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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

VOLANTE DELUZ

Por Pedro R. Melo

Amâncio Ferreira da Silva, é do estado de Pernambuco. Nasceu em 11 de agosto de 1905, sua prestação de serviços militar foi no estado de Sergipe onde veio se destacar no combate ao cangaceirismo. 

Ganhou notoriedade por sua inteligência, violência e perversidade. Sanguinário seu hobby era caçar até mesmo ex cangaceiros e torturá-los da maneira mais vil, sem perdão e piedade. Deixava seus capturados com marcas e requintes de crueldade. 

Vejamos alguns dos seus feitos, foi responsável pelo combate em Itabaiana/SE na fazenda mocambo onde a sua volante alvejou Nenê do ouro, e em seguida seu corpo foi abusado por sua volante além de incitar um cão a fazer sexo com a cadáver, foi o assassino de Juriti quando o lançou dentro de uma fogueira vindo matar o cangaceiro queimado vivo e foi acusado de ter espancando o pai da cangaceira Adília o deixando paralítico. 

Deluz não tinha uma relação amigável nem com o sogro e foi morto a tiros numa tocaia armada pelo sogro. Se de um lado tinha cangaceiro frio, sanguinário e perverso do lado da volante Deluz emcabeça a chamada.

Fonte: facebook
Página: Pedro R. Melo

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FALECEU HOJE O VEREADOR OTONIEL MAIA DE FELIPE GUERRA/RN


Faleceu agora a pouco Otoniel Maia, vereador na cidade de Felipe Guerra. A notícia foi confirmada por sua esposa Fátima Mota. 

Segundo informações apuradas o mesmo veio a óbito no Hospital Wilson Rosado em Mossoró. O velório acontecerá em uma Igreja na cidade de Mossoró, mas o corpo do vereador passará na Câmara Municipal de Felipe Guerra para últimas homenagens do povo felipense. 

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DOIS LIVROS DO ESCRITOR LUIZ RUBEN BONFIM

Autor Luiz Ruben Bonfim

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Lembre-se que se você demorar solicitá-la, poderá ficar sem ela em sua estante. Livros que falam sobre "Cangaço" a demanda é grande, e principalmente, os colecionadores que compram até de dezenas ou mais para suas estantes. 

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Luiz Ruben F. de A. Bonfim
Economista e Turismólogo
Pesquisador do Cangaço e Ferrovia

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LIVROS DO ESCRITOR GILMAR TEIXEIRA


Dia 27 de julho de 2015, na cidade de Piranhas, no Estado de Alagoas, no "CARIRI CANGAÇO PIRANHAS 2015", aconteceu o lançamento do mais novo livro do escritor e pesquisador do cangaço Gilmar Teixeira, com o título: "PIRANHAS NO TEMPO DO CANGAÇO". 

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SERVIÇO – Livro: Quem Matou Delmiro Gouveia?
Autor: Gilmar Teixeira
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OS MISTÉRIOS DO CANGAÇO PERDURAM ATÉ OS DIAS DE HOJE

Por Raul Meneleu Mascarenhas (compartilhado)

Os mistérios do cangaço perduram até os dias de hoje. Sabemos por entrevistas feitas por autores de livros sobre o assunto, com cangaceiros vivos que escaparam do cerco na Grota do Angico, as grandes superstições a que devotavam fé e crendices.

Mas mesmo depois de mais de 50 anos de alguns acontecimentos, o autor do livro LAMPIÃO EM SERGIPE, Alcino Alves Costa (1940-2012) ao efetuar pesquisas a locais de combates, entrevistar coiteiros e cangaceiros, casinhas de oração, igrejas, casas velhas de fazendas onde aconteceram histórias do cangaço e mais, fotografar tudo que servia como provas dos fatos narrados em seus livros, deparou-se com mistério.

Foi no ano de 1996 quando acompanhado de um fotógrafo, foi até à fazenda Capoeira de propriedade de Julião do Nascimento, pai de Zé Julião, cujo nome no cangaço era Cajazeira.

Ao chegarem nos escombros da casa antiga, visualizaram uma caatinga vigorosa que protegia o local de um dos coitos prediletos dos cangaceiros.

Tiradas as fotos, os dois retornaram para Poço Redondo e em alguns dias depois Alcino as recebe. Seriam usadas em seu livro LAMPIÃO ALÉM DA VERSÃO. Os anos foram passando depois de editada a obra e em 2002 um vereador de Poço Redondo, Jorge Feitosa, ao olhar as fotos que ilustravam o vídeo, o procurou para saber quem eram as pessoas da fotografia abaixo.

Alcino nunca tinha notado aquelas duas pessoas, um casal de cangaceiros. Não sabia como estavam na foto. As pessoas que ele pesquisara já tinham morrido a mais de meio século. Será que o espírito de Zé Julião e sua esposa Enedina, morta em Angico, vieram visita-los na fazenda Capoeiras e sejam seus guardiões?


Alcino Costa em seu livro LAMPIÃO EM SERGIPE, assegurou que apenas ele e o fotógrafo que se chamava Deninho, se encontravam naquele local.

Para os céticos, isso chama-se Mensagem Subliminar. Segundo os estudiosos, o conceito de mensagem subliminar não tem base científica, por que subliminar não é subentendido.

Subliminar é o que não é visto conscientemente; se viu, deixou de ser subliminar. Uma imagem ou uma ideia sugerida, nas entrelinhas, sutil ou periférica não é subliminar.

Por isso deixo para os amigos leitores, a conclusão do assunto. Mas lembrem-se que segredos e mistérios existem entre o céu e a terra, muito mais que possamos imaginar em nossos conhecimentos científicos e empíricos.

Fonte: facebook
Página: Voltaseca Volta

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A ENTREVISTA DE LAMPIÃO ao Sr. Demóstenes Martins de Andrade.


Poeta, escritor e jornalista que estava na cidade de TUCANO-BA, quando da passagem do rei do cangaço e, do seu bando...

Fonte da matéria: compilação do livro - Tucano - 150 anos de emancipação política do renomado escritor Rubens Rocha...






Fonte: facebook

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O JORNALISTA MELCHÍADES DA ROCHA...!


Foi um jornalista renomado tendo atuado em vários jornais do Rio de Janeiro, sobretudo no periódico "A NOITE", onde fez grandes coberturas.

A morte de Lampião em Angicos, em 28-07-1938 foi uma delas. Em face das várias matérias realizadas e, dos depoimentos colhidos, o grande jornalista escreveu o famoso livro "BANDOLEIROS DAS CAATINGAS", que se encontra esgotado a muitos anos, obra essa indispensável para os estudiosos do tema..

Fotos: Google

Fonte: facebook

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AULA COM O PROFESSOR JOSÉ ROMERO O CARDOSO - UERN







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A GRANDE MARCHA DE LAMPIÃO PARA MOSSORÓ - PARADA 01 - A INVASÃO DO CANTO DO FEIJÃO (PB)

Por Geziel Moura

Em sua obra, "Lampião e o Rio Grande do Norte: A história da grande marcha", o escritor Sérgio Dantas, aponta que o planejamento e o local de partida para o ataque a Mossoró (RN), ocorreram na Fazenda Ipueiras, na Serra do Diamante, do Coronel Isaías Arruda de Figueiredo, oportunidade em que, Virgolino, fora apresentado ao cangaceiro Massilon, cujo nome de batismo seria Macilon Leite de Oliveira (MEDEIROS, 2010), estava formado, portanto, o triunvirato, para o assalto a Mossoró.

Antigos trilhos da linha Fortaleza - Recife, a esquerda a casa de Raimundo Luiz

Na madrugada de 9 de junho de 1927, cerca de setenta cangaceiros, incluídos os grupos de José Leite de Santana (Jararaca), Sabino Gomes de Góis e João Vinte e Dois, iniciaram a grande marcha para Mossoró, todos a cavalo.

Vista do alicerce da estação e dos antigos trilhos

O primeiro desatino, ocorreu na mesma tarde do dia da partida, ao invadirem o lugar Canto do Feijão, hoje, Santa Helena (PB), naquele tempo, lugar pobre que cresceu ao lado da ferrovia Fortaleza - Recife, com pouquíssimas casas.

Aspectos atuais da cidade, hoje Santa Helena (PB)

Além do aspecto da trajetória lógica, a visita ao Canto do Feijão, apresentava outra motivação, o acerto de contas de Massilon, contra o inspetor de quarteirão do lugar, espécie de subdelegado, chamado Raimundo Luiz do Nascimento, que se envolvera, no Ceará, no assassinato de parente de Massilon.

 Casa de Raimundo Luiz do Nascimento (pouca modernizada)

Indiferentes aos pedidos de D. Rosinha, a esposa de Raimundo Luiz, a cabroeira começa o festival de torturas neste, a base de punhais. Ao ouvir as badernas promovidas pelos cangaceiros embriagados, Elizário, o ajudante do inspetor de quarteirão, com revólver em riste, se dirige a casa de seu superior, para ajudá-lo, sem obter sucesso, pois recebeu tiro de fuzil, colocando-o fora de combate.

Alicerce da antiga estação do Canto do Feijão (PB)

Finalmente, após o festival de torturas, açoites e perfurações, Raimundo Luiz do Nascimento é executado com três tiros: no olho, nuca e peito, configurando assim, os primeiros homicídios, durante a jornada para Mossoró.



Fotos: Geziel Moura
Fonte: facebook
Página: OFÍCIO DAS ESPINGARDAS

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O “TRANCELIM” DO BEATO JOSÉ LOURENÇO

Por Sálvio Siqueira

No ano de 1936, o capitão José Bezerra, comanda uma ‘tomada’ pacífica no Caldeirão do Beato Lourenço.

Apesar de ‘pacífica’, o capitão José Bezerra, tido por ser um “(...) policial arbitrário e cruel” (Otacílio Anselmo, escritor cearense, oficial da polícia e contemporâneo do mesmo), ainda vemos no livro “(...)“O Padre Cícero – Mito e Realidade” – diz ter presenciado uma surra aplicada por aquele policial em um cabo da polícia dentro do quartel da capital(...)”. Fora o escritor, Nartan Macedo, o definir como “(...) um dos maiores bandidos autoridades que se teve notícias no Ceará. ”(lampiaoaceso.com), comete duas banalidades crucial para fins futuros tenebrosos.

O capitão queima os seios de uma seguidora do Beato, afim que a mesma lhe diga sobre o paradeiro do mesmo. Depois, o militar monta em Trancelim, cavalo do Beato José Lourenço. Taca-lhe as esporas e desce-lhe o chicote, na presença dos seguidores por muitas horas seguidas. Ao término do suplício de Trancelim, ele é colocado em um local para descansar, porém, o sofrimento prolongado retira suas forças e ele morre.

Havia duas ‘linhas’ seguidoras do Beato Lourenço. Aquela “teocrática e pacifista” do próprio José Lourenço e, aquela que, “sob a liderança político-militar de Severino Tavares, clamava-se pela vingança e a reconquista do Caldeirão”. Já que, nesse ínterim, eles se encontravam ocupando a Mata dos Cavalos.

Em 1937, aparece no quartel da PM de Juazeiro do Norte - CE, um cidadão por nome de Sebastião Marinho. O mesmo vem à procura do capitão José Bezerra. Este, ao saber, vai de encontro ao civil e pergunta-lhe do que se trata. O sertanejo, de mãos calejadas e pele queimada pelo sol causticante do semiárido, informa ao comandante militar que “(...) informou que suas terras haviam sido invadidas pelos fanáticos do Beato José Lourenço e que é conhecedor de um plano de Severino Tavares de invadir e saquear a cidade do Crato(...)”.(blog Ct.).

Capitão José Bezerra

Às vezes, por mais experiente que seja uma pessoa, sua ânsia de ação, seu desejo de ferir, matar, ser ou praticar crueldades, o faz perder o senso de perigo. Foi o que aconteceu ao capitão José bezerra.

Então o comandante forma uma volante composta por: 

1 - Capitão José Bezerra
2 - 1º Sargento Anacleto Gonçalves Bezerra
3 - 2º Sargento José Marcolino Brasileiro
4- 2º Sargento Marcelino
5 - 3º Sargento Jaime Olímpio Rocha
6 - Cabo Benigno Gomes
7- Soldado Raimundo Pereira
8 - Josafá Torquato Gonçalves
9 - Soldado José Dantas (Corneteiro)
10 - Soldado Eugênio Cesário da Silva
11 - Soldado Álvaro Gomes Bezerra”(blog Ct.)

Isso aos dez dias de maio do ano de 1937. Partem na carroceria de um caminhão que a prefeitura cedeu ao comando. Ao passarem pela cidade do Crato – CE, o capitão é alertado pelo “tenente João Lima, comandante do destacamento daquela localidade, sobre o pequeno número de soldados”. Sendo a segunda pessoa a dizer-lhe que seu contingente era pequeno, mas, tendo a mesma resposta do capitão ‘- “São suficientes.”

Ao se aproximarem do local, o capitão manda parar o caminhão, dar ordem para dois de seus comandados que o guarneçam e, com o restante dos homens, segue, a pé para o propriedade informada...

De repente, uma mulher aparece, como que do nada, vinda de dentro da mata, passa gritando e correndo. O capitão e seus homens, com receio que ela desse o alarma, partem atrás dela que as pernas batiam na bunda...

De repente, quando a pequena tropa, comandada pelo capitão José Bezerra, se ver cercada por muitos ‘fanáticos’ do Beato, armados de foice e toras de pau...

Em pouco tempo, comandante e comandados estão com seus corpos no solo árido, quente e, naquele momento, regado por seus sangues...

Isso tudo por que, segundo os seguidores fanáticos do Beato José Lourenço, tinham a convicção de que ele, “ ao morrer(...) subiria aos céus montado no Trancelim(...)”.

Fonte Blog lampiaoaceso.com
Foto Blog Ct.
www.youtube.com
PS// imagem do animal meramente ilustrativa.

Fonte: facebook

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LIVROS DO ESCRITOR ANTONIO VILELA DE SOUZA


NOVO LIVRO CONTA A SAGA DA VALENTE SERRINHA DO CATIMBAU
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

PRESENTE DE NATAL

Por Rangel Alves da Costa*

O período natalino sempre chega envolto a múltiplas simbologias. Além do nascimento do menino na humildade da manjedoura, também o renascimento das esperanças. Uma época de reflexões, de entristecimentos e alegrias, de reencontros e revivências. Uma época em que os sentimentos são mais aflorados, as recordações ressurgem com mais pujança e as promessas aliviam as angústias pelo não realizado.

Certamente um momento diferente na vida de cada pessoa. Dificilmente um ser humano que não se sinta, um pouco mais ou um pouco menos, sensibilizado pelo clima próprio do período natalino. As luzes, os enfeites, as canções e as expectativas de confraternização, além do reencontro com o sentido da fé e da religiosidade, tudo isso reflete no íntimo do indivíduo e quase sempre o torna mais humano, compreensivo e afetuoso.

Mesmo que o Natal de agora vá sendo vivenciado de modo muito diferente de outros tempos, algumas características próprias desse momento continuam sendo observadas. Diminuiu-se a significação religiosa advinda com a data, bem como seu sentido de nascimento e renascimento da vida, mas o seu costume de confraternização continua, mesmo que também em menor importância. Talvez muito mais pelo desejo de se distanciar dos dias passados e reencontrar esperanças no ano vindouro.

Mas os tempos estão difíceis e confraternizar implica em participar, em compartilhar, em doar e receber. No mundo consumista como o atual, confraternizar não se satisfaz com um abraço, com um reencontro, com sinceros desejos de paz, saúde, felicidade. Requer muito mais. Sempre implica em muitos gastos, indo desde a ceia aos presentes. Mesmo o bolso vazio e as contas em atraso, não há como deixar de sentir necessidade de comprar um presentinho ou outro. E sempre surge uma lista imensa de pessoas que merecem ser recordadas neste período do ano.

Ao pensar em presentes, em roupas, joias, perfumes, tecnologias e tudo o mais, a pessoa sempre imagina a outra pessoa se ajustando ao número, a forma ou a cor. E assim porque as relações materialistas impedem pensar diferente. Dificilmente alguém pensa em fazer diferente, em, por exemplo, presentear sem objeto de uso pessoal. Presentear o amigo com uma muda de planta, com uma flor e não com um buquê, um saquinho com sementes de árvores frutíferas, com uma fruta colhida no quintal. Não faz assim porque o modismo irrompe como a negação dos sentimentos. Daí a certeza que a pessoa presenteada irá gostar de um perfume e não de um Salmo escrito à mão.


Nesta perspectiva materialista, ou de puro capitalismo, as coisas simples e singelas acabam perdendo significação. Na verdade, ou se atende às expectativas do presenteado - que sempre deseja algum modismo utilizável - ou se corre o risco de se arrepender por ter imaginado que a pessoa se sentiria feliz com um poema escrito numa folha seca. A pessoa até recebe, abraça, diz que está muito feliz pela lembrança, mas por dentro maldiz aquela infeliz ideia. Ora, queria um smartphone de última geração.

Ainda assim, qual o melhor presente de natal? Eis uma pergunta recorrente nesta época do ano. Todos desejam presentear e ganhar presentes. Mais do que em qualquer outro instante, o final de ano aumenta o desejo de ter e compartilhar um pouco mais de alegria. E um presente, ainda que singela lembrancinha, sempre é recordado como síntese de reconhecimento e amizade. Mas qual o melhor presente?

Depende de quem vai receber ou da intencionalidade daquele que deseja presentear. O mundo certamente amaria ser lembrado com um buquê de paz, de fraternidade, de afeto entre os povos. A vida certamente se encantaria com uma prenda adornada de respeito, de conscientização, de senso de preservação humana e ambiental. O planeta agradeceria o respeito às florestas, às nascentes e aos leitos dos rios, mares e oceanos. A existência humana se sensibilizaria em ser presenteada com menos violência, menos sangue jorrando, menos mortes.

Como caindo dos céus, verdadeira dádiva divina, o sertão nordestino se encheria de alegria com menos estiagens, com menos sofrimento causado pela terra seca e a panela vazia, com menos angústia pela moringa sem água e sem submissão às humilhantes esmolas. E o sertanejo, cuja humildade o torna grato por qualquer atenção, se encheria de orgulho e prazer acaso fosse presenteado com o devido respeito pelas autoridades públicas. Não deseja receber além do que humanamente lhe é devido desde os tempos mais antigos.

Pelo mundo afora, onde crianças e velhos continuam morrendo sedentos e famintos, não haveria presente melhor que o pão do hoje e do amanhã, e, mais que isso, a contínua resolução de problemas que secularmente afligem tribos, comunidades e nações inteiras. Os meninos de rua desejariam receber a rua como caminho e não como cama e travesseiro. Os moradores de barracos de lata e papelão demonstrariam um contentamento infindo acaso recebem mais que esmolas e promessas: o direito à dignidade, e esta com moradia e emprego.

Aquele que está no leito hospitalar ou na solidão de seu quarto, sempre sente uma simples visita como o melhor presente do mundo. E tudo precisa de prece e de oração. Uma invocação pelo homem e pela vida. Eis a mais bela flor que pode receber a humanidade. E ela precisa demais de um presente assim neste Natal.

Poeta e cronista
blograngel-sertao.blogspot.com

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CONVITE - PARQUE CULTURAL REALIZA FESTA EM HOMENAGEM AOS 103 ANOS DO GONZAGÃO


A Diretoria do Parque Cultural “O Rei do Baião”, da Comunidade São Francisco, São João do Rio do Peixe-PB, tem a subida honra de convidar para participar das comemorações dos 103 ANOS DE NASCIMENTO DE LUIZ GONZAGA, no dia 17 de dezembro – 2015.
PROGRAMAÇÃO OFICIAL
Dia 17 de dezembro de 2015:
18h00 – Sessão Solene da Câmara de Vereadores, no Parque Cultural “O Rei do Baião”, para a entrega dos Títulos de Cidadania aos senhores:
 Juiz de Direito Onaldo Rocha Queiroga, produtores culturais Kydelmir Dantas e Júnior José Vieira, e sanfoneiro João Januário Maciel (Joquinha Gonzaga), sobrinho de Luiz Gonzaga;
21h00 – Lançamento do livro “O Encontro dos Parques”;
22h00 – Festa dançante com a Banda Bole-Bole.

Francisco Alves Cardoso
Presidente do Parque Cultural “O Rei do Baião”


Enviado pelo professor, escritor e pesquisador do cangaço José Romero de Araújo Cardoso

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SEU VENÍCIO PERREIRA NEVES ESTÁ COMPLETANDO 91 ANOS DE IDADE

Por Venício Feitosa Neves

Já escrevi sobre muitos antepassados, porém o dia de hoje, representa um momento aguardado por muitos anos, o aniversário de 91 anos de idade do grande Patriarca 

Venício Pereira Neves

VENÍCIO PEREIRA NEVES, nascido no dia 10 de dezembro de 1924, na Cidade de Belmonte-PE, filho de Crispim Pereira de Araújo (Ioiô Maroto) e Dona Generosa Neves Pereira, chegou aos Inhamuns (Cococi) no ano de 1928. 

Segundo Valdenor Neves Feitosa, neto de Crispim Pereira de Araújo, o Ioiô Maroto, quem está a direita de seu avô é Raimundo Neves Pereira, nascido em 12 de setembro de 1935, em Parambu-CE, conhecido como “Edmundo” e filho de Ioiô. Sentado no seu colo está o seu neto Dario, e à a sua esquerda se encontra a sua filha caçula, Francisca Neves Pereira. Esta foto foi tirada, na década de 40, do século XX, na fazenda Malhada, Município de Parambu, nos sertões dos Inhamuns, Estado do Ceará, próximo a fronteira com o Piauí. Agradeço a Valdenor Neves Feitosa pela informação e a Ivanildo Silveira pela foto.- http://tokdehistoria.wordpress.com/

Esse patriarca é um grande orgulho de nossa grandiosa família, sua vida sempre foi pautada de respeito, moralidade e bons costumes. Parabéns Meu pai, tenho a honra de herdar o seu nome. Felicidades! Um grande Abraço. Weide Guedes Neves, Sean Guedes, Júlia Guedes Feitosa Neves.

Autorizado pelo autor Venício Feitosa Neves filho do aniversariante Venício Pereira Neves

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"VISITAÇÕES" DO BANDO DE LAMPIÃO OU PARTE DESTE, NOS LUGARES A CAMINHO DE MOSSORÓ

Por Geziel Moura

A sequência que propus, até agora, das "visitações" do bando de Lampião ou parte deste, nos lugares a caminho de Mossoró foram os seguintes: Canto do Feijão, Fazenda Baixio, Fazenda Nova, Fazenda Bom Jardim, Fazenda Aroeiras, Sítio Panati. Esclareço, que esta rota, embora aparenta ser linear, não se deu, necessariamente, dessa forma, na medida em que, poderia ocorrer incursões, dos cangaceiros, em outros lugares, estou tentando estabelecer uma sequência lógica, dos principais pontos, em função dos livros e dos locais em que estive, perseguindo, ainda, narrativa pouco maçante, de acordo com os padrões "facebookianos".


Feito os esclarecimentos, necessários, continuemos com a saga...Após deixar o Sítio Panati, a cabroeira atacou o vizinho sítio Cajueiro, realizando o de sempre, roubos e ameaças, infelizmente, tal sítio, não existe mais.

Foto 1: Aspecto atual do Sítio Caiçara. - Todas fotos foram flagradas por Geziel Moura

Em ato contínuo, eles alcançaram a Fazenda Caiçara de Francisco Tomaz de Aquino, prenderam sua esposa e levaram, joias, medalhas, roupas e arreios. Lampião estava cismado, com a presença de militares, na Vila Vitória, próxima ao sítio, e o cego estava certíssimo em sua intuição, pois chegara na vila a tropa do Ten. Napoleão de Carvalho Agra, que sem mais delongas, realizou alistamentos de voluntários que desejassem incorporar a tropa da Polícia Militar do RN.

Foto 2 e 3: Lugar do combate, ao longo deste açude (não existia) e do sopé da serra. - Todas fotos foram flagradas por Geziel Moura

Voltemos um pouco no tempo, pois este movimento na Vila Vitória, se deu quando os cangaceiros estavam, ainda, na Fazenda Aroeiras, sendo a ideia original atacá-los por lá, só que o ilustre comandante precisava de caminhões para transportar, e aguardava tal veículo para a missão. A saída foi delegar ao cabo, do destacamento da Vila, João Porfírio da Silva, o início da tarefa com parte dos homens, enquanto ele aguardaria o caminhão (esperto não?), o cabo contrariado alertou: "Vocês vão, mas se toparem com Lampião vocês correm e não briguem", ironicamente o soldado José Monteiro de Matos pensava alto: " Eu morro, mas não corro".

Foto 2 e 3: Lugar do combate, ao longo deste açude (não existia) e do sopé da serra. - Todas fotos foram flagradas por Geziel Moura

O alívio foi geral com a chegada dos caminhões, com o resto da tropa, uma hora depois, da saída do primeiro grupo, em Aroeiras.

Foto 4 e 5; Monumento erigido, em memória do soldado José Monteiro da Matos, morto no combate de Caiçara. - Todas fotos foram flagradas por Geziel Moura

Os cangaceiros não estavam distante, de fato, a Fazenda Aroeiras fica perto da Caiçara, local onde ocorreu o encontro e o grande combate, a fuzilaria foi grande, os cangaceiros mais municiados levaram vantagens, culminando na retirada aloprada da polícia, por baixo de chumbo.

Foto 4 e 5; Monumento erigido, em memória do soldado José Monteiro da Matos, morto no combate de Caiçara. - Todas fotos foram flagradas por Geziel Moura

Após a fuga, começaram a busca na "área de guerra", da parte dos cangaceiros foi morto Patrício de Souza, o Azulão e muito ferido o jovem cangaceiro "Cordeiro", mais adiante, encontraram agonizando, o soldado Monteiro, o mesmo da promessa de não correr, Coqueiro, tomou-lhe o fuzil, disparou várias vezes e arrematou com diversas punhaladas, além de coices de armas que lhe afundou o crânio. Assim, cumpriu o soldado José Monteiro de Matos, sua promessa.

Fonte: facebook
Página: Geziel Moura OFÍCIO DAS ESPINGARDAS

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