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terça-feira, 11 de maio de 2021
"OS JORNAIS CARIOCAS DO RIO DE JANEIRO E A MORTE DE LAMPIÃO."
O SOLTEIRÃO DA VOLTA
Clerisvaldo B. Chagas, 11 de maio de 2021
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 2.530
O rio Ipanema entra na cidade de Santana pela periferia onde foi construída uma barragem, hoje assoreada. Ao passar pela barragem em cerca de 800 metros, faz uma volta e desce ruma ao São Francisco. Essa curva do rio sempre foi chamada “Volta do Ipanema” e que depois ficou apenas “Volta”. Atualmente a referência está em desuso e a nova geração talvez nem saiba disso. Pois bem, um dos escritores santanenses da família Monteiro, escreveu que visitou a Volta, quando rapaz e deparou-se com uma casinha solitária naquele lugar, descobrindo que era habitada por um homem solteiro chamado Satuba. Travara diálogo com ele e ficara sabendo sua vida.
Satuba contou que amava muito a uma senhorita, mas por não ser correspondido, resolvera trocar o amor à jovem pelo amor à Natureza. Viera morar ali na Volta onde era muito feliz. Tinha o Sol da manhã, o perfume das flores, o canto dos pássaros e a paisagem toda que o cercava. O futuro escritor fora embora pensando no caso de Satuba, mas não fala mais sobre ele em seus escritos. Embora o caso tenha acontecidos há muitas décadas, também fiquei curioso com a referência “Volta” naquelas páginas. Conhecendo bem o rio Ipanema, resolvi visitar a Volta dos tempos passados.
Manhã convidativa, saí pela Rua Nair Amaral, Bairro São José, chegando até a parte final da via com acesso ao rio. Contemplei o longo areal do rio seco e iniciei a travessia contemplando as craibeira novas que nasceram nas rachaduras das pedras para se tornarem as rainhas do Ipanema. Craibeira, árvore símbolo de Alagoas. Na “Volta”, não encontrei vestígio algum da casa do personagem de Monteiro. Havia apenas uma residência nova de alpendre, cujo fazendeiro aproveitara a foz do riacho Salobinho, afluente do Ipanema, onde fizera barragem, desviando a foz do riacho. Como era bem perto do Matadouro dei um pulinho até ali. Matadouro fechado não vi pelos arredores “nem um pé de pessoa” com diz o sertanejo. Sim, os pássaros estavam ali, o Sol, o mundo, mato perfumado, paisagem bucólica e bela, conferiam com as desculpas do solteiro romântico do escritor.
Não encontrei vestígios da história, mas diante do cenário ribeirinho e da ausência de humanos, compreendi perfeitamente a solidão de Satuba, o solteirão da Volta.
SEGUI PELA RUA NAIR AMARAL (FOTO: B. CHAGAS).
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SOBRE COMBATE DE SERRA GRANDE
segunda-feira, 10 de maio de 2021
ANTONIO FERREIRA DA SILVA IRMÃO MAIS VELHO DO REI DO CANGAÇO LAMPIÃO
Por José Mendes Pereira
Alguns pesquisadores do cangaço afirmam que o cangaceiro Antonio Ferreira da Silva não era filho legítimo de José Ferreira da Silva, e sim, de um fazendeiro de nome Venâncio.
Mas o escritor e pesquisador do cangaço José Bezerra Lima Irmão diz em seu livro "Lampião a Raposa das Caatingas" que ele era mesmo filho de José Ferreira.
Como ele chegou a esta conclusão? De acordo com a certidão de casamento dos pais de Lampião ele concluiu contando os meses. Daí descobriu que ele também é filho de José.
Para tirar sua dúvida leitor, adquira este livro com o professor Pereira através deste endereço:
franpelima@bol.com.br
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QUELÉ DO PAJEÚ - 1969 *COMPLETO*
FILME BRASILEIRO DO ANO DE 1969 COMPLETO E SEM ALTERAÇÕES LEGENDA ITALIANA. SINOPSE: Clemente Celidônio, mais conhecido como Quelemente, toca a boiada rumo à sua casa, em Pajeú das Flores, Pernambuco. Ao chegar, encontra a tragédia na família: Marizolina, sua irmã, fora violentada por um desconhecido. Sedento de vingança, Quelemente sai em busca do homem de quem Marizolina guardara dois detalhes: uma cicatriz no rosto e a falta de um dedo. Parte para uma longa jornada, durante a qual Quelemente viverá muitas aventuras e conhecerá Maria do Carmo, que por ele se apaixona . ELENCO: • Tarcísio Meira clique para ver o perfil Clemente Celidônio, o Quelé • Rossana Ghessa clique para ver o perfil Maria do Carmo • Sérgio Hingst clique para ver o perfil Padre • Jece Valadão clique para ver o perfil Cesídio da Costa • Guy Loup clique para ver o perfil - • Elisângela Marizolina, irmã de Quelé • Anita Esbano Mãe de Quelé • Simplício Zé Poeta • Jorge Karan Cangaceiro Zoroastro • Reginaldo Vieira - • Mauricio Gracco Josué • Regina D. Paris noiva • Nhô Juca - • Pedro Ferreira - • Alcindo Rodrigues de Moraes - • Dullio Scalise - • Ivo Silveira - • José Ricciardi - • Geraldo Vandré - • Carlinhos Cabral .
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O CABELEIRA - FILME - ARCEBURGO 1963
O filme "O Cabeleira" (1963), foi dirigido por Milton Amaral, com roteiro regionalista baseado no famoso livro de Franklin Távora, cuja trama se passa no Pernambuco do século 18. “O Cabeleira” conta a história de Zé Gomes (O Cabeleira) e seu pai, Joaquim Gomes, ambos cangaceiros do Nordeste, e suas desventuras por Pernambuco. O chefe do grupo de cangaceiros tenta fazer do filho um bandido tão temido como ele próprio, contrariando a boa índole do garoto. Este cresce e o conflito entre suas convicções (reavivadas pelo reencontro com uma antiga namorada) e o mundo violento de seu pai leva a uma sucessão de batalhas em que o bem e o mal se equivalem. É considerada uma das maiores obras literárias de Franklin Távora, além de uma das obras pioneiras no romance regionalista nordestino.
As locações do filme se deram na cidade de Arceburgo, em Minas Gerais, e Mococa, em São Paulo. As cenas tomadas em Arceburgo ocorreram no bairro da Várzea, nas matas e pastos das Fazendas Cachoeira e Itaguassu e nas margens do Rio Ribeirão da Onça. A antiga “Casa da Cerveja Birreria” (hoje, órgão cultural extensivo do Instituto Histórico e Cultural de Arceburgo) foi palco do filme. O imóvel de propriedade do senhor Waldomiro Modesto (hoje comércio e moradia dos nordestinos); a ponte de Madeira antes do rio ser desviado (onde hoje se situa a residência do ex-vereador Néno) e a alameda da Avenida da Saudade também foram protagonistas nas filmagens em Arceburgo.
As cenas de banho do filme (e outras tantas) ocorreram nas margens do Rio Ribeirão da Onça, em terras das Fazendas Itaguassu e Cachoeira. O filme contou com a participação de numerosos figurantes arceburguenses, bem como da participação de integrantes da Banda Fortaleza. Em 1968, o filme foi comercializado na Itália, com o título "Se Incontri Sjango, Cercati un Posto per Morire" ("Se Encontrar Django, Procure um Lugar para Morrer").
Na Itália, o filme ganhou nova trilha sonora produzida pelo Maestro Piero Umiliani, e um pôster foi editado mais ao estilo do western spaghetti, com o que parece ser um pistoleiro mexicano em destaque ao invés do cangaceiro. Este pôster e outros foram acrescidos no inicio do filme. Fotos originais da película, semelhantemente foram acrescidas no fim do vídeo.
O CABELEIRA, filme. Ano: 1963 Direção: Milton Amaral Produção: Produtora e Distribuidora de Filmes Ltda. - Prodifilmes Roteiro: Ody Fraga (roteiro), Franklin Távora (romance) Fotógrafo: Laerte T. Costa Gênero: Drama/Faroeste Origem: Brasil Duração: 86 minutos Tipo: Longa-metragem Elenco: Lamartine Cardoso, Enoque Batista, Nelson Camargo, José Carlos, Yuri Caster, Ruth de Souza, John Doo, Francisco Egídio, Madalena Ferreira, Marlene França, Diva Lobo, Nelcy Martins, Nelson Teixeira Mendes, José Moreira, Diva Padoim, Milton Ribeiro. OUTROS VÍDEOS DE ARCEBURGO PODEM SER VISTOS AQUI: https://www.youtube.com/channel/UCi4k...
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O CANGACEIRO 19
https://www.youtube.com/watch?v=oOumq-kWf-Y&ab_channel=oldbrcinema
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O CANGACEIRO 1953
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A OUTRA FACE DE MORENO E DURVALINA
Por Maristela Pereira
Olá pessoal! Venho aqui indicar o livro: Durvinha e Moreno do escritor João Batista Souto, filho de Durvinha e Moreno. Adiquiri o livro e estou gostando muito.
https://www.facebook.com/groups/508711929732768/?multi_permalinks=832756293994995¬if_id=1620601098124586¬if_t=feedback_reaction_generic&ref=notif
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JOSÉ LEITE DE SANTANA O JARARACA NA CADEIA DE MOSSORÓ
CARACOL
Clerisvaldo B. Chagas, 8 de maio de 2021
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica:2.528
Não, não é o caracol dos seus cabelos, é a serra do Caracol no município de Santana do Ipanema. Estar encravada após os povoados São Félix e Óleo. Faz parte da região serrana e foi citado como marco de sesmaria no primeiro documento que se conhece sobre o nosso município. Sua denominação, ao contrário do que muita gente pensa, vem da sua forma física avistada de cima, parece com um caracol. Como quase todas as elevações da parte serrana, a serra do Caracol é bastante habitada e apresenta boa cultura frutífera, como a manga, por exemplo. Havia olhos d’água na região, inclusive, fontes da chamada água mineral. Atualmente, o Povoado São Félix funciona como abastecedor e socorrista daquela área, cumprindo assim o seu papel de intermediário entre o campo e a cidade.
Informações dão conta de que o Óleo, quase encostado a São Félix, de quatro ou cinco casinhas e terreno esburacado de olaria, cresceu, desenvolveu, virou povoado e faz séria concorrência a São Félix, antigo povoado Quixabeira Amargosa. Ambos usam a boa política de levar benefícios para esses aglomerados que terminam de extrema utilidade para o restante dos entornos, a exemplos de escolas, postos de saúde, ambulância e investimentos particulares no pequeno comércio que caracteriza um povoado. Quem pretende conhecer esses lugares, deixa a cidade de Santana do Ipanema pelo Bairro São Vicente, passando pelo Santuário de Nossa Senhora Guadalupe, sempre seguindo em frente até pegar uma estrada de terra que leva à serra do Caracol.
Caso o amigo ou amiga queira conhecer mais a zona rural, naquela direção, passando serras e grotas poderá chegar em ponto muito distante de inscrições rupestres no sítio Pedra Rica. Não tem tantas coisas assim, mas as inscrições que são encontradas nas abas de um grande lajeiro podem deixar qualquer pessoa satisfeita. Daí originou-se o nome do sítio Pedra Rica, pois se acreditava que as inscrições indígenas indicavam um tesouro escondido, porém a riqueza são as próprias inscrições na pedra.
Diversos pesquisadores têm chegado até ali, vindo dos mais diferentes estados, mas ficam “batendo fava” diante dos estranhos desenhos. Pode-se chegar à Pedra Rica também seguindo pela cidade e município de Dois Riachos...
Mas, primeiro beba uma água fria na serra do CARACOL.
INICIE A JORNADA PELO SANTUÁRIO DE N. S. DE GUADALUPE, NO BAIRRO SÃO VICENTE. (FOTO: LIVRO 230/B. CHAGAS).
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ANALISANDO A FOTO DOS LAMPIÕES
Por José Mendes Pereira
domingo, 9 de maio de 2021
AS AUTORIDADES POLÍTICAS NÃO MISTURAM PODERES COM CANGAÇO, E ASSIM ALGUNS BRASILEIROS CONTINUAM DUVIDANDO SOBRE O LOCAL DA MORTE DE LAMPIÃO
Por José Mendes Pereira
A gente que estuda cangaço e acompanha os bons trabalhos dos escritores, pesquisadores e cineastas fica meio sem rumo, quando se espera qualquer dia desse, uma confirmção de um futuro "DNA" da ossada do Lampião de Buritis em Minas Gerais, para se ter um resultado positivo ou negativo, sobre a dúvida do suposto Lampião de Serra Talhada ter falecido natualmente naquele Estado.
FLORA NOVAIS, O CORONEL EPAMINONDAS E A RAINHA DO CANGAÇO MARIA BONITA ABAIXO
“PAJEÚ EM CHAMAS: O CANGAÇO E OS PEREIRAS”
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NAZARÉ E SUAS HISTÓRIAS
Nossos quatro amigos nazarenos contam como era Nazaré no passado, algumas características dos seus antepassados, falam também da polêmica do suposto Ezequiel que apareceu por lá nos anos 80 e também do peso do que era a palavra dada entre um nazareno e um Ferreira. Tudo isso e muito mais.
Link deste vídeo: https://youtu.be/I0h8A3rRHfw
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CANGAÇO - PERGUNTAS E RESPOSTAS - 39
POR ONDE ANDA LÍLIAN DA DUPLA DE CANTORES LENO E LÍLIAN?
Sílvia Lílian Barrie Knapp mais conhecida como Lilian (Rio de Janeiro, 30 de março de 1948) é uma cantora e compositora brasileira que fez parte da dupla Leno e Lílian.[1]
História
Começou a carreira em 1965 na dupla Leno e Lílian, fazendo muito sucesso com Leno até o fim da dupla em 1967. Ficou alheia ao mundo artístico até voltar com Leno em 1972, encerrando a parceria novamente em 1974 quando saiu em carreira solo.[2]
Os principais sucessos são "Pobre Menina" (da dupla Leno e Lílian), "Devolva-me" (regravada por Adriana Calcanhotto) e "Sou Rebelde" (sucesso na carreira solo[3]). Esta última é uma regravação em português do hit "Soy Rebelde" da cantora anglo-espanhola Jeanette. A versão foi escrita por Paulo Coelho a pedido de Roberto Livi, que apostou no sucesso do cover e fez com que Lilian apresentasse a canção usando minissaia e fazendo cara de "menina ingênua", de modo a cativar o público.[3]
O álbum mais recente lançado por Lílian é Lílian Knapp, de 2001.
https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADlian_Knapp
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A CAÇA AOS COITEIROS E O ENCONTRO COM O CANGACEIRO ÂNGELO ROQUE.
Um depoimento que está sendo exibido pela primeira vez. Inédito. Exclusivo. Onde José Mutti de Almeida "Mutti" ex-comandante de Volante baiana, fala a respeito da "caça" aos coiteiros no sertão baiano e o encontro de sua tropa com o cruel cangaceiro Ângelo Roque o vulgo "Labareda". Em breve apresentarei outras partes desse fantástico depoimento de José Mutti de Almeida, onde ele aborda outros assuntos a respeito do cangaço e de sua luta contra o cangaceirismo.
Imperdível. Cortesia: Rubens Antônio da Silva Filho. Cortesia: Rubens Antonio
RELATO DO CANGACEIRO MORENO - CANAL CANGAÇO EM FOCO
Por Cangaço em Foco
RELATO DO CANGACEIRO MORENO - CANAL CANGAÇO EM FOCO 🤠🌵 extraído do documentário Rede Minas. Pesquisador: Getúlio Moura.
Música neste vídeo
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NDA Sound (em nome de VL records); IRICOM e 2 associações de direitos musicais
CANGACEIRO "MORENO" (ANTÔNIO IGNÁCIO DA SILVA) EM ENTREVISTA À REDE RECORD (MINAS GERAIS).
Por Geraldo Júnior
https://www.youtube.com/watch?v=biQEQTcGWMs&ab_channel=Canga%C3%A7ologiaEntrevista concedida pelo ex-cangaceiro Moreno (Antônio Ignácio da Silva) antigo integrante do bando de Lampião à Rede Record (Minas Gerais) durante uma internação na Santa Casa de Belo Horizonte/MG. Embora haja alguns equívocos por parte dos jornalistas em relação a nomes e fatos históricos, não deixa de ser um valoroso documento histórico devido a imagem e o depoimento/histórias contadas pelo antigo "Cabra" de Lampião.
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92 ANOS DO ATAQUE DE LAMPIÃO A MOSSORÓ - PARTE II
A saga de Mossoró contra o bando de cangaceiros chefiados por Lampião - Parte II, que em 13 de junho de 1927 tetou atacar a cidade de Mossoró, no Rio Grande do Norte. Exibido no Programa Por Dentro da História, com Geraldo Maia, na Nossa TV de Mossoró/RN.
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QUEM MATOU DELMIRO GOUVEIA?
Por José Mendes Pereira
Você que gosta de ler histórias sobre a vida do coronel Delmiro Gouveia não pode ficar sem este livro. Um excelente trabalho de pesquisas sérias. O seu autor Gilmar Teixeira tem lugar garantido no mundo da publicação deste e outros temas,
Para adquiri-lo, dê um pulinho lá em Cajazeiras no Estado da Paraíba e entre em contato com o professor Pereira, através deste e-mail.
franpelima@bol.com.br
Ou ainda diretamente com o autor acessando o seu e-mail:
Você não pode ficar sem ele.
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