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sábado, 22 de abril de 2023

19 de Abril, Dia do Índio. QUEM FOR BRASILEIRO, VENHA.

Por Hélio Xaxá

Muito prazer. Sou Brasileiro.
Filho de um gigante continental...
Tenho sangue índio
Americano, Ameríndio
E o meu amor é incondicional.
Somos, apesar das agruras
Um povo que canta e é até feliz
Somos uma suave mistura
Raça mestiçamente pura
Abençoada por um Deus Brasilis.
Braços fortes na peleja
Guerreiros pintados de poesia...
Forjados pela Mãe-natureza
Dessa terra cheia de beleza
Povo que só vida e força irradia.
Sou Brasileiro
Amo o Brasil de todo coração...
Meu sonho não é estrangeiro
Onde estiver, sou Brasileiro
Minha pátria é a minha nação.
Sou Brasileiro
Tal grito não há força que contenha...
Meu amor é puro e verdadeiro
Branco, preto, amarelo e vermelho
Quem for Brasileiro que venha! Venha!


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ILUSÃO DE AMOR

 Por José Di Rosa Maria

https://www.youtube.com/watch?v=8A1RUbpLO_A&ab_channel=Jos%C3%A9DiRosaMaria

Letra e Música: José Di Rosa Maria Voz: José Di Rosa Maria Violão: Marcos Gomes Macote •Todos os direitos reservado ao autor•

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NASCEU NA AREIA GROSSA...

Por José G. Diniz


 Nasceu na areia grossa
Minha fonte de poesia
Revê, mas não empoça
Quanto mais tira, mais cria
Com nada ela atrofia
Fala pelo que já sofri
Sinto a mesma energia
Espero que a mente crie
Versar eu não aprendi
Este dom Deus me deu
A escola aprimora, eu vi
Mas o dom já era meu
O poeta já nasceu
Embrulhado com rima
E aos anos ele cresceu
Sentindo a auto estima
O oposto lhe entima
Se sofrer algum percalço
Porque anda por cima
Mas sempre no seu encalço
Não pode pisar em falso
Ele reclama talvez
E vai dizer que é falso
Aquilo que você fez
Não sofro de timidez
O pouco não me intimida
Não como carne de réis
E tomar nenhuma bebida
Só enfrento uma partida
Com o intuito de vencer
Mas todo jogo da vida
Tem o risco de perde
O bom é sentir prazer
No momento do orgasmo
Mulher que não sabe ser
Deixa o parceiro pasmo
Com bastante entusiasmo
O fim é com poesia
Para poder ficar calmo
O restante do meu dia.

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AS AVENTURAS DE DOIS CACHEIROS VIAJANTES NA PERUA QUE PERTENCEU A SANTA IRMÃ DULCE DOS POBRES.

Por Guilherme Machado

As aventuras de dois Cacheiros Viajantes na Caravan GM de Santa Irmã Dulce dos Pobres... No término dos anos 70 e começo dos anos 80 eu e o meu parceiro Reis, Reginaldo Cardoso Dos Santos, o popular Black Men... Eu perdi o emprego que tinha em uma emissora de rádio em Sergipe, e Reis tinha perdido o emprego na White Martins, divisão de Recife PE... 

Dissidimos viajar para vender móveis no interior da Bahia, Sergipe e Pernambuco, eu não tinha dinheiro nem pra comer! Imagine viajar, por três Estados do Nordeste e sem nenhuma condição financeira. Mas com muita garra e coragem, eu fui para a estrada e passei 13 anos viajando de ônibus. A coisa só veio a clarear quando o amigo Reis, decidiu com muito esforço comprar uma perua GM que pertencia ao Hospital Santo Antônio. A qual servia a Irmã Dulce em suas peregrinações do dia a dia. Ai, nós viramos gente!!! botei a bichinha na estrada, eu barbeiro feito uma anta, e o Reis me ensinando como sobreviver as estradas de pau e pedra...

Nessa época, asfalto só de Salvador à Feira de Santana, o resto era com nós, quando a perua quebrava nós passávamos de 2 a 3 dias na beira dos tenebrosos caminhos....

Comer só quando achávamos um brega aberto íamos lá e pedíamos às meninas de ouro que fritassem uma costela de bode pra nós. De vez em quando, Reis me dava a Perua para eu dirigir, e ia dormir ao lado. Quando acordava estava eu parado e com a segunda marcha encavalada.

O homem já acordava me dando bofetes e me xingando do que podia (risos), mas entrava em baixo da bichinha e destroncava a marcha e aí eu lavava mais de um mês sem pegar no automóvel. Quando me oferecia para dirigir, Reis gritava, passa fora aqui é só para piloto chofer barbeiro dirige o carro da sua mãe. E aí começava a briga entre eu e o valentão do Black Man.

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SACO DOS LIMÕES – LUGAR DE MEMÓRIA

 Por Dr. Epitácio de Andrade Filho

O Saco dos Limões era um esconderijo inexpugnável da família Limão, arqui-inimiga de Jesuíno Brilhante, no período em que durou o conflito cangaceiro (1871/79).

Está localizado na zona rural de Patu, limite com Catolé do Rocha, Paraíba. Dista 12 km do centro. Fica nas proximidades da comunidade Croatá, onde está o memorial ao agricultor Luiz Limão, membro da geração pós-cangaço.

Saco dos Limões


Limão de Chapéu

Enviado pelo o autor.

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SÓ COMO ARQUIVO EM NOSSO BLOG - PARECE UM VAGABUNDO? MAS NA VERDADE É O MAIOR MATEMÁTICO DO MUNDO.

Texto de autor desconhecido.

Na verdade, o russo Grigorij "Grisha" Jakovlevich Perelman foi o único homem que conseguiu resolver um dos sete "Problemas do Milénio", demonstrando a Conjectura de Poincaré e rejeitou o prémio milionário que lhe tinha dado pelo Clay Mathematics Institute por esta descoberta.
A Conjectura de Poincaré é um problema complexo de topologia e quando encontrou a solução disse: "Para mim é completamente irrelevante, porque se a solução for a certa, não há necessidade de outro reconhecimento".
Mora em um minia-apartamento dentro de um prédio popular, daqueles construídos durante o socialismo. Para ele, dinheiro não significa nada: "Não quero ser um cientista de exposição, mas sim um que estuda a ciência para o bem dos outros".
Ele anda com o cabelo e a barba despenteados e tênis desportivo sem forma, as imagens mais recentes retratam-no com um aspecto desleixado: um blogueiro o localizou no metrô e o imortalizou com o celular para depois carregar as fotos dele na internet.
Dizem que na sua cidade, que foi a capital dos czares, está na moda usar uma camiseta com a sua cara e a inscrição: "Neste mundo... Nem tudo pode ser comprado."
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sexta-feira, 21 de abril de 2023

HOJE SERÁ MESMO DIA DO ÍNDIO?

Por Poeta Rossi Mágne

Não sou da tribo do povo Xavante,
Eu sou da tribo de um povo arrogante.
Que um dia haverá de ver um levante,
Contra este silêncio imoral, inoperante.
Quem criou este dia, não vivenciou a noite,
A lua banhava o rio e o Cariri sofria no açoite.
Hoje será dia do índio ou visão de uma ilusão?
E o massacre continua na aldeia da exploração.
Eu vejo uma mistura perigosa nessa estrada visceral,
O índio não tem o que comemorar neste mundo imoral,
Até parece que o dia é do índio, mas o massacre é mortal.
Nos dias atuais, a data é comemorado no patamar explorador.
O índio foi subjugado ontem pelas armas do europeu conquistador.
A crueldade atualmente é dizimar os índios, através da motosserra e trator.
Propriá ' SE, 19.04.2022

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19 DE ABRIL, DIA DO ÍNDIO - TOTAL INDEPENDÊNCIA

Por Hélio Xaxá

Quero da vida toda alegria
De Deus, único, a crença
Da Natureza, viva, a magia
Dos homens, a consciência.
Dos amigos, a sinceridade
Das crianças, a inocência
Das mulheres, a fidelidade
Do amor, a doce essência.
Para o mundo, a paz
Ao planeta, sobrevivência
As guerras, não mais
Às raças, indiferença.
À todos, direitos iguais
Ao Brasil, total independência.



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MINHA MÃE...

Por José G. Diniz

Minha mãe me deu a vida
Suguei leite dos seus seios
Lavava os cueiros meus
Sarava a minha ferida
Por mim jamais esquecida
Foi ela uma pessoa rara
Ser igual não se compara
O valor que estou lhe dando
O tempo passou levando
A minha jóia mais cara
Mãe uma pessoa única
Por isso é insubstituível
Ninguém tem o seu nível
Eu não vou esquecer nunca
Foi tema da minha cronica
O meu peso com tara
A saudade que não para
Meus olhos estão lacrimejando
O tempo passou levando
A minha joia mais cara.

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LIVRO

      Por Sálvio Siqueira


No dia 3 de setembro de 2016 será lançado, em Serra Talhada - Pe, mais uma obra prima da literatura sertaneja, intitulado 'O PATRIARCA', o livro nos traz a notória história do cidadão "Crispim Pereira de Araújo", que na história ficou conhecido como "Ioiô Maroto", contada pela 'pena' do ilustre amigo venicio feitosa neves

Crispim Pereira de Araújo (Ioiô Maroto) 

Sendo parente de Sinhô Pereira, chefe de grupo cangaceiro e comandante dos irmãos Ferreira, conta-nos o livro, a história que "Ioiô Maroto" foi vítima de invejas e fuxico. Após sua casa ter sido invadida por uma volante comandada pelo tenente Peregrino Montenegro, da força cearense.

Sinhô Pereira

Sinhô Pereira deixa o cangaço, não sem antes fazer um pedido para o novo chefe do bando, Virgolino Ferreira da Silva o Lampião e o mesmo cumpre o prometido.


Além da excelente narração escrita pelo autor, teremos o prazer e satisfação de vislumbrar rica e inédita iconografia.

Não deixem de ter em sua coleção particular, mais essa obra prima literária.

Adquira através deste e-mail: 
franpelima@bol.com.br

https://www.facebook.com/groups/545584095605711/675945445902908/?notif_t=group_activity&notif_id=1471274094349578

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LIVRO

   Por Gilmar Teixeira 

O livro "Quem matou Delmiro Gouveia? Livro este que desvenda um dos crimes mais enigmáticos do Brasil, acontecido há mais de um século atrás, e que depois de uma pesquisa e investigação séria, revela os seus verdadeiros executores desse crime que abolou o nordeste e o Brasil no século passado, está acabando esta segunda edição.

Você pode adquirir os últimos exemplares com um preço especial de 50,00. 

Com envio para todos os lugares do Brasil através deste email:

gilmar.ts@hotmail.com

Aguardo o seu contato para enviarmos o nosso livro para você, abraços.

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LIVRO

    Por José Bezerra Lima Irmão

Diletos amigos estudiosos da saga do Cangaço.

Nos onze anos que passei pesquisando para escrever “Lampião – a Raposa das Caatingas” (que já está na 4ª edição), colhi muitas informações sobre a rica história do Nordeste. Concebi então a ideia de produzir uma trilogia que denominei NORDESTE – A TERRA DO ESPINHO.

Completando a trilogia, depois da “Raposa das Caatingas”, acabo de publicar duas obras: “Fatos Assombrosos da Recente História do Nordeste” e “Capítulos da História do Nordeste”.

Na segunda obra – Fatos Assombrosos da Recente História do Nordeste –, sistematizei, na ordem temporal dos fatos, as arrepiantes lutas de famílias, envolvendo Montes, Feitosas e Carcarás, da zona dos Inhamuns; Melos e Mourões, das faldas da Serra da Ibiapaba; Brilhantes e Limões, de Patu e Camucá; Dantas, Cavalcanti, Nóbregas e Batistas, da Serra do Teixeira; Pereiras e Carvalhos, do médio Pajeú; Arrudas e Paulinos, do Vale do Cariri; Souza Ferraz e Novaes, de Floresta do Navio; Pereiras, Barbosas, Lúcios e Marques, os sanhudos de Arapiraca; Peixotos e Maltas, de Mata Grande; Omenas e Calheiros, de Maceió.

Reservei um capítulo para narrar a saga de Delmiro Gouveia, o coronel empreendedor, e seu enigmático assassinato.

Narro as proezas cruentas dos Mendes, de Palmeira dos Índios, e de Elísio Maia, o último coronel de Alagoas.

A obra contempla ainda outros episódios tenebrosos ocorridos em Alagoas, incluindo a morte do Beato Franciscano, a Chacina de Tapera, o misterioso assassinato de Paulo César Farias e a Chacina da Gruta, tendo como principal vítima a deputada Ceci Cunha.

Narra as dolorosas pendengas entre pessedistas e udenistas em Itabaiana, no agreste sergipano; as façanhas dos pistoleiros Floro Novaes, Valderedo, Chapéu de Couro e Pititó; a rocambolesca crônica de Floro Calheiros, o “Ricardo Alagoano”, misto de comerciante, agiota, pecuarista e agenciador de pistoleiros.

......................

Completo a trilogia com Capítulos da História do Nordeste, em que busco resgatar fatos que a história oficial não conta ou conta pela metade. O livro conta a história do Nordeste desde o “descobrimento” do Brasil; a conquista da terra pelo colonizador português; o Quilombo dos Palmares.

Faz um relato minucioso e profundo dos episódios ocorridos durante as duas Invasões Holandesas, praticamente dia a dia, mês a mês.

Trata dos movimentos nativistas: a Revolta dos Beckman; a Guerra dos Mascates; os Motins do Maneta; a Revolta dos Alfaiates; a Conspiração dos Suassunas.

Descreve em alentados capítulos a Revolução Pernambucana de 1817; as Guerras da Independência, que culminaram com o episódio do 2 de Julho, quando o Brasil de fato se tornou independente; a Confederação do Equador; a Revolução Praieira; o Ronco da Abelha; a Revolta dos Quebra-Quilos; a Sabinada; a Balaiada; a Revolta de Princesa (do coronel Zé Pereira),

Tem capítulo sobre o Padre Cícero, Antônio Conselheiro e a Guerra de Canudos, o episódio da Pedra Bonita (Pedra do Reino), Caldeirão do Beato José Lourenço, o Massacre de Pau de Colher.

A Intentona Comunista. A Sedição de Porto Calvo.

As Revoltas Tenentistas.

Quem tiver interesse nesses trabalhos, por favor peça ao Professor Pereira – ZAP (83)9911-8286. Eu gosto de escrever, mas não sei vender meus livros. Se pudesse dava todos de graça aos amigos...

Vejam aí as capas dos três livros:


https://www.facebook.com/profile.php?id=100005229734351

Adquira-os através deste endereço:

franpelima@bol.com.br

Ou com o autor através deste:


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O PÁSSARO E O HOMEM

Autor José Di Rosa Maria

O pássaro não trai seu amor leal,
Não põe escondido outro amor no ninho.
Por falta de amor nenhum passarinho
Padece no seu mundo natural.
O homem, por ter desejo carnal,
Por outra, magoa quem te dá carinho
E, às vezes, acaba ficando sozinho
Por não ver que o mal só constrói o mal.
O pássaro não fere seu fiel amor,
Trata a companheira que tem como a flor
Que recebe afago do seu jardineiro...
E o homem que trai o seu bem-querer
Na desilusão finda por não ter
Simples nada de amor verdadeiro.


https://www.facebook.com/jose.ribamar.3939

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ALMINO AFFONSO E A REVOLTA DOS QUEBRA-QUILOS NA PARAÍBA

 Por Epitácio de Andrade Filho

O deputado Almino Affonso, organizador da POLIANTÉIA (Miscelânia de Homenagens) ALMINO AFFONSO – TRIBUNO DA ABOLIÇÃO (1998), dedicou nesta obra um capítulo à REVOLTA DOS QUEBRA-QUILOS NA PARAÍBA.

“ Onde ouvia um gemido de dor não tardava a voz de Almino Affonso”. A Revolta dos Quebra-Quilos eclodiu no Distrito de Fagundes, em Campina Grande na Paraíba, e se se espalhou pelo Nordeste.

Em outubro de 1874, o império do Brasil começava a implantar a mudança das medidas tradicionais (Braça, cuia, légua, arroba, palmo etc.) pelo sistema métrico- decimal. A resistência do povo se deveu, inicialmente, pela mudança cultural, e depois veio a revolta popular porque por trás desta inovação estava embutido um escorchante aumento de carga tributária.

Em Campina Grande, os revoltosos, liderados por João Carga D’água, destruíram pesos e medidas, atirando-os dentro do Açude Velho. Por isso, a insurreição ficou conhecida como “ A Revolta dos Quebra-Quilos”. Em 1875, no ano seguinte à eclosão do movimento, os insurretos já eram mais de 4 mil. A repressão logo chegou e, neste período, foi adotado o “Colete de Couro”, um dos mais cruéis instrumentos de tortura já inventado no Brasil. Os rebeldes foram vencidos e comprimidos nos “Coletes de Couro”, uma investidura de invenção oficial para tratear os desvalidos. Deitava-se a pele de boi a amolecer dentro d’água e depois ajustava ao corpo do infeliz, do pescoço à cinta, atando-lhe os braços e quando o couro ressecava causava dores dilacerantes.

Procedimento semelhante era realizado pelos tropeiros do Sertão para coser as cangalhas das bestas. A Revolta dos Quebra-Quilos se estendeu por 8 comarcas na Paraíba.

Já no Rio grande do Norte, Andrade Filho n’A Saga dos Limões-Negritude no Enfrentamento ao cangaço de Jesuíno Brilhante (2011), lista 12 localidades conflagradas à Revolta, quais sejam: Acari, Apodi, Baía Formosa, Barriguda (Alexandria), Currais Novos, Flores (Florânia), Jardim (Jardim do Seridó), Príncipe (Caicó), Luís Gomes, Poço Limpo, Santo Antônio e Vitória(Marcelino Vieira). 

Em todos os lugares a vibrante oratória de Almino Affonso ecoou contra as injustiças da repressão aos quebra-quilos.

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