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sábado, 16 de maio de 2026

UM POUCO SOBRE O CANGAÇO E SOBRE A MORTE DE LAMPIÃO.

 Por Andrea C. T. Wanderley - Editora-assistente e pesquisadora do portal Brasiliana Fotográfica


O cangaço, segundo Moacir Assunção, é um fenômeno social característico da sociedade rural brasileira.  No nordeste, existiu desde o século XVIII, quando José Gomes, o Cabeleira aterrorizava populações rurais de Pernambuco. O movimento atravessou o século XIX, só terminando em 25 de maio 1940, com a morte de Corisco (1907 – 1940), sucessor de Lampião e seu principal lugar-tenente, pela volante de Zé Rufino (Diário de Pernambuco, 1º de junho de 1940, na sexta coluna).

‘Os homens do cangaço espalhavam fama, violência e aplicavam um conceito muito particular de justiça em sete estados do Nordeste. Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia sofriam não apenas nas mãos desses grupos nômades, mas também com a seca, com a fome e com uma sociedade desigual e injusta, que perpetuava um modelo pérfido de exploração do trabalho.'(Ângelo Osmiro Barreto in Iconografia do Cangaço, 2012).

Em 28 de julho de 1938, na grota de Angico, em Sergipe, perto da divisa com o estado de Alagoas, o bando de Lampião foi cercado por uma força volante comandada pelo tenente João Bezerra da Silva (1898 – 1970), pelo aspirante Ferreira Mello e pelo sargento Aniceto da Silva. Além de Lampião, foram mortos sua mulher, Maria Gomes de Oliveira (c. 1911 – 1938), conhecida como Maria Bonita, e os cangaceiros Alecrim, Colchete, Elétrico, Enedina, Luiz Pedro, Macela, Mergulhão, Moeda e Quinta-feira. Foram todos decapitados. No combate, foi morto o soldado Adrião Pedro de Souza. João Bezerra e outro militar ficaram feridos (Jornal do Brasil, 30 de julho de 1938, na primeira coluna, Diário de Pernambuco, 30 de julho de 1938, com uma fotografia de autoria de Benjamin, Diário de Pernambuco, 31 de julho de 1938, 3 de agosto de 1938 25 de agosto de 1968). Quando Lampião foi morto o, o fotógrafo Benjamin Abrahão havia sido assassinado há cerca de dois meses.


No dia seguinte à morte de Lampião, foi publicada uma entrevista dada por Chico Albuquerque (1917 – 2000), filho do proprietário da Aba Film, na primeira página do Diário da Noite, onde contou a história da produção do filme sobre Lampião produzido por Benjamin (Diário da Noite, 29 de julho de 1938).
  

As cabeças decapitadas dos cangaceiros, após exposição nas escadarias da prefeitura de Piranhas em Alagoas, seguiram para a capital do estado, Maceió. De lá, seguiram para Salvador, onde ficaram no Museu Nina Rodrigues, também conhecido como Museu Antropológico Estácio de Lima. Em 1969, as cabeças de Lampião e Maria Bonita foram enterradas no cemitério Quinta dos Lázaros, na mesma cidade (Correio da Manhã, 13 de fevereiro de 1969, na última coluna).
  

Uma curiosidade a respeito do apelido de Lampião, segundo publicado no Diário da Noite de 8 de fevereiro de 1937, na primeira coluna:

‘Lampião é um cabra desconfiado e perverso. O apelido que usa é o seu maior orgulho. Foi lhe dado num combate no início de sua carreira criminosa quando se filiou ao cangaço do famoso Luiz Padre. Na peleja, travada ao descambar da tarde, Virgolino atirava com tanta rapidez que da boca do seu rifle saía verdadeira faixa de fogo, iluminando o chão.

_ “Nós não precisa mais de sol porque já temos um lampião!”, gritavam os cangaceiros.


E desde aí ficou ele com o seu nome de guerra consagrado’.


Enviado pelo professor Adinalzir Pereira Lamego lá do Estado do Rio de Janeiro.

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso? Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você sempre me ver chamando a sua atenção. Mas é para o seu bem. 

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HOMENAGEM A SEU TIBÚRCIO SOARES, UM ANTIGO COMERCIANTE DE MOSSORÓ.

  Por José Mendes Pereira

Seu Tibúrcio Soares - foi um grande comerciante de Mossoró, e o conheci muito 

Tive a honra de conhecer e conviver com seu Tibúrcio Soares em anos remotos, no bairro Paraíba. Eu ainda morava na Casa de Menores Mário Negócio, e esta casa era localizada à Rua José de Alencar, cuja, fazia fundos correspondentes com a Rua Tiradentes. E todas as tardinhas, eu me deslocava para ficar sentado ali, na esquina do seu comércio. E quando ele estava desocupado, vinha e diante de outros amigos, ele contava histórias que serviram como ensino para nossas vidas. 

VAMOS LER ESTA HISTÓRIA SOBRE O CARÁTER DE SEU TIBÚRCIO SOARES.

Tibúrcio Soares era um dos mais antigos comerciantes de Mossoró, com a sua loja estabelecida no bairro Paraíba, no cruzamento da Rua Felipe Camarão, com a Rua Tiradentes, onde nos dias de hoje, funciona o comércio Freitas. Era alto, não tão magro, de cor branca, prestativo, educadíssimo, e gostava de separar moedas para doar aos que lhe pediam uma ajuda.

No comércio, seu Tibúrcio Soares vendia de tudo, desde cereais, bebidas em grosso e em doses, cabos para todas as ferramentas, vassouras, esteiras fabricadas com palha da carnaubeira, alpargatas de couro cru, fumo, rapaduras, cangalhas, e mais algumas ferramentas como: enxadas, foices, machados, martelos, alicates, colheres para pedreiros, prumos, níveis, esquadros, linhas para tarrafas, cordas...

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Devido a confiança que empregava às pessoas, seu Tibúrcio fora diversas vezes roubado por  alguns dos seus fornecedores. Mas mesmo sendo ludibriado, deixava isso pra lá, apenas ficava de orelhas em pés, para que isso não se repetisse. Muitos desses que lhe forneciam mercadorias, não lhe entregavam os pedidos com a quantidade comprada.

Gregório das Esteiras, como era conhecido neste ramo de negócio, por só vender esteiras; sabendo que alguns dos fornecedores do seu Tibúrcio andavam faltando com a sua responsabilidade, resolveu também entrar nessa, de não entregar a sua mercadoria de acordo com o que lhe vendera. “-Se os outros andam enganando seu Tibúrcio, eu também vou lhe enganar”.

E aconteceu que na primeira tentativa de enrolar seu Tibúrcio, o Gregório foi logo pego, porque, chegou em uma oficina de um dos seus amigos, para consertar uma câmara de ar da sua carroça, e como batia muito com a língua nos dentes, contou para ele que havia vendido ao seu Tibúrcio dez rolos de esteira, cada um com 10 esteiras, mas só havia colocado no monte oito rolos. Já que ele não havia notado, iria às pressas voltar até lá, para lhe vender novamente os outros dois.

Mas, o Gregório não sabia que bem próximo a ele tinha um amigo do seu Tibúrcio, que ao ouvir a conversa, montou-se em sua velha e desmoronada bicicleta, e foi contar ao comerciante.

Chegando ao comércio do seu Tibúrcio, o sujeito repassou-lhe o que havia ouvido do seu fornecedor, e tomando conhecimento disto, ele o agradeceu e ficou aguardando o Gregório, que até antes, o comerciante o tinha como um homem de confiança.

Seu Tibúrcio chamou o seu ajudante, e mandou que ele contasse os rolos de esteira que havia comprado ao Gregório, e segundo o ajudante, só tinham oito rolos de esteiras.

Uma hora depois, o Gregório espirrou na porta do comerciante. E ao descer da carroça, entrou e foi logo dizendo:

- Seu Tibúrcio, eu tenho dois rolos de esteiras...

Para não lhe dar chance, Seu Tibúrcio foi logo dizendo: 

- Eu sabia! Eu sabia!

O Gregório quis se espantar um pouco, perguntando-lhe:

- Seu Tibúrcio, sabia o quê?

- Eu sabia que o senhor se esqueceu de colocar os outros dois rolos de esteira ali no monte. Isso é que eu chamo homem de confiança. Vi que só tinha oito rolos, mas eu tinha real certeza, que o senhor voltaria para me entregar os outros que se esqueceu.

O Gregório não tinha conhecimento que seu Tibúrcio sabia da sua desonestidade. E olhando para ele, disse:

- Seu Tibúrcio, nesta minha munheca, homem nenhum há de pegar nela um dia. O que é meu é meu. Mas o que é dos outros, é dos outros. E eu não sou e nem serei capaz disto.

- Eu sei disso, seu Gregório! – Falava seu Tibúrcio. Eu sei que tem muitos dos meus fornecedores honestos. E o senhor é um deles. Mas assim do seu tipo, é muito difícil. Voltar até aqui, para me entregar dois rolos de esteira que se esqueceu de colocar no monte, é coisa para homem honesto mesmo. Dizia seu Tibúrcio incentivando-o a ser honesto.

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein?

https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

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PRINCIPAIS CHEFES DO BANDO DE LAMPIÃO.

Por Mikael Carvalho
 O Comando Geral:
​Capitão Lampião (Virgulino Ferreira da Silva) – O Rei do Cangaço. 
​Maria Bonita (Maria Déa) – A Rainha do Cangaço. 

Os Subchefes mais famosos (Líderes de subgrupos de Lampião):

​Corisco (Cristino Gomes da Silva Cleto) – O "Diabo Loiro". 
​Zé Baiano (José Aleixo Ribeiro da Silva) – O "Pantera Negra". 
​Ângelo Roque (Labareda) – O homem das chamas do sertão. 
​Luiz Pedro – Braço direito e fiel escudeiro até o fim. 
​Moderno (Virgílio Flor) – Estrategista e cunhado do Capitão. 
​ Outros Líderes e Comandantes de destaque:
​Zabelê (Manoel Cavalcante) 
​Moreno (Antônio Ignácio da Silva) 
​Gato (Ponciano Teles) 
​Criança (José Gabi) 
​Moita Brava 
​Arvoredo 
​Ponto Fino 
​Juriti 
🕊️
​Vinte e Dois 
​ Nota do Sertão: Lampião era o único com título de Capitão. Os outros chefiavam os "subgrupos", uma tática para o bando parecer onipresente na caatinga e despistar as volantes. 
https://www.facebook.com/photo/?fbid=26983432121288604&set=gm.2477038869433941&idorvanity=471177556686759

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Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

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Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso? Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

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A MISTERIOSA VIDA DE LAMPIÃO

Por Pedro Melo

2a EDIÇÃO
PREMIUS EDITORA, 2016, 352 P.
Presente do amigo e escritor Cearense Cicinato Ferreira, que me enviou. Livro recomendadissimo.
Dos meus!!!

https://www.facebook.com/photo/?fbid=2938191186512129&set=a.984806691850598

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As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

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