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Por Liandro Antiques
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Por Francisco Pereira
Indicação Bibliográfica. Lampião: O Processo de Martins, do escritor Sérgio Augusto S. Dantas. O depoimento do Cangaceiro Mormaço, neste Processo, é uma fonte histórica do Cangaço, incrível. Li e recomendo, muito bom .
Quem desejar adquirir entrar em contato com Professor Pereira através deste e-mail:
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Por José Mendes Pereira
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Por Robério Santos
https://www.youtube.com/watch?v=L7SexfykULA&ab_channel=OCanga%C3%A7onaLiteraturaQuer ver filme? De Graça? Bem, está aqui esta produção que conta um pouco da história do cangaceiro herói, Jesuíno Brilhante é um personagem emblemático, com sua cabeleira ruiva e olhos azuis ele fez história no Rio Grande do Norte, Paraíba e Ceará.
Deixa seu comentário e divulgue nosso canal.
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Por Lamartine Lima*
Por Adauto Silva
Há exatos 86 anos, vinha ao mundo o mais abnegado pesquisador da história do cangaço.
Que o dia de hoje, mestre e amigo Antônio Amaury, apesar das condições adversas, seja de paz e boas lembranças.
Dr. Antônio Amaury Corrêa de Araújo é Paulista. Um dos maiores pesquisadores da vida de Lampião e da história do cangaço, há mais de 60 anos em busca de informações sobre o assunto. Realizou muitas entrevistas (com pessoas da sociedade, do cangaço e das forças policiais da época e familiares remanescentes). Suas pesquisas minuciosas, diretas, imparciais, fazem-no um autêntico mestre, criterioso e honesto. Nos anos 70, tornou-se conhecido em todo o Brasil ao participar do "Programa 8 ou 800", da TV Globo, respondendo sobre o assunto. Tem vários livros publicados sobre o assunto, entre eles:
“Lampião: Segredos e Confidências do Tempo do Cangaço”; “Assim Morreu Lampião”; “Lampião: As Mulheres e o Cangaço”; “Gente de Lampião: Dada e Corisco”; “Gente de Lampião: Sila e Zé Sereno”; “De Virgolino a Lampião”; “O Espinho do Quipá” (estes dois últimos em co-autoria com Vera Ferreira, neta de Lampião); “Lampião e Maria Fumaça” (co-autoria com Luiz Ruben F. de A. Bonfim, de Paulo Afonso–BA); “A Medicina e o Cangaço” (em co-autoria com Leandro Cardoso Fernandes, de Teresina Piauí).
Seu trabalho mais recente é “Lampião e as Cabeças Cortadas”, também em co-autoria com Luiz Rubem Bomfim (Graf Tech Editora). Sócio-fundador da União Nacional de Estudos Históricos e Sociais – UNEHS.
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Paulista. Um dos maiores pesquisadores da vida de Lampião e da história do cangaço, há mais de 60 anos em busca de informações sobre o assunto realizou muitas entrevistas (com pessoas da sociedade, do cangaço e das forças policiais da época e familiares remanescentes). Suas pesquisas minuciosas, diretas, imparciais, fazem-no um autêntico mestre, criterioso e honesto. Nos anos 70, tornou-se conhecido em todo o Brasil ao participar do "Programa 8 ou 800", da TV Globo, respondendo sobre o assunto. Tem vários livros publicados sobre o assunto, entre eles:
“Lampião: Segredos e Confidências do Tempo do Cangaço”; “Assim Morreu Lampião”; “Lampião: As Mulheres e o Cangaço”; “Gente de Lampião: Dada e Corisco”; “Gente de Lampião: Sila e Zé Sereno”; “De Virgolino a Lampião”; “O Espinho do Quipá” (estes dois últimos em co-autoria com Vera Ferreira, neta de Lampião); “Lampião e Maria Fumaça” (co-autoria com Luiz Ruben F. de A. Bonfim, de Paulo Afonso – BA); “A Medicina e o Cangaço” (em co-autoria com Leandro Cardoso Fernandes, de Teresina – PI).
Seu trabalho mais recente é “Lampião e as Cabeças Cortadas”, também em co-autoria com Luiz Rubem Bomfim (Graf Tech Editora). Sócio-fundador da União Nacional de Estudos Históricos e Sociais – UNEHS. https://www.skoob.com.br/autor/24394-antonio-amaury
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O bondinho do Pão de Açúcar foi construído por meio de uma ousada operação, que levou três anos (1909-1912) e envolveu cerca de 400 pessoas. Para construir a estrutura, alpinistas escalaram os morros da Urca e do Pão de Açúcar, com equipamentos em mochilas, e operários se arriscaram na edificação das estações a 400 m de altura. Em 2012, a construção do bondinho do Pão de Açúcar completou 100 anos e fez parte das comemorações do centenário de abertura dos portos cariocas. Na época, o bondinho do Pão de Açúcar custou 2 milhões de contos de réis, valor que, calculado nos dias atuais, significa mais de R$ 100 bilhões. Se você deseja saber mais sobre a história desse grande ponto turístico do RJ, acompanhe esse artigo que a Rede Rio preparou para você. Confira!
Bondinho do pão de açúcar.
Como tudo começou?
De acordo com o historiador Maurício Santos o projeto inicial previa a construção de três linhas, uma ligando a Praia Vermelha ao alto do Morro da Urca, outra fazendo ligação entre o alto do Morro da Urca e o Pão de Açúcar e uma terceira ligando o alto do Morro da Urca ao alto do Morro da Babilônia. A obra foi autorizada em julho de 1909 e, assim, Augusto Ferreira Ramos e um grupo de amigos fundaram a Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar e iniciaram, em 1910, a construção do primeiro teleférico brasileiro.
A obra do bondinho do Pão de Açúcar contou com operários brasileiros e portugueses, com equipamentos e materiais importados de uma firma alemã.
Em 27 de outubro de 1912, o trecho inicial foi inaugurado, entre a Praia Vermelha e o Morro da Urca. Segundo dados da época, 577 pessoas subiram ao Morro da Urca e o valor era de dois mil réis, para participar das primeiras viagens do “Camarote Carril”, como o bondinho do Pão de Açúcar era conhecido.
Em 1969, a Companhia do Pão de Açúcar recebeu autorização para duplicar a linha e, depois de algumas reformas, quatro novos bondinhos foram inaugurados, cada um possuindo uma capacidade para 75 passageiros. Os trabalhos demoraram dois anos e a obra foi completada em 29 de outubro de 1972.
A linha inicial – Morro da Urca – tem uma extensão de 600 metros. A segunda linha – Morro da Urca / Pão de Açúcar – tem uma extensão de 850 metros. Já a terceira linha, nunca chegou a sair do papel.
Curiosidades sobre o Pão de Açúcar
O morro do Pão de Açúcar é uma montanha que não possui vegetação em quase toda a sua extensão. É um bloco único, de uma rocha de granito, que sofreu alterações com a ação do tempo, pressão e temperatura, e possui uma idade maior que 600 milhões de anos.
O Pão de Açúcar é cercado por uma vegetação típica do clima tropical, mais especificamente um resquício de Mata Atlântica, com espécies nativas que, se procuradas em outros pontos da vegetação do litoral, já foram extintas.
Lendas
Como todo monumento histórico, o Pão de Açúcar também tem suas lendas.
Uma figura de 200 metros de extensão, pode ser observada na montanha do Pão de Açúcar. É uma silhueta denominada como Guardião da Pedra.
a, esta figura seria São Pedro, abraçando a pedra do Pão de Açúcar, que representaria a igreja. Acima da sua cabeça, é possível ver um solidéu – barrete de uso exclusivo dos bispos – e São Pedro foi considerado o bispo dos bispos.
Uma outra lenda é referente a uma sombra que às 11 horas é visível na cavidade da pedra, formando uma silhueta de um pássaro pernalta, chamado Íbis do Pão de Açúcar. Na mitologia egípcia, existe uma imagem da humanidade com um gigante deitado, tendo aos pés, acorrentada, a Íbis, o pássaro sagrado do Egito.
Íbis
Como o relevo carioca, visto do oceano, apresenta a silhueta montanhosa de um gigante deitado – em que o queixo é a Pedra da Gávea, o tronco o Maciço da Tijuca e o Pé é o Pão de Açúcar – originou-se a versão de que os egípcios teriam estado no RJ antes do nascimento de Cristo e se inspirado no gigante deitado das montanhas cariocas para criar a sua imagem mitológica. Seguindo essa teoria, teriam sido os egípcios os primeiros visitantes do Brasil.
Origem do nome
Existem diversas versões relacionadas à origem do nome Pão de Açúcar. De acordo com o historiador Vieira Fazenda, esse nome foi dado pelos portugueses, pois, durante o apogeu do cultivo da cana-de-açúcar no país, depois que a cana era espremida e o seu caldo fervido e apurado, os blocos de açúcar eram colocados em uma forma de barro cônica, para que fossem transportados para Europa. Esses blocos eram conhecidos como pão de açúcar. A semelhança com a montanha carioca teria originado o nome.
Segurança
As linhas atuais do bondinho do Pão de Açúcar foram equipadas com dispositivos de segurança modernos, com sensores em vários pontos da instalação. Diariamente, no período da manhã, antes dos passageiros embarcarem, o bondinho do Pão de Açúcar sai para uma viagem de vistoria, para certificar se está tudo bem.
O percurso é programado e controlado por equipamentos eletrônicos, que fazem a aceleração e a desaceleração do bondinho do Pão de Açúcar. Um computador dá a indicação exata dos bondinhos em caso de baixa visibilidade e revela se algum defeito estiver acontecendo.
Esse sistema de controle eletrônico impede que o bondinho do Pão de Açúcar dê partida se qualquer um dos seus itens de segurança estiver com alteração, como fechamento de porta, alimentação elétrica e pressão do óleo nos freios.
O bondinho do Pão de Açúcar funciona com energia fornecida pela Light, mas, na estação matriz, existe um gerador para uso exclusivo. Se, mesmo com todos os parâmetros de segurança, uma situação de emergência ocorrer, a equipe de transporte está pronta para transportar os passageiros, de forma segura, até as estações. Lembrando que o transporte a cabo é considerado, por dados estatísticos, o tipo de transporte mais seguro do mundo.
Como visitar o Pão de Açúcar?
Para visitar o bondinho do Pão de Açúcar, você pode comprar o bilhete online no site Bondinho ou ir até uma das estações de compra, que são:
Os preços para acesso podem variar, é bom que você conheça cada um deles para saber qual mais se adequa ao seu orçamento.
– Acesso pela trilha
Trecho Morro da Urca – Praia Vermelha: R$ 25,00 (inteira) e R$ 12,50 (meia)Trecho Morro da Urca – Pão de Açúcar – Morro da Urca: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia)
Trecho Morro da Urca – Pão de Açúcar – Morro da Urca – Praia Vermelha: R$ 65,00 (inteira) e R$ 32,50 (meia).
Para que você possa visitar o Rio, conhecer o bondinho do Pão de Açúcar e outras atrações turísticas da cidade, o indicado é se hospedar em um hotel que lhe oferece conforto, comodidade e facilidade de transporte para todos os pontos da cidade. Para isso, a Rede Rio Hotéis é a sua melhor opção. São três hotéis no Centro do RJ, localizados de maneira estratégica para melhorar seu turismo pelo RJ.
Deixe que a Rede Rio te ajude a conhecer o bondinho do Pão de Açúcar e outros pontos do RJ. Entre em contato conosco e faça a sua reserva.
Links úteis:
hotel na lapa rio de
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História do Bondinho do Pão de Açúcar Pão de Açucar turismo no RJ
Por Aderbal Nogueira
Um local
inóspito, repleto de animais rastejantes como cobras e lagartos. Refúgio seguro
para o governador do sertão e tão temido que até a polícia tinha receio de
adentrá-lo. Terra dos índios Pankararés e de onças e onde em suas bordas
Antônio Conselheiro fundou sua Canudos. Dia 24 próximo, às 20h, o pesquisador
João De Sousa Lima conversará ao vivo no canal Aderbal Nogueira-Cangaco no YouTube sobre esse que é um dos locais mais enigmáticos do nordeste brasileiro.
https://www.facebook.com/groups/545584095605711/?multi_permalinks=1784815985015843%2C1782962031867905%2C1784607935036648%2C1784512298379545%2C1782194775277964¬if_id=1605627301443729¬if_t=group_activity&ref=notif
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Por Aderbal Nogueira
Neco de Pautilha fala de um momento perigoso que passou com o bando de Lampião invadindo o lugar onde ele morava.
https://www.facebook.com/groups/545584095605711/?multi_permalinks=1784815985015843%2C1782962031867905%2C1784607935036648%2C1784512298379545%2C1782194775277964¬if_id=1605627301443729¬if_t=group_activity&ref=notif
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Por Eriberto Monteiro
O Membro da Fundação Vingt-un Rosado, Benedito Vasconcelos Mendes, será homenageado com arte feita em concreto armado.
A escultura chamada CABEÇA DO GIGANTE é obra do artista plástico “Bibiu de Lajes” e foi feita na oficina do citado escultor, na cidade de Lajes/RN.
A arte será trazida para Mossoró em uma carreta e ficará exposta no Pátio das Artes Vingt-Un Rosado, do Museu do Sertão. Será inaugurada no próximo dia 5 de dezembro, dentro da programação da XVII Jornada Cultural do Museu do Sertão.
Ela foi confeccionada no ateliê do citado escultor na cidade de Lajes e vai ser trazida em uma carreta para o Museu do Sertão. Sua inauguração vai acontecer durante a XVII Jornada Cultural do Museu do Sertão, no próximo dia 5 de dezembro.
O artista Bibiu já tem trabalhos presentes no Museu do Sertão, como Frei Damião e Padre Cícero em pedra sabão.
Benedito Vasconcelos Mendes é engenheiro agrônomo, mestre e doutor; membro da Academia Mossoroense de Letras (AMOL); sócio efetivo da Academia de Ciências Jurídicas e Sociais de Mossoró (ACJUS); sócio correspondente da Academia Cearense de Letras (ACL); sócio correspondente do Instituto do Ceará e dos Institutos Históricos e Geográfico do Rio Grande do Norte e da Paraíba (IHGRN / IHGPB); membro da Academia Norte Rio-grandense de Letras (ANRL); presidente do Instituto Cultural o Oeste Potiguar (ICOP); presidente da Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço (SBEC), membro nato do Conselho de Curador da Fundação Vingt-un Rosado e curador do Museu do Sertão.
Pela Coleção Mossoroense, Benedito Vasconcelos tem várias obras publicadas e outras obras publicadas com selo independente.
Uma importante homenagem ao grande homem das letras, da cultura e do conhecimento.
Características da escultura Cabeça do Gigante:
FEITA EM CONCRETO ARMADO, PESA CERCA DE 7 TONELADAS E MEDE 3 METROS E DEZ CENTÍMETROS DE ALTURA POR 3 METROS E 50 CENTÍMETROS DE DIÂMETRO DO CHAPÉU.
“A CABEÇA DO GIGANTE” é uma genial obra do artista plástico “Bibiu de Lajes”, feita em concreto armado, com 3,3m de altura por 3,10m de largura. Ela foi confeccionada no ateliê do citado escultor na cidade de Lajes e vai ser trazida em uma carreta para o Museu do Sertão. Sua inauguração vai ocorrer por ocasião da XVII Jornada Cultural do Museu do Sertão, no próximo dia 5 de dezembro.
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