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terça-feira, 25 de março de 2025

O CANGACEIRO MANOEL VICTOR

Acervo Giovane Gomes

Em meu livro: Lampião, A última Travessia 1928. Contarei a saga do Cangaceiro Manoel Vitor, de um simples comerciante à fora da lei. A trajetória de um sertanejo que teve que pegar em armas. Nascido em Tacaratu-PE, ele foi o responsável por Lampião e seu bando lutou lado a lado com a Polícia contra o Cangaceiro Manoel Vitor. Simpatizante do Partido Comunista do Brasil. Iminigo da poderosa Família Faceiro, e do Coronel Ângelo da Jia. Sua história foi marcada por sangue, ódio e vingança.

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DR. NAPOLEÃO NEVES.

Causo que aconteceu na Casa Sampaio em Barbalha-CE: Antônio Costa Sampaio, conversando com Pedro Saraiva (era irmão da minha bisavó Josefa Leocádia de Castro Saraiva, esposa do meu tio bisavô Cel. Pedro Xavier de Sousa) perguntou: "Por que você não casa de novo, Pedro?" Resposta: "Sou besta não Antônio, comprar doce pros outros comerem?" Na foto da esquerda para direita: Adalgisa Saraiva Xavier, seu tio e esposo Pedro Monteiro Saraiva, Aparício Saraiva Xavier, José Saraiva Xavier (Dezinho) com a sua esposa Juvita e o filho Eimar Grangeiro Xavier.

Postado, originariamente por: [IPUEIRA DOS XAVIER-SERRITA-PE](https://www.facebook.com/groups/633058883526907/)

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CANGACEIROS PANCADA E MARIA JUVINA.

    Por Helton Araújo

Vamos para mais uma foto não tão divulgada. Aqui vemos o casal de cangaceiros, Pancada e Maria Jovina, também conhecida como Maria de Pancada.

Conheciam a foto? Se gostam do meu trabalho, divulguem nossa página e inscrevam-se em nosso canal no YouTube. O link está logo abaixo.

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PADRE CÍCERO

Por Antônio Corrêa Sobrinho

Quem lê o noticiário jornalístico d'época sobre a saga do padre Cícero Romão Batista, emanado da imprensa nacional, dos seus anos iniciais de vida eclesiástica até os dias que sucederam a sua morte e destinação dos seus bens à própria Igreja cujo comando lhe rejeitou, passando pelo tempo do milagre de Maria Araújo, sua ida a Roma, a sedição de Juazeiro, seu encontro com Lampião, vai encontrar, sim, nos informes, notas e pareceres dos muitos jornais e revistas nacionais, opositores, discordantes, detratores, adversários, inimigos gratuitos, porém da fala de todos os seus contrários, vê-se, de forma quase unânime, ressalvas de que se tratava, o líder religioso e político do Cariri, Cícero Romão, de um homem probo, decente, honrado, amoroso, pródigo, caridoso, humanista, tolerante, compreensivo, em suma, um espírito verdadeiramente cristão.

Fui à imprensa contemporânea ao Padre Cícero, aos artigos trazidos desde o final do século XIX a anos depois do seu passamento. Porque assim eu enxergaria o Grande Padre o mais de perto possível, ainda antes da mitificação e mistificação do seu nome, da romantização da sua história, em outras palavras, livre das infindáveis traduções nem sempre imparciais, mais das vezes tendenciosas para ambos os lados. E o que vi foi a história de um homem pequeno que se fez grande; a trajetória de um rio perene que nada o impediu de chegar ao mar. Leitura que, depois de comparações, considerações, ponderações e, principalmente, buscar os significados, as verdades e as mentiras contidas nas subjetivas dimensões e profundidades das palavras, nas suas entrelinhas e mesmo nas voluntariamente não ditas, levou-me a concluir tratar-se, o cratense patriarca do Juazeiro do Norte, padre Cícero Romão Batista, do líder político e, maiormente, religioso que mais profundamente compreendeu e fez pelo pobre sertanejo, o seu povo nordestino. Considerem este homem, sem sombra de dúvida, como um dos maiores cristãos nascidos no Brasil.
Acesse o e-book PADRE CÍCERO NA IMPRENSA DO SEU TEMPO em
www.antoniocorreasobrinho.com ou informe, abaixo ou no privado, um e-mail para correspondência que oportunamente faço o envio.

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HERCÍLIO NOGUEIRA

Por Helton Araújo

Vamos agora a um registro fotográfico raríssimo do valente nazareno, Hercílio de Souza Nogueira, homem que atuou no combate e na perseguição ao bando de Lampião. Filho de Conrado Emiliano de Souza Nogueira e Maria Umbelina de Sá Padilha, teve outros 9 irmãos, sendo 6 mulheres e 3 homens. Aureliano de Souza Nogueira, o Lero, e Adalgísio de Souza Nogueira, assim como Hercílio, ficaram conhecidos nas histórias de lutas contra o bando de Lampião. Por sinal, Adalgísio morreu no mesmo combate em que Hercílio Nogueira perdeu a vida: o famoso fogo da Maranduba, em 9 de janeiro de 1932, no estado de Sergipe. Hercílio deixou viúva sua esposa, Melania Gomes de Lira, e dois filhos: Antônio Gomes Nogueira e Clóvis Gomes Nogueira..Todas as 

Obs.: Supostamente, foi Hercílio Nogueira quem deu o tiro que deixou Sabino das Abóboras gravemente ferido, vindo a morrer em decorrência desse ferimento em março de 1928, na fazenda Piçarra.
Foto: Acervo Familiar (Souza Nogueira)
Créditos: Museu de Nazaré
Agradecimentos: Sulamita Buriti
Gostaram da foto? Conheciam a história de Hercílio Nogueira?
Aproveite e se inscreva em nosso canal no YouTube "CANGAÇO ETERNO"

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MESSIAS DE CADUDA, O COITEIRO QUE LAMPIÃO MAIS CONFIAVA

    Por Rangel Alves da Costa

Batizado como Messias Pedro Cruz, e mais tarde sendo conhecido como Messias de Caduda, tal fato se deu porque ainda criança passou a ser criado pela família de um abastado fazendeiro da região ribeirinha do então distrito de Poço Redondo, nos sertões sergipanos, este chamado Caduda e sua esposa, Dona Antônia Rosa (mais conhecida como Neném). O filho de criação de Seu Caduda nasceu e viveu nos sertões beiradeiros, nas barrancas do São Francisco, principalmente na região que vai do Angico a Curralinho. Dentre as muitas posses de seu pai, existiam as fazendas Bebedouro, Quiribas, Mulungu, e outras. 

ua moradia, porém, era na fazenda Bebedouro. Desde cedo, começou a percorrer e conhecer toda aquela região ribeirinha do São Francisco. Mesmo sem jamais ter possuído sequer uma canoa, Messias vivia subindo em embarcações e seguindo de canto a outro. Moço alto, de pele clara e cabelo escorrido, possuía uma simpatia que muito chamava a atenção das mocinhas por onde passava. Tornou-se reconhecido namorador, ainda que depois garantisse que era somente de Maria da Conceição, mais conhecida como Prima, tornada sua esposa, com a qual teve filhos ((Josa, Lila, Santinho, Zenaide, Darcilene). 

Os relatos dos mais antigos descrevem Messias de Caduda como um sertanejo que nasceu para o mundo, que ora estava num lugar e noutro momento já se tinha notícia de estar em outro, embarcando e desembarcando em canoas e outras embarcações, nunca parando por muito tempo em lugar algum. Sua vida beiradeira lhe obrigou a ter contínuos contatos com cangaceiros e volantes, com todo tipo de gente que vivia no encalço do cangaço. Resolveu que seria melhor estar ao lado dos perseguidos do que dos perseguidores, por isso foi se tornando amigo da cangaceirama e logo reconhecido por Lampião como alguém em quem poderia verdadeiramente se confiar. Dessa amizade, passou a levar consigo muitos segredos escondidos em suas andanças. 

Por influência do cangaço, tornou-se conhecido e amigo de políticos e coronéis de patente e de poder. Passou a ser tido, pois, como um renomado coiteiro, servidor e mensageiro do Cangaço, sertanejo que abastecia a cangaceirama em tudo que necessitasse para a sobrevivência nos coitos e nas caatingas. E também como mensageiro de bilhetes e recados que não podiam ser revelados senão ao endereçado. Mesmo com ofício tão melindroso, Messias tudo fazia para manter uma vida normal e sem chamar para si qualquer suspeita Como se estivesse em constante fuga, gostava de repentinamente sumir e mais tarde ser avistado em lugares como Penedo, Piranhas, Propriá, dentre muitos outros. 

Os moradores de Jacaré de repente avistavam sua chegada trazendo um saco nas costas. Nada perguntavam. Sabiam que ele não gostava de tais perguntas. Na ribeirinha Propriá, contudo, geralmente estava em missão mais que melindrosa, pois fazendo coleta de encomendas do Cangaço, e de onde transportava armas e munições diretamente para a Gruta da Macaca (uma caverna profunda e cheia de labirintos), em terras de seu pai Caduda, e localizada logo após a povoação de Jacaré e já pertinho de Curralinho. Em suas viagens a Propriá, Messias sempre tinha o cuidado de levar caixotes na embarcação, de modo a misturar as armas, munições e outras encomendas, a pencas de bananas e outras quinquilharias. 

Segundo testemunhos, certa feita a embarcação que Messias estava foi forçada a parar e encostar na beirada por ordem de soldados comadados pelo sargento Deluz. Sentado em cima de um caixote, Messias ali permaneceu. Quando perguntado sobre o que levava, então levantou a tampa e mostrou bananas e folhas de mato. Mais abaixo estavam as encomendas dos cangaceiros, mas nada foi percebido. Entretanto, sua viagem mais famosa foi aquela em que acompanhou Maria Bonita para fazer tratamento em Propriá. Assim relata meu pai Alcino Alves Costa em seu livro “Lampião Além da Versão”: “A canoa encosta. O rei e seu grupo desembarcam. 

Todos cumprimentam o homem que está à beira do rio. Dali, Maria seguirá acompanhada apenas de Messias de Caduda e do canoeiro. É a hora da despedida. A cabocla abraça Lampião e faz jeito de quem vai chorar. Corre, apressada, e sobe na prancha. Os companheiros acenam-lhe com as mãos. Lampião está rijo, estático, frio, não faz nenhum gesto. Elétrico e Mergulhão empurram a canoa que ganha velocidade e singra em direção da Tabanga, difícil travessia do São Francisco. A canoa leva agora apenas três pessoas: Moisés Tambangue, Messias de Caduda e Maria Bonita”. Relata ainda Alcino que foi Messias de Caduda o escolhido por Lampião pra seguir até as Capoeiras, onde ficava a moradia dos pais da cangaceira Rosinha e entregar a esta um bilhete exigindo seu retorno imediato ao bando. Sabe-se que a viúva e ex-companheira de Mariano, além deste recebeu outros recados de Lampião. E quando voltou foi morta a mando do rei cangaceiro. 

Após o fim do cangaço e a morte de Seu Caduda, tudo começou a mudar na vida do famoso coiteiro. Mesmo tendo recebido uma boa herança, ainda assim não foi capaz de gerenciar seus bens com maior cuidado. Aos poucos foi desfazendo de suas posses e acabou apenas como sobrevivente nas durezas do sertão. Dizem que até cortava lenha para vender e já em idade avançada. Faleceu com idade acima dos oitenta anos, mas sua história ainda murmureja nas águas do rio, nas funduras dos coitos e nas veredas dos sertões poço-redondenses. Noutra oportunidade relatarei muitos outros fatos sobre sua história. Na foto baixo, um registro deste famoso coiteiro.

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UMA POTIGUAR NA II GUERRA

Por Rostand Medeiros

A segunda garota da esquerda para a direita, que esta com as mãos nos bolsos e olhando diretamente para a câmera, é a potiguar de Macaíba ELITA MARINHO, que serviu na FEB, como enfermeira em hospitais de campanha.

Nasceu em 09/05/1907, sendo filha de Eufrosino José Marinho e Maria Marinho, cursou enfermagem no Rio e seguiu para a Itália por via aérea em 20/08/1944, passando por Natal. Retornou da guerra em 09/06/1945 e continuou a trabalhar como enfermeira no Hospital Central do Exército, no Rio. Faleceu em 29/09/1989.

#Feb #enfermagem #enfermeira #saude #segundaguerramundial #macaiba #macaibarn #RN #tokdehistoria #rostandmedeiros.

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segunda-feira, 24 de março de 2025

LAMPIÃO...

 Por Deus no Comando


Ano de 1929, município de Jeremoabo, Sertão da Bahia. Lampião era um caboclo alto, um tanto corcunda, cego do olho direito, óculos ao estilo professor, manco de um pé (baleado três anos antes), com moedas de ouro costuradas na roupa. Exalava mistura forte de perfume francês com suor acumulado de muitos dias. O cangaceiro podia até não preencher os requisitos de um bom partido, mas foi com esses atributos que conquistou a futura mulher, filha de casal com uma dezena de filhos.

Maria Gomes Oliveira tinha 18 anos quando subiu na garupa do cavalo de Virgulino Ferreira da Silva. Corpo bem feito, olhos e cabelos castanhos, um metro e cinquenta e seis de altura, testa vertical, nariz afilado. Era bonita, habilidosa na costura (assim como era Lampião) e adorava dançar. Foi o suficiente para Virgulino quebrar a tradição do cangaço e permitir o ingresso de uma mulher nos bandos, o que abriu precedente para várias outras.

Felipe Torres

Lembrando que aqui na página não estamos exaltando o grupo de bandidos, e sim, trazendo o fato como é contado.

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CANGAÇO: AS DORES DO PARTO E DO DESPARTO

Por Manoel Belarmino

A dor do parto, para as mulheres cangaceiras, era a pior de todas as dores. Imaginem mulheres jovens, grávidas e sem tantas experiências assim, nas andanças permanentes nas caatingas inóspitas, terem de dar a luz em qualquer lugar, muitas vezes nas moitas de árvores ou na sombra de um umbuzeiro dos coitos. Essas dores aumentavam quando, logo em seguida, teriam que dar a criança recém-nascida para uma pessoa desconhecida. Era a dor mais forte. As cangaceiras não tinham como cuidar dos filhos e filhas no bando.
A cangaceira Rosinha, por exemplo, depois que escapou do combate que resultou na morte do seu companheiro, o cangaceiro Mariano, estava grávida e em pouco tempo deu a luz a uma menina que foi doada ao vigário de Pão de Açúcar, o padre José Soares Pinto.
A cangaceira Adelaide do cangaceiro Criança morreu de parto nas proximidades do povoado Curituba. O menino não conseguiu nascer; morreu no ventre da cangaceira.
Ainda ali nas proximidades de Curituba, em um rápido tiroteio entre Lampião e as volantes de Zé Rufino, logo depois desse evento, os soldados encontraram uma “criança de colo” chorando na sombra de uma quixabeira. Certamente, alguma cangaceira, fugindo do tiroteio, deixou ali a sua filha; não conseguiu levá-la. Os soldados das volantes levaram a criança para Piranhas. E ali foi entregue a um comerciante na Pedra de Delmiro. A menina encontrada passou a se chamar Zuleide.
Maria de Lampião, quando deu à luz a Expedita, sob os cuidados da coiteira e parteira de cangaceiras, a Dona Rosinha de Canindé, no coito do Riacho dos Craibeiros, em Poço Redondo, teve que mandar entregar a menina a um vaqueiro da Fazenda Exu, em Porto da Folha.
Assim eram as dores do parto no Cangaço. A dor de perder um filho ou uma filha logo depois do parto, sem dúvida, é a pior dor do mundo para uma mãe. A dor de um parto improvisado, de qualquer jeito, no tempo do cangaço, é inimaginável. Como inimaginável é a dor do desaparto de uma mãe ao dar o seu filho recém-nascido a um desconhecido.
Na foto abaixo, avista-se a Cruz de Adelaide, no local onde a cangaceira morreu, nas proximidades de Curituba.

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CANGAÇO NA VEIA.

Por Rangel Alves da Costa

Este sim, este é um legitimo e verdadeiro descendente do Cangaço. Eu sou sobrinho-neto do último Zabelê do bando de Lampião (Manoel Marques da Silva, irmão de minha avó Emeliana Marques, e tio de meu pai Alcino), mas nada igual à descendência cangaceira que possui este moço de camisa azul da foto abaixo No retrato abaixo, registrada em Poço Redondo, eu estou ao lado de um grande e bondoso amigo: João Batista, mais conhecido como Joãozinho. Este senhor, atualmente morando em Brasília, é filho legítimo de um dos mais famosos casais da saga cangaceira: Adília e Canário. Sim, filho legítimo dos cangaceiros Canário e Adília. O retrato do rosto do pai é o mesmo retrato da feição do filho, não havendo nem como negar a linhagem. E Joãozinho sente orgulho do sangue que carrega nas veias. Com o fim do Cangaço e a morte de Canário em 1938, e após poder retornar à sua moradia no sertão sergipano, Adília acabou casando com um moço sertanejo chamado João Emídio e teve outros filhos, dentre os quais Nicinha e Paulo. E de vez em quando Joãozinho aparece pelos sertões para visitar os parentes e amigos. Assim que chega fico logo sabendo, pois ele mesmo vai bater à porta do Memorial Alcino Alves Costa para um abraço e um alongado proseado.

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domingo, 23 de março de 2025

LAMPIÃO CAÇADO: A VINGANÇA IMPIEDOSA DO CORONEL

 Por A História do Cangaço

https://www.youtube.com/watch?v=WXLKVrEgUxo

O sertão foi tomado pelo sangue e pela vingança quando um poderoso coronel jurou destruir Lampião após perder seu único filho. Para isso, contratou Bento Caldeira, um jagunço implacável, conhecido por nunca falhar em uma caçada. Mas Lampião, o rei do cangaço, não era uma presa fácil. O que começou como uma perseguição se transformou em uma guerra brutal, repleta de emboscadas, traições e sangue derramado.

Quem sairá vivo dessa caçada? Até onde alguém pode ir por vingança? Descubra agora a história que marcou o sertão!

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BOXEADOR GEORGE FOREMAN MORRE AOS 76 ANOS.

 

George Foreman (dir.) encarando o oponente Joe Frazier em sua primeira disputa pelo título mundial, em 1973

Leia mais em: https://forbes.com.br/forbes-money/2025/03/boxeador-george-foreman-morre-aos-76-anos/

Ex-campeão dos pesos-pesados recuperou seu título aos 45 anos e fez fortuna com grelhas elétricas.

George Foreman, campeão mundial dos pesos-pesados que surpreendeu o mundo ao voltar ao boxe e recuperar seu título aos improváveis 45 anos, e que transformou sua fama e personalidade carismática em um negócio multimilionário de grelhas elétricas, morreu na noite de sexta-feira em um hospital de Houston. Ele tinha 76 anos. Roy Foreman, irmão de George, anunciou a morte no Instagram. A causa do falecimento não foi divulgada.

Quando Foreman voltou ao ringue após dez anos afastado, muitos duvidavam que um lutador da sua idade pudesse vencer adversários mais jovens, muito menos retornar ao topo do esporte. Mas, em 1994, ele derrotou o então invicto Michael Moorer e reconquistou o título mundial.

A carreira de Foreman atravessou gerações: ele enfrentou Chuck Wepner nos anos 1960, Dwight Muhammad Qawi nos anos 1980 e Evander Holyfield nos anos 1990.

Ao lado de Joe Frazier e Muhammad Ali, Foreman marcou a era dourada do boxe nos anos 1970, quando o esporte ainda era uma força cultural nos Estados Unidos. Os três grandes campeões encantaram os fãs com lutas históricas, uma após a outra. Foreman era o último membro do trio ainda vivo.

Além do boxe, sua popularidade lhe permitiu faturar milhões vendendo grelhas elétricas após sua aposentadoria.

Campeão olímpico

George Edward Foreman nasceu em 10 de janeiro de 1949, em Marshall, Texas, filho de Nancy Ree (Nelson) Foreman e J.D. Foreman, um operário da construção ferroviária. Na vida adulta, descobriu que seu pai biológico era um homem chamado Leroy Moorehead.

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Foreman foi transparente sobre seu passado turbulento, admitindo que, na juventude, foi um valentão e cometeu pequenos delitos. Após abandonar a escola, ingressou no Job Corps aos 16 anos. Aos 17, experimentou o boxe pela primeira vez.

O sucesso veio rápido no circuito amador. Apenas um ano e meio depois, sagrou-se campeão olímpico dos pesos-pesados ao derrotar Ionas Chepulis, da União Soviética, por nocaute no segundo round, na Cidade do México, em 1968.

Título mundial

Já como profissional, iniciou uma rotina intensa de lutas, chegando a lutar até 12 vezes em um ano. Ele acumulava um cartel invicto de 37 vitórias quando teve sua primeira chance de disputar o título mundial contra Joe Frazier, em Kingston, Jamaica, em 1973.

Apesar de ser considerado azarão em uma proporção de 3 para 1, Foreman dominou a luta, derrubando Frazier seis vezes antes do combate ser interrompido no segundo round. Uma dessas quedas inspirou o lendário comentarista Howard Cosell a pronunciar uma das frases mais famosas da história do boxe: “Frazier foi ao chão! Frazier foi ao chão!”

“It was unbelievable” (“Foi inacreditável”), escreveu Arthur Daley, colunista esportivo do The New York Times. “Em pouco mais de quatro minutos e meio, George Foreman destruiu Joe Frazier esta noite, e o homem que supostamente não podia perder sequer teve uma chance fantasma de vitória. Agora há um novo campeão mundial dos pesos-pesados, e ele conquistou o título com autoridade, em uma demonstração explosiva de força e habilidade.”

Foreman defendeu o título duas vezes antes de enfrentar Ali, em 1974, no lendário “Rumble in the Jungle”, no Congo, então denominado Zaire. Dessa vez, Foreman era o favorito, mas Ali recuperou o título, impondo a primeira derrota da carreira do campeão.

Ali utilizou sua estratégia “rope-a-dope”, apoiando-se nas cordas e permitindo que Foreman o golpeasse repetidamente, desgastando-se no processo. No oitavo round, Ali encerrou a luta com uma combinação de esquerda e direita que levou Foreman à lona.

Foreman ainda venceu mais cinco lutas, incluindo uma revanche contra Frazier, mas após perder para Jimmy Young em 1977, decidiu pendurar as luvas aos 28 anos, citando sua fé religiosa e o desejo de sua mãe.

Retorno improvável

No período de aposentadoria, tornou-se pastor em Houston e abriu um centro juvenil. Mas o boxe o atraiu de volta. “Quero ser campeão de novo”, declarou em 1987. “Tenho um plano de três anos. Quero começar de baixo. Treinar mais do que qualquer outro homem no mundo. Lutar uma vez por mês.”

Ele admitiu que a necessidade financeira pesou na decisão. “Sabe aquela história de que você tem quatro bolsos na calça e precisa guardar o que tem em um deles para o futuro? Pois bem, eu guardei um bolso. Tenho dinheiro para bife e batatas. Mas os outros três bolsos eu simplesmente torrei.”

Foreman lutou frequentemente, chegando a nove lutas em um ano. Conseguiu 24 vitórias seguidas, a maioria contra adversários menos talentosos. Isso o levou a uma chance pelo título aos 42 anos contra Holyfield, em 1991. Foreman perdeu por decisão, mas teve um desempenho respeitável.

Três anos depois, veio a consagração. Aos 45 anos, enfrentou Michael Moorer, de 26, campeão que havia vencido Holyfield. Foreman estava perdendo na pontuação dos juízes até acertar o golpe decisivo no 10º round, nocauteando Moorer em Las Vegas. Ele se tornou o campeão mais velho da história dos pesos-pesados.

“Qualquer coisa que você deseja, você pode conquistar”, disse Foreman após a luta. “É como na música: ‘Quando você deseja algo com o coração, seus sonhos se realizam’. Olhem para mim esta noite.”

Depois dos ringues

Foreman seguiu lutando até 1997, quando perdeu uma decisão apertada para Shannon Briggs, aos 48 anos. Encerrou sua carreira com um cartel de 76 vitórias e 5 derrotas, sendo amplamente considerado um dos 10 maiores pesos-pesados da história.

Após se aposentar, voltou a administrar seu centro juvenil, trabalhou como comentarista de boxe e, mais lucrativamente, tornou-se um vendedor de grelhas elétricas.

Em 1994, começou a promover a George Foreman Grill, conquistando o público com seu carisma e slogans como “É um nocaute!”. A grelha elétrica tornou-se um sucesso nos lares americanos.

Em 1999, a Salton Inc. pagou US$ 137,5 milhões (R$ 784,8 milhões) pelos direitos de uso do nome de Foreman nos produtos. Ele recebeu cerca de 75% desse valor. Também fez campanhas publicitárias para escapamentos, frango frito e salgadinhos.

Foreman teve cinco filhos e deu a todos o mesmo nome: George. Em 2005, escreveu um livro infantil, Let George Do It!, inspirado em sua família.

“Se tem uma coisa que aprendi nos negócios”, disse ele certa vez, “é que nada substitui o contato direto com as pessoas. Elas querem te conhecer. Então, elas compram você.”

Leia mais em: https://forbes.com.br/forbes-money/2025/03/boxeador-george-foreman-morre-aos-76-anos/

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ADEUS, GRANDE AMIGO NETÃO! ERA NOSSO VIZINHO NA COHAB..

 Por Lindomarcos Faustino


ADENDO:

Adeus, grande Netão! Deus há de reservar um cantinho especial para você!

J. Mendes Pereira

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EM 1991, MIKE TYSON ENSINOU A DOIS LADRÕES UMA LIÇÃO QUE ELES NUNCA ESQUECERÃO:

 Por Frases do Agostinho Carrara

Em 1991, Mike Tyson estava a caminhar por uma rua de Nova Iorque quando avistou um velho sem-abrigo sentado no passeio, a tremer ao frio. Sem hesitação, Tyson pegou no bolso e entregou-lhe algum dinheiro. Os olhos do velhote encheram-se de lágrimas de gratidão.

Mas assim que Tyson se virou para sair, dois tipos que estavam espreitando nas proximidades correram e tentaram roubar o dinheiro das mãos do velho.
Tyson girou e, num piscar de olhos, BUM! BUM! Dois dos seus socos de assinatura enviaram os aspirantes a ladrões a lutar pelas suas vidas. Eles não ficaram para ver se haveria um terceiro.
Tyson então curvou-se, pegou o dinheiro e entregou-o de volta ao velhote. Com uma voz firme mas suave, ele disse: ""Ninguém vai tirar o que é seu hoje. ""
Mesmo fora do ringue, o Iron Mike ainda estava invicto.

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