Muitas
vezes a gente quer
A todo custo vencer
Querendo do nosso jeito
Padecemos no sofrer
Maltratando o coração
Colhemos a decepção
Botando tudo a perder.
Devemos
seguir em frente
Fixando os pés ao chão
Pois quem briga contra o tempo
Sem bússola sem direção
Se perderá no caminho
Se ferirá nos espinhos
Num mundo de enganação.
Só
o tempo de Deus é o certo
Por onde quer que andares
Mortal nenhum ultrapassa
Cruzando terras ou mares
Ele é quem determina
Nossa vida e a nossa sina
Para que te fadigares?
Todo
ser tem provações
Delas ninguém fugirá
Seja rico ou seja pobre
Um dia ela chegará
Até perdermos a paciência
Mais Deus dar a providência
Pondo bonança no mar.
Vou
terminando estes versos
Sem me importar com a rima
Quero só ser grato a Deus
Que com amor nos ensina
Que se passar por provação
Se feri o teu coração
Tens um pai que vos estima.
Eu
quero a felicidade
Estampada em tua vida
Saúde paz e alegria
E a vitória merecida
Quero sempre te ver de pé
Exercitando a sua fé
Sempre de cabeça erguida.
Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzagueano José Romero de Araújo Cardoso
Quem dera
poder falar de Pombal da Rua do Comércio, do Rio Piancó, das Oiticicas que já
foram sinônimos de progresso, da Praça do Centenário, da Igreja Matriz, do São
Cristóvão entrando em campo com “nego” Adelson no gol, para enfrentar o Pombal
Esporte Clube. Quem dera poder falar da Pombal do Cine Lux e suas matinês aos
domingos, da Semana Universitária quando havia, dos seus esquecidos grupos
folclóricos e da procissão do Rosário serpenteando pelas ruas na fé inconteste
do nosso povo.
Pombal da “Rádio Difusora Maringá” na locução do saudoso Zé Hilton Trajano, ou
dos serviços de difusora de “A voz da Cidade” nos anúncios do Bazar Imperial de
Zuza Nicácio. Quero relembrar a SAOB e o Bloco dos Sujos nos Carnavais, o
Arrubacão nas ingazeiras e o bandolim de Bideca acalentando os corações
sofridos num magistral dueto com as águas mansas do meu Rio Piancó.
O trem cargueiro fazendo manobras para recolher o óleo quente fabricado pela
Brasil Oiticica, enquanto que a chaminé de tijolos aparentes expelia a sua
fumaça preta em nome de empregos para o nosso povo.
Os caminhões descarregando fardos de algodão na porta da Usina e as fábricas de
macarrão Matocir, Café Dárcio, “Da choupana ao palácio todos tomam Café
Dárcio”, Sal Adonai e Fubá Piragibe, sendo o exemplo maior desse
progresso.
Os Águias na guitarra elétrica de Chico de Maroquinha animando as tardes de
domingo no Pombal Ideal Clube.
Quero contar as histórias das suas ruas, do seu povo humilde, dos
acontecimentos pelo menos nos últimos quarenta anos, ressuscitando seus loucos
pés descalços, a terra quente; a sua gente nos comícios, da Ala das “Garças” e
das “Frasqueiras” e o boi esquartejado no galpão da Brasil Oiticica para
alimentar os eleitores do velho Chico Pereira.
As cheias na Rua de Baixo, os alunos do Diocesano e as alunas da Escola Normal
Arruda Câmara com suas saias plissadas, levando colado ao peito o livro da
admissão: quantas vezes quis ser aquele livro!...
A banda de música na maestria de Saturnino e a tuba inesquecível de Zé Vicente,
brilhando aos primeiros raios de sol nas nossas alvoradas festivas.
A chegada da televisão e a viagem do homem à lua vistas por Godôr, Crocodilo,
Zé da Viúva, Natércio, Cizenandro e outros que habitaram a Pombal do meu
tempo.
Quero lembrar a Pombal romântica que paquerava em volta do Bar Centenário e
tomava sorvete na sorveteria de Bernardo, comprava cigarro no Barraco Padre
Cícero, de Zé de Lau e tirava o chapéu no trajeto das almas encomendadas pelo
nosso amado Padre Andrade, ou colecionavam figurinhas na “Banca de Revista do
Escurinho”.
A feira aos sábados ainda tinha cordelistas vendendo folhetos e a Marinete de
Lauro Paixão ou de seu Mizim disputavam com a Viação Gaivota os passageiros que
iam à Patos, pela rodagem poeirenta.
A “barata” de Zé Tambor, o “Manguinha” de João Terto, na Coronel José Avelino,
e o ronco do avião da Sambra, assombrando o sono de seu Inácio, velho ex
combatente da Segunda Grande Guerra.
A quermesse na Rua dos Pereiros fazia do São Pedro a Festa Junina mais
comemorada e, no mês de outubro, as Lojas Paulistas, na voz de João Fanhonhon,
cantando “Perfídia”, vendia “volta ao mundo” e “boloom” para a roupa nova dos
matutos que vinham acompanhar o Rosário.
Doutor e Diasa no jogo do bicho e o caminhão de Zé Birro sendo empurrado
ladeira abaixo quando este perdia a manivela.
Preciso ressuscitar gente do povo através de textos e histórias; recolocando-os
nas ruas e nos seus ofícios, como Pedro Corisco ou seu Inácio colocando fogo no
rabo dos foguetões na saída do Rosário. Narrar às peripécias de Cícero de
Bembém, e remontar frases de efeito de Pedro Corisco e João Lindolfo e
reensebar o Pau de Sebo no São João de frente à casa do nosso Professor Arlindo
Ugulino.
Estas histórias estão registradas na minha memória como fragmentos que preciso
recompô-los antes que eu me esqueça, e para que as gerações futuras saibam que
foi assim.
Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzagueano José Romero de Araújo Cardoso
Vossa
Excelência conhece a Escola de Línguas da UERN, também chamada de NEEL? Ela é
vinculada ao Departamento de Letras Estrangeiras, da Faculdade de Letras e
Artes - FALA/UERN.
A Escola de
Línguas atende a centenas de estudantes de Mossoró e de seu entorno, que
cultivam o desejo de aprender uma língua estrangeira. Como o Estado não
disponibiliza a estrutura que nos permitiria oferecer os cursos gratuitamente,
o(a)s estudantes da Escola de Línguas pagam um valor simbólico por SEMESTRE,
cuja maior parte se reverte em bolsa paga aos nossos e nossas
‘aluno(a)s-professore(a)s’ dos cursos.
Além de
proporcionar a aprendizagem de idiomas a baixo custo para os cidadãos e cidadãs
de Mossoró e região, a Escola de Línguas da UERN se configura como um espaço de
iniciação e desenvolvimento da docência para estudantes do Curso Letras.
Estudantes que não apenas recebem um auxílio financeiro (bolsa), mas também
iniciam a ‘prática docente orientada’, antes mesmo de ingressarem no estágio
supervisionado curricular, o que lhes garante maiores chances de sucesso na
carreira docente ao concluírem o curso universitário .
Ocorre,
governador, que por se tratar de uma Escola de Extensão, a Escola de Línguas (NEEL)
não pode funcionar sem o acompanhamento de docentes da Graduação em Letras,
docentes que se encontram em greve desde o dia 10 de novembro de 2017, lutando
pelo recebimento dos seus salários atrasados que só podem ser pagos por Vossa
Excelência.
Governador,
não impeça o funcionamento da Escola de Línguas da UERN. Procure conhecer um
pouco mais a única universidade DO ESTADO comandado por Vossa Excelência, quem
sabe assim, ela passe a ser vista mais como patrimônio digno de investimento e
menos como despesa desnecessária ao Rio Grande do Norte."
O peso de uma
caneta é, por vezes, difícil de carregar. Basta uma assinatura para mudar vidas
inteiras, alterar o cotidiano de instituições e tomar decisões que nem sempre
correspondem à nossa vontade. Não é simples, não é fácil, mas existem momentos
em que não há escolhas. A letra fria da lei não leva em conta as histórias de
vida.
O dia 18 de
janeiro de 2018 ficará marcado na história da Universidade do Estado do Rio
Grande do Norte (UERN). Prestes a completar 50 anos de fundação, tendo seu
papel reconhecido na inclusão social de milhares de pessoas no interior do
Estado, a nossa UERN sofre um duro golpe no seu quadro funcional.
É com um
profundo sentimento de tristeza que fui obrigado a assinar a Portaria que
determinou a extinção do vínculo empregatício de 86 servidores que por quase
três décadas deram o seu melhor pela nossa querida UERN. Foi uma decisão tomada
por quem não conhece a dedicação de cada um desses trabalhadores, que não
pensou no lado humano e na dificuldade dessas pessoas em ocuparem espaços no
mercado de trabalho, após tanto tempo cumprindo uma missão nobre no serviço
público.
Fala-se sempre
que decisão judicial não se discute, se cumpre. Discordo tanto dessa máxima
quanto da sentença do STF. Não é porque é lei que é justa, não é porque a
justiça decidiu que somos obrigados a concordar, mesmo quando é preciso
cumprir.
Reconheço o
trabalho de cada um dos servidores. São lacunas irreparáveis. Profissionais
experientes e comprometidos que ajudaram a nossa universidade a ser socialmente
referenciada.
O sentimento
não pode ser outro a não ser o de solidariedade e de indignação.
Aos nossos
eternos servidores da UERN o nosso agradecimento.
Sabiam
que após receber o bando de Sinhô Pereira, Virgulino pratica um grande assalto?
Sabe como foi esta história? Pois bem, acompanhe aqui nosso canal...
Atendendo
a pedidos de alguns amigos, (de alguns grupos com temas sobre o
"Cangaço"), solicitando que, quando eu passasse em Ribeira do Pombal,
gravasse um vídeo no cenário onde Lampião e seus capangas pousaram para uma
foto de 1928 que entrou para história. Vamos compartilhar? Se quiserem via
Whatsapp, só chamar por este número: (73) 99127 2323
O pesquisador
cearense esteve com dona Isabel Ferreira, filha do senhor Pacheco que deu
guarida ao casal cangaceiro Corisco e Dadá quando da sua fuga, ou tentativa,
pelos sertões baiano.
Detalhe: Nas
terras dessa fazenda o casal cangaceiro foi baleado pelos homens da volante do
tenente Zé Rufino.
Dona Isabel,
quando criança, brincou com Zefinha, suposta criança sequestrada pelo casal
cangaceiro, segundo alguns autores, porém, segundo outros, sabe-se que os pais
permitiram que ela fosse com seus padrinhos para que tivessem se possível a
devida educação. Essa foi a promessa feita aos pais por dona Sérgia, Dadá.
Com certeza
logo, logo, virá um fantástico vídeo mostrando esse encontro.
Revendo os velhos álbuns de Poço Redondo, entre molduras e saudades tantas, eis que vou me surpreendendo com situações, fatos e acontecimentos, que cativam ainda mais o meu passo de historiador sertanejo.
Coisa mais bela, mais docemente singela, saber que nas distâncias do tempo dois irmãos (um homem e uma mulher) se apaixonaram por dois irmãos (um homem e uma mulher).
Assim aconteceu com José Francisco do Nascimento (Zé de Julião) e sua irmã Maria Madalena de Santana (Neném de Libel), ao se apaixonarem pelos irmãos Enedina Saturnino e Liberato Saturnino de Santana (Seu Libel).
Assim, Zé de Julião e Neném, irmãos e filhos de Seu Julião do Nascimento e Dona Constança do Nascimento, dentre tantas sertanejas e sertanejos, tiveram seus corações despertados bem dentro do mesmo seio familiar.
Coisa rara de acontecer, mas aconteceu. Zé de Julião casou com Enedina, e sua irmã Neném casou com Seu Libel. Assim, os irmãos Enedina e Libel casaram com outros dois irmãos: Zé de Julião e Neném.
Sabido é que depois de casados, Zé de Julião e Enedina adentraram no bando de Lampião, ele com a alcunha de Cajazeira e ela continuando com o mesmo nome. Aliás, em toda a história do cangaço, foi o único casal existente. Os demais eram apenas conviventes ou companheiros.
Por força do destino, a união entre Zé de Julião (Cajazeira) se desfez em 38 quando ela morreu juntamente com mais dez cangaceiros na Chacina do Angico. Na fuga desesperada, um tiro acertou-lhe a cabeça que destroçou os miolos.
Após o fatídico episódio, e já saído das hostes cangaceiras, Zé de Julião passou a conviver com uma cunhada, de nome Estela, irmã de Enedina e Seu Libel (além de outros irmãos).
Não se sabe se pela vontade de continuar na mesma linhagem de sua falecida esposa, mas a verdade é que passou a conviver com Estela. Fato de aceitação familiar, principalmente pela honradez que Zé de Julião carregava consigo.
Portanto, a união familiar continuou e ainda hoje, principalmente com relação ao saudoso casal Dona Neném e Seu Libel, é avistada em grande prole pelos filhos, netos, bisnetos e tataranetos, que orgulhosamente se espalham pelas terras sertanejas e mais distantes.
A Academia de
Letras e Artes de Martins-ALAM, vai conceder TÍTULOS HONORÍFICOS aos
profissionais: ANTÔNIO FILEMON RODRIGUES PIMENTA - GUÁLTER COUTO ALENCAR -
FRANCI FRANCISCA DANTAS - ANTÔNIO MARCOS DE OLIVEIRA na Solenidade de
Entronização, Elogios e Homenagens, no dia 27 de janeiro (sábado) às 19:00
horas no Salão de Festas do Hotel Serrano.
Antonio Filemon Rodrigues Pimenta
Guálter Couto Alencar
Franci Francisca Dantas
Antonio Marcos de Oliveira
ALAM - Sessão Magna / 27 de janeiro de 2018
- Cidade de Martins-RN
- Hotel Serrano (salão de festas)
(Taniamá Vieira Barreto-Presidente da ALAM)
Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzagueano José Romero de Araújo Cardoso
O coiteiro
‘pequeno’, aquele que servia para fazer compras nas Vilas, Povoados e pequenas
cidades, ganhavam sempre uma boa grana para prestarem esse serviço. Vejam bem,
a maioria desses coiteiros não ‘serviam’ para, por exemplo, levarem ou
transmitirem um recado dos chefes de subgrupos. Sendo a informação ‘preciosa’,
não podia estar ao alcance de todos.
Uma das coisas
que fizeram com que entrasse de cabeça no estudo do tema cangaço foi exatamente
esse ‘meio de informação’ criado, ou usado, por Lampião.
Virgolino destaca-se, e muito, pela estratégia de “Guerra de Movimento”
empregada nos anos em que assombrou o Sertão nordestino. Logicamente não
queremos dizer que ‘ele’ criou, inventou tais movimentos, mas que empregou de
uma forma exata e eficiente. Muitas vezes conseguiu deixar o inimigo, a tropa
volante, no local em que queria ou mesmo fazê-la dar voltas sem saber mais o
tino da trilha. Parte desse conhecimento seus chefes diretos, seu ‘estado
maior’, aprendia no dia-a-dia.
Ocorreram
fatos em que duas cidades, bastante distantes uma da outra, foram atacadas no
mesmo dia e quase que na mesma hora. Soltando aos quatro ventos, os cangaceiros
gritando na hora do arrocho, que era o bando de Lampião quem estava saqueando a
cidade. Ao receberem as notícias, tanto as autoridades quanto a imprensa
ficavam sem saberem como ocorrera uma coisa daquelas, por isso que há registros
em periódicos com façanhas empregados em cidades distintas e distantes, no
mesmo dia, com ações do bando do “Rei do Cangaço”.
Bem, são fatos
que relataremos em outra oportunidade. O que veremos abaixo é um depoimento,
uma entrevista, com o filho do casal cangaceiro Corisco e Dadá, Sílvio Bulhões,
cedida e registrada ao pesquisador Aderbal Nogueira.
Bulhões narra
como se deu a inveja de um coiteiro, Joca Bernardes, com outro, Domingos
Ventura, que ele mesmo havia ‘apresentado’ a Corisco. Esse coiteiro, o Joca,
nunca vira, imagina falar, com Lampião, ou seja, era um colaborador seleto e
direto do “Diabo Louro”. Coisa que o outro, Domingos, também passou a ser. Na
continuação da vivência, Joca notou seu ‘protetor’, Corisco, pender mais para o
lado de Domingos. Começou então a inventar mentiras, sem medir as
consequências, sobre o que ‘pretendia’ fazer Ventura.
Não devemos
esquecer que o que Sílvio narra, fora a versão que sua mãe, Dadá, contou para o
mesmo.
Postaremos as
três partes. A 2 e 3 os amigos verão na parte dos comentários.
No último
vídeo teremos a satisfação de revermos e escutarmos o saudoso
pesquisador/historiador de Poço Redondo, SE, Alcino Alves, nos mostrar a casa
onde fora assassinada uma família.
Na Sessão
Magna da Academia de Letras e Artes de Martins- ALAN - A Escritora, Zélia
Macedo Heronildes, participará da Exposição literária com o livro: "A
CRÔNICA SOCIAL DO MEU TEMPO". O evento será no dia 27 de janeiro de 2018
(sábado), no Salão de Festas do Hotel Serrano na cidade de Martins-RN.
ALAM - Sessão Magna / 27 de janeiro de 2018
- Cidade de Martins-RN
- Hotel Serrano (salão de festas)
(Taniamá Vieira Barreto-Presidente da ALAM)
Enviado pelo professor, escritor, pesquisador do cangaço e gonzagueano José Romero de Araújo Cardoso
16/01/2000 – O
sacerdote Monsenhor Expedito falecia aos 83 anos na cidade de Natal/RN,
vitimado por uma insuficiência respiratória decorrente de um câncer.
Monsenhor
Expedito Sobral de Medeiros era natural do município de São Rafael, Estado do
Rio Grande do Norte, nascido em 13 de dezembro de 1916.
O religioso
trabalhou por mais de 50 anos na Paróquia de São Paulo Apóstolo, em São Paulo
do Potengi, sendo o primeiro pároco daquela paróquia, função que exerceu até o
dia de sua morte. Monsenhor Expedito teve seu trabalho marcado pela atuação em
defesa das causas sociais, buscando soluções para garantir o abastecimento
d’água no semiárido e inspirou o programa de adutoras. Por causa disso, ficou
conhecido como "Profeta das Águas".
Na cidade de
São Paulo do Potengi/RN, existe uma praça em sua homenagem, localizada no
centro da cidade, onde contém uma estátua em tamanho natural, retratando a sua
imagem.
Além da praça, outras organizações e edifícios possuem o nome do apóstolo das
águas, como o grupo de escoteiros e o “Memorial Monsenhor Expedito”, onde
guarda seus objetos pessoais.
[Vídeo] com
conteúdo apenas recreativo, ilustrativo, sem pretensão a apologias ou violência
de qualquer natureza. Armas de fogo fazem parte da história da humanidade, e,
são patrimônio histórico de uma nação livre.
“Evidente que
o bando comandado pelo Capitão Virgulino se tornou ainda mais letal em suas
ações a partir da obtenção dos fuzis Máuser em 1926”.
O que dizer de “PARAHYBA NOS TEMPOS DO CANGAÇO”, livro do amigo Ruberval de Souza Silva, obra recém-lançada, que acabo de ler, senão que é trabalho respeitável, pois fruto de muito esforço, dedicação; que é texto bom, valoroso, lavra de professor, um dizer eminentemente didático da história do banditismo cangaceiro na sua querida Paraíba. É livro de linguagem simples, sucinto e objetivo, acessível a todos; bem intitulado, pontuado, bem apresentado. E que capa bonita, rica, onde nela vejo outro amigo, o Rubens Antonio, mestre baiano, dos primeiros a colorizar fotos do cangaço! A leitura de “PARAHYBA NOS TEMPOS DO CANGAÇO” me fez entender de outra forma o que eu antes imaginava: o cangaço na terra tabajara como apenas de passagem. Parabéns e sucesso, Ruberval!
Adendo: José Mendes Pereira
Eu também recomendo aos leitores do nosso blog para lerem esta excelente obra, e veja se alguns dos leitores possam ser parentes de alguns cangaceiros registrados no livro do Ruberval Souza.
ADENDO - http://blogdomendesemendes.blogspot.com
Entre em contato com o professor Pereira através deste
A mulher
de Lampião era chamada de Rainha do Cangaço, Maria de Dona Déa,
Maria de Déa de Zé Felipe ou Maria do Capitão. O nome definitivo surgiu
inspirado em um romance de 1914, Maria Bonita, de Júlio Afrânio Peixoto,
adaptado para o cinema 23 anos depois. Vários repórteres chegaram ao consenso
para padronizar a informação disseminada pelos jornais impressos.
Nos três
primeiros anos, de 1929 a 1932, as mulheres do cangaço ficavam
reclusas no Raso da Catarina, refúgio no nordeste da Bahia. Quando,
enfim, foram autorizadas a acompanhar os bandos de cangaceiros, passaram a
conviver com a elite sertaneja, esposas e filhas de coronéis
poderosos.
Acima, foto
da cabeça do cangaceiro ZEPELIM... Analise-a e, diga que detalhe
"especial" a mesma apresenta, que não ocorre nas demais fotos das
cabeças expostas dos outros cangaceiros..! Use seu poder de obervação...