Por José Mendes Pereira
Antônio Rosa Ventura era o seu nome de batismo, conhecido por Antônio
do Gelo, nasceu na Mata Grande, no Estado de Alagoas. Era irmão de criação dos Ferreiras, tendo sido criado por José Ferreira da Silva e dona Maria Sulena da Purificação, e foi presente em tudo que os Ferreiras participava, tanto da vida de almocreve quanto de bandoleiro.
Vamos sair um pouco da nossa história e voltaremos logo:
Nas minhas pesquisasas, não encontrei os nomes dos pais do cangaceiro Antônio Rosa, também conhecido por Toinho do Gelo. Ele foi assassinado em julho de 1924.
O contexto da morte
A ordem: O assassinato foi
ordenado pelo próprio Lampião, que considerava o comportamento violento,
indisciplinado e imprevisível de Antônio Rosa uma ameaça às alianças e à
segurança do bando.
A emboscada: O crime ocorreu em
julho de 1924 na casa de Antônio Posidônio, após uma parada no trajeto para a
fazenda Serra Vermelha.
A execução: Quando Antônio Rosa
acendeu um fósforo no escuro do alpendre para ajeitar sua rede, Livino Ferreira
e Mourão dispararam tiros de rifle à curta distância, matando-o.
Esta informação é do google:
https://www.google.com/search?q=O+cangaceiro+Ant%C3%B4nio+Rosa%2C+como+era+os+nomes+dos+seus+pais+biol%C3%B3gicos%3F&rlz=1C1GCEA_enBR1168BR1168&oq=O+cangaceiro+Ant%C3%B4nio+Rosa%2C+como+era+os+nomes+dos+seus+pais+biol%C3%B3gicos%3F&gs_lcrp=EgZjaHJvbWUyBggAEEUYOdIBCjI3NjYwajBqMTWoAgiwAgHxBeMUEopyrEjw&sourceid=chrome&source=chrome.rb&ie=UTF-8
Continuando sobre o cangaceiro Antônio Rosa:
Dizem que em 1922, já com a participação por completo dos Ferreiras no cangaço, Antônio se tornou um cruel e frio
cangaceiro, e passou a ser um bandoleiro independente, fazendo as suas maldades por conta própria, mas
participando de combates com seus colegas e "irmãos" adotivos contra as forças
volantes que os perseguiam constantemente. Tornou-se chefe de subgrupos que
existiram no primeiro período da era Lampiõnica, em tempo limitado, onde fazia
suas estripulias e barbaridades sem motivo algum. Mesmo sendo seu mano de
consideração e por criação, Lampião não concordava com as ações de Antônio Rosa, porque vinham mais problemas para o grupo, além de desrespeitar algumas regras exigidas pelos Ferreiras.
No ano de 1924,
Antônio do Gelo foi até ao povoado São João do Barro Vermelho, no Estado de Pernambuco, lugar que que muito o conhecia, levando 3 comandados seus. Pararam na casa de Constantino José Prefeito (ou João Constantino), amigo do famoso capitão Lampião. Sabendo da maestria que o novo cangaceiro tinha com
armas, findou mostrando o seu rifle para O Gelo, e este ficou totalmente
apaixonado por ela.
Pediu que o doasse, mas Constantino não lhe deu e nem o vendia. Mas algumas Segundo algumas versões dizem que dias depois, O bandoleiro volta para Barro Vermelho e segue até a casa de Constantino, acaba o assassinando, dando-lhe um tiro em sua cabeça e leva consigo. Seus irmãos adotivos não sabiam desse assassinato.
Meses depois, surgem boatos de
que a população, revoltada com a morte do senhor, estava montando um grupo para
confrontar Lampião e bando, caso este decidisse voltar à localidade. Virgolino
recebe as notícias da morte do amigo e da possível resistência através de
Afonso Gomes, acompanhado por Basto Paulo Barbosa, primo do cangaceiro.
Na conversa entre Afonso e
Virgolino, Livino acaba escutando, e com o sangue quente, pede para que fosse
informado à família do falecido que "por dez mil réis, nunca mais Antônio
pisaria em São João".
No dia 08 de julho de 1924,
Lampião seguiu junto com Antônio do Gelo para a Fazenda Situação, de Francisco
Baião, perto do riacho São Domingos, região da Serra Vermelha/PE. Chegaram de
noite, com os homens fadados por causa da viagem, principalmente o irmão
encrenqueiro. Antônio, meio adoentado, decide deitar-se mais cedo, amarrando
uma rede no oitão da casa do fazendeiro.
Nesse exato momento, enquanto
pendurava sua rede no armador, atrás dele por uma janela, se encontrava Livino
e mais dois cabras, Mourão e Enéas (ex-cangaceiros de Clementino Quelé), que
dispararam contra o jovem facínora. Antônio Rosa recebe os balaços nas costas e
cai no chão sem dar um gemido só.
No amanhecer, os moradores locais
enterram o bandoleiro e a tropa segue destino. Dias depois, uma força de
Nazaré, possivelmente comandada por Euclides Flor, chega à propriedade de
Francisco e pergunta pelo cangaceiro morto. Após saber que este fora enterrado,
pede que abrissem novamente a cova para ter certeza que aquele era o afamado
Ventura. Vendo o estado do corpo, o comandante diz "tá certo, pode deixar
ele dormir agora". Com a morte deste, não só a população iria dormir
razoavelmente em paz como também Lampião, tirando um fardo enorme de suas
costas.
𝐹𝑂𝑁𝑇𝐸𝑆: 𝐼𝑣𝑎𝑛𝑖𝑙𝑑𝑜 𝑆𝑖𝑙𝑣𝑒𝑖𝑟𝑎; 𝐵𝑙𝑜𝑔 𝑑𝑜 𝑀𝑒𝑛𝑑𝑒𝑠; 𝐶𝑎𝑛𝑎𝑙 𝐴𝑑𝑒𝑟𝑏𝑎𝑙 𝑁𝑜𝑔𝑢𝑒𝑖𝑟𝑎 - 𝐶𝑎𝑛𝑔𝑎𝑐̧𝑜; 𝐿𝑎𝑚𝑝𝑖𝑎̃𝑜, 𝐴 𝑅𝑎𝑝𝑜𝑠𝑎 𝑑𝑎𝑠 𝐶𝑎𝑎𝑡𝑖𝑛𝑔𝑎𝑠 - 𝐽𝑜𝑠𝑒́ 𝐵𝑒𝑧𝑒𝑟𝑟𝑎 𝐿𝑖𝑚𝑎 𝐼𝑟𝑚𝑎̃𝑜.
ALERTA AOS NOSSOS LEITORES!
Perdoe qualquer agressão, para não se sentir culpado ao tirar a vida de alguém. E entenda que: Perdoar é devolver ao outro o direito de ser feliz.
Quando estiver no trânsito, primeiro, lembre-se de lembrar que tem que se lembrar deste lembrete, para não passar por coisas desagradáveis no trânsito.
Cuidado, não discuta! Se errar, peça desculpas. Se o outro errou, desculpa-o, faz com que o erro seja compreendido por ambas as partes, e não perca o seu controle emocional. Você poderá ser vítima.
As pessoas quando estão em automóveis pensam que são as verdadeiras donas do mundo. Cuidado!
Lembre-se de pedir desculpas se errar no trânsito, para não deixar que as pessoas coloquem o seu corpo dentro de um caixão.
Você poderá não conduzir arma, mas o outro conduzirá uma maldita matadora, e ele poderá não perdoar a sua ignorância, e depois que o bicho é criado, o mais difícil é domá-lo.
Imagina bem, o sujeito diante de uma arma sem ter como se livrar dela, hein? Possivelmente irá morrer.
Não se faça de valente, só porque está com a sua namorada ou esposa e não quer que ela sinta o seu fracasso. Ela não te quer como herói, te quer simplesmente como namorado ou esposo vivo.
É melhor vivo medroso do que morto valente.
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Uma confusão criada entre dois ou mais indivíduos no trânsito, muito difícil de ser apaziguada. Cada um quer ter razão, e uma arma poderá surgir entre eles, e alguém apertará o gatilho, e outro irá morrer.
Muito chato para você, sempre me ver lembrando isso. Mas é para o seu bem.
http://jmpminhasimpleshistorias.blogspot.com
http://sednemmendes.blogspot.com
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