Por Helton Araújo
O afamado Ângelo Roque da Costa, vulgo Labareda, cumprindo sua pena na casa de detenção em Salvador, na Bahia.
Por Helton Araújo
O afamado Ângelo Roque da Costa, vulgo Labareda, cumprindo sua pena na casa de detenção em Salvador, na Bahia.
A notícia da morte do cangaceiro Zé Baiano causa curiosidade e espanto na população de Alagadiço. Referências: "Zé Baiano e os Engrácia", de José Bezerra Lima Irmão Imagens: .Lampião Aceso .Pinterest .Internet
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Jornal “A Tarde”,
Bahia. 1939.
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Por Manoel Severo
O Auto da
Compadecida; comédia dramática, lançado em 2000, dirigido por Guel Arraes, com
roteiro de Adriana Falcão, João Falcão e do próprio Arraes, e baseado na peça
teatral Auto da Compadecida de 1955 de
Ariano
Suassuna, com elementos de O Santo e a Porca e Torturas de um Coração, ambas do
mesmo autor, além de influências de Decamerão, clássico de Giovanni Boccaccio,
trata-se de um dos mais festejados filmes brasileiros de todos os tempos .
O Auto da
Compadecida foi gravado aqui em Cabaceiras !!!
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Por José Mendes Pereira
Primeira Fase da banda "Diamantinos de Mossoró".
Meus amigos cantor Alan Jones, Railton Melo, Pedro Nascimento e João Augusto Braz, sei que vocês por serem ainda muito crianças na época, não foram festeiros daquele clube “Forró do João de Mocinha” estabelecido à Rua da Harmonia em Mossoró, no grande Alto de São Manoel, fundado entre os anos de 1966 a 1967, por Francisco de Assis Lemos (o Chico), filho do homem que o forró recebera o seu nome, mas sabem que durante muitos anos, aos sábados e aos domingos à noite, algumas vezes uma matinê no sábado, animou os festeiros do São Manoel e de outros bairros com o som da amada sanfona, triângulo e zabumba, onde lá o cavalheiro pegava a sua dama e só no bico do sapato, divertia a si mesmo e a sua morena, ali aconchegado, de ponta a ponta o casal rodopiava o salão do ambiente.
O forró não tinha regras para se participar da festa, podia entrar quem quisesse, mulher de bons modos, mulher de vida livre, desde que pagasse a entrada de acordo com o preço estabelecido na portaria, mas rigorosamente, respeitasse o ambiente. Nada grátis, afinal, o dono fazia gastos e mais gastos com instrumentos musicais e procurava manter o conjunto com bons músicos, para que o forró funcionasse nos finais de semanas, e fizesse mais ainda sucesso e divertisse os festeiros.
O nome do conjunto era “Os Diamantinos” de propriedade do Chico que começou com instrumentos improvisados, e aos poucos, foi se aperfeiçoando, e era administrado por seu pai João de Mocinha, tendo como componentes: Crooner Antonio Alexandre da Cunha Filho (vulgo Tota). No triângulo João Batista (vulgo Doidelo), este é meu primo de 2º grau, porque as nossas avós eram irmãs. Ainda no triângulo e bateria o Antonio Airton de Carvalho (já falecido) e no baixo o Edilson de Teotônio irmão de Alcimar dos Teclados.
Quando Edilson saiu do grupo quem assumiu o contrabaixo foi o Geniel também meu primo de 2º grau, filho do Olegário Ismael Jácome e de Francisca de tia Adelaide Maria da Conceição. Na guitarra era responsável pelo som um jovem com o vulgo de Chico Cascudo.
Com este nome, o conjunto musical “Os Diamantinos” permaneceu durante 13 anos, e foi uma homenagem a uma freira do Ceará, amiga do padre Sales que por aqui vivia, e sugeriu aos proprietários este nome de fantasia, o qual foi muito bem escolhido e abençoado por Deus.
O proprietário do clube acreditou e com muito sacrifício, investiu, chegando a ser uma das casas de shows melhores da periferia de Mossoró. O forró do João de Mocinha era tradição na cidade e conquistou a população fazendo grande sucesso. Esta foi a primeira fase do conjunto musical “Os Diamantinos” que durou de 1966 a 1979.
A segunda fase do ”Forró do João de Mocinha” teve início em 1979, quando o conjunto “Os Diamantinos”deixou de existir, recebendo o nome de “The Black Som” considerada a fase de “ouro” do grupo, tendo sido comprado mais instrumentos com maiores potências no que diz respeito a decibéis. Nesse período, alguns componentes deixaram de fazer parte do conjunto, como por exemplo: Geniel que deixou o grupo e que a sua vaga de baixista foi preenchida por um jovem chamado Neto. O cantor de “Os Daimantinos” o “Tota” permaneceu até dois anos no “The Black Som”, mas posteriormente ele deixou a banda, e a vaga foi preenchida pelos cantores Sales de Aleixo e uma jovem com o nome de Aledir.
A fama do forró fez com que o Chico investisse mais ainda, comprando instrumentos como teclado, caixas de som de alta potência, além de baterias e tumbas de alto curto.
O forró andava bem, obrigado! Mas quando o proprietário resolveu colocar um empresário, que havia mudado o nome para “The Black Som”, e por ironia do destino, não se sabe se foi afastamento dos festeiros, porque já existiam outros clubes nas periferias de Mossoró, ou se foi administração do empresário que não chegou a satisfazer aos frequentadores, e a partir daí, o conjunto caminhou para a decadência.
E para ver se recuperava o sucesso que fez o conjunto antes, pai e filho resolveram convidar os antigos componentes como o Tota, o Geniel, o Airton, o João Batista (Doidelo), o Edilson..., e como ninguém quis mais fazer parte do grupo, ele foi fracassando sem mais ter casa cheia no ambiente, e assim foi de água abaixo, chegando a falência.
Se o grupo “Os Diamantinos” fez bastante sucesso, mais ainda fez o “The Black Som”, e com a entrada do empresário o conjunto perdeu o rumo, chegando o proprietário encaixar os seus instrumentos, guardando-os, esperando por uma outra oportunidade, a qual nunca mais existiu.
Que pena! Um
clube que fez muito sucesso só restou a saudade a quem nele frequentou e o
prédio todo desmoronado que ainda tenta resistir em pé as suas paredes.
Minhas
Simples Histórias
Como eu escrevo histórias fictícias e não fictícias diferencie as minhas histórias fictícias das não fictícias. Esta é real. No tempo desta banda, eu sou testemunha. Não me foi contada. Até hoje, ninguém escreveu sobre ela. Somente eu fiz registro da existência desta famosa banda em Mossoró.
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Por José Di Rosa Maria
Com os poetas Jorge
Macedo, Oliveira de anelas e o apologista Jairo da Jardinense, na Capitania das
Artes, Natal-RN.
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Por Veridiano Dias Clemente
Por Luís Bento
Quando entrei
no bando, só tinha 14 anos, mas parecia ter dezoito. Antes mesmo eu já era
chamado de Oliveira, não sei porque essa história que meu apelido era
menino-de- ouro, nunca existiu.
Entrei no
bando para vingar a morte de meu pai e porque achava bonito, achava que aquilo
era uma vida boa. Alguns cangaceiros já tinham me chamado algumas vezes e eu
dizia aos meus amigos que ia entrar no bando. Quando minha mãe descobriu chorou
muito, mais já era tarde.
Meu nome
verdadeiro é José Zeferino Andrelino dos Santos. Nasci no dia 08 de agosto de
1912 na fazenda Ipueiras - riacho do navio- Floresta-PE, pertencente ao meu avô
Joaquim José do Nascimento, meu pai chamava-se Andrelino dos Santos e era
parente dos pequenos do navio. Minha mãe chamava-se Maria Bela da Conceição era
parente dos margaridas. Era eu e mais três irmãos. Gregório, Emília e Higino,
nenhum quis saber do cangaço, só eu.
Depois do fogo
da Piçarra em 27 de março de 1928, não passei nem mais um mês no bando, abusei
daquela vida. Falei com Lampião, que ele tinha sido muito bom comigo, mas eu
queria viver uma vida sozinho. Ele disse que lamentava que eu fosse sair, que
tinha certeza que eu estando sozinho a polícia ia me pegar, que sentia pena de
mim, mas não podia empatar que eu quisesse seguir o meu caminho.
Fiquei
escondido muito tempo. Depois cansei e caí na besteira de vir pedir a benção a
minha mãe em Floresta. A polícia soube e me prendeu. Cumprir pena na casa de
detenção no Recife.
Fonte.Lucetti
Magêrbio de Lucena Lampião e o estado maior do Cangaço.
Depois da
pena, com o codi-nome de Antônio Norberto, morou no sítio Flexeiras, anos
depois mudou de morada deste feita para o sítio Faustino no mesmo município de
Jati-CE. O sítio Faustino, foi sua última morada, seu Antônio é sepultado no
cemitério municipal São Joaquim em Jati.
Eu Luís Bento,
Diretor de Cultura, conheci seu Antônio Norberto- o cangaceiro ( Oliveira).
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Por Os Amantes da Bossa Nova.
Morreu no dia 25 de agosto de 2023, na Itália, aos 99 anos o
cantor brasileiro Carlos Gonzaga, pioneiro do Rock Brasileiro. Carlos Gonzaga
fez grande sucesso com a canção "Diana".
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Por Sertão Cangaço - Quilherme Machado
O cangaceiro Volta Seca comemora sua liberdade fora da prisão, com um charuto fabricado pela
indústrias Swerdick. Charuto tipo exportação fabricado na cidade de São Félix Bahia. o ano era 1952.
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Por Helton Araújo
Quando falamos
de " CANGAÇO " logo nos vem à mente a figura do cangaceiro,
obviamente eles são os personagens principais dessa história triste, sangrenta
e emocionante. Porém, nós apaixonados e estudiosos do tema devemos ter uma
visão mais ampla do contexto histórico, pois os " CANGACEIROS " só
atingiram a fama que hoje tem devido aos demais personagens que os cercavam !
A maioria das
pessoas que gostam do tema cangaço estão focando apenas nos fatos e personagens
mais conhecidos da história e assim acabam desgastando o tema, a repetição nas
obras seja em livros, vídeos ou qualquer outra forma que possa trazer à tona a
história do cangaço vêm limitando o conhecimento vasto que se pode ter com
relação ao tema.
Você já
imaginou o cangaço só com cangaceiros ? Você acha que Lampião teria a fama que
tem, sem as forças volantes, coiteiros e vítimas, por exemplo ?
A resposta é
clara, não !
Necessitamos
buscar mais entendimento sobre o cangaço de uma forma geral, entendo que tem
que goste apenas da era lampiônica, e se esse for esse o caso, mesmo assim é
possível abrir o leque de aprendizado de uma forma mais contundente.
Chega de
apenas falar de " Angicos " , "Fazenda Patos ",
"
Massacre da Família Gilo " e etc. Sei que são fatos que merecem holofotes
e respeito, mas não podemos resumir a história apenas a isso.
Da mesma forma
que os cangaceiros não podem se resumir apenas a Lampião, Corisco e outros mais
famosos, temos diversos personagens a estudar. Assim como as volantes não podem
se resumir a Mané Neto e Zé Rufino, outros lutaram, temos que também aprender !
Então, vamos
nos unir nesse aprendizado, sem romantizar, com respeito e imparcialidade.
Assim consiguiremos preservar e propagar de uma forma mais sensata essa
história que tanto nos chama atenção.
Abaixo deixo
uma imagem que editei em alusão aos principais personagem da história do
cangaço. Cangaceiro, volante, coiteiro, coronel, padre, vítima e jagunços.
Todos tiveram sua grande importância cada um dentro de seu espaço na história e
todos merecem ser estudados, assim como qualquer outra classe que não citei.
Reflita e
viaje no tempo, A HISTÓRIA DO CANGAÇO VIVE !
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Por
José Mendes Pereira
Raimunda Costa ou Amanda Costa, a famosa Cinderela de Areia Branca, que conquistou o primeiro lugar no Mais Bela Voz Potiguar. A cantora areia-branquense ganhou a primeira edição do Troféu Sabiá como "A Mais Bela Voz" do Rio Grande do Norte, em 1968, foi Amanda Costa que ganhou, interpretando a música "Cinderela", de Adelino Moreira. Amanda Costa já foi a 2ª " MAIS BELA VOZ " do Brasil, em 1984 em São Paulo, ela foi representando o Rio Grande do Norte.
Bartolomeu
da Silva (Sousa, 20 de maio de 1950), ou Bartô
Galeno,Paraibano da cidade de Sousa.
Uma das coisas engraçadas que se passou com seu Mané Alves de Oliveira, foi:
Em uma noite de leilão, promovido pela Rádio Rural de Mossoró, em frente ao prédio desta, seu Mané como locutor da emissora era quem apresentava as ofertas às pessoas que estavam na praça da Catedral de Santa Luzia, prestigiando o evento.
Em uma das ofertas a qual não me lembro o que era, seu Mané deu início com valor pequeno, suponhamos 100 cruzeiros (estávamos no cruzeiro), e, na proporção que ele anunciava a ultima oferta, as pessoas iam aumentando o valor, isto é, oferecendo a maior quantidade em dinheiro.
E ele:
- Fulano de tal, paga pela oferta 120,00 cruzeiros.
Um outro:
- Sicrano paga 150,00 cruzeiros para Fulano de Tal não levar o objeto...
Mais outro:
- Beltrano paga 180,00 para Sicrano não levar o objeto..
E de repente, um senhor lá da multidão, gritou:
- 200,00 cruzeiros para seu Mané levar a oferta e Beltrano não levar...
E seu Mané não esperou por nada, dizendo:
- Dou-lhe uma, dou-lhe duas, dou-lhe três... pronto! Está arrematada a oferta... é de seu Mané Alves, traz pra cá... é minha...
Ele se apressou para que ninguém mais botasse dinheiro, assim ele perderia o objeto...
Grande seu Mané Alves de Oliveira...!
Minhas Simples Histórias
Como eu escrevo histórias fictícias e não fictícias diferencie as minhas histórias verídicas das fictícias. Esta é real. Eu presenciei. Não me foi contada.
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Por José Mendes Pereira
Por José Mendes Pereira
ribamarpoeta@outlook.com
Cuida logo convidá-los para não ficar sem eles em sua festa.
(Não tenho muita certeza, mas me parece que o Ariosvaldo Viana já faleceu. - José Mendes Pereira).
Francisco Peres de Souza (Piracuruca, 1 de abril de 1939) - Nascido no local Retiro, município de Piracuruca-PI, em 01 de abril de 1939, filho de Gerviz Rosa de Sousa e Paulo Pereira Neres, Chico do Romance aparenta uma jovialidade na sua narração diária de seus cordéis e na presteza com que atende seus clientes. Se for entrevista se prepare para passar a manhã toda... É que ele se sente orgulhoso aos extremos de sua obra literária.Por José Mendes Pereira
Um grupo artístico já consagrado por sua vasta experiência com festa para debutante, casamento, batizado, além outros eventos comemorativos.