Acervo Giovane Gomes
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terça-feira, 25 de março de 2025
O CANGACEIRO MANOEL VICTOR
DR. NAPOLEÃO NEVES.
Causo que
aconteceu na Casa Sampaio em Barbalha-CE: Antônio Costa Sampaio, conversando
com Pedro Saraiva (era irmão da minha bisavó Josefa Leocádia de Castro Saraiva,
esposa do meu tio bisavô Cel. Pedro Xavier de Sousa) perguntou: "Por que
você não casa de novo, Pedro?" Resposta: "Sou besta não Antônio,
comprar doce pros outros comerem?" Na foto da esquerda para direita:
Adalgisa Saraiva Xavier, seu tio e esposo Pedro Monteiro Saraiva, Aparício
Saraiva Xavier, José Saraiva Xavier (Dezinho) com a sua esposa Juvita e o filho
Eimar Grangeiro Xavier.
Postado,
originariamente por: [IPUEIRA DOS XAVIER-SERRITA-PE](https://www.facebook.com/groups/633058883526907/)
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CANGACEIROS PANCADA E MARIA JUVINA.
Por Helton Araújo
Vamos para mais uma foto não tão divulgada. Aqui vemos o casal de cangaceiros, Pancada e Maria Jovina, também conhecida como Maria de Pancada.
PADRE CÍCERO
Por Antônio Corrêa Sobrinho
Quem lê o noticiário jornalístico d'época sobre a saga do padre Cícero Romão Batista, emanado da imprensa nacional, dos seus anos iniciais de vida eclesiástica até os dias que sucederam a sua morte e destinação dos seus bens à própria Igreja cujo comando lhe rejeitou, passando pelo tempo do milagre de Maria Araújo, sua ida a Roma, a sedição de Juazeiro, seu encontro com Lampião, vai encontrar, sim, nos informes, notas e pareceres dos muitos jornais e revistas nacionais, opositores, discordantes, detratores, adversários, inimigos gratuitos, porém da fala de todos os seus contrários, vê-se, de forma quase unânime, ressalvas de que se tratava, o líder religioso e político do Cariri, Cícero Romão, de um homem probo, decente, honrado, amoroso, pródigo, caridoso, humanista, tolerante, compreensivo, em suma, um espírito verdadeiramente cristão.
HERCÍLIO NOGUEIRA
Vamos agora a um registro fotográfico raríssimo do valente nazareno, Hercílio de Souza Nogueira, homem que atuou no combate e na perseguição ao bando de Lampião. Filho de Conrado Emiliano de Souza Nogueira e Maria Umbelina de Sá Padilha, teve outros 9 irmãos, sendo 6 mulheres e 3 homens. Aureliano de Souza Nogueira, o Lero, e Adalgísio de Souza Nogueira, assim como Hercílio, ficaram conhecidos nas histórias de lutas contra o bando de Lampião. Por sinal, Adalgísio morreu no mesmo combate em que Hercílio Nogueira perdeu a vida: o famoso fogo da Maranduba, em 9 de janeiro de 1932, no estado de Sergipe. Hercílio deixou viúva sua esposa, Melania Gomes de Lira, e dois filhos: Antônio Gomes Nogueira e Clóvis Gomes Nogueira..Todas as
MESSIAS DE CADUDA, O COITEIRO QUE LAMPIÃO MAIS CONFIAVA
Por Rangel Alves da Costa
Batizado como Messias Pedro Cruz, e mais tarde sendo conhecido como Messias de Caduda, tal fato se deu porque ainda criança passou a ser criado pela família de um abastado fazendeiro da região ribeirinha do então distrito de Poço Redondo, nos sertões sergipanos, este chamado Caduda e sua esposa, Dona Antônia Rosa (mais conhecida como Neném). O filho de criação de Seu Caduda nasceu e viveu nos sertões beiradeiros, nas barrancas do São Francisco, principalmente na região que vai do Angico a Curralinho. Dentre as muitas posses de seu pai, existiam as fazendas Bebedouro, Quiribas, Mulungu, e outras.
ua moradia, porém, era na fazenda Bebedouro. Desde cedo, começou a percorrer e conhecer toda aquela região ribeirinha do São Francisco. Mesmo sem jamais ter possuído sequer uma canoa, Messias vivia subindo em embarcações e seguindo de canto a outro. Moço alto, de pele clara e cabelo escorrido, possuía uma simpatia que muito chamava a atenção das mocinhas por onde passava. Tornou-se reconhecido namorador, ainda que depois garantisse que era somente de Maria da Conceição, mais conhecida como Prima, tornada sua esposa, com a qual teve filhos ((Josa, Lila, Santinho, Zenaide, Darcilene).
Os relatos dos mais antigos descrevem Messias de Caduda como um sertanejo que nasceu para o mundo, que ora estava num lugar e noutro momento já se tinha notícia de estar em outro, embarcando e desembarcando em canoas e outras embarcações, nunca parando por muito tempo em lugar algum. Sua vida beiradeira lhe obrigou a ter contínuos contatos com cangaceiros e volantes, com todo tipo de gente que vivia no encalço do cangaço. Resolveu que seria melhor estar ao lado dos perseguidos do que dos perseguidores, por isso foi se tornando amigo da cangaceirama e logo reconhecido por Lampião como alguém em quem poderia verdadeiramente se confiar. Dessa amizade, passou a levar consigo muitos segredos escondidos em suas andanças.
Por influência do cangaço, tornou-se conhecido e amigo de políticos e coronéis de patente e de poder. Passou a ser tido, pois, como um renomado coiteiro, servidor e mensageiro do Cangaço, sertanejo que abastecia a cangaceirama em tudo que necessitasse para a sobrevivência nos coitos e nas caatingas. E também como mensageiro de bilhetes e recados que não podiam ser revelados senão ao endereçado. Mesmo com ofício tão melindroso, Messias tudo fazia para manter uma vida normal e sem chamar para si qualquer suspeita Como se estivesse em constante fuga, gostava de repentinamente sumir e mais tarde ser avistado em lugares como Penedo, Piranhas, Propriá, dentre muitos outros.
Os moradores de Jacaré de repente avistavam sua chegada trazendo um saco nas costas. Nada perguntavam. Sabiam que ele não gostava de tais perguntas. Na ribeirinha Propriá, contudo, geralmente estava em missão mais que melindrosa, pois fazendo coleta de encomendas do Cangaço, e de onde transportava armas e munições diretamente para a Gruta da Macaca (uma caverna profunda e cheia de labirintos), em terras de seu pai Caduda, e localizada logo após a povoação de Jacaré e já pertinho de Curralinho. Em suas viagens a Propriá, Messias sempre tinha o cuidado de levar caixotes na embarcação, de modo a misturar as armas, munições e outras encomendas, a pencas de bananas e outras quinquilharias.
Segundo testemunhos, certa feita a embarcação que Messias estava foi forçada a parar e encostar na beirada por ordem de soldados comadados pelo sargento Deluz. Sentado em cima de um caixote, Messias ali permaneceu. Quando perguntado sobre o que levava, então levantou a tampa e mostrou bananas e folhas de mato. Mais abaixo estavam as encomendas dos cangaceiros, mas nada foi percebido. Entretanto, sua viagem mais famosa foi aquela em que acompanhou Maria Bonita para fazer tratamento em Propriá. Assim relata meu pai Alcino Alves Costa em seu livro “Lampião Além da Versão”: “A canoa encosta. O rei e seu grupo desembarcam.
Todos cumprimentam o homem que está à beira do rio. Dali, Maria seguirá acompanhada apenas de Messias de Caduda e do canoeiro. É a hora da despedida. A cabocla abraça Lampião e faz jeito de quem vai chorar. Corre, apressada, e sobe na prancha. Os companheiros acenam-lhe com as mãos. Lampião está rijo, estático, frio, não faz nenhum gesto. Elétrico e Mergulhão empurram a canoa que ganha velocidade e singra em direção da Tabanga, difícil travessia do São Francisco. A canoa leva agora apenas três pessoas: Moisés Tambangue, Messias de Caduda e Maria Bonita”. Relata ainda Alcino que foi Messias de Caduda o escolhido por Lampião pra seguir até as Capoeiras, onde ficava a moradia dos pais da cangaceira Rosinha e entregar a esta um bilhete exigindo seu retorno imediato ao bando. Sabe-se que a viúva e ex-companheira de Mariano, além deste recebeu outros recados de Lampião. E quando voltou foi morta a mando do rei cangaceiro.
Após o fim do cangaço
e a morte de Seu Caduda, tudo começou a mudar na vida do famoso coiteiro. Mesmo
tendo recebido uma boa herança, ainda assim não foi capaz de gerenciar seus
bens com maior cuidado. Aos poucos foi desfazendo de suas posses e acabou
apenas como sobrevivente nas durezas do sertão. Dizem que até cortava lenha
para vender e já em idade avançada. Faleceu com idade acima dos oitenta anos,
mas sua história ainda murmureja nas águas do rio, nas funduras dos coitos e
nas veredas dos sertões poço-redondenses. Noutra oportunidade relatarei muitos
outros fatos sobre sua história. Na foto baixo, um registro deste famoso
coiteiro.
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UMA POTIGUAR NA II GUERRA
Por Rostand Medeiros
A segunda garota da esquerda para a direita, que esta com as mãos nos bolsos e olhando diretamente para a câmera, é a potiguar de Macaíba ELITA MARINHO, que serviu na FEB, como enfermeira em hospitais de campanha.
Nasceu em 09/05/1907, sendo filha de Eufrosino José Marinho e Maria Marinho, cursou enfermagem no Rio e seguiu para a Itália por via aérea em 20/08/1944, passando por Natal. Retornou da guerra em 09/06/1945 e continuou a trabalhar como enfermeira no Hospital Central do Exército, no Rio. Faleceu em 29/09/1989.
#Feb #enfermagem #enfermeira #saude #segundaguerramundial #macaiba #macaibarn #RN #tokdehistoria #rostandmedeiros.
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segunda-feira, 24 de março de 2025
LAMPIÃO...
Por Deus no Comando
Ano de 1929, município de Jeremoabo, Sertão da Bahia.
Lampião era um caboclo alto, um tanto corcunda, cego do olho direito, óculos ao
estilo professor, manco de um pé (baleado três anos antes), com moedas de ouro
costuradas na roupa. Exalava mistura forte de perfume francês com suor
acumulado de muitos dias. O cangaceiro podia até não preencher os requisitos de
um bom partido, mas foi com esses atributos que conquistou a futura mulher,
filha de casal com uma dezena de filhos.
Maria Gomes Oliveira tinha 18 anos quando subiu na garupa do
cavalo de Virgulino Ferreira da Silva. Corpo bem feito, olhos e cabelos
castanhos, um metro e cinquenta e seis de altura, testa vertical, nariz
afilado. Era bonita, habilidosa na costura (assim como era Lampião) e adorava
dançar. Foi o suficiente para Virgulino quebrar a tradição do cangaço e
permitir o ingresso de uma mulher nos bandos, o que abriu precedente para
várias outras.
Felipe Torres
Lembrando que aqui na página não estamos exaltando o grupo
de bandidos, e sim, trazendo o fato como é contado.
Patrocínio Everest Mix, tudo para sua casa
https://www.facebook.com/search/top/?q=deus%20no%20comando
CANGAÇO: AS DORES DO PARTO E DO DESPARTO
Por Manoel Belarmino
CANGAÇO NA VEIA.
Por Rangel Alves da Costa
Este sim, este é um legitimo e verdadeiro descendente do Cangaço. Eu sou sobrinho-neto do último Zabelê do bando de Lampião (Manoel Marques da Silva, irmão de minha avó Emeliana Marques, e tio de meu pai Alcino), mas nada igual à descendência cangaceira que possui este moço de camisa azul da foto abaixo No retrato abaixo, registrada em Poço Redondo, eu estou ao lado de um grande e bondoso amigo: João Batista, mais conhecido como Joãozinho. Este senhor, atualmente morando em Brasília, é filho legítimo de um dos mais famosos casais da saga cangaceira: Adília e Canário. Sim, filho legítimo dos cangaceiros Canário e Adília. O retrato do rosto do pai é o mesmo retrato da feição do filho, não havendo nem como negar a linhagem. E Joãozinho sente orgulho do sangue que carrega nas veias. Com o fim do Cangaço e a morte de Canário em 1938, e após poder retornar à sua moradia no sertão sergipano, Adília acabou casando com um moço sertanejo chamado João Emídio e teve outros filhos, dentre os quais Nicinha e Paulo. E de vez em quando Joãozinho aparece pelos sertões para visitar os parentes e amigos. Assim que chega fico logo sabendo, pois ele mesmo vai bater à porta do Memorial Alcino Alves Costa para um abraço e um alongado proseado.
domingo, 23 de março de 2025
LAMPIÃO CAÇADO: A VINGANÇA IMPIEDOSA DO CORONEL
Por A História do Cangaço
BOXEADOR GEORGE FOREMAN MORRE AOS 76 ANOS.
George Foreman (dir.) encarando o oponente Joe Frazier em sua primeira disputa pelo título mundial, em 1973Ex-campeão dos pesos-pesados recuperou seu título aos 45
anos e fez fortuna com grelhas elétricas.
George Foreman, campeão mundial dos pesos-pesados que surpreendeu o mundo ao voltar ao boxe e recuperar seu título aos improváveis 45 anos, e que transformou sua fama e personalidade carismática em um negócio multimilionário de grelhas elétricas, morreu na noite de sexta-feira em um hospital de Houston. Ele tinha 76 anos. Roy Foreman, irmão de George, anunciou a morte no Instagram. A causa do falecimento não foi divulgada.
Quando Foreman voltou ao ringue após dez anos afastado, muitos duvidavam que um lutador da sua idade pudesse vencer adversários mais jovens, muito menos retornar ao topo do esporte. Mas, em 1994, ele derrotou o então invicto Michael Moorer e reconquistou o título mundial.
A carreira de Foreman atravessou gerações: ele enfrentou Chuck Wepner nos anos 1960, Dwight Muhammad Qawi nos anos 1980 e Evander Holyfield nos anos 1990.
Ao lado de Joe Frazier e Muhammad Ali, Foreman marcou a era dourada do boxe nos anos 1970, quando o esporte ainda era uma força cultural nos Estados Unidos. Os três grandes campeões encantaram os fãs com lutas históricas, uma após a outra. Foreman era o último membro do trio ainda vivo.
Além do boxe, sua popularidade lhe permitiu faturar milhões vendendo grelhas elétricas após sua aposentadoria.
Campeão olímpico
George Edward Foreman nasceu em 10 de janeiro de 1949, em Marshall, Texas, filho de Nancy Ree (Nelson) Foreman e J.D. Foreman, um operário da construção ferroviária. Na vida adulta, descobriu que seu pai biológico era um homem chamado Leroy Moorehead.
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Foreman foi transparente sobre seu passado turbulento, admitindo que, na juventude, foi um valentão e cometeu pequenos delitos. Após abandonar a escola, ingressou no Job Corps aos 16 anos. Aos 17, experimentou o boxe pela primeira vez.
O sucesso veio rápido no circuito amador. Apenas um ano e meio depois, sagrou-se campeão olímpico dos pesos-pesados ao derrotar Ionas Chepulis, da União Soviética, por nocaute no segundo round, na Cidade do México, em 1968.
Título mundial
Já como profissional, iniciou uma rotina intensa de lutas, chegando a lutar até 12 vezes em um ano. Ele acumulava um cartel invicto de 37 vitórias quando teve sua primeira chance de disputar o título mundial contra Joe Frazier, em Kingston, Jamaica, em 1973.
Apesar de ser considerado azarão em uma proporção de 3 para 1, Foreman dominou a luta, derrubando Frazier seis vezes antes do combate ser interrompido no segundo round. Uma dessas quedas inspirou o lendário comentarista Howard Cosell a pronunciar uma das frases mais famosas da história do boxe: “Frazier foi ao chão! Frazier foi ao chão!”
“It was unbelievable” (“Foi inacreditável”), escreveu Arthur Daley, colunista esportivo do The New York Times. “Em pouco mais de quatro minutos e meio, George Foreman destruiu Joe Frazier esta noite, e o homem que supostamente não podia perder sequer teve uma chance fantasma de vitória. Agora há um novo campeão mundial dos pesos-pesados, e ele conquistou o título com autoridade, em uma demonstração explosiva de força e habilidade.”
Foreman defendeu o título duas vezes antes de enfrentar Ali, em 1974, no lendário “Rumble in the Jungle”, no Congo, então denominado Zaire. Dessa vez, Foreman era o favorito, mas Ali recuperou o título, impondo a primeira derrota da carreira do campeão.
Ali utilizou sua estratégia “rope-a-dope”, apoiando-se nas cordas e permitindo que Foreman o golpeasse repetidamente, desgastando-se no processo. No oitavo round, Ali encerrou a luta com uma combinação de esquerda e direita que levou Foreman à lona.
Foreman ainda venceu mais cinco lutas, incluindo uma revanche contra Frazier, mas após perder para Jimmy Young em 1977, decidiu pendurar as luvas aos 28 anos, citando sua fé religiosa e o desejo de sua mãe.
Retorno improvável
No período de aposentadoria, tornou-se pastor em Houston e abriu um centro juvenil. Mas o boxe o atraiu de volta. “Quero ser campeão de novo”, declarou em 1987. “Tenho um plano de três anos. Quero começar de baixo. Treinar mais do que qualquer outro homem no mundo. Lutar uma vez por mês.”
Ele admitiu que a necessidade financeira pesou na decisão. “Sabe aquela história de que você tem quatro bolsos na calça e precisa guardar o que tem em um deles para o futuro? Pois bem, eu guardei um bolso. Tenho dinheiro para bife e batatas. Mas os outros três bolsos eu simplesmente torrei.”
Foreman lutou frequentemente, chegando a nove lutas em um ano. Conseguiu 24 vitórias seguidas, a maioria contra adversários menos talentosos. Isso o levou a uma chance pelo título aos 42 anos contra Holyfield, em 1991. Foreman perdeu por decisão, mas teve um desempenho respeitável.
Três anos depois, veio a consagração. Aos 45 anos, enfrentou Michael Moorer, de 26, campeão que havia vencido Holyfield. Foreman estava perdendo na pontuação dos juízes até acertar o golpe decisivo no 10º round, nocauteando Moorer em Las Vegas. Ele se tornou o campeão mais velho da história dos pesos-pesados.
“Qualquer coisa que você deseja, você pode conquistar”, disse Foreman após a luta. “É como na música: ‘Quando você deseja algo com o coração, seus sonhos se realizam’. Olhem para mim esta noite.”
Depois dos ringues
Foreman seguiu lutando até 1997, quando perdeu uma decisão apertada para Shannon Briggs, aos 48 anos. Encerrou sua carreira com um cartel de 76 vitórias e 5 derrotas, sendo amplamente considerado um dos 10 maiores pesos-pesados da história.
Após se aposentar, voltou a administrar seu centro juvenil, trabalhou como comentarista de boxe e, mais lucrativamente, tornou-se um vendedor de grelhas elétricas.
Em 1994, começou a promover a George Foreman Grill, conquistando o público com seu carisma e slogans como “É um nocaute!”. A grelha elétrica tornou-se um sucesso nos lares americanos.
Em 1999, a Salton Inc. pagou US$ 137,5 milhões (R$ 784,8 milhões) pelos direitos de uso do nome de Foreman nos produtos. Ele recebeu cerca de 75% desse valor. Também fez campanhas publicitárias para escapamentos, frango frito e salgadinhos.
Foreman teve cinco filhos e deu a todos o mesmo nome: George. Em 2005, escreveu um livro infantil, Let George Do It!, inspirado em sua família.
“Se tem uma coisa que aprendi nos negócios”, disse ele certa vez, “é que nada substitui o contato direto com as pessoas. Elas querem te conhecer. Então, elas compram você.”
Leia mais em: https://forbes.com.br/forbes-money/2025/03/boxeador-george-foreman-morre-aos-76-anos/
https://forbes.com.br/forbes-money/2025/03/boxeador-george-foreman-morre-aos-76-anos/
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ADEUS, GRANDE AMIGO NETÃO! ERA NOSSO VIZINHO NA COHAB..
Por Lindomarcos Faustino
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EM 1991, MIKE TYSON ENSINOU A DOIS LADRÕES UMA LIÇÃO QUE ELES NUNCA ESQUECERÃO:
Por Frases do Agostinho Carrara












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