https://www.facebook.com/photo/?fbid=673161160847553&set=a.589883102508693
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
https://www.facebook.com/photo/?fbid=673161160847553&set=a.589883102508693
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Por Wikipédia
Paulo César Batista de Faria, mais conhecido como Paulinho da Viola, (Rio de Janeiro, 12 de novembro de 1942) é um violonista, cavaquinista, bandolinista, cantor e compositor de samba e choro brasileiro, conhecido por suas harmonias sofisticadas e sua voz suave e gentil. Paulinho é baluarte da Portela.
Filho mais velho do violonista Benedicto Cesar Ramos de Faria, integrante da primeira formação do grupo de choro Época de Ouro, Paulinho da Viola nasceu no bairro de Botafogo em 1942 e desde pequeno gostava de ouvir choros e sambas.[1][2] Assim, teve a oportunidade de conviver com grandes chorões da época, como Pixinguinha, Jacob do Bandolim e Dilermando Reis, entre outros, observando a maneira de tocar dos músicos.[3][4][5][6]
Embora o pai não desejasse que o filho se tornasse músico, este, contudo, o convenceu a lhe dar um violão, instrumento que começou a aprender a tocar sozinho, aos 15 anos e, logo depois com o violinista Zé Maria, amigo da família, que o instruiu com o método de Matteo Carcassi.[1][7]
Ao mesmo tempo, começou a se envolver com carnaval e organizou com um grupo de amigos o bloco carnavalesco Foliões da Rua Anália Franco, para representar a rua onde morava sua tia Trindade, no bairro de Vila Valqueire, na Zona Oeste do Rio, onde costumava visitar aos fins de semana e tinha mais liberdade para sair à noite.[1] Por essa época, ingressou na ala de compositores da escola de samba União de Jacarepaguá.[8][9] Lá conheceu sambistas como Catoni e Jorge Mexeu e, atuando como cavaquista, compôs em 1962 "Pode Ser Ilusão", um de seus primeiros sambas.[1]
Pouco antes, logo após ter completado 19 anos, Paulinho conseguiu seu primeiro emprego como contador em uma agência bancária do centro do Rio e estudava economia.[10][11] Em um dia de trabalho, viu Hermínio Bello de Carvalho, a quem conhecia de vista dos saraus musicais na casa de Jacob do Bandolim, entrar no banco para pagar uma conta e - depois de uma rápida conversa - lhe aconselhou a abandonar a carreira enquanto era jovem.[10][11] Paulinho atendeu um convite para visitar o apartamento do poeta no Catete, que naquela época era bastante frequentado por músicos, intelectuais e artistas diversos.[12] Lá, pôde ouvir pela primeira vez gravações de compositores como Anescar do Salgueiro, Carlos Cachaça, Cartola, Elton Medeiros, Nelson Cavaquinho e Zé Ketti e também a ensaiar composições originais com Hermínio, um de seu primeiros parceiros musicais e grande incentivador de sua carreira.[1]
Ainda em 1963, Hermínio levou Paulinho para conhecer o Zicartola, bar e restaurante fundado por Cartola e a Dona Zica na Rua da Carioca que se convertera em um reduto de sambistas, chorões artistas, intelectuais e jornalistas.[13][14] Quando aparecia por lá, o jovem Paulinho acompanhava, no cavaquinho ou no violão, compositores e intérpretes e também se apresentando cantando músicas de outros autores e, após fazer um show com o compositor Zé Ketti, foi incentivado pelo mesmo a cantar suas próprias músicas no Zicartola.[1]
No ano seguinte, após ter acompanhado o cantor Ciro Monteiro em uma canja no Zicartola, decidiu abandonar seu posto de bancário para se dedicar exclusivamente à música.[11] Também em 1964, seu primo Oscar Bigode, que era diretor de bateria da Portela, o convenceu a se mudar de escola de samba e o apresentou para a ala de compositores da agremiação de Oswaldo Cruz, onde Paulinho mostrou a primeira parte de um samba que fazia e que Casquinha, um dos compositores portelenses, havia gostado e completado com a segunda parte, criando-se assim "Recado".[1]
Já em 1965, participou do musical "Rosa de Ouro", montado por Kléber Santos e Hermínio Bello de Carvalho, que marcou o retorno de Araci Cortes e lançou Clementina de Jesus, e que culminaram na gravação do LP Rosa De Ouro Vol.1, pela Odeon.[1] Ainda naquele ano, o nome de Paulinho da Viola apareceu no LP Roda de Samba, da Musidisc. Essa gravadora, a mesma onde Paulinho estava registrando seus sambas, pediu para Zé Ketti organizar o conjunto A Voz do Morro, composto por integrantes do conjunto Rosa de Ouro - Anescar do Salgueiro, Elton Medeiros, Jair do Cavaquinho, Nelson Sargento e Paulinho - e acrescidos de Oscar Bigode, Zé Cruz e o próprio Ketti.[1] No processo de finalização desse álbum, um funcionário da Musidic não gostou do nome “Paulo César” e, tendo conhecimento da anedota, o jornalista Sérgio Cabral e Zé Ketti bolaram o nome artístico Paulinho da Viola.[15][16] Nesse primeiro disco, aparecem as composições "Coração vulgar", "Conversa de malandro" e "Jurar com lágrimas".
No início de carreira Paulinho foi parceiro de nomes ilustres do samba carioca, como Cartola, Elton Medeiros e Candeia, entre outros. Destaca-se como cantor e compositor de samba, mas também compõe choros e é tido como um dos mais talentosos representantes da chamada Música Popular Brasileira. Torcedor do Vasco da Gama, participou do show comemorativo dos 113 anos do clube, onde apresentou as músicas "Coração Leviano" e "Foi um Rio que Passou em Minha Vida".[17]
https://pt.wikipedia.org/wiki/Paulinho_da_Viola
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Clerisvaldo B. Chagas, 11 de novembro de 2022
Escritor Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 2.798
Terminado o resgate da história dos curtumes em Santana, conferimos tudo. O documentário deve constar, quando impresso, em cerca de 50 páginas ao todo, que será mais um opúsculo de altíssimos valor histórico para o nosso município santanense. O resgate da localidade Maniçoba/Bebedouro, trás detalhes impressionantes nesse trabalho único e inédito da cidade que vai surpreender enormemente esta geração. O título já foi escolhido: “Santana: Reino do Couro e da Sola”. Uma vez quase concluída a missão, como sempre fizemos em nossas obras, todos os títulos saíram das nossas ideias, assim como as sugestões de capa, coisa que nunca abrimos mão para terceiros. Qual seria a imagem ideal para a capa?
Falamos de tantas coisas: usos, costumes, folclore, artesanato, fábricas de calçados, couro, sola, cinza, angico, cal, jumento, burro caçuás, matança, intendência, estradas, rio, emprego, comércios, chapéu de couro e assim por diante, mas vimos que a melhor capa seria a dinâmica dos transportes da época que conduziam o couro, a sola, a cinza, a casca do angico, a cal e muito mais. Daí sairmos procurando na cidade, no centro e na periferia um jegue ou burro conduzindo alguma carga. Rua acima, rua abaixo, nem um jegue, nem um burro, sequer um carro de boi. Riámos por dentro, mais forte do que aquela gargalhada kkkkkk de Whatzapp. Procurando jegue, procurando burro para uma foto supimpa e nada!... Os bichos brutos viraram motos.
Em um dia de sábado também outra vez reviramos a cidade e não encontramos um único carro de boi.
Recorremos, então, a Internet, mas nada da cena que estava na cabeça. Por fim, resolvemos fazer uma montagem, embora sejamos “pernas de pau” no manejo do computador. Finalmente saiu a capa do livro opúsculo: Santana: Reino do Couro e da Sola. Dois burros (muares) cargueiros fotografados de frente, transportando mercadoria em caçuás. Ótima e bonita estrada, ao fundo um céu vermelho de final de dia, letras brancas, pretas e intermediárias. Uma capa apaixonante que nos fez vibrar de satisfação por uma tarde inteira. Triste de quem não é desenhista. Pelo visto já estamos vivendo mesmo no tempo em que passado é de fato passado.
Que missão, hem! De caçador de jumento.
CHAPÉU DE COURO NO SÍTIO CAVA OURO, EM SENADOR RUI PALMEIRA (FOTO: MARCELLO FAUSTO).
Por Leonardo Souza
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=654364272977521&set=p.654364272977521&type=3
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Por Guilherme Velame Wenzinger
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=6086340564787859&set=p.6086340564787859&type=3
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Por Guilherme Velame Wenzinger
O antes cangaceiro
"Jandaia" junto com sua família já em avançada idade. Essa foto está
no perfil do filho dele aqui no Facebook, Renato.
https://www.facebook.com/photo/?fbid=6086339368121312&set=gm.2051457738396493&idorvanity=179428208932798
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Por Carlos Filho
07
de novembro de 1896, começa a Guerra de Canudos, um dos episódios mais
vergonhosos da história do Brasil.
https://www.facebook.com/photo?fbid=5938748956155280&set=a.437384722958425
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Um dos mais respeitados pesquisadores e escritores do movimento cangaço, o pesquisador potiguar Sérgio Augusto de Souza Dantas, fala um pouco sobre suas andanças e também sobre a vida do famoso Corisco, o Diabo Loiro.
Assim como todo muçulmano precisa um dia ir a Meca, todo ´Cangaceirologo´ precisa um dia ir ao Angico; a Maranduba, a Malhada Caiçara, a Passagem das Pedras, a Patu e especialmente aos primeiros cenários do cangaço, que foram reunidos em um só trabalho pela pesquisadora e escritora pernambucana Luma Hollanda.
Este livro, primeiro escrito sobre o tema, apresenta a proposta geral, da constituição de uma memória coletiva do Cangaço e por meio de políticas de preservação, implementar literalmente os possíveis "Lugares de Memória" do Cangaço - Recortes geo-históricos do sertão nordestino.
Como recorte espacial, foram pesquisadas as cidades de nascimento e morte do cangaceiro Jesuíno Alves de Melo Calado, o “Jesuíno Brilhante” (1844-1879); do pórtico da cidade de Patu; da antiga cadeia pública de Pombal; do Memorial da Resistência à Lampião e do Museu Lauro da Escóssia, estes últimos situados na cidade de Mossoró/RN, dentre outros, os quais servem de locais de visitação e turismo.
Enfatiza, ainda, em sua valiosa obra, uma correlação de pensamentos entre os escritores Rui Facó e o Eric Hobsbawn, os quais possuem pontos confluentes sobre o banditismo social, alicerçado no meio rural, primitivamente.
O livro conta com 177 páginas e 35 fotos coloridas, algumas identificadas como possíveis "Lugares de Memória".
Luma Hollanda é Conselheira Consultiva do Seminário Cariri Cangaço, Sócia da Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço (SBEC) coautora do livro “Nas Trilhas do cangaço de Jesuíno Brilhante” (2013) e “Histórias do Baú da Vovó”.
http://lampiaoaceso.blogspot.com/2022/11/o-lampiao-aceso-recomenda.html
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Por Jéssica Amorim
O único
retrato de Maria Cordeiro que se tem notícia está guardado na Casa de Cultura
de Serra Talhada, junto às imagens e histórias de outras personalidades
importantes para a cidade. Segundo informações do acervo da instituição, teria
sido na década de 50, durante uma passagem de Frei Damião por Serra Talhada,
que Maria Cordeiro decidiu se converter. Ao ouvir uma das pregações do frade,
que viajava pelo sertão do Pajeú em uma de suas missões, Maria teria sido
tocada e, então, resolvido abandonar a vida de prostituição e aliciamento de
meninas e decidiu deixar tudo para trás e mudar o seu destino.
A história
exposta na Casa da Cultura conta que Maria Cordeiro abriu mão do dinheiro que
acumulou se relacionando com ricos fazendeiros da região, dos seus pertences, e
da casa onde morava, para passar a viver de caridade, sob a guarda do padre
espanhol Jesus Garcia Riaño, que chegou à cidade em 1936 e permaneceu à frente
da Paróquia de Nossa Senhora da Penha, padroeira de Serra Talhada, por 54
anos.
A agora beata,
que dormia no chão de um quartinho da Matriz de Nossa Senhora da Penha sem
lençóis ou qualquer conforto, por muito tempo, foi proibida de frequentar
missas e assistir a casamentos locais. Carregando o estigma de mulher desonrada
e mal vista pelos serratalhadenses da época, Maria deixou o bordel para tocar o
sino, cuidar da limpeza, preparar as missas e organizar a igreja onde muitas
vezes foi rejeitada.
Crianças
da época, hoje pessoas adultas, contam que Maria era uma figura sisuda, séria,
brava e muito rígida. Andava com um vestido fino de algodão azul, com um corte
que lembrava as vestes franciscanas, e usava um cordão branco amarrado à
cintura, além de um véu cobrindo os cabelos e parte do rosto.
Quem foi
vítima da rigorosa e inflexível ira de Maria Cordeiro à frente da organização
da igreja matriz foi dona Maria das Graças de Moraes, 61 anos, conhecida como
Gracinha do Padre, que, àquele tempo, tinha 14 anos. Um dia, Gracinha, com
traquinagem de criança, tocou o sino da igreja sem permissão e fora de hora.
Maria não poupou a menina do seu desagrado, lhe advertindo com dureza e fúria.
Dona Gracinha do Padre. Crédito: Géssica Amorim/MZ Conteúdo
Apesar do
sermão e do desgosto, Gracinha do Padre foi a escolhida por Maria para lhe
substituir. Gracinha, que era sobrinha de dona Doralice, amiga íntima de Maria
Cordeiro, aprendeu com a beata a organizar a igreja e o altar para o início e
andamento das missas, até, finalmente, ocupar o seu lugar.
Segundo
Gracinha do Padre, Maria Cordeiro lhe ensinou “com muito gosto e paciência”.
Atenta, ela aprendeu tudo e, às 18h30 do dia 02 de fevereiro de 1974, acendeu
as luzes, organizou o altar e tocou o sino da igreja de Nossa Senhora da Penha
para anunciar a missa da noite. Horas antes, às 6h30 da manhã daquele dia,
Maria Cordeiro havia falecido, vítima de uma crise aguda de asma. “Ela tinha
mais de 80 anos, com certeza. Aquela figura enjoada, bruta e malcriada era só
por fora. Comigo, apesar da bronca que eu levei por me intrometer e tocar o
sino da igreja, ela era muito boa pessoa. Ela vivia de caridade mesmo. As
pessoas é que davam comida a ela. Eu ia buscar o almoço dela um dia na casa de um,
outro dia na casa de outro. Ela deu tudo o que podia para a igreja. A sua
disposição em servir era admirável”, conta Gracinha.
O corpo de
Maria foi velado na igreja Matriz. Muitos serratalhadenses compareceram ao seu
velório e acompanharam o cortejo até o cemitério local, onde foi enterrada e o
seu túmulo marcado com uma cruz que, um dia, esteve no alto da Igreja de Nossa
Senhora da Penha. Gracinha conta, ainda, que padre Jesus segurou uma das alças
do caixão de Maria demonstrando muita tristeza, lamentando ao longo de todo o
caminho até o cemitério público municipal. “Padre Jesus ficou muito abalado.
Ele gostava muito de Maria. Ela cuidava de tudo mesmo. Era como uma mãe para
ele. Ele segurou o caixão até a chegada ao cemitério, como alguém da família, estava
muito triste”.
Após o
falecimento de Maria Cordeiro, Gracinha do Padre passou 20 anos à frente da
organização da Igreja. Hoje, ela trabalha vendendo doces e artigos religiosos
em frente à lotérica da praça Doutor Sérgio Magalhães, em Serra Talhada. Quem
quiser saber sobre Maria e o tempo em que ela viveu, pode chegar até a banca de
Gracinha, que, gentilmente, ela irá contar a história da cafetina que virou
beata e outros personagens e acontecimentos que testemunhou. A poucos
metros, também na praça Doutor Sérgio Magalhães, está o pequeno museu que cujo
acervo trata da história da cidade e de gente como o forrozeiro Assisão, o
cangaceiro Lampião, o padre Jesus e a beata Maria Cordeiro.
Seja mais que
um leitor da Marco Zero
A Marco Zero
acredita que compartilhar informações de qualidade tem o poder de transformar a
vida das pessoas. Por isso, produzimos um conteúdo jornalístico de interesse
público e comprometido com a defesa dos direitos humanos. Tudo feito de forma
independente.
E para manter
a nossa independência editorial, não recebemos dinheiro de governos, empresas públicas
ou privadas. Por isso, dependemos de você, leitor e leitora, para continuar o
nosso trabalho e torná-lo sustentável.
Ao contribuir
com a Marco Zero, além de nos ajudar a produzir mais reportagens de qualidade,
você estará possibilitando que outras pessoas tenham acesso gratuito ao nosso
conteúdo.
Em uma época
de tanta desinformação e ataques aos direitos humanos, nunca foi tão importante
apoiar o jornalismo independente.
É hora de
assinar a Marco Zero
https://marcozero.org/a-historia-da-dona-de-bordel-que-se-tornou-a-beata-mais-linha-dura-de-serra-talhada/?fbclid=IwAR1xE9w6jehAUaW_t3XP5j9L_qhR37W7urNx67lzSHjCzwsElTKmnOgmP0A
htp://blogdomendesemendes.blogspot.com
O cangaceiro
"João Coxó", preso no ano de 1935 no local conhecido por
"Brejão". Foi detido por membros da força volante de Garanhuns(PE),
após um assalto cometido pelo bando de Lampião no povoado
"Serrinha".
Foto retirada
do jornal Diário da Manhã(PE) - Edição de 04 de Agosto de 1935.
Créditos:
Guilherme Velame Wenzinger
http://lampiaoaceso.blogspot.com/2022/11/cangaceiros.html
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Por Wikipédia
Roberto
Guilherme, nome artístico de Edward Guilherme Nunes
da Silva (Ladário, 25 de maio de 1938 – Rio de Janeiro, 10
de novembro de 2022),[1] foi
um ator, dublador e humorista brasileiro,
conhecido pelo personagem Sargento Pincel do programa Os
Trapalhões. Em 1957 concluiu o TIBaet, formando-se paraquedista militar com
o número 3 098.[2]
Roberto
Guilherme interpretou o Sargento Pincel por mais de trinta anos.[3] A
identificação com essa personagem é tamanha que, em uma entrevista, afirmou que
sua própria família lhe chamava de "Pinça".[3]
Na Turma
do Didi, o Sargento Pincel contracenava com o Soldado 49, o Didi,
personagem representado por Renato
Aragão.
Faleceu em 10
de novembro de 2022, vítima de câncer.[4]
https://pt.wikipedia.org/wiki/Roberto_Guilherme
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Por Fatos na História
https://www.youtube.com/watch?v=2k8lWYL0Ra8&ab_channel=FatosnaHist%C3%B3ria-Canga%C3%A7oeNordesteUm dos mais importantes, tradicionais e representativos grupos musicais do Nordeste do Brasil é sem dúvida alguma a Banda de Pífano de Caruaru. Quis o destino que um dia estes músicos tocassem para ninguém menos que Lampião e seu bando... Referências: ."O ENCONTRO DE LAMPIÃO E A BANDA DE PÍFANO DE CARUARU", por Rostand Medeiros .TOK DE HISTÓRIA Imagens: .Site TOK DE HISTÓRIA .Benjamin Abrahão C. Botto .Internet
http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Clerisvaldo B. Chagas, 10 de novembro de 2022
Escritor
símbolo do sertão Alagoano
Crônica: 2.797
Numa caminhada
breve por alguns pontos de Santana, fomos conversando com pessoas de outras
cidades e dos sítios santanenses, sempre recebendo a admiração de “como Santana
está grande!”. Naturalmente respondíamos a essas exclamações concordando o
crescimento em algumas regiões da cidade. Mas, desta feita não apontamos
lugares específicos, simplesmente porque Santana cresceu mesmo por todos os
bairros. A expansão atual é para o norte, sul, leste e oeste. Como a
cidade está crescendo assustadoramente, podíamos antes até dizer sobre o
comércio novo que ia acompanhando alguns desses bairros. Porém, hoje já não
podemos falar assim, tudo está acompanhando tudo. Onde vai chegando o
loteamento, chega com ele, o mercadinho, a farmácia, o salão, a escola e assim
por diante.
Quase caíamos
de costas com uma dessas surpresas, quando resolvemos transitar por novas
estradas pavimentadas por trás do prédio do DNIT, no Bairro Camoxinga. Inúmeras
e inúmeras casas novas, inclusive com primeiro andar, “invadiram” a antiga
fazenda do saudoso Isaías Rego que vai desde a descida do Bairro Lajeiro Grande
em direção ao rio Ipanema, até os fundos do DNIT, que havia sido loteada. Já
mais abaixo desse loteamento, mais uma surpresa. Outro gigantesco
loteamento vizinho que vai das últimas casas construídas – inclusive muitos
pedreiros trabalhando nessas casas - surgiu daí até às margens do rio, local da
continuação da tão conhecida barragem. É o loteamento do Colorado
II, ainda limpo e promovendo suas vendas de terrenos.
Podemos apreciar na foto abaixo, o terreno do Colorado II, imediatamente abaixo do loteamento já ocupado de Isaías Rego. Na parte superior da foto, pedaço de muro de terreno já ocupado, o limpo da fotografia: Colorado aguardando compradores e, ao fundo da foto, extenso jardim de árvores craibeiras seguindo paralelamente o rio Ipanema que margeiam a barragem, leito seco no momento. O outro lado da barragem, margem direita, já é uma “nova” cidade com tantos prédios seguindo o rio em direção às nascentes. Assim ficou muito mais bela a saída de Santana rumo ao alto Sertão e Poço das Trincheiras. Não houve visita programada, mas sim, apenas uma olhada para a nova paisagem, infelizmente em hora imprópria para fotografias, quando a qualidade não é das melhores.
http://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2022/11/crescimento-clerisvaldob.html
http://blogdomendesemendes.blogspot.com