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domingo, 12 de julho de 2026

A EX-CANGACEIRA QUE FOI DESCOBERTA E MORREU CALADA, SEM FALAR NADA PARA NINGUÉM SOBRE SUA VIDA NO CANGAÇO...

Volta Seca

Na imagem, vemos uma senhora com o olhar perdido no tempo e um semblante marcado pelo sofrimento, guardando na memória lembranças de luta, dor e perdas. Essa é Maria, conhecida no cangaço como Maria de Juriti, por ter sido companheira do temido cangaceiro Manoel Pereira de Azevedo, o Juriti.
Integrante do bando de Lampião e considerado um verdadeiro galã das caatingas, Juriti conquistou o coração da então jovem Maria. Foi, porém, uma triste escolha. O cangaço era um mundo extremamente hostil, e aquela história de amor estava com os dias contados.
Maria estava ao lado de Juriti em 28 de julho de 1938, na Grota do Angico, quando Lampião, Maria Bonita e mais nove cangaceiros foram mortos. Ambos conseguiram escapar com vida do cerco que culminou na morte do Rei do Cangaço.
A partir daquele momento, os destinos de Maria e Juriti seguiram caminhos completamente diferentes. Maria foi entregue à casa de seus pais, em Sergipe. Juriti, por sua vez, ao tentar regressar ao sertão sergipano, acabou sendo capturado em 1941 pelo sargento Deluz e seus homens. Mesmo após o fim do cangaço, foi submetido a uma morte cruel: lançado ainda com vida em uma fogueira, onde morreu agonizando.
Maria jamais gostava de falar sobre o passado. As marcas deixadas pelo cangaço eram profundas demais. Preferiu carregar consigo o peso das lembranças e o silêncio. Com o passar dos anos, refez a vida, constituiu uma nova família, mas os traumas daquele período a acompanharam até os seus últimos dias.
Ela amou um homem por quem muitas sertanejas se encantavam, mas essa escolha revelou-se um grande equívoco. A realidade é que quem vê cara, não vê coração. Juriti foi um dos cangaceiros mais cruéis que passaram pelas hostes do cangaço. Viveu de forma errante, espalhou violência por onde passou e, da mesma forma, encontrou um fim igualmente violento.
Creditos: cangacoeternooficial

Perdi o link, mais pertence ao site: Lampião, cangaço e Nordeste.

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

Muito chato para você me ver sempre chamando a sua atenção. Mas é para o seu bem.

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

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sábado, 11 de julho de 2026

JOÃO BEZERRA DA SILVA O MATADOR DE LAMPIÃO

Por observatório Sergipe

Após a bem-sucedida missão realizada em 28 de julho de 1938, na Grota do Angico, o então tenente João Bezerra, comandante da ação que pôs fim à vida de Lampião, o cangaceiro mais procurado do Brasil, tirou um período de férias para descansar.

Passado esse intervalo, já promovido ao posto de capitão, João Bezerra embarcou no navio a vapor Itapagé com destino ao Rio de Janeiro. O objetivo da viagem era participar de conferências sobre as campanhas de combate ao banditismo no Nordeste.
Em solo carioca, apresentou ao jornalista Melchiades da Rocha diversos objetos encontrados com Lampião e outros cangaceiros na Grota do Angico. Entre as peças estavam o chapéu do cangaceiro Luiz Pedro, o embornal e o punhal de Lampião, uma alpercata de couro, além de joias e objetos de ouro que estavam em poder do bando.
Esses objetos haviam sido cedidos pelo interventor de Alagoas, Osman Loureiro, para serem expostos no Rio de Janeiro. Coube a João Bezerra a missão de entregá-los ao Instituto Histórico de Alagoas, onde passariam a integrar o acervo da instituição.
Ainda no Rio de Janeiro, o algoz de Lampião concedeu entrevistas à imprensa. Em uma delas, revelou que trabalhava na produção de um livro que, segundo suas próprias palavras, retrataria "de forma nua e crua" o que foi o cangaço.
Fonte: Jornal A Noite.
Data: Outubro de 1938.
Agradecimentos: João (Cangaço Brasileiro)
Gostou das informações? Compartilhe esta publicação e ajude a preservar a história do cangaço.

https://www.facebook.com/reel/1916726218991055/?s=single_unit

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BRAÇO DO CANGACEIRO CORISCO

Por Robério Santos

 O braço de Corisco sendo sepultado em 1969. Assim da pra ver qual foi cortado? Esquerdo ou direito? A imagem pode estar espelhada…

https://www.facebook.com/photo/?fbid=10164500790162840&set=a.486697157839

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sexta-feira, 10 de julho de 2026

SEU GALDINO SE APRESENTA NO GRAN CIRCUS EM MOSSORÓ COMO DOMADOR DE ONÇAS.

  Por José Mendes Pereira

Meu Personagem seu Galdino Borba(gato) Mend(onça). 
imagem criada por Adelmo Leite de Oliveira através de "Inteligência Artificial".

Quando uma minúscula parte do Gran Circus Norte-americano esteve em Mossoró, e me parece que foi nos anos 70, seu Galdino já era caçador de onças de raças e cores variadas, e, famoso pelas suas astúcias e coragem de perseguir aqueles felinos nos tabuleiros, foi convidado pelo diretor da casa de espetáculo,  para enfrentar uma onça no seu picadeiro, e para sua surpresa, ela ainda não era tão domada entre os homens. Mas seu Galdino queria mostrar ao público pagante que na verdade, era um homem que não tinha medo de leão, muito menos de onça, mais parecida com um avantajado gato do mato.

https://www.facebook.com/CidadeMecanica/photos/gran-circo-norte-americano/655639517892800/

Montaram a grande jaula em meio ao público, evitando uma possível escapulida da onça, para tirar a tranquilidade da plateia pagante. Seu Galdino estava feliz. Primeiro, por ter sido convidado para mostrar a sua coragem de enfrentar uma onça quase não domada, e segundo, ter o prazer de entrar numa jaula onde ali, faz o animal ficar habituado ao convívio com o ser humano, isto é, tornar-se doméstico. 

Como de costume, tudo que se passava com ele, contava ao seu maior amigo e compadre Leodoro Gusmão.

Ambos sentados sobre um banco feito de madeira de qualidade, e sob uma mangueira que viçosamente vivia frente à casa do caçador de onças, conversavam sobre isso ou sobre aquilo. E de repente, seu Galdino lembrou do seu passado, quando ainda era jovem:

Vamos ouvir o que eles conversam:

À esquerda Seu Galdino Borba(gato) de Mend(onça) Filho e seu Leodoro Gusmão à direita conversando juntos e sentados no mesmo banco. Imagem produzida por IA, através de Adelmo Leite de Oliveira

- Sempre fui um homem que não tem medo de nada, muito menos de onças. Quando eu vejo uma delas, lembro-me de apenas um avantajado gato que se desenvolveu nas matas fechadas...

- Eu sei disso, compadre, eu sei! – Reforçou seu Leodoro.

- Pois sim, o circo era uma minúscula parte do Gran circus que veio à Mossoró tentar angariar um dinheirinho em nossas terras, e tendo tomado conhecimento que eu sou caçador de onças, e luto corpo a corpo com elas, o gerente mandou me convidar para uma possível apresentação de como se pega onças. E lá, fiz um desafio, que beberia cachaça ao lado dela, e se ele duvidasse, ela também beberia num prato comigo na mesa, que ambos seriam colocados para este fim. E o gerente aceitou esta tentativa, isto é, da minha pessoa tomar a cachaça ao lado dela.

Seu Leodoro ouvia com muita dedicação as suas gabolices.

- Quando o domador trouxe a onça pelo um corredorzinho, protegido por uma porção de grades de ferro, de repente ordenou que ela ficasse de cócoras sobre uma cadeira, a qual já fazia parte nos seus espetáculos rotineiros, e ao subir, olhando em minha direção, ela quis descer para caminhar onde eu estava. O domador deu sinal que não. Não passasse dali. Mas ela ficou de olhos firmes à minha pessoa. Todos que assistiam, já pensavam que ela queria me estrangular.

- E como se sentiu compadre, assim que ela ficou observando o senhor?

- Eu nem um tiquinho de medo, compadre! - Pois sim, continuando o meu raciocínio..., mesa, prato, cadeiras e uma garrafa de cachaça já estavam ali nos esperando. Sentei-me na cadeira, abri a garrafa, enchi o copo com o líquido para mim, depois pus uma boa quantia no prato, e em seguida, ordenei que o domador liberasse a onça, para que ela viesse e ficasse lambendo a cachaça com a língua.

- Meu Deus! Fez seu Leodoro.

- Sim senhor!

E em seguida, seu Leodoro perguntou como foi que ele conseguiu esta façanha, de tomar cerveja com um animal tão feroz que é felino, principalmente, onça, que todas elas têm o instinto ruim. 

https://www.threads.com/@relembrandomossoro_oficial/post/DM6GQ3MOSC1/media

- Foi fácil, meu compadre, foi fácil! Naqueles idos, eu trabalhava na "FITEMA", de Enéas da Silva Negreiros, na Presidente Dutra em Mossoró. A minha jornada, começava das 6h00 da manhã, até às 12h00 do meio dia, só voltando às 2h00 da tarde para completar às 8h00 diárias.  E durante o tempo em que o circo permaneceu lá, ao sair do trabalho, todos os dias eu o visitava para ver as suas dependências, animais e tudo mais. Quando jovem, eu gostava de uma pinguinha que a carregava uma garrafa dentro da minha sacola tiracolo, e aqui acolá, tomava uma lapada...

- Eu também gostava. – Opinou seu Leodoro Gusmão.

- Pois sim - dizia seu Galdino – a primeira vez que me encostei à jaula de uma das onças, com a garrafa em uma das mãos, ela ficou como se estivesse me pedindo aquele líquido, e eu o que fiz?  Destampei a garrafa, espalmei a minha mão, pus um pouquinho de cachaça, e encostei-a na jaula, para que ela tentasse beber o líquido, pegando com a língua. Logo ela bebeu e ficou me pedindo mais. Eu não repeti a dose. No dia seguinte, repeti a mesma coisa, dando a ela cachaça, e a cada dia eu repetia a mesma coisa. Foi aí que ela ficou me conhecendo e não faria mal nenhum a mim.

- Meu compadre Galdino, nunca vi um homem tão corajoso como o senhor!

- E eu brinco, compadre Leodoro! Nasci no meio de homens corajosos, assim como foi o meu querido pai, dizia ele colocando as mãos para para os céus!...

E ao sair da sua presença, seu Leodoro disse consigo mesmo: Que compadre mentiroso eu tenho! E soltou risadas em busca de casa!


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As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é matá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer.

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Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. 

Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer. 

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CANGACEIRO SOFREU

Por Abdias Filho
O cangaceiro Antônio dos Santos, o Sofrê ou Sofreu, pertencia ao subgrupo de Ângelo Roque, o Labareda. Ingressou no cangaço no início de 1938. Tombou em combate no dia 3 de maio de 1939, num confronto contra a volante de Odilon Flor, na Fazenda Curral do Saco, em Paripiranga (BA). No entrevero morreram também o cangaceiro Pé de Peba e a companheira de Labareda, Mariquinha.

Pouco tempo depois Corisco batizou um novato com o apelido, mas este não fez história no banditismo, que já estava no fim.

https://www.facebook.com/abdias.castro.1

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

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SEBASTIANA, A CANGACEIRA SUMIDA.

Foto publicada no Jornal "A Tarde" de 7 de dezembro de 1938.

https://www.google.com/search?q=Foto+de+sebastiana+cangaceira&rlz=1C1GCEA_enBR1168BR1168&oq=Foto+de+sebastiana+cangaceira&gs_lcrp=EgZjaHJvbWUyBggAEEUYOTIHCAEQIRigAdIBCDc3MTFqMGo3qAIAsAIA&sourceid=chrome&source=chrome.ob&ie=UTF-8#sv=CAMSZxowKg5Ta3Y1TXBzV1lQVkptTTIOU2t2NU1wc1dZUFZKbU06DmdRSHhiWEJxcGpPbk5NIAQqLwobX3hzWlFhczJyRzd6TzVPVVBodUtnNkFjXzQ3Eg5Ta3Y1TXBzV1lQVkptTRgAMAEYByCGmbxTSggQARgBIAEoAQ

Conseguiu escapar do Massacre de Angico. Sebastiana Rodrigues era seu nome e prima de duas cangaceiras: Quitéria e Aristeia e foi fácil se adaptar ao Cangaço, pois estava em família e ficou sendo o par de Moita Brava, um dos mais valentes do Bando de Lampião e logo engravidou, teve um filho que, com poucos dias de nascido entregou ao promotor de Justiça Manoel Cândido, de Água Branca, Alagoas. Deixou a criança com um bilhete afirmando ela recebeu o nome de Joaquim Manoel Calumbi,  mais tarde registrado como Manoel da Rocha e teve boa educação.

Aliás, era regra de o Cangaço entregar os filhos recém-nascidos a juiz, promotor e padre visando um futuro decente.

Pois bem, Calumbi foi para São Paulo constituiu família e morreu aos 110 anos de idade. Mas essa é outra história.

E quanto a Sebastiana, sua mãe, após a fuga de Angico, se entregou a Polícia. Cumpriu pena e depois de livre, desapareceu no mundo, igual música cantada por Cauby Peixoto, ninguém sabe, ninguém viu… essa é a sua história.


A cangaceira Sebastiana em imagem do jornal "A tarde", em 7 de dezembro de 1938. Veja o que a Inteligência Artificial é capaz de fazer.


https://mulheresdocangaco.com.br/project/sebastiana-a-sumida/


MAIS INFORMAÕES SOBRE A CANGACEIRA SEBASTIANA.


Sebastiana e seus lindos olhos - Foto publicada no Jornal "A Tarde" de 7 de dezembro de 1938.


Sebastiana Rodrigues Lima, foi uma cangaceira que integrou o bando de Lampião, ficando historicamente registrada por sua beleza, especificamente seus "lindos olhos".

Os olhos de Sebastiana são, sem dúvida, um dos registros mais profundos e magnéticos da iconografia do Cangaço, através desta fotografia, percebemos um olhar que carrega a dualidade exata da vida no sertão: uma mistura de serenidade e resistência.

Sebastiana era prima de duas cangaceiras: Quitéria e Aristeia e foi fácil se adaptar ao Cangaço, pois estava em família e ficou sendo o par de Moita Brava, um dos mais valentes do Bando de Lampião e logo engravidou. Menos de um ano antes da tragédia em Angico, precisamente em 10 de Outubro de 1937 Sebastiana deu a luz a um filho de Moita Brava. A criança foi entregue ao promotor Manoel Cândido de Água Branca, AL, junto com uma carta de recomendação. O menino que nasceu em Águas Belas, Pernambuco, foi batizado na matriz de Mata Grande, AL com o nome de Joaquim Manoel Calumbi.

Pois um bilhete foi deixado afirmando que ele recebeu o nome de Joaquim Manoel Calumbi, mais tarde registrado como Manoel da Rocha e teve boa educação.

Aliás, era regra de o Cangaço entregar os filhos recém-nascidos a juiz, promotor e padre visando um futuro decente.

Calumbi foi para Arapiraca, AL, constituiu família e morreu aos 79 anos de idade. Mas essa é outra história.

E quanto a Sebastiana, sua mãe, após a fuga de Angico, se entregou a Polícia. Cumpriu pena e depois de livre, desapareceu no mundo, igual música cantada por Cauby Peixoto, ninguém sabe, ninguém viu… essa é a sua história.

Com a morte de Lampião, avançaram os processos de entregas.

Entre as cangaceiras que se entregaram, estavam Sebastiana Rodrigues de Lima, de “Moita Brava”, cujo nome era Antônio Alves dos Santos, e Laura Alves de Barros, de "Boa Vista”, cujo nome era Manoel Francisco dos Santos.

A trajetória das mulheres no cangaço, como Sebastiana, é marcada pela adaptação a um estilo de vida nômade e violento, frequentemente entregando seus filhos para evitar a vida de perseguição da "volante" (polícia da época).

https://www.instagram.com/p/DX-XFeTEaMy/

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É melhor vivo medroso do que  morto valente.

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"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

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