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sexta-feira, 20 de março de 2026

MACACO É BICHO DIVERTIDO

 Clerisvaldo B. Chagas, 19 de março de 2026,

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3382

 

POSE PARA FOTO (DIVULGAÇÃO).

É, desde os tempos de criança que somos testemunhas das peripécias dos macacos na feiras dos sábados. É bem verdade que os bichos recebiam treinamento dos donos para aquelas acrobacias contadas, para a capacidade em reconhecer valores de notas de cruzeiros, executar o tanto de pulos em agradecimento ao valor da nota paga, fazer careta e safadeza quando provocado, mas o macaco já traz a sua própria inteligência natural que espanta os humanos. São bichos altamente esperto, sabidos e alvos constantes de piadas de macacos.  Em Santana do Ipanema, o cidadão José Maximiliano, apreciava poesias, repentes e coisas parecidas e gostava de recitar uma estrofe de repentista que falava de ações coletivas de símios.

Nem lembro da belíssima estrofe, nem do autor que ainda me parece ter sido do cantador lendário Joaquim Vitorino. Mas do teor, sim: Dizia o autor que quando um bando de macacos invade uma roça de milho, deixa um dos macacos de vigia. Enquanto o bando quebra as espigas e fazem os atilhos, o vigia deve ficar atento a qualquer movimento humano. Caso veja alguma coisa, avisa imediatamente ao bando. Mas se o bando for surpreendido por humanos, o vigia será punido com uma surra.  Isso quer dizer, então que esse animais em muitos aspectos são organizados com as próprias regras da coletividade. A mordida de um macaco pode ser tão perigosa quanto a mordida de um cachorro.  Não importa o tipo de macaco, todos são inteligentes e atentos.

Mas, os maltratos aos animais podem estressá-los e surgir tragédias. É assim com qualquer um bicho, cobra, cachorro, gato, cavalo, macaco ou outro qualquer. Tanto que, algumas décadas atrás ouvimos sobre um macaco que fazia acrobacias na feira, acorrentado ao pescoço que terminou matando o próprio dono à facada depois de ter recebido violentos castigos.  Mas, voltando à inteligência animal, já me impressionei bastante com cenas de macacos quebrando coquinhos com uma pedra sobre pedra maior, da mesma maneira que nós, humanos, procedemos no Sertão, quebrando coco Ouricuri, até o presente momento. Com inteligência ou com instinto, devemos respeitar os animais. Certo ou errado? 


https://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2026/03/macaco-e-bicho-divertido-clerisvaldo-b.html

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

Muito chato para você me ver sempre chamando a sua atenção. Mas é para o seu bem.

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

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NÃO PODE FALTAR EM SUA ESTANTE.

 Derrota de Lampião em Mossoró é revisitada em novo livro de Sérgio Dantas

Por Lampião Aceso

Lampião em Mossoró - Anatomia de uma derrota é uma obra que representa um aprofundamento das pesquisas iniciadas pelo autor há duas décadas, quando publicou Lampião no Rio Grande do Norte - A História da Grande Jornada. Não se trata de continuação nem de uma simples reedição, mas de um livro inteiramente novo, que dialoga e se complementa com o trabalho anterior.

Enquanto o primeiro livro narra os acontecimentos históricos, nesta nova obra o autor se dedica a analisar criticamente diversos aspectos do episódio, confrontando interpretações, curiosidades e versões que surgiram ao longo dos anos sobre o famoso ataque de Lampião à cidade de Mossoró, em 1927.

Baseado em extensa pesquisa, o trabalho reúne documentos públicos, notícias de jornais da época, bibliografia especializada e depoimentos colhidos em campo, muitos deles obtidos em entrevistas realizadas após a publicação do primeiro livro. A investigação também revisita narrativas da tradição oral, avaliando sua consistência histórica.

O resultado é um estudo criterioso, escrito com objetividade e equilíbrio, que busca examinar os fatos à luz das evidências disponíveis, evitando suposições sem base documental ou interpretações fantasiosas.

A obra surge, em grande parte, como resposta aos inúmeros pedidos de estudiosos e interessados no tema do cangaço, especialmente aqueles que desejavam uma análise crítica das hipóteses que surgiram nos últimos anos sobre o episódio do ataque de Lampião à próspera cidade de Mossoró.

Embora trate dos acontecimentos ocorridos no Rio Grande do Norte em 1927, o livro não é uma continuação de Lampião no Rio Grande do Norte – A História da Grande Jornada. As duas obras apenas se complementam: na primeira se conta a história; nesta, o autor examina e confronta diferentes interpretações sobre esse mesmo episódio histórico.

Detalhes da obra

355 páginas

Valor: R$ 80,00 (com frete incluso)

Adquira com o nosso sebista oficial:

Professor Pereira – WhatsApp: (83) 99911-8286.

https://lampiaoaceso.blogspot.com/2026/03/nao-pode-faltar-na-sua-estante.html

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

Muito chato para você me ver sempre chamando a sua atenção. Mas é para o seu bem.

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer.

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RIO IPANEMA.

 Clerisvaldo B. Chagas, 18 de março de 2026

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3381

 

RIO IPANEMA (FOTO B.CHAGAS).

O maior rio de Alagoas, tem cerca de 220 km de extensão, nasce na serra do Ororubá no município de Pesqueira, PE e tem a sua foz no povoado Barra do Ipanema, município de Belo Monte no rio São Francisco.  Em Alagoas o rio banha três cidades e vários povoados. Os municípios são Poço das Trincheiras, Santana do Ipanema e Batalha, pela ordem. O rio Ipanema, penetra em Alagoas, pelo povoado Tapera em Poço das Trincheiras, onde recebe de imediato o afluente Tapera, vindo também das bandas de Pernambuco. Daí em diante, além das três cidades acima, banha pela ordem os povoados: Tapera, Quandu, Fazenda Nova, Funil, Timbaúba, Dionel, Poço do Marco, Telha e Barra do Ipanema. Vale salientar que o rio Ipanema é temporário.

Em Santana, o rio Ipanema coleta as águas dos riachos Salobinho, Salgadinho e Camoxinga, sendo este o mais forte dos três. Entretanto, além deste três riachos que despejam na cidade, a jusante da urbe iremos encontrar a foz do riacho do Bode e do riacho Gravatá que também é forte. Entretanto, o afluente mais pujante do rio Ipanema, é o rio Dois Riachos no município de igual nome. Em Santana, as três pontes: da Barragem, Padre Bulhões e General Batista Tubino são os melhores mirantes para apreciação das cheias do rio. São duas pontes sobre o leito do rio Ipanema e uma sobre a foz do riacho Camoxinga. As águas do rio Ipanema já lavaram os lastros de duas delas, por causa de obstáculo no seu leito como oficina debaixo de ponte e verdadeira rua invadindo o seu leito.

Agora que a população sertaneja possui água encanada do rio São Francisco, foi adotada a “cultura do esquecimento” da Geografia, da História, da sociologia de todos os rios do Sertão em tempo de estiagem como o Ipanema, o Traipu, o Capiá, o Riacho Grande. Não se vê estudos sobre os rios sertanejos, não se vê debate, não se vê interesse mínimo. Os caudais somente são lembrados durante as grandes cheias, apenas como inimigos perigosos. É uma evolução devoradora de cultura, que se inicia pela inércia de professores. Vamos esperar que eles ressurjam com bastante água para vê se chama atenção dos fazedores de vídeos terrorista para os ausentes.

É a chamada corda bamba em ação plena.


https://clerisvaldobchagas.blogspot.com/2026/03/rio-ipanema-clerisvaldo-b_17.html

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MEU PRÓXIMO LIVRO.

 Por Robério Santos


Meu próximo livro será o CABEÇAS CORTADAS. Quem vai ler? 300 páginas de meu maior estudo até hoje.

https://www.facebook.com/roberio.santos

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RELIGIOSIDAE E VIOLÊNCIA NO CANGAÇO.

Acervo do Antônio Neilton Medeiros


A religião, de modo geral, prega princípios como a benevolência, a não violência e a honestidade, orientando os indivíduos para práticas consideradas moralmente virtuosas. No entanto, ao observar o fenômeno do cangaço, surge um aparente paradoxo: embora fossem responsáveis por atos de extrema violência, como assassinatos e saques, muitos cangaceiros demonstravam uma religiosidade intensa. Esse contraste revela uma complexidade que vai além de uma simples contradição.

 A forte presença da religiosidade no sertão nordestino não se limitava ao comportamento ético, mas permeava a cultura, as crenças e a forma de interpretar o mundo. Nesse contexto, a fé dos cangaceiros — assim como a de outros sertanejos — pode ser compreendida como parte de um universo simbólico mais amplo, no qual práticas violentas e devoção religiosa coexistiam de maneira peculiar.

https://cangacolampiao.blogspot.com/2026/03/religiosidade-e-violencia-no-cangaco.html?fbclid=IwY2xjawQqcX5leHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEeuyP6DzuEX2eMzufnjeGWSJDH6KsDw7SM4EkZzRDTqeC1F8RJWu-B5BXHSDw_aem_wF9_2t9ia6R-bXafbBk7Uw

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*”PIRRITA” E O TOURO “TOTÓ”*

*Por Benedito Vasconcelos Mendes*

Uma das saudosas lembranças que tenho do meu tempo de criança nas minhas férias escolares na Fazenda Aracati, de propriedade do meu avô paterno José Cândido Mendes, era assistir o filho caçula do vaqueiro Sales, conhecido como “Pirrita”, passeando no terreiro da casa grande montado no touro “Totó”. Pirrita, à época, era um moleque de uns 10 anos de idade que adorava passear em seu touro Totó, que era muito manso. Totó perdeu a mãe durante o parto do seu nascimento e por isso foi criado pelo Sales, amamentando-o com mamadeira, e mesmo adulto continuou recebendo de Pirrita uma mamadeira de leite toda tarde. O vaqueiro Sales tinha presenteado seu filho Pirrita com a vestimenta de vaqueiro, com chapéu de couro, gibão, guarda-peito e perneira. Todo dia, à tardinha, Pirrita encourado, montado no pelo em seu touro de estimação e executando seu aboio dolente, retirava o gado do pasto nativo do grande cercado chamado “solta”, onde o gado pastava durante o dia, e levava para beber água no Rio Aracatiaçu. Pirrita tangia o gado do cercado “solta” até a beira do rio e daí, depois de beber água, o gado se dispersava e à noite ia dormir no terreiro da casa grande. Esta rotina de manejo do gado me chamava muito a atenção, principalmente devido ao fato de um touro de tamanho gigantesco, com mais de 50 arrobas de peso vivo, ainda tomar mamadeira de leite, e a outra coisa era a mansidão e amizade que Totó mantinha com o menino Pirrita, a ponto do menino passar por baixo do touro, mandar o touro se deitar para ele poder montar e depois passear montado, sem cabresto, pela fazenda. O Totó era um enorme touro branco, meio sangue da raça zebuína Indubrasil, de orelhas excessivamente grandes, sem chifres e, embora fosse sexualmente inteiro, era admiravelmente manso. Sales tinha mochado Totó quando ele era ainda bezerrinho. Uma das coisas que mais me impressionava era a obediência de Totó ao comando de voz de Pirrita, pois ele montava sem cabresto, sela, chicote ou qualquer outro apetrecho de montaria. Ele chegava a subir a rampa do alpendre e se misturar com os moradores da fazenda, que palestravam no final da tarde com meu avô deitado em sua rede branca de dormir, de fio de algodão cru. Este reprodutor e animal de estimação da família do vaqueiro Sales nunca foi vendido e morreu de velho na fazenda, com enterro feito no terreiro da casa do Sales, prestigiado por todo o pessoal da Fazenda Aracati.

https://www.facebook.com/benedito.vasconcelosmendes

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As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

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Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

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PAULO GOTEMBERG DE NORONHA COSTA.

Por José Mendes Pereirra
Dr. Paulo Gutemberg de Noronha Costa

Durante 12 anos, de 1967 a 1979, eu fui funcionário deste senhor, uma grande figura mossoroense. Foi o meu primeiro emprego na Editora Comercial S.A., ainda adolescente, emprego adquirido por Manoel Flor de Melo, comigo era interno da Casa de Menores Mário Negócio, ele já era funcionário de Lá. 

A Editora Comercial fazia parte de uma sociedade de empresas, sendo elas: Rádio Difusora de Mossoró, esta, tive o prazer de fazer controle durante 3 meses, colocado por este homem, que me dizia querer me fazer radialista. Mas não tive tanto interesse por rádio, a minha maior paixão, foi o quebra cabeça de gráfica, ali sim, me fazia interessado. Mas a Rádio Difusora de Areia Branca  (esta não durou muito tempo por não terem obedecidos as normas da difusão), além dos cinemas Cine Jandaia de Mossoró, Cine Caiçara de Mossoró e Cine Miramar de Areia Branca. 

Esta sociedade era composta por Renato Costa/majoritário, Paulo Gutemberg de Noronha Costa irmão do primeiro, Milton Nogueira do Monte e José Genildo de Miranda. Era uma sociedade de grandes amigos, e nós, que trabalhamos por muito tempo com eles, numa vimos nenhuma diferença entre sócios. Era uma união de amigos/sócios. Os três tinham um grande respeito por Milton Nogueira do Monte. 

VAMOS VER A BIOGRAFIA DO PAULO GUTEMBERG DE NORONHA COSTA, RETIRADA DO RELEMBRANDO MOSSORÓ, SITE DO LINDOMARCOS FAUSTINO.

EM 19 DE MARÇO DE 1987 – A cidade de Mossoró lamentava a perda do empresário Paulo Gutemberg de Noronha Costa, conhecido e tratado por todos, simplesmente como Dr. Paulo Gutemberg, vindo a falecer em Natal-RN, vítima de um infarto no miocárdio. Por ele ter sido um grande empresário local foi colocado em sua homenagem uma rua com o seu nome, localizada no Loteamento Gurilândia, bairro Santo Antônio, através da Lei N° 620/92 de 23 de março de 1992, uma proposta do então vereador João Newton da Escóssia Júnior.

Ele nasceu no dia 12 de abril de 1926, na cidade de Mossoró-RN; filho de Antônio de Araújo Costa Filho e Maria Mavignier de Noronha da Costa.
Dr. Paulo Gutemberg cursou o Primário e Ginasial no Colégio Diocesano Santa Luzia; Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito da Universidade do Ceará, em 1949, sendo um dos oradores da turma. Depois de formado em Direito retornou à Mossoró, onde passou a exercer a profissão, somente mais tarde fundou a Rádio Difusora de Mossoró, em 07 de setembro de 1950, juntamente com seu irmão Renato de Araújo Costa e outros sócios. Em Mossoró ele exerceu as seguintes atividades profissionais como advogado, professor, jornalista e radialista, tendo sido um dos pioneiros da radiofonia desta urbe.
Foi Diretor-Superintendente da Rádio Difusora de Mossoró, por longos anos, como também redator e um dos dirigentes do Jornal do Oeste; além de poeta e compositor, tendo sido um dos compositores do Hino da Resistência de Mossoró; Diretor da empresa e proprietário dos Cinemas “Caiçara” e “Jandaia”, em Mossoró e “Miramar”, em Areia Branca; Diretor da Rádio Difusora de Areia Branca Ltda.; Diretor da Editora Comercial S/A e do Jornal Oeste; Deputado Estadual à Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte, entre os anos de 1963 a 1966; Diretor Jurídico da Fiação e Tecelagem de Mossoró S/A – FITEMA, 1966 a 1967; Diretor do Núcleo do SESI, em Mossoró; Delegado Regional da Fazenda Estadual, com sede em Mossoró, entre os anos de 1964 a 1966; Secretário de Administração da Prefeitura de Mossoró; Professor de português da Escola Normal de Mossoró, em 1951 e professor concursado da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN. Ele foi candidato a deputado estadual por mais de uma vez. Dr. Paulo era casado com Maria Helena Nogueira e dessa união nasceu os filhos: Constância Maria Nogueira da Costa, Paulo Roberto Nogueira da Costa, Luiz Antônio Nogueira da Costa e Ricardo Jorge Nogueira da Costa.

https://www.facebook.com/groups/4678520748858463

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