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domingo, 22 de dezembro de 2024
CACHÊ DE 400 REIAS...!
EM 2015, O CANTOR JOÃO MOSSORÓ, IRMÃO DOS CANTORES CARLOS ANDRÉ E DA HERMELINDA LOPES, DO ANTIGO TRIO MOSSORÓ, ME ENVIOU ESTE DESABAFO.
LIVROS
Por Rangel Alves da Costa
DE NOSSA AUTORIA, OS DOIS LIVROS ABAIXO À VENDA. R$ 150, com frete incluso. Contato com Rangel Alves da Costa pelo Cel/Whats. (79) 99830-5644.
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CANGAÇO NO CARIRI (JOSIER FERREIRA) - CANAL CANGAÇO EM FOCO
Por Cangaço em Foco
https://www.youtube.com/watch?v=GyhF-_-XBNEJosier Ferreira - Historiador URCA - Universidade Regional do Cariri. #lampião #cangaceiro #cangaço #cangaço #cariri #shorts #ceará #sertão #mariabonita #historia
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sábado, 21 de dezembro de 2024
CANDEEIRO, AMIGO E CABRA DE LAMPIÃO.
Por Cangaço Eterno
A CHEGADA DE LAMPIÃO NO JUAZEIRO DO NORTE | CNL | 1340.
O Cangaço na Literatura
CASA DO PROTETOR DE LAMPIÃO, O PEDRO DE CÂNDIDO
Casa
onde viveu o coiteiro Pedro de Cândido - delator do local onde Lampião e seus
cangaceiros estavam escondidos - faz parte da visitação à Grota do Angico
Local: Poço
Redondo, Sergipe, Brasil
Data: 04/2023
Autor: Adriano Kirihara
Código: 11ADR584
Tipo
de licença: Direito controlado
Autorização
do(a) Modelo: Não
Tamanho
da imagem: 5100 x 3402
Palavras-chave: caatinga cangaceiro cangaço casa habitação história marco memorial moradia pau
a pique sertão região
nordeste homenagem sergipano semiárido taipa mão rota.
https://www.pulsarimagens.com.br/foto/Casa-onde-viveu-o-coiteiro-Pedro-de-C%C3%A2ndido---delator-do-local-onde-Lampi%C3%A3o-e-seus-cangaceiros-estavam-escondidos---faz-parte-da-visita%C3%A7%C3%A3o-%C3%A0-Grota-do-Angico?assunto=Casa-onde-viveu-o-coiteiro-Pedro-de-C%C3%A2ndido---delator-do-local-onde-Lampi%C3%A3o-e-seus-cangaceiros-estavam-escondidos---faz-parte-da-visita%C3%A7%C3%A3o-%C3%A0-Grota-do-Angico&procurar=canga%C3%A7eiros&codigo-imagem=11ADR584&codigo=596244&pagina=1&posicao=29&ordenar=1&tipo=&direito-imagem=&autorizacao-imagem=&depois-ano=&anterior-ano=&orientacao=&tipo-video=&autor=&pais=&estado=&cidade=®iao=
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O ATAQUE DO BANDO DE CANGACEIROS DE LAMPIÃO AO SÍTIO JUAZEIRO
O bando de Lampião em Limoeiro do Norte, Ceará, após a derrota em Mossoró.
Rostand Medeiros – Escritor e sócio efetivo do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte
Quando em 10 de junho de 1927, Virgulino Ferreira da Silva, o famigerado Lampião, juntamente com seus cangaceiros atravessaram a fronteira da Paraíba com o Rio Grande do Norte, teve início um verdadeiro suplício em várias propriedades rurais do Oeste potiguar.
Muitas destas pessoas que viviam no campo eram simples e pequenos agricultores, como foi o caso do sítio Juazeiro, então localizado na zona rural da cidade de Pau dos Ferros, atualmente pertencente ao território do município de Marcelino Vieira, a 380 quilômetros de Natal.
Sentada na varanda da casa anteriormente invadida pelo bando, defronte ao açude do Junco e da grande serra do Panati, Dona Terezinha de Jesus Queiroz, de setenta e dois anos, relembra o que seu pai, o falecido agricultor Manuel Joaquim de Queiroz, conhecido na região como “Manuel Laurindo”, lhe contou daquele estranho dia.
Ele tinha na época vinte e dois anos de idade, era solteiro, e na parte da tarde estava sentado no alpendre da casa de seu pai, concertando um sapato com algumas ferramentas para esta função. O genitor de Manuel, na época já viúvo, estava ausente e junto com ele na residência se encontrava a sua irmã mais velha.

De repente, em meio a uma grande algazarra, gritos, guinchados, urros, assovios e galopes das montarias, um grupo de cangaceiros se posta diante do agricultor. Grosseiramente alguns lhe apontam seus fuzis, enquanto outros invadem a casa e ameaçam a todos.
Maria Queiroz, a irmã de Manuel, passava roupa na sala da casa. Ao perceber a entrada dos invasores armados começou a gritar, logo fez menção de querer pular uma janela e correr. Rapidamente um cangaceiro apontou-lhe um fuzil na cabeça e ordenou que ela não fugisse. Outro membro do grupo de assaltantes disse que não maltratasse a mulher. Essa gritaria, esse movimento deixou os bandoleiros nervosos e foi preciso o irmão solicitar calma a jovem.
Logo a pequena casa fica cheia de cangaceiros malcheirosos e rudes. Tem início uma busca frenética por dinheiro, armas e eles começaram a mexer em tudo. Alguns baús, peças de mobília que na época era comumente utilizada para guardar roupas, lençóis e outros objetos, foram bruscamente abertos e os seus conteúdos espalhados. Manuel negou a existência do que os cangaceiros desejavam, mas sua negativa apenas atiçou o desejo da rapinagem. Estes baús estão até hoje nesta casa e bem conservados.
Em meio à agonia e o terror proporcionado pelos cangaceiros, Manuel não percebeu a presença de seu tio Antônio Raulino, que naquele instante servia de guia forçado para aquela fração do bando de Lampião, que não se encontrava entre os assaltantes.
No momento de partirem, o pai de Dona Terezinha lhe contou que um dos cangaceiros estava tão pesado devido aos equipamentos, que o mesmo não conseguiu subir na sua alimária. Grosseiramente este ordenou a Manuel que segurasse as rédeas com força para que ele pudesse subir. Ameaçou o jovem que se caísse “ele iria sentir o peso de sua mão”. Manuel segurou as rédeas da maneira mais firme possível, para assim o arrogante bandoleiro conseguir montar e partir com seus companheiros.

Após a saída do grupo, o clima dentro da casa era de desalento. Tudo estava revirado, roupas e lençóis estavam espalhados, objetos estavam pelo chão quebrados. O medo dos cangaceiros retornarem era enorme. Raulino chama sua irmã e decidem partir para o mato. Ainda tem tempo de escutarem outra parte da cavalaria de delinquentes passarem próximos de seu esconderijo e seguem em direção a casa de parentes.
No caminho escutam inúmeras detonações. Era o combate que ficaria conhecido como “Fogo da Caiçara”. Neste tiroteio, o primeiro do grupo de Lampião contra a polícia potiguar, o resultado foi um morto para cada lado e a fuga dos policiais comandados pelo tenente Carvalho Agra.
No dia 13 de junho, enquanto Lampião chegava a Mossoró, Manuel Joaquim de Queiroz se encontrava na Delegacia de Polícia da cidade de Pau dos Ferros, relatando para as autoridades presentes os fatos ocorridos na casa de seu pai naquela tarde do dia 10 de junho. Entre outras informações, ele listou para o capitão da polícia Jacinto Tavares Ferreira, fato registrado na página 17 do processo que trata da passagem do bando de Lampião pela região, que os cangaceiros subtraíram uma quantidade de bens que o depoente calculou em 850.000 réis.
Dona Terezinha comenta que mesmo não sendo contemporânea destes fatos, ela recorda com satisfação as ocasiões em que a sua família relembrava estes episódios, todos reunidos a noite no alpendre da casa. Para ela, com a morte dos protagonistas e o desinteresse dos mais jovens da região pelo assunto, em breve não haverá mais quem se lembre dos fatos ocorridos no dia 10 de junho de 1927.
https://tokdehistoria.com.br/tag/o-ataque-do-bando-de-cangaceiros-de-lampiao-ao-sitio-juazeiro/
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LAMPIÃO EM JUAZEIRO DO NORTE
DESEMBARQUE DE ANTÔNIO SILVIO E CANGACEIROS...
Acervo Beto Rueda
Estação Central de
Pernambuco, aqui Antônio Silvino e outros cangaceiros desembarcaram para
cumprir pena na Casa de Detenção do Recife.
FONTE:
ARAÚJO, Antônio
Amaury Corrêa de; BONFIM, Luiz Ruben Ferreira de Alcântara. Lampião e a Maria
Fumaça. Paulo Afonso: Graftech, 2003.
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LANÇAMENTO DE LIVRO
Por Julierme Do Nascimento Wanderley
No dia 2 de
fevereiro de 2025, estaremos juntos no lançamento do primeiro livro da
série As Façanhas do Cangaceiro Antônio Silvino, “O Rifle de Ouro” – I:
A Hecatombe da Usina Santa Filonila.
sexta-feira, 20 de dezembro de 2024
PROCURANDO GENTE DOS NOSSOS ESTUDOS CANGACEIROS...
Por José Mendes Pereira
Por onde anda o nosso amigo de pesquisas sobre cangaço o Raul Meneleu Marcarenhas, que nunca mais apareceu nas redes sociais?
Se o leitor tem notícias do Meneleu, comunique-nos, por favor, através deste g-mail:
josemendesp58@gmail.com
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O TESOURO DO POÇO
Clerisvaldo B. Chagas, 19 de dezembro de 2024
Escritor
Símbolo do Sertão Alagoano
Crônica: 3.155
Como todo
mundo pensa, por que nós os adolescentes da década de 60, não podíamos pensar?
E eu sempre estava pensando naquele poço que era a diversão máxima de adultos e
adolescentes da época. Um poço que não secava nunca. Com cheias ou sem cheias,
o Poço dos Homens assegurava o lazer arriscado de que quem o
amava. Já imortalizamos o poço dos Homens com inúmeros trabalhos,
sendo o máximo nas páginas de IPANEMA, UM RIO MACHO. Ali tomávamos banhos, pescávamos
de litro, de anzol... disputávamos os saltos mais ornamentais, urinávamos em
cima dos nós que dávamos nas roupas alheias e apreciávamos juntos o voo das
andorinhas e a paisagem do entorno.
Poço dos homens
Todavia nos
devaneios da juventude, eu pensava na possibilidade de haver alguma coisa boa
no fundo do poço, trazida pelas cheias. Quem sabe, até um tesouro ali guardado
por muitos e muitos anos. O poço era dividido em três partes: Estreitinho,
Largo e o Raso. Este último, para quem estava aprendendo a nadar, e que
geralmente, utilizava duas cabaças amarradas à cintura, como boias. Mas o Largo
e Estreitinho eram fundos. O Largo, muito mais fundo. Mas isso não impedia o
surgimento dos exibicionistas. Uns dando sapatadas seguidas, sem emergir a
cabeça. E alguns que mergulhavam e exibiam areia trazida do fundo do poço.
Quando se mergulhava a mais de um metro, a água se tornava geladíssima. Então,
o poço era fundo sim, mas alguns bons de fôlego alcançavam o piso. Não eu.
Ora, já
completamente adulto e no ocaso da idade, fui surpreendido pelo sonho de outro
poeta que convergia para o mesmo ponto do antigo poço da minha juventude. O
cantor, compositor, raizeiro, cozinheiro e pescador, guardião do rio Ipanema,
FERREIRINHA, de saudosa memória, me mostrava uma canção que falava de um tesouro
escondido no fundo do poço dos Homens. Tão presente era a canção que sugeria
absoluta verdade. Foi preciso o próprio compositor me dizer que era apenas
imaginação. Mas... Que imaginação! Que coincidência entre décadas e
décadas do mesmo sonho nunca antes compartilhado! Com você, caríssima leitora e
caríssimo leitor, já aconteceu algo semelhante?
Explique.
Explique que
eu não sei explicar.
Orgulho em ser
sertanejo santanense!
http://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2024/12/o-tesouro-do-poco-clerisvaldo-b.html
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SOFRIMENTO DA DONA JOANNA FERREIRA DA SILVA - VÁRZEA DA ROÇA...
Por Adelso Mota
Em
06 de outubro de 1933 a 91 anos era judiada com palmatória nas mãos D. Joanna
Ferreira da Silva, da Fazenda Bom Sucesso de Pedro Bento, Mairi, atualmente
pertence a Várzea da Roça-BA. O cangaceiro chefe Azulão, não gostou que a
Mocinha Joanna tivera o cabelo cortado curto, e a indagou perguntado:
- Quem
mandou cortar assim.
E a
moça disse:
-
Estou acompanhando a última moda na capital.
O
perverso cangaceiro disse:
- Não
é pra cortar mais assim, pois não gosto.
Como
se ele mandasse na vida das pessoas.
De repente
a sentenciou a 20 bolos de palmatória nas mãos. Logo disse:
- Não
grite se não lhe judio mais ainda.
Em
seguida mandou a jovem colocar as mãos no batente da janela, que era para lhe
causar sofrimento maior.
Ela
não aguentou e disse:
- Ai,
meu Deus - com os dedos Jorrando sangue.
Ele
bateu na cabeça dela com o cabo da palmatória, e retrucou dizendo-lhe pra não
gritar.
Dona
Joanna passou pelo hospital e foi medicada se recuperou dos ferimentos, levou a
vida adiante casou, teve filhos, era costureira de primeira.
Está
sepultada no cemitério municipal de Várzea da Roça.
Nossos
agradecimentos ao professor e historiador Rubens Antônio e Valdir Barreto que
forneceram boas fotos,
Adelso
Mota, Memorialista contador de histórias do cangaço na Bahia e na nossa região.
Aqui Joanna
Costa, era porque era filha da viúva Rosina Costa, mais seu nome correto é
Joanna Ferreira da Silva, da Fazenda Bom Sucesso, hoje povoado do Bom Sucesso,
Várzea da Roça, Israel Santana confirmou
haver parentes dela lá no Bom Sucesso, em fevereiro vou ao Bom Sucesso
O sepulcro de D,
Joanna Ferreira da Silva, no cemitério municipal de, Várzea da Roça, BA. Ela
faleceu em 1993.
MORTE DE CALAIS
Por Aderbal Nogueira
https://www.youtube.com/watch?v=FNTidQvEJ2QCerco e morte do cangaceiro Calais.
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