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sábado, 3 de maio de 2025

NA FURNA DA ONÇA

 Clerisvaldo B. Chagas, 29 de abril de 2025

Escritor Símbolo do Sertão Alagoano

Crônica: 3.233

FURNA SEMELHANTE A DA ONÇA (FOTO: STOCK).

Caverna, lapa, gruta, furna e sovaco, no Sertão representam a mesma coisa. Há muitos anos recebi um convite de uma professora, líder rural da Camoxinga dos Teodósio, para conhecer a Furna da Onça. Uma furna com cerca de 50 metros de interior, situada em uma das cabeças da serra do Poço – serra que divide os municípios de Santana do Ipanema e Poço das Trincheiras.  Na época não fui. Muito tempo depois, na mesma abordagem, já não dava para mim, enfrentar lugares de difíceis acessos. Porém, desta feita se formos mesmo percorrer todas as regiões do município, sei que um companheiro subirá até o local e mostrará para o mundo a Furna da Onça, tanto em foto quanto em vídeo.  E mais uma espécie de corredeiras onde a pesca é farta quando os peixes sobem nas cheias do riacho Camoxinga.

Mas aprendi muito e muito mais, entrevistando sobre esta região serrana. Por exemplo, que o antigo sítio onde o santanense ia buscar água boa e cara no tempo do abastecimento com jericos, não pertence ao nosso município. Marcela, sítio que ficou tão famoso pela sua água, pertence ao Poço das Trincheiras. Outra coisa para você em primeira mão: O rio Ipanema quando penetra no município de Santana do Ipanema, entra pelo sítio Água Fria, Banha os seguintes sítios, Água Fria, Mata Verde, Poço Grande, entra na cidade com barragem artificial na BR-316, prossegue banhando os sítios Barra do João Gomes, Poço da Areia e sai do município pelo sítio Jaqueira. São detalhes que, somente pessoas abnegadas aos estudos específicos descobrem e contam para os outros que abrem a boca admirados.

Ainda temos detalhes sobre nascimento, foz e sítios banhados pelo riacho Camoxinga, bem como a sua extensão total. E nessa entrevista prévia, para os nossos trabalhos de campo, descobrimos também o grotão de Arão. Grota profunda na aba da serra do Poço, dividida em dois braços, verdadeiro terror das enxurradas de invernos e trovoadas, funcionando como verdadeiros riachos de montanhas. É por isso que vale à pena uma boa entrevista, nem que seja no Zap, como fiz. O que vale é o amor à causa em ambos os lados, para que o mundo pulule de conhecimentos.



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LUGAR ONDE SE ENCONTRAVA CORISCO QUANDO LAMPIÃO FOI ASSASSINADO.

 Por Robério Santos

Olha o que encontramos! Este era o local que Corisco estava quando mataram Lampião. Sabia disso? Existem desenhos nas pedras. Sinto falta destas viagens!

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MORRE NANA CAYMMI, UMA DAS MAIORES VOZES DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA…

 Ricardo Pedro Cruz e Weslley NetoDe Splash, em São Paulo…

Morreu nesta quinta (1°) a cantora Nana Caymmi, aos 84 anos. Artista estava internada na Clínica São José, em Botafogo, zona sul do Rio, havia nove meses… 

O que aconteceu… 

A morte foi confirmada pela Casa de Saúde São José no início da noite. Segundo a unidade, ela faleceu em decorrência da disfunção de múltiplos órgãos. Durante o período em que esteve internada, Nana sofreu uma "overdose de opioides", segundo o jornal O Globo. Ela também passou por cateterismo e traqueostomia após quadro de arritmia cardíaca. Danilo Caymmi, irmão da cantora, confirmou a morte nas redes sociais… - Veja mais em https://www.uol.com.br/splash/noticias/2025/05/01/morre-nana-caymmi-uma-das-maiores-vozes-da-mpb.htm?cmpid=copiaecola

https://www.uol.com.br/splash/noticias/2025/05/01/morre-nana-caymmi-uma-das-maiores-vozes-da-mpb.htm

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ERA UM CASAL ESTIMADO E RESPEITADO EM MOSSORÓ-RN.

 Relembrando Mossoró

EM 03 DE MAIO DE 2008 – Falecia a viúva do jornalista Dorian Jorge Freire de Andrade, dona Maria Cândida Paula de Medeiros Freire de Andrade, em decorrência de falência múltipla de órgãos, no Hospital Wilson Rosado, onde estava internada há 20 dias. Seu corpo foi sepultado no Cemitério São Sebastião, nesta cidade de Mossoró.

Ela era natural de Areia Branca-RN, tendo nascida no dia 09 de novembro de 1933; filha do ex-prefeito daquele município, Luís Fausto de Medeiros e Nair Paula Fausto de Medeiros. Realizou seus estudos em sua cidade natal, no Grupo Escolar Conselheiro Brito guerra, posteriormente veio passou a estudar na Escola Normal de Mossoró, em 1953, recebeu o diploma de professora primária e de técnica em Contabilidade. Era funcionária aposentada do Instituto Nacional de Seguridade Social – INSS. Era casada com o jornalista Dorian Jorge Freire de Andrade, por 51 anos e desse enlace nasceram cinco filhos, 14 netos e 2 bisneto.

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A CASTRAÇÃO DE MANOEL BEZERRA EM BUÍQUE | CNL | 1700.

 Por O Cangaço na Literatura

https://www.youtube.com/watch?v=x06rOrre02M

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ÁGUA BRANCA E ENTREMONTES

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=jobicKXxRX0

Nossa Expedição chegou a Água Branca, onde Lampião invadiu o casarão da baronesa. Depois nos dirigimos a Entremontes, onde Lampião queimou o cartório. Para participar da Expedição Rota do Cangaço entre em contato pelo e-mail: narotadocangaco@gmail.com Seja membro deste canal e ganhe benefícios:    / @cangacoaderbalnogueira   Parcerias: narotadocangaco@gmail.com

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JOÃO TORQUATO X CORISCO ENCONTRO DE GIGANTES.

 Autor Saudoso Alcino Alves Costa

Outrora, Poço Redondo era um arruado pertencente ao vasto município de Porto da Folha. Com sua emancipação em 25 de novembro de 1953 quase todas as fazendas nascidas nos escondidos daquelas brenhas caatingueiras passaram a pertencer ao novo município. Dentre elas uma fazenda chamada Pia Nova. Nos idos do cangaço o proprietário da Pia Nova era um caboclo de “boa cepa”, “raiz de braúna”, verdadeira “madeira de lei”, “homem atutanado”, sertanejo de “peso e medida”, chamado Torquato José dos Santos.


João Torquato

Já caindo para a idade seu Torquato cuidava com esmerado carinho e zelo de sua terrinha, de sua família, especialmente de sua numerosa filharada. No meio dela um rapazinho saindo da puberdade, chamado João. Este jovem caboclo carregava orgulhosamente o nome de seu pai junto ao seu nome de batismo. Vindo, com o passar dos anos, a se tornar no célebre João Torquato, o homem que derrotou Corisco, o “Diabo Louro”, na famosa medição de força acontecida na fazenda Queimada de Luís.

O sofrimento, dores e provações de João Torquato começaram acontecer naquele entardecer do triste dia 02 de maio de 1937, quando chegou a sua casa um bando de malvados cangaceiros comandados por Zé Sereno e Mané Moreno.Numa atitude injusta e perversa, os cruéis cangaceiros assassinam o velho Torquato e seu genro Firmino. Medonha tragédia que destroçou a vida de João e todos da família.

Desatinado com tamanha injustiça, João Torquato só pensava em vingar a morte do papai amado e de seu cunhado Firmino. Só lhe restava uma alternativa. Mesmo sabendo que sua mãe iria acrescentar ainda mais as suas dores e sofrimentos se decidiu por procurar uma das “forças do governo” que combatiam Lampião e nela se engajar. Só assim teria oportunidade de caçar e se vingar dos monstros que tiraram a vida de seu pai.

Foi o que fez. Procurou a volante comandada pelo famoso Zé Rufino e nela deu início a uma nova e inesperada etapa de sua vida; a vida de caçar cangaceiro. Pouco se demora sob o comando de Zé Rufino. O seu destino é a volante do temido Antônio Recruta, onde perseguiu cangaceiro por longo tempo. Nesta volante, João Torquato participou de vários confrontos com os cangaceiros.

Um deles, no entanto, se tornou célebre. Aquele em que sozinho enfrentou a cabroeira de Corisco, baleando-o e tirando a vida dos cangaceiros Guerreiro e Roxinho.

Como se sabe Corisco, após a morte de Lampião, ficou “atuleimado” e “atarantado” da cabeça, sem tino e sem razão. Ensandecido, cometeu diversas atrocidades, dentre elas as monstruosas execuções e degolamento de Domingos Ventura e mais cinco pessoas da família do vaqueiro da fazenda Patos, nas Alagoas, e como requinte final, após cortar as cabeças de suas desventuradas vítimas, as enviou para a cidade de Piranhas, aonde foram entregues ao prefeito João Correia Britto. O mesmo acontecendo, já em Sergipe, na fazenda Chafardona, em Monte Alegre de Sergipe, quando em mais um ato brutal assassinou Sinhozinho de Néu Militão, cortou a sua cabeça colocando-a em uma gamela e a enviando para o então povoado de Monte Alegre, por um rapaz chamado Santo e entregá-la ao cabo Nicolau que ali destacava.

Foi logo após esse crime que Corisco se deslocou até as caatingas da linha divisória entre Sergipe e Bahia. Existem duas versões sobre o local em que aconteceu o extraordinário combate travado por João Torquato e Corisco.

O notável historiador Antônio Amaury, em seu livro “Gente de Lampião: Dadá e Corisco”, no capítulo “Agonia do cangaço”, páginas 113, 114 e 115, seguindo as acreditáveis informações de Dadá, diz que este confronto entre Corisco e João Torquato, aconteceu na fazenda “Lagoa da Serra”, residência do coiteiro Geraldo. Ocorre que João Torquato afirmava convicto que o seu embate com Corisco se deu em uma fazendinha abandonada chamada “Queimada de Luís”. Está em muitos livros a história deste confronto. Como se sabe o cangaceiro Guerreiro foi morto pelas balas do fuzil de João Torquato quando caminhava ao lado de Dadá e Roxinho pela malhada da fazendinha.

Imaginando que Guerreiro fosse Corisco, João Torquato faz pontaria em seu corpanzil e dispara a sua mortífera arma. O bandido tomba gravemente ferido. Não é Corisco é o cangaceiro Guerreiro. Corisco e os que lhe acompanhavam pensaram ser uma volante. A cabroeira corre e se ampara no paredão de um tanque. Prepara-se para enfrentar os agressores. Assim pensando, Corisco grita raivoso:

“- Macacos covardes! Venham! Vamo brigar. Vocês tão pegados é com Corisco” 

Jamais poderia imaginar que estava sendo atacado apenas por um soldado. João se surpreendeu ao ouvir aquela possante voz. Pensava que o bandido que havia derrubado na malhada da fazenda fosse justamente Corisco, mas estava enganado. Os cangaceiros estão amparados no paredão do tanque. No outro lado do paredão está João Torquato que os enfrenta como desmedida coragem. Troca tiros com os bandidos. De repente divisa um cangaceiro que como se fosse uma cobra – e cobra ele era – se arrasta cautelosamente a sua procura. Sem perda de tempo o “contratado” dispara seu fuzil e o assecla despenca, rolando em sua direção. O “cabra” é muito jovem. Mais parece um menino. É Roxinho, o mesmo que estava ao lado de Guerreiro e Dadá na malhada da fazenda.

Grupo de Zé Rufino, primeiro a esquerda.

O menino é valente. Tenta pegar a sua arma que havia escapado de suas mãos. Não consegue. João Torquato com o coice de seu fuzil esbagaça a sua cabeça.Temendo o cerco da volante, assim imaginava Corisco, o mesmo e sua Dadá deixam o paredão do tanque e procuram a proteção da caatinga. João Torquato grita para o “Diabo Louro”:

“- Tá correndo covarde? Num diz que é valente, cabra frouxo. Num corra! Vamo brigar”.  

O famoso alagoano escuta as palavras desafiadoras do soldado. É um valente. Vira-se para enfrentar a volante. Surpreso se depara apenas com um inimigo. Cadê os outros? Fica a se indagar por segundos. É a sua perdição. João Torquato aproveita aquela momentânea indecisão e dispara a sua arma. Naquele dia o filho de seu Torquato estava totalmente protegido pela sorte. Uma bala atingiu justamente os dois braços de Corisco deixando-o fora de combate.

O balaço fez com que o fuzil do companheiro de Dadá caísse por terra. Sem forças para segurá-lo o cangaceiro se desespera e procura se proteger na mataria. Percebendo a situação do famoso bandoleiro, João Torquato grita desafiador:

“- Não corra covarde. Espere pra morrer”.

Mesmo com os braços destroçados Corisco pára. Mostra o quanto é valente. Sabe que irá morrer, mas morrerá como um verdadeiro homem. João Torquato aponta-lhe a sua mortífera arma. Será o fim de um dos mais famosos companheiros de Lampião.

Dadá e Corisco

É neste instante tão decisivo que entra em cena a figura de Dadá. Sem temer o inimigo o enfrenta com inusitada coragem. Nele atira, fazendo-o desviar a sua atenção em Corisco e ter que trocar tiros com ela. Dadá não pára de atirar. Atira no feroz inimigo e empurra Corisco na direção de uma baixada protetora ali nas proximidades. As balas de sua arma se acabam. Eis que numa atitude gigantesca e inesperada, a companheira de Corisco o defende jogando pedras em João Torquato, o homem dos olhos grandes e “abotecados” como ela dizia.

Continua empurrando o companheiro. Escorrega e cai. O vingador da morte do pai sorriu. Apontou-lhe o seu fuzil. Iria matá-la sem piedade. Errou o alvo. Com raiva se prepara para o segundo tiro. Percebe então que a sua arma estava sem munição. Enfia uma das mãos no bornal. Tem que recarregar rapidamente o seu fuzil. Ao retirar a mão do bornal com as balas o nunca esperado aconteceu. Seus companheiros vinham chegando e sem medir as consequências atiraram justamente em João Torquato ferindo-o na mão que ele segurava as balas. Os pedidos que naquela agonia Dadá rogava a Nossa Senhora foram atendidos. Na confusão que reinou no meio dos da volante, Corisco e sua valente companheira conseguiram se salvar.

Como se sabe, Corisco deixou esse mundo no dia 25 de maio de 1940, assassinado pelas armas de Zé Rufino. Baleada, Dadá teve a sua perna amputada.

João Torquato deixou à volante e retornou a sua amada Pia Nova, onde viveu até o final de seus dias. Em 1958 vamos encontrá-lo ao lado de Zé de Julião. (Foto à direita) Havia se tornado um de seus fiéis aliados, naquela famosa disputa política entre o antigo cangaceiro Cajazeira e o seu oponente Artur Moreira de Sá, quando os dois eram candidatos a prefeito de Poço Redondo.

Zé de Julião

Desesperado com a monstruosa perseguição que lhe movia o governador do Estado, Zé de Julião roubou a urna no dia da eleição, ou seja, em 03 de outubro de 1958, e João Torquato ali estava de arma em punho, pronto para matar ou morrer defendendo um dos antigos “cabras” de Lampião, cangaceiros que ele tanto odiava.

Para conhecer mais detalhes sobre essa história de sofrimento do povo sertanejo de Poço Redondo, em especial da família Torquato, leia-se os capítulos “Combate da Arara – morte de Zepelim”, página 249; “Os cangaceiros se vingam e matam Torquato e Firmino”, página 259; “A traição se consuma”, página 261; “Um milagre salva a volante”, página 265; e “A vingança de João Torquato, o filho de Torquato e o tiroteio com Corisco”, página 273, da terceira edição do livro “Lampião além da versão – Mentiras e mistérios de Angico”, que se encontra a venda com professor Pereira, em Cajazeira, na Paraíba. através do E-mail fplima1956@gmail.com
Ou pelos tels. (83) 99911 8286 (TIM) - 98706 2819 (OI).

Ou ainda:

franpelima@bol.com.br

Alcino Alves Costa
Caipira de Poço Redondo
Sócio da SBEC, Conselheiro Cariri Cangaço

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sexta-feira, 2 de maio de 2025

NOTA DE FALECIMENTO!

 Por Relembrando Mossoró

O Relembrando Mossoró vem comunicar o falecimento de Lucicleide, vítima de acidente de trânsito, na Avenida Leste Oeste, em Mossoró. Nossos sentimentos aos familiares e amigos

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MELCHIADES DA ROCHA

 Por Robério Santos

Jornalista Melchiades da Rocha! Ganha um livro meu quem descobrir, com provas, a data de falecimento dele. Dica: não foi em 1954.

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LAMPEÃO E SEU BANDO.

Por Guilherme Velame Wenzinger


 A Noite(RJ) - 22 de outubro de 1935.

ARACAJU, outubro (Serviço especial d’A NOITE) — Paralelamente ao flagello das secas periódicas assola o sertão nordestino o flagello do cangaço.

Enquanto “Lampião” depreda em Pernambuco, “Corisco” age em Alagoas. Por sua vez, Angelo Roque opera na Bahia e José Bahiano em Sergipe. No Estado da Bahia, Angelo Roque tem a seu cargo a zona de Santo Antonio da Gloria, Geremoabo e Paripiranga. Em Sergipe, José Bahiano responde pela zona de Anápolis, Pinhão, Carira, São Paulo, Itabaiana, Campo do Brito e uma parte do município de Riachuelo. Ultimamente este facinora, que anda ferindo as mulheres com as suas iniciaes; J.B. teve a audácia de atacar propriedades distantes de Aracaju apenas sete léguas. Ora, Sergipe é um Estado todo cortado de estradas de rodagem com communicações telegraphicas e telephonicas para todo o interior.

Mas nem assim escapa ao cangaço. O chefe do grupo chega numa fazenda, procura o vaqueiro e ordena-lhe que vá buscar cinco contos. Esses homens, que na sua maioria são “coiteiros” dos bandidos, transmittêm o recado ao proprietário e esse tem que mandar o dinheiro, sob pena dos bandidos incendiarem as fazendas ou matarem todo o gado. Sabe-se, até que muito fazendeiro, tem sido vítima de recado falso dos vaqueiros. E é assim que José Bahiano já dispõe de mais de quatrocentos contos de réis.

Fortaleza, assassinado recentemente em Alagoas, já tinha em seu poder, somente em ouro, mais de vinte contos. E o povo continua soffrendo. A inefficacia da perseguição da policia é uma coisa notoria. Qual seria o melhor meio de acabar com o banditismo, perseguindo os “coiteiros”? Não, porque a medida só atingiria aos pequenos. Os grandes ficariam impunes.

Ultimamente o coronel Liberato Carvalho, sob cujo commando se encontra a policia da Bahia, realizou um convênio com as polícias de Sergipe, Alagoas e Pernambuco. As medidas que vão ser postas em prática são reservadas. Seja lá como fôr, os habitantes da zona infestada por cangaceiros continuam pessimistas. Já não é pouco em dez annos que têm soffrido.

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DESCANSE EM PAZ!

 Por Neilson Florentino

 

Descanse em paz Pedro Coelho! Mestre da Cultura de Acopiara.

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HOMENS CONHECIDOS...

Por Robério Santos

De pé, da esquerda para a direita: tenentes Antonio Correia Brasil; Francisco Correia de Queiroz; Jacob Guilherme Frantz; Abilio Dick Comstock e João Pereira de Oliveira. Sentados, da direita para a esquerda: capitães Mauricio, Benjamin e Benicio. Foto de João Lelis. Conheciam esta foto?

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𝐎 𝐂𝐀𝐕𝐀𝐋𝐎 𝐃𝐎 𝐂𝐀𝐏𝐄𝐓𝐀̃𝐎

 Acervo do Jaozin Jaaozinn

Fotografia do capitão Osório (ou Ozório) Cordeiro da Silva — comandante da força baiana —, após guerrear com o grupo de Lampeão no Raso da Catarina, região baiana, no início do mês de janeiro de 1932. Dentre os espólios, entra em destaque o cavalo que pertenceu ao Rei Cangaceiro, agora em posse do militar. Registro batido por repórteres do jornal Diário da Noite/RJ, em 1932.

Na reportagem afirma que após esse confronto, o grupo cangaceiro se dirigiu para o Estado de Sergipe, se aproximando das terras pertencentes à antiga Aquidabã/SE, tocando o terror nos habitantes e moradores locais. Depois, no dia 6 de janeiro, invadem a cidade de Canindé/SE (conhecida Canindé de Baixo), onde depredam e queimam casas/comércios e são ferradas, por Zé Baiano, três mulheres (Maria Marques, Anízia do Forno e Isaura): duas por usarem cabelos curtos (Anízia e Isaura) e uma por ter parentesco com volante (Maria).

(Obs: questão essa, da saída do Raso para Sergipe, que difere das informações publicadas por outros pesquisadores, porém, no momento não vem ao caso)

Ademais, ainda no periódico, cita a estadia do coronel João Felix de Souza, comandante das tropas da Bahia, nos sertões com o intuito de avaliar as diligências contra os bandidos e propor uma perseguição dura contra os coiteiros. Disse, com toda razão, que um dos motivos da polícia não conseguir chegar "de vez" no "Capetão", é pela forte rede de proteção e informação que este tem através de seus coiteiros. Podemos dizer que foram a base principal do cangaceirismo; sem eles, certamente grupos ou bandoleiros solos não iriam resistir por tanto tempo. Em comparação, o resultado do trabalho do coronel João Félix com os sertanejos foi maior do que as atribuladas ações do sangrento tenente Dourado (ou Douradinho) — que defendia também uma dura retaliação contra os protetores de cangaceiros; todavia, praticava crueldades em excesso contra os acusados e contra sertanejos que não tinham nenhuma ligação com o cangaço —, que torturava, matava e espancava sertanejos inocentes.

Outro fato de suma importância e que é pouco relatado, é o êxodo de famílias sertanejas dos sertões, em específico daquele ano, da Bahia e Sergipe. Após os abusos praticados por ambos os lados (volantes e cangaceiros), bem como suas moradias serem destruídas, muitos clãs decidiram sair de suas terras e migrarem para a Capital do Estado ou então para cidades e/ou povoados que estivessem longe da área de atuação de Virgolino. Querendo ou não, o cangaceirismo contribuiu e muito para a fuga de inúmeros sertanejos de sua terra natal para cidades grandes; consequentemente, aumentou-se também o número de nordestinos nas regiões do "sudeste modernizado", boa parte deles morando na rua.

Ou seja, nem sempre o motivo era seca e fome, mas também a exagerada violência nos "grotões do Norte" que quase acabou com famílias inteiras, obrigando-as a largarem tudo o que tinham para salvarem as suas vidas. De qualquer forma, a saudade do seu rincão perdura, e agora o novo inimigo é a xenofobia impregnada na "sociedade inovada"; e em momentos, certas palavras dirigidas para os retirantes feriam mais que as pontas finas dos punhais nas costas ou as bofetadas de chicote no rosto ou nas mãos.

𝐹𝑂𝑁𝑇𝐸𝑆: 𝐽𝑜𝑟𝑛𝑎𝑙 𝐷𝑖𝑎́𝑟𝑖𝑜 𝑑𝑎 𝑁𝑜𝑖𝑡𝑒/𝑅𝐽 — 𝟏𝟗𝟑𝟐; 𝑟𝑒𝑣𝑖𝑠𝑡𝑎 𝑂 𝐶𝑟𝑢𝑧𝑒𝑖𝑟𝑜/𝑅𝐽 — 𝟏𝟗𝟑𝟐; 𝑍𝑒́ 𝐵𝑎𝑖𝑎𝑛𝑜 — 𝑅𝑜𝑏𝑒́𝑟𝑖𝑜 𝑆𝑎𝑛𝑡𝑜𝑠.

https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste

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MEU IRMÃO FRANCISCO MENDES PEREIRA.

 Por José Mendes Pereira




Meu irmão Chico Mendes. Segundo filho dos meus pais, de uma prole de 16 irmãos.

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LAMPEÃO FOI DEGOLADO!

JORNAL A NOITE 

Ao longo das décadas de 1920 e 1930, Virgulino Ferreira da Silva, vulgo Lampião, espalhou o terror pelo Nordeste. Com seu bando, percorreu o sertão atacando vilas, matando inocentes, saqueando mercearias, achacando fazendeiros, roubando gado, trocando tiros com a polícia.

A carreira do criminoso brasileiro mais célebre de todos os tempos chegou ao fim há 80 anos. Descoberto numa fazenda em Sergipe, Lampião foi morto pela polícia a tiros de metralhadora, ao lado de outros dez cangaceiros, incluindo Maria Bonita, sua companheira. Até o New York Times deu a notícia do histórico 28 de julho de 1938.

Os senadores e os deputados da época olhavam o cangaço com preocupação. Documentos guardados nos Arquivos do Senado e da Câmara mostram que os parlamentares trataram do tema na tribuna em inúmeras ocasiões. Em 1926, o senador Pires Rebello (PI) discursou:

— Quem vive nesta capital da República [Rio], poderá achar que o governo tem feito a felicidade completa dos brasileiros. Ofuscados pelos brilhos da luz elétrica, é natural que os cariocas não saibam que naquele vasto interior existem populações aquadrilhadas fora da lei que zombam da Justiça e ridicularizam governos.

Muitos cangaceiros haviam assustado o Nordeste antes de Lampião, como Cabeleira, Jesuíno Brilhante, Antônio Silvino e Sinhô Pereira, mas nenhum foi tão temido quanto o rei do cangaço. As investidas de Lampião eram tão brutais que, na Assembleia Nacional Constituinte de 1934, deputados nordestinos — a Assembleia não teve senadores — redigiram cinco propostas para que a nova Constituição previsse o combate ao cangaço como obrigação do governo federal.

A repressão cabia às volantes, batalhões itinerantes das polícias dos estados. O que parte dos constituintes desejava era que o Exército reforçasse a ação das volantes. O deputado Negreiros Falcão (BA) afirmou:

— Os Lampiões continuam matando, roubando, depredando, desvirginando crianças e moças e ferreteando-lhes o rosto e as partes pudentas sem que a União tome a menor providência. Os estados por si sós, desajudados do valioso auxílio federal, jamais resolverão o problema.

Justiça privada

O deputado Teixeira Leite (PE) lembrou que os governos estaduais eram carentes de verbas, armas e policiais:

— A força policial persegue os bandoleiros, prende-os quando pode e mata-os quando não morre. Hostilizados de todos os lados, recolhem-se à caatinga e se tem a impressão de que o bando se extinguiu. Mera ilusão. O vírus entrou apenas num período de latência. Cessada a perseguição, os facínoras repontam mais violentos e sequiosos de sangue e dinheiro, apavorando os sertanejos e a polícia.

Leite explicou por que seria diferente com o Exército em campo:

— Que bando se atreveria a aproximar-se de uma zona onde estacionassem tropas do Exército, com armas modernas, transportes rápidos e aparelhos eficientes de comunicação?

Outra vantagem era que as tropas federais podiam transitar de um estado a outro. As estaduais não tinham tal liberdade — e os cangaceiros tiravam proveito disso. Uma vez encurralados em Alagoas, por exemplo, os bandidos escapavam para Sergipe, Bahia ou Pernambuco, estados nos quais as volantes alagoanas não podiam atuar.

Nenhuma das propostas que davam responsabilidade ao governo federal vingou, e a Constituição de 1934 entrou em vigor sem citar o cangaço.

— Na nova Constituição, vamos invocar o nome de Deus. Vamos também constitucionalizar Lampião? — ironizou o deputado Antônio Covello (SP).

Para o deputado Francisco Rocha (BA), o cangaço exigia “remédio social”, e não “remédio policial”:

— As causas do cangaceirismo são a falta de educação, estrada e justiça e a organização latifundiária preservando quase intactas as antigas sesmarias coloniais, para não mencionar a estúpida ação policial dos governos.

Segundo o jornalista Moacir Assunção, autor de Os Homens que Mataram o Facínora, sobre os inimigos de Lampião, o cangaço surgiu na Colônia e tinha a ver com o isolamento da região:

— O sertão ficava separado do litoral e mantinha uma ligação muito tênue com Lisboa e, depois, com o Rio. O que prevalecia não era a justiça pública, mas a justiça privada. Era com sangue que o sertanejo vingava as ofensas. Muitos aderiram ao cangaço em razão de brigas de família ou abusos das autoridades. Uma vez cangaceiros, executavam a vingança contando com a proteção e a ajuda do bando.

Lampião entrou no cangaço após a morte de seu pai pela polícia, em 1921.

— O cangaceiro não era herói. Era bandido mesmo — esclarece Assunção. — A aura de herói tem a ver com um atributo valorizado pelo sertanejo do passado: a valentia. O cangaceiro enfrentava a polícia sem medo, de peito aberto. Isso era heroísmo.

Em 1935, com a nova Constituição já em vigor, o senador Pacheco de Oliveira (BA) apresentou um projeto de lei que destinaria 1,2 mil contos de réis aos estados para repressão ao cangaço. O dinheiro sairia do orçamento da Inspetoria Federal de Obras contra as Secas, responsável pela abertura de açudes, poços e estradas no sertão.

A grande preocupação de Oliveira eram os criminosos que atacavam os trabalhadores e atrasavam as obras.

— Um engenheiro avisou sobre o risco que corria seu pessoal. Como não lhe chegassem recursos, lançou mão do único expediente que lhe era praticável: armou os trabalhadores.

Os cangaceiros matavam os operários por terem ciência de que a chegada do progresso ao sertão colocaria em risco o futuro das quadrilhas nômades.

Amigo de coronéis

O historiador Frederico Pernambucano de Mello, autor de Quem Foi Lampião, diz que havia motivos não confessos para que o governo federal e os estados pouco fizessem para acabar com o bandido de uma vez por todas:

— Lampião vivia fora da lei, mas mantinha excelente relacionamento com os poderosos. Era protegido por coronéis e políticos. O governador de Sergipe, Eronildes Ferreira de Carvalho, tinha amizade com Lampião e lhe fornecia armamento e munição.

A boa vida de Lampião acabou quando Getúlio Vargas deu o golpe de 1937 e instaurou o Estado Novo. Uma das bandeiras da ditadura era a modernização do país. Nesse novo Brasil, que deixaria de ser agrário para se tornar urbano e industrial, o cangaço era uma mancha a ser apagada.

A gota d’água foi um documentário mudo que revelou ao país a rotina do bando de Lampião na caatinga. O que se via eram cangaceiros alegres, bem vestidos e com joias. Nem pareciam fugitivos. Sentindo-se afrontado, Vargas ordenou aos governadores do Nordeste que parassem de fazer vista grossa e aniquilassem o rei do cangaço.

Assim se fez. Lampião e seus subordinados foram mortos e decapitados em 1938, e o governo expôs as cabeças em cidades do Nordeste. Bandidos de outros grupos correram para se entregar, de olho na anistia prometida a quem delatasse companheiros. Corisco, o último dos pupilos de Lampião, foi morto em 1940, e o cangaço enfim se tornou passado.

Colaboração: Celso Cavalcanti, da Rádio Senado

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

https://www12.senado.leg.br/noticias/especiais/arquivo-s/combate-a-lampiao-quase-entrou-na-constituicao-de-34/combate-a-lampiao-quase-entrou-na-constituicao-de-34

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FATO HISTÓRICO NA BAHIA NA FAZENDA DO TANQUE DO TOURO...

 Acervo Volta Seca

Um fato heroico da história da Bahia, que ocorreu em 24 de abril de 1931, na Fazenda do Tanque do Touro, em Paulo Afonso. Nesse dia, os bravos soldados da força volante enfrentaram o temido bando de cangaceiros liderado por Lampião.

Imagine a coragem desses homens!

Eles sabiam que estavam diante de um desafio imenso, mas lutaram com determinação e bravura.

Infelizmente, muitos deles perderam a vida nesse combate, incluindo Ezequiel Ferreira, irmão de Lampião.

Apesar da tragédia, o sacrifício desses soldados não foi em vão.

A memória desses guerreiros é um legado poderoso que continua a inspirar as futuras gerações de policiais.

A força policial militar da Bahia presta homenagem a esses heróis.

ADENDO:

Amigos leitores desta página, eu não sei passar vídeos para o blog sem link. Se quiser vê-los, basta acessar o link da página no face book.

Fonte: Escritor e historiador [Sandro Lee](https://www.facebook.com/groups/878916312473178/user/100026398507250/?__cft__[0]=AZWPEwtvAcmsJv8hrTAnw341biKdX89_I4f_ESVlixqJhQEAamTbpNp3booJcz0NlCuDsy7U-0KSX26buqsLkticFHfPNQ8EZhZ7v1SZ384-118fs3RwRmQBx8wNVssftE1ZLAVOy9UXCAbS4M8xG0DFRoL9Yqyc77Cbk8Aj5FrmIgzgcot8wlKDBHxk01ASCmTjJAk8qVoXkYAGm9IcXXxqjMxpjtKutlc_2_86Jpscbg&__tn__=-]K-R)

 https://www.facebook.com/groups/179428208932798

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quinta-feira, 1 de maio de 2025

SOBREVIVENTES DO TEMPO DO CANGAÇO.

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=c44hAXKxGzM
Para participar da Expedição Rota do Cangaço entre em contato pelo e-mail: narotadocangaco@gmail.com Seja membro deste canal e ganhe benefícios:    / @cangacoaderbalnogueira  

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CORONEL JOÃO SÁ E A FAZENDA CARITÁ.

 Por Aderbal Nogueira

https://www.youtube.com/watch?v=-enJtesEASE

Quer ajudar nosso canal? Nossa chave Pix é o e-mail: narotadocangaco@gmail.com Fazenda Caritá, que pertenceu ao Cel. João Sá.

Nesse vídeo, o ex-vaqueiro da fazenda, Sr. Jaconias narra para o pesquisador João de Sousa Lima as dificuldades da vida na época do cangaço, quando o sertanejo não tinha muita escolha: era viver ou morrer.

Link desse vídeo:

 Coronel João Sá e a Fazenda Caritá  

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TODA A HISTÓRIA DO SERTÃO POR SUAS ARMAS.

 Por Denis Carvalho

Boa noite!

Muita SAÚDE e PAZ!

Toda a história do sertão por suas armas: A primeira, de cima pra baixo, foi a lâmina utilizada pelos desbravadores e bandeirantes durante o reconhecimento primário e confederação dos Carirys. 

A segunda, chamada de parnahyba, era a arma do colonizador, dos primitivos vaqueiros e criadores de gado, imortalizada em gravuras de diversos viajantes que por aqui passaram no início do século XVIII. 

A terceira, um sabre da Guarda Nacional, representa o coronelismo, em sua ascensão e apogeu. 

A quarta, um "estoque", era a lamina do jagunço, bastante utilizada pelos homens do Conselheiro em Canudos, citada na Questão do Sabiucá e sabidamente utilizada por Sinhô Pereira.

 A última, a faca nordestina ou punhal, ganhou notoriedade no período áureo do cangaço, sendo um de seus principais ícones. Foi amplamente utilizada por Lampião e seus cabras, bem como pelas forças volantes que o combatiam.

(DENIS CARVALHO - ABLAC).

https://www.facebook.com/search/top?q=lampi%C3%A3o%2C%20canga%C3%A7o%20e%20nordeste

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quarta-feira, 30 de abril de 2025

CHEGAMOS À BETÂNIA

Chegamos a Betânia ; na Fazenda Melancia; um dos cenários da refrega entre Lampião e o cel Zé Pereira, de Princesa; nas ribeiras do Riacho do Navio, no majestoso Pajeú pernambucano, já na construção de nossa agenda 2026; não paramos nunca ! Recepcionados pelo prefeito Erivaldo; pela vice Dalvinha e toda a equipe da gestão municipal num dia de muitas conversas e farta agenda de trabalho !!!!

Mas , só lembrando que logo logo estaremos juntos no grande Cariri Cangaço Oeste Potiguar , de 22 a 25 de maio de 2025
Programação no link da BIO
Cariri Cangaço Território de Grandes Encontros , sempre !!!








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