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quarta-feira, 30 de agosto de 2023

ÂNGELO ROQUE DA COSTA - O LABAREDA.

 Por Helton Araújo

O afamado Ângelo Roque da Costa, vulgo Labareda, cumprindo sua pena na casa de detenção em Salvador, na Bahia.

Ângelo Roque foi um dos mais perigosos chefes de subgrupos de Lampião. O que você acha desse personagem da história do cangaço ?
Conhece nosso canal no YouTube? Não?
Então clica no link que está logo aí abaixo
e vai conhecer o CANGAÇO ETERNO.

https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste/?multi_permalinks=2265285910347007%2C2265100733698858%2C2264408847101380%2C2264272070448391&notif_id=1693170894971455&notif_t=group_highlights&ref=notif

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CANGAÇO: A MORTE DE ZÉ BAIANO VIRA NOTÍCIA EM ALAGADIÇO

Por Cangaço Eterno
https://www.youtube.com/watch?v=Q0IdZIPbGUE&ab_channel=FatosnaHist%C3%B3ria-Canga%C3%A7oeNordeste

A notícia da morte do cangaceiro Zé Baiano causa curiosidade e espanto na população de Alagadiço. Referências: "Zé Baiano e os Engrácia", de José Bezerra Lima Irmão Imagens: .Lampião Aceso .Pinterest .Internet

https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste/?multi_permalinks=2265285910347007%2C2265100733698858%2C2264408847101380%2C2264272070448391&notif_id=1693170894971455&notif_t=group_highlights&ref=notif

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VEIO RECEBER O PRÊMIO PELA CABEÇA DE "LAMPIÃO".

 

Jornal “A Tarde”, Bahia. 1939.

https://www.facebook.com/groups/lampiaocangacoenordeste/?multi_permalinks=2265285910347007%2C2265100733698858%2C2264408847101380%2C2264272070448391&notif_id=1693170894971455&notif_t=group_highlights&ref=notif

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terça-feira, 29 de agosto de 2023

CARIRI CANGAÇO EM CABACEIRAS DO AUTO DA COMPADECIDA…

Por Manoel Severo

O Auto da Compadecida; comédia dramática, lançado em 2000, dirigido por Guel Arraes, com roteiro de Adriana Falcão, João Falcão e do próprio Arraes, e baseado na peça teatral Auto da Compadecida de 1955 de

Ariano Suassuna, com elementos de O Santo e a Porca e Torturas de um Coração, ambas do mesmo autor, além de influências de Decamerão, clássico de Giovanni Boccaccio, trata-se de um dos mais festejados filmes brasileiros de todos os tempos .

O Auto da Compadecida foi gravado aqui em Cabaceiras !!!

https://www.youtube.com/watch?v=OmmFMv38xtk&ab_channel=henrincksilva

https://www.facebook.com/photo/?fbid=6629350400420095&set=a.229016400453559

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O FORRÓ DO JOÃO DE MOCINHA

Por José Mendes Pereira

Primeira Fase da banda "Diamantinos de Mossoró".

Meus amigos cantor Alan Jones, Railton Melo, Pedro Nascimento e João Augusto Braz, sei que vocês por serem ainda muito crianças na época, não foram festeiros daquele clube “Forró do João de Mocinha” estabelecido à Rua da Harmonia em Mossoró, no grande Alto de São Manoel, fundado entre os anos de 1966 a 1967, por Francisco de Assis Lemos (o Chico), filho do homem que o forró recebera o seu nome, mas sabem que durante muitos anos, aos sábados e aos domingos à noite, algumas vezes uma matinê no sábado, animou os festeiros do São Manoel e de outros bairros com o som da amada sanfona, triângulo e zabumba, onde lá o cavalheiro pegava a sua dama e só no bico do sapato, divertia a si mesmo e a sua morena, ali aconchegado, de ponta a ponta o casal rodopiava o salão do ambiente.

https://www.youtube.com/watch?v=kMroPPlV7_Q&ab_channel=M%C3%BAsicaDiscoVinil - Intercalei o vídeo só como efeito de ilustração do meu trabalho

O forró não tinha regras para se participar da festa, podia entrar quem quisesse, mulher de bons modos, mulher de vida livre, desde que pagasse a entrada de acordo com o preço estabelecido na portaria, mas  rigorosamente, respeitasse o ambiente. Nada grátis, afinal, o dono fazia gastos e mais gastos com instrumentos musicais e procurava manter o conjunto com bons músicos, para que o forró funcionasse nos finais de semanas, e fizesse mais ainda sucesso e divertisse os festeiros.

O nome do conjunto era “Os Diamantinos” de propriedade do Chico que começou com instrumentos improvisados, e aos poucos, foi se aperfeiçoando, e era administrado por seu pai João de Mocinha, tendo como componentes: Crooner Antonio Alexandre da Cunha Filho (vulgo Tota). No triângulo João Batista (vulgo Doidelo), este é meu primo de 2º grau, porque as nossas avós eram irmãs. Ainda no triângulo e bateria o Antonio Airton de Carvalho (já falecido) e no baixo o Edilson de Teotônio irmão de Alcimar dos Teclados.

Só como ilustração do meu trabalhohttps://www.youtube.com/watch?v=YzjjHCUFRdE&ab_channel=GabilyVEVO

Quando Edilson saiu do grupo quem assumiu o contrabaixo foi o Geniel também meu primo de 2º grau, filho do Olegário Ismael Jácome e de Francisca de tia Adelaide Maria da Conceição. Na guitarra era responsável pelo som um jovem com o vulgo de Chico Cascudo.

Com este nome, o conjunto musical “Os Diamantinos” permaneceu durante 13 anos, e foi uma homenagem a uma freira do Ceará, amiga do padre Sales que por aqui vivia, e sugeriu aos proprietários este nome de fantasia, o qual foi muito bem escolhido e abençoado por Deus.

O proprietário do clube acreditou e com muito sacrifício, investiu, chegando a ser uma das casas de shows melhores da periferia de Mossoró. O forró do João de Mocinha era tradição na cidade e conquistou a população fazendo grande sucesso. Esta foi a primeira fase do conjunto musical “Os Diamantinos” que durou de 1966 a 1979.

 2ª. Fase da Banda Diamantinos de Mossoró que recebeu o nome de The Black Som.

A segunda fase do ”Forró do João de Mocinha” teve início em 1979, quando o conjunto “Os Diamantinos”deixou de existir, recebendo o nome de “The Black Som” considerada a fase de “ouro” do grupo, tendo sido comprado mais instrumentos com maiores potências no que diz respeito a decibéis. Nesse período, alguns componentes deixaram de fazer parte do conjunto, como por exemplo: Geniel que deixou o grupo e que a sua vaga de baixista foi preenchida por um jovem chamado Neto. O cantor de “Os Daimantinos” o “Tota” permaneceu até dois anos no “The Black Som”, mas posteriormente ele deixou a banda, e a vaga foi preenchida pelos cantores Sales de Aleixo e uma jovem com o nome de Aledir.

A fama do forró fez com que o Chico investisse mais ainda, comprando instrumentos como teclado, caixas de som de alta potência, além de baterias e tumbas de alto curto.

O forró andava bem, obrigado! Mas quando o proprietário resolveu colocar um empresário, que havia mudado o nome para “The Black Som”, e por ironia do destino, não se sabe se foi afastamento dos festeiros, porque já existiam outros clubes nas periferias de Mossoró, ou se foi administração do empresário que não chegou a satisfazer aos frequentadores, e a partir daí, o conjunto caminhou para a decadência.

E para ver se recuperava o sucesso que fez o conjunto antes, pai e filho resolveram convidar os antigos componentes como o Tota, o Geniel, o Airton, o João Batista (Doidelo), o Edilson..., e como ninguém quis mais fazer parte do grupo, ele foi fracassando sem mais ter casa cheia no ambiente, e assim foi de água abaixo, chegando a falência.

Se o grupo “Os Diamantinos” fez bastante sucesso, mais ainda fez o “The Black Som”, e com a entrada do empresário o conjunto perdeu o rumo, chegando o proprietário encaixar os seus instrumentos, guardando-os, esperando por uma outra oportunidade, a qual nunca mais existiu.

Que pena! Um clube que fez muito sucesso só restou a saudade a quem nele frequentou e o prédio todo desmoronado que ainda tenta resistir em pé as suas paredes.

Minhas Simples Histórias

Como eu escrevo histórias fictícias e não fictícias diferencie as minhas histórias  fictícias das não fictícias. Esta é real. No tempo desta banda, eu sou testemunha. Não me foi contada. Até hoje, ninguém escreveu sobre ela. Somente eu fiz registro da existência desta famosa banda em Mossoró. 

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segunda-feira, 28 de agosto de 2023

AMIGOS, AMIGOS POETAS!

 Por José Di Rosa Maria

Com os poetas Jorge Macedo, Oliveira de anelas e o apologista Jairo da Jardinense, na Capitania das Artes, Natal-RN.

https://www.facebook.com/photo/?fbid=1100543600142245&set=ms.c.eJwFwYENACAMArCPDGOI8P9jtjPA1RoYkbrHudaLwkad80q5jJjF7HEQW~_CgdT~_ksA0I.bps.

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A VIDA QUE DEUS ME DEU

 Por Veridiano Dias Clemente

Vou levando minha vida
Entre alegrias e tristezas
E agradecendo as belezas
Que DEUS me deu de presente
Deu-me poucos e bons amigos
Deu-me esposa , filhos e belos netos
Deu-me um coração aberto
E meus pais ainda vivos .
Poeta VERÍ
Do país de Caruaru-PE
26/08/23 Às 09h33

https://www.facebook.com/veridianodiasclemente.clemente

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O CANÁRIO...

Por José G. Diniz


O mesmo nome que trás
É a mesma coisa que faz
Além de parar no ar
Voa para frente e para trás
É pequeno, mas é agiu
Sábio sem fazer estagio
E tem a leveza da paz
O belo canário faz
Um lindo e saudoso poema
É também arengueiro
Insulta e cria problema
Com outro enfrenta duelo
O canarinho amarelo
Nem é ouro nem é gema.


https://www.facebook.com/josegomesd

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O L I V E I R A OU A L A G O A N O.

 Por Luís Bento

Quando entrei no bando, só tinha 14 anos, mas parecia ter dezoito. Antes mesmo eu já era chamado de Oliveira, não sei porque essa história que meu apelido era menino-de- ouro, nunca existiu.

Entrei no bando para vingar a morte de meu pai e porque achava bonito, achava que aquilo era uma vida boa. Alguns cangaceiros já tinham me chamado algumas vezes e eu dizia aos meus amigos que ia entrar no bando. Quando minha mãe descobriu chorou muito, mais já era tarde.

Meu nome verdadeiro é José Zeferino Andrelino dos Santos. Nasci no dia 08 de agosto de 1912 na fazenda Ipueiras - riacho do navio- Floresta-PE, pertencente ao meu avô Joaquim José do Nascimento, meu pai chamava-se Andrelino dos Santos e era parente dos pequenos do navio. Minha mãe chamava-se Maria Bela da Conceição era parente dos margaridas. Era eu e mais três irmãos. Gregório, Emília e Higino, nenhum quis saber do cangaço, só eu.

Depois do fogo da Piçarra em 27 de março de 1928, não passei nem mais um mês no bando, abusei daquela vida. Falei com Lampião, que ele tinha sido muito bom comigo, mas eu queria viver uma vida sozinho. Ele disse que lamentava que eu fosse sair, que tinha certeza que eu estando sozinho a polícia ia me pegar, que sentia pena de mim, mas não podia empatar que eu quisesse seguir o meu caminho.

Fiquei escondido muito tempo. Depois cansei e caí na besteira de vir pedir a benção a minha mãe em Floresta. A polícia soube e me prendeu. Cumprir pena na casa de detenção no Recife.

Fonte.Lucetti Magêrbio de Lucena Lampião e o estado maior do Cangaço.

Depois da pena, com o codi-nome de Antônio Norberto, morou no sítio Flexeiras, anos depois mudou de morada deste feita para o sítio Faustino no mesmo município de Jati-CE. O sítio Faustino, foi sua última morada, seu Antônio é sepultado no cemitério municipal São Joaquim em Jati.

Eu Luís Bento, Diretor de Cultura, conheci seu Antônio Norberto- o cangaceiro ( Oliveira).

 https://www.facebook.com/josemendespereira.mendes.5

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NORA E FILHO DOS CANGACEIROS zÉ SERENO E SILA.


Susi Ribeiro e Wilson Ribeiro nota e filho do casal Zé Sereno e Sila. 

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MORRE CARLOS GONZAGA - MÚSICA DIANA.

 Por Os Amantes da Bossa Nova.

Morreu no dia 25 de agosto de 2023, na Itália, aos 99 anos o cantor brasileiro Carlos Gonzaga, pioneiro do Rock Brasileiro. Carlos Gonzaga fez grande sucesso com a canção "Diana".

https://www.youtube.com/watch?v=3l88J9srF7E&ab_channel=ClaudioRPassos

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CANGACEIRO VOLTA SECA COMEMORA LIBERDADE...

 Por Sertão Cangaço - Quilherme Machado

O cangaceiro Volta Seca comemora sua liberdade fora da prisão, com um charuto fabricado pela indústrias Swerdick. Charuto tipo exportação fabricado na cidade de São Félix Bahia. o ano era 1952.

https://www.facebook.com/photo/?fbid=6276451285792077&set=gm.2037127893298178&idorvanity=893614680982844

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CANGAÇO ETERNO

 Por Helton Araújo

Quando falamos de " CANGAÇO " logo nos vem à mente a figura do cangaceiro, obviamente eles são os personagens principais dessa história triste, sangrenta e emocionante. Porém, nós apaixonados e estudiosos do tema devemos ter uma visão mais ampla do contexto histórico, pois os " CANGACEIROS " só atingiram a fama que hoje tem devido aos demais personagens que os cercavam !

A maioria das pessoas que gostam do tema cangaço estão focando apenas nos fatos e personagens mais conhecidos da história e assim acabam desgastando o tema, a repetição nas obras seja em livros, vídeos ou qualquer outra forma que possa trazer à tona a história do cangaço vêm limitando o conhecimento vasto que se pode ter com relação ao tema.

Você já imaginou o cangaço só com cangaceiros ? Você acha que Lampião teria a fama que tem, sem as forças volantes, coiteiros e vítimas, por exemplo ?

A resposta é clara, não !

Necessitamos buscar mais entendimento sobre o cangaço de uma forma geral, entendo que tem que goste apenas da era lampiônica, e se esse for esse o caso, mesmo assim é possível abrir o leque de aprendizado de uma forma mais contundente.

Chega de apenas falar de " Angicos " , "Fazenda Patos ",

" Massacre da Família Gilo " e etc. Sei que são fatos que merecem holofotes e respeito, mas não podemos resumir a história apenas a isso.

Da mesma forma que os cangaceiros não podem se resumir apenas a Lampião, Corisco e outros mais famosos, temos diversos personagens a estudar. Assim como as volantes não podem se resumir a Mané Neto e Zé Rufino, outros lutaram, temos que também aprender !

Então, vamos nos unir nesse aprendizado, sem romantizar, com respeito e imparcialidade. Assim consiguiremos preservar e propagar de uma forma mais sensata essa história que tanto nos chama atenção.

Abaixo deixo uma imagem que editei em alusão aos principais personagem da história do cangaço. Cangaceiro, volante, coiteiro, coronel, padre, vítima e jagunços. Todos tiveram sua grande importância cada um dentro de seu espaço na história e todos merecem ser estudados, assim como qualquer outra classe que não citei.

Reflita e viaje no tempo, A HISTÓRIA DO CANGAÇO VIVE !

https://www.facebook.com/photo/?fbid=311502868026755&set=gm.824551135999043&idorvanity=414354543685373

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SEU MANÉ ALVES O SEU MANÉ DA COALHADA...

  Por José Mendes Pereira

Seu Manoel Alves de Oliveira -  (in memoriam).

 Meu amigo cantor e vizinho Alan Jones, sobre Mossoró tenho escrito muitas histórias que as ouvi durante anos da minha vida, e que nenhuma é cópia de ninguém. Se no início da página figurar o meu nome, é de minha autoria, e se não tiver o meu nome, é de outra pessoa, que com certeza, o seu nome lá permanece. 

Esta que segue a escrevi como forma de homenagear o nosso velho e amigo seu Mané Alves ((in memoriam). que por muitos anos acompanhou uma rega de artistas cantores na Emissora de Educação de Mossoró, e foi aquele que fez a apresentação de alguns artistas que ganharam famas através do  "A Mais Bela Voz Potiguar". 

Raimunda Costa a Amanda Costa, a Cinderela de Areia Branca. - http://areiabrancaosartistasdaterra.blogspot.com/2012/02/amanda-costa-cantora-primeira-edicao-do.html

Raimunda Costa ou Amanda Costa, a famosa Cinderela de Areia Branca, que conquistou o primeiro lugar no Mais Bela Voz Potiguar. A cantora areia-branquense ganhou a primeira edição do Troféu Sabiá como "A Mais Bela Voz" do Rio Grande do Norte, em 1968, foi Amanda Costa que ganhou, interpretando a música "Cinderela", de Adelino Moreira. Amanda Costa já foi a 2ª " MAIS BELA VOZ " do Brasil, em 1984 em São Paulo, ela foi representando o Rio Grande do Norte.

Bartolomeu da Silva (Sousa20 de maio de 1950), ou Bartô Galeno,Paraibano da cidade de Sousa.


Edy Lemos e outros e mais outros. 
Mas vamos homenagear o nosso amigo seu Mané da Coalhada.

Uma das coisas engraçadas que se passou com seu Mané Alves de Oliveira, foi: 

Em uma noite de leilão, promovido pela Rádio Rural de Mossoró, em frente ao prédio desta, seu Mané como locutor da emissora era quem apresentava as ofertas às pessoas que estavam na praça da Catedral de Santa Luzia, prestigiando o evento. 

Em uma das ofertas a qual não me lembro o que era, seu Mané deu início com valor pequeno, suponhamos 100 cruzeiros (estávamos no cruzeiro), e, na proporção que ele anunciava a ultima oferta, as pessoas iam aumentando o valor, isto é, oferecendo a maior quantidade em dinheiro.

E ele: 

- Fulano de tal, paga pela oferta 120,00 cruzeiros.

Um outro: 

- Sicrano paga 150,00 cruzeiros para Fulano de Tal não levar o objeto...

Mais outro:

- Beltrano paga 180,00 para Sicrano não levar o objeto..

E de repente, um senhor lá da multidão, gritou:

- 200,00 cruzeiros para seu Mané levar a oferta e Beltrano não levar...

E seu Mané não esperou por nada, dizendo:

- Dou-lhe uma, dou-lhe duas, dou-lhe três... pronto! Está arrematada a oferta... é de seu Mané Alves, traz pra cá... é minha...

Ele se apressou para que ninguém mais botasse dinheiro, assim ele perderia o objeto...

Grande seu Mané Alves de Oliveira...!

Minhas Simples Histórias

Como eu escrevo histórias fictícias e não fictícias diferencie as minhas histórias verídicas das fictícias. Esta é real. Eu presenciei. Não me foi contada.

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sábado, 26 de agosto de 2023

MINHA FILHA MAIS NOVA.

 Por José Mendes Pereira


Maria Prycylla Paiva Pereira, minha filha mais nova, perto de concluir o 4º. ano de medicina.





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VAI FAZER FESTA E PRETENDE CONTRATAR POETAS E VIOLEIROS PARA ANIMAREM A SUA SOLENIDADE?

 Por José Mendes Pereira


Vai fazer festa em sua residência, escola, fazenda, sítio..., e precisa de poetas e violeiros para animar o seu evento, procura com urgência o poeta José Ribamar, que ele tem muitos amigos que são poetas e violeiros. 

Aqui o seu endereço eletrônico:

ribamarpoeta@outlook.com 

Cuida logo convidá-los para não ficar sem eles em sua festa. 



PATRIARCAS DO CORDEL


Raimundo Clementino, Chico dos Romances e Arievaldo Vianna

(Não tenho muita certeza, mas me parece que o Ariosvaldo Viana já faleceu. - José Mendes Pereira).

Francisco Pérez de Sousa:

CHICO DOS ROMANCES
E A "ENCANTARIA" DO CORDEL

Por Arievaldo Vianna

No princípio da década de 1980, ainda criança, eu trabalhava como camelô nas ruas de Canindé, no período da romaria a São Francisco das Chagas. De agosto a dezembro eu perambulava pelo Bar Canindé, Abrigo dos Romeiros, na rua Euclides Barroso (antiga Rua da Palha), Alto do Custódio, porém preferia mesmo a rua João Pinto Damasceno, que fica às margens do rio Canindé e dá acesso à Basílica do padroeiro no sentido norte-sul.

Sempre fui admirador incondicional da Literatura de Cordel e numa dessas incursões pela João Pinto deparei com o poeta e folheteiro piauiense Francisco Pérez de Sousa, o Chico dos Romances, no saguão do Hotel Santo Antônio, arrumando a sua mala de romances para começar a sua atividade numa das praças da cidade. Acheguei-me do poeta e pedi para ver os títulos que ele trazia. Praticamente não havia nenhum clássico daqueles editados em Juazeiro do Norte ou Campina Grande. Eram folhetos de sua própria lavra e alguns de Lucas Evangelista, que ele conseguia mediante permuta. Gostei de dois títulos e os adquiri: “História de Sete Cidades ou a Deusa da Encantaria” e “O homem que era ateu e uma graça alcançada por São Francisco”. Comecei a ler imediatamente. Mas os versos, lidos em voz baixa, não tinham o mesmo encanto, o mesmo sabor de quando declamados pela voz de seu autor, que é um verdadeiro show-man. Chico dos Romances é um declamador de grandes recursos, que prende a atenção do público com gracejos, inflexões na voz e a magia dos seus olhos azuis e hipnóticos.

Passaram-se os anos. Muito tempo depois ouvi falar novamente de Chico dos Romances num livro do pesquisador Gilmar de Carvalho: “Poetas populares do Piauí’. Soube um pouco de sua biografia e fiquei contente ao constatar que ainda estava lúcido e em plena atividade. "Um personagem saído dos livros de Guimarães Rosa!" É assim que o descreve Gilmar de Carvalho em sua obra.

Ao ser convocado pela professora Rosilene Melo para uma pesquisa  patrocinada pelo IPHAN, cujo objetivo era fazer um levantamento dos poetas em atividade para reconhecimento do CORDEL, da CANTORIA e do ABOIO como patrimônio imaterial do povo brasileiro, fiz questão de ir até o Piauí e, na companhia do poeta Raimundo Clementino, fomos até Piripiri onde vive o poeta Francisco Pérez de Sousa, atuando nas feiras, declamando e compondo novos folhetos. 

Primeiro entrevistei os poetas radicados em Teresina - Joames, Pedro Costa, Edivaldo Guerreiro, Josefina Gomes, Marina Campelo, Ilza Bezerra, mestre José Barbosa, dr. Pedro Ribeiro, dentre outros. Depois fui ao programa de rádio do professor Wilson Seraine que me deu a preciosa dica: "- Rapaz, você precisa ir a Piripiri entrevistar o Chico dos Romances... Um velhinho engraçado dos zóio bem azuzim, que declama bem e conversa pelos cotovelos".

Foi uma das entrevistas mais rendosas e interessantes. É um dos depoimentos que pretendo peneirar,  aprofundar e transformar em livro num futuro próximo. Pérez me disse que começou a produzir seus folhetos ainda na adolescência e teve como primeiro editor o saudoso poeta Joaquim Batista de Sena (Tipografia Graças Fátima, situada na Rua Liberato Barroso, em Fortaleza) de quem foi discípulo e companheiro de muitas jornadas pelo Brasil afora. São mais de 60 anos dedicados exclusivamente à poesia, pois Chico além de poeta é editor e folheteiro. Bom, mas isso aqui é só um esboço, um texto de introdução às peripécias desse discípulo de Cancão de Fogo. Por enquanto, apresento a vocês tão somente um resumo biográfico de CHICO DOS ROMANCES, extraído de um site de Piracuruca, terra natal do poeta:

Francisco Peres de Souza (Piracuruca, 1 de abril de 1939) - Nascido no local Retiro, município de Piracuruca-PI, em 01 de abril de 1939, filho de Gerviz Rosa de Sousa e Paulo Pereira Neres, Chico do Romance aparenta uma jovialidade na sua narração diária de seus cordéis e na presteza com que atende seus clientes. Se for entrevista se prepare para passar a manhã toda... É que ele se sente orgulhoso aos extremos de sua obra literária.
Perdendo a mãe quando tinha apenas um ano de idade, o futuro cordelista foi morar em com a avó materna, a qual também faleceu cedo, quando Chico tinha apenas seis anos. Mais um golpe na vida do pequeno Francisco Perez. Mas sua predestinação lhe reservava um futuro gratificante.
 Sua biografia, que consta em seus “romances” diz:

Pequeno, ajudava seu pai na lavoura, mas logo veio morar em Piripiri, onde começou a cantar folhetos para os amigos, daí surgiu sua paixão pela literatura de cordel, onde descobriu que em si brotava a poesia, morando com sua tia Cecília em Piripiri e cantando nas casas de fazenda. Viajando para Fortaleza, depois com os melhores poetas da época, viajou pelo Piauí, Ceará, Maranhão, Goiás e Pará. Nas estradas de chão tudo isso dos 10 aos 30 anos.

Depois passou uns tempos em Fortaleza-Ceará, onde afirma ter penado muito, sem dinheiro e sem ter onde morar, fazendo bicos para sobreviver.
Redigindo seus textos fantásticos e sempre cativantes, Chico do Romance estreou como cordelista com 15 anos de idade, e hoje já contabiliza mais de 200 obras editadas. A princípio os cordéis eram impressos pelo tradicional método da xilogravura, ou seja, a matriz de impressão eram chapas de madeira esculpidas. É que as impressões tipográficas eram muito caras nos tempos idos.

A partir do início dos anos 1970, com a disseminação do sistema offset, que barateou os custos elevados do sistema tipográfico, Chico do Romance passou a imprimir seus trabalhos na gráfica de Gilberto Mendes (em Campo Maior) e posteriormente, na gráfica do ex-prefeito de Piripiri, Arimatéia Melo. Hoje seus trabalhos são impressos em impressoras de computador.

O cordelista casou-se aos 21 Anos de idade com Luzia Pessoa de Sousa, e criou família com nove filhos em Piripiri, onde reside, sempre tendo como trabalho principal a edição e venda de obras de cordel. Mora hoje no bairro piripiriense do recreio.

Com 75 anos completados em primeiro de abril de 2014 e em pleno vigor para escrever e ministrar palestras, Chico do Romance é sempre requisitado para fazer palestras e declamar suas poesias populares em colégios, academias, centros culturais, além de se fazer sempre solícito para entrevistas de jornais, Tvs, sites, etc.

UM EXEMPLO NOTÁVEL DA CULTURA POPULAR DE LITERATURA DE CORDEL DO PIAUÍ

Sua biografia acrescenta ainda, dentre tantas homenagens:

Participou de 17 a 21/08/2009 da I Mostra da cultura Popular, realizada na Casa da cultura em Teresina, recebendo a Comenda Fontes Ibiapina. Nos dias 26 e 27 de novembro de 2009, o poeta participou da II Conferência Estadual de Cultura do Piauí, em Teresina, no Clube Atlantic City. Por último, teve ao dia  24 de abril do ano de 2010 outorgado o título de Sócio Honorário da Casa do Padre Freitas, pela ACALPI (Academia de Ciências, Artes e Letras de Piripiri).

Destacam-se, nas suas centenas de obras: História das Sete Cidades e a Deusa da Encantada; Padre Domingos de Freitas e Silva-Fundador de Piripiri; Homenagem ao Piripiri do Século; Pequenos Dados Biográficos de Virgulino Ferreira da Silva - O Lampião; História do Catirina (Lenda de Sete Cidades); As Bravuras de José Pela princesa Franluzia etc.

Piripiri se orgulha de ter entre seus filhos adotivos um dos maiores nomes da literatura cordelista do Brasil.

Fonte: fonte;http://www.piracuruca.com/

http://maladeromances.blogspot.com/2017/01/patriarcas-do-cordel.html

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VAI FAZER FESTAS PARA "DEBUTANTE, ANIVERSÁRIO, CASAMENTO, BATIZADO, CHÁ DE PANELA, CHÁ DE PAPEIRO...", PROCURA COM URGÊNCIA CONTRATAR O O CANTOR ALAN JONES E SUA GALERA.

 Por José Mendes Pereira


Se vai promover festas para debutante, casamento, batizado..., procura com urgência contratar o cantor Alan Jones e sua galera, para a realização que você deseja. Grupo que faz a sua festa do seu gosto. Um cantor … Alan Jones - Radiola Clube ... Um tecladista - Um saxofonista ... Num cenário ! O mar!! Música , mar , artistas…a vida , a inspiração que vem de Deus !!

 Como entrar em contato com o grupo para contratá-lo:

Basta chegar até ao Restaurante "O ATALAIA" em Mossoró, (que é propriedade do cantor Alan Jones e sua esposa Príscila),  localizado à Rua Raimundo Firmino de Oliveira, mesmo em frente à empresa TRANSBET, rua do IFRN, antigo CEFET. - Bairro Costa e Silva - comunidade Teimosos, ou ainda através do seu facebook com o título "Alan Jones Príscila".

Príscila e Alan Jones.

Um grupo artístico já consagrado por sua vasta experiência com festa para debutante, casamento, batizado, além outros eventos comemorativos.

Prestigie os artistas mossoroenses! São os nossos conterrâneos que devemos contratá-los para estes fins. Cuida  logo para localizá-lo, porque, às vezes, a agenda já está cheia.

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