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quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

“MONSENHOR VICENTE FREITAS, UM SACERDOTE INESQUECÍVEL”

Por José Antonio Albuquerque

Fazendo uma pesquisa sobre a vida de um dos mais queridos filhos de Cajazeiras, meu estimado e saudoso amigo Monsenhor Vicente Freitas, encontrei no meio de centenas de documentos uma crônica de José Romero Araújo Cardoso, Mestre na Universidade Estadual do Rio Grande do Norte, cidadão que figura na Galeria dos Ilustres e Honrados filhos de Pombal, escrita em 14 de junho de 2009. Pelo valor deste documento, tomo a liberdade de republicar, neste canto de página, para que os admiradores e fãs deste grande educador cajazeirense conheçam este belo depoimento sobre a passagem de Monsenhor Vicente pela cidade de Pombal. Eis a crônica:

“Monsenhor Vicente Freitas, um sacerdote inesquecível”

Monsenhor Vicente Freitas

“Não cheguei a conhecer Monsenhor Vicente Freitas, nobre cajazeirense nascido no dia dois de março de 1914. Infelizmente a única vez que o vi foi na matriz de Nossa do Bom Sucesso, em Pombal, inerte em urna funerária, quando da passagem do seu corpo para Cajazeiras, onde foi velado e enterrado na capela interna de Nossa Senhora do Perpétuo do Socorro, edificada ao lado esquerdo da nave central da Catedral de Nossa Senhora da Piedade.

Lembro-me da notícia do seu falecimento, transmitida por telefone, diretamente de João Pessoa, pela voz triste e pausada de Ignácio Tavares de Araújo. Benigna Lourdes de Sousa, devotada zeladora do Sagrado Coração de Jesus, recebeu inconsolável e com tristeza a informação do trágico acidente automobilístico ocorrido no dia seis de março de 1982 na Avenida Epitácio Pessoa. Ela se responsabilizou em avisar à infinita legião de admiradores do saudoso vigário em Pombal a infausta notícia do absurdo e injustificável falecimento do Monsenhor Vicente Freitas, cuja história na terra de Maringá foi marcada pelo brilhantismo na expressão literal do termo, assim como em outros municípios nos quais desenvolveu trabalhos diversos, dos sacerdotais aos educacionais, passando pelos administrativos e culturais.

Reverencio a memória do Monsenhor Vicente Freitas, não obstante não ter convivido com ele, devido à intensa pregação efetivada por minha saudosa avó, na qual destacava o humanismo que embasava as práticas do marcante sacerdote cajazeirense que deixou marcas indeléveis em Pombal.

Monsenhor Vicente Freitas trabalhou em Pombal durante cinco anos, de 1945 a 1950, exercendo ofício sacerdotal e administrando o Colégio Diocesano, oportunidade em que a população pobre da velha terra de Maringá passou a dever-lhe favores imensos. Monsenhor Vicente Freitas conforme Benigna Lourdes de Sousa assistia e confortava, espiritualmente e materialmente, àqueles que o procurava intuindo melhores condições de vida através da educação.

Sua fé inquebrantável transformou-o em discípulo da paz e do amor, da concórdia e do bem comum, pois levou aos lares humildes pombalenses muitas esperanças, muita paz e promessas, inúmeras concretizadas, de mais alegria aos lares sertanejos.

Compareci naquele fatídico dia sete de março de 1982 à igreja matriz de Nossa Senhora do Bom Sucesso, em Pombal, para também prestar última homenagem ao grande condutor de rebanhos do sertão paraibano. Vi homens, mulheres e velhos chorar copiosamente perto do esquife que acomodava o corpo do Monsenhor Vicente Freitas, Vi pessoas humildes se despedindo do grande benfeitor sertanejo, vi choros compulsivos e incontidos, soluços de dor pela perda do grande sacerdote cajazeirense.

Ouvi súplicas e rogos a Deus para acolher a alma do Monsenhor Vicente Freitas, bem como ouvi desabafos emocionados daqueles que tanto ajudou em sua belíssima passagem na terra. Ouvi perguntas e mais perguntas sobre a razão da violência que casou sua morte repentina. Ouvi lamentos tristes, lágrimas que rolaram e impregnaram de tristeza toda matriz de Nossa Senhora do Bom Sucesso, toda cidade de Pombal, todo sertão que tanto deve ao piedoso sacerdote nascido na terra do Padre Rolim, terra heróica que enxerga educação e cultura como prioridades, apesar dos pesares, apesar dos percalços. Ouvi os lamentos de tristeza, de angústia e de dor, nunca hei de esquecer àquelas cenas tétricas e angustiantes demonstradas pelo povo sertanejo que se acotovelava para dar o último adeus ao Monsenhor Vicente Freitas.

Monsenhor Vicente Freitas, extraordinária figura humana, nunca esqueci das palavras emocionadas de Benigna Lourdes de Sousa. Eis aqui singela homenagem de um admirador que sempre o carrega no coração e na mente, pois eras pessoa digna e honrada em toda dimensão que acompanha os grandes homens à eternidade". (*)

(*) José Romero Araújo Cardoso. Geógrafo. Escritor e Professor/Mestre Adjunto IV da UERN.


Benigna Lourdes de Sousa, devotada zeladora do Sagrado Coração de Jesus (Pombal, Paraíba - 04 de outubro de 1901 - João Pessoa, Paraíba - 21 de abril de 1995) - À MINHA MÃE - Nasceu no dia 4 de outubro de 1901, faleceu no dia 21 de abril de 1995....Foi minha Mãe, meu pai, meu tudo que ao partir deixou-me em estado de saudades sem fim.....

"Eu vi minha Mãe rezando,
Aos pés da Virgem Maria
Uma Santa escutava
O que outra Santa pedia"



Ignácio Tavares de Araújo e a esposa Raimunda Tavares de Araújo

Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzaguiano José Romero de Araújo Cardoso

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UM "IMORTAL" CANGACEIRO

Por Geraldo Antônio de Souza Júnior
O escritor e pesquisador José Sabino Bassetti durante a cerimônia de posse na Academia Saltense de Letras


O MERECIDO RECONHECIMENTO PELA DEDICAÇÃO DE GRANDE PARTE DA VIDA AOS ESTUDOS E PESQUISAS SOBRE O CANGAÇO. 

Nesse último dia 02 de dezembro na cidade de Salto, interior de São Paulo, o amigo escritor e pesquisador do cangaço, José Sabino Bassetti tomou posse da cadeira número 23 denominada “Euclides da Cunha” na Academia Saltense de Letras. A posse reuniu autoridades e personalidades locais que foram prestigiar a posse do mais novo “imortal” da Academia Saltense de Letras.

Autor de trabalhos sérios e relevantes sobre o cangaço nordestino, José Sabino Bassetti tem dedicado parte de sua vida às pesquisas e estudos sobre o tema em questão. Entre seus trabalhos está o aclamado “Lampião – Sua morte passada a limpo”, que atualmente é uma das referências ao que diz respeito aos acontecimentos que antecederam e envolveram a morte do maior cangaceiro de todos os tempos e parte de seu bando. 


Durante o discurso de posse

Enfim... Quero parabenizar o meu amigo e camarada José Sabino Bassetti pela merecida posse e à Academia Saltense de Letras, nas pessoas de seus representantes, pelo reconhecimento ao trabalho realizado pelo veterano escritor e pesquisador. Essa nomeação nada mais é que a prova concreta de que o tema cangaço desconhece fronteiras e que os estudos em torno de seu universo podem ser realizados por qualquer pessoa que venha a se interessar a estudá-lo, com responsabilidade e seriedade, diga-se de passagem.

Não me restando dúvida alguma que a presença do novo imortal na honrosa entidade será de grande valia e extensiva para a cidade de Salto/SP e para todos que se interessam e estudam o fenômeno cangaceiro.

Deixo minhas congratulações.

Geraldo Antônio de Souza Júnior


https://cangacologia.blogspot.com.br/2017/12/um-imortal-cangaceiro.html?spref=fb

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SABINO BASSETTI RECEBE TÍTULO NA ACADEMIA SALTENSE DE LETRAS


Amigos, trouxe outras fotos em que nosso querido prof. José Sabino Bassetti aparece melhor quando recebeu o título na Academia Saltense de Letras (Cadeira Euclides da Cunha) no dia 05/12/17, em que compareceram todas as autoridades locais para homenageá-lo pelos livros hiper documentados sobre o "cangaço".




https://www.facebook.com/groups/545584095605711/?multi_permalinks=932617073569076&notif_id=1512556940280029&notif_t=group_activity

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A COLUNA PRESTES EM PERNAMBUCO

Do acervo do pesquisador do cangaço José João Souza

No dia 12 de fevereiro de 1926, a Coluna Prestes com forte contingente adentrou o Sertão pernambucano, entre os municípios de Flores e Afogados da Ingazeira, onde deveria encontrar-se com o tenente Cleto Campelo para incorporar-se à tropa revolucionária. Ao acampar-se na fazenda Caiçara foi recebida com hostilidade. Houve pequeno confronto armado, que logo foi debelado. A Coluna acampou na fazenda Jati no dia 13, reiniciando sua marcha na manhã do dia 14.

Às 8h00 do dia 14 de fevereiro de 1926, na localidade Carneiro (Imburanas), nas proximidades de Custódia, o coronel João Nunes, à frente da tropa estadual conduzida em caminhão e em um automóvel de passageiros, bloqueou a rodovia Custódia- Flores, impedindo a passagem da força vanguarda do coronel Djalma Dutra. O destacamento João Alberto, pela retaguarda, cercou os 150 policiais, causando 15 mortes e aprisionando outros 15. Os sobreviventes do combate debandaram, inclusive, o coronel João Nunes, que deixou os seus comandados entregues à própria sorte. Foram incendiados, pelos revoltosos de Prestes, 5 caminhão e um automóvel. Da Coluna, foram feridos 3 soldados e os oficiais (major Manoel Alves Lira, capitão Heraclides Pinto ou capitão Preto e o tenente Agerson Dantas).

A 15 de fevereiro, o destacamento Siqueira Campos venceu a resistência da polícia pernambucana, ocupando o povoado de São Caetano e a Vila de Betânia - distrito de Custódia. Em 18 de fevereiro, na localidade de Mulungu, também no Sertão de Pernambuco, o destacamento Siqueira Campos caiu numa emboscada da polícia, onde foram mortos 2 homens e 8 ficaram feridos, enquanto que a força da policia local sofreu apenas algumas baixas.

Na madrugada de 18 de fevereiro, o tenente Cleto Campelo, juntamente com 13 companheiros, entre civis e militares, quase todos militantes do Partido Comunista, seguiram para Jaboatão - área metropolitana do Recife. Ali invadiram a estação ferroviária da Great Western e a cadeia pública, conseguindo armas, munição e a adesão de 100 homens. Apossando-se de uma composição ferroviária, o tenente Cleto seguiu ao encontro da Coluna Prestes no Sertão de Pernambuco. Na tentativa de invasão da cadeia pública de Gravatá, foi morto com um tiro de fuzil, varando-lhe o coração. Em razão do ocorrido, os rebeldes debandaram e o sargento Waldemar de Paula Lima foi morto em Limoeiro com vinte e cinco punhaladas.

A 22 de fevereiro de 1926, na fazenda Cipós, no então município de Vila Bela, hoje Serra Talhada, tropas da polícia estadual e civis armados, romeiros do padre Cícero, inclusive o Grupo de Lampião, confrontaram-se violentamente com a Coluna Prestes. Os destacamentos de Siqueira Campos, Djalma Dutra e Osvaldo Cordeiro de Farias entraram em pânico com a violência do combate da força pernambucana. Os soldados da Coluna debandaram, obrigando seus comandantes a baterem em retirada, deixando para traz mais de 20 mortos, que foram enterrados por moradores, na localidade denominada Tataíra. Cordeiro de Farias é o mesmo que foi governador de Pernambuco (1955 - 1958).

Em 26 de fevereiro de 1926, na fazenda Campo Alegre - PE, o destacamento Siqueira Campos foi surpreendido pelas forças policiais de Pernambuco, causando-lhe perdas irreparáveis, tanto de homens quanto de materiais. Depois de cinco horas de luta ostensiva a Coluna evadiu-se do local, retomando sua marcha revolucionária Brasil afora.

Do livro: Breve histórico de revoltas e revoluções em Pernambuco
De: Antônio Neto

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1332122250233049&set=gm.1862130684099434&type=3&theater&ifg=1

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terça-feira, 5 de dezembro de 2017

TENENTE ZÉ RUFINO DE PERFIL

Por Geraldo Antônio de Souza Júnior

... o célebre Tenente Zé Rufino (José Osório de Farias) comandante de uma Força Volante e apontado como o maior matador de cangaceiros de toda a história do cangaço. Foi certamente um dos maiores e temíveis inimigos de Lampião.

https://www.youtube.com/watch?v=EnuYLH31_aQ

Zé Rufino foi o militar que matou o maior número de cangaceiros em todo o ciclo do cangaço. Entre os cangaceiros mortos por Zé Rufino está o famoso Corisco o "Diabo Loiro".


https://cangacologia.blogspot.com.br/2017/11/tenente-ze-rufino.html?spref=fb

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A MORTE DO ÚLTIMO IMPERADOR


A bela e, para sua época, atrevida infanta Dona Maria Eulália (1864-1958), filha da Rainha Dona Isabel II da Espanha e do Duque de Cádiz, registrou em suas memórias a morte do nosso D. Pedro II, amigo de sua família, no hotel Bedford, em Paris, em outubro de 1891.

Princesa espanhola dona Maria Eulália

A Princesa espanhola diz que tinha voltado à capital francesa quando a prima, a Princesa Dona Isabel do Brasil, mandou um recado informando que o pai estava passando mal, com problemas pulmonares... 

Rainha Dona Isabel II de Espanha

Quando o filho de Dom Pedro I Dom Pedro II morreu no dia 5 de outubro de 1891 em Paris, estavam no quarto apenas a Princesa espanhola dona Maria Eulália, a Princesa Dona Isabel e seu marido o Conde d'Eu.

Princesa Dona Isabel e seu marido, o Conde d'Eu

Em suas memórias, a infanta conta que sua mãe, a Rainha Dona Isabel II, “sempre tão comedida em suas expressões”, ao entrar no quarto não acreditou que o grande amigo estivesse morto.

— Protestava, bradando que o Imperador estava vivo, que não podia estar morto com uma fisionomia tão tranquila, e que íamos enterrá-lo vivo. Foi preciso a presença de dois médicos de sua confiança para convencê-la da dolorosa verdade.


http://odiarioimperial.blogspot.com.br/2017/05/

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DOCUMENTO COMPROVA O DIA, MÊS E ANO DO FALECIMENTO DO DOM PEDRO II

Do acervo do professor Adinalzir Pereira

“Nós, abaixo assinados, Professores da Faculdade de Medicina e doutores em medicina, certificamos que Dom Pedro II d’Alcantara morreu em 5 de Dezembro de 1891 à meia noite e 35 (da manhã) no hotel Bedford, 17 rue de l’Arcade, em Paris, em conseqüência de uma pneumonia aguda do pulmão esquerdo.


Paris, 5 de dezembro de 1891

J.M Charcot
C. de Motta Maia
Bouchard

https://www.facebook.com/adinalzir.pereira?fref=pb&hc_location=profile_browser

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CASTELO ARMORIAL RESGATA A ARTE EM SÃO JOSÉ DE BELMONTE...




Castelo Armorial

Quem sai do sul do estado do Ceará com destino a Pernambuco pela BR 116, mas precisamente para a região do Pajeú e da Serra Verde, optando pela entrada das confluências das Rodovias CE 153 e PE 430 invariavelmente passa por São José de Belmonte e passando pelo centro daquela agradável urbe vai se deparar de forma surpreendente com uma edificação incrivelmente inusitada, no meio do sertão nasce um dos mais significativos exemplos da força da arte Armorial: O Castelo Armorial de São José de Belmonte.
Castelo Armorial por Ingrid Rebouças... 
 As torres nos remetem a Idade Média: Mouros e Cristãos 
no alto do céu de nosso sertão...

A iniciativa do empresário e pesquisador Clécio de Novaes Barros, surpreende pela grandeza, ousadia e pela riqueza de todos os elementos que se fazem presentes no Castelo Armorial de São José de Belmonte, nos transportando para o extraordinário universo do Movimento Armorial, criado pelo Mestre Ariano Suassuna. Clécio investiu dinheiro, suor, e muita determinação para a construção de seu sonho: Foram 14 anos entre o planejamento e a construção do Castelo, ao final mais de 2 milhões de reais investidos numa obra extraordinariamente inédita e sem precedentes.
Castelo Armorial por Ingrid Rebouças...  

O Castelo Armorial tem uma área de cerca de 1.500 metros quadrados distribuídos em salões, auditórios, salas de exposição, salas de aula e ainda um último andar onde os visitantes poderão encontrar em "tamanho real" as mais significativas figuras do universo sertanejo sob o olhar armorial; são cenários, personagens e figuras que em sua grande maioria estiveram presentes na mini-série da Rede Globo, a Pedra do Reino, elementos conseguidos pelos proprietários do lugar junto a Ariano Suassuna.

Clécio Novaes mantém no Castelo Armorial peças que nos trazem a maravilha e o encanto de todas as manifestações artística do sertão, ali ainda poderemos encontrar várias cópias de quadros confeccionados por Ariano e dona Zélia Suassuna; réplicas de Xilogravuras de J.Borges, e uma extensa e rica exposição de fotografias de época retratando a sociedade do começo do século passado, além de artefatos, quadros diversos, peças antigas e de grande valor histórico.

Castelo Armorial por Ingrid Rebouças... 
São José de Belmonte, fronteira entre os estados de Pernambuco, Ceará e Paraíba

Os principais elementos arquitetônicos do Castelo Armorial estão centrados nas representações do "Reino Encantado de Dom Sebastião" . Logo na entrada, sua torre central com esculturas do próprio Rei Quaderna, personagem principal de "A Pedra do Reino" mostram a força da arte armorial. Inúmeras e esmeradas esculturas ornamentam todo o espaço, muitos dos trabalhos são de artesãos de Tracunhaém, na Mata Norte, também em Pernambuco. 

"São José do Belmonte ainda não é destino turístico. Nosso principal atrativo é a Cavalgada à Pedra do Reino, em maio. Pretendemos incluir o município nesta rota, com apresentações de teatro e música e agora com a chegada do Cariri Cangaço a São José do Belmonte, trazendo pesquisadores de todo o Brasil, com certeza estaremos dando um passo importante nessa direção." Ressalta Clécio Novaes.

Visita do Cariri Cangaço ao Castelo Armorial em novembro de 2017

Castelo Armorial por Ingrid Rebouças... 
 Cenários e Personagens em "tamanho real" das mais significativas figuras do universo sertanejo sob o olhar armorial; em sua grande maioria estiveram presentes 
na mini-série da Rede Globo

A Arte Armorial Brasileira é aquela que tem como traço comum principal a ligação com o espírito mágico dos "folhetos" do Romanceiro Popular do Nordeste (Literatura de Cordel), com a Música de viola, rabeca ou pífano que acompanha seus "cantares", e com a Xilogravura que ilustra suas capas, assim como com o espírito e a forma das Artes e espetáculos populares com esse mesmo Romanceiro relacionados.”
Ariano Suassuna ;Jornal de Semana, 20 de maio de 1975
 A Origem do Movimento Armorial
De 1969 a 1974, Suassuna atuou como Diretor do Departamento de Extensão Cultural da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).Foi com apoio desse Departamento que Suassuna, ao lado de outros artistas, criou o movimento armorial em 18 de outubro de 1970.Na ocasião, realizada na Igreja de S. Pedro dos Clérigos no centro da cidade de Recife, houve uma exposição de artes populares e ainda, um concerto.A ideia central do movimento era criar uma arte erudita a partir de elementos populares. Nessa perspectiva, o sertão nordestino é valorizado mediante a riqueza de valores culturais e artísticos.Embora tenha sido iniciado no âmbito acadêmico, o movimento se expandiu. Posteriormente, teve apoio da Prefeitura do Recife e da Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco.O objetivo central era criar uma arte brasileira singular baseada nas raízes populares.Idealizado pelo escritor paraibano Ariano Suassuna, essa manifestação abrangeu a literatura, música, dança, teatro, artes plásticas, arquitetura, cinema.  Fonte-https://www.todamateria.com.br/movimento-armorial/
Vem aí...

Cariri Cangaço São José de Belmonte 2018
Manoel Severo Barbosa
https://cariricangaco.blogspot.com.br/2017/12/castelo-armorial-resgata-arte-em-sao.html
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DURVINHA

Por João de Sousa Lima


http://lentescangaceiras.blogspot.com.br/search/label/Durvinha%20%28Jo%C3%A3o%20de%20Sousa%20Lima%29

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PROFESSOR BENEDITO VASCONCELOS MENDES LANÇARÁ SEU LIVRO “AS ARTES NA CIVILIZAÇÃO DA SECA", NA ACADEMIA NORTE-RIO-GRANDENSE DE LETRAS, EM NATAL.

Professores Benedito Vasconcelos e sua esposa Susana Goretti

Por ocasião do evento  sociocultural “Chá das Cinco“, que ocorrerá a partir  das  18 horas do próximo dia 14 do corrente mês (14-12-2017), quinta-feira, no salão de eventos da Academia Norte-rio-grandense de Letras-ANRL, em Natal , será lançado o novo livro do Professor Benedito Vasconcelos Mendes, intitulado “ As Artes na Civilização da Seca”.  


A apresentação do referido livro será feita pelo Acadêmico Manoel Onofre Júnior.  Chá das Cinco é um evento tradicional da ANRL.  Este é o vigésimo segundo livro de autoria do Professor Benedito.

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LIVROS SOBRE CANGAÇO É COM O PROFESSOR PEREIRA


A bibliografia sobre o Cariri Cearense e Padre Cícero é extensa. São centenas de livros a disposição dos estudiosos e pesquisadores do assunto. Vejamos.

Tenho todos esses livros mais outros a disposição dos amigos. Contato: franpelima@bol.com.br e whatsapp 83 9 9911 8286.

https://www.facebook.com/

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LIVRO LAMPIÃO, CANGAÇO E NORDESTE


O EXCELENTE LIVRO, LAMPIÃO, CANGAÇO E NORDESTE da professora Aglae Lima de Oliveira, que teve 20 anos de pesquisas, sendo lançado a 1ª edição em 1970, com 5 mil exemplares, esgotou em 01 semana... É uma obra indispensável para aqueles que gostam de estudar o tema. O livro está esgotado, mas ainda é possível encontrá-lo em sebos e sites, ao preço que varia de 150 a 300 reais...

Não tenho certeza, mas acho se você procurar com o professor Pereira através deste e-mail franplima@bol.com.br irá encontrá-lo.

Confira na matéria , abaixo...
Fonte: O Cruzeiro, 1970

Postado no facebook por Volta Seca pesquisador

https://www.facebook.com/HistoriasdoCangaco/photos/a.435268929895318.1073741828.435240783231466/1443070722448462/?type=3&theater

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SUPOSTO EZEQUIEL IRMÃO DE LAMPIÃO EM SERRA TALHADA

Vídeo do Aderbal Nogueira
https://www.youtube.com/watch?v=jDc0nPpkzUA&pbjreload=10

Sobre o aparecimento de uma suposta pessoa em Serra Talhada-PE, há décadas atrás, se dizendo ser o "EZEQUIEL"  irmão de Lampião, vejamos o que disse a respeito do assunto, o mestre no estudo do cangaço ( autor de 15 livros ), O DR. ANTÔNIO AMAURY CORREIA DE ARAUJO, ao repórter Dr. Paulo Gastão.

Vídeo com o selo Aderbal Nogueira.
Publicado em 17 de dez de 2014
Entrevista durante o julgamento simulado de Lampião em serra Talhada.
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