Seguidores

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

O RAPOSA DAS CAATINGAS É SUCESSO NACIONAL.

 

Se você ainda não comprou este fantástico trabalho do escritor José Bezerra Lima Irmão, só restam poucos livros. Então procura adquiri-lo o quanto antes, pois os colecionadores poderão comprar os poucos que restam. Seja mais um conhecedor das histórias sobre cangaço, para ter firmeza em determinadas reuniões quando o assunto é "cangaço". 

São 736 páginas.
29 centímetros de tamanho. 
19,5 de largura. 
4 centímetros de altura.
Foram 11 anos de pesquisas feitas pelo autor 

É o maior livro escrito até hoje sobre "Cangaço". Fala desde a juventude  e namoro dos pais de Lampião. Quem comprou, sabe muito bem a razão do "Sucesso a nível nacional do Raposa das Caatingas". 

O autor aceita e agradece suas críticas, correções, comentários e sugestões:

(71)9240-6736 - 9938-7760 - 8603-6799 

Pedidos via internet:
Mastrângelo (Mazinho), baseado em Aracaju:

Tel.:  (79)9878-5445 - (79)8814-8345

Clique no link abaixo para você acompanhar tantas outras informações sobre o livro.
http://araposadascaatingas.blogspot.com.br

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, cuidado! Não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado!  Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo. Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer. 

Este policial na imagem, ainda bem, atirou na perna desde motoqueiro, segundo diz o site.

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

ESPEDITO SELEIRO, FILHO DO CRIADOR DA SANDÁLIA DE LAMPIÃO, VIROU GRIFE VALORIZADA NO MUNDO DA MODA E DO DESIGN

 Fernanda da Escócia de nova Olinda (CE) para a BBC Brasil


"O cabra chegou para meu pai e disse que queria uma sandália diferente, de solado quadrado, sem marca da curva da sola do pé. Mostrou um modelo desenhado. Meu pai disse que fazia. Dias depois o cabra veio buscar a encomenda e perguntou a meu pai se ele sabia para quem era a sandália. 'Não é para você?', meu pai perguntou. 'Não, é para o Capitão Virgulino'. 'Pois leve a sandália e nem precisa pagar'".

É assim que Espedito Velozo de Carvalho, o Mestre Espedito Seleiro, 77 anos, resume como surgiu a sandália mais famosa de tantas de seu ateliê em Nova Olinda, cidade do interior do Ceará, a 500 km de Fortaleza.

A sandália de solado quadrado era mesmo para o Capitão Virgulino Ferreira, o Lampião, chefe do bando de cangaceiros que impunha medo, respeito e fascínio no interior do Nordeste nos anos 1930.

O solado quadrado, sem indicar qual era a frente da sandália, tinha um propósito: despistar as volantes, como eram chamadas as equipes policiais que caçavam os cangaceiros pelo sertão. "O solado quadrado deixava uma pegada quadrada, de modo que a volante não conseguia saber para que lado Lampião tinha ido, se estava indo ou voltando", explica Espedito Seleiro.

O filho do criador da sandália de Lampião se transformou, nos últimos anos, em uma assinatura valorizada no mundo da moda, do cinema e do design. Espedito (assim mesmo com S) Seleiro fez peças para marcas como Farm, Cavallera e Cantão.

Em 2006, participou da São Paulo Fashion Week. Sua obra foi tema da exposição "Da Sela à Passarela", que passou por São Paulo e Rio de Janeiro. É criação de Espedito Seleiro o gibão colorido de couro usado pelo personagem do ator Marcos Palmeira no filme O Homem que Desafiou o Diabo (2007).
  

Seleiro apareceu no programa da global Regina Casé, cliente de suas sandálias. Recebeu em 2011 a Ordem do Mérito, concedida pelo Ministério da Cultura a personalidades do setor. Seu trabalho cheio de referências do sertão, com couro colorido e enfeitado, atraiu os designers Humberto e Fernando Campana, que fizeram em 2015 uma parceria com Seleiro para uma linha de móveis intitulada Coleção Cangaço, juntando madeira, palhinha e couro, e os móveis são a novidade em seu trabalho.

"É bom variar, fazer coisas novas", filosofa o artesão.

TALENTO E APRENDIZADO

Ainda menino, Espedito aprendeu com o pai, Raimundo Seleiro, que aprendeu com o pai dele, Gonçalves Seleiro, filho de Antônio Seleiro, a arte de tratar e transformar o couro de boi e de cabra em peças usadas pelos vaqueiros, como selas, cintos e chicotes.

Para vaqueiro, mesmo, ele nunca teve talento: no primeiro dia em que montou no cavalo para laçar um boi levou uma queda tão feia que desistiu da profissão.

Quando ele ainda era criança, sua família fugiu da seca e trocou o sertão dos Inhamuns, área mais árida do Ceará, pelo quase sempre verde Cariri, na região sul do Estado, divisa com Pernambuco. Aos 16 anos, em busca de uma vida melhor, Espedito foi embora para o Paraná. Ficou três anos, sempre trabalhando com couro, e voltou para o Cariri.

Um dia, cansado de tantas peças parecidas - sandálias de couro são uma tradição no interior do Ceará, vendidas em cada esquina e cada mercado popular-, viu que precisava inovar. Usando produtos naturais, como a tintura da casca do angico, árvore comum na região, tingiu o couro.


O criador das sandálias coloridas ganhou a admiração da então secretária de Cultura do Ceará Violeta Arraes - de uma família tradicional do Cariri e irmã de Miguel Arraes, cearense que fez carreira política em Pernambuco, Estado que governou três vezes.Fez sandálias vermelhas, azuis, amarelas e roxas, cheias de desenhos. Levou para um conhecido no mercado vender. No outro dia vieram pedir mais, e as sandálias coloridas abriram caminho para que ele se diferenciasse dos demais artesãos.

O diretor de TV e cinema Guel Arraes, filho de Miguel Arraes, também se tornou cliente das sandálias de couro de Seleiro, e a fama do artesão foi se espalhando.

Um dia, o educador Alemberg Quindins, criador da Fundação Casa Grande, premiada organização de Nova Olinda que capacita crianças e jovens para as artes, pediu a Seleiro que fizesse uma sandália igual à de Lampião para uma exposição sobre o Cariri.

Seleiro tinha guardado os desenhos do pai e reproduziu a sandália "cobertão", de solado quadrado. "Mudei o nome para sandália Lampião. E quando me pediram um modelo para mulher, fiz a sandália Maria Bonita", explica o artesão.

TRADIÇÃO E INOVAÇÃO

Do Cariri para o Brasil, aos poucos o E.S. de Espedito Seleiro, numa letra bem desenhada, foi marcando sandálias, bolsas e mochilas em couro que se espalharam no circuito fashion.

O trabalho atraiu também a atenção da pesquisadora Heloisa Bueno Rodrigues, que fez de Seleiro personagem principal de sua dissertação de mestrado defendida em outubro de 2015 no Programa de Cultura e Territorialidades da UFF (Universidade Federal Fluminense) e intitulada Espedito Seleiro: filho dos Inhamuns, mestre do Cariri e artista do Brasil.


Num estudo sobre economia criativa e cultura, apresentado num seminário na Fundação Casa de Rui Barbosa, no Rio de Janeiro, a pesquisadora analisa como Seleiro se diferenciou dos demais artesãos ao inovar dentro da tradição popular, mantendo sua identidade. Ao mesmo tempo, explica que o trabalho de Seleiro não é só produto de sua sensibilidade individual de artista, mas resultado de um conjunto de conhecimentos, histórias e tradições.

"O Ceará é muito marcado pelo que historiadores como Capistrano de Abreu chamam de civilização do couro, um ciclo econômico baseado na criação de gado. A obra de Espedito Seleiro traduz essas tradições dos vaqueiros, dos cangaceiros, dos ciganos, desses homens que se espalharam pelo interior do Nordeste. E ele conseguiu manter sua originalidade dentro dessa tradição, conseguiu se diferenciar", afirma a pesquisadora.

Assim como aprendeu o ofício em família, Seleiro ensina o que sabe aos filhos, netos e sobrinhos, e juntos eles mantêm a cooperativa Associação Familiar Espedito Seleiro, que reúne 22 profissionais.

Mestre Seleiro é um professor exigente, que acorda de madrugada, cobra qualidade em cada passo do trabalho e manda recomeçar tudo se achar algo errado. "Eu ensino, eles fazem, eu vejo se ficou bom. Se estiver boa, assino a sandália. Se estiver ruim, desmancho e mando fazer de novo".

Em sua oficina, entre aprendizes e cortes de couro, Seleiro recebe quem chega e tem sempre tempo para um dedo de prosa. Ao lado da oficina criou o Museu do Couro, que conta a história de sua obra e também a saga dos vaqueiros no sertão.

Seleiro sabe que é imitado por muitos, mas não liga. Às vezes pensa em registrar sua marca, às vezes não. De olho nas novidades, investe em capas para celulares e tablets e selas de moto. Comprada na lojinha de Seleiro em Nova Olinda, a sandália Maria Bonita custa R$ 80.

Entre bolsas, mochilas, carteiras e sandálias, as peças trazem tons e desenhos inusitados. Lembram vestidos coloridos numa quadrilha, disputas de vaquejadas, cangaceiros em luta, leques ciganos, flores brotando - e todas as cores do sertão em dias de chuva depois dos meses de seca.

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/12/1724368-filho-do-criador-da-sandalia-de-lampiao-vira-icone-do-mundo-fashion.shtml?cmpid=compfb

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, cuidado! Não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado!  Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo. Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer. 

Este policial na imagem, ainda bem, atirou na perna desde motoqueiro, segundo diz o site.

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, cuidado! Não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado!  Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo. Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer. 

Este policial na imagem, ainda bem, atirou na perna desde motoqueiro, segundo diz o site.

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

POESIA DO GRANDE POETA ANTÔNIO FRANCISCO.

A Casa que a Fome Mora


Eu de tanto ouvir falar

Dos danos que a fome faz,

Um dia eu sai atrás

Da casa que ela mora.

Passei mais de uma hora

Rodando numa favela

Por gueto, beco e viela,

Mas voltei desanimado,

Aborrecido e cansado.

Sem ter visto o rosto dela.

 

Vi a cara da miséria

Zombando da humildade,

Vi a mão da caridade

Num gesto de um mendigo

Que dividiu o abrigo,

A cama e o travesseiro,

Com um velho companheiro

Que estava desempregado,

Vi da fome o resultado,

Mas dela nem o roteiro.

 

Vi o orgulho ferido

Nos braços da ilusão

Vi pedaços de perdão

Pelos iníquos quebrados,

Vi sonhos despedaçados

Partidos antes da hora,

Vi o amor indo embora,

Vi o tridente da dor,

Mas nem de longe via a cor

Da casa que a fome mora.

 

Vi num barraco de lona

Um fio de esperança,

Nos olhos de uma criança,

De um pai abandonado,

Primo carnal do pecado,

Irmão dos raios da lua,

Com as costas seminuas

Tatuadas de caliça,

Pedindo um pão de justiça

Do outro lado da rua.

 

Vi a gula pendurada

No peito da precisão,

Vi a preguiça no chão

Sem ter força de vontade,

Vi o caldo da verdade

Fervendo numa panela

Dizendo: aqui ninguém come!

Ouvi os gritos da fome,

Mas não vi a boca dela.

 

Passei a noite acordado

Sem saber o que fazer,

Louco, louco pra saber

Onde a fome residia

E por que naquele dia

Ela não foi na favela

E qual o segredo dela,

Quando queria pisava,

Amolecia e Matava

E ninguém matava ela?

 

No outro dia eu saio

De novo a procura dela,

Mas não naquela favela,

Fui procurar num sobrado

Que tinha do outro lado

Onde morava um sultão.

Quando eu pulei o portão

Eu vi a fome deitada

Em uma rede estirada

No alpendre da mansão.

 

Eu pensava que a fome

Fosse magricela e feia,

Mas era uma sereia

De corpo espetacular

E quem iria culpar

Aquela linda princesa

De tirar o pão da mesa

Dos subúrbios da cidade

Ou pisar sem piedade

Numa criança indefesa?

 

Engoli três vezes nada

E perguntei o seu nome

Respondeu-me: sou a fome

Que assola a humanidade,

Ataco vila e cidade,

Deixo o campo moribundo,

Eu não descanso um segundo

Atrofiando e matando,

Me escondendo e zombando

Dos governantes do mundo.

 

Me alimento das obras

Que são superfaturadas,

Das verbas que são guiadas

Pro bolsos dos marajás

E me escondo por trás

Da fumaça do canhão,

Dos supérfluos da mansão,

Da soma dos desperdícios,

Da queima dos artifícios

Que cega a população

 

Tenho pavor da justiça

E medo da igualdade,

Me banho na vaidade

Da modelo desnutrida

Da renda mal dividida

Na mão do cheque sem fundo,

Sou pesadelo profundo

Do sonho do boia fria

E almoço todo dia

Nos cinco estrelas do mundo.

 

Se vocês continuarem

Me caçando nas favelas,

Nos lamaçais das vielas,

Nunca vão me encontrar,

Eu vou continuar

Usando o terno Xadrez,

Metendo a bola da vez,

Atrofiando e matando,

Me escondendo e zombando

Da Burrice de vocês.


https://cordeljoseaugusto.blogspot.com/2010/02/casa-que-fome-mora_973.html

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, cuidado! Não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado!  Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo. Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer. 

Este policial na imagem, ainda bem, atirou na perna desde motoqueiro, segundo diz o site.

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

SAUDADE UMA POESIA!

Por Artur Leite.


Saudade uma poesia!

Silêncio seu poema,

Tempo sua canção.

Melancolia, lembrança que a saudade quer esquecer.

Solidão, âncora triste da Saudade.

Esperança, porto seguro onde atraca, o navio Feliz do Amor. Para içar, novamente, as velas da Paz; o vento em suave melodia o guia a singrar com alegria pelo mar da felicidade... envolto pela brisa suave da poesia... brilha nosso Sorriso; nosso Coração volta a cantar.

A Saudade voa para o horizonte seguindo o arco íris da Liberdade.

O Sol da Liberdade, Fraternidade, Paz volta a brilhar sobre os Corações.

https://www.facebook.com/artur.leite.376

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, cuidado! Não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado!  Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo. Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer. 

Este policial atirou na perna desde motoqueiro, segundo diz o site.

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

PROJETO: CANTANDO HISTÓRIAS

Por José Di Rosa Maria

Projeto, "Cantando Histórias: de Repente na Terceira idade", contemplado pelo Credenciamento N° 04/2024. Lei Aldir Blanc. Secretaria Municipal de Cultura, Prefeitura Municipal de Mossoró. Ministério da Cultura. Governo Federal. Centro de Convivência Do Idoso-Alto de São Manoel. @ccisaomanoel_

https://www.facebook.com/photo/?fbid=2886252394904681&set=a.125013001028648

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado!  Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo. Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer. 

Este policial atirou na perna desde motoqueiro.

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

ANTÔNIO FERREIRA MORTO POR LUIZ PEDRO.

Por Abdias Filho

Antônio Ferreira da Silva, vulgo Esperança, era o irmão mais velho de Virgulino Ferreira, o chefão do cangaço. Por vários anos, tanto antes quanto depois de Lampião assumir a posição mais alta do cangaço, ele ocupou a posição de braço direito e homem de confiança do irmão. Essa relação de alta credibilidade teve início ainda quando faziam parte do bando de Sinhô Pereira, que foi o grande precursor de Lampião. Depois que Pereira abandonou a vida de bandoleiro, passou o comando do bando para Virgulino e Antônio continuou como lugar-tenente, comandando um pequeno grupo em missões especiais designadas pelo irmão.

Além de corajoso, Esperança ficou conhecido como uma das mais apuradas pontarias do cangaço, a ponto de muitos historiadores o considerarem um verdadeiro atirador de elite do cangaço. Embora a designação escape do significado da palavra, no linguajar nordestino, cai como uma luva para o caso de Esperança. Bom de tiro, homem de poucas palavras, decidido e corajoso, marcou sua época e deixou sua marca na era lampiônica do cangaço. Se Lampião tivesse sido morto durante esse período, não restaria dúvida que o sucessor natural seria Antônio Ferreira, com possibilidades de fazer bagaço ainda maior que Lampião no sentido crueldade e sanguinolência.
Antônio era o responsável pela temida “retaguarda de combate”, uma estratégia de retirada que deixava para trás uma cortina de fogo cerrado que garantia a segurança do bando em momentos de recuo, além de acrescentar baixas no front inimigo. Dos quatro irmãos Ferreira que existiram no cangaço, Antônio foi, de longe, o mais cruel.
A morte vem como um sopro

Na primeira quinzena de janeiro de 1927, Antônio Ferreira estava no coito da Fazenda Poço do Ferro, juntamente com Jurema, Juriti Gato Bravo e Luiz Pedro. Ainda se recuperava de um ferimento não provocado por bala. Era um esconderijo garantido pelo coronel Ângelo Gomes de Lima, ou simplesmente Ângelo da Gia, um velho coiteiro de Lampião. Antônio estava jogando baralho com os rapazes do bando, enquanto Luiz Pedro descansava, balançando numa rede. Como havia perdido a partida, Antônio levantou-se impaciente e pediu que Luiz Pedro lhe desse a rede para um cochilo. Pedro intentou levantar-se e ao bater a coronha do fuzil no chão, o dedo escorregou para o gatilho e a arma disparou, atingindo o colega em cheio. A bala penetrou no peito esquerdo causando um grande estrago.

— Matou-me, Luiz – foram as últimas palavras do irmão mais velho de Lampião.

Antônio Ferreira tombou ali mesmo, para desespero de Luiz Pedro. Mesmo sabendo da gravidade do fato, Luiz Pedro enviou um mensageiro que avisasse a Lampião, que se encontrava adiante com mais de setenta cangaceiros, que vinham da grande batalha da Serra Grande, onde o bando havia enfrentado por dias trezentos militares. Foi quase um dia inteiro de espera, mas enfim, o Capitão chegou, acompanhado do temido Sabino Gomes. Já sabia das circunstâncias do ocorrido, mas queria “sentir” o coração de Luiz Pedro.

— O que foi que houve por aqui Luiz? – perguntou Lampião sem demonstrar nenhum sentimento.

— Capitão, matei Antônio sem querer, foi isso.

Sabino sugeriu matar, não somente Luiz Pedro, mas os outros três cangaceiros que estavam presentes. Percebendo a tristeza na voz do comandado, Lampião afastou-se, indo sentar-se debaixo de um pé de umbu do terreiro da casa. Ficou ali por alguns minutos pensando que já tinha perdido outro irmão nesta luta em 1925. O líder então se levantou e deu o veredito; inocente.

— Solte os homens, Sabino! Não vai ter vingança, a partir de hoje, Luiz Pedro assume o lugar de meu irmão.

Depois ordenou que preparassem o corpo para o enterro. Longe dali Lampião sepultou seu irmão, em lugar desconhecido até hoje.

https://www.facebook.com/photo?fbid=3342414452599002&set=a.128861163954363

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer. Não tenho certeza, mas é possível que este senhor foi morto por este imbecil.

http://blogdomendesemendes.blogspot.com