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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2025

LAMPIÃO E O CACHORRO LIGEIRO

Por Osvaldo Abreu (Abreu)

Aracaju, 18 de novembro de 2021


Onde foi parar o cachorro Ligeiro,
Que era do capitão Lampião?
Quando o Massacre de Angico veio,
Havia neblina, havia cerração.
Muitos gritos de desespero,
A morte ria e a vida chorava em aflição.
Quem matou Lampião?
Será que foi Napoleão Bonaparte?
Ou será que foi o forte Sansão?
Será que foi um ET do planeta Marte?
A autoria cheira a versão.
Massacre de Angico, que ataque!
Panta de Godoy disse que matou Virgolino,
Soldado Santo também quer ser o autor.
O praça Adriano de triste destino?
Será que foi um cobra que o picou
Ou foi o tiro amigo que foi o assassino?
Dúvida! O soldado Adrião quem o matou?
Tantas e tantas interrogações de Angico.
Os cangaceiros surpreendidos não foram à luta.
A metralhadora foi a autora, meu caro amigo.
Tiros e tiros repetidos fazem correr e assustam.
Gritos, mortes e fugitivos em buscar de abrigos.
Perguntas e interrogações ficam na cuca.
E a história do sertanejo cangaceiro
Saltou e foi além do sertão,
Lampião chegou lá no estrangeiro.
O homem virou mito, ninguém tira não.
O cantor Belchior tinha um cão Ligeiro.
Será que era o cachorro do capitão!?
LAMPIÃO, MARIA BONITA E OS CÃES LIGEIRO E GUARANI
Foto de Benjamin Abraão
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LAMPIÃO EM JUAZEIRO E A ENTREVISTA

 Por Nas Pegadas da História

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CURIOSIDADE...

 Por Leonízia Silva

Em 1918, os mineiros de carvão fizeram uma descoberta surpreendente nas profundezas de uma mina de carvão: um tronco de árvore petrificado fechado dentro de uma camada de carvão. Esta notável descoberta proporcionou uma visão rara do passado antigo da Terra, revelando como as florestas alguma vez prosperaram em regiões que há muito se tinham transformado em depósitos subterrâneos de carvão. O carvão é formado ao longo de milhões de anos a partir de restos de material vegetal antigo, principalmente de vastas florestas pântanosas que existiram durante o Período Carbonífero (cerca de 300 milhões de anos atrás). A presença de um tronco de árvore petrificado completamente preservado sugere que esta árvore tinha sido enterrada em sedimento, mineralizada com o tempo e fossilizada dentro do mesmo carvão que ajudou a criar. Essas descobertas são importantes porque fornecem informações valiosas sobre os ecossistemas pré-históricos e o processo de formação do carvão. Eles servem como elo direto entre a história profunda da Terra e os recursos de combustíveis fósseis que moldaram a indústria moderna.

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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2025

DESERTO

Clerisvaldo B. Chagas, 3 de fevereiro de 2025

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3.181

DESERTO (FREEPIK).

Geralmente o deserto é descrito como uma zona árida, com precipitações atmosféricas irregulares ou escassas, vegetação inexistente ou rara e relevo formado por determinadas rochas. O maior deserto do mundo é gelado que é a Antártida. Mas vamos falar no deserto quente. Na linguagem popular deserto é um lugar desabitado ou com raríssimos moradores humanos. Os solos costumam ser arenosos e grosseiros e esses lugares possuem uma grande amplitude térmica, isto é, são enormes as diferenças de temperaturas entre o dia e a noite. A fauna do deserto é bem diversificada, mas cada deserto no mundo tem suas características própria. Pode ser encontrado animal que existe em um tipo de deserto, mas em outro não.

Obs. Na crônica costumamos economizar espaço, sem obedecer parágrafos em mudança de assunto.

No sentido abrangente podemos encontrar nos desertos, animais como o Camelo, o dromedário, o antílope, a cabra, ratos, lagartos, cobras, aranhas, insetos, aves migratórias, gazelas, hienas ursos, marsupiais, lebres, cangurus e escorpiões. Um deserto pode ser muito extenso e ser conhecido por um nome geral, porém, por onde ele vai passando, vai recebendo nomes locais.  Se no deserto, pouco chove, se o deserto é pouco habitado, mas sempre tem aquela pessoa, cuja natureza pede muito pelo seu isolamento. Pessoas que sentem o prazer da solidão, assim como outras que da solidão têm medo. E as primeiras vão viver no deserto, numa caverna, numa loca de pedra, num ranchinho feito de lata, de terra, de qualquer coisa assim. Sentem um prazer enorme nessa condição de eremita.

Muito pior do que o deserto físico, é o deserto do coração humano. Quando o coração da pessoa se torna árido, seco, duro, sem amor, sem compaixão, sem o mínimo de afeto, pode concorrer com o Saara, com o Kalahari, com o Atacama que por também sentem certo não será negado o merecido troféu. Com certeza já estamos vivendo a Nova Era, tão falada lá atrás, porém, devido a influência forte dessa divisória, difícil fazer comparações entre os seres humanos, com tantos absurdos por eles provocados. O psicólogo, o analista, o observador atento, também sentem intensa dificuldade em decifrar essa mentalidade nova das últimas encarnações, para o bem ou para o mal.  Mas um deserto é sempre um deserto.

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VISITE!

 Clerisvaldo B. Chagas, 5 de fevereiro de 2025

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3.182

HISTORIADOR ORAL, DANIEL MANOEL (FOTO: B. CHAGAS).

Você já ouviu falar no livro documentário SANTANA REINO DO COURO E SOLA. O único livro da cidade que fala sobre o auge dos Curtumes, das fabriquetas de calçados, dos sapateiros, dos artesãos do couro e de uma época áurea de Santana do Ipanema, graças a minha vivencia da época e o complemento de muito mais de 50% por do cidadão, Daniel Manoel Filho que no momentos de várias entrevistas a mim concedidas, contava com 84 anos de idade, Um homem que eu só o tinha visto na minha infância e que trabalhou em todos os curtumes de Santana, falando de cátedra o que tem no livro, Um livro de poucas folhas, mas de uma riqueza cultural enorme com detalhes que impressionam e ainda o único sobre esses assuntos. Não existe na cidade uma só palavra impressa a respeito do que abordamos. Livro relíquia.

Pois bem, voltei à casa do senhor Daniel Manoel, para que esse historiador oral, me contasse detalhadamente sobre dois episódios de violências, acontecidos na área do livro e que foram de enormes repercussões na época. Na pesquisa anterior não tive coragem de registrar os dois fatos históricos do Bairro Maniçoba/Bebedouro, mas agora surgiu uma vontade súbita em fazê-lo e fui à casa de Seu Daniel que me detalhou ambos os casos. Estou pensando em inclui-los na próxima edição de SANTANA O REINO DO COURO E DA SOLA, com a narração exclusiva e detalhista do senhor Daniel.  E ainda surgiu um outro caso de violência naquela área, já registrado pelo nosso conterrâneo e saudoso escritor Oscar Silva.

Todavia, Seu Daniel que morava perto de todos os três episódios brutos, discorda em um ponto, do escritor. Ficamos de retornar à sua casa para esclarecimento do que realmente ocorreu. Nesse caso, como o livro é Documentário histórico, iremos colocar o texto do escritor Oscar e a correção de Seu Daniel Manoel Filho. Lembramos que apesar de alguns benefícios que o bairro já recebeu, continua sendo isolado pela nova situação rodoviária que o deixou na contramão. Só se vai ao Bairro Maniçoba/Bebedouro se tiver negócio. É como Fernão Velho, em Maceió. Mas chega a doer, a falta de pesquisadores sobre a nossa história municipal. Será que eu vou gritar sozinho:

“Viva Santana do Ipanema! ”

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LAMPIÃO FURIOSO - MARIA BONITA É BALEADA NO FOGO DE SERRINHA DO CATIMBAU

 Por No Rastro do Cangaço

https://www.youtube.com/watch?v=5joXOo3YfHw&t=267s

Virulino Ferreira da Silva, Lampião, o Rei do Cangaço, sua companheira Maria Bonita, Maria Ema e os cangaceiros Medalha, Fortaleza, Moita Braba, Gato e Maçarico, no dia 20 de julho de 1935, adentraram no Povoado Serrinha do Catimbau, atual Paranatama – PE, onde sofreram o contra-ataque dos moradores locais, no combate conhecido como o Fogo de Serrinha do Catimbau, no qual saiu baleada Maria Bonita, a Rainha do Cangaço e também o cachorro Dourado morreu crivado de balas, deixando o rei do cangaço furioso...

Curtam mais essa fascinante história do cangaço nordestino.

Fonte: Livro Lampião a Raposa das Caatingas - José Bezerra Lima Irmão.
Relacionados: Sertão Nordestino, Lampião e Maria Bonita, Grota de Angico, Contos do cangaço no sertão, cangaço Lampiônico, Cangaceiros de Lampião, cabras de Lampião, História Nordestina, Literatura do Sertão Brasileiro, Crime de castração, história do eunuco, lampião a raposa das caatingas, o governador do sertão, lampião mata inocente, crimes de Lampião, lampião herói ou bandido, Volantes Policiais no cangaço, volante policial Nazarenos, Volante Zé Rufino, Volante Mané Neto, Padre Cícero, Rota do cangaço, cangaceiro Corisco, cangaceiro Moreno, Cangaceiro Zé Baiano, cangaceiro Gato, histórias e contos, filmes completos, canais de cangaço, A morte do cangaceiro Corisco, Maria Bonita foi baleada.

Assistam e ao final deixem seus comentários, críticas e sugestões. INSCREVAM-SE no canal e ATIVEM O SINO para receber todas as nossas atualizações.
#NoRastroDoCangaço Vejam também:    • LAMPIÃO LIVRA UM MÉDICO DA MORTE      • A MORTE DO CANGACEIRO CIRILO DE ENGRÁ...      • A MORTE DO CANGACEIRO MANÉ MORENO, LÍ...      • LAMPIÃO E A MISTERIOSA MORTE DE SEU I...      • VOLANTE DE ZÉ RUFINO MATA O CANGACEIR...      • A MORTE DE ANTÔNIO FERREIRA, IRMÃO DE...      • LAMPIÃO E O TRISTE FIM DO CABO MILITÃO      • LAMPIÃO FUZILA O VAQUEIRO JOVENTINO      • LAMPIÃO SENTENCIOU: QUEM É VALENTE TE...      • NOVO TEMPO CANGACEIRO DE LAMPIÃO E A ...   UM FORTE ABRAÇO!

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LAMPIÃO ACABA FESTA DE CASAMENTO DE SUA PRIMA

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Apagando Lampião – Vida e morte do rei do cangaço
Maria Bonita: Sexo, violência e mulheres no cangaço
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A DERROTA DO VAQUEIRO

Texto e foto de Dalinha Catunda

Jurei que não te queria,
Era a mais pura invenção
Porque no fundo sabia
O tamanho da paixão
Foi duro fugir do laço
Lançado por tua mão.
*
Matreira desconfiava
Qual seria meu papel
De laçada a dominada
No começo flor e mel
E mais uma que montava
Na sela do teu corcel.
*
Eu não caí em teu laço,
Nessa tal competição.
Pois nem sempre o bom vaqueiro
Derruba uma rês no chão.
Tem rês arisca e tinhosa
Que derruba o campeão.

https://www.facebook.com/photo/?fbid=10162373445248007&set=a.10155197202403007

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