE ACENDEM
NEM PANETONE NEM QUEIJO
NEM VITRINES QUE NOS PRENDEM.

NÃO TEM O TAL PAPAI NOEL
NA ILUSÃO DAS CRIANÇAS
NÃO TEM PÃO DE QUEIJO E MEL
NEM DOS PRESENTES A COBRANÇA
NEM ENFEITES DE PAPEL
MAIS TEM MUITA ESPERANÇA.

FRONDOSAS ARVORES A PISCAR
ABRAÇOS CHOROS E CANTIGAS
UM CORAL LINDO A CANTAR
BELAS CANÇÕES TÃO ANTIGAS
O QUE VALE SE CONFRATERNIZAR
VIVER DE BRIGAS E INTRIGAS.

TE DESEJO UM NATAL LUZ
CHEIO DE PAZ E AMOR
QUE TENHA O MENINO JESUS
TODA ATENÇÃO E VALOR
POIS ELE MORREU NUMA CRUZ
POR MIM E VOCÊ PECADOR.

DESEJO QUE SUA FAMÍLIA
SIGA SEMPRE BEM UNIDA
MESMO EM MEIO AS PROVAÇÕES
DANDO VALOR PARA VIDA
QUE SINTAM SATISFAÇÕES
NÃO IMPORTANDO A COMIDA.

QUE JESUS ABENÇOANDO 
SIGA CADA PASSO SEU
QUE VÁ O MAL AFASTANDO
RESTITUA O QUE PERDEU
E A TODOS VÁ AMANDO
COM O QUE VOCÊ APRENDEU.

QUE EM SUA MANJEDOURA 
ESTEJAM OS DOENTES E ACAMADOS
NOS PRESÍDIOS AS GENITORAS
TENHAM O CHORO ACALANTADO
QUE SUA MÃO PROTETORA
DÊ COMIDA AO ESFOMEADO.

A ROUPA QUE NÃO LHE SERVE MAIS
AGASALHE AO O NECESSITADO
CUIDE BEM DOS ANIMAIS
E DOS VELHOS DESPREZADOS
E NÃO SE NEGUE JAMAIS 
SEM PENSAR NO RESULTADO.

O NATAL QUE TE DESEJO
VEM DE MANEIRA SINGELA
É DESTA FORMA QUE VEJO
QUE A VIDA PODE SER BELA
POIS DAQUI EU JÁ VEJO
A SUA ESTRELA AMARELA.


Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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CORONEL DELMIRO GOUVEIA


Quando Delmiro Gouveia completou 15 anos, sua mãe faleceu decorrente de problemas no coração. A partir daí o jovem Delmiro resolveu ganhar a vida e começou a trabalhar. Tinha recebido as primeiras instruções em casa com a própria mãe e o padrasto. Exerceu os mais variados tipos de serviço, como bilheteiro em uma empresa de transporte urbano, condutor e depois, em 1881, tornou-se caixeiro no comércio de Recife. Fez amizade com o comerciante de algodão Francisco Xavier dos Santos, que o apresentou a um amigo, o tabelião Antonio Severiano de Melo Falcão. Este último tinha uma filha de apenas 13 anos, Anunciada Cândida ou Iaiá, por quem Delmiro se apaixonou. O casamento ocorreu em 1883 (na foto acima, Delmiro e dona Iaiá).

A situação do Nordeste nessa época não era das melhores e conseguir sobreviver não era fácil para aqueles menos privilegiados. As secas começavam a dispersar uma parte da população do sertão em direção à Amazônia, onde começava o ciclo da borracha. A riqueza da economia açucareira era uma lembrança do passado e as atenções do país estavam voltadas para o café, produzido no Sul. Contudo, a região apresentava a possibilidade da produção e comercialização do couro obtido do boi, cavalo, bode, carneiro, burro e até do jegue. A atividade atraia estrangeiros, entre eles o sueco Hermann Lundgren, cuja família fundaria o império das Casas Pernambucanas. Foi nessa atividade que Delmiro Gouveia começou a prosperar e como representante da casa norte-americana Keen Sutterly & Co. Ltd. Logo depois de uma viagem aos Estados Unidos, Delmiro tornou-se o gerente de todos os negócios da firma em Pernambuco.

http://histormundi.blogspot.com.br/2012/11/coronel-delmiro-gouveia.html

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NOVO LIVRO NA PRAÇA “PARAHYBA NOS TEMPOS DO CANGAÇO”

Autor Ruberval Sousa

O livro “A PARAYBA NOS TEMPOS DO CANGAÇO” relata trechos da história do cangaço no Estado da Paraíba, incursões de Jesuíno Brilhante, Antônio Silvino, Lampião, Corisco, Moreno, Massilon, Sabino; as batalhas da nossa volante e citações de cidades atacadas por bandos de cangaceiros, Princesa Isabel, Pombal, Bonito de Santa Fé, Cajazeiras, Sousa, Jericó, a história de Chico Pereira cangaceiro Paraibano, e muito mais.

SERVIÇO:

O valor é 35,00 com frete incluso Tel: watzap 98610-2810 Ruberval Sousa Silva
ou através de Francisco Pereira Lima (professor Pereira), lá de Cajazeiras no Estado da Paraíba:
E-mail:  franpelima@bol.com.br

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MUSEU DO CANGAÇO - SERRA TALHADA - PERNAMBUCO - DIA 24 DE JULHO DE 2015 - A CAMINHO DO CARIRI CANGAÇO PIRANHAS 2015








Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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VALDEMAR FERRAZ FALANDO SOBRE LAMPIÃO.

https://www.youtube.com/watch?v=MSAVayDSsoE

Sérgio Gomes Carvalho

Publicado em 24 de janeiro de 2015

Esta entrevista foi gravada em 2012 por Sérgio Gomes Carvalho em parceria com Valdêique Oliveira
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ABERTURA DO CARIRI CANGAÇO PIRANHAS 2015

Por José Romero de Araújo Cardoso







Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso


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LIVRO “O SERTÃO ANÁRQUICO DE LAMPIÃO”, DE LUIZ SERRA


Sobre o escritor

Licenciado em Letras e Literatura Brasileira pela Universidade de Brasília (UnB), pós-graduado em Linguagem Psicopedagógica na Educação pela Cândido Mendes do Rio de Janeiro, professor do Instituto de Português Aplicado do Distrito Federal e assessor de revisão de textos em órgão da Força Aérea Brasileira (Cenipa), do Ministério da Defesa, Luiz Serra é militar da reserva. Como colaborador, escreveu artigos para o jornal Correio Braziliense.

Serviço – “O Sertão Anárquico de Lampião” de Luiz Serra, Outubro Edições, 385 páginas, Brasil, 2016.

O livro está sendo comercializado em diversos pontos de Brasília, e na Paraíba, com professor Francisco Pereira Lima através deste e-mail: franpelima@bol.com.

Já os envios para outros Estados, está sendo coordenado por Manoela e Janaína,pelo e-mail: anarquicolampiao@gmail.com.

Coordenação literária: Assessoria de imprensa: Leidiane Silveira – (61) 98212-9563 leidisilveira@gmail.com.

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NO HOTEL EM SERRA TALHADA, DE SAÍDA PARA O CARIRI CANGAÇO PIRANHAS

Por José Romero de Araújo Cardoso




Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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INDICAÇÕES DE LEITURA SOBRE A PRESENÇA FEMININA NO CANGAÇO

Por Noádia Costa

Muitos costumam desconhecer sobre a presença feminina no Cangaço, reduzindo as cangaceiras somente a Maria Bonita e Dadá. De 1930 até 1940, quando o Cangaço chegou ao fim, mais de 40 mulheres fizeram parte dos bandos de cangaceiros. 

Para quem deseja conhecer e se aprofundar sobre a presença feminina no Cangaço, recomendo o livro Lampião As Mulheres e o Cangaço do grande pesquisador Amaury. 


Nesse livro as várias mulheres que fizeram parte dos bandos são descritas com riqueza de detalhes e informações. Além de mostrar acontecimentos relativos às mesmas. 


Outro que também trabalha a presença da mulher no Cangaço, é o livro Amantes Guerreiras de Geraldo Nascimento, que de forma simples e clara, fala das mulheres que fizeram parte dos bandos. 


Para quem deseja conhecer um pouco mais sobre a rainha do Cangaço Maria Bonita, temos as seguintes obras: Bonita Maria do Capitão escrita pela neta de Lampião em comemoração ao centenário de Maria Bonita e o livro: 

Do escritor João de Sousa Lima

A Trajetória Guerreira de Maria Bonita que traz informações desde o nascimento até a morte da mesma em Angico. 

Do escritor João de Sousa Lima

Fecho com o livro Moreno e Durvinha que de forma emocionante conta a trajetória deste casal de cangaceiros.

ADENDO - http://blogdomendesemendes.blogspot.com

Para adquirir estes livros entre em contato com Francisco Pereira Lima o professor Pereira, lá da cidade de Cajazeiras, no Estado da Paraíba, através deste e-mail: franpelima@bol.com.

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