Por José Mendes Pereira
O ex-cangaceiro Manoel Dantas Loiola,
o Seu Né, ladeado pela sua esposa dona Linda, e o historiógrafo e pesquisador do cangaço Rostand Medeiros. - https://tokdehistoria.com.br/2013/07/24/6549/Por José Mendes Pereira
O ex-cangaceiro Manoel Dantas Loiola,
o Seu Né, ladeado pela sua esposa dona Linda, e o historiógrafo e pesquisador do cangaço Rostand Medeiros. - https://tokdehistoria.com.br/2013/07/24/6549/Por José Mendes Pereira
"Vila Nova, o nome verdadeiro Iziano Ferreira Lima, foi um cangaceiro que integrou o bando de Lampião, estando presente no ataque à Grota do Angico em 1938, onde Lampião morreu. Após a morte do líder, Vila Nova se entregou à polícia, mas ficou conhecido por não ter delatado seus antigos companheiros e por sua resistência à tortura e pressões para colaborar com as autoridades.
Quem foi Vila Nova
Nome: Iziano Ferreira
Lima.
Origem: Natural de
Piranhas, em Alagoas.
Bando: Fez parte do
bando de Lampião e Luiz Pedro, que era padrinho de Vila Nova.
Afilhado: O
cangaceiro Luiz Pedro era padrinho de Iziano Ferreira Lima.
No dia da morte de
Lampião
Presença: Vila Nova
esteve presente no combate da Grota do Angico, em 28 de julho de 1938, no qual
Lampião foi morto.
Fuga e entrega: Ele
conseguiu fugir do ataque e se escondeu, mas depois se entregou às autoridades
em outubro de 1938, recebendo anistia e desaparecendo da história.
Legado
Fidelidade: Destacou-se
pela sua fidelidade aos princípios do cangaço, não entregando os outros
cangaceiros ou os coiteiros, mesmo sob tortura.
Símbolo de
resistência: Sua postura de não colaboração com a polícia o transformou num
personagem importante nos estudos sobre o cangaço, representando a
autenticidade de um cangaceiro de princípios"
https://www.google.com/search?q=cangaceiro+vila+nova&rlz=1C1GCEA_enBR1168BR1168&oq=Cangaceiro+Vila+&gs_lcrp=EgZjaHJvbWUqBwgBEAAYgAQyBggAEEUYOTIHCAEQABiABDIKCAIQABiABBiiBDIKCAMQABiABBiiBDIHCAQQABjvBdIBCjEwNDk1ajBqMTWoAgiwAgHxBQ2sXhr3nmYN8QUNrF4a955mDQ&sourceid=chrome&ie=UTF-8
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Por José Mendes Pereira
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Estávamos sem sinal. A partir da tarde postaremos sobre cangaço.
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Por José Mendes Pereira
Os cangaceiros (casal) Jurity e Maria estavam na Grota do Angico, em Porto da Folha, atualmente Poço
Redondo, no Estado de Sergipe, no dia 28 de julho de 1938, quando
aconteceu o massacre aos cangaceiros do capitão Lampião. O casal conseguiu salvar
a sua vida.
O escritor e pesquisador do cangaço João de Sousa Lima e Maria do cangaceiro jurity.
Por José Mendes Pereira
Os cangaceiros Dulce Menezes e Criança estavam na Grota do Angico, em Porto da Folha, atualmente Poço Redondo, no Estado de Sergipe, no dia 28 de julho de 1938, quando aconteceu o massacre aos cangaceiros do capitão Lampião. O casal conseguiu salvar a sua vida.
VEJA ESTE VÍDEO (clicando) SOBRE O CASAL GRAVADO PELO PESQUISADOR E CINEASTA ADERBAL NOGUEIRA SOBRE DULCE E CRIANÇA.
https://www.youtube.com/watch?app=desktop&v=z9N5zMMV6FM
VEJA O QUE ESCREVEU O PESQUISADOR DO CANGAÇO GERALDO JÚNIOR, SOBRE O CANGACEIRO CRIANÇA.
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Por José Mendes Pereira
Os cangaceiros Sila e Zé Sereno estavam na Grota do Angico, em Porto da Folha, atualmente Poço Redondo, no Estado de Sergipe, no dia 28 de julho de 1938, no momento do ataque aos cangaceiros da Empresa de Cangaceiros Lampiônica & Cia., do afamado capitão Lampião, e conseguiram contar vitória, isto é, saíram de lá com vida.
INTERESSANTE E MEIO DUVIDOSO.
A literatura lampônica diz que o cangaceiro Zé Sereno teria suspeitado que numa garrafa de bebida tinha dúvida que ela teria um furinho e poderia ter veneno.
Conta que Zé Sereno apossou-se das compras e foi as vistoriar. Pegou uma garrafa de conhaque e viu com dificuldade, um furinho no selo, feito por uma agulha hipodérmica. Veneno! Ciente que o rei do cangaço daria valor à sua descoberta, levou a garrafa a Lampião e disse:
- Seu Capitão, o sinhô é cego de uma vista, mas com a outra enxerga até demais. Olha aqui.! Mostrou o furo por
onde alguém possivelmente tinham injetado veneno.
- É mesmo, disse Lampião, e o
resto das encomendas?
- Ta tudo envenenado, menos a
cachaça que Pedro (Pedro que ele se refere é Pedro de Cândido), sabia que iria ter de provar, respondeu Zé Sereno.
- É bom nós sairmos daqui, se não nós
vamos ser cobertos de balas.
- Amanhã cedo, nós sairemos daqui, disse
Lampião.
- Sairmos é, nós vamos sair é com bala.
Retrucou Zé Sereno.
Depoimento de Zé Sereno a Antônio
Amaury sobre a suspeita dele de veneno nas bebidas levadas para o coito por
Pedro de Cândido.
Livro: Assim Morreu Lampião.
Autor: Antônio Amaury Corrêa de
Araújo.
E aí, o que vocês acham? Tinha ou
não tinha veneno? Ou foi invenção de Zé Sereno, como muitos até hoje afirmam?
Não sou tão leigo assim e nem sábio no que diz respeito a cangaço, mas isto foi uma invenção do Zé Sereno. Quem estava lá na Grota do Angico, nunca falou que isto aconteceu, somente Zé Sereno vem com uma desta, sem graça e sem credibilidade para o estudo cangaceiro.
Os remanescente de Lampião que conseguiram escapar, nenhum falou nada sobre o veneno aos cangaceiros.
Não falo de quem entrevistou o facínora e escreveu o que ouviu do cangaceiro , e sim, de cangaceiro puxando a sardinha para o seu prato.
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Por José Mendes Pereira
Por José Mendes Pereira
Luiz Pedro Siqueira o Luiz Pedro do Retiro, entrou para o cangaço no ano de
1924, e estava na madrugada do dia 28 de julho de 1938 na Grota do Angico, e foi assassinado
juntamente com 10 facínoras da Empresa de Cangaceiros Lampiônica & Cia., do
capitão Lampião, em Porto da
Folha, atualmente terras pertencentes a Poço Redondo, no Estado de Sergipe.
Luiz Pedro foi um dos mais fiéis de Lampião. Segundo alguns pesquisadores, quando Antônio Ferreira da Silva, irmão de Lampião foi assassinado acidentalmente por ele, o cangaceiro Jararaca (o que foi assassinado em Mossoró, no Rio Grande do Norte - Brasil), queria que Lampião o assassinasse, no entanto, propôs que todos os envolvidos pagassem com a vida, por não acreditar que se tratasse de um acidente. Mas Lampião não aceitou a solicitação do Jararaca.
O coronel Ângelo da Gia foi o grande defensor de Luiz Pedro, afirmando a Lampião que o que acontecera ali, foi nada mais do que um acidente. Lampião aceitou e não justiçou Luiz Pedro.
Segundo alguns escritores, ao saber que seria perdoado, Luiz fez um juramento a Lampião, que passou para a história.
- Seu capitão... O senhor poupou minha vida. Eu juro acompanhá-lo até o fim. No dia em que o senhor morrer, eu morro também! Se coincidência ou não, Luiz Pedro foi assassinado no dia do extermínio.
Este acima é o José Leite de Santana, o cangaceiro Jararaca, de Buíque, no Estado de Pernambuco, que veio para Mossoró com o bando de Lampião e foi baleado no dia 13 de junho de 1927, no momento do ataque à cidade, e preso no dia seguinte, assassinado dias depois dentro do Cemitério São Sebastião.
Túmulo do ex-cangaceiro Jararaca em Mossoró. Observe que atrás dele tem outro túmulo. É o túmulo do ex-cangaceiro Asa Branca, que morreu naturalmente, preste a completar 81 anos, no dia 02 de novembro de 1981. Asa Branca casou-se 2 vezes.
A sua última esposa mora em Mossoró, dona Francisca da Silva Tavares, e é natural de Brejo do Cruz, no Estado da Paraíba. Conheço-a bastante. Sempre a visito em sua residência no bairro Bom Jardim em Mossoró. Dona de uma excelente simpatia.
Veja mais clicando neste link:
https://cariricangaco.blogspot.com/2011/12/um-pouco-mais-de-luis-pedro-poralfredo.html
Por José Mendes Pereira
Esta foto é da ex-cangaceira Enedina, que era companheira do ex-cangaceiro Zé de Julião, e pertence ao acervo do saudoso escritor e pesquisador do canga Alcino Alves Costa.
Zé de Julião o cangaceiro Cajazeira
Ela e seu esposo Zé de Julião estavam presentes no momento da chacina aos cangaceiros de Lampião, inclusive Lampião e sua rainha do cangaço Maria Bonita estavam lá, e foram assassinados juntamente com 9 cangaceiros, além do volante Adrião Pedro de Souza.
ADENDO:
"ENEDINA FOI ATINGIDA NA CABEÇA. O S4NGUE CORRIA NAS MINHAS PERNAS." (Segundo afirmou a EX-CANGACEIRA SILA).
Um relato emocionante contado pela ex-cangaceira Sila, sobrevivente de Angico,
sobre o desfecho do ataque policial que culminou nas mortes de Lampião, Maria
Bonita, nove cangaceiros e um soldado da força policial. Fato ocorrido na Grota
do Angico em Sergipe. -
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Por Cangaçologia
Por José Mendes Pereira
Por Cangaçologia
Depoimento do cangaceiro
"Santa Cruz" cedido ao extinto Jornal carioca "A Noite",
cuja matéria foi publicada em sua edição de 14 de novembro de 1938.
O cangaceiro Santa Cruz estava na
Grota do Angico, no dia 28 de julho de 1938, em Porto da Folha, atualmente Poço
Redondo, no Estado de Sergipe, quando aconteceu o massacre aos cangaceiros de
Lampião. Ele conseguiu salvar a sua vida.
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Segundo o saudoso escritor e pesquisador do cangaço Antônio Amaury, o destino trágico do lavrador pacato, vaqueiro destemido e cangaceiro valente Quinta Feira, teve fim no amanhecer do dia 28 de julho de 1938, na Grota do Angico, Porto da Folha, atualmente terras de Poço redondo.
Por estranha coincidência uma quinta
feira, no coito de Angico, Sergipe. REFERÊNCIAS: ARAÚJO, Antônio Amaury Corrêa
de. Assim morreu Lampião.
Antônio Amaury era Paulista. Um dos maiores pesquisadores da vida de Lampião e da história do cangaço, há mais de 60 anos em busca de informações sobre o assunto realizou muitas entrevistas (com pessoas da sociedade, do cangaço e das forças policiais da época e familiares remanescentes). Suas pesquisas minuciosas, diretas, imparciais, fazem-no um autêntico mestre, criterioso e honesto. Nos anos 70, tornou-se conhecido em todo o Brasil ao participar do "Programa 8 ou 800", da TV Globo, respondendo sobre o assunto. Tem vários livros publicados sobre o assunto, entre eles:
“Lampião: Segredos e Confidências do Tempo do Cangaço”; “Assim Morreu Lampião”; “Lampião: As Mulheres e o Cangaço”; “Gente de Lampião: Dada e Corisco”; “Gente de Lampião: Sila e Zé Sereno”; “De Virgolino a Lampião”; “O Espinho do Quipá” (estes dois últimos em coautoria com Vera Ferreira, neta de Lampião); “Lampião e Maria Fumaça” (coautoria com Luiz Ruben F. de A. Bonfim, de Paulo Afonso – BA); “A Medicina e o Cangaço” (em coautoria com Leandro Cardoso Fernandes, de Teresina – PI).
Seu trabalho mais recente é “Lampião e as Cabeças Cortadas”, também em coautoria com Luiz Rubem Bomfim (Graf Tech Editora). Sócio fundador da União Nacional de Estudos Históricos e Sociais – UNEHS.
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Por José Mendes Pereira
Não tenho maiores informações sobre o cangaceiro Macela, ele foi assassinado juntamente com o capitão Lampião, sua rainha Maria Bonita e mais 8 cangaceiros, num total de 11, incluindo ele, além do volante Adrião Pedro de Souza, em 28 de julho de 1938, na Grota do Angico, em Porto da Folha, atualmente pertencente a Poço Redondo, no Estado de Sergipe.
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1935123533305454&id=472994219518400&set=a.472996196184869
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Por Fatos na História - Cangaço e Nordeste
Por Cangaço Eterno.
Por O Cangaço na Literatura
Por José Mendes Pereira
No dia 09 de novembro de 1935 (se vivo estivesse, agora em novembro, Cocota completaria 90 anos), em nossa querida cidade de Mossoró, no Estado do Rio Grande do Norte, nasceu Francisco Almeida Lopes, mais conhecido como Cocota. Com sua bela voz, Cocota tornou-se conhecido como um grande seresteiro e bom violonista.
Este carinhoso apelido eu não tenho conhecimento quem o deu, mas vou entrar em contato com Oseas Carlos André Almeida Lopes, para saber o verdadeiro autor deste apelido do seresteiro Cocota. Sei apenas que é um pássaro.
Era filho de Messias Lopes de Macedo e dona Joana de Almeida Lopes. Nas décadas de 50 e 60, às noites mossoroenses, eram prestigiadas pela voz do seresteiro, ele cantava músicas românticas, para agradar os boêmios da noite que vinham prestigiá-lo por seu cântico e sua voz que encantava as pessoas que o ouviam cantarolar os grandes sucessos de Francisco Alves, Orlando Silva, Nelson Gonçalves, entre outros.
Já
considerado um talentoso para a música, ele frequentava muito o “Bar Pinguim”,
sendo que ele abrilhantava as noites de outrora com sua voz e violão, era
um grande amante das músicas românticas, inclusive das canções de Lupicínio
Rodrigues, como por exemplo, “Nevos de aço” e “Esses moços”, que eram grandes
sucessos naquele tempo.
Cocota foi um músico de grande
influência no meio dos boêmios como afamado seresteiro, pois ele simplesmente
cantava por prazer, sendo que ele nunca gravou nenhum disco.
Contam que nos anos 50, quando o cantor Vicente Celestino veio para Mossoró, hospedou-se no Grande Hotel, e ali, ele se recusou atender as suas fãs, mas não resistiu o canto do Cocota, e foi para a janela do Grande Hotel admirar a expressão da voz daquele seresteiro.
LEIA O QUE EU ESCREVI
EM 2012 SOBRE COCOTA:
Francisco de Almeida Lopes era
carinhosamente alcunhado em Mossoró por Cocota. Seresteiro de primeira
categoria; amigo dos amigos, conduzia consigo uma admirável popularidade.
Nasceu na cidade de Santa Luzia, e era filho do senhor Messias Lopes de Macedo
e da honrada dona Joana Almeida Lopes, e irmão dos cantores Oseas Lopes (o
atual Carlos André), Hermelinda Lopes e João Batista Almeida Lopes, que
artisticamente é conhecido por João Mossoró.
Uma jovem que era empregada doméstica dos seus pais conduzia consigo uma paixão louca pelo seresteiro. O mais interessante, a jovem tinha um irmão ainda criança, que não se sabe o que ele havia feito contra o Cocota, fazendo com que ele o castigasse, dando-lhe uma terrível surra. A agressão do Cocota foi tão violenta, que seus irmãos, juntos, quase não conseguiram arrancar a criança dos braços do agressor. Salva das violências praticadas pelo seresteiro, a criança saiu em choro, prometendo-lhe que quando crescesse iria matá-lo, ou de um jeito ou de outro.
Anos após, quando os irmãos formaram o Trio Mossoró, Cocota não fazia parte do
grupo, mas no auge do sucesso, e já morando no Rio de Janeiro, os irmãos
resolveram levá-lo para o Rio, tentar "carreira solo", com o
apoio do Trio.
Não se sabe se o que aconteceu contra o Cocota tenha sido causado pela paixão
da jovem, mas tudo indica que sim, já que ele estava de viagem pronta para se juntar aos irmãos, que já brilhavam no mundo artístico. Sabendo que tão cedo
ele não voltaria a Mossoró, sua terra natal, ou talvez nunca mais, é provável que ela tenha sido a
idealizadora de um plano triste e doloroso.
E na noite do dia 12 de fevereiro de 1962, a
criança que ele açoitara, que agora já era um jovem, chegou ao local da
festa. Apoderado de uma tesoura, o rapaz começou a furá-lo. Foram 38
perfurações. Cocota tentou escapulir pela porta da cozinha, mas sobre o muro da
casa da jovem era cheio de cacos de vidro, e por mais que ele tentou subir, não
conseguiu se livrar da morte, caindo logo em seguida.
Cocota fez tantos esforços para viver, no intuito de apresentar a sua invejada profissão aos brasileiros, principalmente aos seus conterrâneos mossoroenses. Mas infelizmente não conseguiu, calando assim e acabando com os sonhos daquele que foi o maior seresteiro da nossa cidade Mossoró.
Seu Messias e Dona Joana Lopes tiveram o desprazer de ver o seu ente querido morto, com o corpo e os punhos banhados em sangue, saindo pelas perfurações feitas pela maldita tesoura e pelos cortes dos vidros.
Após a sua visita à minha casinhola João Mossoró foi meu amigo desde o ano de 2012 até 2023 (intervalo de 2024 e 2025 já se encontrava doente), por eu ser garoto de propaganda dos seus shows. Ele fazia shows todo mês neste famoso mercado chamado CADEG - Mercado Municipal.
Infelizmente o grande cantor mossoroense faleceu no dia 23 de abril de 2025, aos 78 anos. Veja um dos anúncios em nosso blog:
https://blogdomendesemendes.blogspot.com/2014/07/o-cantor-joao-mossoro-fara-show-no.html
https://blogdomendesemendes.blogspot.com/2015/11/o-cantor-joao-mossoro-faz-show-no.html
Uma das melhores interpretações de João Mossoró. Acho bem melhor do que com o autor Almir Sater. Não estou menosprezando o compositor, mas é apenas a minha opinião.
Se você quiser conhecer o Trio Mossoró por completo, entre em contato com o professor, poeta, escritor, e pesquisador do cangaço, do Luiz Gonzaga e do Trio Mossoró Kydelmir Dantas, através deste endereço eletrônico:
Nota: Todas as informações deste artigo foram gentilmente cedidas pelo cantor Carlos André, quando de sua visita à minha residência no dia 12 de Junho de 2012, em companhia do irmão João Mossoró e do Kydelmir Dantas.
Algumas fotos são apenas como ilustração.
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