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quinta-feira, 26 de outubro de 2023

ANÉSIA CAUAÇU

 Arte de Itamar Nunes Art

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SÍLVIO SANTOS E SUA BIOGRAFIA

 Por O Mito

- Silvio Santos nasceu no dia 12 de dezembro de 1930 no Rio de Janeiro

2 - É filho mais velho do imigrante grego Alberto Abravanel e da imigrante turca Rebeca Abravanel.

3 - Aos 14 anos, Silvio Santos já era um camelô.

4 - Fez paraquedismo no exército.

5 - Tem seis filhas: Cíntia, Silvia, Daniela, Patricia, Rebeca e Renata.

6 - Foi um tio de Silvio Santos que o ensinou a ser um vendedor. Foi esse tio que emprestou o dinheiro para ele pegar o ônibus e ir para São Paulo.

7 - Silvio sempre participava de concursos de radialista e locutor. Como começou a ganhar todas as disputas, acabou sendo proibido de concorrer. Daí surgiu o nome "Silvio Santos", para poder continuar participando.

8 - O prato favorito de Silvio Santos é arroz, feijão, bife e batata frita.

9 - Na década de 60, comprou de Manoel de Nóbrega o Baú da Felicidade.

10 - É capaz de sair doente de casa para não deixar o auditório esperando.

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BIOGRAFIA

Senor Abravanel (em hebraicoסניור אברבנאל;[5] Rio de Janeiro12 de dezembro de 1930), conhecido pelo seu nome artístico Silvio Santos, é um apresentador de televisão e empresário brasileiro. Ativo na televisão desde 1962, expandiu seus negócios e construiu um grupo empresarial que leva seu nome.[6] Também teve atividades na música e na política.

Nasceu no bairro da Lapa, na região central da cidade do Rio de Janeiro,[5][7] então capital do Brasil e sede do então Distrito Federal. É filho primogênito de um casal de imigrantes judeus sefarditas vindo em 1924 para o Brasil, Alberto Abravanel (1897–1976), nascido em Tessalônica,[5] e Rebeca Caro (1907 – 1989), nascida em Esmirna, cidades que à época eram parte do extinto Império Otomano.[8]

Estreou na televisão no início da década de 1960 apresentando o Vamos Brincar de Forca, exibido pela TV Paulista, que posteriormente tornou-se o Programa Silvio Santos, agrupamento de vários programas de auditório e quadros. A atração transformou Silvio Santos em um dos grandes ícones da televisão brasileira.

É proprietário do Grupo Silvio Santos, conglomerado que inclui entre suas empresas o Sistema Brasileiro de Televisão (popularmente conhecido pela sigla SBT), uma das maiores redes de TV do país, a Liderança Capitalização (administradora do título Tele Sena), a Jequiti e a TV Alphaville. Seu patrimônio líquido foi estimado em 1,3 bilhão de dólares em 2013, sendo a única celebridade brasileira na lista de bilionários da revista Forbes.[9][10] Em 2001, Silvio Santos foi homenageado pela escola de samba carioca Tradição.[11]

Biografia

Início de vida e família

Senor Abravanel nasceu em 12 de dezembro de 1930, na Travessa Bemtevi, no bairro da Lapa, na região central da cidade do Rio de Janeiro,[5][7] então capital do Brasil e sede do então Distrito Federal.

Filho primogênito de um casal de imigrantes vindo em 1924 para o Brasil: Alberto Abravanel (1897–1976), um imigrante judeu sefardita nascido na cidade de Tessalônica (hoje parte da Grécia), e Rebecca Caro (1907—1989) também judia de origem sefardita nascida na cidade de Esmirna (hoje parte da Turquia). Ambos os pais eram súditos do Império Otomano.[8] Silvio possui outros cinco irmãos: Beatriz (a mais velha), Perla, Sara (Sarita), Leon (Léo) e Henrique (o mais novo).[12] Seus pais estão sepultados no Cemitério Comunal Israelita do Caju, Rio de Janeiro.[5]

Educação e serviço no Exército Brasileiro

Senor e o irmão Léo frequentaram, juntos, a Escola Primária Celestino da Silva, na rua do Lavradio, perto de onde moravam (nessa época haviam mudado para a rua Gomes Freire). Terminado o primário, estudaram na Escola Técnica de Comércio Amaro Cavalcanti, no Largo do Machado, onde Senor se formou em técnico em contabilidade.[12][13] O primeiro tipo de produto que começou a comercializar foi capa para título de eleitor (o Brasil entrava numa fase de redemocratização após a ditadura do Estado Novo).[7]

Em 1948, serviu o Exército Brasileiro na Escola de Paraquedistas, no bairro de Deodoro, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, onde se destacou com saltos considerados bons.[5][14]

Carreira televisiva

1962–presente: Vamos Brincar de ForcaPrograma Silvio Santos e Baú da Felicidade

Sílvio Santos no programa infantil "Revelações" da TV-Rio, 1964. Arquivo Nacional
Tony Tornado e Silvio Santos nos anos 1970

A mãe de Senor é quem o chamava de "Silvio". O sobrenome artístico surgiu quando Senor foi participar do programa de calouros comandado pelo apresentador Jorge Curi e o produtor Mário Ramos.[5][15]

Logo passou à televisão, adaptando o formato dos shows, espetáculos e sorteios que fazia no circo. Seu primeiro programa, Vamos Brincar de Forca, estreou em 1962 e era transmitido pela TV Paulista canal 5 de São Paulo à noite, tendo obtido um imenso sucesso. Em 1964, passou a comandar seu programa aos domingos, das 12 às 14 horas. No decorrer dos anos, o formato seria expandido e aprimorado no Programa Silvio Santos. Paralelamente, Silvio partiu para novos empreendimentos: adquiriu de seu amigo Manuel de Nóbrega e de um alemão o Baú da Felicidade, empresa que vendia baús de presentes de Natal para crianças mediante pagamento em prestações. Depois de reformas no plano de negócios, a empresa ficou conhecida pela venda de carnês e sorteios.[16]

Quando a TV Paulista foi incorporada à TV Globo para se tornar TV Globo São Paulo, Silvio seguiu pagando aluguel pelo seu horário dominical, revendendo o tempo dos anúncios a outras empresas. Na medida em que aumentava o sucesso do Programa Silvio Santos, Silvio tinha ótimos resultados financeiros. Realizava sorteios de carros, móveis e eletrodomésticos, o que motivou a expansão dos negócios através da loja de móveis Tamakavy e a concessionária de veículos Vimave.[17][18]

Quase tudo o que sei sobre o público, aprendi com um domador de circo. O público é como um leão, se você tiver medo, ele te devora!
— Silvio Santos, em entrevista para reportagem da Revista Veja, em 1969.[19]

Porém, no início dos anos 1970, Boni e Walter Clark, diretores da TV Globo, promoveram reformas no padrão de qualidade da emissora, investindo em filmesesportejornalismo e novelas, e acabando com os programas independentes. Para os executivos, o programa de Silvio Santos destoava da grade de programação.[20]

Sílvio Santos no programa "1º Campeonato Brasileiro de Calouros e Cantores Novos", 1972. Arquivo Nacional

O apresentador quase saiu da emissora em 1972, mas o próprio Roberto Marinho o convenceu a ficar, renovando o contrato por mais quatro anos. Por esse contrato, Silvio não poderia ser acionista ou dono de nenhuma outra emissora de televisão, o que motivou sua saída da Globo. Dessa forma, a partir de 1976, Silvio começou a fazer programas na Rede Tupi (vale salientar que, ao contrário do que muitos pudessem pensar, a Tupi nunca vendeu horários), assegurando a transmissão nacional de seu programa, ao mesmo passo em que lutava politicamente para obter seus próprios canais de televisão.[carece de fontes]

Criação da TVS e formação do SBT

Ver artigo principal: Sistema Brasileiro de Televisão

No dia 22 de outubro de 1975, o presidente Ernesto Geisel assinou o decreto 76.488, outorgando a Silvio Santos o canal 11 do Rio de Janeiro. Silvio passou a transmitir seus programas simultaneamente na Tupi e na TVS (TV Studios). Depois da falência da Rede Tupi, em 1980, o Programa Silvio Santos, em São Paulo, foi transferido para a TV Record. Durante a década de 80, Silvio chegou a ser dono de 50% da emissora do empresário Paulo Machado de Carvalho. Todavia, Silvio planejava ter uma rede nacional de televisão, produzir uma programação completa e usar o canal para seus sorteios e promoções.[carece de fontes]

Silvio Santos (esquerda) junto ao então presidente João Figueiredo e sua filha Silvia Abravanel, nos anos 1980.

Em 1981, através de um lobby com a primeira-dama Dulce Figueiredo, com quem tinha longas conversas por telefone, Silvio Santos obteve a licença para operar o canal 4 de São Paulo, que se tornou a TVS da capital paulista.[21] A partir das emissoras do Rio de Janeiro e de São Paulo, surgiu o embrião do SBT. A rede se expandiu rapidamente através de afiliações, mas o Programa Silvio Santos continuava sendo transmitido simultaneamente pela Record, especialmente para alcançar o interior de São Paulo, até 1987. Em 1988, Silvio assegurou a permanência de Gugu Liberato no SBT, cobrindo uma proposta da Globo.[22]

No dia 30 de novembro de 2011, foi anunciado que Silvio perdeu em última instância o direito de reproduzir "Silvio Santos Vem Aí", jingle que marcou sua carreira na televisão, que só poderia ser reproduzido caso Silvio comprasse os direitos do mesmo, sendo que desde 2001 Silvio já travava um processo contra o compositor musical Archimedes Messina, disputando os direitos autorais. Silvio teve de pagar 5 milhões de reais a Messina como indenização. Como já estava na última instância, não houve possibilidade de recurso. Isso fez com que em 2012, Silvio Santos abrisse seu programa recorrendo outros temas de sua trajetória, como a do Show de CalourosÉ Hora de Brincar e Shalon.[23][24][25] No dia 10 de março de 2013, Silvio Santos voltou a cantar o tema musical de abertura "Silvio Santos Vem Aí".[26]

 https://pt.wikipedia.org/wiki/Silvio_Santos

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quarta-feira, 25 de outubro de 2023

GRANDE CABO CATôTA

 Por José Mendes Pereira

www.letrascomcafeina.com.br

O ofício de tanger gente para uma delegacia policial na finalidade que o sujeito responda pelos seus erros praticados, não é dos melhores, e para ocupar esta função, tem que jurar diante da corporação policial, afirmando que prenderá homens e mulheres, mesmo que façam parte da sua generosa família, como pai, mãe, irmãos, tios... É um ofício perigoso, pois a qualquer momento o policial poderá deixar de ser perseguidor para ser perseguido.

O cabo Catôta era um policial de Mossoró, e que não gostava de ser perseguidor de ninguém, muito menos perseguido. Fazia tudo para não se envolver com nada que o colocasse contra a alguém, pois o melhor mesmo para ele era uma vida tranquila, tendo um bom relacionamento com as pessoas, andando pelos bairros de Mossoró despreocupado, sorrindo entre amigos, vez por outra, ingerir uma bela pinguinha, não por vício, mas por divertimento. Mas como era policial e respeitado na corporação, sempre ele era incumbido pelo delegado que comandava a polícia militar de Mossoró, para resolver alguns probleminhas. Mas ele estava sempre disposto às solicitações do dirigente do batalhão de polícia, mesmo contra vontade.

www.azougue.org  - Tenente Clodoaldo - 1987

Certa feita, o tenente Clodoaldo que foi muitos anos delegado da cidade de Mossoró, homem de moral, e suas ordens eram vistas com bons olhos para uns mossoroenses, mas que na verdade, tinham alguns que eram contrários; ordenou ao cabo Catôta que fosse até a casa de um senhor, tido como valente, e o intimasse, e logo em seguida, o prendesse, levando-o para aos pés do xerife.

Cabo Catôta de imediato acatou o que dissera o tenente Clodoaldo, e com dois policiais, seguiram em direção à casa do suposto valente, encontrando-o em repouso sob uma Castanhola que frondeava alegremente sobre a calçada da sua residência.

Fazendo as suas perguntas com algumas pessoas da rua em que morava, este, foi informado que o valentão era pedreiro, e sabendo que peito a peito ele e os dois soldados não tinham condições de levar aquela fera até a delegacia, arquitetou um bom plano para conseguir dominar o homem até ao delegado; e ao chegar à sua presença, disse-lhe que o delegado estava precisando dos seus serviços de pedreiro, e queria fazer uma parede na cadeia pública de Mossoró.

Lá atrás é o cabo Catôta e o tenente Clodoaldo

O homem ficou orgulhoso, recebera uma solicitação dos seus serviços logo de quem? De um delegado bastante famoso. E para o pedreiro, seria uma grande honra aquele convite. Com certeza, o delegado já tinha conhecimento dos seus bons trabalhos.

E ali saíram os 4 em direção à cadeia pública de Mossoró. E ao chegarem à cadeia pública, entram, quando o cabo Catôta se achou seguro dentro do prédio do presídio, olhou para o valentão com um olhar bem firme, disse-lhe com muita autoridade:

- Esteja preso, seu elemento malandro!!

Minhas Simples Histórias

Se você não gostou da minha historinha não diga a ninguém, deixa-me pegar outro.

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LIVRO

  Por Gilmar Teixeira

Tá faltando você ler o livro "Quem matou Delmiro Gouveia? " E aí vai ficar lendo o resumo do livro na mídia, saiba tudo da vida desse ícone nordestino e a elucidação dessa misteriosa morte, lendo o nosso livro você vai saber de todos esses detalhes, faça aqui o seu pedido e leve prá casa um pouco de nossa história!

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LIVRO

   Por José Tavares de Araújo Neto 

Pedrinho de Pedrão, amigo desde a adolescência, ja naqueles tempos nos falava de Ulysses Liberato que ouvia de seu pai Pedrão Adonias, um apaixonado pelas histórias de cangaceiros.

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LIVROS SOBRE CANGAÇO

 Por José Mendes Pereira


Se está procurando livros sobre cangaço, adquira-os com o Francisco Pereira Lima, lá de Cajazeiras, no Estado da Paraíba, através deste e-mail:

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LAMPIÃO, CORONÉIS E COITEIRO DO CEARÁ

  Por Nas Pegadas da história

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PIAS DAS PANELAS UM DOS CENÁRIOS MAIS TRISTES DA SAGA LAMPIÔNICA

 Texto e fotos Kiko Monteiro

Guiados pelo confrade Manoel Belarmino, No ultimo domingo, 22  de outubro de 2023, eu, junto com o companheiro de expedições Marcelo Rocha, pudemos finalmente conhecer as “Pias das Panelas”. Um pequeno lajedo às margens do Riacho do Quatarvo, antigo território da histórica Fazenda Paus Pretos de Antônio Caixeiro na zona rural de Poço Redondo, Alto Sertão Sergipano.
 
 

Nos anos 30 este local passou a ser um dos muitos coitos de Lampião 
e seus subgrupos naquela região. 
 

 
 
Como bem preveniu o saudoso mestre Alcino Costa, um lugar fúnebre, lúgubre, pois fora palco de tragédias e virou morada eterna de pelo menos 5 almas identificadas. Uma coincidência macabra entre as vítimas que jazem ali é que todas foram mortas pelos seus próprios “parceiros”.
 
 

Esta formação de pedras, embaixo de um velho umbuzeiro, marca a sepultura da cangaceira Lídia. Acusada de adultério, foi morta pelo seu marido, “Zé Baiano” em julho de 1934.
 
Após o veredito de Lampião, Zé deixou-a amarrada naquela mesma árvore durante toda a madrugada. Ao amanhecer, aquela que foi considerada a mais bela das cangaceiras, foi morta a pauladas.
 

 
O delator da traição, o cangaceiro “Coqueiro II”, pensou que teria a gratidão do bando, mas tombou sob a mira do colega “Gato” e por ali mesmo foi enterrado.
 
A história não esquece de Preta de Maria das Virgens. Nativa daquela mesma região que foi assassinada pelo seu namorado, Zé Paulo. Este, após descobrir que engravidara a moça, para não ser obrigado a casar com a pobre sertaneja, aplaca seu tormento com uma pedra, esmagando a sua cabeça e deixando-a ali. Localizada, é enterrada às margens do Riacho.
 
Também em um ponto atualmente impreciso, em 1937, foi morta e sepultada a cangaceira Rosinha, viúva do cangaceiro “Mariano”. Executada pelo seu colega “Pó-Corante” a mando de Lampião, só porque desejava voltar pra casa dos pais… Mas no cangaço, como em qualquer outra organização criminosa, aquilo era considerado uma deserção. Ela sabia demais e assim foi efetuada a queima de arquivo. 
 

 
E a sentença do vaqueiro e coiteiro “Zé dos Paus Pretos”
 
Aquele que em finais de 1937 acreditou ter matado o cangaceiro “Novo Tempo”, depois de encontrá-lo moribundo nas matas ao redor da Fazenda que devia ser rancho seguro dos cabras de Lampião. Mesmo baleado na cabeça “Novo Tempo” conseguiu fugir. Recuperado, relatou a traição do colaborador. Zé foi queimado vivo em uma coivara. Dias depois os vaqueiros da região encontram o corpo já em estado avançado de decomposição e o enterram-no ali mesmo nas proximidades das Pias das Panelas.
 

 
Gratidão pela atenção e companhia deste confrade que é grande conhecedor dos fatos que envolvem o Cangaço em Poço Redondo e em toda aquela região.
 
Manoel Belarmino, Marcelo Rocha e o autor.
 

ATENÇÃO: É expressamente proibida a reprodução deste conteúdo sem a autorização prévia.

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AINDA DARÁ TEMPO PARA VOCÊ PRESENTEAR O SEU PAI, SEU AVÔ OU O SEU BISAVÔ COM ESTE LIVRO

 Por José Mendes Pereira


Pedro Motta Popoff
O autor deste José Bezerra Lima irmão e o historiador Antonio Amaury.
O autor José Bezerra Lima Irmão com o escritor e pesquisador do cangaço João de Sousa Lima

Adquira já com Francisco Pereira Lima lá da cidade de Cajazeiras no Estado da Paraíba através deste e-mail: 

franpelima@bol.com.br

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SUPOSTO EZEQUIEL IRMÃO DE LAMPIÃO EM SERRA TALHADA

 Vídeo do Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=jDc0nPpkzUA&pbjreload=10

Sobre o aparecimento de uma suposta pessoa em Serra Talhada-PE, há décadas atrás, se dizendo ser o "EZEQUIEL"  irmão de Lampião, vejamos o que disse a respeito do assunto, o mestre no estudo do cangaço ( autor de 15 livros ), O DR. ANTÔNIO AMAURY CORREIA DE ARAUJO, ao repórter Dr. Paulo Gastão.

Vídeo com o selo Aderbal Nogueira.
Publicado em 17 de dez de 2014
Entrevista durante o julgamento simulado de Lampião em serra Talhada.
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