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sábado, 13 de novembro de 2021

JORNALISTA CRISTIANA LÔBO MORRE AOS 64 ANOS: FAMOSOS LAMENTAM E PRESTAM HOMENAGENS

Por Gshow — Rio de Janeiro

Ana Maria Braga e Patrícia Poeta falaram sobre a comunicadora e, nas redes sociais, jornalistas se despediram da colega e amiga; reveja ainda participações de Cristiana em programas da Globo.

Cristiana Lôbo morre aos 64 anos — Foto: TV GLOBO / Zé Paulo Cardeal

A jornalista e colunista de política Cristiana Lôbo morreu nesta quinta-feira, 11/11, aos 64 anos. Comentarista da GloboNews e colunista do g1, ela lutava contra um câncer e estava internada em São Paulo para tratar uma pneumonia. Cris deixa o marido Murilo, os filhos Bárbara e Gustavo e os netos Antônio e Miguel.

A notícia deixou fãs e famosos comovidos nesta manhã. No comando do Mais Você, Ana Maria Braga prestou sua homenagem à comunicadora.

Ana Maria Braga lamenta a morte de Cristiana Lôbo
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Ana Maria Braga lamenta a morte de Cristiana Lôbo

"Pra mim, além de uma jornalista, colunista de política, era uma das mulheres mais íntegras, amiga, era gostoso de conversar com ela, ela tinha um carinho... Sinto muito, mesmo, por essa perda. Você vai fazer muita falta nos nossos corações", disse Ana Maria Braga.

Patrícia Poeta e Manoel Soares também falaram sobre a colega no Encontro e mostraram algumas homenagens de famosos e colegas nas redes sociais.

'Encontro' lamenta morte de Cristiana Lôbo
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'Encontro' lamenta morte de Cristiana Lôbo

"Vou falar de uma colega de trabalho que foi também uma amiga, uma pessoa que eu admirava demais. Todo o nosso carinho para a família, para os amigos da Cris, e também para os nossos colegas e amigos do g1 e da GloboNews", comentou Patrícia.

"Ela fez com que política ficasse mais fácil pra gente", comentou Marcelo Serrado, que foi um dos convidados do "Encontro".

Nas redes sociais, colegas deixaram registrado o carinho e admiração por Cristiana

Miriam Leitão falou sobre a importância da jornalista — Foto: Globo

Miriam Leitão falou sobre a importância da jornalista — Foto: Globo

Veja algumas participações de Cristiana Lôbo em programas na Globo

Lillian Witte Fibe, Lucia Hippolito, Jô Soares, Ana Maria Tahan e Cristiana Lôbo eram "As Meninas do Jô" — Foto: Globo/ Zé Paulo Cardeal

Lillian Witte Fibe, Lucia Hippolito, Jô Soares, Ana Maria Tahan e Cristiana Lôbo eram "As Meninas do Jô" — Foto: Globo/ Zé Paulo Cardeal

Em 2016, Cris Lobo foi uma das convidadas por Jô Soares para debater a política do país no quadro "Meninas do Jô", por onde também passaram nomes como Natuza Nery, Andréia Sadi, Flávia Oliveira, Zileide Silva, Sonia Racy, Mara Luquet, Vera Magalhães, Cristina Serra, Lillian Witte Fibe, Lucia Hippolito, Mariliz Pereira Jorge, entre outras grandes jornalistas políticas.

Lillian Witte Fibe, Lucia Hippolito, Jô Soares, Ana Maria Tahan e Cristiana Lôbo — Foto: Globo/ Zé Paulo Cardeal

Lillian Witte Fibe, Lucia Hippolito, Jô Soares, Ana Maria Tahan e Cristiana Lôbo — Foto: Globo/ Zé Paulo Cardeal

Cristiana Lôbo acompanha a política brasileira desde 1982
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Cristiana Lôbo acompanha a política brasileira desde 1982

Ana Maria Tahan, Cristina Serra, Cristiana Lôbo e Lilian Witte Fibe são as Meninas do Jô
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Ana Maria Tahan, Cristina Serra, Cristiana Lôbo e Lilian Witte Fibe são as Meninas do Jô

Novidade: alteração nas regras da pensão por morte e dos direitos das domésticas: No 'Mais Você', Cristiana Lôbo ajuda a entender as mudanças
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Novidade: alteração nas regras da pensão por morte e dos direitos das domésticas: No 'Mais Você', Cristiana Lôbo ajuda a entender as mudanças

Relembre ainda como foi a estreia da jornalista no 'Jornal das Dez' e saiba mais sobre sua vida e carreira

Estreia de Cristiana Lôbo no Jornal das Dez (1997)
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Estreia de Cristiana Lôbo no Jornal das Dez (1997)

- Nascida em 18 de agosto de 1957, em Goiânia, Cristiana dos Santos Mendes Lôbo se formou em jornalismo na Universidade Federal de Goiás.

- O sonho era ter um programa de música no rádio. Mas foi no jornalismo político que se destacou, sendo referência para muitas jornalistas que seguiriam seus passos e exemplo.

- Começou a carreira cobrindo a política do estado de Goiás, até se mudar para Brasília. Em quase 40 anos de carreira, cobriu diversos governos.

Cristiana Lôbo teve uma carreira brilhante no jornalismo político — Foto: TV GLOBO / Sérgio Seiffert

Cristiana Lôbo teve uma carreira brilhante no jornalismo político — Foto: TV GLOBO / Sérgio Seiffert

- Quando entrou para o jornal "O Globo", em 1979, foi repórter setorista de diferentes pastas, como a do Ministério da Saúde, onde viu ser criada a carteira de vacinação, e a de Educação, mas especializou-se mesmo na cobertura política.

- Em 1984, Lôbo cobriu as primeiras eleições diretas no país. “Foi ali que aprendi que você tem de trabalhar de manhã até a noite. E nunca larguei disso”, contou em entrevista ao site "Memória Globo".

Conheça mais sobre a história de Cristiana Lôbo  — Foto: TV GLOBO / Zé Paulo Cardeal

Conheça mais sobre a história de Cristiana Lôbo — Foto: TV GLOBO / Zé Paulo Cardeal

- A estreia na televisão foi na GloboNews, em março de 1997. Passou a integrar o time de comentaristas do "Jornal das Dez", analisando os principais fatos da política e os bastidores do poder.

- Comandou o programa "Fatos e Versões", participou de coberturas especiais e marcou presença em quase todos os telejornais do canal, onde estava até hoje.

- Além do trabalho na GloboNews, Cristiana Lôbo também escrevia para um blog de política no g1.

Cristiana Lôbo trabalhava na GloboNews e no g1 — Foto: Globo/ Pedro Paulo Figueiredo

Cristiana Lôbo trabalhava na GloboNews e no g1 — Foto: Globo/ Pedro Paulo Figueiredo

    Vídeos para você

    Encontro com Fátima Bernardes

    'Encontro' lamenta morte de Cristiana Lôbo

    https://gshow.globo.com/tudo-mais/tv-e-famosos/noticia/jornalista-cristiana-lobo-morre-aos-63-anos-famosos-lamentam-e-prestam-homenagens.ghtml


    sexta-feira, 12 de novembro de 2021

    ESCRITOR APODIENSE ALUÍSIO BARROS CONCORRE AO PRÊMIO JABUTI 2021

     *Com informações da Rádio Difusora de Mossoró

    Imagem: reprodução.

    Concorrendo no eixo Inovação – Fomento à Leitura, a coletânea de textos “Diários de Emergência Covid19”, com a participação do professor e poeta apodiense, radicado em Mossoró, Aluísio Barros, é um dos finalistas do Prêmio Jabuti 2021, o prêmio literário mais importantes do país.

    Publicados no Jornal Literatura Comunica entre março de 2020 e março de 2021, os “Diários” reúnem narrativas de 63 brasileiras e brasileiros de diversas regiões do Brasil e no exterior, dentre eles o de Aluísio, que, inclusive, abre a coletânea.

    Segundo a responsável pelo projeto, Cynthia Rachel Pereira Lima “a produção foi inspirada na literatura de testemunho de urgência de Lima Barreto, Anne Frank e Carolina de Jesus. Escrever, compartilhar, ler esses diários criou uma comunidade afetiva em torno da experiência da Pandemia que agora recebe o selo finalista do Jabuti”.

    Confira a lista completa dos finalistas do Prêmio Jabuti no site: https://www.premiojabuti.com.br/10-finalistas/

    Confira o “Diário” de Aluízio Barros e os demais:

    https://literaturacomunica.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Jornal-Literatura-Comunica_Ano_02_n04-Brasil.pdf

    Aluísio Barros de Oliveira nasceu em Apodi – RN, em 1959. É poeta e professor de literatura brasileira e africana de língua portuguesa, na Faculdade de Letras e Artes, da UERN. Atuou nos jornais O Mossoroense, Gazeta do Oeste e Jornal de Fato. É mestre em literatura comparada, pela UFRN. Já publicou os seguintes livros: Pássaro oculto (1981), Canção fora de tom & outros poemas (1986), Anjo torto (1993), Não toque, Alice (2001) e Dos Amores Que Beiram os Meus Caminhos (2013). É sócio efetivo do Instituto Cultural do Oeste Potiguar – ICOP e da Academia Apodiense de Letras – AAPOL

    https://fatosdeapodi.blogspot.com/2021/11/escritor-apodiense-aluisio-barros.html?fbclid=IwAR0lYiUohCQgmdI6NSi8qkgAA4cdcgUw1QLZ47p7MH5sF35d-nTn3asUvjE

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    LIVROS!

     Por Jose Irari

    Olá, amigos do cariri cangaço!! Alguns bons livros adquiridos recentemente. Recomendo aos estudiosos e pesquisadores da literatura cangaço e nordeste. Abraço fraterno amigos.











    https://www.facebook.com/

    Vejam se o professor Pereira os têm em sua livraria e solicite-os através deste g-mail:

    franpelima@bol.com.br

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    CINEMA E CARTOLA

     Clerisvaldo B. Chagas, 12 de novembro de 2021

    Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

    Crônica: 2.612

    Acho que o pipoqueiro não durou tanto tempo assim na porta do Cine Alvorada, em Santana do Ipanema. E em porta de cinema, dificilmente falta a pipoca cheirosa e quentinha ou da tradicional ou da moderna chamada de pipoca de isopor. Mas a época não era de pipoca. Um cidadão chegado à cidade começou a vender alguns preparados entre a porta de entrada e a bilheteria. O cheiro invadia a rua, mas também penetrava as narinas dos mais quietos espectadores do interior do cinema, na hora do filme. Alguns não resistiam e nem deixavam a fita terminar, abandonavam tudo e corriam para um lanche. “E que negócio é esse que cheira tanto, meu amigo?”  E o homem respondia: “É paio?” “E o que diabo é paio?” “Um tipo de linguiça do Rio Grande do Sul.

    Algum tempo depois o paio foi substituído por novo aroma que também provocava frenesi no cinema de luxo lotado, do meu padrinho Tibúrcio Soares. “Você quer matar o povo pela barriga, meu senhor? Que cheiro medonho é esse?” “Cartola, já ouviu falar?” “Não”. Lembro tudo isso porque estou no momento me deliciando com uma cartola tradicional. Coloca-se ovos na frigideira mais uma camada de queijo e mais uma terceira camada de banana fatiada. Com manteiga... Irresistível, deliciosa e saudável até para diabéticos. E se o que vale para o passado voga para o presente, para que perder tempo pensando, na cozinha!

    O Cine Alvorada foi marco importante na pacata e progressista Santana do Ipanema, onde não havia tantas diversões assim. Lugar de se divertir, namorar e matar o tempo, o Alvorada era uma das melhores coisas da cidade ao lado do futebol aguerrido do Ipanema no Bairro Camoxinga. Infelizmente a grande decisão do comerciante e empresário Tibúrcio, em construir o Alvorada, estava bem perto do limiar das diversões em casa e, o cinema decorado com motivos regionais, não durou tanto tempo assim. Seu edifício descaracterizado continua servindo o povo santanense como casa comercial também de luxo. Mas a saudade da pipoca, do paio, da cartola do senhor José Gomes, continua cheirando através dos tempos atuais na mente dos que narram os fatos inolvidáveis da terrinha.

    CINE ALVORADA (FOTO: B.CHAGAS).


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    FURNA DE LAMPIÃO

     Por Giovane Gomes

     

    Localizada na Serra do Cruzeiro em Tacaratu-PE , essa caverna foi um dos muitos coitos seguros de Lampião e seu bando na região. O casal de cangaceiros Moreno e Durvinha também acamparam por meses nesse local, quando ela estava gestante de Inácio, o primeiro filho do casal.

    https://www.facebook.com/groups/414354543685373/?notif_id=1636722646489579&notif_t=group_invited_to_group&ref=notif

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    CHOCALHOS DOURADOS DE LAMPIÃO

    Por José Mendes Pereira

    A inveja está presente em todas as classes sociais, e até mesmo em todas as espécies de animais, que quando um ver outro capturar uma presa, quer tomar de imediato, como se dissesse: “- Você pegou, mas é meu!”. E parte para o ataque do toma. 

    Se você observar o comportamento de um animal, por exemplo, uma rês, que geralmente tem ao seu lado uma amiga ou amigo, o ciúme está presente, que não quer nem que outra rês fique perto do amigo ou da amiga. E assim caminha os seres vivos completamente tomados pelo ciúme. 

    A inveja nasce até mesmo por coisas que não têm valor nenhum. E o ser humano é assim mesmo, pior do que os animais. Inveja até o lugar que o outro se senta, se deita, frequenta...

    O difícil é saber o que leva um sujeito ter inveja de um simples objeto chamado chocalho, que só serve mesmo para ser colocado no pescoço de uma rês, e com o seu som, indicar ao vaqueiro em que direção está ruminando o animal. 

    Mas, todos os chocalhos de fabricação artesão são dourados. Chocalhos são preparados com chapas comuns, e em seguida, eles passam por um banho de metal ou cobre, e a sua finalidade é para formar o som. Ele feito sem esta cobertura, não dará som de forma alguma.

    Como são preparados: Faz-se o chocalho com chapas de ferro comum, usa-se a chapa 20. Em seguida, cobre-se  com barro de várzea molhado. Coloca-se pedaços de casca de bala ou cobre dentro do chocalho. Coloca-se pó, chamado de oxidante. Leva-se ao fogo. Tem que ficar em pezinho dentro do fogaréu, do contrário, derramará o oxidante e o cobre. Quando o cobre dilata causado pela temperatura do fogo, ele sobe pelas abas do chocalho e derrama entre o barro e o chocalho, porque com a quentura do fogo, o barro desprendeu um pouco do flande, deixando fendas por onde o cobre irá cair dentro. Então, o chocalho agora tem som quando badalado.  

    Eu afirmo isso, não por ter trabalhado fabricando chocalhos, simplesmente porque, quando eu tinha serralheria, um ferreiro fazia isso na minha oficina, mas todos eram dele. Apenas usava as minhas ferramentas para este fim. 

    Mas ainda não entendi a inveja do fazendeiro Zé Saturnino com os chocalhos de Virgolino Ferreira da Silva o futuro capitão do Lampião. Chocalhos novos são dourados sempre.

    O historiógrafo e pesquisador do cangaço Rostand Medeiros escreveu o que segue sobre a grande inveja do fazendeiro José Saturnino, que teve dos Chocalhos dos animais dos filhos de seu José Ferreira da Silva, pai dos famosos cangaceiros Lampião, Antonio, Livino e Ezequiel.

    Rostand Medeiros

    Vamos apreciar o que diz ele:

    Ferreiras e Nogueiras eram vizinhos. Um parente dos Nogueiras José Saturnino se mostrou “despeitado” quando viu que o gado dos Ferreiras andava na caatinga com uns chocalhos bonitos, dourados, comprados em Juazeiro do Norte, no Ceará. Até então, todos os chocalhos que chegavam à fazenda Serra Vermelha eram negros e sem graça. No sertão, onde o gado é criado sem cercado, o chocalho funciona como um meio de o vaqueiro localizar bois, vacas e cabras. Saturnino invejando, amassou o chocalho do gado dos Ferreiras, que perderam bois e vacas.

    Para não ficarem por baixo os Ferreiras deram o troco, amassando chocalhos do seu gado. Saturnino não gostou; capou o cavalo de Virgulino. Virgulino cortou os rabos das vacas de Saturnino. A briga cresceu e o juiz de Vila Bela obrigou os Ferreiras a se mudarem. Foram morar no distrito de Nazaré, hoje Carqueja, com uma condição; nem visitavam Serra Vermelha, nem Saturnino entrava em Carqueja. Mas José Saturnino quebrou o acordo e os Ferreiras não gostaram.

    Começaram a fazer arruaças em Carqueja. Foram obrigados a se mudar, desta vez para Alagoas, onde um amigo de Saturnino, a pedido deste, matou o pai de Virgulino e feriu um irmão. Virgulino decidiu vingar-se.

    Integrou-se ao bando do cangaceiro Sinhô Pereira e depois começou a agir por conta própria, com seu próprio bando. Seu poder cresceu, ele passou a ser temido até pelos governadores.

    Em 1926, chegou a propor ao governo de Pernambuco dividir o Estado em dois: à capital caberia a administração do litoral, enquanto ele reinaria sozinho, no Sertão. De cangaço em cangaço, Lampião terminou por ter a cabeça colocada a prêmio por 50 contos de réis.

    Em 1938, seu bando foi desarticulado, ele e seus companheiros foram degolados e suas cabeças exibidas em praça pública.

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    CANGAÇO: LARANJEIRA - BIOGRAFIA RESUMIDA

     Por Fatos na História

    https://www.youtube.com/watch?v=apnweHKktIM&ab_channel=FatosnaHist%C3%B3ria

    O Cangaceiro Laranjeira (ou "Manoel Laranjeira") era pernambucano e integrava o bando de Antônio Matilde, que se juntou ao primeiro bando de Lampião no início da década de... 

    Referências: "Cangaceiros de Lampião de A a Z", de Bismarck Martins de Oliveira Fotos: Genésio Gonçalves

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    CANGAÇO: EMILIANO NOVAES - BIOGRAFIA RESUMIDA

     Por Fatos na História

    https://www.youtube.com/watch?v=xihNy0nTDvs&ab_channel=FatosnaHist%C3%B3ria

    ...era um jovem fazendeiro e comerciante pernambucano, quando, (supostamente) motivado pela perseguição de uma volante à sua família (com a alegação de que eram coiteiros), resolveu se juntar ao bando de Lampião... 

    Referências: "Cangaceiros de Lampião de A a Z", de Bismarck Martins de Oliveira Fotos: "Jornal do Recife" - 22/08/1928

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