Seguidores

terça-feira, 4 de agosto de 2026

O CANGACEIRO ANTÔNIO ROSA

 Por José Mendes Pereira

Antônio Ferreira, Lampião e Antônio Rosa, conhecido por Toinho do Gelo. Não encontrei a finalidade deste apelido.

Antônio Rosa Ventura era o seu nome de batismo, conhecido por Antônio do Gelo, nasceu  na Mata Grande, no Estado de Alagoas. Era irmão de criação dos Ferreiras, tendo sido criado por José Ferreira da Silva e dona Maria Sulena da Purificação, e foi presente em tudo que os Ferreiras participava, tanto da vida de almocreve quanto de bandoleiro.

Vamos sair um pouco da nossa história e voltaremos logo:

Nas minhas pesquisasas, não encontrei os nomes dos pais do cangaceiro Antônio Rosa, também conhecido por  Toinho do Gelo. Ele foi assassinado em julho de 1924. O cangaceiro Antônio Rosa (conhecido como "Toinho do Gelo") foi morto por Livino Ferreira (irmão de Lampião), e por um cangaceiro chamado Mourão, em uma emboscada. 

O contexto da morte

A ordem: O assassinato foi ordenado pelo próprio Lampião, que considerava o comportamento violento, indisciplinado e imprevisível de Antônio Rosa uma ameaça às alianças e à segurança do bando.

A emboscada: O crime ocorreu em julho de 1924 na casa de Antônio Posidônio, após uma parada no trajeto para a fazenda Serra Vermelha.

A execução: Quando Antônio Rosa acendeu um fósforo no escuro do alpendre para ajeitar sua rede, Livino Ferreira e Mourão dispararam tiros de rifle à curta distância, matando-o.

Esta informação é do google: 

https://www.google.com/search?q=O+cangaceiro+Ant%C3%B4nio+Rosa%2C+como+era+os+nomes+dos+seus+pais+biol%C3%B3gicos%3F&rlz=1C1GCEA_enBR1168BR1168&oq=O+cangaceiro+Ant%C3%B4nio+Rosa%2C+como+era+os+nomes+dos+seus+pais+biol%C3%B3gicos%3F&gs_lcrp=EgZjaHJvbWUyBggAEEUYOdIBCjI3NjYwajBqMTWoAgiwAgHxBeMUEopyrEjw&sourceid=chrome&source=chrome.rb&ie=UTF-8

Continuando sobre o cangaceiro Antônio Rosa:

Dizem que em 1922, já com a participação por completo dos Ferreiras no cangaço, Antônio se tornou um cruel e frio cangaceiro, e passou a ser um bandoleiro independente, fazendo as suas maldades por conta própria, mas participando de combates com seus colegas e "irmãos" adotivos contra as forças volantes que os perseguiam constantemente. Tornou-se chefe de subgrupos que existiram no primeiro período da era Lampiõnica, em tempo limitado, onde fazia suas estripulias e barbaridades sem motivo algum. Mesmo sendo seu mano de consideração e por criação, Lampião não concordava com as ações de Antônio Rosa, porque vinham mais problemas para o grupo, além de desrespeitar algumas regras exigidas pelos Ferreiras.

No ano de 1924, Antônio do Gelo foi até ao povoado São João do Barro Vermelho, no Estado de Pernambuco, lugar que que muito o conhecia, levando 3 comandados seus. Pararam na casa de Constantino José Prefeito (ou João Constantino), amigo do famoso capitão Lampião. Sabendo da maestria que o novo cangaceiro tinha com armas, findou mostrando o seu rifle para O Gelo, e este ficou totalmente apaixonado por ela.

Pediu que o doasse, mas Constantino não lhe deu e nem o vendia. Mas algumas Segundo algumas versões dizem que dias depois, O bandoleiro volta para Barro Vermelho e segue até a casa de Constantino, acaba o assassinando, dando-lhe um tiro em sua cabeça e leva consigo. Seus irmãos adotivos não sabiam desse assassinato.

Meses depois, surgem boatos de que a população, revoltada com a morte do senhor, estava montando um grupo para confrontar Lampião e bando, caso este decidisse voltar à localidade. Virgolino recebe as notícias da morte do amigo e da possível resistência através de Afonso Gomes, acompanhado por Basto Paulo Barbosa, primo do cangaceiro.

Na conversa entre Afonso e Virgolino, Livino acaba escutando, e com o sangue quente, pede para que fosse informado à família do falecido que "por dez mil réis, nunca mais Antônio pisaria em São João".

No dia 08 de julho de 1924, Lampião seguiu junto com Antônio do Gelo para a Fazenda Situação, de Francisco Baião, perto do riacho São Domingos, região da Serra Vermelha/PE. Chegaram de noite, com os homens fadados por causa da viagem, principalmente o irmão encrenqueiro. Antônio, meio adoentado, decide deitar-se mais cedo, amarrando uma rede no oitão da casa do fazendeiro.

Nesse exato momento, enquanto pendurava sua rede no armador, atrás dele por uma janela, se encontrava Livino e mais dois cabras, Mourão e Enéas (ex-cangaceiros de Clementino Quelé), que dispararam contra o jovem facínora. Antônio Rosa recebe os balaços nas costas e cai no chão sem dar um gemido só.

No amanhecer, os moradores locais enterram o bandoleiro e a tropa segue destino. Dias depois, uma força de Nazaré, possivelmente comandada por Euclides Flor, chega à propriedade de Francisco e pergunta pelo cangaceiro morto. Após saber que este fora enterrado, pede que abrissem novamente a cova para ter certeza que aquele era o afamado Ventura. Vendo o estado do corpo, o comandante diz "tá certo, pode deixar ele dormir agora". Com a morte deste, não só a população iria dormir razoavelmente em paz como também Lampião, tirando um fardo enorme de suas costas.

𝐹𝑂𝑁𝑇𝐸𝑆: 𝐼𝑣𝑎𝑛𝑖𝑙𝑑𝑜 𝑆𝑖𝑙𝑣𝑒𝑖𝑟𝑎; 𝐵𝑙𝑜𝑔 𝑑𝑜 𝑀𝑒𝑛𝑑𝑒𝑠; 𝐶𝑎𝑛𝑎𝑙 𝐴𝑑𝑒𝑟𝑏𝑎𝑙 𝑁𝑜𝑔𝑢𝑒𝑖𝑟𝑎 - 𝐶𝑎𝑛𝑔𝑎𝑐̧𝑜; 𝐿𝑎𝑚𝑝𝑖𝑎̃𝑜, 𝐴 𝑅𝑎𝑝𝑜𝑠𝑎 𝑑𝑎𝑠 𝐶𝑎𝑎𝑡𝑖𝑛𝑔𝑎𝑠 - 𝐽𝑜𝑠𝑒́ 𝐵𝑒𝑧𝑒𝑟𝑟𝑎 𝐿𝑖𝑚𝑎 𝐼𝑟𝑚𝑎̃𝑜.

O registro foi realizado pelo popular Genésio Gonçalves de Lima.

Fonte pesquisada por mim: Jaozin Jaaozinn

ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!

Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.

Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito. 

 Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima. 

As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado! 

Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão. 

Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.

Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer. 

Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo. 

É melhor vivo medroso do que  morto valente.

 https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policial-civil-atira-na-perna-de-motociclista-apos-briga-de-transito-video 
"O site acima diz que este rapaz condenado a morrer não morrei, mas foi baleado por este ignorante".

Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.

Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem. 

http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com

http://sednemmendes.blogspot.com

http://blogdomendesemendes.blogspot.com

Nenhum comentário:

Postar um comentário