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terça-feira, 9 de agosto de 2022

LIVROS

 Novidades literárias que estarão na ´latada´ do "Cariri Cangaço Piranhas - 2022"

"Lampião e Benjamim Abraão - Uma das mais importantes reportagens fotográficas dos últimos tempos" de Angelo Osmiro Barreto.

O historiador, pesquisador e escritor Angelo Osmiro Barreto, nos brinda a todos com mais um importante trabalho literário saído da sua talentosa lavra.

Publicação com o prestigioso selo da Editora Sebo Vermelho, de Natal, RN. Adquira entrando em contato com o autor: (85) 99987-1646

Ângelo Osmiro, entre inúmeras outras atribuições, é presidente do insigne Grupo de Estudos do Cangaço do Ceará - GECC.

"Manoel Neto no rastro de Lampião"de Leonardo Ferraz Gominho.

Interessado? Pode enviar mensagem via zap (82) 99949 - 9831R$ 60,00 (incluso correio), pagamento por PIX ou depósito em conta corrente Banco do Brasil ou Caixa Econômica.
 

“Lampião e a aliança de Gonzaga”Novo livro de Valdir Nogueira

No alvorecer do dia 20 de outubro de 1922 a pacata cidade de São José do Belmonte teve a sua paz abalada ante a invasão e um massacre impiedoso, impetrado por um bando de cangaceiros que tinha como objetivo específico dar um fim a vida do industrial e bem sucedido coronel Luiz Gonzaga Gomes Ferraz. Envolvendo as duas tradicionais famílias do lugar, Pereira e Carvalho, esse triste episódio por muito tempo permaneceu velado na cidade, deixou cicatrizes profundas. Até hoje, há quem se emocione ou evite falar sobre o fato que espalhou sangue e dor pelo município.

Assim como outros pesquisadores, desvendando mistérios, Valdir Nogueira, tenta elucidar, através dessa sua nova obra literária, a grande trama que foi o cruel assassinato, daquele que tentou desenvolver São José do Belmonte: Luiz Gonzaga Gomes Ferraz, empresário ousado e empreendedor, um homem que ascendeu socialmente por esforço próprio, e que, infelizmente, teve a sua vida ceifada pelas balas assassinas do famigerado banditismo.

Sobre o novo livro de Valdir comentou o historiador e escritor Sérgio Augusto de Souza Dantas, prefaciador da referida obra:

“O presente trabalho chega em excelente hora. Pretende o autor – e o consegue com êxito – analisar devidamente um dos icônicos eventos protagonizados por Lampião, quando ainda incipiente chefe de grupo de cangaceiros e recém egresso da confraria capitaneada pelo célebre Sebastião Pereira, o “Sinhô”. Sem dúvida, cuida o presente trabalho do mais ousado episódio do início da carreira do hoje famoso cangaceiro pernambucano. Evento importante, mas que tem sido repetidamente desconsiderado pelos estudiosos do controvertido personagem. O assalto a Belmonte e o consequente assassinato de importante figura política do lugar – não nos custa destacar – são marcos em sua turbulenta vida de crimes. Será através destas duas ações que o apelido “Lampião” se consolidará em definitivo pelos sertões”.

A apresentação é do artista plástico Manuel Dantas Vilar Suassuna, e Orelha do historiador e escritor Igor Cardoso, ora editado sob a chancela do Centro De Estudos De História Municipal - CEHM, que promete trazer luz a um dos mais polêmicos episódios do cangaço, que no dia 20 de outubro do corrente ano completará 100 anos.

Para adquirir entre em contato com o autor pelo (87) 99652-9650

"Lampião: a construção de um mito" ; de Maria Otilia Souza.


 

Nesta obra, da  professora e escritora capelense Maria Otília Cabral Souza, que tem apresentação do ilustre Dr. Manoel Severo, curador do Cariri Cangaço; a autora aborda a criação da imagem de Lampião como elemento simbólico do Nordeste, e por esse viés semiótico mostra os elementos que influenciaram esse processo, a exemplo da fotografia e seu caráter simbólico na construção e perpetuação do mito Lampião, a literatura de cordel como gênero épico na construção do herói popular, a visão midiática que o cinema propõe e sua postura crítica, a visão romanceada do herói bandido no romance e na música e por último, o papel da cultura de massa na descaracterização de Lampião.

Segundo a autora, "O desejo de transformar pessoas complexas e lendárias como Lampião em imagem símbolo torna-se cada dia mais forte, e na fronteira entre o passado e o presente quando impera o desconhecimento predomina a necessidade de reinventa-lo. Não importa ser, importa parecer. É nesse momento que o passado histórico doloroso se perde ancorado em novas interpretações. Destroem-se os valores históricos e se refaz uma nova imagem de Lampião. Ele se transforma em um produto de consumo exótico, extravagante e deixa para trás sua história, sua verdade.

Nesta obra a autora dá relevante destaque a dois importantes episódios de Lampião em Capela. História que há mais de 90 anos encontrava -se esquecida.

Após árdua tarefa de compilar informações, dirimir dúvidas, filtrar narrativas passadas, na incessante busca da verdade comparada, procurou narrar com extrema fidelidade fatos já conhecidos e vários outros inéditos com riqueza de detalhes e registros fotográficos desses dois episódios: Uma entrada inesperada em 1929 e uma tentativa frustrada em 1930 graças a coragem dos capelenses que lutaram com heroísmo em defesa da cidade.

A obra está à venda ao preço de R$ 50,00 + R$ 13,00 = 63,00 para qualquer parte do Brasil. Pix (79) 9 9909-6309.

"Quem Matou Delmiro Gouveia?"de Gilmar Teixeira.

 

A obra que está em sua segunda edição, traz um dos mais polêmicos episódios do começo do século passado, quando o um dos mais ousados empreendedores da história do nordeste, o cearense de Ipu, Delmiro Gouveia é alvejado a bala na varanda de seu chalé, no final da tarde, na localidade de Pedra, atual Delmiro Gouveia.

O livro é uma verdadeira odisseia na busca da elucidação dos fatos, confrontando depoimentos e notícias da época, rastreando fatos que passaram despercebidos quando ainda no calor dos acontecimentos. Vale a boa leitura e o conhecimento dos registros. Agora é esperar o lançamento do livro de Gilmar Teixeira e colocar mais lenha na fogueira das "mentiras e mistérios" das histórias do nordeste.

Para adquirir entre em contato com o autor pelo (75) 99199-1601

http://lampiaoaceso.blogspot.com/2022/07/saindo-do-forno.html

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BEXIGA LIXA

 Clerisvaldo B. Chagas, 9 de agosto de 2022

Escritor Símbolo do sertão Alagoano

Crônica: 2.748

 

Já abordamos esse assunto há muito, mas com o surgimento da Varíola do Macaco, vamos voltear. No final dos anos 50 para os anos 60 a varíola surgiu aqui no sertão de Alagoas. O povo mais humilde chamava a doença de bexiga, o que já estava acostumado a xingar as coisas com esse e o nome peste. As pessoas ficavam completamente pintadas, com ênfase para os indivíduos negros. Quase sempre a bexiga era caso certo de morte, então, os doentes eram levados para o rio Ipanema, a cerca de 3 km da cidade rio acima, onde havia uma loca e ali era depositada a pessoa que ficava à mercê da Natureza. A comida levada pelos familiares era empurrada para dentro da “loca dos bexiguentos” com uma vara, segundo os mais velhos.

Depois chegou à vacina que também era aplicada nas escolas. Do produto não temos lembrança, mas o procedimento da vacina era aplicado com uma pena de escrever, no braço, o que deixava uma marca para sempre, pois eram feitos arranhões na pele que deixavam a cicatriz. Diziam que a doença pegava pelo vento, daí, contato com o doente apenas quando a pele do infectado estivesse completamente murcha daquelas manchas róseas que pintavam todo o corpo da vítima. O sertanejo costumava xingar as pessoas e coisas com os nomes: peste, doença do rato e bexiga lixa. Portanto parece ter sido um castigo divino contra esses impropérios bárbaros. Aliás, o nome “peste”, é o mais citado do Brasil pelos alagoanos em momentos de ira.

Como dizem que a moda sempre estar voltando, a doença parece também possuir os seus ciclos. A Varíola do Macaco é a cópia da varíola dos anos 60, pelo menos externamente. Quanto à vacina ainda não foi divulgada e se foi não teve a ênfase merecida. Só não acreditamos que iremos voltar a usar no braço a aposentada pena de fazer caligrafia.

Continua no leito do rio Ipanema, no chamado poço Grande ou poço do Boi, a loca dos bexiguentos e que outros dizem tratar-se de uma pirâmide alienígena. A loca fica na parte inferior da pirâmide vigiada por urtigas e marimbondos em tempo de estio. Ilhada pelas águas barrentas do Panema, em tempo de cheias.

PEDRA DOS BEXIGUENTOS EM 2006 (FOTO: B. CHAGAS/LIVRO 230).

http://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2022/08/bexigalixa-clerisvaldob.html

COMUNICADO

Por Benedito Vasconcelos Mendes


O Curador do MUSEU DO SERTÃO, Professor Benedito Vasconcelos Mendes comunica aos Diretores(as) de escolas do ensino infantil, fundamental, médio e superior e aos professores em geral, que as inscrições para a visita ao acervo do museu estarão abertas no período de 20 de julho a 20 de agosto do corrente ano (2022), através do WhatsApp (84) 99972-2139 e do e-mail beneditovasconcelos@gmail.com.

Comunicamos também que a entrada é 1 Kg de alimento não perecível, por pessoa, que deve ser entregue diretamente no LAR DA CRIANÇA POBRE DE MOSSORÓ, dirigido pela Irmã Ellen Scherzinger, localizado atrás da igreja de Nossa Senhora de Fátima, no conjunto Abolição II.

Cada instituição educacional (escola, colégio ou faculdade) deve fornecer uma lista com os nomes e faixa etária dos alunos, que deve ser entregue no Museu do Sertão, juntamente com o comprovante de recebimento dos alimentos pela Irmã Ellen.
DADOS IMPORTANTES:

1. DIA DA VISITA: 27 de agosto de 2022 (sábado).
2. HORÁRIO: 7:00 ás 11:00 horas.
3. ENDEREÇO: Museu do Sertão, estrada da Alagoinha, a 4 quilômetros de Mossoró. 4. LOCALIZAÇÃO: GPS: https://goo.gl/maps/hR7SCg7uRg7R441n7. 5.WHATSAPP: (84) 99972-2139.

6. E-MAIL: beneditovasconcelos@gmail.com

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segunda-feira, 8 de agosto de 2022

TIRO DE GUERRA DE MOSSORÓ - PARTE I

Por José Mendes Pereira - (Crônica 10)

Fonte da foto: Tiro de Guerra de Mossoró - jotamariatirodeguerra.blogspot.com

Meu amigo e irmão Raimundo Feliciano:

Se a Casa de Menores Mário Negócio foi para nós, um divertimento de bagunças sem prejudicarmos ninguém, igualmente foi o Tiro de Guerra de Mossoró, que nos divertíamos a cada momento, muito embora, lá não só foi flores, passamos por provas difíceis, recebíamos dos sargentos carões fortes, quando errávamos os passos nas marchas, e os treinos de guerra nas imediações do campo de futebol Estádio Manoel Leonardo Nogueira.

No ano de 1970, todas as madrugadas, de segunda à sexta, você e eu, saíamos da Casa de Menores Mário Negócio em direção ao Tiro de Guerra, para cumprirmos aqueles ensaios de guerrilheiros, administrados pelos sargentos: Moura, Everaldo e Gumercindo.

O sargento Moura (1º. sargento), alto, magro, de olhos azuis, de cor galegada, e mantinha a ordem com severidade, mas na verdade, quando estava apaisana, era uma boa pessoa, que nos atendia como se nós fôssemos seus amigos. Era encarregado da 1º. turma de atiradores e residia na sede do TG.

O sargento Everaldo (2º. sargento), era baixo, de corpo largo, moreno, irritado e bastante moralista. Pouco falava com nós, atiradores. Mas em outros momentos, era gente fina. Qualquer erro praticado por um recruta, já estava escalado para fazer faxinas no TG, limpando janelas, varrer a quadra, limpar banheiros etc. E um dos que mais fez aquele trabalho, sem dúvida, foi você. mano, Meia volta, volta e meia, você estava escalado para fazer faxinas. Mas você não deve culpar ninguém, merecia, devido as suas brincadeiras. O sargento Everaldo era encarregado da 2º. Turma.

O sargento Gumercindo (3º. sargento), este estava no começo da vida, com 25 anos de idade, e de estatura média, meio atlético, moreno claro, de voz grossa e lenta, amigo de todos os recrutas, e que algumas vezes, ele escondeu falhas de atiradores. Residia no antigo Grande Hotel em Mossoró. O sargento Gumercindo era encarregado da 3ª. turma de atiradores, sendo nós dois, comandados por ele, e que muitas vezes, se irritou com alguns recrutas, mas logo estava de bem com todos nós.

Certa feita, numa madrugada, já bem próximo ao final da conclusão das nossas prestações militares com o exército, saímos da Casa de Menores já atrasados, que deveríamos chegar ao TG antes das cinco horas da manhã. E de lá, nós sairíamos em caminhadas até o local em que treinávamos tiros ao alvo (Apara Bala), localizado no Abolição I. Quando nós chegamos ao TG todos os atiradores e dois sargentos já haviam seguido viagem, apenas o sargento Moura se encontrava lá. Assim que nos viu, ficou xingando, chamando-nos de dois grandes irresponsáveis, por termos chegado atrasados ao TG.

Como ele iria no jeep, levando os fuzis, balas e outros equipamentos, para os nossos treinos, eu pedi que nos levássemos, já que a pé nós não chegaríamos tão cedo. 

O sargento Moura foi curto e grosso, dizendo que não nos levava, porque os outros atiradores haviam caminhado cedo para o locar de treino, e nós, usando irresponsabilidades, àquelas horas, ainda estávamos no terreiro do Tiro de Guerra. E sem mais dizer nada, ligou o jeep, e deu partida em direção ao ponto de treinamento.

Eu gritei, insistindo, pedindo-lhe que nos levássemos no jeep até ao local de treino. Como ele e os outros sargentos já viviam irritados com você, devido o seu péssimo comportamento, a resposta que ele me deu, que me levava, mas o 138, você, não iria no jeep de jeito nenhum.

Como nós morávamos na mesma casa, e eu, não querendo deixar você para trás, respondi-lhe que, se ele não te levasse, eu não iria com ele. Ciente de que eu não iria, novamente deu partida no jeep. Mas ele se arrependeu. Andou muito pouco, rendendo-se, e em seguida gritou, nos chamando para irmos com ele.

O sargento Moura era professor de Educação Física no Colégio Diocesano, e iria passar lá, para comunicar aos dirigentes que, àquela manhã, não iria dar aulas aos alunos, porque estava indo para os treinos do Tiro de Guerra.

Nós caminhávamos pela rua dos fundos do colégio, e lá, ele desceu, nos dizendo, que iria até a secretaria do colégio, para fazer o comunicado da sua ausência naquele dia, recomendando-nos que logo voltaria da secretaria.

Assim que ele desceu e abriu o portão do colégio, nos recomendou, que uma porção de vacas que ruminava por ali, nós não a deixássemos entrar no quintal do colégio. Mas quando ele desapareceu da nossa vista o gado fez carreira e entrou na garra e na marra, sem que nós pudéssemos evitar aquela invasão do rebanho.

Ao sair do colégio e ao ver o rebanho de gado dentro do cercado, que na época era cerca, o sargento esbravejou, e quase nos engole, exigindo que nós colocássemos todos os animais para fora das dependências do colégio. Sem outra solução, fomos obrigados a correr atrás dos animais, e sem muitos esforços, finalmente, conseguimos expulsá-los de lá. 

Mas o pior, foi o castigo que recebemos lá no treino. Você Raimundo Feliciano, teve que passar várias vezes em uma cerca de arame farpado, rastejando, e do outro lado, um cocô de vaca estava te esperando, deixando-lhe todo sujo e fedorento.

Os sargentos te marcavam, porque você não deixava ninguém quieto. Era um verdadeiro capeta. Foi uma grande sorte ter terminado o serviço militar em Mossoró, porque, você foi condenado várias vezes para ser mandado para a tropa em Natal.

Eram 64 pontos de faltas que nós tínhamos direito, e agradeça de coração, que mesmo você dando trabalho aos patenteados, muitas vezes, consideraram a sua ausência, aliás, quase todas as suas faltas foram causadas pelo seu péssimo comportamento, mas sem prejudicar a ninguém, apenas irritava os sargentos.

Aquela repartição militar nos deixou saudade! 

O Tiro de Guerra de Mossoró já era para possuir uma sede grande. Mossoró não é mais aquela cidade criança. Tomara que isso aconteça. Até imagino um lindo prédio fora do centro da cidade.

Minhas Simples Histórias

Se você não gostou da minha historinha não diga a ninguém, deixa-me pegar outro. Mas se gostou, diga aos seus amigos para que eles a conheçam também.

Se você gosta de ler histórias sobre "Cangaço" clique no link abaixo:

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ALERTA AO LEITOR E LEITORA!

Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, não deixa ele te pedir desculpas, desculpa-o antes, porque faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional, você poderá ser vítima. As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo em um caixão. Você pode não conduzir arma, mas o outro, poderá ter uma maldita matadora, e ele poderá não perdoa a sua ignorância. Depois não diga que eu não lhe avisei.

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O CAPITÃO LAMPIÃO VAI CHEGAR!

 Por José Mendes Pereira - (Crônica 06)

O lugarejo todo já tinha sido informado que o sanguinário e perverso Virgolino Ferreira da Silva o capitão Lampião estava para chegar. O cangaceiro não tinha dó de ninguém, e cada indivíduo, tomasse um lugarzinho para se proteger dos absurdos que ele praticava. Intimidava o sujeito só com um grito. Enfiava seu punhal com mais de 80 centímetros pela clavícula do marcado para morrer, rasgando todo o intestino, e atirava sem escolher quem, só para ver a queda do infeliz.

O vigário da pequena capela do vilarejo celebrava a missa, mas não temia a sua chegada, porque Lampião não batia e nem matava padre. O seu medo, era que, além de bater nos fiéis da igrejinha, ele poderia levar todo o dinheiro que arrecadara no momento da missa.

O dono de uma pequeninha lanchonete precisava se ausentar do seu comércio, e ao sair, disse ao seu empregado:

- Eu tenho que resolver algumas coisas na feira, e talvez eu não volte mais hoje. Se você ouvir falar que o capitão Lampião está no lugarejo, dê por encerrado o movimento de fregueses. Cuida logo de baixar as portas, e não se demore, faça fiapo em busca de casa. O capitão Lampião não tem nem um tico de dó de ninguém, e o melhor mesmo é prevenir, para não passar por vexames. O que a gente sabe o que ele faz por aí, não evitará de fazer também aqui no nosso vilarejo.

- Sim senhor! - Respondeu o empregado.

Mas assim que o dono da lanchonete saiu, infelizmente, chegou pelas laterais da lanchonete um homenzarrão usando chapéu de couro, um facão, uma espingarda e um enorme bornal. O suposto cangaceiro parecia o "king Kong", barbudo, braços grossos, de voz assustadora. Chegara montando numa égua brava. Mas ela parecia temê-lo, e ficou quietinha em seu lugar. Nem precisou ser amarrada. E foi aquela correria. Mulheres, meninos, e até os homens estavam nervosos.

E alguém que já corria pelas avenidas com medo, desesperadamente, gritava:

- Pelo amor de Deus, gente, corra que o capitão Lampião já está no nosso vilarejo! E traz nas mãos, um facão, uma espingarda e um enorme bornal cheio de balas.

Um velho sapateiro que cochilava em uma espreguiçadeira de frente à rua, ao ver o suposto capitão Lampião, ficou morrendo de medo, e ao se levantar, caiu lá embaixo da calçada. E assim que ficou em pé, tentou correr, mas caiu desmaiado.

Um comerciante ambulante que vendia miudezas em uma bicicleta, ao correr, perdeu todas suas bugigangas, restando-lhe apenas em seu poder, a bicicleta, que logo cuidou de montar, e, rapidamente, mesmo desajeitado, entrou de mata adentro pedalando.

Os homens do vilarejo não esperaram por nada, e não quiseram saber nem um pouco do capitão Lampião, entraram de mata adentro.

O dono de um barzinho de pinga, no alvoroço, querendo se salvar das enormes mãos do cangaceiro, enrolou-se a uma cadeira ginga-ginga, e foi ao chão. E ao levantar a vista, viu o valentão entrando com seus passos longos e desajeitados, e foi logo de encontro a ele, gritando com um assustador vozeirão:

- Me dá uma cachaça aí logo, sua peste!

E lá se veio o homem correndo com a garrafa de cachaça nas mãos. Caso demorasse a servi-lo, poderia pagar caso para ele.

O suposto capitão Lampião não esperou que o empregado abrisse a garrafa. Arrebatou-a das suas mãos, quebrou o gargalho sobre o balcão, e bebeu tudo de uma vez só, nem ligou para pedaços de vidro.

O comerciante já havia dito a Deus que iria devolver o seu espírito, pois diante daquele homenzarrão, já sabia qual seria o seu caminho.

- O senhor quer outra! - perguntou o empregado procurando agradá-lo, já se desmanchando em urina e outras coisas estranhas.

- Não, peste! A que eu tomei já é o suficiente! – Dizia ele com a cara de mal.

O homenzarrão saiu do bar, cuspiu fortemente, pigarreou, pôs uma enorme marca de fumo na boca, sempre observando o espaço prum lado e pro outro, montou-se na sua égua brava, e antes de sair, o comerciante perguntou-lhe:

- O senhor é Virgolino Ferreira da Silva, o capitão Lampião?

- Por que sua peste, me pergunta isto?

- É porque nos jornais de hoje publicaram que o capitão Lampião já entrou no lugarejo, e com certeza, irá decepar muitas cabeças de quem é morador daqui. Ele não deixa um vivo, degola todos! E vem com uma grande quantidade de marginais...

- O que me diz? - perguntou ele com espanto.

- Sim senhor...!

- Eu quero lá saber do capitão Lampião! Deus me livre eu encontrar com aquela peste! Deus me livre! - Dizia ele se benzendo.

E sem mais demora, o suposto capitão Lampião montou na sua égua, esporeou-a, e saiu rapidamente do lugarejo, com medo do capitão Lampião. Mas ao sair do bar, esqueceu de levar o bornal. Verificado o que carregava dentro dele, estava cheio de rolinhas, avoantes, asas-brancas, preás, Inhambus, papagaios,...

O tratamento de peste era com todos, assim falava o homenzarrão. Ele era apenas um veterano caçador, e não fazia mal a ninguém, só tinha tamanho e avantajado corpo. Medroso ao extremo.

Amigo leitor, é apenas uma brincadeirinha com o capitão Lampião. 

Minhas simples histórias.

Se você não gostou da minha historinha não diga a ninguém, deixa-me pegar outro. 

ALERTA AO LEITOR E LEITORA!

Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, não deixa ele te pedir desculpas, desculpa-o antes, porque faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional, você poderá ser vítima. As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo em um caixão. Você pode não conduzir arma, mas o outro, poderá ter uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância.

Depois não diga que eu não te avisei.

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FOTOS - CABRAS DO RIFLE DE OURO

 Reuni algumas fotos de cangaceiros que pertenceram ao bando de Antônio Silvino ou o acompanharam em alguns momentos. 

Importante ressaltar que Antão Godê chefiava um bando independente mas que se juntava com Antônio Silvino quando necessário. 

 

Os cangaceiros Luiz e os outros dois desconhecidos acompanhavam Godê e aparecem em fotos ao lado dele.

 Créditos para Guilherme Velame Wenzinger

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JOSÉ ONIAS DE CARVALHO - AS IMPRESSÕES DE UM REPÓRTER QUE ESTEVE NO ANGICO APÓS O MASSACRE

 Por Valdir José Nogueira de Moura

Como repórter, o belmontense José Onias de Carvalho, também fez a cobertura do Combate de Angico, em que morreram Lampião e mais dez cangaceiros. Sobre o ocorrido, ele narrou os fatos nas páginas 10, 11 e 12 do livro de sua autoria “Memórias de um Matuto Sertanejo”.
 

José Onias era primo legítimo de Antônio Alves de Carvalho Barros, o famoso Antônio da Umburana, membro dos "futuqués", assassinado em outubro de 1918 na Vila de São João de Campos, hoje Mirandiba, que naquela época era distrito de Belmonte.

José Onias no Porto da cidade de Piranhas, AL, quando embarcava para a Grota de Angico, para fazer a cobertura da morte de Lampião.

José Onias de Carvalho nasceu em Belmonte/PE no dia 16 de março de 1901, filho de Antônio Onias de Carvalho e Maria da Luz Onias de Carvalho. Foi prefeito de Propriá no Sergipe, deputado estadual por aquele estado e também por Alagoas, e 6 vezes deputado federal. 

 

Confira neste trecho do livro Memórias de um matuto sertanejo, a descrição da expedição.



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ALAGOAS

 Clerisvaldo B. Chagas, 8 de agosto de 2022

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 2.747

 PRAIA ALAGOANA (FOTO: ASSESSORITO VIAGENS)

“O vento, a chuva, as águas correntes e as ondas do mar promovem a desagregação das rochas pelo atrito ou pelos embates dessas forças em movimento. Além de contribuir para uma lenta destruição do relevo, como um abrandamento nas formas eriçadas, tais agentes mecânicos realizam transporte dos detritos para depositá-los adiante, em distâncias variáveis.

Chama-se Corrosão ou erosão eólica, aquelas realizadas pelos ventos.  Abrasão ou erosão marinha é produzida pelo mar. A erosão pluvial, é a das chuvas, fluvial a dos rios e glacial a dos gelos em movimento”. Inúmeras dessas ações naturais desenham os bastidores do litoral alagoano.  Seja no litoral norte ou no litoral sul do estado, a beleza está presente e classifica nossas praias entre as mais magníficas do mundo.

Os variados tipos de formações do litoral alagoano entram numa disputa típica dos humanos em que se pergunta: “qual a praia mais bonita de Alagoas?” Você sabe responder? Quem responde àquela indagação por certo tem a sua preferência baseada nas erosões, na sedimentação ou outros fenômenos que moldam a paisagem justamente como o usuário deseja. Praias com falésias, praias com arrecifes, praias com lagoas, com formações de dunas, com atóis, com restingas, com ilhas grandes ou pequenas... Onde está a formação almejada, encontra-se a praia mais bonita do estado. São justamente essas variadíssimas formações que se apresentam em nossa costa (menos a erosão glacial) que transportam Alagoas para o topo da beleza litorânea quase surrealista.

Uma praia rebaixada e arenosa sem nenhum outro acidente físico à vista, apenas areia e água, pode também ter seus encantos pelas águas límpidas, pelo fraco movimento das ondas, assim como as praias de Paripueira. Mas, visitar apenas uma praia de Alagoas é até um privilégio frustrante se pensarmos que falta conhecer 250 Km de outras praias do estado. Os diversos desenhos naturais do litoral alagoano são tão incríveis que muitos consideram um ESPANTO de tanta beleza. Estamos mostrando um roteiro a um amigo que almeja se aventurar por esse litoral no início da primavera. Boa viagem companheiro, pelo “Paraíso das Águas”.

Alagoas, estrela radiosa.


domingo, 7 de agosto de 2022

DESCULPEM-NOS!

 ESTAMOS COM DIFICULDADES PARA FAZERMOS AS NOSSAS POSTAGENS!

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sábado, 6 de agosto de 2022

IRMÃOS FERREIRA TRANSPORTAVAM MALACACHETA

   Por Aderbal Nogueira

Seja membro deste canal e ganhe benefícios: https://www.youtube.com/channel/UCG8-... As intrigas, a sobrevivência, o trabalho dos irmãos Ferreira.

https://www.youtube.com/watch?v=GVr1rehESq0&ab_channel=AderbalNogueira-Canga%C3%A7o

Para ajudar na reconstrução da casa do Poço do Negro faça sua doação pelo Pix (87)981201786 Identifique sua contribuição com o nome "Poço do Negro". Link desse vídeo: https://youtu.be/GVr1rehESq0

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JÔ SOARES ENTREVISTA FREDERICO PERNAMBUCANO DE MELLO - PARTE 3

 Por EscriturasEditora

https://www.youtube.com/watch?v=_GninCrRWjg&ab_channel=EscriturasEditora

Entrevista do historiador Frederico Pernambucano de Mello, com Jô Soares, sobre o livro 'Estrelas de couro: a estética do cangaço' (Escrituras Editora).

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A VOLANTE DE JOÃO BEZERRA ATACA A GROTA DE ANGICO E MATA LAMPIÃO

Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=mlZnoK6gj5M&ab_channel=AderbalNogueira-Canga%C3%A7o

Nesse segundo vídeo de nossa expedição pela Rota do Cangaço, acompanhados pelo pesquisador Jairo Luiz, vamos falar sobre o combate na Grota do Angico e algumas outras curiosidades. Música: Raso da Catarina (Rogério Franco) Seja membro deste canal e ganhe benefícios: https://www.youtube.com/channel/UCG8-...

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TIRINGA FALA DE LAMPIÃO E SATURNINO | CNL | 1135

 Por O Cangaço na Literatura

https://www.youtube.com/watch?v=hA8wDvaqbHM&ab_channel=OCanga%C3%A7onaLiteratura

VÍDEO 1 DE TIRINGA https://www.youtube.com/watch?v=_d8ak... BATISMO DE LAMPIÃO https://youtu.be/Q3LF8WMi4DA

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SEU ARLINDO E O PRIMEIRO ENCONTRO COM LAMPIÃO

Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=8Ws5hDhIxhc&t=25s&ab_channel=AderbalNogueira-Canga%C3%A7o

Nesse vídeo Seu Arlindo narra seu primeiro encontro com Lampião, onde ele disse que os cangaceiros estavam montados e vinham à procura de seu avô, João da Vargem. Narra também que ao dar água aos cavalos, a água ficou banhada de sangue.
Diz também que Lampião mandou fazer a comida e que não cozinharam com água e sim com sangue.
Narra como seu avô se tornou coiteiro e fala também da força volante em perseguição a Lampião.
Vídeo gravado em 2009, quando o Sr. Arlindo Teixeira contava com 89 anos. Seja membro deste canal e ganhe benefícios: https://www.youtube.com/channel/UCG8-... Link desse vídeo: https://youtu.be/8Ws5hDhIxhc

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ANGICO E A MORTE DE LAMPIÃO - PARTE I.

 Por Cangaçologia

https://www.youtube.com/watch?v=G4e-CyBqCDs&ab_channel=Canga%C3%A7ologia

Entrevista com o Escritor e Pesquisador Antônio Amaury Corrêa de Araújo, uma das grandes autoridades ao que se refere aos estudos e pesquisas sobre o cangaceirismo.

Autor de inúmeros trabalhos sobre o tema e atualmente é o pesquisador/escritor com maior longevidade e ainda em atividade. São aproximadamente sete décadas de sua vida dedicadas ao resgate do fenômeno cangaço e responsável por trabalhos brilhantes que serviram e ainda servem como base para a formulação de livros, documentários, filmes, entre outros.

Essa entrevista, que será apresentada em partes, foi realizada no dia 04/08/2016 na residência do doutor Antônio Amaury Corrêa de Araújo, na cidade de São Paulo/SP, onde reside.

As perguntas direcionadas ao estudioso não obedecem uma ordem cronológica dos fatos e visam originalmente documentar o conhecimento do entrevistado sobre o episódio que envolveu a morte do temível e sanguinário Rei do Cangaço. Lampião.

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Grato Cabroeira.
Geraldo Antônio de Souza Júnior

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JÔ SOARES ENTREVISTA FREDERICO PERNAMBUCANO DE MELLO - PARTE 2

Por EscriturasEditora
https://www.youtube.com/watch?v=FpW9WnmjAKA&ab_channel=EscriturasEditora

Entrevista do historiador Frederico Pernambucano de Mello, com Jô Soares, sobre o livro 'Estrelas de couro: a estética do cangaço' (Escrituras Editora).

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JÔ SOARES ENTREVISTA FREDERICO PERNAMBUCANO DE MELLO - PARTE 1

 Por EscriturasEditora

https://www.youtube.com/watch?v=8eZoRfK-Los&ab_channel=EscriturasEditora

Entrevista do historiador Frederico Pernambucano de Mello, com Jô Soares, sobre o livro 'Estrelas de couro: a estética do cangaço' (Escrituras Editora).

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sexta-feira, 5 de agosto de 2022

LAMPIÃO JUNTAMENTE COM UMA FORÇA VOLANTE MATAM O INOCENTE ZÉ DOIDO

 Por No Rastro do Cangaço

https://www.youtube.com/watch?v=CEn8bn9n4BU&ab_channel=NoRastroDoCanga%C3%A7o

Virgulino Ferreira da Silva, Lampião, o Rei do Cangaço e seu Bando de cangaceiros, depois de um animado dia de jogo de baralho, em Canindé de São Francisco, na Fazenda Umbuzeiro da Senhora, onde hoje exatamente está o mercado da carne, no pátio da feira livre, Lampião e o sargento Miranda marcaram data para mais um jogo de baralho. E desta vez seria nas terras de Poço Redondo. Marcam para a semana seguinte na quixabeira do tanque da Fazenda Lagoa da Boa Vista. Aconteceu que um homem de nome Zé Doido dos Tanquinhos, sem querer, flagrou o bando de Cangaceiros e a Força Volante juntos e aí o pior aconteceu. O pobre foi assassinado.
Fonte: Baseado no livro O Sertão de Lampião – Alcino Alves Costa. Temas relacionados:
Sertão Nordestino, Lampião e Maria Bonita, Grota de Angico, Contos do cangaço no sertão, Cangaço Lampiônico, Cangaceiros de Lampião, Cabras de Lampião, História Nordestina, Literatura do Sertão Brasileiro, Crime de castração, história do eunuco, Lampião a raposa das caatingas, o governador do sertão, Lampião mata inocente, crimes de Lampião, lampião herói ou bandido, Volantes Policiais no cangaço, volante policial Nazarenos, Volante Zé Rufino, Volante Mané Neto, Padre Cícero, Rota do cangaço, cangaceiro Corisco, cangaceiro Moreno, Cangaceiro Zé Baiano, cangaceiro Gato, histórias e contos, filmes completos, canais de cangaço, A morte do cangaceiro Corisco, Lampião mata inocente.
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#NoRastroDoCangaço Vejam também: https://youtu.be/caVfy_ZGplw https://youtu.be/4gtfGPPxnV4 https://youtu.be/7jWUGL3MZqo https://youtu.be/n66BehWFWto https://youtu.be/ej1LY1Wztms https://youtu.be/3wuCmkQyaII https://youtu.be/Y1kh7Js_lhA https://youtu.be/rl0RucODGec https://youtu.be/pmPvnN9JRL8 https://youtu.be/cPMXW02sFGs UM FORTE ABRAÇO!

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DADÁ E SEU ÚLTIMO ESPOSO BARTOLOMEU.

 Por Indaiá Santos


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