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domingo, 9 de março de 2025

ELIZEU VENTANIA

Por Relembrando Mossoró

Elizeu Elias da Silva, conhecido por Elizeu Ventania foi um violeiro, natural de Martins, mas residiu por muitos anos em Mossoró, onde deu nome a Estação das Artes, virou saudade em 1998 - Registro de Marquessol - 1992.

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BANDO DE LAMPIÃO EM SERGIPE.

 Por Robério Santos

Foto inédita do bando de Lampião em Sergipe, em 1º de abril de 1929. Acervo: Robério Santos. Já tinham visto?

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sábado, 8 de março de 2025

O MAIOR DE TODOS OS BRASILEIROS...

 Por Valdir José Nogueira

O maior de todos os brasileiros. Um dos melhores e mais culto Chefe de Estado que o Mundo já conheceu. Acadêmicos do Tucuruvi (SP) quis ofender a memória do maior brasileiro da História e acabou rebaixada. Toma!

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HÁ 103 ANOS, BELMONTE REALIZOU SOLENE COMEMORAÇÃO CÍVICA AO PRIMEIRO CENTENÁRIO DA REVOLUÇÃO PERNAMBUCANA DE 1817

 Por Valdir José Nogueira de Moura

Capa do Livro: O Brazil Heroico em 1817, de Alípio Bandeira, 1918, Imprensa Nacional Rio de Janeiro, com 329 páginas. Importante obra sobre a Revolução Pernambucana, com resumo histórico, seus heróis e lista de mártires.

“6 de Março de 1817 – O feito glorioso que a data de hoje relembra, ora comemorado neste município de Belmonte, que muito se ufana de estar inserido neste Estado, se reveste como uma das efemérides de mais conteúdo e grandeza nas lutas pernambucanas na defesa dos nobres ideais libertários.”

Com estas palavras, o reverendo de Belmonte o padre Joaquim de Alencar Peixoto iniciou o seu discurso na solenidade que o município promoveu na noite do dia 6 de março de 1917, para comemorar a magna data. Nas suas palavras o padre brilhantemente exaltou o valor dos pernambucanos que sonharam com a democracia antes da nossa independência política, fato que determinou a acertada escolha do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano para dissertar sobre essa brilhante página de nossa História.

O Dr. Felisberto dos Santos Pereira, juiz municipal do Termo de Belmonte, encabeçou a Comissão responsável pela realização das comemorações do Primeiro Centenário da Revolução Pernambucana de 1817, no município belmontense.

Para a realização da comemoração do Primeiro Centenário da Revolução de 1817, em Belmonte foi organizada uma comissão, composta do Dr. Felisberto dos Santos Pereira, juiz municipal; do padre Joaquim de Alencar Peixoto, vigário da Freguesia de Belmonte, e do coronel José de Carvalho e Sá Moraes, prefeito local.

Padre Joaquim de Alencar Peixoto, vigário da Paróquia de Belmonte, integrante da comissão formada para realização das comemorações ao Primeiro Centenário da Revolução Pernambucana de 1817, no município belmontense.

A solene data, tão bem registrada nos anais da história belmontense, foi publicada no Diário de Pernambuco – Quarta-feira, 19 de abril de 1917, pág. 2:

“As 19 horas do dia 6 de março no edifício do governo municipal desta cidade, realizou-se com grande imponência a sessão magna comemorativa do Primeiro Centenário da Revolução Pernambucana de 1817. O Paço do Conselho Municipal apresentava caprichosa ornamentação com artísticos bouquets nos belos jarros sobre a mesa da presidência, e da tribuna, destinada aos oradores.

Grande multidão composta do que a sociedade belmontense tem de mais seleto encheu literalmente a ampla sala do Conselho Municipal, onde uma organizada orquestra dava a nota de destaque executando maviosos trechos musicais à chegada dos convidados.

A sessão foi presidida pelo Dr. Felisberto dos Santos Pereira, juiz municipal deste termo, ladeado pelo reverendíssimo padre Joaquim de Alencar Peixoto, orador oficial, e pelo senhor José Ribeiro Viana, que serviu de secretário.

Ao abrir a sessão, o Dr. Felisberto Pereira pronunciou um ligeiro discurso abrindo a solenidade sobre a “Data Magna” da nossa história pátria, e congratulou-se com os belmontenses pelo magnífico benefício que doravante iam eles usufruir, com a fundação naquela data, de mais uma escola, com a denominação de “ESCOLA BARROS LIMA”, em homenagem a um dos mártires da Revolução Pernambucana de 1817, ficando assim satisfeitos os desejos do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano, cuja ação fecunda o orador enalteceu.

Em seguida obteve a palavra o reverendíssimo padre Joaquim de Alencar Peixoto, vigário desta Paróquia e orador oficial da festividade. Falar no resumido espaço deste relato sobre a ardorosa oração cívica do talentoso sacerdote é tarefa difícil de desempenhar. Sua reverendíssima empolgou o auditório por espaço de meia hora, e tal era o fulgor das suas mensagens, tal o entusiasmo patriótico que imprimiu as suas rutilantes frases, que toda a numerosa assistência ali presente, vibrou. Ruidosas palmas saudaram as últimas palavras do orador que terminou rendendo aos mártires de 1817, as homenagens sinceras de patriotismo de quantos ali se congregavam para cultivar-lhes a imperecível memória.

Prefeito de Belmonte, Coronel José de Carvalho e Sá Moraes, integrante da comissão formada para realização das comemorações ao Primeiro Centenário da Revolução Pernambucana de 1817, no município belmontense.

Seguiram-se com a palavra os seguintes oradores: Waldemiro de Araújo Lima, representando o “Externato Belmontense”; dona Josefa do Amaral Martins, pela Escola do sexo feminino desta cidade; Juvenal Ferreira, pelos filhos do povo, para quem era criada naquela data a “ESCOLA BARROS LIMA”; José Alencar de Carvalho Pires, em seu nome individual; Edson Macêdo, recitando a poesia de Manuel Duarte – “A Bandeira”, e Napoleão Ferraz, recitando o Hino da Proclamação da República, letra de Medeiros e Albuquerque. Todos os oradores foram freneticamente aplaudidos. Em seguida o Dr. Presidente declarou instalada a Escola primária “ESCOLA BARROS LIMA”, numa das dependências do Conselho Municipal e da qual ficaram encarregados os hábeis moços, José Ribeiro Viana e João Batista Fructuoso de Pádua. A nova escola que é noturna, para facilitar a freqüência das crianças pobres, que passam o dia em outros misteres, será custeada pelo município e pela população.

Encerrada a sessão entre as mais vivas manifestações de entusiasmo pela comissão respectiva, foi passado um extenso telegrama ao Dr. 1º Secretário do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano, relativo a festa cívica, ora realizada em Belmonte:

“Perante numerosa seleta assistência, entre sinceras evidentes manifestações patriotismo, realizou-se Conselho Municipal Belmonte Sessão Cívica comemorativa Primeiro Centenário Revolução Pernambucana 1817, marco glorioso nossa emancipação política. Fundada escola primária “BARROS LIMA”, satisfazendo assim nobre desejo desse Instituto.

- Felisberto dos Santos Pereira, juiz municipal;

- Padre Joaquim de Alencar Peixoto, vigário;

- José de Carvalho e Sá Moraes prefeito.”

A Revolução Pernambucana de 1817 foi o culminar da fermentação das ideias de autonomia em relação ao governo português que, originando-se na então Capitania de Pernambuco, irradiou-se por várias capitanias do nordeste do país e instalou setenta e três dias de governo republicano em pleno reinado de D. João VI. Elencada na historiografia como antecedente da Independência do Brasil, é celebrada como o único movimento que afrontou com êxito a Coroa Portuguesa em toda sua longa história. O dia 6 de março, data do início da Revolução, é a data magna do estado de Pernambuco, cuja bandeira é inspirada na do movimento.

O nome de um dos heróis da Revolução de 1817 foi dado cem anos depois a uma escola primária de Belmonte: ESCOLA BARROS LIMA, homenageando José de Barros Lima, militar nascido em recife por volta do século XVIII e que também foi capitão do Exército, sendo preso pelo brigadeiro Manuel Joaquim Barbosa de Castro, por apoiar à causa republicana. Ignorando a ordem de prisão, sacou a espada e matou o brigadeiro, que por este fato, iniciou a Revolta Pernambucana de 1817.

Quando as tropas reais reprimiram o movimento, José de Barros Lima foi preso, e enforcado, na cidade de Recife. Suas mãos e cabeça foram cortadas, e seu corpo amarrado a um cavalo, sendo arrastado pelas ruas até o cemitério. Suas mãos e cabeça foram expostas em um quartel, em Olinda.

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OS GRANDES CRIMES DE LAMPIÃO - PARTE I.

Por Cangaçologia
https://www.youtube.com/watch?v=VqVCg38IfhY

No decorrer dos anos muitas histórias foram criadas pelo imaginário popular em torno da figura polêmica de Lampião.

Algumas dessas histórias sangrentas, outras romanceadas e tantas outras com teores cômicos ou sarcásticos.

A verdade é uma só e todos nós sabemos que a história do cangaço e em especial a história do cangaceiro Virgolino Ferreira da Silva “Lampião”, foi escrita com muito sangue, suor e sofrimento. Um período de luto para o sertão e para o sertanejo nordestino.

Muitas histórias de crimes monstruosos, que foram cometidos tanto por parte dos cangaceiros, quanto de grande parte das Volantes que os perseguiam, se perderam com o passar do tempo, mas uma grande e importante fatia dessas histórias foram salvas através da memória popular e de documentos que ainda nos tempos atuais podemos ter acesso.

Com o intuito de preservar e divulgar a história cangaceira selecionamos algumas dessas histórias e a partir de agora as apresentaremos em capítulos, onde especialistas e estudiosos do assunto falarão a respeito dos fatos acontecidos, cada um dentro da sua especialidade.

Tenho a plena convicção que através dessas histórias teremos um maior conhecimento e compreensão sobre os fatos e acontecimentos desse período negro da nossa história chamado cangaço. Assistam e ao final deixem seus comentários, críticas e sugestões. INSCREVAM-SE no canal e ATIVEM O SINO para receber todas as nossas atualizações. Forte abraço... Cabroeira! Atenciosamente:
Geraldo Antônio de Souza Júnior - Criador e administrador do canal.

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FELIZ DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES!

 Por Robério Santos

Feliz dia internacional das MULHERES! Nossa homenagem hoje vai a ex-cangaceira DADÁ! Mulher de fibra. Quer ver o programa? Diga SIM e eu enviarei. 

Na imagem, o prefeito de Miguel Calmon-BA, Dadá e a querida @indaia.santos.567 No chão, a Cruz da sepultura de Corisco em Miguel Calmon-BA.

https://www.facebook.com/photo/?fbid=10162388836227840&set=a.486697157839

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UM DOCUMENTÁRIO ESPETACULAR QUE TRATA...

Por Geraldo Júnior

... a respeito da passagem de Lampião e seus seguidores pela antiga Serrinha do Catimbau a época dos acontecimentos pertencentes ao município pernambucano de Garanhuns e atualmente indexada a Paranatama/PE.

O escritor e pesquisador Júnior Almeida (Paranatama/PE) através de uma pesquisa profunda coletou informações preciosas, salvou e registrou a história com precisão e riqueza de detalhes.

No documentário "O ATAQUE DE LAMPIÃO À SERRINHA DO CATIMBAU", que será apresentado em partes, devido a complexidade histórica, vocês conhecerão os locais visitados pelos cangaceiros e ouvirão depoimentos de familiares e de uma testemunha ocular dos acontecimentos.

Ainda hoje no canal "Cangaçologia" (YouTube).

Se você ainda não é inscrito no nosso canal acesse o link abaixo e se inscreva para ter acesso a todas as nossas matérias e documentários.

Forte abraço a todos.

Geraldo Antônio De Souza Júnior


https://www.facebook.com/Cangacologia/photos/a.435268929895318/2685963254825863/?type=3&theater

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ZÉ LIMA

Imagem do Relembrando Mossoró

Faleceu nesta sexta-feira (7) o cantor, compositor e poeta José Ivan de Lima, mais conhecido como Zé Lima. Ele estava internado na UTI do Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró-RN, em decorrência de complicações cardíacas e pulmonares.

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sexta-feira, 7 de março de 2025

UMA LAVA A...

Por José G. Diniz


Uma lava a roupa e cozinha
Varre a casa e passa o pano
A outra afirma ser uma biata
Sem aprovação do Vaticano
Depois que fiz o resumo
Vi que a última fede mais a fumo
Do que o cheiro do suor humano.

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IMPORTA

 Por Hélio Xaxá



Importa que estejas bem

Que sejas bem amada

E não sofras por nada

E que sejas feliz também.


Não importa se eu morri

Ou se estou morrendo

A vida passa correndo

Mais que a vida eu corri...


Que importa a viagem?

Se mudou a paisagem?

Foi nuvem passageira...


Chuva no fim de tarde...

Importa que o sol arde

E fez florir a jardineira.

 

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BRASIL

 Clerisvaldo B. Chagas, 6 de março de 2025

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3. 202

 

O Brasil foi dividido pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística -  em cinco grupos de regiões com seus estados. Cada grupo é semelhante entre si, em quase tudo. São chamados de As Cinco Grandes Regiões geográficas do Brasil. São elas:

REGIÃO NORTE: estados e capitais:

Amapá – Macapá

Roraima – Boa Vista

Acre – Rio Branco

Amazonas – Manaus

Pará – Belém

REGIÃO CENTRO-OESTE: estados e capitais:

Mato Grosso – Cuiabá

Mato Grosso de Sul – Campo Grande

Goiás – Goiânia

Tocantins – Palmas.

Região Nordeste: estados e capitais:

Maranhão – São Luís

Piauí – Teresina

Ceará – Fortaleza

Rio Grande do Norte – Natal

Paraíba – João Pessoa

Pernambuco -  Recife

Alagoas – Maceió

Sergipe – Aracaju

Bahia – Salvador

REGIÃO SUDESTE: estados e capitais:

Minas Gerais – Belo Horizonte

São Paulo – São Paulo

Rio de Janeiro – Rio de Janeiro

Espírito Santo – Vitória

REGIÃO SUL: estados e capitais:

Paraná – Curitiba

Santa Catarina – Florianópolis

Rio Grande do Sul – Porto Alegre.



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CANGACEIRO VOLTA SECA

Por Helton Araújo

Foto pouco divulgada do cangaceiro Antônio dos Santos, vulgo Volta Seca.

Acervo familiar.

Créditos: Cangaço em Ribeirópolis / Robério Santos.
E aí, conheciam essa foto? Inscreva-se em nosso canal no YouTube para conhecer mais histórias sobre o cangaço. Link logo abaixo.


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O ASSASSINATO DO CORONEL LUIZ GONZAGA GOMES FERRAZ (BELMONTE - PERNAMBUCO).

 Por Cangaçologia

https://www.youtube.com/watch?v=BiMqpbUSFU0&t=293s

Em 20 de outubro de 1922 a cidade de Belmonte no estado de Pernambuco é invadida por cangaceiros liderados por Lampião com o objetivo principal de eliminar o coronel Luiz Gonzaga Gomes Ferraz, desafeto de Ioiô Maroto que foi o articulador do ataque à cidade e o principal responsável pela morte do coronel. Nesse vídeo vocês conhecerão toda a trama que resultou em um dos episódios mais selvagens e comoventes que se tem notícias na historiografia cangaceira. O assassinato do coronel Luiz Gonzaga Gomes Ferraz. TORNEM-SE MEMBROS DO CANAL. Assistam e ao final deixem seus comentários, críticas e sugestões. INSCREVAM-SE no canal e ATIVEM O SINO para receber todas as nossas atualizações. Forte abraço... Cabroeira! Atenciosamente: Geraldo Antônio de Souza Júnior - Criador e administrador do canal.

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MEUS COLEGAS FALECIDOS - XEXÉU DE LIMOEIRO

Por José Di Rosa Maria


Letra: Xexéu de Limoeiro Melodia: Antônio Torquato, de Parambu Interpretação: Bonedis Eduardo Incentivador: Poeta José Di Rosa Maria

 https://www.youtube.com/watch?v=F5Ifgvlt3GQ

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OS ÚLTIMOS SENTIMENTOS - SEBASTIÃO DIAS - CANTA THALISSON SOARES (O GARGANTA DE GRAÚNA)

 Por José Di Rosa Maria

https://www.youtube.com/watch?v=txvLlqeH9TQ

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FELIZ ANIVERSÁRIO

Por José Di Rosa Maria


As praias estão felizes,
Os mares também estão;
Os livros estão se abrindo
De amor e gratidão,
Porque Ailton Siqueira,
Vive nesta quinta-feira
Mais um dia de emoção!
Feliz aniversário, professor;
vida longa, muita saúde, muita sabedoria e
milhares de amigos fiéis.

Autor

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quinta-feira, 6 de março de 2025

ELKE MARAVILHA FAZ CONVITE ESPECIAL PARA MAURO MAURÍCIO | A PRAÇA É NOSSA (27/08/20)

 Por A Praça é Nossa

https://www.youtube.com/watch?v=TUj5iicsg5Q

Toda quinta-feira é dia (ou noite, né!?) de A Praça é Nossa. Então, você já sabe que Carlos Alberto de Nóbrega e um time de humoristas da mais alta qualidade chegam com tudo na telinha SBT com a missão de fazer você dar as melhores gargalhadas. Assim como a risada do Cazalbé, que é tão famosa! Sobre o programa A Praça É Nossa surgiu com Manoel de Nóbrega (1913-1976), que, de férias, vislumbrou esse sucesso, que há três décadas, cativa o público brasileiro. Atualmente apresentado por Carlos Alberto de Nóbrega, o humorístico tem mais de 20 personagens. Entre eles estão o político João Plenário (Saulo Laranjeira), Paulinho Gogó (Maurício Manfrini), Nina e Sangue (Marlei Cevada), Dapena (Zé Américo), Matheus Ceará, Saideira (Giovane Bráz), entre outros. Inscreva-se no canal da A Praça É Nossa:    / sbtapracaenossa   Curta nossa página no Facebook:   / sbtpraca   Para mais informações do programa acesse:


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LIVRO "LAMPIÃO NA PARAÍBA - NOTAS PARA A HISTÓRIA".

 

Comprar livros tendo como pano de fundo o cangaço é para mim sempre uma enorme satisfação e ganhar devidamente autografados... são duas.

“Lampião na Paraíba – Notas para a história” a mais recente e aguardada obra do confrade escritor e pesquisador do cangaço, Sérgio Augusto de Souza Dantas, finalmente chega em minhas mãos e ao iniciar a leitura já pude constatar que se trata de um trabalho, que a exemplo dos anteriores que foram escritos pelo autor, sério e criterioso, nesse caso, ao que diz respeito aos fatos e acontecimentos históricos envolvendo a passagem de Lampião e bando por terras paraibanas.

A verdade é que muitos fatos e histórias envolvendo o cangaceirismo na Paraíba se perderam com o decorrer dos anos, mas aquilo que foi possível resgatar certamente iremos nos deparar ao folhear as páginas desse livro, que trás entre outros assuntos:

- A invasão a Jericó

- Fazendas Dois Riachos e Curralinho.

- O Fogo da fazenda Tabuleiro.

- Os primeiros ferimentos sofridos por Lampião

- As lutas com Clementino Furtado “Quelé”.

- Combate na Lagoa do Vieira.

- O ataque cangaceiro a cidade de Sousa.

- A expulsão dos cangaceiros do município de Princesa/PB.

Combates em:

- Pau Ferrado

- Areias de Pelo Sinal.

- Cachoeira de Minas.

- Tataíra.

- Os ataques às fazendas do coronel José Pereira Lima

- Morte de Luiz Leão e seus comparsas em Piancó/PB.

- Confronto em Serrote Preto.

- Suassuna e Costa Rego (A criação do segundo batalhão de polícia).

- Sítio Tenório e a morte de Levino Ferreira.

- O ataque a Santa Inês.

- Combates nos sítios Gavião e São Bento.

- Chacina nos sítios Caboré e Alagoa do Serrote.

- Lagoa do Cruz.

- Assassinatos de João Cirino Nunes e Aristides Ramalho.

- Mortes no sítio Cipó.

- Fuga de paraibanos da fronteira para o Ceará.

- Confronto em Barreiros.

- Invasão ao povoado Monte Horebe.

- Combates em Conceição.

- Sequestro do coronel Zuza Lacerda.

- O assalto de Sabino a Triunfo/PE e Cajazeiras/PB.

- Mortes dos soldados contratados Raimundo e Chiquito em Princesa.

- Luiz do Triângulo.

- Ataques a Belém do Rio do Peixe e Barra do Juá.

- Pilões.

- Canto do Feijão e os assassinatos de Raimundo Luiz e Eliziário.

- Sítios Vaquejador e Caiçara.

- Quelé e João Costa no Rio Grande do Norte.

- Combates com a polícia da Paraíba em solo cearense.

- O caso Chico Pereira sob uma nova ótica.

- Virgínio Fortunato na Paraíba.

- São Sebastião do Umbuzeiro e sítios Balança, Angico e Riacho Fundo.

- Sítio Rejeitado.

- As nuances sobre a morte do cangaceiro Virgínio.

Esses e tantos outros assuntos sobre as peripécias, mortes e depredações promovidas por Lampião e seu bando em solo paraibano, vocês terão conhecimento ao adquirir o livro “Lampião na Paraíba – Notas para a história” e dar início a leitura.

Para encerrar eu quero aproveitar o espaço para agradecer ao amigo dr. Sérgio Augusto de Souza Dantas, por mais esse fabuloso presente que para mim possui um valor inestimável por se tratar de um trabalho extraordinário escrito por um incansável e reconhecido resgatador da história cangaceira e consecutivamente do Nordeste brasileiro.

Quem desejar adquirir essa e outras obras sobre os temas cangaço e Nordeste, basta entrar em contato com o conceituado vendedor de livros Professor Pereira (Francisco Pereira Lima) através dos contatos abaixo relacionados:

E-mail: franpelima@bol.com.br

Fone: (83) 99911-8286 (Whatsapp).

Boa leitura.

Geraldo Antônio de Souza Júnior



Não deixa de adquirir este livro com o professor Pereira através deste e-mail: franpelima@bol.com.br

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LIVRO - LAMPIÃO A RAPOSA DAS CAATINGAS

 

Depois de onze anos de pesquisas e mais de trinta viagens por sete Estados do Nordeste, entrego afinal aos meus amigos e estudiosos do fenômeno do cangaço o resultado desta árdua porém prazerosa tarefa: Lampião – a Raposa das Caatingas.

Lamento que meu dileto amigo Alcino Costa não se encontre mais entre nós para ver e avaliar este livro, ele que foi meu maior incentivador, meu companheiro de inesquecíveis e aventurosas andanças pelas caatingas de Poço Redondo e Canindé.

O autor José Bezerra Lima Irmão
Este livro – 740 páginas – tem como fio condutor a vida do cangaceiro Lampião, o maior guerrilheiro das Américas.

Analisa as causas históricas, políticas, sociais e econômicas do cangaceirismo no Nordeste brasileiro, numa época em que cangaceiro era a profissão da moda.

Os fatos são narrados na sequência natural do tempo, muitas vezes dia a dia, semana a semana, mês a mês.

Destaca os principais precursores de Lampião.
Conta a infância e juventude de um típico garoto do sertão chamado Virgulino, filho de almocreve, que as circunstâncias do tempo e do meio empurraram para o cangaço.

Lampião iniciou sua vida de cangaceiro por motivos de vingança, mas com o tempo se tornou um cangaceiro profissional – raposa matreira que durante quase vinte anos, por méritos próprios ou por incompetência dos governos, percorreu as veredas poeirentas das caatingas do Nordeste, ludibriando caçadores de sete Estados.
O autor aceita e agradece suas críticas, correções, comentários e sugestões:

(71)9240-6736 - 9938-7760 - 8603-6799 

Pedidos via internet:
Mastrângelo (Mazinho), baseado em Aracaju:

Tel.:  (79)9878-5445 - (79)8814-8345

Clique no link abaixo para você acompanhar tantas outras informações sobre o livro.
http://araposadascaatingas.blogspot.com.br

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