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domingo, 16 de fevereiro de 2025

LAMPIÃO CUMPRE PROMESSA A SINHÔ PEREIRA, A MORTE DO CORONEL GONZAGA.

 Por No Rastro do Cangaço

https://www.youtube.com/watch?v=i2xnYJfbvNc&t=31s

Virgulino Ferreira da Silva, Lampião, o Rei do Cangaço, com seu bando de cangaceiros, invade a cidade de Belmonte no estado de Pernambuco, em 20 de outubro de 1922, com o objetivo principal de eliminar o coronel Luiz Gonzaga Gomes Ferraz, desafeto de Ioiô Maroto, amigo e parente do ex chefe Sinhô Pereira, que ao deixar o cangaço, pede a Lampião para liquidar o Coronel. Nesse vídeo vocês conhecerão toda a trama que resultou em um dos episódios mais selvagens e comoventes que se tem notícias na história do cangaço nordestino. Assistam e ao final deixem seus comentários, críticas e sugestões. INSCREVAM-SE no canal e ATIVEM O SINO para receber todas as nossas atualizações. #NoRastroDoCangaço Vejam também:
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PAULO BRITO

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=G8mRrmZizPA

O filho do Tenente João Bezerra, Dr. Paulo Brito, narra um pouco da vida de seu pai e da campanha contra o cangaço.

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"O HOMEM DO SACO"

Por Ronaldo Andrade

Antes de 1920 era possível enviar crianças pelos Correios nos Estados Unidos. A vantagem é que era barato ,a criança ia de trem no vagão dos Correios era cuidado e alimentado pelos funcionários até o seu destino. Era como uma encomenda, os selos iam pregados na roupa da criança.

Foi assim que surgiu a expressão " o homem do saco".

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sábado, 15 de fevereiro de 2025

4ª REGIONAL DE CULTURA DO ESTADO DA PARAÍBA

 Por Kydelmir Dantas

Dos 12 municípios da 4ª Regional de Cultura do Estado da Paraíba, apenas 5 tiveram "prédio de cinema": CINE ÌRIS em Nova Floresta; CINE GUARANY, em Picuí; CINE ATLAS, em Cuité; CINE MARROCOS em Barra de Santa Rosa e CINE SÃO SEVERINO, em Cubati. 

As demais tiveram os abnegados donos de máquinas projetoras de 16mm, que saíram espalhando a 7ª Arte em suas cidades, sítios e povoados circunvizinhos. Tudo isto e mais se encontra neste livro, resultado do projeto que teve o apoio cultural através da Lei Paulo Gustavo, edital da Secretaria de Cultura da Paraíba.

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RAULINO SILVA, RECITA JOSÉ DI ROSA MARIA: MARTELOS DE CONFISSÃO

 Por José Di Rosa Maria

https://www.youtube.com/watch?v=krmtEazVE98

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LIVRO: VINGANÇA, NÃO....! ( A vida do cangaceiro Chico Pereira )

Por Francisco Frassales. Compartilhado de Cangaceiros Cariri
Em crônica anterior, falei do padre Francisco Pereira Nóbrega e hoje escrevo sobre o livro “Vingança, não - Depoimento sobre Chico Pereira e cangaceiros do Nordeste”. Não se trata de livro de história nem de memória. Tampouco é romance ou novela, embora o autor tenha lançado mão de recursos ficcionais, a exemplo de recriação de monólogos para imprimir lógica ao fluxo narrativo e torná-lo verossímil.

O foco do livro é conhecido. Chico Pereira entra no crime para vingar a morte do pai, João Pereira, comerciante, proprietário rural e político em Sousa, com atuação no distrito de Nazaré e em São Gonçalo. O filho prendeu e entregou à polícia o executor da morte do pai, mas com pouco tempo o viu impune, andando livre pelas ruas, em feiras e festas. Um acinte. Depois de muita tocaia, “Zé Dias foi achado morto no meio da estrada. Estendido no chão. Só ele e a morte. E ninguém mais por testemunha”, escreve padre Pereira.

A partir daí, desencadeia-se o processo de formação de bando de cangaceiros. Chico Pereira planeja assaltar Sousa, ajudado por Lampião, que manda dois irmãos, Antonio e Livino Ferreira, dividir o comando das operações. Em 27 de julho de 1924, à frente de 84 homens, o grupo invade Sousa. Houve saques, cenas de humilhação do juiz de direito e outros fatos narrados com sutileza para não reabrir feridas, penso. O livro repassa, também, episódios que envolvem padre Cícero Romão Batista, políticos paraibanos e o advogado Café Filho; fugas, esconderijos, a morte vestida de cobra venenosa; o descumprimento de acordos com autoridades, a prisão sem resistência em Cajazeiras, em plena Festa da Padroeira, e levado para a cadeia de Pombal. A viagem para a morte na estrada de Currais Novos, nas mãos da polícia, na madrugada de 28 de outubro de 1928. Tudo isso Francisco Pereira Nóbrega narra em 20 capítulos, afora nota explicativa, uma foto e um croquis das andanças do pai em terras da Paraíba, Ceará, Pernambuco e Rio Grande do Norte.

Quarenta e cinco anos depois de publicada, a obra virou peça de teatro e já poderia ter-se tornado filme. É livro perene, um depoimento original, nascido de dentro para fora. Explico. Centenas de livros versam acerca do cangaço, escritos por sociólogos, memorialistas, historiadores, jornalistas, enfim, estudiosos, mas poucos existem como “Vingança, não”. O autor não vivenciou a maioria dos fatos narrados. Ouviu-os da boca de parentes e amigos. Cresceu a escutar as versões familiares. Não se contentou com isso, porém, e durante dois anos checou datas, nomes, lugares e episódios em consultas a processos judiciais, testemunhas e jornais da época.

O livro encerra aspectos relevantes para as pesquisas históricas, sociológicas e políticas da fase final da República Velha, auge do coronelismo, o intricado sistema de relações de poder que nascia no interior dos municípios, propagava-se pelas capitais dos estados e chegava ao centro das decisões políticas e administrativas do País. Essa teia de relações de poder aparece despida no livro, envolta em simplicidade narrativa de fazer inveja. Como se forma um bando de facínoras? Lá está, passo a passo, sob o influxo das injunções políticas interferindo nas atividades comerciais, envolvendo o judiciário, o aparelho policial, as autoridades do executivo estadual, numa promiscuidade que era a própria essência do poder na Primeira República.
Nem a religião escapava dessa urdidura. O autor descreve a esperança que era ir a Juazeiro em busca das benções do padre Cícero. Pereira Nóbrega produz uma síntese quase perfeita do messianismo e a exploração política que o cerca, ao referir-se ao mandachuva, deputado Floro Bartolomeu: “Sem ser beato nem cangaceiro, será o ângulo onde se encontram ambos. Sobre essa dupla força se firmará para atingir alturas que jamais suspeitou.” Para quem nada era e nada tinha, isso foi tudo. Enfeite de ficcionista? Que nada, realidade pura.

Tudo isso está escrito com singeleza, sem rebuscadas técnicas literárias, de permeio com o desenrolar de laço amoroso nascido entre “manso e pacato contratante de cal” e uma menina-moça de 12 anos, órfã de pai, assassinado, que casa por procuração aos 14, e enviúva aos 17 anos, com a herança de três filhos e o estigma de mulher de cangaceiro. “Vingança, não” transpira amor em meio à tragédia sertaneja.
Esta crônica, publicada no jornal Gazeta do Alto Piranhas, Cajazeiras, nº 325, de 04 a 10/03/2005,.

P S – Francisco Pereira Nóbrega deixou a batina, casou-se, teve filhos. Fez-se professor, escritor, cronista. Afastou-se do ministério, mas continuou a obra de evangelização. Sua última missão foi dedicar-se ao Catecumenato. Morreu em João Pessoa, em 22 de janeiro de 2007.
Francisco Frassales.

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LAMPIÃO E A COLUNA PRESTES PASSAM PELO MUNICÍPIO BAIANO DE RIBEIRA DO POMBAL.

Por Guilherme Machado

A organização social civil, no Brasil, durante o período em que o militarismo chefiava os poderes administrativos do País, nunca teve vez, até porque os militares temiam a perder o poder. Toda e qualquer aglomeração era proibida e as poucas que aconteceram foram exterminadas; numa família se alguém discordasse das normas ditadas pelos militares, todos pagavam, sem que ninguém pudesse ao menos contestar.

Os brasileiros viviam um verdadeiro "inferno". Eram privados do maior bem que o ser humano tem: a liberdade.

O comunismo avança o leste europeu, propondo-se a dominar o mundo. No Brasil essa idéia foi copiada, principalmente por estudantes rebeldes e revoltados com a ditadura militar. Os estudantes, contrariando as leis militares, tentavam a todo custo derrubá-los do poder e proclamar a liberdade para o povo brasileiro. Foram o principal alvo de perseguições movidas pela cúpula de inteligência militar. Esses "baderneiros da ordem social" como eram chamados pelos militares, foram taxados de comunistas, como se o comunismo fosse a pior coisa do mundo. Naquele momento as guerras que estavam acontecendo era justamente porque países comunistas estavam avançando contra alguns países capitalistas; o comunismo passou a ter sinônimo de guerra, de sangue e de dor.

Qualquer manifestação, partindo da população civil, que acontecesse no Brasil, estrategicamente, os militares diziam estar partindo dos comunistas. E, qualquer comunista, no Brasil, era tido por assassino, bandido dos mais perigosos.

Mesmo sendo difamados, alguns heróis não se renderam; a eles hoje devemos essa democracia. Foram pessoas que lutaram contra o regime autoritário dos militares, para que hoje a liberdade prevaleça. Um desses combatentes chamava-se Luiz Carlos Prestes, considerado "o cavaleiro da esperança", líder do movimento intitulado Coluna Prestes. Na fuga incansável das perseguições do governo antipopular e antidemocrático.

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EU ROUBEI MARIA BONITA

Por Histórias do Brasil

O cangaceiro Beija-Flor lembra-se com saudade dos momentos felizes passados com Lampião e Maria Bonita: “Nas noites de lua, os bandidos sentavam no chão, bebiam cachaça, Lampião tocava sanfona e Maria Bonita acompanhava no bandolim. Os cangaceiros cantavam modas. Canções que falavam de sua vida aventurosa e cheia de perigo. Também falavam de amor”.

Testemunho do cangaceiro Beija-flor transcrito por Guaracy Oliveira, “Eu Roubei Maria Bonita”, O Cruzeiro, 18 de ago. 1962.

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ADENDO:

"Não tenho conhecimento que Maria Bonita tocava algum instrumento musical. Mas não posso dizer que não é verdade". - J. Mendes Pereira

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BANDO DE ZÉ SERENO

 Por Helton Araújo

Bando de Zé Sereno, da esquerda para direita em pé: Cravo Roxo, Sila, Zé Sereno, Adília, Canário, Mané Moreno.
Fileira de baixo, da esquerda para direita: Zumbi, Quina-Quina e Ponto Fino.
Foto: Benjamin Abrahão/Abafilm
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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2025

COORDENADAS

 Clerisvaldo B. Chagas, 13 de fevereiro de 2025

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3.188

Na gestão municipal entre 1956-1960, foi construída em Santana do Ipanema, uma simpática pracinha que fez muito sucesso entre o seu povo. A citada pracinha foi localizada na vizinhança de onde hoje está situada a Caixa Econômica Federal. O gestor da época era o Prefeito Cultura, Hélio da Rocha Cabral de Vasconcelos, chamado simplesmente Hélio Cabral. Os bancos da pracinha eram de granito bruto, relativamente, pequenos e sem encostos. Os canteiros continham representações da caatinga como facheiros e mandacarus. Recebeu a denominação, pelo próprio prefeito de Praça das Coordenadas. E as Coordenadas Geográficas do município estavam estampadas também num bloco de granito cercado pela vegetação do jardim.

PRACINHA DAS COORDENADAS, JÁ EM DECADÊNCIA. (FOTO: DOMÍNIO PÚBLICO).

A pracinha muitas e muitas vezes chamadas pelas mulheres de encantadora, recebeu mais à frente, a estátua do jumento como homenagem ao que o bicho bruto ajudou tanto a cidade a se desenvolver transportando água das cacimbas do rio Ipanema para as residências. Muita fotografada, tanto a pracinha, antes, quanto depois já como a estátua ao jegue e ao botador d’água. Calhou que um jumento preto, de verdade, tipo Canindé, de também ser fotografado ao subir à praça e meter-se no meio da vegetação e, de fato, correu mundo numa foto em que foi exposto. Lá mais à frente ainda, a pracinha deixou de existir, o buraco que ficou não serve para nada e o santanense perdeu a Praça das Coordenadas.

Como Santana não colocou as peças da praça nem no museu nem em depósito de arquivo público, tudo sumiu. Vale dizer para os mais novos que não existe nenhuma praça original na cidade. A única era a Praça Emílio de Maia, logo descaracterizada e apelidada, após, de Praça do Toco.

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PADRE CÍCERO EM QUADRINHOS

 Por Itamar Nunes Art

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TROPA DE JOSÉ PEREIRA DE PRINCESA

 Por Guilherme Velame Wenzinger

Comandantes das tropas de José Pereira de Princesa(PB). O número 4 é Marcolino Diniz. E os outros, alguém consegue me dizer?

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DIGAMOS ASSIM, UM JAGUNÇO...

Por Guilherme Velame Wenzinger

Essa é um pouco rara. Sargento(?)* paraibano fotografado em Sumé (PB), década de 1930. Do dia que vi essa foto até hoje ainda não consegui identificá-lo. Arrisco dizer que fazia parte das tropas de José Pereira ou, caso seja sargento, das tropas legais de João Pessoa.

*Está escrito “sargento” no embornal de couro dele.

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RECIFE, CAPITAL PERNAMBUCANA, ENTRA NO RADAR DO CARIRI CANGAÇO PARA 2025

 

Jorge Remígio, Ailton Matos, Joaquim Pereira, 
Erivelton e Silva, Manoel Severo, no radar: Cariri Cangaço Recife

Depois das edições exitosas do Cariri Cangaço em três das capitais nordestinas; Fortaleza em 2018, Natal em 2023 e João Pessoa em 2024, o Cariri Cangaço volta seu olhar para Recife a bela capital pernambucana, a Veneza brasileira. "Nosso DNA nasceu debaixo do barro do chão, bem no meio da caatinga e dos tabuleiros sertanejos, mas não podemos deixar de levar a experiência Cariri Cangaço para as capitais. As inciativas de sucesso em Fortaleza, Natal e João Pessoas nos encorajam a enfrentar novos desafios e para nossa satisfação estamos dando os primeiros passos nessa direção, se tudo der certo, no segundo semestre de 2025 realizarmos o sonhado Cariri Cangaço Recife 2025" afirma Manoel Severo, Curador do Cariri Cangaço.

"sentaram à mesa representantes do Conselho do Cariri Cangaço do Recife, membros do GECAPE - Grupo de Estudos do Cangaço de Pernambuco e ainda do Centro de Estudos de História Municipal - CEHM."

O sonho vem de muito tempo, mas foi a partir de conversas com representantes de grupos de estudos e instituições literárias e culturais do Recife; durante a agenda Cariri Cangaço em João Pessoa; em novembro ultimo, que o cenário começou a descortinar. "Já há algum tempo que Severo nos fala em realizarmos um Cariri Cangaço em Recife, penso que agora chegou a hora, reunindo parceiros importantes e montando uma programação factível e que possa proporcionar a todos, um evento de qualidade" revela o Conselheiro Cariri Cangaço Jorge Remígio, radicado no Recife.

Tailene Barros e Manoel Severo

A ideia é reunir parceiros dentre as instituições locais e estaduais para trabalhar um primeiro esboço do que poderia ser o Cariri Cangaço Recife ainda no segundo semestre de 2025. "Acho que temos tudo para realizar um grande encontro, à exemplo das outras capitais, é verdade que o formato de um evento realizado em capitais é totalmente diferente daquilo que o Cariri Cangaço realiza nos sertões, mas também essa expertise já estamos desenvolvendo há algum tempo, como no caso de Fortaleza, Natal e mais recentemente em João Pessoa,  com certeza Severo pode contar com todos os membros do Conselho Cariri Cangaço que moram no sertão pernambucano" revela Hesdras Souto, Conselheiro Cariri Cangaço de Tuparetama, sertão do Pajeú.

Miguel Meira de Vasconcelos, Erivelton e Silva, Manoel Severo e Joaquim Pereira
Miguel Meira de Vasconcelos, professora Josemery, Manoel Severo, Severino Vicente , Erivelton e Silva, Dr Mauricio e Joaquim Pereira
Manoel Severo e Ailton Matos
Severino Vicente; presidente do IHO;  e Manoel Severo
Manoel Severo, Valéria Barbalho e Joaquim Pereira

Em mais uma viagem de trabalho Manoel Severo esteve nos últimos dias 12 e 13 de janeiro de 2025 no Recife para iniciar um conjunto articulado de conversas na direção da construção do Cariri Cangaço 2025. Na noite do domingo, dia 12 , sentaram à mesa representantes do Conselho do Cariri Cangaço do Recife, membros do GECAPE - Grupo de Estudos do Cangaço de Pernambuco e ainda do Centro de Estudos de História Municipal - CEHM. Na oportunidade Manoel Severo, Joaquim Pereira, Erivelton e Silva , Jorge Remígio, Ailton Matos e Tailene Barros, traçaram os primeiros passos na construção de uma possível agenda do Cariri Cangaço em Recife.

"Nosso desejo é, ao lado do GECAPE, do CEHM e das demais instituições parceiras, proporcionar um evento diferenciado, destacando temáticas e conferencistas do Recife, de renome nacional e internacional, trazendo mesas de debates preciosas para o aprofundamento e discussão da história de nosso Brasil, muitos desses episódios nascidos aqui mesmo em Recife. Ou seja, será um evento extraordinário sob vários aspectos" confirma Manoel Severo.

Itamar Baracho, Manoel Severo e Wasterland Ferreira; ilustre presidente do 
GECAPE- Grupo de Estudos do Cangaço de Pernambuco
Hesdras Souto, Manoel Severo e Yoni Sampaio
Roberto Cavalcante , Gilmar Teixeira, Manoel Severo e Felix

Na manhã seguinte a convite do CEHM , os representantes do Cariri Cangaço estiveram participando da celebração em memória dos 200 anos do martírio de Frei Caneca, no largo que recebe seu nome e local de seu fuzilamento. Na oportunidade mais conversas e articulações com agentes da área da cultura e da literatura, ensejando promissores resultados para a realização do Cariri Cangaço Recife. "Agora e arregaçar as mangas e trabalhar, trabalhar com lucidez e responsabilidade, com certeza haveremos de construir um excelente Cariri Cangaço aqui no Recife" fala Joaquim Pereira, Conselheiro Cariri Cangaço.

Manoel Severo e Erivelton e Silva
Israel Pereira, Joaquim Pereira, Miguel Meira de Vasconcelos, Geraldo Ferraz, Yoni Sampaio, Erivelton e Silva, Reinaldo Carneiro Leão.
"O Cariri Cangaço pretende unir instituições do Recife em torno de um grande encontro, então Carga" reforça Geraldo Ferraz
Joaquim Pereira, Luiz Ruben, Roberto Cavalcante, Felix, Severo e Ailton Matos
Cariri Cangaço, Território de Grandes Encontros

"Amigo Severo, a bola começou a rolar, muita coisa ainda precisa ser formatada, mas a primeira coisa é o compromisso e nessa reunião de hoje a noite esse compromisso foi assumido, agora é trabalhar para reunir as condições necessárias para realizar mais essa grande agenda do Cariri Cangaço, desta vez aqui no Recife" confirma o pesquisador Erivelton e Silva. "Sem dúvidas temos tudo para realizar mais um grande Cariri Cangaço, desta vez em Recife, vamos em frente" ressalta Luiz Ruben, Conselheiro Cariri Cangaço do Recife.

"A chegada do Cariri Cangaço ao Recife é um compromisso de todos nós que somos Conselheiros Cariri Cangaço Pernambucanos; temos exatos 18 conselheiros aqui de Pernambuco, todos comprometidos com esse grande projeto. Então com diz Severo: Avante !!!" confirma Luiz Ferraz Filho, Conselheiro Cariri Cangaço de Serra Talhada.

NOTA CARIRI CANGAÇO: Conselheiros Cariri Cangaço do estado de Pernambuco: Ana Gleide Leal -Floresta ; Ana Lúcia Granja - Petrolina; André Vasconcelos - Triunfo; Augusto Martins- Afogados da Ingazeira; Clênio Novaes - São José de Belmonte; Geraldo Ferraz - Recife; Joaquim Pereira - Recife; Jorge Remígio - Recife; Junior Almeida - Capoeiras; Leonardo Gominho - Floresta; Louro Teles - Calumbi; Luiz Ferraz Filho - Serra Talhada; Luiz Ruben - Recife; Manuel Dantas Suassuna - Recife; Valdir Nogueira - São José de Belmonte; Moustafá Veras - Afogados de Ingazeira; Hesdras Souto - Tuparetama; Rodrigo Honorato - Exu.

https://cariricangaco.blogspot.com/2025/02/recife-capital-pernambucana-entra-no.html

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