Por Cangaço Eterno
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segunda-feira, 20 de outubro de 2025
HISTÓRIA INÉDITA : CANGACEIRO BARRA DE AÇO l.
FINS DOS CANGACEIROS MARRECA E NOCA.
Por Nas Pegadas da História
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PORTUGUÊS MANDA MATAR O CANGACEIRO MARRECA.Conheça um pouco da história do cangaceiro Marreca, cabra não tão conhecido mas que teve uma passagem marcante pelo mundo hostil do cangaço.
Por Cangaço Eterno
BALSA SÃO FRANCISCO...
Por Adinalzir Pereira
Fotos da Balsa São Francisco que fazia a ligação de Santa Cruz até Piranema. Nas imagens podemos ver essa mesma balsa saindo de Piranema para Santa Cruz. Indo e voltando. Estávamos em 1990.
O CANGACEIRO CALAIS À ESQUERDA E À DIREITA SEU FILHO JOÃO BARBOSA...
Segundo o site O Cangaço pelo Nordeste Brasileiro nos diz que este rapaz ao lado direito da foto do cangaceiro Calais é seu filho, e seu nome é João Barbosa.
Ele foi levado ainda bebezinho para Senhor do Bomfim, e foi criado na área rural de Santa Rosa de Lima.
Seu falecimento aconteceu em Juazeiro (não informa qual Juazeiro se era do Norte), em meados dos anos 90, e acredita que foi possivelmente em 1994.
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LAMPIÃO...
Por Robério Santos
domingo, 19 de outubro de 2025
LAMPIÃO, UM HOMEM QUE PREVIA TUDO.
Por Robério Santos
Gente, consegui uma entrevista rara com Manoel Netto. Quer ver? Na imagem, o próprio e Melchiades da Rocha.
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A VIDA DE MORENO E DURVINHA - APÓS O CANGAÇO.
Por Cangaçologia
DURVINHA ESCAPA DA MORTE.
Por Aderbal Nogueira
- Durante um tiroteio, Durvinha se separa do grupo e é perseguida pelos policiais.
- Neli, filha de Moreno e Durvinha, conta como desconfiou que seus pais
- No final do vídeo João Souto, filho de Moreno e Durvinha, fala sobre a morte de Lampião.
sábado, 18 de outubro de 2025
ELEGANTE, BONITA, BEM PRODUZIDA, PASTA EM UMA DAS MÃOS, MAS TÃO DESVALORIZADA!
Por José Mendes Pereira
Do alto de um sótão observei o seu jeito que vinha caminhando pela rua despreocupada, de salto alto, sempre procurando um jeito para colocá-lo sobre as pedras, talvez, temendo ficar agarrado entre uma pedra paralelepípedo e outra. Elegante, bonita, bem produzida, pasta em uma das mãos, morena, os seus cabelos longos e lisos voavam através do vento que nascia no Norte e se dirigia para o Sul. Uma elegância perfeita, lustrosa, bem produzida, sem defeito.
Não deu para ver a cor dos seus olhos se eram pretos, castanhos, verdes ou azuis, e não senti o cheiro do seu perfume, devido à distância, mas sei que com aquela elegância toda, ela estava muito bem perfumada, muito cheirosa, e só podia ser uma secretária executiva de uma autoridade qualquer, quem sabe, de um prefeito municipal, de um esculápio que não era empregado do "SUS", de um advogado de fama, de um delegado, de um promotor de justiça ou de um juiz que bate o martelo na mesa e sentencia um réu qualquer para pagar por detrás das grades o seu erro. Toda sua sabedoria estava enfiada em uma bolsa luxuosa, segurada por uma das suas belas mãos. Que pena que é tão desvalorizada!
Mesmo um pouco distante do sótão imaginei que o seu olhar era brilhante, cheio de esperança, agradecendo o que fez ontem com perfeição, no hoje que começa, e no amanhã que há de vir. Com certeza, sorriso nos lábios diante de todo o seu rosto. A alma fazia crer, que aquele dia, seria mais um belo espetáculo que iria apresentar para os seus assistentes apreciarem e julgarem o seu trabalho.
https://br.pinterest.com/josianecarrico/trap%C3%A9zio-fixo/
Não é em um trapézio que ela apresenta e prende a atenção de quem assiste o seu trabalho, porque ela não é trapezista, nem tão pouco bailarina ou moça de circo, aquela que faz os espectadores admirarem o seu vai e vem nos instrumentos de circos; nem pensar em ser uma assistente de autoridade qualquer, mas ela instrui, informa e forma a todos aqueles que sentados a esperá-la entre quatro paredes.
Aos poucos ela foi sumindo, sumindo e não a vi mais. Nem de perto e nem de longe. Ela caminhou para ocupar o seu ofício em qualquer lugar.
Fiquei pensando um bom tempo sobre aquela moça que elegantemente passeava entre as ruas do meu bairro. Desci do sótão e perguntei a uma senhora que varria a sua calçada, se a conhecia. E sem demora, a resposta chegou:
- Eu a conheço muito! Ela é minha prima.
- Ela trabalha aqui por perto?
- Ela é professora de uma escola que funciona do outro lado deste quarteirão...
- Sabe me informar quanto ela ganha?
- Um pouco mais de 1 salário mínimo.
Não suportei. A minha mente desmoronou os meus neurônios como se o meu célebre tivesse sido banhado por uma porção de sangue vencido.
Tão elegante, tão bonita, bem produzida, pasta em uma das mãos, e dentro da pasta carregava o seu material de trabalho, mas tão desvalorizada!
O que faz o Congresso Nacional que deixa um professor ganhar um pouco mais de...?
Link da imagem:
https://www.cartacapital.com.br/carta-explica/entenda-como-funciona-o-congresso-nacional/
Tanta elegância, tanto carinho pela educação, tanto esforço, tanto amor pelos seus discípulos, tanta esperança que um dia isso poderá mudar..., entra ano e sai ano, e a educação continua de mal a pior, triste, doente, na UTI da irresponsabilidade de um congresso que só pensam em si. Um país tão rico e tão lindo...
Somente os professores continuam sonhando todos os dias que Deus dá, e insistem dizendo que vale a pena sonhar, mesmo sendo desvalorizados. A esperança na verdade é a última que morre, e não adianta abandoná-la.
Sou professor aposentado e vejo que todos aqueles que continuam no ofício, sonham que um dia virá o melhor, mas é muito impossível que isto venha acontecer.
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LAMPIÃO FOI MAL INFORMADO QUE DARIA CERTO UM ASSALTO EM MOSSORÓ-RN.
Por José Mendes Pereira
Diz o jornalista Alexandre
Gurgel que o verdadeiro nome do cangaceiro Massilon era Benevides Leite que
havia nascido e deixado suas raízes sólidas no chão sertanejo da aba da
Serra de Luís Gomes, no Sítio Japão aqui no Estado do Rio Grande do Norte.
Adquiriu um pseudônimo para si,
“Massilon”. Apesar de ter se tornado cangaceiro, mas antes era um
jovem que gostava de preservar as suas amizades com os que lhe rodeavam, pois
ainda não havia exposto as suas maldades contra ninguém. Os seus bons
divertimentos eram: frequentar diariamente casas onde eram colocadas cartas de
baralhos sobre a mesa; e gostava muito de estar presente a bares para ingerir
bebidas alcoólicas, principalmente uma boa cachaça.
Cangaceiros que tentaram invadir Mossoró
Massilon Leite era obcecado
pela almocrevaria, trazendo algodão para Mossoró, e com os bons lucros que lhe
rendeu durante as suas viagens como comboieiro, transportando algodão sobre
o lombo de animais, posteriormente conseguiu ser proprietário de um
caminhão, e, a partir daí, começou a transportar o produto no seu
automóvel. Mas infelizmente ele foi obrigado a deixar a vida de
caminhoneiro, devido as estradas não ofereciam boas condições para rodar.
Certa vez, lá em Belém do
Brejo do Cruz, no Estado da Paraíba, em confronto com a polícia Massilon
assassinou um soldado, e temendo ser justiçado conseguiu fugir em direção às
caatingas, e lá se incorporou ao bando de Lampião. O tempo foi se passando e
aos poucos ele foi se tornando um homem paparicado pelo capitão.
Mais ou menos no mês de
abril ou possivelmente no princípio do mês de maio de 1927, Massilon já se
sentindo um homem de confiança de Lampião, e confiante de alguns acordos feito
com Décio Holanda e o coronel Isaías Arruda, ambos cearenses, fez-lhe a
proposta ao rei para juntos fazerem uma invasão à Mossoró no Estado do Rio
Grande do Norte, afirmando o cangaceiro que era a maior cidade potiguar, sendo
bem estruturada, com um comércio que rendia muito, e além do mais, tinha bancos
com bons movimentos, e com certeza, assaltando-a, sairiam daqui com os bolsos e
bornais abarrotados de dinheiro.
Mas diz ainda Alexandre
Gurgel que Massilon era apaixonado por uma das filhas do prefeito Rodolfo
Fernandes, e sendo astucioso, sabendo que se os seus compassas aceitassem
invadir Mossoró, ataque que ele tinha plena certeza que daria certo, seria uma
boa oportunidade levá-la consigo para as caatingas do nordeste.
Mas Lampião não sabia que o maior interesse de Massilon pelo ataque à Mossoró era a paixão irresistível que ele tinha pela filha do prefeito. É claro que se ele antes tivesse tomado conhecimento desse desejo incontrolado do assecla, pela moça, com certeza, não teria dado a mínima atenção às suas palavras, e nem tão pouco vindo à Mossoró.
E para que o plano de atacar a cidade potiguar desse certo Lampião confiava em alguns bandidos que conheciam bem a região, os quais eram:
1 - Um senhor de nome Cecílio Batista, mais conhecido por Trovão, que em anos remotos, havia morado na cidade de Assu, e já era dono de um currículo de maldades arquivado na delegacia de polícia, sendo por desordens.
2 - José Cesário que vulgarmente era chamado “Coqueiro”, que antes ganhava o seu ordenado mensal prestando serviços em Mossoró.
3 - Júlio Porto, um dos antigos motoristas da firma algodoeira “Alfredo Fernandes”, com a alcunha de Zé Pretinho.
4 - E um dos
idealizadores do ataque à Mossoró, o próprio Massilon que não poderia estar de
fora, e tinha conhecimento de todas as estradas que faziam chegar à cidade
mossoroense. Mas entre outros delinquente.
O mais interessante que eu me pus a pensar, é que Lampião tão estrategista que era, caiu na conversa de Massilon, que era um aspirante cangaceiro, que não conhecia tão bem o que era ser cangaceiro como os outros, isto é, da velha guarda do capitão.
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CEMITÉRIO DE DUARTINA, CONTANDO HISTÓRIAS E MOSTRANDO FOTOS ANTIGAS ( REGIÃO DE BAURU).
UTENSÍLIOS DOS CANGACEIROS E A DESINFORMAÇÃO DA IMPRENSA POR ANTÔNIO AMAURY.
Prof. Amaury fala sobre os utensílios utilizados pelos cangaceiros no dia-a-dia. Fala também da desinformação da imprensa.
Para participar da Expedição Rota do Cangaço entre em contato pelo e-mail: narotadocangaco@gmail.com
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sexta-feira, 17 de outubro de 2025
VAMOS VER DETALHADAMENTE OS SENHORES E SENHORAS QUE APARECEM NESTE DESENHO ACIMA, INCLUSIVE O NOME DO AUTOR DA ARTE.
Por José Mendes Pereira
1 - A primeira foto, ao centro e acima, é a dona Jacosa, mãe de Maria Sulena da Purificação, que é a mãe dos Ferreiras, isto é dona Jacosa é a avó dos Ferreiras por parte materna.
Alguns pesquisadores afirmam que dona Maria Sulena da Purificação teve vários nomes, inclusive Maria Lopes, mas eles não explicam a razão de tantos nomes para uma mulher só. Na minha humilde e não válida opinião, deve ter sido criado tantos nomes para ela, no intuito de ser beneficiada por algumas ajudas dos governos.
2 - A segunda foto, à esquerda, é de José Ferreira da Silva, o pacato e honrado pai dos Ferreiras, que por pouca sorte, foi injustamente assassinado por um volante comandado pelo tenente José Lucena, quando das suas perseguições aos irmãos Ferreiras. O tenente Zé Lucena é responsável pela morte de José Ferreira da Silva, pai de Lampião, apesar de não ter sido ele quem o matou.
Alguns pesquisadores afirmam também que a intenção de José Lucena não era assassinar o José Ferreira, mas infelizmente, um volante atirou no homem que nunca havia feito mal a ninguém, e o assassino que o matou, foi severamente castigado por Lucena. Não sei de que modo ele foi castigado. José Ferreira adorava a paz e a tranquilidade.
3 - A terceira foto, à direita, é dona Maria Sulena da Purificação, Maria Lopes..., mãe dos Ferreiras. Tem quem afirma que Maria Sulena não era tão ruim, mas tinha temperamento forte, e enquanto o José Ferreira da Silva desarmava os filhos na porta da frente, ela os armava na porta da cozinha, e ainda dizia: "- não crio filho para ser desrespeitado por ninguém". Com isso, conclui-se que a sua lei era: “Olho por olho, dente por dentro”.
Uma informação importante:
Em entrevista, Lampião afirma que a sua entrada ao cangaço foi tentando assassinar os responsáveis pelas mortes dos seus pais. Mas não é verdade.
O escritor Alcino Alves Costa fala em seu livro "Lampião Além da Versão Mentiras e Mistério de Angico" que somente José Ferreira da Silva foi morto pelos policiais. Dona Maria Sulena da Purificação faleceu em decorrência das perseguições feitas pelas volantes aos seus filhos, e pelo desrespeito ao José Ferreira, homem honesto e bondoso. Ela não suportando tamanha pressão, foi infartada e veio a óbito, no mesmo ano em que foi morto o esposo. A diferença entre a morte dela e a de José foram menos de 30 dias.
Lampião afirmava isto somente para que a população o apoiasse, já que ele e os seus irmãos haviam perdidos os seus pais injustamente, e ele como inteligente, sabendo que mostrando ao povo que a mãe também tinha sido assassinada, muitos passariam a apoiá-lo. Mas na verdade, a mãe faleceu por sua própria culpa, pois se não tivesse entrado no mundo do crime, ela teria vivido muitos anos.
4 - A quarta foto da esquerda é o Antonio Ferreira da Silva, ex-cangaceiro. Antonio Ferreira foi o primeiro filho de Maria Sulena, mas alguns pesquisadores do cangaço afirmam que ele não era filho de José Ferreira da Silva, e sim de um fazendeiro de nome Venâncio, que negociara com José para criar o seu filho, já que ele iria casar com Maria.
Mas o escritor José Bezerra Lima Irmão, cujo, o conheci na minha humilde residência aqui em Mossoró, quando veio para lançar livro na Livraria Iguatemi em Fortaleza; que é autor do livro “Lampião a Raposa das Caatingas” diz em sua obra, que de acordo com a contagem dos meses e do período em que José Ferreira juntou os seus panos com dona Maria Sulena da Purificação, não há dúvida, Antônio Ferreira da Silva também é filho de José Ferreira da Silva. Então está comprovado que Antônio é irmão dos Ferreiras por parte de pai e mãe.
5 - Abaixo da foto de dona Jacosa está a foto do maior e mais estudado cangaceiro no Brasil e no mundo inteiro, Virgolino Ferreira da Silva, o sanguinário capitão Lampião. Passou quase 20 anos vivendo da bandidagem, matando, roubando, vingando, satisfazendo e alimentando o seu ódio, assaltando, sequestrando, açoitando aqueles que ele os tinha como traidores, justiçando, segundo ele. Alguns momentos, era protegido por pessoas importantes, e em outros casos, deixava de ser perseguidor para ser perseguido pelas volantes de 7 Estados do Nordeste Brasileiro, que não lhe davam tréguas um só instante.
Como eu não sou economista e antes eu não tinha uma formação sobre a despencada que dava na economia quando Lampião atacava, mas já sei o porquê que ela caía. Ora, se Lampião atacava nas cidades, lógico que o comércio todo fechava as suas portas com medo dele, e aí a economia despencava, ninguém ganhava dinheiro, somente ganhavam os policiais que lhe perseguiam, por serem funcionários dos governos.
6 - À direita de Lampião está seu irmão João Ferreira da Silva, o único filho de José Ferreira da Silva e dona Maria Sulena que não quis entrar para o cangaço. Foi um homem honrado e ainda por alguns anos, criou Expedita Ferreira da Silva, filha de Lampião e Maria Bonita.
8 - Abaixo de Antônio Ferreira e Virgolino está o cangaceiro Livino Ferreira da Silva. Este morreu muito jovem em um combate, no ano de 1925. Nesse mesmo dia, Lampião foi atingido no olho por cacto vazando o seu olho, que o cegou para toda sua vida.
9 - Abaixo de Livino, João e Ezequiel estão as suas irmãs, as quais são: Virtuosa Ferreira da Silva, Angélica Ferreira da Silva, Maria Ferreira da Silva e Anália Ferreira da Silva. De todos os irmãos de Lampião, Maria Ferreira da Silva foi a última a falecer.
Nota: Antes de usar este como trabalho faça uma pesquisa em outros sites. Muito importante fazermos algumas comparações sobre qualquer trabalho.
Segundo o escritor João de Sousa Lima o nome Virgolino (do afamado Lampião) é escrito com "O" e não com "U". Comece a escrever o nome (Virgulino) com "O", quando se tratar de Lampião.











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