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sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

LAMPIÃO - OS TABUS CONTRA AS MULHERES DENTRO DO CANGAÇO

https://www.youtube.com/watch?v=uinZAkjEqmk&feature=share

Publicado em 23 de jun de 2017
Lampião e os tabus contra as mulheres explica o preconceito do cangaceiro, afastando-as de seus grupos, por mais de 32 anos. Ao admitir a entrada da Maria de Déia (Maria Bonita) no cangaço, Lampião mudará seus costumes aceitando sua vocação para os trabalhos feminis. O estudo mostra um caso de 'inversão' entre cangaceiros; explicado à luz da psicanálise.
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"Acorda Maria Bonita" por Volta Sêca ( • )

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quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

ESTAMOS COM PROBLEMAS PARA FAZERMOS POSTAGENS!

ESTAMOS COM PROBLEMAS PARA FAZERMOS POSTAGENS!

SERVIDOR DA UERN LANÇA LIVRO FRUTO DE SUA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

Por Aline Linhares

Nesta quinta-feira, 21 de dezembro, às 19h30, no Memorial da Resistência, em Mossoró, o jornalista Bruno Barreto – servidor da UERN – lança o livro “Os Rosados Divididos: como os jornais não contaram essa história”. O trabalho é fruto da dissertação de mestrado em Ciências Sociais e Humanas da UERN.

O livro trata sobre a cobertura dos jornais da cidade de Mossoró durante o período em que a tradicional família Rosado se dividiu politicamente. “Foram pesquisadas mais de duas mil edições dos jornais Gazeta do Oeste e O Mossoroense entre 1980 e 1988 em um ano de pesquisa documental”, explica Bruno Barreto.

A versão em livro passou por alguns ajustes para se tornar mais acessível ao eleitor sem perfil acadêmico. “Fizemos alguns cortes na parte mais teórica para ir direto ao assunto que interessa ao leitor ligado em política, mas a essência do livro é a mesma da dissertação”, frisou.

A obra tem apresentação do jornalista e professor de comunicação social aposentado Emanoel Barreto, tio do autor, que destaca a convergência entre história e jornalismo. “O homem de imprensa sabe que o tempo é um jogo de armar, especialmente quando trabalha com a pastosa e inconstante bricolagem da política. O livro de Bruno mostra isso em sua organicidade de obra que trata da história enquanto notícia e da notícia como elemento que integra a historicidade do microcosmo mossoroense”, frisa.

O prefácio fica por conta do jornalista Carlos Santos, profundo conhecedor da política mossoroense e do Rio Grande do Norte. Ele destaca a abordagem equilibrada em torno de um tema até hoje delicado em Mossoró. “O jornalista não faz condenação sumária da mídia impressa, nem manda os Rosados para o cadafalso por livre arbítrio ou sadismo. Tudo é posto à mesa para que o próprio leitor tire suas conclusões, que podem divergir das suas. Outro detalhe: não adota a dialética erística de Arthur Schopenhauer para impor sua razão a qualquer custo e ponto final”, analisa.

O lançamento do livro marca os dez anos de graduação em comunicação social de Bruno Barreto. “As coisas acabaram convergindo para que fosse nessa data especial para mim”, frisa o autor.

O livro pode ser comprado diretamente com o autor por meio de contato nas redes sociais ou pelo telefone 9.8889-3574.

CURRÍCULO
Bruno Barreto é jornalista graduado em comunicação social pela UERN, especialista em assessoria de comunicação pela UnP e mestre em ciências sociais e humanas pela UERN.

Já foi editor de política do Jornal O Mossoroense e apresentador do programa Observador Político. Atualmente é diretor da Agência de Comunicação da UERN, editor do Blog do Barreto e apresentador e comentarista político da 95 FM e TCM.


Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzagueano José Romero de Araújo Cardoso
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ANATÁLIA DE SOUZA MELO ALVES


Anatália Melo Alves
Livro "Dos Filhos deste solo"

DADOS PESSOAIS

Nasceu em 09 de julho de 1945, em Mombassa, Município de Martins, atual Frutuoso Gomes, no Rio Grande do Norte, filha de Nicácio Loia de Melo e Maria Pereira de Melo. Em 1969 casou-se com Luiz Alves Neto.

ATIVIDADES

Anatália era uma pessoa de temperamento reservado, tímida, voltada para os estudos, tendo concluído o curso científico no Colégio Estadual de Mossoró, cidade onde residiu até 1969. Nesse período trabalhou na Cooperativa de Consumo Popular, revelando forte espírito de solidariedade em relação aos associados daquela entidade sócio-econômica. A partir de 1969, acompanhando seu marido, desloca-se para Recife, passando a militar no Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR). Sua atuação política desenvolveu-se na Zona da Mata (PE), contribuindo para a organização e mobilização das bases camponesas do PCBR naquela área.

CIRCUNSTÂNCIAS DA PRISÃO E MORTE

Anatália foi presa juntamente com o seu marido e outros companheiros em 17 de dezembro de 1972. Levada para o DOI-CODI do IV Exército em Recife, foi torturada brutalmente até 13 de janeiro de 1973, quando a removeram para o DOPS. Neste órgão de segurança continuaram as torturas físicas e psicológicas, culminando com a sua morte em 22 de janeiro de 1973. Segundo a versão divulgada à época pela repressão, Anatália teria se enforcado com a alça de sua bolsa, após ter ateado fogo as suas vestes. Essa versão não resiste à análise das circunstâncias que caracterizaram a sua morte. Primeiro, seu corpo foi retirado do local onde teria ocorrido o suposto suicídio o banheiro do DOPS - as fotos da perícia foram feitas em outro local. Segundo, a torneira na qual ela havia fixado a alça da bolsa ficava a menos de 1 (um) metro do chão, tornando inviável a hipótese oficial de suicídio. E, finalmente, sabe-se que a nenhum prisioneiro político, em fase de interrogatório, seria permitido o uso de qualquer instrumento ou meio que atentasse contra a vida dos carcereiros ou do próprio preso, como cintos, alças de bolsas, fósforos , etc., etc.

SITUAÇÃO ATUAL

Depois de sancionada pelo presidente da República a Lei no. 9140/95, que determinou a concessão de indenização aos familiares dos mortos e desaparecidos políticos, Luiz Alves Neto, após ter encaminhado requerimento à Comissão Especial, presidida pelo jurista Miguel Reale Júnior, obteve o reconhecimento oficial da responsabilidade da União pela morte de Anatália.

http://www.dhnet.org.br/dados/dossiers/dh/br/dossie64/rn/anatalia.htm

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CONHEÇA A CASA ONDE PADRE CÍCERO PASSOU OS ÚLTIMOS ANOS DE VIDA

https://www.youtube.com/watch?v=qA2temyyWQU

Publicado em 19 de out de 2017

Emerson Tchalian mostra no Plano Sequência a casa onde Padre Cícero passou os últimos anos de vida.

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210 ANOS DE LUCAS DA FEIRA

Material do acervo do pesquisador do cangaço Devanier Lopes

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1667007766688986&set=gm.939954332835350&type=3&theater&ifg=1

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quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

ESTUDANTES VISITA O MUSEU DO NINA RODRIGUES AS CABEÇAS DE LAMPIÃO E MARIA

https://www.youtube.com/watch?v=63f41uaR9tY&feature=share

Publicado em 1 de out de 2010

O vídeo apresenta a exposição no Museu Estácio de Lima que pertence à Secretaria de Segurança Pública do Estado da Bahia, e tem sede em Salvador. Embora tenha um pequeno acervo, ganhou notoriedade nacional pela natureza das peças que expõe. Uma parte significativa da sua mostra permanente se compõe de objetos relacionados com o crime e a contravenção: armas homicidas, instrumentos de roubo, drogas e viáticos de narcotráfico, aparato de falsificadores, etc. Outro segmento engloba restos mortais, órgãos mutilados, fetos monstruosos, aberrações recolhidas por médicos legistas. Por fim, um terceiro corpo da exposição encerra com peças de arte sacra negra: paramentos, instrumental religioso, ícones, objetos sagrados do culto do candomblé. Nesse mesmo vídeo, visitantes refletem sobre algumas questões, tais como: Qual é a origem desse acervo? Por que são expostos assim? Por que paramentos religiosos figuram ao lado de fetos mal-formados, punhas, carabinas e baralhos falsos? Qual é a lógica dessa exposição?

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CABEÇA DA CANGACEIRA MARIA DORA


Cabeça da cangaceira Maria (Maria Dora), abatida pela volante de "Zé Rufino" no fogo Lagoa do Lino, nas proximidades de Monte Alegre (atual Mairi), Bahia.

Foto: Cabeça exposta no instituto medico-legal Nina Rodrigues em Salvador. Conservação.

Acesse, participe, divulgue e compartilhe
Pedro Ralph Silva Melo (Administrador do grupo)

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ANIVERSÁRIO DO ESCRITOR JOÃO DE SOUSA LIMA

Foto percado no google

Hoje, 20/12/17, é o aniversário do grande e, incansável pesquisador/escritor João De Sousa Lima.

Em nome da adm. do Grupo LCN, queremos registrar esse acontecimento e, dizer que o nobre escritor tem a nossa admiração pelo seu trabalho e, pela pessoa humilde que ele é. João, que Deus ilumine o seu caminho e, de sua família.

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=771104106424899&set=gm.746177565591190&type=3&theater&ifg=1

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MENINA NAMORADEIRA

Por Rangel Alves da Costa

Eis aqui o proseado da menina namoradeira, brinquedo sem ser brincadeira, cantada em cordel pela feira. De todas foi a melhor, de todas foi a primeira.
Dizem que nasceu uma flor, menina com gosto e sabor, de beleza sem igual, admirada com louvor. No corpo queimando ardor, em tudo maior esplendor.
Desde novinha a danada seguiu sua própria estrada, não queria a boneca preferindo ser falada, de namoradeira chamada, tão nova e desavergonhada.
Mas era bonita demais, tudo que ao olhar satisfaz. Não tinha moço ou rapaz que dela não fosse atrás, procurando um sorriso e desejando muito mais.
Botava flor no cabelo, no vestir o maior zelo, e esse seu jeito de ser causava o maior desmantelo. Arrepiava a pedra, fogo surgia do gelo.
No corpo espalhava loção, um cheiro doce de paixão. Caminhava pela rua perfumando coração, no vento causando emoção e na moçada aflição.
Vestia roupa de chita e ficava mais bonita, descalça saía a andar, numa mania esquisita. Mas espinho não furava o pé da doce e meiga cabrita.
Tinha um rebolado atraente, avivando em toda gente uma sensação que sente quando o fogo é ardente. Não tinha um cristão sequer que não a achasse envolvente.
Menina tão delicada, suave e perfumada, apenas de um deveria ser namorada. Mas nada disso que nada, pois queria muito mais e com isso ser invejada.
Mas se dizia de respeito, só namorava direito. Preservava o seu nome, dizia ter um conceito, mas a rapaziada sabia que bastava dar um jeito.
Namorava um de cada vez, porém uns cinco por mês. Dizia ter lucidez, agindo com polidez, sem ninguém ver sua nudez.


Não se importava se chamada de mocinha descarada, ou mesmo de quenga safada, não tendo a injúria por nada. Gostava de namorar e seguia sua estrada.
Recebia presente de moço inocente, versos de amor de donzelo carente, frasco de perfume de um bocado de gente. Mas só escolhia um bem diferente, sem qualquer doação, sem nada aparente.
Namorou com quebrado e endinheirado, com gente de anel e com pé-rapado, com menino astucioso e com despreparado, até com quem parecia ser afeminado.
O seu beijo era famoso, por isso falavam num gosto gostoso, num lamber caridoso, num morder mais tão saboroso. Um lábio delicioso e o resto calor fogoso.
Marcava com um na janela, outro depois da cancela. Namorava no quintal e no fundo do hospital. Marcava encontro no mato e nas águas do regato. Sumia na mataria e descabelada aparecia.
Namorava até demais, mas nenhum homem era capaz de alcançar muito mais. Quando ia pra frente, ela ia pra trás. Até ficava nua, mas deitar jamais. Era isso que não deixava nenhum moço em paz.
Dizia que o namoro era pra divertimento, e se pegasse barriga começava o tormento, pois um dia ainda queria o mais belo casamento. Casar de véu e grinalda, na igreja fazer juramento.
Um dia aconteceu o inesperado. Ela avistou um rapaz e o quis por namorado. Ao invés de ir atrás, ele a olhou enviesado. Ela insistiu em querer, mas ele distanciado.
E de repente ela se sentiu diferente, com o corpo todo quente, no peito paixão ardente. Agora era ela que era terra sem semente, uma moça apaixonada e por alguém tão reticente.
Prometeu com mais ninguém namorar e fazer de tudo para ele lhe aceitar. Faria o que quisesse para provar tanto amar, seria sua mulher, se deixaria aproveitar, mas naquele sofrimento não poderia ficar.
Mas ele disse não. A fama dela não tinha correção. Somente limpando a honra com cem anos de solidão. E ela viveu sozinha amargando a aflição, até morrer bem velhinha com uma flor murcha à mão.

Escritor
blograngel-sertao.blogspot.com 

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ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE ALEXANDRIA/RN.

 Por Aluisio Dutra de Oliveira

A estação ferroviária de Alexandria/RN foi inaugurada em 29 de dezembro de 1951 e foi desativada em 01/10/1991 as 15:30 horas. Os agentes que trabalharam nessa estação foram: José Alves Sobrinho, Augusto Segundo Fernandes, José Basílio Alves e Gesualdo Gurgel de Almeida. Trabalharam como guardas ferroviários: Alexandre Raimundo Costa, João Evangelista e outros. 

O prédio da estação ferroviária de Alexandria está preservado onde atualmente funciona uma biblioteca.





Parabéns! ! Estação Preservada.

Fonte:
Estações Ferroviárias do Brasil.
Livro: Estrada de Ferro Mossoró-Sousa.
Autor: Manoel Tavares de Oliveira.


Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzagueano José Romero de Araújo Cardoso

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