Por Manoel Severo
O sertão Paraibano já está ganhando a cara e a Alma do Cariri Cangaço. Vem com gente ; Território de Grandes Encontros.
Por Manoel Severo
O sertão Paraibano já está ganhando a cara e a Alma do Cariri Cangaço. Vem com gente ; Território de Grandes Encontros.
Por Cultura e Sociedade
“Eles são o
som”, dizia o cartaz de divulgação do primeiro álbum do grupo, lançado em 1968.
E que som! Herdeiros do rock psicodélico norte-americano e influenciados pelos
Beatles em sua fase Sgt. Pepper’s, o trio formado em São Paulo pela cantora
Rita Lee e pelos irmãos Sérgio Dias e Arnaldo Dias Baptista estabeleceu uma
ponte inexorável entre o iê-iê-iê e a Tropicália. Pela primeira vez no Brasil,
combinaram o sotaque estrangeiro e as guitarras elétricas — que faziam a cabeça
dos jovens desde Celly Campello e Ronnie Cord — com a exaltação tupiniquim
característica das canções de Gil e Caetano na época.
As guitarras,
aliás, eram em boa parte construídas por outro irmão Dias Baptista, o Cláudio
César, sempre ávido por inventar engenhocas e efeitos sonoros que servissem aos
propósitos criativos do grupo. Para gravar “Bat Macumba”, por exemplo, Cláudio
acoplou um motorzinho de máquina de costura à guitarra de Sérgio, criando
harmônicos e distorções. Chamou a invenção de “Inferno Verde”.
Aparentemente
pouco afeitos a política e festivais, os Mutantes acabariam fazendo história
também na música de protesto. Em 1967, subiram ao palco do Festival da Record
para tocar “Domingo no Parque” com Gil, e, no ano seguinte, repetiram a
experiência com “É Proibido Proibir”, ocasião em que dividiram com Caetano as
mais absurdas vaias de suas vidas.
Em ambas as
vezes, o trio foi convidado exatamente por causa de sua sonoridade incomum,
eletrizante, lisérgica. Tudo graças ao arranjador tropicalista Rogério Duprat,
que apresentou os paulistas aos baianos e fez a cena ferver.
Com Os
Mutantes, o rock deixava de soar “alienado”, como se dizia da jovem guarda —
incluindo Ronnie Von, espécie de padrinho da banda, que sugeriu o nome e a
contratou para tocar em seu programa de TV, em 1966 —, para enveredar por
caminhos diversos, pendendo às vezes para a contestação e outras para o
desbunde.
Tecnicamente,
Os Mutantes eram mais do que “o som”, como dizia o cartaz de 1968: eram também
a estética, a irreverência, o futuro. Em 1969, o baterista Dinho Leme e o
baixista Liminha chegaram para ampliar o grupo e o volume.
Entre as
faixas mais famosas estão “Dom Quixote” e “2001”, ambas apresentadas em
festivais de 1968 e incluídas no álbum de 1969. A romântica “Ando Meio
Desligado”, composta com o auxílio de um baseado de maconha para ser inscrita,
às pressas, no 4º Festival Internacional da Canção, de 1969 (ficaria em 10º
lugar). E o maior hit de todos, “Balada do Louco”, de 1972. Excêntrica e
genial, a banda sobreviveu ao fim da Tropicália, flertou com o rock progressivo
(já sem Rita Lee, que saiu em 1972) e fez a transição para o que seria o rock
brasileiro dos anos 1970 e 1980.
https://memoriasdaditadura.org.br/cultura/os-mutantes/
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Por No Rastro do Cangaço
A ex-cangaceira Dulce Menezes dos Santos, do Bando de Virgulino Ferreira da Silva, Lampião, o rei do cangaço, foi raptada e seviciada na adolescência pelo cangaceiro Criança. Dulce foi arrancada da família e levada para a vida nômade na caatinga, onde viveu uma vida de sofrimento e dor no curto período que permaneceu no cangaço. Dulce Menezes faleceu aos 99 anos, em São Paulo. A última remanescente do bando de Lampião completaria 100 anos dia 23 de maio de 2023. Temas relacionados: Sertão Nordestino, Lampião e Maria Bonita, Grota do Angico, Contos do cangaço no sertão, Cangaço Lampiônico,
Cangaceiros de Lampião, cabras de Lampião, História Nordestina, Literatura do Sertão Brasileiro, Crime de castração, história do eunuco, Lampião a raposa das caatingas, o governador do sertão, lampião mata inocente, crimes de Lampião, Lampião herói ou bandido, Volantes Policiais no cangaço, volante policial Nazarenos, Volante Zé Rufino, Volante Mané Neto, Padre Cícero, Rota do cangaço, cangaceiro Corisco, cangaceiro Moreno, Cangaceiro Zé Baiano, cangaceiro Gato, histórias e contos, filmes completos, canais de cangaço, A morte do cangaceiro Corisco. Assistam e ao final deixem seus comentários, críticas e sugestões. INSCREVAM-SE no canal e ATIVEM O SINO para receber todas as nossas atualizações.
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UM
FORTE ABRAÇO A TODOS!
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Por No Rastro do Cangaço
Lampião, o rei do cangaço, Maria Bonita e seu Bando, travam um sangrento combate com a volante de Zé Rufino, o bravo comandante matador de cangaceiros, no episódio conhecido como Fogo de Domingo João, na Fazenda Crauá. Aparentemente, esse foi o último combate de Lampião.
O cangaceiro “ BARRA NOVA” foi morto no confronto e o soldado da volante Antônio Izidoro saiu ferido no braço.
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UM FORTE ABRAÇO!
Por Histórias da Vida Real
O cangaceiro Virgínio não teve sorte na vida, foi perseguido pela polícia por ser casado com uma irmã de Lampião, então a única forma de se defender foi entrar para o bando do rei do cangaço.
Visgínio era um rapaz que só fazia o bem, mas infelizmente entrou em uma família também perseguida e deu no que deu, vamos a história.
#historiasdavidareal #historiasdelampião
Contato: artehoraciomoura@gmail.com
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Por No Rastro do Cangaço
Lampião, o rei do cangaço, na hora de reforçar o seu bando de cangaceiros, escolhia sempre os cabras mais temidos e valentes do Sertão Nordestino. Um destes destemidos foi o Cangaceiros de alcunha Elétrico, que participou de vários combates sob o comando do Capitão Virgulino, era homem de confiança do chefe e morreu junto com ele, Maria Bonita e mais oito cangaceiros em 28 de julho de 1938, na Grota do Angico, Poço Redondo-SE.
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UM FORTE ABRAÇO!
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Por João de Sousa Lima.
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Memória Paulista - Fotos antigas de São Paulo e suas cidades.
...e extremamente marcante da história da televisão e da música popular brasileira. Refere-se ao intervalo do Festival da Record, em outubro de 1967, onde aparecem Os Mutantes (com guitarra e tudo) e Gilberto Gil, que tempos antes havia participado de uma marcha contra o uso de guitarras na música popular brasileira.
No Festival da TV Record, capital paulista, "Os Mutantes" , com guitarras e tudo, acompanharam Gilberto ardendo em febre na apresentação da música que ganhou o segundo lugar, "Domingo no Parque”.
Posso estar enganado, mas ao fundo
aparece a Marília Medalha, que acompanhou o Edu Lobo cantando
"Ponteio", música que venceu o Festival.
https://www.facebook.com/photo/?fbid=418455427526463&set=gm.7283508221695605&idorvanity=481152528597909
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O blog do Mendes e Mendes tem o dever de comunicar o falecimento do nosso amigo Antônio Demétrio Albano de Sousa, morador da comunidade de Alagoinha, zona Rural de Mossoró, no Estado do Rio Grande do Norte, ocorrido no dia 23 de fevereiro de 2024. O enterro aconteceu ontem pela manhã, na localidade onde nasceu e viveu toda sua vida.
Nossos sentimentos aos familiares e amigos.
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Dada a mistura do messianismo, crenças indígenas e africanas, a religiosidade dos cangaceiros era repleta de orações, benditos, ladainhas, superstições, sortilégios, adivinhações, curandeirismo. Eles pareciam conhecer remédio para todos os males.
https://www.facebook.com/groups/179428208932798
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Por José Mendes Pereira
Por Beto Rueda
Queimadas,
cidade baiana, estação da estrada de ferro que ligava Salvador a Juazeiro.
Pacata e estratégica, era composta de colinas baixas e vegetação pobre com casa
brancas e em tom pastel com telhados vermelhos que alegravam a paisagem
monótona.
A visita de
Lampião a essa cidade, domingo, 22 de dezembro de 1929, transformou-se em um
dos episódios mais marcantes na sua trajetória.
O grupo era
formado por Luiz Pedro, Antônio de Engrácia, Mariano, Mourão, Azulão, Ângelo
Roque, Gato, Gavião, Ezequiel, Arvoredo, Virgínio, Fortaleza, Revoltoso, Zabelê
e Volta Seca(Zé Baiano e Zé Sereno que faziam parte do bando não foram).
Atravessaram o rio Itapicuru em uma canoa de tolda, provenientes do município
de Cansanção, Bahia.
Algumas
pessoas do lugar assistiam aqueles homens vestidos como cangaceiros,
acreditaram ser um destacamento da polícia de Pernambuco. Quando tiveram
consciência do seu engano, o bando já tinha tomado posse da cidade.
Lampião
encarregou dois cabras para tomarem a estação do trem e cortarem os fios do
telégrafo enquanto os outros chegaram a praça central em direção a cadeia
pública. Os oito soldados da cidade foram pegos de surpresa. Uns jogavam
baralho, enquanto o comandante, sargento Evaristo Carlos da Costa, estava
deitado em uma rede.
Os policiais
foram jogados na cela e os presos que cumpriam pena, foram soltos. O sargento
Evaristo seguiu com eles, sofrendo humilhações e xingamentos.
Na sequência
do ataque, Lampião prendeu o juiz municipal e exigiu um tributo aos cidadãos
mais proeminentes de Queimadas. Arrecadaram uma alta quantia.
Visitaram a
mercearia e o armazém de Umbelino Santana e levaram vários produtos: meias,
sabonetes, perfumes e outros. Também remédios para um cangaceiro que estava
doente.
Antes do pôr
do sol, Lampião e seus homens voltaram a cadeia pública. Começou o que foi
lembrado mais tarde como uns dos atos mais selvagens de todos os tempos do
cangaço. Tiraram um soldado do cárcere, escoltaram até a porta da cadeia e, do
lado de fora, na calçada em frente ao prédio, despedaçaram sua cabeça com dois
tiros e sangraram. Buscaram um outro e repetiram a cena. E assim, continuaram a
matança. Ao último, Aristides Gomes de Souza, disseram para levantar a cabeça
porque ia morrer. Em resposta, o valente soldado chamou-os de covardes. Então,
além de atirarem, também o esfaquearam. Por fim, os sete soldados nada mais
eram do que um monte de corpos ensanguentados para a exibição pública.
Queriam também
matar o carcereiro mas Lampião não deixou, dizendo que era civil e não um
"macaco". As mortes era supostamente uma vingança pela morte dos
cangaceiros nas Abóboras, tempos atrás, pela policia baiana.
O sargento
Evaristo que com certeza também iria morrer, escapou por sorte do destino. Sua
vida foi salva por um trancelim de ouro pertencente a dona Santinha, de família
tradicional da cidade que "presenteou" Lampião e esse, em
retribuição, concedeu a ela um pedido. Ela pediu pela vida do sargento, a quem
muito estimava. Lampião cumpriu o acordo.
Saindo da
cadeia, sem remorso, os cangaceiros foram até o hotel da cidade e jantaram. A
noite preparararam uma comemoração alegre, haveria baile, festa e dança. Muitas
moças compareceram e metade dos homens do grupo também, os outros montaram
guarda.
Depois da
folgança, Lampião juntou o bando para a partida. Antes, deixou um recado
insultuoso e sarcástico escrito na parede da sala, dirigido ao governador do
Estado. Dizia que viera a Queimadas para se divertir e que a perseguição da
polícia o estava engordando e que pensava em se casar. E assinou: "Seu
superior Cap. Virgulino Ferreira Lampião."
As quatro da
manhã o bando saiu de Queimadas deixando um rastro macabro de vingança,
assassinatos, rapina e prazer.
REFERÊNCIAS:
GÓIS, Joaquim.
Lampião, o último cangaceiro. Aracaju: Sociedade de Cultura Artística de Sergipe
- SCAS: Regina, 1966.
PRATA,
Ranulfo. Lampião. 2.ed. São Paulo: Piratininga, 2010. (Fac-símile de 1934).
CHANDLER, Billy Jaynes. Lampião,
o rei dos cangaceiros. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981.
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Por Redação do ge — Rio de Janeiro
Clique no link e leia a reportagem completa GE - Rio de Janeiro
https://ge.globo.com/motor/formula-1/noticia/2024/02/23/morre-o-ex-piloto-de-f1-wilson-fittipaldi-aos-80-anos.ghtml
Se o link acima não abrir, leve-o ao google.
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Acervo Patrick François Jarwoski
A face de Seti I é uma das mais bem preservadas de toda a história do Egito
Antigo. Ele morreu há 3.298 anos e governou quando o Egito estava em um de seus
picos mais ricos. Ele era o pai de um dos faraós mais famosos de todos os
tempos, Ramsés II. O maior faraó de todos os tempos. Quando ele morreu, a
mumificação egípcia estava no auge absoluto da perfeição.
Ele é frequentemente considerado a múmia mais bem preservada do mundo.
Realmente mostra.
Via Eu amo a História
https://curitibaeparanaemfotosantigas.blogspot.com/
Por José Irari
Excelente
livro, reeditado pelo professor Adriano
Carvalho
Duarte...adquirir via professor Francisco
Pereira Lima. Livros são excelentes companheiros.
Por José Irari
Olá confrades amigos, 3 livros
que sempre procuro reler, do nobre escritor Robério
Santos. Excelente trabalho...faz viajarmos na história. Estes livros podem
ser adquiridos via professor Francisco
Pereira Lima. Acredito, porém, está ficando raros. Abraço fraterno. Que o
nobre Robério Santos, produza o mais rápido novos trabalhos.
Por Bismarck Martins de Oliveira
Ao lado dos
grandes amigos e Confrade, Manoel
Severo Barbosa, Francisco
Pereira Lima, José Otávio Maia de Vasconcelos, quando da visita à Catolé do
Rocha em dezembro último . A Comissão Organizadora do Evento.
https://www.facebook.com/franciscopereira.lima.904
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Por Geraldo Júnior
Um livro essencial e indispensável para todos aqueles que pretendem conhecer a biografia de cangaceiros e cangaceiras que andaram no cangaço e fizeram parte do bando do lendário Lampião. O livro, agora acrescido e atualizado, traz a biografia de centenas de personagens que atuaram nas hostes cangaceiras.
Quem quiser
adquirir o livro digite EU QUERO no campo destinado aos comentários, para que o
nosso amigo Professor Pereira, revendedor oficial da obra, entre em contato
para passar maiores informações.
Aproveito a
oportunidade para agradecer ao amigo Bismarck Martins de Oliveira por ter me
presenteado com um exemplar, devidamente autografado, desse livro que eu
considero ser um dos melhores e mais bem elaborados já produzidos sobre o tema.
Recomendo!
Geraldo
Antônio de Souza Júnior
https://www.facebook.com/franciscopereira.lima.904
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Por José Di Rosa Maria
Amigos & amigas,
preciso muito do apoio de vocês! Inscrevam-se no meu Canal... Ativem o Sininho,
deixem seu gostei: E comentem meu trabalho, por favor. Violas: Thalisson Soares
& José Di Rosa Maria.
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Por Kydelmir Dantas
![]() |
| Kydelmir Dantas |
"Tem coragem ir tomar conta de pai,
Martha Menezes é amiga de todos nós que estudamos cangaço. Dona Dulce Menezes que era companheira do ex-cangaceiro Criança, era a sua mãe. Mas ela não é filha do facínora Criança.
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Robério Pinto
de Azerêdo, de Itiúba... Historiófilo. Derradeiro dos antigos que eu
entrevistei... a partir... Graças a ele, tive acesso a várias imagens e
informações relacionadas à passagem do bando de Lampeão próximo a Itiúba,
ameaças etc... Seu sepultamento ocorrerá neste 23 de fevereiro de 2024, em sua
adorada cidade.
Uma foto sua
em uma entrevista que realizei.
https://www.facebook.com/photo/?fbid=25162047963408827&set=a.7023735381000029
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